Curso de Tarot e História da Arte em São Paulo

Este é um post sobre um Curso de Hermetismo já ministrado!

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Muita gente tem escrito emails pedindo mais detalhes sobre os cursos de Tarot em São Paulo nos dias 19 e 20 de Maio. Bem, em primeiro lugar, se vocês estão procurando um curso para aprender a “prever o futuro”, esqueçam; podem pular fora e procurar esses milhares de “tarólogos” que tem aos baldes por ai no orkut. O Tarot é uma ferramenta magística e de auto-conhecimento nobre demais para ser usada dessa maneira tão simplória.

No curso de Arcanos Maiores, utilizo 18 tarots diferentes. Estudamos cada um dos 22 Caminhos da Árvore da Vida e sua correlação simbólica e imagética com cada Arcano do Tarot. Observe as 5 figuras acima, do Mago. O que elas têm de semelhante? no que diferem? por quê? O que representam estes objetos? e as cores?

Começamos pelo Visconti-Sforza, do século XIII, que une a simbologia dos Trionfi renascentistas à estrutura da Árvore da Vida. Em seguida, o tradicional Tarot de Marselha (1560), Rider Waite (1909), Golden Dawn (duas versões), Tarot de Papus, Tarot Egípcio e Tarot de Toth (Crowley). Isto nos dá uma noção muito clara de como os Arcanos se desenvolveram ao longo da história da magia e quais são as principais escolas; suas diferenças e semelhanças.

Também estudamos o Tarot Mitológico, Sephiroth Tarot (cabalístico), Tarot de Lenormand (que originou o que se conhece por “Baralho Cigano” e o Tarot das Bruxas (usado pelas wiccas) e mais quatro ou cinco tarots modernos que eu vario de curso para curso para exemplificar a visão de outras culturas (celta, africano, dos orixás, etc). Somente com esta visão de conjunto é possível compreender a magnitude do tarot e as maneiras como ele pode ser utilizado em rituais e no seu altar pessoal.

Eu também ensino a fazer a leitura do Tarot tradicional, pelo método da Cruz Celta, mas normalmente quando se chega nessa parte do curso, a maioria dos alunos já percebeu que existem usos bem mais interessantes e poderosos do tarot do que apenas o de fazer leituras.

Arcanos Menores

No curso de Arcanos Menores, eu recomendo que a pessoa tenha feito Kabbalah primeiro e, se possível, Astrologia Hermética, pois os Arcanos Menores são praticamente um curso intermediário destas matérias.

É possível fazê-lo sem ter estes pré-requisitos, mas como CADA Arcano Menor é a representação de uma Sephira de um Elemento (10 esferas x 4 elementos = 40 Arcanos menores) e ao mesmo tempo a combinação de um Planeta em um Signo, a compreensão de todo o conjunto da obra hermética, alquimista e astrológica se faz com os 3 cursos (ex. O “Dois de Bastões” é Hochma na Árvore do Fogo/Marte em Áries e os Arcanos da Corte são as energias intermediárias do Zodíaco: Áries-Touro é o Cavaleiro de Moedas, Escorpião-Sagitário é o Rei de Bastões/Ofiúco, e assim por diante, totalizando 12 Arcanos + as 4 Princesas/Pagens, que são as energias elementais puras).

Como a maioria dos tarots utiliza a representação literal nos menores, eu utilizo cinco decks para o Curso de Arcanos Menores (Marselha, Rider-Waite, Mitológico, Crowley e Sephiroth).

Informações e Reservas: marcelo@daemon.com.br

#Cursos #Tarot

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/curso-de-tarot-e-hist%C3%B3ria-da-arte-em-s%C3%A3o-paulo

Bruxaria, Paganismo e Magia Sexual – parte II

Semana passada falamos sobre as origens da magia sexual, os Ritos na Suméria, o Hieros Gamos egípcio, as três principais divisões dos estudos iniciáticos e de como a Santa Igreja adora pegar expressões sagradas das outras religiões e transformar em palavras sujas.

Hoje vamos continuar nosso passeio através da história da magia sexual, de Roma até os dias de hoje.

Vou seguir com a narrativa por três pontos de vista diferentes: o masculino, do Templo Solar, que regeu basicamente os exércitos e guerreiros, o feminino, do Templo Lunar, que coordenava as sacerdotisas, e as Fraternidades Mistas, que formavam a maioria dos grupos envolvidos nas festividades pagãs do Hieros Gamos.

Prostitutas Sagradas

Muitas famílias nobres enviavam suas filhas para servirem como Harlots (o termo em inglês hoje em dia é utilizado com o sentido de prostituta, sem tradução para o português) por anos. A Harlot entrava em um templo como uma Virgem Vestal e sacrificava sua virgindade ritualisticamente para o sacerdote que a iniciaria nos mistérios do Hieros Gamos. Esta primeira relação era muito importante pois o sacrifício de sangue para Ishtar marcava a iniciação destas sacerdotisas e era algo considerado muito sério e muito importante (até os dias de hoje, dentro de algumas Ordens Invisíveis). O linho na qual ficavam as manchas de sangue era queimado e dedicado às deusas, consagrado em uma grande festa de acolhida.

Mais tarde, de uma maneira completamente deturpada pelos profanos, isto acabaria dando origem a dois costumes medievais: a “Prima Noche”, na qual o Senhor Feudal requisitava o direito de transar com qualquer mulher que fosse se casar e a exibição do lençol sujo de sangue como “prova” da virgindade da “mercadoria” com a qual o nobre havia se casado.

Outra curiosidade era que, se a garota não havia “dedicado” sua virgindade à deusa Ishtar, e transado sem as devidas ritualísticas (ou seja, fora do templo de Innana/Ishtar), dizia-se que havia “perdido” sua virgindade e não podia se tornar uma prostituta sagrada. Seu dote, obviamente, era muito menor do que o das Harlots.

As Harlots eram tão procuradas que, após este período de dedicação ao templo, havia muitos pretendentes que se apresentavam para pagar o dote destas garotas a fim de poder se casar com elas.

Curiosamente, apesar de todo o culto de sexo sagrado, Ishtar é reverenciada com o nome de “a virgem”, implicando com isso que seus poderes e sua criatividade não dependiam de nenhuma influência masculina. As mulheres detinham o poder e o controle. Para os gregos, era conhecida como Afrodite ou Vênus (para os romanos).

