Amarração para o Amor

Olá, Seja bem-vinda.

Acorde com ele ao seu lado dizendo: Meu amor eu a amo tanto! Desculpe-me por ficar longe de você. Aceite estas rosas e todo o meu carinho como pedido de desculpa. Volta para mim minha princesa!

Tenha ele amarrado grudado em você completamente dedicando o tempo e a vida dele para viver a sua e querer sempre estar ao seu lado.

O Centro Espírita XXXXXXX pode fazer isso hoje e agora para você em 24 horas. Após o término do Trabalho já começa a fazer efeito como uma poderosa magia e você o terá de volta em seus braços.

@MDD – Olá, tudo bom? Em primeiro lugar, deixe-me devolver as vírgulas que você perdeu: , , , , ,

Em segundo lugar, não adianta colocar o nome “Centro Espírita” para tentar dar um ar de kardecista ou espiritualizado ou elevado… Se chamarmos “Cocô” de “Rosas”, ele continua fedendo.

Para resolver seu problema, primeiramente tem que ser feita uma consulta em seu nome e no nome desta pessoa que você quer para saber o que ela sente por você e o que temos de fazer para ela sentir amor por você.

Esta consulta é feita com as entidades que resolvem problemas sentimentais. Após a consulta saberemos o que fazer para ajudar você, qual o tipo de Trabalho pode ser feito para trazer ele de volta. São as entidades que irão nos orientar qual Trabalho irá resolver seu problema.

@MDD – Claro que tem de ser feita “uma consulta”… imagino que seja cobrada tambem… e que tipo de “entidade” se prestaria a fica fazendo charlatanices deste tipo? vamos raciocinar um pouco… alguém acharia que algum espírito de moral elevada e com poderes reais se prestaria a ficar se intrometendo no livre-arbítrio de outra pessoa? qualquer pomba-gira mais-ou-menos daria um esporro em uma pessoa que viesse pedir um trabalho desses… só um egum ou espírito zombeteiro prometeria algo assim, já que não vai conseguir cumprir nada e depois pode vir com a desculpa “ah, mas fizeram alguma macumba para impedir, pague mais dinheiro…” Como dizia o filósofo P. T. Barnun, “nasce um otário a cada minuto”.

Mas, se você chegou até pai Del Debbio de Google, ainda dá tempo de salvar o seu rico dinheirinho desses picaretas da Amarraçao do Amor. Sua chegada a este site foi obra de um ser chamado “Sagrado Anjo Guardião” que deve estar tentando te salvar de fazer mais merda. Escute com cuidado: se o seu relacionamento terminou e você está procurando amarrações, provavelmente VOCÊ é a desequilibrada da relação e causou o fim do relacionamento. Se o sujeito te chifrou, fugiu com outra ou aprontou, você está fazendo o quê indo atrás de um imbecil desses? Está na hora de repensar a sua auto-estima.

Vamos continuar a ler…

Primeiramente, a consulta será feita aqui mesmo no Centro com as entidades para que saibamos o que deveremos fazer e ajudar você a resolver este problema. Quando já tivermos o resultado da consulta em mãos, lhe enviaremos por e-mail ou se você preferir, esta consulta poderá ser passada por telefone, bastando nos ligar. Para fazermos a consulta, você tem que nos passar o seu nome e o dele completo, para que possamos concluir esta consulta.

@MDD – Consulta espiritual por telefone… Pare um segundo e pense… em um terreiro sério, é necessário um sequencia de rituais de defumação, canto, pensamento e vibrações de diversas pessoas para abrir um campo seguro para que as entidades possam trabalhar direito… imagina o naipe do “poder” de um fulano que quer resolver o seu problema pelo telefone?

Mesmo que ele não a queira, o trabalho fará com que ela venha implorando seu amor. Este Trabalho tem validade indeterminada, até o dia que você não o querer mais. Mas para isso, deve ser feito rápido possível. Após 24 horas começará a fazer efeito, fazendo com que ele venha lhe procurar da maneira que você queria e do jeito que você sempre sonhou em tê-lo em sua vida.

@MDD – Uau… o que não faz a concorrência… antes era 7 dias, depois 5, depois 3, agora 24 horas. Braziu, terra das oportunidades!!!

Caso prefira, também temos como fazer com que ele venha a casar-se com você. Fazendo conforme as entidades lhe pedirem na consulta será impossível vocês ficarem separados um do outro, mesmo se vocês ainda não tiveram nenhum contato um com outro. Vamos fazer o que ainda não foi feito porque amanhã sempre é tarde demais.

@MDD – Esse pedaço do SPAM me lembra aquelas propagandas do 1406… “ligue agora e além da amarração, você ganha um patuá, uma marafa e uma cabeça de bode inteiramente grátis!” rsrsrsrs

Todos os Trabalhos feitos pelo Centro Espírita XXXXXXX são 100% garantidos, com agilidade, êxito absoluto e satisfação garantida. Fazendo da maneira que o Médium responsável pela sua consulta orientar, você terá o resultado em suas mãos.

