Pirâmides, Pirâmides… – parte II

Olá crianças,

Hoje falaremos sobre a matemática das pirâmides. Recomendo ler o Post sobre as Pirâmides submersas no Japão e Astrologia para não pegar o bonde andando…

Em primeiro lugar, a palavra “pirâmide” vem do grego Pyramidos, ou “medida de luz”. Dentre a centena de pirâmides egípcias, vou começar pelo complexo de Gizé (ou Giza), considerado o mais importante deles, mais especificamente pela pirâmide de Khufu (ou Queops).

Todas as pedras de mesmo peso possuem também o mesmo tamanho, com erro menor que 0,025cm em qualquer medida adotada; possuem ângulos perfeitamente retos em suas 6 faces, com precisão de 0,1 grau e encaixe entre elas que não deixa espaço suficiente para passar uma lâmina de canivete (0,04cm). A precisão de encaixe destas pedras, considerando o conjunto, é de 0,015cm/100m (nem os mais modernos construtores de submarinos chegam neste grau de precisão – a precisão de projeto de um submarino nuclear é de 0,08cm/100m na mesma escala).

Ainda sobre esta estrutura principal, estavam encaixadas 144.000 placas polidas de limestone branca, idênticas em tamanho (precisão de 0,25cm), pesando cerca de 2 toneladas cada, deixando espaço de 0,025cm entre elas. Estas pedras foram recortadas e arrastadas de Tura ou Masada, pedreiras localizadas a cerca de 15-20km do Cairo. Apenas o bloco de granito que forma o piso da Câmara do Rei, com 80 toneladas, e o “sarcófago”, tiveram de ser arrastados de Aswan, que fica a 800km do Cairo.

A pirâmide de Khufu é um quadrado perfeito, com erro de 58mm (em 230 metros!) e erro de ângulo reto de 1 minuto (1/60 de um grau), alinhada perfeitamente com o norte do Planeta. A base da pirâmide é perfeitamente plana, com desnível de apenas 0,075cm/100m (para quem não é arquiteto ou engenheiro esses números não dizem muita coisa, mas para ter uma idéia comparativa do quão preciso foi o nivelamento das pirâmides, basta dizer que edifícios modernos de alta tecnologia chegam a 15-20cm/100m em desnível).

As 3 pirâmides alinham-se com a constelação de Orion com margem de erro de 0,001% quando comparadas com a posição destas estrelas no céu em 10.500 AC.

Além disto, as câmaras interiores foram projetadas ANTES da pirâmide ser construída, sendo deixadas como “buracos” na estrutura da pirâmide (e não “escavadas posteriormente”!), ou seja, os construtores iam empilhando os blocos de pedra e deixando os espaços vazios que seriam cada câmara enquanto iam erguendo as pirâmides.

E eu nem comecei ainda a falar sobre a Câmara do Rei, cuja configuração e proporção das pedras do chão refletem as medidas/translações dos seis primeiros planetas do Sistema Solar (Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter e Saturno).

Também não falei ainda do “sarcófago” do faraó, que é grande demais para passar pelos dutos da pirâmide, ou seja, ele foi colocado na câmara do rei ANTES da pirâmide ter sido “fechada”. Como disse acima, esta pedra, esculpida em um ÙNICO bloco de 30 toneladas, foi arrastado por 800km de Aswan até o Cairo durante a construção da pirâmide, de modo a poder ser encaixado na posição correta.

(Mais tarde falaremos em detalhes sobre como a Câmara dos Reis e o Templo de Salomão possuem as mesmas proporções, e de como o “sarcófago” possui as mesmas proporções da arca da Aliança).

Um último detalhe é que, apesar de todo este cuidado milimétrico de projeto da pirâmide, o “sarcófago” é PEQUENO DEMAIS para caber uma pessoa deitada dentro dele (pausa para rir).

É importante lembrar disto porque, quando falarmos mais pra frente sobre os ALINHAMENTOS dos dutos das câmaras internas com as principais estrelas e constelações da época, durante determinados períodos do ano, temos de ter em mente que toda a estrutura é um gigantesco observatório astronômico, PROJETADO como tal e não fruto de mero “acaso”. Os dutos são alinhados com perfeição de um centésimo de grau em duas câmaras principais de observação.

Também preciso dizer que as pirâmides não possuem entradas externas. As entradas eram todas subterrâneas, vindas de uma câmara que ficava sob a esfinge, fazendo com que todo o complexo só pudesse ser acessado por dentro. Quando os exploradores ingleses penetraram nas câmaras internas, o fizeram DINAMITANDO os dutos externamente (pois as entradas subterrâneas encontravam-se soterradas). Então nomearam aquilo de “dutos de ventilação” (em uma “tumba”, mas tudo bem… ).

Bom… acho que já deu para ter uma idéia bem clara que mesmo com a tecnologia de HOJE seria quase impossível erguer pirâmides com a qualidade técnica e construtiva das pirâmides egípcias.

A quantidade de “coincidências” matemáticas e sobre a precisão com que as pirâmides foram construídas poderia consumir textos e mais textos. Quem quiser mesmo ver as principais relações matemáticas da pirâmide, pode olhar este site aqui.

Mas afinal de contas, como as pirâmides foram construídas?

Antes de começar com teorias de conspiração, vamos perguntar direto para as otoridades egípcias. E que melhor otoridade que o próprio departamento de turismo egípcio?

Segundo eles, as pirâmides foram construídas durante a 4ª dinastia, para servirem como tumba para o faraó Khufu. Demoraram ao todo cerca de 20 anos para ficarem prontas.

Ok…  Vamos começar com uma conta básica: são 590.712 pedras para serem colocadas em 20 anos (8.760 dias). Fazendo as contas, temos que seria necessário para os egípcios encaixarem aproximadamente 1 pedra a cada 17 minutos (24 horas por dia, 7 dias por semana sem parar um segundo).