A partir do Código de Hamurabi, em aproximadamente 1750 AC, tudo isso mudou. A mulher passou a necessitar da permissão de seu marido ou pai para tudo, o poder das sacerdotisas foi massacrado e Innana e Ishtar perderam muito do prestígio que possuíam, tornando-se divindades menores e, posteriormente, demônios da luxúria. Muitos dos templos, para não serem fechados por ordem dos governantes, precisaram forjar casamentos falsos para que pudessem continuar funcionando, mas as mulheres passaram a ter de obedecer a estes maridos, o que acabou dando origem aos primeiros “cafetões”. Em menos de 100 anos, os Templos de Prazer acabaram se tornando algo muito mais parecido com o que temos hoje, com o afastamento da ritualística e apenas a troca de moedas por sexo (geralmente para as mãos do homem que controlava estes grupos). A adoção de escravas para suprir as necessidades dos homens e a degradação do valor das mulheres acabou jogando estes locais para a margem da sociedade, onde estão até os dias de hoje, infelizmente.

Enquanto isso, no mundo dos machos…

Conforme estávamos discutindo, o Culto Solar era composto apenas por homens e girava em torno do uso da magia para expandir as habilidades de batalha, capacidade de raciocínio matemático, engenharia, construções utilizando a geometria sagrada, táticas de combate e filosofia.

Na medida do possível, eles tentavam proteger as sacerdotisas, mas o próprio fato de não haverem mulheres nos exércitos e as Ordens serem quase totalitariamente militares tornava tudo muito complicado. As Ordens lunares tornaram-se secretas, abrigadas entre os celtas e romanos e bem longe das garras judaico-cristãs. Já as solares haviam adquirido um poder sem precedentes.

Linhas de Ley para marcar os principais locais de rituais e conectar outros monumentos nestas linhas invisíveis. Estes monumentos servem para ajudar a ajustar a Terra para permitir melhores colheitas, paz, harmonia e prosperidade nas regiões ao seu redor. Um Obelisco representa acima de tudo um Raio de Sol Petrificado (isso é bem óbvio, mas é uma coisa que as pessoas nunca param para pensar… ) que cai sobre a terra em um ponto específico.

Uma segunda característica era muito importante dentro dos cultos solares, que era a iniciação de seus principais guerreiros e líderes. Como eu havia dito na outra coluna, esta iniciação dos comandantes era feita enviando-o para algum lugar bastante inóspito armado apenas com uma adaga e esperava-se que ele não apenas sobrevivesse como trouxesse uma prova de suas capacidades de caçador.

Esta prova era a pele do animal (um lobo, urso ou veado). Nos celtas, bretões e druidas, o mais tradicional eram os gamos ou alces, que o iniciado precisava também remover os chifres e traze-los presos em sua cabeça. A capa vermelha do rei simboliza a pele coberta de sangue do animal. As capas dos soldados romanos, dos exércitos de Esparta e dos guerreiros celtas (além das bandeiras nazistas) simbolizavam este poder. Nos nórdicos, eles vestiam as peles de ursos (Bersekir, da onde se originou o termo Berserker para designar os guerreiros imbatíveis do norte que lutavam sob o efeito de poderosos rituais xamânicos).

Os chifres na cabeça representam o deus das florestas encarnando naquele sacerdote/guerreiro, o que seria de vital importância no Hieros Gamos, pois mostraria que aquele iniciado estava apto a incorporar o avatar de Cernunnos/Baco/Dionísio/Dummuz nos rituais.

Tropa de Elite, osso duro de roer…

Estas ordens solares (e conseqüentemente a maioria dos exércitos da Antigüidade) estavam organizadas da seguinte forma: Cada Centurião (também chamado Hekatontharchos em grego) comandava uma Centúria, que era formada por 100 soldados, organizados em 10 conturbernium, e comandada por um Decurion. Estas contubernia eram formadas por 8 combatentes (chamados de octeto) e mais 2 não combatentes (que cuidavam dos cavalos, comidas, armas e armaduras do octeto). Estes grupos eram tão unidos que acabavam sendo punidos ou recompensados como um todo. Caso algum dos membros de um contubernium cometesse algum ato de covardia ou traição, o grupo todo era escolhido para pagar. Neste caso, os dez soldados pegavam palitos de trigo e aquele que tirasse o menor palito era apedrejado pelos nove colegas. Desta prática, chamada Decimatio, surgiu o conceito do “puxar o palito menor” como sinônimo de má sorte, além da origem da palavra “dizimar” como matança.

Cada seis centúrias formavam uma Cohorte e o conjunto destas cohortes formava a Legião. O Grão Mestre destas ordens era chamado de Monos Archen (que significa em grego “Um comandante”). Monosarchen é a origem da palavra Monarca (Monarch em inglês).

Ok… mas o que esta história sobre exércitos romanos têm a ver com a Teoria da Conspiração? MUITO… Mas por enquanto, não vou contar o por quê. No momento, basta que vocês saibam que uma Cohorte nos tempos de Jesus era formada por 600 homens pesadamente armados.

Celtas, Druidas e a Bruxaria

Fora dos cultos altamente secretos das Bacantes ou dos soldados do Templo Solar, o culto à natureza continuava a todo vapor entre os celtas, druidas e bretões.

Os druidas traçam suas raízes em 300 AC. Os primeiros registros deles foram feitos pelo escriba grego Sotion de Alexandria no século II AC. Os pitagóricos os chamavam de Keltois (Aquele que domina o carvalho). Em latim eram chamados de druides (que tem a mesma origem da palavra Dríade, que significam as “ninfas da floresta” na mitologia grega, que nada mais eram que as sacerdotisas celtas que realizavam seus ritos nas florestas).

Do Egito, os ritos migraram tanto para a Grécia quanto para as Ilhas. Da mesma maneira que os sábios gregos construíam panteões, templos e obeliscos utilizando-se da geometria sagrada, os bretões e celtas erguiam círculos de pedra com a mesma função. Enquanto os gregos realizavam as Bacchanalias, os celtas e bretões realizavam os festivais de Solstícios e Equinócios, bem como as Festas de Beltane e Samhain, onde eram celebrados os Hieros Gamos.

Nos ritos sagrados, o aspecto masculino da divindade era representado primariamente por dois deuses: Cernunnos e o “Green Man” (Homem Verde). Cernunnos é o Deus Chifrudo das florestas, representando todas as forças viris da natureza. Seus chifres podiam ser tanto de carneiro (com toda a simbologia fálica que eu comentei semana passada) quanto de gamos (representando a iniciação dos sacerdotes dentro da tradição solar). De qualquer forma, era a personificação do poder masculino do universo. O Grande Deus. Era sempre representado vestindo peles de animais e muitas vezes com o casco de bode. Cernunnos possui as mesmas atribuições do deus Pan (grego) e do deus Pashupati (hindu). A título de curiosidade, o nome Pan vem do grego Paon, que significa “Pastor”… ah, a ironia…

Agora… deus chifrudo? com pés de bode? Aparecendo nos Sabbaths?… onde a gente já ouviu falar disso? Ah, claro! A Igreja Católica espalhou pelo mundo afora que esta era a imagem do diabo !!! do tinhoso !!! do inominável !!! do coisa-ruim !!! que todos deviam temer e fugir. Estes ataques virulentos continuam até os dias de hoje, não apenas pela Santa Igreja mas também por todas as suas descendentes evangélicas. Eles diziam (dizem) até que as bruxas transavam com bodes, com o demônio e com os outros sacerdotes durante os rituais “satânicos”.