@MDD – o médium que a está orientando gratuitamente sou eu 🙂 Faça como eu disse acima: trabalhe a sua auto-estima, torne-se uma pessoa melhor e pessoas melhores aparecerão para você. Goste de si mesma e as pessoas gostarão de você.

A consulta será cobrada e somente será feita após o pagamento à vista, mediante o número do comprovante de depósito ou da transferência, no site www.centro-espirita-de-cu-eh-rola.com.br no ícone consulta on-line onde possuem os bancos cadastrados e contas para que você escolha que fica mais fácil para você fazer o depósito ou transferência no banco de sua preferência.

Exemplo:

Itaú: Agência xxxx C/C xxxxx-8

Banco Santander: Agência xxxx C/C xxxxxxxx6

Caixa Econômica Federal: Agência xxxx Operação 001 C/C xxxx-5

Banco Bradesco: Agência xxxx-7 C/C xxxxxxx-5

Banco do Brasil: Agência xxxx-8 C/C xxxxxx-x

@MDD – Tudo isso de banco? É uma facilidade…

Valor da consulta: R$ 200,00 (duzentas Dilmas) Parcele em seu cartão de credito em 06 pagamentos basta entrar em contato que faremos o parcelamento para você.

Se preferir entre no site www.centro-espirita-de-cu-eh-rola.com.br. Após, clique no ícone PAGAMENTOS e efetue o pagamento.

Após efetuar o pagamento Entre no site, clique em contatos abaixo você encontrara a opção Se você fez o pagamento para uma consulta e outros, Clique Aqui, abrira uma tela para enviar dados do deposito nomes por completo e data de nascimentos sua e da pessoa amada que deseja conquistar.

Aguarda a consulta ser realizada e assim que a mesma estiver pronta lhe enviaremos em seu e-mail com a solução do seu problema o mais rápido possível.

@MDD – PS: Mas espera sentada pra não cansar… eu queria ver a sua cara de trouxa indo na polícia reclamar de amarração que não deu certo hauahauahau

Se desejar nos comunique através dos telefones:

55(62) xxx-xxx7

55(62) xxxx-xxxx4

Telefones direto com o Médium Sxxxxxx:

55(62) 9611-xxxx – VIVO

55(62) 8123xxxx – TIM

ID 55*8*6xxxx – NEXTEL

Atenciosamente: Mxxxxxxxx Gxxx.

@MDD – Jesus agradece a sua ligação.

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/amarra%C3%A7%C3%A3o-para-o-amor

Arcano 13 – A Morte – Nun

Esta carta, comumente designada como “Morte”, não tem nome algum inscrito no tarô de Marselha, nem em suas variantes mais significativas.

Um esqueleto revestido por uma espécie de pele tem uma foice nas mãos. Do chão negro brotam plantas azuis e amarelas, e diversos restos humanos. O fundo não está colorido.

No primeiro plano, à esquerda, uma cabeça de mulher; à direita, uma cabeça de homem com uma coroa.

Um pé e uma mão aparecem também no chão; outras duas mãos – uma mostrando a palma e outra as costas – brotam atrás, ultrapassando a linha do horizonte.

O esqueleto está representado de perfil e parece dirigir-se para a direita. Maneja a foice, sobre a qual apóia as duas mãos. Em algumas variantes, seu pé direito não está visível.

Para o iniciante, mostra-se como a carta mais temível, mas os estudos simbólicos ajudam a entender um outro sentido no plano da evolução humana.

Significados simbólicos

Grandes transmutações e novos espaços de realização.

Dominação e força. Renascimento, criação e destruição.

Fatalidade irredutível. Fim necessário.

Interpretações usuais na cartomancia

Fim de uma fase. Abandono de velhos hábitos.

Profundidade, penetração intelectual, pensar metafísico. Discernimento severo, sabedoria drástica. Resignação, estoicismo, dom para enfrentar situações difíceis. Indiferença, desapego, desilusão.

Mental: Renovação de idéias, total ou parcial, porque algo vai intervir e tudo transformar; como um fenômeno catalisador ou um corpo novo que modifica totalmente a ação do corpo atual.

Emocional: Afastamento, dispersão. Destruição de um sentimento, de uma esperança.

Físico: Morte, perdas, imobilidade. Completa transformação nos negócios ou atividades.

Sentido negativo: Do ponto de vista da saúde, estagnação de enfermidade ou processo. A morte poderá ser evitada, mas em troca de uma lesão incurável. Segundo sua posição, pode significar a morte, em seus múltiplos matizes, mas também maus acontecimentos, más notícias.

Prazo fatal. Xeque-mate inevitável, mas não provocado pela vítima.

Ânimo baixo, pessimismo, perda de coragem. Suspensão de um processo para começar de modo diametralmente oposto.