Embora experimentos feitos pela universidade Obayashi, no japão, tenham demonstrado que 18 homens conseguem empurrar um bloco de 2,5 toneladas com velocidade máxima de 15m/minuto (demorando, assim, em teoria, 17 horas para empurrá-los da pedreira até a pirâmide, SEM DESCANSO). Claro que esta teoria está furada, pois se arrastassem os blocos por tanto tempo, o atrito com a areia lixaria o fundo das pedras, tornando-as incompatíveis com a precisão matemática que elas apresentam.

A teoria de arrastar sobre troncos de palmeiras também está furada. Os mesmos alunos demonstraram que as palmeiras existentes no Egito seriam esmagadas se submetidas a blocos de mais de 1,5 toneladas.

E isso porque nem entramos no quesito dos quase 5.000 blocos de SETENTA toneladas…

E sempre é bom lembrar, estes valores são para UMA pirâmide… o conjunto é formado por TRÊS pirâmides (e somado a outras 6 pirâmides menores, a esfinge, as mastabas, templos e outras edificações).

As otoridades egípcias afirmam que a pirâmide é a tumba de um faraó.

Embora NUNCA se tenha encontrado sequer uma múmia em NENHUMA das 111 pirâmides catalogadas. Também nunca foram encontrados NENHUM tesouro de faraó algum. Nada, Nicht, Niet, Zero. Todas as múmias foram encontradas em cemitérios localizados aos pés das pirâmides ou em templos adequados para tal (Mastabas). Todos os tesouros encontrados estavam nos templos e antecâmaras, mas nunca dentro das estruturas.

A explicação oficial é que “ladrões de tumbas” saquearam todos os tesouros e as múmias. Embora, voltando a Khufu, os exploradores tiveram de DINAMITAR a passagem para entrar, e nada encontraram lá dentro. Ou seja, se houvessem “ladrões de tumba” eles entraram, levaram TUDO (tudo tudo tudo) e ainda tiveram a paciência de recolocar todas as pedras na entrada de modo a deixá-la do mesmo modo que ela estava antes deles chegarem, com direito a mesma precisão milimétrica dos encaixes (mais uma pausa para rir).

Se você fosse um faraó e gastasse 20 anos da sua vida para construir o seu túmulo, o mínimo que você iria fazer seria colocar o seu nome bem visível em todos os lugares possíveis e imaginários, certo? ERRADO. Não existe NENHUM hieróglifo ou símbolo dentro de NENHUMA das principais pirâmides. Os únicos símbolos encontrados dentro das pirâmides foram colocados lá milhares de anos após sua construção.

As otoridades egípcias afirmam que os dutos que conectam a câmara do rei às laterais da pirâmide são, na verdade, “dutos de ventilação” (mas para que precisamos de dutos de ventilação em uma tumba?). O fato destes dutos alinharem-se perfeitamente com estrelas e constelações que tem profundo simbolismo na mitologia e religião Egípcia é, como tudo mais, uma “coincidência”.

Agora, um pouco de teoria de conspiração.
E se… o faraó, na verdade, não construiu as pirâmides em 20 anos (como demonstramos ser impossível), mas sim REFORMOU algo que já estava pronto, mas parcialmente destruído pelo dilúvio, nesses 20 anos?
E se… as pirâmides escalonadas (aquelas mais toscas e sem grande precisão), que foram construídas em 4.000 AC foram, não “testes de construção” como as otoridades dizem, mas sim IMITAÇÕES das verdadeiras pirâmides, feitas realmente com o máximo que seria possível de tecnologia da época?

Semana que vem, Círculos de Pedra, Pirâmides, Astrologia.e o Dilúvio.

E pra que diabos servem as pirâmides???

Tenet Nosce, Crianças!

#Pirâmides

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/pir%C3%A2mides-pir%C3%A2mides-parte-ii

Mapa Astral de Anita Garibaldi

Homenagem do TdC aos Bons Primos que acompanham o blog!

Ana Maria de Jesus Ribeiro, mais conhecida como Anita Garibaldi (Laguna, 30 de agosto de 1821 — Mandriole, Itália, 4 de agosto de 1849) foi a companheira do revolucionário Giuseppe Garibaldi, sendo conhecida como a “Heroína dos Dois Mundos”. Ela é considerada, até hoje, uma das mulheres mais fortes e corajosas da época.

Durante a Revolução Farroupilha ou Guerra dos Farrapos, o herói italiano Giuseppe Garibaldi, a serviço da República Rio-Grandense, participa da tomada do porto de Laguna, na então província de Santa Catarina, onde conheceu Anita, que se apaixonou e decidiu lutar pela independência gaúcha e de outros territórios. Eles Ficaram juntos pelo resto da vida de Anita, que seguiu Garibaldi em seus combates em Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Uruguai (Montevidéu) e Itália. Eles tiveram quatro filhos . Anita e Giuseppe passaram a andar a cavalo e lutar em guerras, sem ter lugar fixo para morar.

Com Sol em Virgem, Lua e Vênus em Libra-Virgem (Rainha de Espadas), Ascendente, Júpiter e Saturno em Áries; Mercúrio em Leão; Marte em Câncer; Urano e Netuno em Capricórnio-Sagitário (Rainha de Moedas) e Caput Draconis em Peixes, o Mapa de Anita mostra uma pessoa extremamente séria, rígida com seus princípios e voltada para a liderança e coragem. Mercúrio em Leão indica a capacidade de pensar grande, trabalhar na venda de idéias e ideais para outras pessoas.

A Rainha de Espadas reúne a energia equilibrada e da justiça de Libra com a metodologia e frieza de raciocínio virginiana. Normalmente, no tarot, é visto como um arcano frio e calculista, o raciocínio lógico, preciso e sério.

Quando equilibrado com os aspectos de liderança e coragem arianos (Ascendente e a Conjunção de Júpiter e Saturno, que já vimos que auxilia no controle dos extremos das energias do signo onde estão, tem-se uma pessoa com coragem, determinação e justiça; um mapa adequado perfeitamente à posição de uma líder revolucionária!