Da parte da Deusa, as sacerdotisas representavam o poder feminino. Eu vou falar mais sobre os ritos quando falar especificamente sobre Bruxaria e as origens da Wicca. Por ora, basta dizermos que mulheres peladas dançando ao luar associadas a livres pensadores não agradavam em nada ao controle da Igreja e, desta forma, a nudez e o sexo foram automaticamente associados ao PECADO (até os dias de hoje).

Devemos grande parte disto a um babaca chamado Santo Agostinho, que por volta de 400 DC reescreveu a gênesis associando a expulsão de Adão e Eva do Paraíso ao sexo e ao tal do “pecado original”.

A partir de então, bruxaria foi associada ao satanismo e qualquer desculpa era uma desculpa para mandar estas pessoas para a fogueira, e assim tem sido até os dias de hoje.

O Carnaval

Com a perseguição religiosa, os Hieros Gamos passaram a ser celebrados disfarçados de bailes de máscaras, também conhecidos como Carnavais. A origem do Carnaval remonta das Saturnálias, que eram festas romanas em honra ao deus Saturno, organizadas entre 23 de Dezembro e 6 de Janeiro, regadas a muito sexo, danças, sacrifícios aos deuses e troca de presentes entre as pessoas (Saturnalia et sigillaricia, que deu origem às trocas de presentes no natal). Para não coincidir com as festividades de Solis Invictus, os romanos acabaram jogando esta data mais e mais para a frente no calendário até chegar a janeiro/fevereiro.

Magia sexual homossexual

Para finalizar, infelizmente, sinto dizer que não existem rituais sexuais homossexuais, por uma razão que, se vocês acompanharam estes textos desde o capítulo dos chakras, deve estar evidente. Todo o fluxo de energias sexuais, do tantra ao Hieros Gamos, opera na diferença energética entre os chakras masculinos e femininos, como uma bateria eletromagnética onde os chakras de cada participante fazem as vezes de pólos positivos e negativos. No caso de APENAS pessoas do mesmo sexo (isso não vale, por exemplo, se estiverem duas mulheres e um homem ou dois homens e uma mulher em um ritual tântrico) esta conexão não funciona. É como tentar fazer uma bateria com dois pólos positivos ou negativos.

As mulheres possuem uma vantagem sobre os homens neste aspecto. Durante a magia, a utilização de fluídos corporais potencializa os resultados do ritual. Em ordem de poder temos: a saliva, sêmen, líquidos vaginais, sangue e, finalmente, o mais poderoso de todos: o sangue menstrual (chamado Menstruum).

Por isso, determinados ritos femininos (as Bacantes, por exemplo) eram realizados em certas luas (e as leitoras sabem que quando muitas mulheres convivem juntas, os ciclos menstruais tendem a se alinhar). Desta maneira, as sacerdotisas estariam em seus períodos menstruais em determinados rituais e este “extra” compensa a presença de um homem.

Talvez apenas o Dumbleodore saiba a resposta…

#Bruxaria #Chakras #HierosGamos

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/bruxaria-paganismo-e-magia-sexual-parte-ii

Curso de Kabbalah e Astrologia em Porto Alegre

Este é um post sobre um Curso de Hermetismo já ministrado!

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21/4 – Kabbalah

22/4 – Astrologia Hermética

Horário: Das 10h00 as 19h00

Informações: marcelo@daemon.com.br

KABBALAH

Este é o curso recomendado para se começar a estudar qualquer coisa relacionada com Ocultismo.

A Kabbalah Hermética é baseada na Kabbalah judaica adaptada para a alquimia durante o período medieval, servindo de base para todos os estudos da Golden Dawn e Ordo Templi Orientis no século XIX. Ela envolve todo o traçado do mapa dos estados de consciência no ser humano, de extrema importância na magia ritualística.

O curso abordará as diferenças entre a Kabbalah Judaica e Hermética, a descrição da Árvore da Vida nas diversas mitologias, explicação sobre as 10 Sephiroth (Keter, Hochma, Binah, Chesed, Geburah, Tiferet, Netzach, Hod, Yesod e Malkuth), os 22 Caminhos e Daath, além dos planetas, signos, elementos, cores, sons, incensos, anjos, demônios, deuses, arcanos do tarot, runas e símbolos associados a cada um dos caminhos.

O curso básico aborda os seguintes aspectos:

– A Árvore da Vida em todas as mitologias.

– Simbolismo e Alegorias na Kabbalah

– Descrição e explicação completa sobre as 10 esferas (sefirot).

– Descrição e explicação completa sobre os 22 caminhos.

– Cruzando o Abismo (Véu de Paroketh).

– Alquimia e sua relação com a Árvore da Vida.

– O Rigor e a Misericórdia.

– A Estrela Setenária e os sete defeitos capitais.

– Cores, metais, incensos,

– Construção do Templo Astral e exercícios relacionados.

– Letras hebraicas, elementos, planetas e signos.

– Sigilações envolvendo a Kabbalah.

ASTROLOGIA

A Astrologia é uma ciência que visa o Autoconhecimento através da análise do Mapa Astral de cada indivíduo. Conhecido pelos Astrólogos e Alquimistas desde a Antigüidade, é um dos métodos mais importantes do estudo kármico e um conhecimento imprescindível ao estudioso do ocultismo.

O curso básico aborda os seguintes aspectos:

– Introdução à Astrologia,

– os 7 planetas da Antigüidade, Ascendente e Nodos

– os 12 Signos,

– as 12 Casas Astrológicas,

– leitura e interpretação básica do próprio Mapa Astral.

Cada aluno recebe seu próprio Mapa Astral (precisa enviar antecipadamente data, hora e local de nascimento) para que possa estudá-lo no decorrer do curso.

#Astrologia #Cursos #Kabbalah

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/curso-de-kabbalah-e-astrologia-em-porto-alegre

A Arca da Aliança, doktor Jones?

Também farão uma arca de madeira ,de acácia;

o seu comprimento será de dois côvados e meio,

e a sua largura de um côvado e meio,

e de um côvado e meio a sua altura.

– Êxodo 25:10

Olá crianças,

A palavra “Arca” vem do hebraico Aron, que significa “caixa” ou “urna”. De acordo com a bíblia, suas dimensões são de 2,5 x1,5 x 1,5 cúbitos (1,12m x 67,5cm x 67,5cm), curiosamente, a mesma medida do “sarcófago” da “tumba do Faraó” que as pessoas conhecem como Pirâmides do Cairo. Este sarcófago foi o único objeto encontrado dentro da pirâmide, pois a arca era o único objeto que ficava dentro daquela estrutura geométrica sagrada.