História e iconografia

E provável que a alegoria da morte representada como um esqueleto com a foice, seja original do Tarô; se isto for verdade, trata-se de uma das contribuições fundamentais feitas pelas cartas à iconografia contemporânea, considerando a ampla popularidade desta metáfora macabra.

Van Rijneberk divide o estudo deste arcano em três aspectos: o número treze, o esqueleto, a foice. Como emissário de uma premonição sombria, o treze tem seu antecedente cristão nos comensais da Última Ceia, de onde a tradição extraiu um conto bastante popular da Idade Média: quando treze pessoas se sentam à mesa, uma delas morrerá em breve.

Esta superstição seria herdeira de outras versões mais antigas: Diodoro da Sicília, contemporâneo do imperador Augusto, explica desse modo a morte de Filipe da Macedônia, cuja estátua havia sido colocada junto as dos 12 deuses principais, dias antes de ser assassinado.

Simbolicamente, o 13 é a unidade superadora do dodecadenário, ou seja, a morte necessária de um ciclo completo, que implica também – ainda que este aspecto tenha sido esquecido na transmissão popular – a idéia conseqüente de renascimento.

Na arte cristã primitiva não há traços deste simbolismo durante os primeiros séculos, o que não parece estranho se considerarmos as idéias centrais dos catecúmenos: a morte entendida como pórtico de uma vida melhor, a confiança na proximidade do Juízo Final (e a conseqüente ressurreição da carne); a absoluta falta de medo frente a um estado transitório.

O esqueleto propriamente dito só aparece em todo o seu esplendor nas Danças da morte, disseminadas pelos cemitérios e claustros europeus, quase que simultaneamente, e com certeza não antes do séc. XV.

O tema das composições desse período mostra-se idêntico em todos os lugares: o esqueleto se apodera (o matiz está apenas no grau de violência ou gentileza) de criaturas humanas de ambos os sexos, de qualquer idade e condição.

Outro elemento que as Danças da morte têm em comum é que todas são posteriores ao Tarô, de cuja popularidade puderam extrair o encanto de suas imagens.

Nestas danças, no entanto, não há esqueletos com foices, mas sim com diversos objetos (uma espada, um arado, um par de tesouras, um arco e flechas) que se referem em geral ao ofício da pessoa que será levada pela morte.

Em Joel (4,13), Mateus (13,39), Marcos (4,29) e no Apocalipse (14,14-20) podem ser encontradas metáforas bíblicas em que se fala da foice como instrumento de justiça empunhado por Jeová, pelo Filho do Homem e, mais tarde, pelos anjos: como derivação deste princípio moral.

Os esotéricos não vêem a morte como falha ou imperfeição: as formas se dissolvem, variam de aparência quando se tornam incapazes de servir ao seu destino. Desse modo, entre o Imperador e a Morte (primeiros termos do segundo e do quinto ternário, respectivamente), há apenas uma diferença de matizes: ao esplendor máximo do poder e da matéria sucede sua extinção, que é uma conseqüência lógica e também uma necessidade. Como parábola do processo iniciático em oposição à vida corrente, é talvez o arcano mais explícito: “O profano deve morrer – lembra Wirth – para que renasça a vida superior que a Iniciação concede”.

A morte guarda relações simbólicas com a terra, com os quatro elementos, e com a gama de cores que vai do negro ao verde, passando pelos matizes terrosos. Também é associada ao esterco, menos pelo que este tem de desagradável do que pelo processo de transmutação material que representa.

Por Constantino K. Riemma
http://www.clubedotaro.com.br/

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/arcano-13-a-morte-nun

Afinal de contas, de onde vêm as 72 virgens?

Supondo que a religião islâmica realmente assegure 72 virgens aos que morrem em nome de Alah, será que esta graça está reservada aos mártires ou é estendida a todos os fiéis que adentram o paraíso? E de onde vêm 72 mulheres virgens para cada homem do reino dos céus? São as almas das mulheres que morreram imaculadas que vão ao céu servir os mártires? Se não, o que reserva o céu às mulheres mártires? maridos perfeitos que nunca se esquecem de abaixar a tampa da privada? Pensando em todas estas questões decidi pesquisar um pouco mais sobre o paraíso islâmico.

Comecei pelo Alcorão. O livro máximo da religião islâmica não deixa dúvidas de que o paraíso islâmico é um lugar bastante sensual, mas nada é dito sobre a quantidade de virgens que aguarda os eleitos.

“E se deitarão sobre leitos incrustados com pedras preciosas, frente a frente, onde lhes servirão jovens de frescores imortais com taças e jarras cheias de vinho que não lhes provocará dores de cabeça nem intoxicação, e frutas de sua predileção, e carne das aves que desejarem. E deles serão as huris [virgens] de olhos escuros, castas como pérolas bem guardadas, em recompensa por tudo quanto houverem feito. (…) Sabei que criamos as huris para eles, e as fizemos virgens, companheiras amorosas para os justos.”

Alcorão, surata 56, versículos 12-40.