O perfil militar muito bem definido está caracterizado por Netuno e Urano em Capricórnio (os planetas mais fortes do mapa, com nada menos do que NOVE aspectações cada um!). Anita Garibaldi foi praticamente uma Sarah Connors no mundo real…

#Astrologia #Biografias

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/mapa-astral-de-anita-garibaldi

Cursos de Hermetismo – Carnaval 2016

160206 - kabbalah

Como já se tornou uma tradição aqui no TdC, o pessoal que odeia Carnaval e quer tirar os 4 dias para Estudar pode fazer os Cursos de Hermetismo agora neste final de semana.

Para quem mora longe de São Paulo ou tem problemas para estudar nos finais de semana, começando dia 06/02 teremos o mesmo Curso de Kabbalah Hermética e o Curso de Astrologia Hermética em Ensino à Distância com a mesma qualidade do curso presencial, mas que você pode organizar seu tempo de estudo conforme suas necessidades.

06/2 – Kabbalah

07/2 – Astrologia Hermética

08/2 – Runas e Magia Rúnica

09/2 – Magia Pratica (pre-requisitos Kabbalah e Astrologia)

Horário: Das 10h00 as 18h00

próximo ao metrô Vila Mariana.

Informações sobre os Cursos de Carnaval.

Reservas e Valores: marcelo@daemon.com.br

KABBALAH

Este é o curso recomendado para se começar a estudar qualquer coisa relacionada com Ocultismo.

A Kabbalah Hermética é baseada na Kabbalah judaica adaptada para a alquimia durante o período medieval, servindo de base para todos os estudos da Golden Dawn e Ordo Templi Orientis no século XIX. Ela envolve todo o traçado do mapa dos estados de consciência no ser humano, de extrema importância na magia ritualística.

O curso abordará as diferenças entre a Kabbalah Judaica e Hermética, a descrição da Árvore da Vida nas diversas mitologias, explicação sobre as 10 Sephiroth (Keter, Hochma, Binah, Chesed, Geburah, Tiferet, Netzach, Hod, Yesod e Malkuth), os 22 Caminhos e Daath, além dos planetas, signos, elementos, cores, sons, incensos, anjos, demônios, deuses, arcanos do tarot, runas e símbolos associados a cada um dos caminhos.

O curso básico aborda os seguintes aspectos:

– A Árvore da Vida em todas as mitologias.

– Simbolismo e Alegorias na Kabbalah

– Descrição e explicação completa sobre as 10 esferas (sefirot).

– Descrição e explicação completa sobre os 22 caminhos.

– Cruzando o Abismo (Véu de Paroketh).

– Alquimia e sua relação com a Árvore da Vida.

– O Rigor e a Misericórdia.

– A Estrela Setenária e os sete defeitos capitais.

– Letras hebraicas, elementos, planetas e signos.

ASTROLOGIA

A Astrologia é uma ciência que visa o Autoconhecimento através da análise do Mapa Astral de cada indivíduo. Conhecido pelos Astrólogos e Alquimistas desde a Antigüidade, é um dos métodos mais importantes do estudo kármico e um conhecimento imprescindível ao estudioso do ocultismo.

O curso básico aborda os seguintes aspectos:

– Introdução à Astrologia,

– os 7 planetas da Antigüidade, Ascendente e Nodos

– os 12 Signos,

– as 12 Casas Astrológicas,

– leitura e interpretação básica do próprio Mapa Astral.

Cada aluno recebe seu próprio Mapa Astral (precisa enviar antecipadamente data, hora e local de nascimento) para que possa estudá-lo no decorrer do curso.

RUNAS

O tradicional oráculo nórdico. A palavra Runa quer dizer: segredo.

As runas são pequenas pedras que têm gravadas sobre a sua superfície desenhos que representam as letras de um antigo alfabeto germânico. Através delas, os antigos faziam previsões, falavam com os deuses e sondavam as profundezas da alma humana. O curso Inclui:

– História da mitologia Nórdica.

– Yggdrasil, a Árvore da Vida.

– Explicação detalhada das 24 runas (normais e invertidas).

– Posicionamento de cada Runa dentro da Árvore da Vida.

– Métodos: 1 pedra, 3 pedras, Leitura associada às Casas Astrológicas

– Leitura tradicional: Freyir, Heimdall, Odin e 9 Pedras.

– Tela Rúnica.

– Alfabeto Rúnico e Escrita Rúnica para ritualística.

Total: 8h de curso.

MAGIA PRÁTICA

Pré-requisitos: Astrologia Hermética I e Kabbalah.

O curso aborda aspectos da Magia Prática tradicional, desde suas tradições medievais até o século XIX, incluindo os trabalhos de John Dee, Eliphas levi, Franz Bardon e Papus. Engloba sua utilização no dia-a-dia para auto-conhecimento, ritualística e proteção. Inclui os exercícios de defesa astral indispensáveis para o iniciado.

– O que é Magia.

– O que é o Mago.

– Advertancias a respeito da Magia.

– Qualidades do Mago.

– Os instrumentos do Mago.

– Os planos e suas vibrações.

– Sobre o Astral.

– O Magnetismo.

– Os chakras.

– Horas magicas.

– Lunario Magico.

– Os sete planetas e seus espiritos de influência.

– Os pantaculos e os quadrados magicos.

– Sobre a purificação.

– Disciplina corporal e mental.

– A visualização.

– A viagem astral.

– Obsessão, possesão, larvas e exorcismos.

– Exercicios de Proteção.

– Os mantras e a oração.

– Ritual Menor do Pentagrama.

– Exercicio da pilastra mediana.

– A sigilação.

– Como fazer água lustral.

– Consagrações.

Total: 8h de curso.

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/cursos-de-hermetismo-carnaval-2016

Curso de Kabbalah Hermética em EAD

A Daemon abriu esta semana o curso de Kabbalah Hermética e o Curso de Geomancia, ambos começando na semana que vem.

Se você está querendo se aprofundar nos estudos do Hermetismo, a Kabbalah é a base organizada para praticamente TODOS os sistemas iniciáticos, religiosos e magísticos do Ocidente.