Uma das coisas que ainda não havia mencionado ainda quando falei sobre as pirâmides (e engraçado que ninguém teve a curiosidade de perguntar) é que a chamada “Câmara dos Reis” possui 10,40m de comprimento por 5,20m de largura (arredondando), na proporção exata de 2×1. Estas são as mesmas proporções do Mar de Bronze do Templo de Salomão, de todos os templos gregos e a base de todas as catedrais construídas pelos templários, além de serem das mesmas proporções de algumas coisas bastante importantes tanto em templos maçônicos quanto em templos rosacruzes.

Porém, curiosamente, a altura da câmara dos reis é de 5,81m (arredondando também) ao invés de ser 5,20 (que seria esperado para perfazer “dois quadrados”). Por quê esta altura extra? O que estes números têm de especial? A resposta estará nas próximas colunas, quando chegarmos a 532 AC… eu adianto que tem a ver com a geometria sagrada. Mas fica o desafio aos físicos e matemáticos que sempre nos prestigiam por aqui.

A Arca do Comprometimento

Existem diversas teorias sobre o que seria exatamente a Arca da Aliança. Certamente não era uma caixinha de ouro onde se guardavam pedaços de pedras com 10 mandamentos escritos pois, como demonstramos, ela já estava acoplada no interior da Pirâmide desde antes do Dilúvio e era parte integrante de um sistema que movimentava massivas quantidades de energia. Existem diversas teorias mas a mais provável é que a chamada “arca da aliança” fosse o receptáculo para um equipamento Atlante capaz de absorver e gerar grandes quantidades de energia Mana, que era usada em conjunto com a geometria sagrada da Grande Pirâmide.

Eu vou propositadamente pular toda a parte do Moisés, porque preciso falar sobre Kabbalah antes de explicar o que são os Dez Mandamentos de verdade. Aquelas regrinhas tipo “Não Matarás”, “não roubarás”, etc… constavam TODAS do código das leis Egípcias, então Moisés as trouxe do Egito… elas não foram recebidas de Deus. Os dez Mandamentos dizem respeito às dez sephiroth da Arvore da Vida. Mas como explicar Árvore da Vida vai demorar umas 3 matérias, e eu não quero deixar nada pela metade na virada do ano, assumam que isso é tudo simbólico: o que havia dentro da Arca era o Mana (acumulador e gerador de energia) e as tábuas e a vara são metáforas para os códigos de disciplina e preparação iniciáticas que permitiriam a um iniciado ativar o poder do que estava realmente dentro daquela estrutura.

Instruções para construir sua própria Arca da Aliança

25:10 Também farão uma arca de madeira ,de acácia; o seu comprimento será de dois côvados e meio, e a sua largura de um côvado e meio, e de um côvado e meio a sua altura. (11) E cobri-la-ás de ouro puro, por dentro e por fora a cobrirás; e farás sobre ela uma moldura de ouro ao redor; (12) e fundirás para ela quatro argolas de ouro, que porás nos quatro cantos dela; duas argolas de um lado e duas do outro. (13) Também farás varais de madeira de acácia, que cobrirás de ouro. (14) Meterás os varais nas argolas, aos lados da arca, para se levar por eles a arca. (15) Os varais permanecerão nas argolas da arca; não serão tirados dela. (16) E porás na arca o testemunho, que eu te darei. (17) Igualmente farás um propiciatório, de ouro puro; o seu comprimento será de dois covados e meio, e a sua largura de um côvado e meio. (18) Farás também dois querubins de ouro; de ouro batido os farás, nas duas extremidades do propiciatório. (19) Farás um querubim numa extremidade e o outro querubim na outra extremidade; de uma só peça com o propiciatório fareis os querubins nas duas extremidades dele. (20) Os querubins estenderão as suas asas por cima do propiciatório, cobrindo-o com as asas, tendo as faces voltadas um para o outro; as faces dos querubins estarão voltadas para o propiciatório.

– Êxodo.

A arca ficava originalmente guardada em Shiloh (Josué 18:1, Samuel 3:3) mas era levada frequentemente à frente de batalha. Chegou a destruir as muralhas da cidade de Jericó e era comumente carregada à frente dos exércitos para limpar o terreno da presença de todos os animais peçonhentos. Os sacerdotes que carregavam a Arca (chamados Arcanitas) eram os únicos que podiam tocar na arca, e eles eram iniciados e usavam vestes protetoras para tocar na arca. Qualquer outra pessoa que a tocasse, era fulminada por algum tipo de “energia divina” (ou a carga de eletricidade gerada pelo Mana).

Uma vez, ela foi capturada pelos Filisteus (1 Samuel 4). Após sua captura, a Arca foi movida para Asdod, onde fez com que todos os soldados da cidade fossem infectados com horrendas chagas e tumores. Em seguida, foi levada para Gath, onde causou os mesmos efeitos, e posteriormente Ekron. Após dizimar estas duas cidades, a arca retornou para os judeus após sete meses capturada.

A partir de então, foi guardada em Beth-Shemesh e, mais tarde, na Casa de Abinadad. Após três meses, foi enviada para a Casa de Obed-Edom e finalmente transferida para Jerusalém.

O Tabernáculo

Antes da Arca ficar permanentemente guardada no Templo, ela era carregada pelos sacerdotes através dos desertos, e de tempos em tempos os israelitas construíam um templo chamado Tabernaculo (a palavra Taverna, onde os maçons se encontravam para suas reuniões na Idade Média, vem desta raiz). O tabernáculo dos hebreus (durante o Êxodo) era uma tenda portátil, organizada com cortinas coloridas, montada de forma retangular e seguindo as mesmas proporções da Câmara dos Reis. Esta estrutura era erguida todas as vezes que o exército fosse acampar, orientada sempre a partir do Leste.

Ao centro desta tenda ficava um santuário retangular envolvido em pele de bode, com o teto formado com pele de carneiro. Dentro desta estrutura, eram estabelecidas duas áreas: O local sagrado e o local mais sagrado de todos, separados por um véu. Dentro desta tenda interna ficavam um candelabro de sete braços ao sul, um altar com doze fatias de pão ao norte, um altar para queima de incenso ao oeste. Qualquer semelhança com os rituais e círculos celtas que eu vou comentar mais para a frente NÃO são meras coincidências…

A disposição das estacas também seguia uma estrutura rígida. Elas precisavam estar espaçadas de modo que totalizassem 60 estacas (20 ao norte, 20 ao sul, 10 ao oeste e 10 ao leste), de acordo com Êxodos 35:18. Dentro da estrutura externa, tudo precisava ser montado seguindo rigidamente a colocação, de acordo com as diagonais traçadas a partir de alguns postes específicos, de modo que a Arca ficasse coincidentemente sobre a mesma posição que ficava (proporcionalmente falando) na Câmara dos Reis na Grande Pirâmide.