(todas as traduções deste texto foram feitas a partir do inglês)

São inúmeras as passagens como esta que mencionam a existência no paraíso de jóias, criados jovens e cheirosos, vinho (uma extravagância, já que o islã proíbe consumir bebidas alcoólicas em vida), rios de leite, rios de mel, rios de água (que costuma ser coisa preciosa nos países muçulmanos), frutas abundantes e moçoilas virgens para fazer “companhia” aos justos… Comparado ao paraíso cristão, com seus anjos assexuados de aparência andrógina tocando harpa e entoando cânticos (quando não estão em missão para destruir alguma cidade ou coisa assim), o céu islâmico parece o Club Med dos paraísos.

Só que diferentemente da Bíblia, que é a única fonte autenticada pela Igreja das palavras de Deus, na religião islâmica o Alcorão é complementado pelos hadiths, uma coletânea de histórias sobre tudo o que supostamente disse ou fez o profeta Maomé durante sua vida, que circularam no boca a boca por mais de um século até serem redigidas em sua forma atual. É aí, nessa barafunda de textos, às vezes antagônicos, que vamos encontrar mais detalhes sobre o paraíso islâmico, incluindo o número de virgens com que os eleitos são agraciados:

“A menor recompensa para aqueles que se encontram no paraíso é um átrio com 80.000 servos e 72 esposas, sobre o qual repousa um domo decorado com pérolas, aquamarinas e rubis, tão largo quanto a distância entre Al-Jabiyyah (hoje na cidade de Damasco) e Sana’a (hoje o Iemem)”

Hadith 2687 (Livro de Sunan, volume IV).

Se esta é a menor recompensa que aguarda os felizardos no paraíso, então é certo que os servos e as virgens não foram parar lá por mérito. Quem sabe fossem candidatos ao inferno (não dizem que “é melhor reinar no inferno que servir no paraíso”?). No caso das virgens isto faria todo o sentido, já que a rotina delas no céu não é moleza; sobre isso escreveu Al-Suyuti, um renomado comentador do Alcorão e estudioso dos hadith, no século XV:

“Cada vez que se dorme com uma huri descobre-se que ela continua virgem. Além disso o pênis dos eleitos nunca amolece. A ereção é eterna. A sensação que se sente cada vez que se faz amor é mais do que deliciosa e se você a experimentasse neste mundo você desmaiaria. Cada escolhido se casa com setenta huris, além das mulheres com que se casou na terra, e todas têm sexos apetitosos.”

Para as virgens o paraíso islâmico é mais ou menos como uma versão pornô do mito de Prometheus (aquele do titã que tinha seu fígado devorado todos os dias por uma águia), só que é o hímen das jovens donzelas, e não o fígado do titã, que se regenera perpetuamente.

Se você tem uma ereção permanente e o resto da eternidade nas mãos algumas dezenas de virgens não devem bastar, por isso o paraíso islâmico conta ainda com um local que, cá embaixo seria chamado de “bordel”, mas que no paraíso islâmico chamam de “mercado”. Segundo os hadith, Maomé teria dito:

“Existe no paraíso um mercado onde não há compra ou venda, mas homens e mulheres. Quando um homem deseja uma mulher ele vai até lá e tem relações sexuais com ela.”

Al Hadis, Vol. 4, p. 172, No. 34

Os cristãos, a quem devemos a noção agostiniana de que o mundo físico é impuro, gostam muito de apontar o dedo na cara dos muçulmanos e dizer que o paraíso deles é “liberal” demais. Aí, é a vez dos muçulmanos dizerem aos cristãos que se eles querem mesmo falar sobre sacanagem em livros sagrados é bom que se lembrem que têm teto de vidro. É impressionante quanta energia é gasta na internet nesta troca de citações porno-sacras entre cristãos e muçulmanos; eu imagino que jovens beatos de ambas as religiões aprendam bastante sobre estupro, pedofilia e prostituição nestes sites.

Bem, na defesa dos muçulmanos é justo dizer que como os hadith foram escritos muito tempo depois da morte de Maomé, nem todos eles são considerados genuínos pelos estudiosos islâmicos (segundo eles, por exemplo, o trecho acima é falso). Só que mesmo as passagens consideradas verdadeiras podem ser bastante embaraçosas; em algumas delas o constrangimento dos tradutores fez com que a formosura das virgens fosse minguando até que seus detalhes anatômicos desaparecessem por completo. Eis um bom exemplo:

Versão 1 – por Arberry

Para os tementes aguardam um lugar seguro, jardins, vinhedos, donzelas de seios arredondados (maduros) e um copo transbordante de vinho.

Versão 2 – por Yusuf Ali

Para os justos haverá a satisfação dos desejos em seu coração, jardins e vinhedos, companheiras da mesma idade e um copo cheio de vinho.

Versão 3 – por Rashad Khalifa

Os justos merecerão uma recompensa. Jardins e uvas. Esposas magníficas. Drinques deliciosos.