Em 2007 os leitores do blog me convenceram a adaptar o curso de Kabbalah Hermetica, Astrologia e outros que eu ministrava nas Ordens Maçônicas e Rosacruzes para que os iniciantes ao hermetismo também pudessem fazê-los.

Confesso que fui reticente em relação a organizar estes cursos, pois achava que esse tipo de conhecimento “deveria ficar restrito às Ordens Iniciáticas” e que “abrir este conhecimento para profanos seria como jogar pérolas aos porcos”. Felizmente, grandes irmãos como o Frater Alef, Sérgio Pacca, Carlos Conte, Roberto Ramalho, Mozart Rosa, Jayr Miranda, Alfonso Odriozola, Alexandre Cumino, Fernando Maiorino, Leo Lousada e muitos outros me convenceram de que tudo depende do Professor para expandir o conhecimento com qualidade e que, se o trabalho fosse bem feito, haveria apenas expansão, sem perda do conteúdo maravilhoso que o Hermetismo possui.

A idéia deu muito certo e em pouco tempo haviam núcleos de alunos em SP, RJ, Brasília, Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, Belo Horizonte, Aracaju, Fortaleza e até mesmo em Rio Branco. Mas, ao mesmo tempo em que as pessoas interessadas em expandir a consciência e aprender mais sobre Hermetismo aumentavam, o tempo disponível para ministrar estes cursos ficava cada vez mais escasso.

A Experiência com o EAD foi fantástica. O PH me convenceu que era possível ter acesso a muitas vantagens que o curso presencial não tem, como por exemplo:

– O Curso de 8h (que na verdade ficou com quase 9h porque eu fui me empolgando nas gravações) foi dividido em 4 Aulas de 2h cada, subdividido em 8 blocos com aproximadamente 15 minutos, detalhando cada parte do curso. Desta maneira, além de ter o conteúdo integral do curso presencial (na verdade, tem mais conteúdo), o aluno faz seu próprio horário em casa, podendo estudar à noite, de tarde ou pela manhã, organizando os blocos de estudo de acordo com suas necessidades. Também pode repetir qualquer parte que não entendeu e pausar para fazer anotações ou consultar a apostila durante o curso.

– Facilidade para ser assistido em celulares ou ipads.

– Graças ao Chroma-Key, pudemos incluir imagens, gráficos e desenhos conforme vou explicando cada parte do curso, tornando a experiência muito mais visual e interativa.

– Conseguimos manter os mesmos valores dos cursos presenciais (e, para quem mora longe dos locais de curso, a economia com passagens, hospedagem e alimentação ficou enorme).

Conteúdo do Curso

Aula 01 – Kabbalah Hermética, Introdução

1.1 – O que é a Kabbalah Hermética

1.2 – Diferenças entre a Cabalá Judaica e a Kabbalah Hermética

1.3 – Estrutura da Árvore da Vida e Nomenclaturas

1.4 – O Yin e o Yang

1.5 – Terra e Fogo

1.6 – Ar e Água

1.7 – Números: 1, 2, 3, 4, 5 e 6

1.8 – Números: 7, 8, 9 e 10

Aula 02 – Os 7 Planetas e as 10 Esferas

2.1 – A História de Lilith

2.2 – Terra, Lua, Mercúrio e Vênus

2.3 – Sol, Marte, Júpiter e Saturno

2.4 – Urano, Netuno e Plutão

2.5 – Malkuth

2.6 – Yesod

2.7 – Tav, Hod, Shin, Resh

2.8 – Netzach

Aula 03 – A Árvore

3.1 – Qof, Tzaddi, Peh

3.2 – Tiferet

3.3 – Ayin, Samekh, Nun

3.4 – Geburah

3.5 – Mem, Lamed

3.6 – Chesed

3.7 – Kaph, Yod, Teth

3.8 – Daath

Aula 04 – A Árvore

4.1 – Binah

4.2 – Cheth, Zain

4.3 – Hochma

4.4 – Vav, Heh, Daleth

4.5 – Kether

4.6 – Gimmel, Beit, Aleph

4.7 – Correlações de Caminhos entre diversos Autores

4.8 – Considerações Finais

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/curso-de-kabbalah-herm%C3%A9tica-em-ead

A Linguagem e o Pensamento

Infelizmente, não tive tempo para traduzir este artigo, então vou postar em inglês mesmo. Ele começa a trabalhar a importância da linguagem simbólica na maneira com que ela molda o universo de cada pessoa. Extremamente importante no ocultismo, na astrologia e na psicologia.

HOW DOES OUR LANGUAGE SHAPE THE WAY WE THINK?

By Lera Boroditsky

Humans communicate with one another using a dazzling array of languages, each differing from the next in innumerable ways. Do the languages we speak shape the way we see the world, the way we think, and the way we live our lives? Do people who speak different languages think differently simply because they speak different languages? Does learning new languages change the way you think? Do polyglots think differently when speaking different languages?

These questions touch on nearly all of the major controversies in the study of mind. They have engaged scores of philosophers, anthropologists, linguists, and psychologists, and they have important implications for politics, law, and religion. Yet despite nearly constant attention and debate, very little empirical work was done on these questions until recently. For a long time, the idea that language might shape thought was considered at best untestable and more often simply wrong. Research in my labs at Stanford University and at MIT has helped reopen this question. We have collected data around the world: from China, Greece, Chile, Indonesia, Russia, and Aboriginal Australia. What we have learned is that people who speak different languages do indeed think differently and that even flukes of grammar can profoundly affect how we see the world. Language is a uniquely human gift, central to our experience of being human. Appreciating its role in constructing our mental lives brings us one step closer to understanding the very nature of humanity.

I often start my undergraduate lectures by asking students the following question: which cognitive faculty would you most hate to lose? Most of them pick the sense of sight; a few pick hearing. Once in a while, a wisecracking student might pick her sense of humor or her fashion sense. Almost never do any of them spontaneously say that the faculty they’d most hate to lose is language. Yet if you lose (or are born without) your sight or hearing, you can still have a wonderfully rich social existence. You can have friends, you can get an education, you can hold a job, you can start a family. But what would your life be like if you had never learned a language? Could you still have friends, get an education, hold a job, start a family? Language is so fundamental to our experience, so deeply a part of being human, that it’s hard to imagine life without it. But are languages merely tools for expressing our thoughts, or do they actually shape our thoughts?