Agora, vamos ver o que acontece se eu pintar umas posições chaves de vermelho… opa… lembra bastante um certo diagrama que vocês já viram antes, certo? Agora repitam comigo… “A Barca Solar… ops, Arca da Aliança, vai na mesma posição dentro do tabernáculo que uma certa cidade muito importante ocupa dentro dos pontos de energia do Velho Mundo – deve ser apenas coincidência“. Para os irmãos que acompanham a coluna, se vocês imaginarem o templo como sendo uma réplica simbólica do tabernáculo, a posição da Arca é a mesma do L:.L:. – certamente uma coincidência também.

O sacerdote iniciado cujos (cujos chakras também possuem ressonância com esta estranha estrutura de bolinhas e tracinhos chamada “Árvore da Vida” ) desenvolvia certos ritos que eram amplificados pela estrutura simbólica ao seu redor… mas… imagine que legal seria se levassem esta arca e fizessem um templo especial em um local especial nesta cidade especial que eu mencionei acima… não seria supimpa?

O Primeiro Templo

Antes de falar sobre o Primeiro Templo, umas poucas palavras sobre o rei David. Normalmente o pessoal faz confusão porque o Rei David é sempre retratado jovem e Salomão é retratado velho. Para separar: David foi o que matou Golias com o golpe de funda, ele é o PAI de Salomão. Salomão é o rei sábio que merece um post só para ele. O símbolo de Davi (Conhecido como Magen David ou Selo de Salomão entre os Ocultistas) é o Hexagrama. Guardem bem isso: Hexagrama tem tudo a ver com Árvore da Vida e tudo a ver com o Ankh Egípcio. De acordo com as Otoridades, o Ankh é apenas o desenho da fivela do cinto da deusa Ísis (é rir para não chorar… ).

No início de seu reinado, Davi ordenou que a Arca fosse trazida para Jerusalém, onde ficaria guardada em uma tenda permanente no distrito chamado Cidade de Davi. Então Davi começou a planejar e esquematizar a construção de um grande Templo. Entretanto, esta obra passou às mãos de seu filho Salomão.

No Templo, foi construído um recinto (chamado na Bíblia de oráculo) de cedro, coberto de ouro e entalhes, dois enormes querubins de maneira à semelhança dos que havia na Arca, com um altar no centro onde ela repousaria. O recinto passou a ser vedado aos cidadãos comuns, e somente os levitas e o próprio rei poderiam se colocar em presença da Arca.

Em Jerusalém, aproximadamente no ano 1000 AC, o Rei Salomão construiu o Templo para abrigar a Arca, seguindo exatamente as mesmas proporções da Câmara dos Reis da Grande Pirâmide.

A Arca ficou depositada em um lugar chamado “O mais sagrado dos locais sagrados” e depois disso nunca mais é mencionada na bíblia aparecendo em festas ou batalhas.

O Primeiro Templo foi destruído em 586 AC, pelos babilônicos, liderados por Nabucodonosor, e muitos dos estudiosos profanos acreditam que a arca tenha sido destruída neste ataque, mas as Ordens Secretas dizem que a Arca da Aliança foi removida para um local seguro, tanto que não consta de nenhuma das listas de itens e tesouros que os babilônios saquearam… e, convenhamos, a Arca da Aliança estaria no topo da lista se eles tivessem colocado as mãos nela.

E onde esta arca estava escondida este tempo todo? Quem a removeu pouco antes dos ataques e a escondeu? Quem a encontrou e quando? A resposta para isso estará em 1108 DC, quando nove cavaleiros vindos da Europa acamparam nos estábulos do Templo durante nove anos e escavaram no local exato onde ela estaria enterrada… mas isto já é outra história, que será contada mais para a frente.

Semana que vem: Enquanto isso, na Grécia…

#Kabbalah #Pirâmides

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/a-arca-da-alian%C3%A7a-doktor-jones

Cursos de Kabbalah, Astrologia e Tarot – Dezembro 2010

Este é um post sobre um Curso de Hermetismo já ministrado!

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11/12 – Tarot (Arcanos Maiores) voltado para a Kabbalah – (Porto Alegre)

12/12 – Chakras, Kundalini e Magia Sexual – (Porto Alegre)

18/12 – Runas – Magia Rúnica, Talismãs e Escrita Rúnica (São Paulo)

19/12 – Astrologia II – Aspectações, Sinastria e Escolha de Datas (São Paulo)

Continue lendo para detalhes.

No final do Ano eu sempre faço os Cursos mais específicos que, embora tenham uma procura menor, são os que eu mais gosto de ministrar porque estudam aspectos mais profundos da magia.

O Curso de Tarot que desenvolvi provavelmente é único aqui no Brasil. Aborda os 22 Arcanos Maiores utilizando-se de 15 Tarots diferentes (Marselha, Rider-Waite, Mitológico, Toth, Hermetico, 2 versões da Golden Dawn, Wiccan, egipcio (2 versões), africano, celta e outros nacionais) para comparar aspectos de imagem, simbolos e correspondências entre eles, bem como um estudo aprofundado destes arcanos em correspondência à Árvore da Vida e a Kabbalah Hermetica.

Como está mais complicado para mim viajar para fora de SP, por conta da pequena Lillith, preparei este curso para quem também não estudou Kabbalah Hermética ainda, de modo a deixá-lo mais completo para o estudante de ocultismo. Também faço as correlações entre os arcanos e ordens iniciáticas e os Caminhos na Árvore da Vida.

O curso de Chakras é muito útil para médiuns, para homens e mulheres que desejam começar a estudar o Tantra e magia sexual e para casais que estejam planejando ter filhos nos próximos anos, dentro dos conceitos magísticos de criação.

O Curso de Runas também é um dos meus favoritos, pois a magia rúnica é uma das mais práticas e eficientes que existe; uma linguagem simbólica que pode ser combinada tanto em sigilos quanto em talismãs ou traçados mágicos com efeitos praticamente imediatos. Para quem já estudou a Kabbalah Hermética, este curso é um excelente complemento, pois o aluno verá o trajeto na Árvore da Vida (Yggdrasil) feito de uma outra maneira, com aspectos culturais diferentes, por conta do clima e da cultura dos povos nórdicos. Runas podem ser combinadas tanto com o tarot quanto com a magia cabalística.

O Curso de Astrologia II lida com aspectos práticos da Astrologia e o aprofundamento do estudo do mapa: As Aspectações mostram as combinações energéticas de dois planetas; a Sinastria mostra como dois mapas astrais combinam ou desarmonizam entre si e finalmente, as eleições de datas para fins magísticos e o estudo do que vulgarmente se conhece como Horóscopo. Este curso é voltado para quem já tem boas noções dos Planetas, Signos e Casas.