Surah an-Naba’ (78:31-34)

Mas existe uma boa chance de que os tradutores islâmicos nunca mais precisem dissimular a exuberância das virgens. Um livro publicado recentemente na Alemanha e muito bem recebido pela comunidade científica, “Die Syro-Aramaische Lesart des Koran” (“Uma Leitura Sírio-Aramaica do Alcorão”), do professor de línguas antigas Christoph Luxenberg, defende a tese de que muita coisa faria mais sentido nos textos sagrados se os tradutores levassem em conta que o Alcorão não foi escrito apenas em árabe, mas num mix de antigos dialetos aramaicos. Por exemplo, a palavra “hur”, que em árabe quer dizer “virgem”, em sírio significa “branca”. Assim, segundo Luxenberg, as “castas huris de olhos castanhos” descritas no Alcorão seriam na verdade “uvas brancas secas” de “clareza cristalina”, uma iguaria bastante apreciada naquela época. Dá para imaginar a decepção dos mártires? Deve ser como comprar uma passagem para um cruzeiro de solteiros e ao embarcar descobrir que não vai ter mulher…

No final o problema das virgens vai ser resolvido com a troca de uma única palavrinha. Nenhum candidato a homem-bomba vai ficar mesmo muito entusiasmado em abandonar esta vida quando souber que sua recompensa por morrer abraçado em dinamite será um suprimento vitalício de passas.

Mas é claro que esta não deveria ser a solução. A continuidade da civilização como a conhecemos não deveria depender da tradução de uma palavra num livro sagrado, ou de distinguir o que de fato disse um homem denominado profeta das fantasias eróticas de um bando de velhos babões. Melhor seria se não houvesse pessoas no mundo dispostas a acreditar literalmente em histórias escritas há milhares de anos, numa época em que a maioria das pessoas sabia tanto sobre o mundo natural quanto provavelmente sabe hoje uma criança da sétima série, e tinha os mesmos temores e superstições infantis de uma criança da quinta série.

Retirado de: http://dragaodagaragem.blogspot.com/

#Religiões

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Arcano 14 – Temperança – Samekh

Significados simbólicos

A alquimia, a transmutação dos elementos.

Renovação da vida, influência celeste, circulação, adaptação.

Serenidade. Harmonia. Equilíbrio.

Interpretações usuais na cartomancia

Tolerância, paciência, praticidade, felicidade. Aceitação dos acontecimentos,

flexibilidade para adaptar-se às circunstâncias. Educação, trato social. Caráter elástico para enfrentar as transformações. Temperamento descuidado.

Mental: Espírito de conciliação, ausência de paixões no julgamento; dá o sentido profundo das coisas, como representante de um princípio eterno de moderação. Exclui a rigidez, o emperramento. Corresponde à flexibilidade e ao plástico.

Emocional: Os seres se reconhecem e se encontram por suas afinidades. Sob a influência desta carta são felizes, mas não evoluem e não conseguirão se livrar um do outro.

Físico: Conciliação nos negócios, atividades e empreendimentos. Pesam-se os prós e contras, encontra-se a maneira de estabelecer um compromisso, mas se ignora se o empreendimento será ou não coroado de êxito. Reflexão, decisão que não pode ser tomada de imediato.

Do ponto de vista da saúde: enfermidade difícil de curar, porque se alimenta de si mesma.

Sentido negativo: Desordens, discordâncias. Indiferença. Falta de personalidade, passividade. Inconstância, humor irregular, desequilíbrio. Tendência a se deixar levar pela corrente, submissão à moda e aos preconceitos. Resultados não conformes às aspirações. Derramamento, saída, fluxo involuntário. As coisas seguem o seu curso.

História e iconografia
A mulher que derrama líquido é uma alegoria muito comum durante a Idade Média para representar a virtude da temperança: supunha-se que misturava água no vinho para diminuir os seus efeitos. Curiosamente, a mesma imagem serviu durante os primeiros séculos do cristianismo para ilustrar o contrário: o milagre das bodas de Canaã, onde a mulher – por ordem de Jesus – vira a água que vai se transformar em vinho.

Com outros significados pode ser encontrada nos versos de Horácio: “O cântaro reterá por longo tempo o perfume que o encheu pela primeira vez”.

Mistura de anjo e mulher, A Temperança evocou sempre, para os investigadores do Tarô, o mito do hermafrodita. Tema recorrente e vastíssimo, por um de seus aspectos – que é o que aqui interessa – a androginia tem sido considerada desde tempos antigos como premonição feliz. Isto faz da Temperança uma carta amável, do ponto de vista adivinhatório, cuja presença alivia sempre a densidade do oráculo.

Arcano de reunião, e portanto de equilíbrio – a coniunctio oppositorum, em sua fase anterior à bissexualidade – onde o derramamento do líquido já foi interpretado como uma metáfora das transformações: a passagem do espiritual ao físico, do sentimento à razão.

Astrologicamente, não deixa dúvidas sobre sua filiação sagitariana, que guarda correspondência com o simbolismo de Indra, divindade hindu da purificação.