Most questions of whether and how language shapes thought start with the simple observation that languages differ from one another. And a lot! Let’s take a (very) hypothetical example. Suppose you want to say, “Bush read Chomsky’s latest book.” Let’s focus on just the verb, “read.” To say this sentence in English, we have to mark the verb for tense; in this case, we have to pronounce it like “red” and not like “reed.” In Indonesian you need not (in fact, you can’t) alter the verb to mark tense. In Russian you would have to alter the verb to indicate tense and gender. So if it was Laura Bush who did the reading, you’d use a different form of the verb than if it was George. In Russian you’d also have to include in the verb information about completion. If George read only part of the book, you’d use a different form of the verb than if he’d diligently plowed through the whole thing. In Turkish you’d have to include in the verb how you acquired this information: if you had witnessed this unlikely event with your own two eyes, you’d use one verb form, but if you had simply read or heard about it, or inferred it from something Bush said, you’d use a different verb form.

Clearly, languages require different things of their speakers. Does this mean that the speakers think differently about the world? Do English, Indonesian, Russian, and Turkish speakers end up attending to, partitioning, and remembering their experiences differently just because they speak different languages? For some scholars, the answer to these questions has been an obvious yes. Just look at the way people talk, they might say. Certainly, speakers of different languages must attend to and encode strikingly different aspects of the world just so they can use their language properly.

Scholars on the other side of the debate don’t find the differences in how people talk convincing. All our linguistic utterances are sparse, encoding only a small part of the information we have available. Just because English speakers don’t include the same information in their verbs that Russian and Turkish speakers do doesn’t mean that English speakers aren’t paying attention to the same things; all it means is that they’re not talking about them. It’s possible that everyone thinks the same way, notices the same things, but just talks differently.

Believers in cross-linguistic differences counter that everyone does not pay attention to the same things: if everyone did, one might think it would be easy to learn to speak other languages. Unfortunately, learning a new language (especially one not closely related to those you know) is never easy; it seems to require paying attention to a new set of distinctions. Whether it’s distinguishing modes of being in Spanish, evidentiality in Turkish, or aspect in Russian, learning to speak these languages requires something more than just learning vocabulary: it requires paying attention to the right things in the world so that you have the correct information to include in what you say.

Such a priori arguments about whether or not language shapes thought have gone in circles for centuries, with some arguing that it’s impossible for language to shape thought and others arguing that it’s impossible for language not to shape thought. Recently my group and others have figured out ways to empirically test some of the key questions in this ancient debate, with fascinating results. So instead of arguing about what must be true or what can’t be true, let’s find out what is true.

Follow me to Pormpuraaw, a small Aboriginal community on the western edge of Cape York, in northern Australia. I came here because of the way the locals, the Kuuk Thaayorre, talk about space. Instead of words like “right,” “left,” “forward,” and “back,” which, as commonly used in English, define space relative to an observer, the Kuuk Thaayorre, like many other Aboriginal groups, use cardinal-direction terms — north, south, east, and west — to define space.1 This is done at all scales, which means you have to say things like “There’s an ant on your southeast leg” or “Move the cup to the north northwest a little bit.” One obvious consequence of speaking such a language is that you have to stay oriented at all times, or else you cannot speak properly. The normal greeting in Kuuk Thaayorre is “Where are you going?” and the answer should be something like ” Southsoutheast, in the middle distance.” If you don’t know which way you’re facing, you can’t even get past “Hello.”

The result is a profound difference in navigational ability and spatial knowledge between speakers of languages that rely primarily on absolute reference frames (like Kuuk Thaayorre) and languages that rely on relative reference frames (like English).2 Simply put, speakers of languages like Kuuk Thaayorre are much better than English speakers at staying oriented and keeping track of where they are, even in unfamiliar landscapes or inside unfamiliar buildings. What enables them — in fact, forces them — to do this is their language. Having their attention trained in this way equips them to perform navigational feats once thought beyond human capabilities. Because space is such a fundamental domain of thought, differences in how people think about space don’t end there. People rely on their spatial knowledge to build other, more complex, more abstract representations. Representations of such things as time, number, musical pitch, kinship relations, morality, and emotions have been shown to depend on how we think about space. So if the Kuuk Thaayorre think differently about space, do they also think differently about other things, like time? This is what my collaborator Alice Gaby and I came to Pormpuraaw to find out.

To test this idea, we gave people sets of pictures that showed some kind of temporal progression (e.g., pictures of a man aging, or a crocodile growing, or a banana being eaten). Their job was to arrange the shuffled photos on the ground to show the correct temporal order. We tested each person in two separate sittings, each time facing in a different cardinal direction. If you ask English speakers to do this, they’ll arrange the cards so that time proceeds from left to right. Hebrew speakers will tend to lay out the cards from right to left, showing that writing direction in a language plays a role.3 So what about folks like the Kuuk Thaayorre, who don’t use words like “left” and “right”? What will they do?

The Kuuk Thaayorre did not arrange the cards more often from left to right than from right to left, nor more toward or away from the body. But their arrangements were not random: there was a pattern, just a different one from that of English speakers. Instead of arranging time from left to right, they arranged it from east to west. That is, when they were seated facing south, the cards went left to right. When they faced north, the cards went from right to left. When they faced east, the cards came toward the body and so on. This was true even though we never told any of our subjects which direction they faced. The Kuuk Thaayorre not only knew that already (usually much better than I did), but they also spontaneously used this spatial orientation to construct their representations of time.