Informações no email de sempre: marcelo@daemon.com.br

#Cursos

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/cursos-de-dezembro-2010

II Simpósio Brasileiro de Hermetismo

O II Simpósio Brasileiro de Hermetismo e Ciências Ocultas, que será realizado nos dias 23, 24 e 25 de junho de 2011, tem por objetivo trazer estudos mais aprofundados à Ciência Hermética. Com apoio da Associação Educacional Sirius-Gaia e do Projeto Mayhem, o evento tem como tema geral a discussão sobre as práticas ocultistas.

A Programação deste ano será composta de Palestras e Workshops com alguns dos mais importantes estudiosos de Hermetismo, Ordens Iniciáticas e Magia no Brasil.

PROGRAMAÇÃO
23/jun/2011

08:30 – 08:50 – Abertura Oficial

08:50 – 10:50 – Astrologia Hermética – Marcelo Del Debbio

11:00 – 12:45 – Umbanda, Xamanismo e Magia – Alexandre Cumino

12:45 – 14:00 – Almoço

14:00 – 16:00 – O Tarot de Crowley e a Magia Sexual Thelemica – Frater Goya

16:00 – 16:30 – Coffe Break

16:30 – 18:00 – Magia no Islamismo – Mário Alves da Silva Filho

18:00 – 20:00 – Xamanismo: O Arquétipo do Animal de Poder – Fernando Maiorino

20:00 – Jantar de Confraternização

24/jun/2011

09:00-11:00 – Arquitetura Sagrada: Simbologia, Geometria e o Ser – Márcio Lupion

11:10 – 12:40 – I Ching, do Xamanismo ao Computador – Gilberto Antônio Silva

12:40 – 13:50 – Almoço

13:50 – 15:50 – Magia Egípcia: O Novo Equinócio dos Deuses – Frater Goya

15:50 – 16:10 – Coffe Break

16:10 – 18:10 – Escolas iniciáticas da Kabbalah: Judaica, Cristã, Hermética, Maçônica e Mágica – Edmundo Pellizzari

18:15 – 20:15 – Mesa Redonda – O lado místico das religiões: Sufismo, Hinduismo, Cristianismo e Judaísmo

25/jun/2011

09:00 – 11:00 – A Felicidade segundo a ótica da Magia Cerimonial – André Calladan

11:10 – 12:45 – Magia do Budismo Esotérico – Renan Romão

12:45 – 14:00 – Almoço

14:00 – 14:55 – Visão da Teosofia sobre os 7 raios – Carlos B. Conte

15:00 – 16:00 – As 7 raças humanas – Carlos B. Conte

16:00 – 16:30 – Coffe Break

16:30 – 18:00 – LHP – O Caminho da Mão Esquerda – Adriano Camargo

18:00 – 19:30 – Projeção Astral – Lázaro Freire

PALESTRANTES
Adriano Camargo – Autor do “Sistemagia” e “Cabala Draconiana”, membro da Dragon Rouge e um dos pouquíssimos caras sérios em LHP no Brasil.

Alexandre Cumino – autor de “A História da Umbanda” e editor do “Jornal da Umbanda Sagrada”. Um dos sacerdotes mais respeitados no Brasil.

Carlos Basílio Conte – Membro da Sociedade Teosófica e Secretário de Cultura da Maçonaria, autor dos livros: “Magia Cerimonial” e “Pitagoras- Ciencia e Magia na Antiga Grecia”.

Edmundo Pellizzari – Prof. Edmundo Pellizzari é teologo (BD, BTh, OCR) com formação em estudos biblicos e judaicos.

Durante trinta anos estudou a Mistica Judaica (Kabalah) em institutos internacionais e com mestres tradicionais. E membro da Order of Corporate Reunion, da Order of Christian Renewal e da Apostolic Church of the Divine Mysteries.

Fernando Maiorino – Fundador e Presidente da Associação Educacional Sírius-Gaia (AESG). Orientador Espiritual em Umbanda Natural, vertente filosófica trazida por seus Guias Espirituais há uma década.

Frater Goya – Mais conhecido nos meios internéticos, é o fundador do Círculo Iniciático de Hermes (CIH). Já postei entrevistas com ele.

Gilberto Antônio Silva – Estudioso de filosofias e culturas orientais desde 1977, pesquisou e analisou com profundidade a cultura e o modo de pensar oriental, especialmente o Taoísmo. É atual Coordenador Editorial da revista Medicina Chinesa Brasil e Editor-responsável do jornal Saúde & Longevidade.

Marcelo Del Debbio – Arquiteto com especializações em Semiótica, História da Arte e História das Religiões Comparadas. Autor da Enciclopédia de Mitologia e coordena o blog “Teoria da Conspiração” e o Projeto Mayhem. É autor da Wikipedia de Ocultismo, com cerca de 5.000 verbetes.

Márcio Lupion – Discipulo da Maha Yoga Chegada ao Ramana Ashram do Brasil Swami Sri Maha Krishna – Aprende as 4 yogas, Bakti, Raja, Jnana e Karma Yoga. Iniciado no budismo tibetano com Chagdud Tulku Rinpoche, Templo Odsal Ling, São Paulo, SP.

Mário Alves da Silva Filho – Pratica e estuda o Sufismo ha mais de 15 anos, tendo sido membro das seguintes Ordens Sufis (Turuq): Attasiyya (foi o representante – Muqadam – para o Brasil), Khalwatiyya al-Jerahiyya e Ahmadiyya at-Tijaniyya (é membro desta atualmente). Viajou pela Turquia, Irã, Iraque e Arábia Saudita entrando em contato com diversos Shaykhs da Tradição do Tasawwuf (Sufismo), aprendendo com eles. Dirige o Centro de Estudos Filosóficos e Espirituais Caminho do Oriente (CEFECO). É membro do Grupo de Pesquisas CERAL- Centro de Estudo de Religiões Alternativas de Origem Oriental, Setor de Pós-Graduação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC/SP.

Renan Romão – Graduando em Psicologia e Letras (FFLCH-USP), estuda Magia e Misticismo atraves de diversas tradicoes ocidentais e orientais sob a luz do Iluminismo Cientifico. Maçom, membro da ARLS “Estrela do Brasil” n°4321 GOB/GOSP, representante do CALEN/SP e membro-fundador da Confraria de Estudos Antigos.

Informações e inscrições:
http://www.simposiohermetismo.com.br/

#Mayhem #Palestras #SiriusGaia

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Palestra sobre Kabbalah na Loja Teosófica Liberdade

Este é um post sobre um Curso de Hermetismo já ministrado!

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Sexta feira, 23/12, às 20h, palestra com Marcelo Del Debbio “A Kabbalah e os Deuses de Todas as Mitologias” na Loja Teosófica Liberdade, Rua Anita Garibaldi, 29 – 10ºandar – Centro – São Paulo.

Evento gratuito, recomendo chegar 30min antes.