Wirth relaciona a androginia da Temperança ao elemento relacionado ao quinto ternário do Tarô, que provém da morte assexuada (XIII) e culmina no Diabo bissexual (XV). É preciso assinalar também sua localização como último termo do segundo setenário, que corresponde à Alma ou psique, plano da personalidade fluente, flexível e instável na natureza, relacionada às águas em quase todas as teofanias, assim como o Espírito é associado à luz (fogo, ar) e o Corpo à terra.

O tema do derramamento e dos vasos gêmeos e opostos dominam, por outro lado, as especulações sobre os prodígios terapêuticos. Neste aspecto, o Arcano XIIII é claramente o curador, o agente reparador e reconstituinte, aquele que verte a harmonia universal sobre o desequilíbrio individual. Como o Eremita, lembra os médicos, curandeiros e charlatães; mais ainda, lembra conselheiros, confessores e terapeutas.

Resta estabelecer uma leitura da Temperança no contexto do interminável simbolismo aquático, pois refere-se à matéria unívoca (o oceano primordial), à corrente circulatória que mantém a vida (chuva, seiva, leite, sangue, sêmen), à mãe (as águas como elemento pré-natal) e às imersões como rito de morte e ressurreição (batismo).

Por Constantino K. Riemma
http://www.clubedotaro.com.br/

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Feliz Ano Novo Egípcio!

26/07 é considerado o Ano Novo no calendário do Antigo Egito. O Casamento de Ísis e Osíris,

Esse dia TAMBÉM corresponde com a ascenção, no ressurgimento da estrela SÍRIUS, a principal estrela da Constelação do Cão Maior (Canis Major), e a mais brilhante nos céus da terra, minutos antes do nascer do Sol no amanhecer do dia 26 de julho, fenômeno conhecido como o nascimento HELÍACO DE SÍRIUS o que ocorre anualmente EM TODAS AS MANHÃS DO DIA 26 de Julho e que era celebrado como o início de um novo ano no antigo EGITO e TAMBÉM pelos MAIAS.

No caso de Sírius, o intervalo entre um desses aparecimentos conhecido como o nascimento HELÍACO DE SÍRIUS e o seguinte equivale a exatamente 365,25 dias – um número matematicamente harmonioso, sem complicação de mais casas decimais, e que é apenas doze minutos mais longo do que a duração do ano solar. O curioso sobre Sírius é que entre umas 2.000 estrelas visíveis a olho nu, ela é a ÚNICA a erguer-se heliacalmente nesse intervalo preciso e belamente redondo de 365 dias e um quarto de dia – um produto único de “seu movimento próprio” (a velocidade de seu próprio movimento através do espaço), combinado com os efeitos da precessão dos equinócios aqui na Terra.

No calendário Maia os dias 23 e 24 de julho, que antecedem o dia-fora-do-tempo, são propícios para meditação, transformação e renovação, sobre o que devemos jogar fora, ao nos desapegarmos do que não nos serve mais, abandonar o que é falso em nossa vidas, e ao mesmo tempo, buscar na essência de nosso ser real aquilo que vale a pena para consolidarmos a presença do espírito divino cada vez mais presente em nossas vidas durante o próximo ano!

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/feliz-ano-novo-eg%C3%ADpcio

Resolução de Ano Novo

O ano novo ocidental está próximo. Época de celebrações, de envolvimento com a família e os amigos, e época de pensar no futuro e refletir sobre o passado. Época das famosas “resoluções de ano novo”, que de tão ilusórias se tornaram motivo de piada para todos. O que tencionamos fazer na passagem de ano, raramente se sucede de fato.

Esta semana me peguei refletindo sobre o Caminho, toda a trajetória que descrevi ao longo de 40 anos de estudos em cultura oriental e quase 30 dedicados ao Taoismo. Às vezes bem acompanhado, às vezes mal acompanhado, quase sempre sozinho. Embora saiba que estar sozinho é ilusório em um universo do qual somos parte integrante. Como bom taoista essa reflexão não se pautou pela culpa e arrependimento, mas por uma visão franca e sincera do que se sucedeu.

Quanto mais me sinto próximo ao Tao, mais forte percebo minhas amarras terrenas, os apegos irresistíveis do mundo que nos prendem a este ciclo interminável de existências. Como taoista, sei que isso não é ruim, pelo contrário. A evidência dos defeitos e desejos só se dá por conta de um contraste maior. Só percebemos com clareza nosso lado sombrio quando expostos à luz da Verdade.

Não podemos negar quem somos, podemos apenas persistir no Caminho correto, no retorno à nossa fonte. Toda existência humana é baseada nesse singelo fato, quer se acredite nisso ou não. Todas as tradições orientais expõe esse fato e desnudam a condição humana a um simples desejo de retorno à essa fonte primordial. Isso nos impele para frente e nos leva a explorar estados e percepções muito além do alcance das palavras. Realidades com as quais nosso intelecto pode apenas sonhar pela impossibilidade de alcançá-los.