People’s ideas of time differ across languages in other ways. For example, English speakers tend to talk about time using horizontal spatial metaphors (e.g., “The best is ahead of us,” “The worst is behind us”), whereas Mandarin speakers have a vertical metaphor for time (e.g., the next month is the “down month” and the last month is the “up month”). Mandarin speakers talk about time vertically more often than English speakers do, so do Mandarin speakers think about time vertically more often than English speakers do? Imagine this simple experiment. I stand next to you, point to a spot in space directly in front of you, and tell you, “This spot, here, is today. Where would you put yesterday? And where would you put tomorrow?” When English speakers are asked to do this, they nearly always point horizontally. But Mandarin speakers often point vertically, about seven or eight times more often than do English speakers.4

Even basic aspects of time perception can be affected by language. For example, English speakers prefer to talk about duration in terms of length (e.g., “That was a short talk,” “The meeting didn’t take long”), while Spanish and Greek speakers prefer to talk about time in terms of amount, relying more on words like “much” “big”, and “little” rather than “short” and “long” Our research into such basic cognitive abilities as estimating duration shows that speakers of different languages differ in ways predicted by the patterns of metaphors in their language. (For example, when asked to estimate duration, English speakers are more likely to be confused by distance information, estimating that a line of greater length remains on the test screen for a longer period of time, whereas Greek speakers are more likely to be confused by amount, estimating that a container that is fuller remains longer on the screen.)5

An important question at this point is: Are these differences caused by language per se or by some other aspect of culture? Of course, the lives of English, Mandarin, Greek, Spanish, and Kuuk Thaayorre speakers differ in a myriad of ways. How do we know that it is language itself that creates these differences in thought and not some other aspect of their respective cultures?

One way to answer this question is to teach people new ways of talking and see if that changes the way they think. In our lab, we’ve taught English speakers different ways of talking about time. In one such study, English speakers were taught to use size metaphors (as in Greek) to describe duration (e.g., a movie is larger than a sneeze), or vertical metaphors (as in Mandarin) to describe event order. Once the English speakers had learned to talk about time in these new ways, their cognitive performance began to resemble that of Greek or Mandarin speakers. This suggests that patterns in a language can indeed play a causal role in constructing how we think.6 In practical terms, it means that when you’re learning a new language, you’re not simply learning a new way of talking, you are also inadvertently learning a new way of thinking. Beyond abstract or complex domains of thought like space and time, languages also meddle in basic aspects of visual perception — our ability to distinguish colors, for example. Different languages divide up the color continuum differently: some make many more distinctions between colors than others, and the boundaries often don’t line up across languages.

To test whether differences in color language lead to differences in color perception, we compared Russian and English speakers’ ability to discriminate shades of blue. In Russian there is no single word that covers all the colors that English speakers call “blue.” Russian makes an obligatory distinction between light blue (goluboy) and dark blue (siniy). Does this distinction mean that siniy blues look more different from goluboy blues to Russian speakers? Indeed, the data say yes. Russian speakers are quicker to distinguish two shades of blue that are called by the different names in Russian (i.e., one being siniy and the other being goluboy) than if the two fall into the same category.

For English speakers, all these shades are still designated by the same word, “blue,” and there are no comparable differences in reaction time.

Further, the Russian advantage disappears when subjects are asked to perform a verbal interference task (reciting a string of digits) while making color judgments but not when they’re asked to perform an equally difficult spatial interference task (keeping a novel visual pattern in memory). The disappearance of the advantage when performing a verbal task shows that language is normally involved in even surprisingly basic perceptual judgments — and that it is language per se that creates this difference in perception between Russian and English speakers.

When Russian speakers are blocked from their normal access to language by a verbal interference task, the differences between Russian and English speakers disappear.

Even what might be deemed frivolous aspects of language can have far-reaching subconscious effects on how we see the world. Take grammatical gender. In Spanish and other Romance languages, nouns are either masculine or feminine. In many other languages, nouns are divided into many more genders (“gender” in this context meaning class or kind). For example, some Australian Aboriginal languages have up to sixteen genders, including classes of hunting weapons, canines, things that are shiny, or, in the phrase made famous by cognitive linguist George Lakoff, “women, fire, and dangerous things.”

What it means for a language to have grammatical gender is that words belonging to different genders get treated differently grammatically and words belonging to the same grammatical gender get treated the same grammatically. Languages can require speakers to change pronouns, adjective and verb endings, possessives, numerals, and so on, depending on the noun’s gender. For example, to say something like “my chair was old” in Russian (moy stul bil’ stariy), you’d need to make every word in the sentence agree in gender with “chair” (stul), which is masculine in Russian. So you’d use the masculine form of “my,” “was,” and “old.” These are the same forms you’d use in speaking of a biological male, as in “my grandfather was old.” If, instead of speaking of a chair, you were speaking of a bed (krovat’), which is feminine in Russian, or about your grandmother, you would use the feminine form of “my,” “was,” and “old.”

Does treating chairs as masculine and beds as feminine in the grammar make Russian speakers think of chairs as being more like men and beds as more like women in some way? It turns out that it does. In one study, we asked German and Spanish speakers to describe objects having opposite gender assignment in those two languages. The descriptions they gave differed in a way predicted by grammatical gender. For example, when asked to describe a “key” — a word that is masculine in German and feminine in Spanish — the German speakers were more likely to use words like “hard,” “heavy,” “jagged,” “metal,” “serrated,” and “useful,” whereas Spanish speakers were more likely to say “golden,” “intricate,” “little,” “lovely,” “shiny,” and “tiny.” To describe a “bridge,” which is feminine in German and masculine in Spanish, the German speakers said “beautiful,” “elegant,” “fragile,” “peaceful,” “pretty,” and “slender,” and the Spanish speakers said “big,” “dangerous,” “long,” “strong,” “sturdy,” and “towering.” This was true even though all testing was done in English, a language without grammatical gender. The same pattern of results also emerged in entirely nonlinguistic tasks (e.g., rating similarity between pictures). And we can also show that it is aspects of language per se that shape how people think: teaching English speakers new grammatical gender systems influences mental representations of objects in the same way it does with German and Spanish speakers. Apparently even small flukes of grammar, like the seemingly arbitrary assignment of gender to a noun, can have an effect on people’s ideas of concrete objects in the world.7

In fact, you don’t even need to go into the lab to see these effects of language; you can see them with your own eyes in an art gallery. Look at some famous examples of personification in art — the ways in which abstract entities such as death, sin, victory, or time are given human form. How does an artist decide whether death, say, or time should be painted as a man or a woman? It turns out that in 85 percent of such personifications, whether a male or female figure is chosen is predicted by the grammatical gender of the word in the artist’s native language. So, for example, German painters are more likely to paint death as a man, whereas Russian painters are more likely to paint death as a woman.