Cursos de Dezembro/2012

01/12 – Kabbalah – SP-Vergueiro

02/12 – Astrologia Hermética – SP-Vergueiro

08/12 – Runas, Talismãs e Magia Nórdica – SP-Vergueiro

09/12 – Chakras, Kundalini e Magia Sexual – SP-Vergueiro

10/12 e 17/12 – Kabbalah – Templo AyaSofia (das 20h às 23h)

11/12 e 18/12 – Astrologia Hermética – Templo AyaSofia (das 20h às 23h)

16/12 (domingo) – Astrologia Hermética II – SP-Templo AyaSofia

Informações: marcelo@daemon.com.br

#Cursos #Palestras

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Curso de Tarot e História da Arte – Jan/2013

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No curso de Arcanos Maiores, utilizamos 18 tarots diferentes, do século XIV aos taros mais importantes do século XX. Estudamos cada um dos 22 Caminhos da Árvore da Vida e sua correlação simbólica e imagética com cada Arcano do Tarot. Observe as 5 figuras acima, do Mago. O que elas têm de semelhante? no que diferem? por quê? O que representam estes objetos? e as cores?

Começamos pelo Visconti-Sforza, do século XIV, que une a simbologia dos Trionfi renascentistas à estrutura da Árvore da Vida. Em seguida, tarots das escolas italianas e francesas do século XV e XVI, que resultaram no tradicional Tarot de Marselha (1560), Rider Waite (1909), Golden Dawn (duas versões), Tarot de Papus (Boêmios), Tarot Egípcio, Tarot Alquímico e Tarot de Thoth (Crowley). Isto nos dá uma noção muito clara de como os Arcanos se desenvolveram ao longo da história da magia e quais são as principais escolas; suas diferenças e semelhanças.

Também estudamos o Tarot Mitológico, Sephiroth Tarot (cabalístico) e mais quatro ou cinco tarots modernos que eu vario de curso para curso para exemplificar a visão de outras culturas (celta, africano, dos orixás, etc). Somente com esta visão de conjunto é possível compreender a magnitude do tarot e as maneiras como ele pode ser utilizado em rituais e no seu altar pessoal.

Eu também ensino a fazer a leitura do Tarot tradicional, pelo método da Cruz Celta, mas normalmente quando se chega nessa parte do curso, a maioria dos alunos já percebeu que existem usos bem mais interessantes e poderosos do tarot do que apenas o de fazer leituras.

Arcanos Menores

No curso de Arcanos Menores, eu recomendo que a pessoa tenha feito Kabbalah primeiro e, se possível, Astrologia Hermética, pois os Arcanos Menores são praticamente um curso intermediário destas matérias.

É possível fazê-lo sem ter estes pré-requisitos, mas como CADA Arcano Menor é a representação de uma Sephira de um Elemento (10 esferas x 4 elementos = 40 Arcanos menores) e ao mesmo tempo a combinação de um Planeta em um Signo, a compreensão de todo o conjunto da obra hermética, alquimista e astrológica se faz com os 3 cursos (ex. O “Dois de Bastões” é Hochma na Árvore do Fogo/Marte em Áries e os Arcanos da Corte são as energias intermediárias do Zodíaco: Áries-Touro é o Cavaleiro de Moedas, Escorpião-Sagitário é o Rei de Bastões/Ofiúco, e assim por diante, totalizando 12 Arcanos + as 4 Princesas/Pagens, que são as energias elementais puras).

Como a maioria dos tarots utiliza a representação literal nos menores, eu utilizo cinco decks para o Curso de Arcanos Menores (Marselha, Rider-Waite, Mitológico, Crowley e Sephiroth).

Local: R. vergueiro, 2949 – prox. ao metro Vila Mariana

Datas: 26/01 – Arcanos Maiores

27/01 – Arcanos Menores

Das 10h as 18h

Não possuem pré-requisitos.

Valores: R$ 160,00 (um curso), R$300,00 (dois cursos)

Informações e Reservas: marcelo@daemon.com.br

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/curso-de-tarot-e-hist%C3%B3ria-da-arte-jan-2013

ciclos de ontem e hoje

Zzurto

Há séculos atrás, vamos imaginar, que em dado momento de nossas vidas desejássemos alcançar a iluminação, ou mesmo a obter as chaves da mente e do espírito por intermédio dos ensinamentos tão nobres e sagrados de alguns poucos seres “superiores” que provavelmente teríamos ouvido falar nas histórias contadas por nossos familiares mais velhos. Provavelmente ficávamos sentados com toda a atenção do mundo direcionada as palavras destes. Acreditaríamos em tudo e provavelmente nunca mais esqueceríamos a frase: …quando se inicia esta estrada, não há volta!

Se porventura fôssemos dotados de persistência e teimosia, passaríamos os anos colhendo cada vez um pouco mais de informação. Algum viajante contaria sua aventura em alguma outra cidade maravilhosa onde lá: há um sábio! E ficaríamos contando os tostões atrás de criar coragem suficiente para nos lançar na estrada. Apesar do medo de encarar um mundo por intermédio das pernas, onde viagens duravam semanas, ainda assim sonharíamos com o tal povo escolhido em suas escolas cheias de testes e provações.

Por um fator de sincronicidade, provavelmente conseguiríamos em dado momento algum livro, com um pouco mais de informação. Talvez este texto tivesse já corrompido seu real sentido, mas no meio de todas as suas falsas e pretensas direções perceberíamos a fagulha que nos daria um pouco mais de sede. É bem provável que a vida começasse a pesar, pois e quando casarmos? Conseguiremos largar nossa vida e filhos? Sendo assim já cansado de fazer os exercícios propostos pelo parco texto teríamos medo. Medo ao pensar que ao nos lançar na estrada, encontraremos exatamente as mesmas falsas esperanças. Mas como nossos familiares já disseram, não há como voltar.

Vamos imaginar que mesmo após anos o desejo permanecesse e cada vez mais perceberíamos que somos essa busca. Que morreremos desejando isso. E que por mais difícil que seja a vida e as distâncias, nosso espírito nunca descansará enquanto não encontrar o seu objeto de desejo. Em dado momento conseguimos um presente de nossos pais. As únicas pessoas que viram todo santo dia o quanto tais palavras fugazes dos mais velhos germinaram em seu filho. Estes que já não aguentavam mais ver tamanho sofrimento conseguem em dado momento obter valores suficientes para um começo de busca. Eles chegariam já tristes e após algumas prováveis lágrimas conseguiriam dizer adeus e nos dar o maior presente que poderiam, acreditando que provavelmente nunca mais nos veríamos.

E assim olharíamos a estrada pela primeira vez com outros olhos. E as semanas que se estendem adiante já não dariam tanto medo. Talvez as paixões pesassem nesta hora. Mas nesse caso o desejo pelo despertar é muito, muito mais forte. Assim começaria a jornada, se do herói ou não ninguém sabe. Talvez nos percamos no meio da estrada, mas dentro nunca nos perderemos jamais do desejo de alcançar a verdadeira vontade, coisa que possivelmente nem ao menos sabíamos ao certo o que era.