Essa caminhada só avança por conta da remoção dos diversos filtros que nossa condição humana nos impõe, filtros que impedem que vejamos a realidade verdadeira. Esses filtros e véus que obscurecem nossa visão não podem ser arrancados violentamente, mas precisam de amadurecimento para cair, como uma fruta que se encontra pronta a passar para uma nova fase de seu desenvolvimento, desta vez como a semente da vida. Caindo em solo fértil ela germinará e levará à existência de um novo exemplar.

Da mesma forma nosso avanço se processa de modo constante, embora muitas vezes dolorosamente lento. Mas se existe sinceridade no coração do caminhante, será certeza que encontrará seu objetivo no final. A sinceridade da busca é o fator mais importante que existe no Caminho. Pouco importam as práticas, os livros lidos ou os vários mestres consultados. Apenas a pureza de intenção em seu interior é que será o veículo de sua realização.

Estou aqui falando apenas sobre Taoismo? Claro que não. A condição humana é a mesma, acredite no que quiser. Mas não existe caminho, religião, magia, filosofia ou moral que possa ser trilhada de modo integral e verdadeiro sem a sinceridade em nosso coração. Pouco importa se você acredita em Deus ou não, segue o Tao ou Jesus, ou ambos, ou Buda, ou não crê em nada. A essência do coração é a mesma. Sua necessidade é a mesma. E seu Caminho é o mesmo: a sinceridade.

Laozi nos adverte várias vezes sobre os problemas causados pela engenhosidade, pelas artimanhas usadas na vida, pela intencionalidade de todos os atos, quando agimos sempre pensando em uma recompensa ou consequência que nos favoreça. Nossa caminhada se dá da mesma forma: a sinceridade e pureza de nossas ações é testada pela intensidade de sua não-intenção. Fazer o que temos que fazer, o que nosso coração manda fazer, sem pensar em recompensas ou em vantagens futuras, reduzindo o Ego ao que ele representa – uma mínima parte do que realmente somos.

Quando se deparar com seu lado sombrio lembre-se sempre de que só consegue observá-lo por que existe luz suficiente. E não existe luz que não possa ser aumentada, ampliada e aperfeiçoada. Foque em aumentar a luz e verá as trevas de sua alma se reduzirem à sua verdadeira insignificância.

Dirija seus pensamentos e ações sempre na direção do bem, sempre com respeito a todas as criaturas e sempre com sinceridade no coração. Se mantiver sua mente tranquila e seu coração sereno, escutará a verdadeira sinceridade brotando em seu interior. Escute-a e siga sua direção e jamais se enganará. Com certeza chegará aonde deseja ir, qualquer que seja esse lugar.

Saúde e longevidade em sua caminhada.

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Gilberto Antônio Silva é Parapsicólogo, Terapeuta e Jornalista. Como Taoista, é um dos mais importantes pesquisadores e divulgadores no Brasil dessa fantástica cultura chinesa através de cursos, palestras e artigos. É autor de 14 livros, a maioria sobre cultura oriental e Taoismo. Sites: www.taoismo.org e www.laoshan.com.br

#Tao #taoísmo

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Breve ensaio sobre Hermetismo e Política

“Iniciado discutindo política ignorando as Leis Herméticas da Polaridade e da Correspondência? O Sagrado Anjo Guardião esta vendo essa zoeira….” – Frater Alef

O iniciado está separado do mundo pelo fato de ter sido acordado para a ilusão que chamamos de realidade. O maior desafio nesta jornada é que a energia movimentada durante seu processo iniciático não se esvaeça, fazendo com que ele caia no sono novamente.

Nada é mais poderoso para incitar o sono no buscador do que o senso de identificação. Desprovido de um profundo conhecimento de si mesmo e da conexão com aquilo que tem de mais sagrado dentro de si, o iniciado se perde no mundo das formas identificando-se com ideias, pessoas, sentimentos e partidos políticos.

Uma vez identificado, o iniciado não é mais aquele que morreu e renasceu dentro de um ritual e sim a ideia, o sentimento, a justificativa…

Na política, as coisas são ainda piores pois além das emoções pessoais, somos arrastados por milhões de outras almas com a mesma força, movidas em direção diametralmente oposta a outro mar de almas, num violento conflito de ódio, ressentimento e raiva, o amigo vira petralha, coxinha, reaça, burro. Dá pra imaginar a quantas anda o plano astral ? Você esta colaborando com esta “corrupção” mental ?

O hermetismo propões o estudo de leis que ditam o funcionamento do Universo, apresento um breve estudo sobre duas delas, fica a lição de casa de ponderar sobre as demais.

O princípio da correspondência nos ensina que o que esta dentro é como o que esta fora, portanto, todos tem um coxinha e um petralha dentro de si. Este ódio declarado de um lado ao outro é a expressão da incoerência entre os múltiplos “eus” que compõe o ser, ao invés de combatidos, deveriam sem compreendidos e integrados. Os motivos que levam você a votar em x, são os mesmos motivos que levam o y a voltar em z. E daqui nos parece que não ninguém esta competindo pra ver quem é o mais honesto e sim quem é o menor pior.