The fact that even quirks of grammar, such as grammatical gender, can affect our thinking is profound. Such quirks are pervasive in language; gender, for example, applies to all nouns, which means that it is affecting how people think about anything that can be designated by a noun. That’s a lot of stuff!

I have described how languages shape the way we think about space, time, colors, and objects. Other studies have found effects of language on how people construe events, reason about causality, keep track of number, understand material substance, perceive and experience emotion, reason about other people’s minds, choose to take risks, and even in the way they choose professions and spouses.8 Taken together, these results show that linguistic processes are pervasive in most fundamental domains of thought, unconsciously shaping us from the nuts and bolts of cognition and perception to our loftiest abstract notions and major life decisions. Language is central to our experience of being human, and the languages we speak profoundly shape the way we think, the way we see the world, the way we live our lives.

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NOTES

1 S. C. Levinson and D. P. Wilkins, eds., Grammars of Space: Explorations in Cognitive Diversity (New York: Cambridge University Press, 2006).

2 Levinson, Space in Language and Cognition: Explorations in Cognitive Diversity (New York: Cambridge University Press, 2003).

3 B. Tversky et al., “ Cross-Cultural and Developmental Trends in Graphic Productions,” Cognitive Psychology 23(1991): 515–7; O. Fuhrman and L. Boroditsky, “Mental Time-Lines Follow Writing Direction: Comparing English and Hebrew Speakers.” Proceedings of the 29th Annual Conference of the Cognitive Science Society (2007): 1007–10.

4 L. Boroditsky, “Do English and Mandarin Speakers Think Differently About Time?” Proceedings of the 48th Annual Meeting of the Psychonomic Society (2007): 34.

5 D. Casasanto et al., “How Deep Are Effects of Language on Thought? Time Estimation in Speakers of English, Indonesian Greek, and Spanish,” Proceedings of the 26th Annual Conference of the Cognitive Science Society (2004): 575–80.

6 Ibid., “How Deep Are Effects of Language on Thought? Time Estimation in Speakers of English and Greek” (in review); L. Boroditsky, “Does Language Shape Thought? English and Mandarin Speakers’ Conceptions of Time.” Cognitive Psychology 43, no. 1(2001): 1–22.

7 L. Boroditsky et al. “Sex, Syntax, and Semantics,” in D. Gentner and S. Goldin-Meadow, eds., Language in Mind: Advances in the Study of Language and Cognition (Cambridge, MA: MIT Press, 2003), 61–79.

8 L. Boroditsky, “Linguistic Relativity,” in L. Nadel ed., Encyclopedia of Cognitive Science (London: MacMillan, 2003), 917–21; B. W. Pelham et al., “Why Susie Sells Seashells by the Seashore: Implicit Egotism and Major Life Decisions.” Journal of Personality and Social Psychology 82, no. 4(2002): 469–86; A. Tversky & D. Kahneman, “The Framing of Decisions and the Psychology of Choice.” Science 211(1981): 453–58; P. Pica et al., “Exact and Approximate Arithmetic in an Amazonian Indigene Group.” Science 306(2004): 499–503; J. G. de Villiers and P. A. de Villiers, “Linguistic Determinism and False Belief,” in P. Mitchell and K. Riggs, eds., Children’s Reasoning and the Mind (Hove, UK: Psychology Press, in press); J. A. Lucy and S. Gaskins, “Interaction of Language Type and Referent Type in the Development of Nonverbal Classification Preferences,” in Gentner and Goldin-Meadow, 465–92; L. F. Barrett et al., “Language as a Context for Emotion Perception,” Trends in Cognitive Sciences 11(2007): 327–32.

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/a-linguagem-e-o-pensamento

Astrologia e Astronomia

Alexey Dodsworth é astrólogo, bacharel em Filosofia pela Universidade São Judas Tadeu e aluno de graduação em Astronomia pelo IAG-USP. Na época que a carta foi escrita ocupava o cargo de diretor técnico da Central Nacional de Astrologia.

A Astrologia não é um conhecimento imune a críticas, isso é um fato. Como todo e qualquer conhecimento desenvolvido pelo ser humano, a prática de buscar correlações entre movimentos celestes e eventos terrestres é passível de legítimo questionamento, e até mesmo os profissionais da área, quando são intelectualmente honestos, observam problemas e questões que merecem um olhar mais apurado. Assim ocorre, conforme observo ao longo de mais de vinte anos de prática profissional de Astrologia. Desconheço astrólogos sérios que não estejam empenhados num constante criticar de seu próprio conhecimento.

A revista Ciência Hoje pretendeu estabelecer uma crítica, confrontando a Astronomia com a Astrologia. Críticas, conforme apontei desde o início, são sempre possíveis. Todavia, falta aos autores do referido artigo o tão importante conhecimento de causa. Os argumentos utilizados contra a Astrologia, contidos no artigo, são bastante conhecidos por nós e perfeitamente refutáveis. Apresento aqui os principais equívocos argumentativos contidos na matéria da revista Ciência Hoje, com a esperança de que, no futuro, uma revista tão séria procure se informar melhor.

Primeiramente, os signos utilizados em Astrologia ocidental não são as constelações celestes. Os signos astrológicos são trópicos, e não sidéreos. Pensar que os astrólogos utilizam as constelações astronômicas constitui total ignorância dos elementos básicos utilizados em Astrologia.

Em segundo lugar, vale notar que nem todos os astrólogos falam em “influência dos astros”. Mesmo na antiguidade, encontramos uma das principais máximas da Astrologia (revelada – esta tábua surgiu no fim da Idade Média, mas revela uma sabedoria antiga) na Tábua Esmeraldina, que anuncia: “aquilo que está em cima é como aquilo que está embaixo, para que se realizem os milagres da coisa única”. Ou seja, o que está em cima (os astros) é análogo ao que está embaixo (a vida na Terra).