Isso tudo ilustra um segundo nas nossas vidas, hoje. Hoje, ao nos revoltarmos com o que temos facilmente ao clique de um botão, conseguimos outra coisa para nos satisfazer na velocidade da luz. As fibras óticas nos fazem cansar pelos atrasos dos milissegundos. E quando viajamos semanas transladamos continentes inteiros em horas.

O que um livro representava para nós há séculos atrás, hoje não passa de mais uma página lida, somente. Perdemos inevitavelmente o respeito pela informação, mas ao mesmo tempo, pela quantidade desta, somos muito mais capazes de enxergar e avaliar sem o envolvimento sentimentaloide que a graça, de poder ter um livro, proporcionava.

Assim sendo o ímpeto de alguns poucos que permanecem em suas buscas, hoje, não criam mais canções para inspirar outros, mas inspiram assim mesmo seus amigos, familiares, amores por intermédio da rede da qual fazemos parte. Uma rede muito mais palpável do que a mesma rede do qual os Xamãs já falavam milênios atrás, uma rede que impregna o olhar e os sentidos. A natureza, portanto, hoje extremamente virtual, agrega cada vez mais mentes criando a percepção da sapiência orgânica, que sempre existiu. A vida hoje, por intermédio da razão, faculdade mental da qual nossos cérebros foram capazes de brindar-nos, se esbalda no prazer de ver a ‘si mesma’ se transformar. E nossos medos e desejos de outrora hoje estão todos sanados. Hoje voamos e não mais viajamos semanas para alcançar um único lugar. Hoje temos todos os livros do mundo e não mais somente umas folhas perdidas a nos confundir. Hoje conhecemos, mesmo que virtualmente, as inspirações nossas e conseguimos obter palavras não mais só dos livros, mas das fontes, das mentes que jorraram o conhecimento.

Hoje não mais condicionamos estes, a serem mestres, mas muito provavelmente a serem amigos. Hoje não encaramos armadilhas que cortavam nossos corpos ao meio, no máximo a conexão será perdida. Hoje até mesmo nos sentimos íntimos, mesmo quando nunca nos vemos factualmente. Hoje aprendemos que busca é interesse e não necessariamente sair de casa. Mas aprendemos ainda muito mais por meio da experiência alheia, que nos é dada com tanta facilidade por intermédio de um e-mail.

Certo dia recebi uma mensagem de final de ano de um companheiro do Mayhem do qual nunca tinha dado meu número diretamente, aquilo foi surreal e me senti extremamente bem. Já desejei tantas e tantas coisas boas para tantas pessoas que nunca vi na vida. Já até intervi em problemas que nem de longe imaginava saber existir. Já muitas vezes falei sobre mim para pessoas que nunca mais soube algo a respeito.

E este texto que aqui publico vai para Marcelo Del Debbio que hoje completa mais um ciclo de vida. Vai para ele por ser um transformador de tantas realidades quando foi capaz de transformar a sua própria. Por ser um mediador entre o desejo de muitos e a informação de poucos. Fico grato em ser parte deste espaço aqui na rede que em tão pouco tempo já levou milhares de pessoas a alcançar as informações mais pertinentes referentes aos seus desejos e transformar as idas e vindas infrutíferas que tínhamos em algo mais saudável. Ao parabeniza-lo, parabenizo a todos que fazem parte do TDC. Que este movimento nunca se perca, mas se transforme constantemente.

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Curso de Tarot e História da Arte no RJ

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Dias 02 e 03 de Março de 2013 teremos o Curso de Tarot e História da Arte no Rio de Janeiro. Não é um curso de tarot no sentido comum da palavra e, pelo que eu sei, é o único deste tipo ministrado no Brasil. No curso de Arcanos Maiores, utilizamos 18 tarots diferentes, do período que vai desde o século XIII até baralhos contemporâneos. Estudamos cada um dos 22 Caminhos da Árvore da Vida e sua correlação simbólica e imagética com cada Arcano do Tarot, para serem utilizados tanto em rituais herméticos como portais de acesso às energias da Árvore da Vida. Observe as 5 figuras acima, do Mago. O que elas têm de semelhante? no que diferem? por quê? O que representam estes objetos? e as cores?

Começamos pelo Visconti-Sforza, do século XIII, que une a simbologia dos Trionfi renascentistas à estrutura da Árvore da Vida. Em seguida, o tradicional Tarot de Marselha (1560), Rider Waite (1909), Golden Dawn (duas versões), Tarot de Papus, Tarot Egípcio e Tarot de Thoth (Crowley). Isto nos dá uma noção muito clara de como os Arcanos se desenvolveram ao longo da história da magia e quais são as principais escolas; suas diferenças e semelhanças.

Também estudamos o Tarot Mitológico, Sephiroth Tarot (cabalístico), Tarot Alquímico, Tarot dos Santos e mais quatro ou cinco tarots modernos que eu vario de curso para curso para exemplificar a visão de outras culturas (celta, africano, dos orixás, etc). Somente com esta visão de conjunto é possível compreender a magnitude do tarot e as maneiras como ele pode ser utilizado em rituais e no seu altar pessoal.

Eu também ensino a fazer a leitura do Tarot tradicional, pelo método da Cruz Celta, mas normalmente quando se chega nessa parte do curso, a maioria dos alunos já percebeu que existem usos bem mais interessantes e poderosos do tarot do que apenas o de fazer leituras.

Arcanos Menores

No curso de Arcanos Menores, eu recomendo que a pessoa tenha feito Kabbalah primeiro e, se possível, Astrologia Hermética, pois os Arcanos Menores são praticamente um curso intermediário destas matérias.

É possível fazê-lo sem ter estes pré-requisitos, mas como CADA Arcano Menor é a representação de uma Sephira de um Elemento (10 esferas x 4 elementos = 40 Arcanos menores) e ao mesmo tempo a combinação de um Planeta em um Signo, a compreensão de todo o conjunto da obra hermética, alquimista e astrológica se faz com os 3 cursos (ex. O “Dois de Bastões” é Hochma na Árvore do Fogo/Marte em Áries e os Arcanos da Corte são as energias intermediárias do Zodíaco: Áries-Touro é o Cavaleiro de Moedas, Escorpião-Sagitário é o Rei de Bastões/Ofiúco, e assim por diante, totalizando 12 Arcanos + as 4 Princesas/Pagens, que são as energias elementais puras).

Como a maioria dos tarots utiliza a representação literal nos menores, eu utilizo cinco decks para o Curso de Arcanos Menores (Marselha, Rider-Waite, Mitológico, Crowley e Sephiroth).

Informações e Reservas: marcelo@daemon.com.br

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