O princípio da polaridade nos ensina que os extremos se tocam, e que o discurso de ambos os lados é o mesmo discurso saindo de bocas diferentes. Aqui o ser falha na busca da síntese criativa e amorosa que une os opostos em uma dimensão superior. A incapacidade de realizar síntese se transforma num desejo inconsciente de eliminar o que é diferente, quanto maior o antagonismo maior o nível de inconsciência.

A energia gasta debatendo somente os problemas e falhas do outro, é energia que não está sendo gasta no desenvolvimento de uma solução nem nas suas próprias qualidades.

Dentro da bolha de sabão do Samsara o homem vê tudo através do próprio reflexo, especialmente tudo aquilo que lhe parece contrário.

-Chay

#hermetismo #política

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Divisão Energética do I-Ching

Tradicionalmente, as pessoas estudam o I-ching a partir da divisão estabelecida por Rei Wein e não a questionam ou tentam modificá-la. Para mim, ela nunca fez nenhum sentido e a desculpa de “acompanhar a leitura do poema” não funciona. Sou um homem de ciência. Estudando o Enochiano, que foi compilado por John Dee no século XVI a partir da comunicação com anjos, cheguei à conclusão que ambos os sistemas falam a mesma linguagem e servem para medir a mesma coisa. Assim como se pode medir a temperatura de uma sala em Celsius ou Farenheit, o I-Ching, a Escada de Jacob (Kabbalah) e o Enochiano são maneiras de se quantificar os corpos Mentais, Emocionais e Espirituais do ser humano.

Tradicionalmente, o Diagrama de Rei-Wein é colocado como abaixo, listando todos os 64 hexagramas de uma forma desordenada e sem muito sentido, organizada a mais de 5.000 anos.

Os estudiosos do I-Ching não questionam ou tentam alterar esta estrutura, e o que vou fazer a seguir deve causar arrepios e mimimis nos defensores deste tradicional oráculo chinês… mas estamos no século XXI e tudo deve evoluir. Em primeiro lugar, estabeleci uma graduação que chamei de “yangs” entre os Hexagramas do I-Ching, fazendo-os variar de 0 yangs a 6 Yangs e redistribuí os hexagramas de acordo com suas faixas energéticas, como na figura abaixo, MODIFICANDO a sequencia de Trigramas do diagrama original:

Eu renumerei TODOS os Hexagramas, com base binária, e os redistribuí na grade de acordo com estes critérios. As cores são para facilitar a visualização.

A partir de então, pensei em uma maneira 3D de representar este diagrama, já que fica extremamente complicado visualizar uma estrutura 4D em uma tabela 2D e pensei em uma Esfera.

Para Desenhar a Esfera:

– No Eixo Central ficam, nas extremidades, 6 Yang e 0 Yang. O Equador ficará com os 20 Hexagramas que possuem 3 Yang. Ao longo do eixo, em R/3, estarão distribuídos 5 Yang, 4 Yang, 2 Yang e 1 Yang de cima para baixo.

– No primeiro círculo, localizado R/3 abaixo do Polo Norte, ficam 6 Hexagramas, dispostos em um Hexagono (5 Yang)

– No segundo Círculo, localizado 2R/3 abaixo do polo Norte, ficam 15 Hexagramas, dispostos em um dodecagono (12 lados) e 3 Hexagramas no Eixo (os 3 hexagramas “Equilibrados” ou harmônicos 101101, 110110 e 011011).

– No círculo do Equador ficam os 20 Hexagramas 3Yang, formando 3 Círculos concêntricos: Dois hexagramas (010101 e 101010) ficam no eixo Central; 6 Hexagramas ficam diretamente projetados sob os Hexagramas 5 Yang e 12 Hexagramas restantes são dispostos em pares formando um Hexagono exterior.

– No quarto Círculo, localizado 4R/3 abaixo do polo Norte, ficam 15 Hexagramas, dispostos em um dodecagono (12 lados) e 3 Hexagramas no Eixo (os 3 hexagramas “Equilibrados” ou harmônicos 010010, 001001 e 100100).

– No quinto círculo, localizado 5R/3 abaixo do Polo Norte, ficam 6 Hexagramas, dispostos em um Hexagono projeção dos Hexagonos do 1o círculo e 3o círculo (1 Yang e 3 Yang)

Minhas capacidades gráficas terminam no desenho que vocês vêem acima, mas estava pensando se existe entre os meus leitores alguém que manje de programas gráficos capazes de gerar esta estrutura que eu imaginei em flash, 3DMax, CAD ou outro software que pudesse gerar imagens bonitas (colocar os hexagramas em esferas que simulem vidro, essas coisas estilosas) para que, em uma segunda etapa, possamos trabalhar com Enochiano ou Kabbalah nesta estrutura 3D.

#Enochiano #Iching

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