O raciocínio analógico não implica em causalidade, nem tampouco na ideia de uma qualidade mecânica, ou de “energias invisíveis e desconhecidas” que desencadeiam comportamentos e fatos. O raciocínio analógico é profusamente explicado por Carl Jung em sua obra Sincronicidade, cujos detalhamentos não cabem aqui, mas valem a leitura. Não obstante afirme isso, não ignoro que alguns astrólogos crêem numa relação de causa e efeito.

O que quero que fique claro com o presente texto é que a ideia de causalidade aplicada à astrologia não é unânime e, até onde posso observar, tal ideia é aceita por uma minoria. Se no passado alguns astrólogos famosos defenderam a causalidade, isso não significa que no presente a classe astrológica concorde com este modelo.

Em terceiro lugar, a Astrologia não se limita a horóscopos de jornal e interpretações de personalidade de acordo com signos solares. Horóscopos de signos solares são o aspecto mais genérico da Astrologia, e continuarão a existir mesmo que todos os astrólogos se recusem a fazê-los.

Vale aqui um relato pessoal: no final dos anos 80, ainda em Salvador, eu me recusava a fazer horóscopos de jornal, mas nem por isso eles deixavam de existir. Como os astrólogos locais se recusavam a escrevê-los, tais horóscopos eram feitos, na época, por jornalistas que inventavam coisas, usando o horóscopo para mandar recados para seus desafetos e belos dizeres para seus amores. Se o jornalista estava irritado com um amigo leonino, aproveitava o horóscopo para dizer “poucas e boas” para a pessoa. Se tinha um amor libriano, previa dias de grande amor. Faziam isso como um chiste, uma brincadeira. Deste modo, tanto melhor que seja um astrólogo a escrevê-los do que um jornalista engraçadinho, pois pelo menos quando é um astrólogo que escreve o horóscopo a interpretação estará consonante com o saber astrológico, ainda que suas interpretações não sejam completas.

Para interpretações astrológicas completas, astrólogos se valem do mapa astral de nascimento, e não apenas de signos solares. Vale salientar que um horóscopo de jornal, ainda que seja apenas um sopé da grande montanha da Astrologia, serve de estímulo para que pessoas se interessem por um aprofundamento do assunto. Ainda que a interpretação possa ser, conforme foi apontado, genérica, é inofensiva e na maioria das vezes constitui um bom conselho, uma dica. Atacar a Astrologia por conta de horóscopos de jornal é um tipo primário de crítica. Ainda que um astrólogo não goste de horóscopos pautados em signos solares, não há como negar que constitui um total desserviço à Astrologia que um jornalista “invente” um horóscopo.

Estou de acordo com a crítica ao fato de que um mau astrólogo pode causar danos a pessoas, através de orientações e dizeres que prejudicam alguns desavisados não apenas no sentido psicológico. Contudo, estes maus astrólogos não são mais abundantes do que os maus profissionais que existem, lamentavelmente, em todas as profissões.

Não posso deixar de dizer que os argumentos utilizados pela Ciência Hoje não são nada diferentes dos mesmos argumentos apontados pela revista Superinteressante, no início dos anos 90. São argumentos repetitivos, superados e, se os autores tivessem se informado melhor, não dariam a este artigo um sabor tão ruim de comida requentada. A Ciência Hoje ficou com ares de “Ciência Ontem”, ao valer-se de argumentos superados e já refutados pela classe astrológica ao longo de incontáveis publicações. Ela sequer se deu ao trabalho de ouvir um astrólogo sério.

Pergunto: é assim que se faz ciência? Creio que não. Mais do que creio: por conta de minha sólida formação filosófica, sei que não. Sugiro, aqui, a leitura da extensa obra do filósofo da ciência Paul Feyerabend, além do excepcional artigo escrito pela também filósofa da ciência Cristina Machado, intitulado “A relação de poder entre a Astrologia e a ciência”, disponível na internet.

Por fim, vale lembrar que este tipo de comparação entre a Astronomia e a Astrologia nada acrescenta à Astronomia, tampouco a dignifica. Quando é mal feita, do jeito que foi, coloca os astrônomos numa posição de ignorantes pretensiosos, que criticam aquilo que não estudaram. Estudo Astronomia na USP, e nenhum dos meus professores, até agora, perdeu tempo em aula criticando um conhecimento que não é o deles. Eles sabem que Astronomia e Astrologia são saberes completamente distintos, pautados em paradigmas diferentes.

Não se eleva um conhecimento atacando outro, principalmente quando o ataque apenas expõe profundo desconhecimento de causa. Quando os autores do texto da Ciência Hoje criticam a Astrologia, incorrem no erro das generalizações graves.

Vale aqui fazer um pequeno recorte da revista Espaço Aberto, edição número 100, que conta com a declaração do professor Roberto Boczko, do Instituto de Astronomia da USP. Diz a revista: Outro assunto delicado é a Astrologia, mas nesse assunto o professor diz ser necessário cuidado para que não sejam feitas análises generalistas. Segundo Boczko, alguns cientistas costumam se arvorar da ideia de que explicam tudo e aquilo que eles não sabem explicar não existe. “Essa é uma atitude um tanto quanto perigosa e anticientista, porque o pesquisador deve estar aberto a novas descobertas, procurar explicar novos fatos”, comenta. Mas ele pondera e opina que tudo para o que não há explicação também não pode ser considerado prontamente sobrenatural.

O discurso do professor Boczko revela seu profundo entendimento dos limites da ciência. O cientista não pode, não deve ser convertido no novo “sumo sacerdote” de nossa sociedade. Do mesmo modo, os astrólogos não deveriam pleitear para si o status de “ciência” apenas como uma forma de reconhecimento social.

Sim, há críticas perfeitamente possíveis contra a Astrologia: a crença no inatismo identitário é atacada por Foucault, assim como Deleuze dedica longa parte de sua obra a criticar a ideia de “identidade”. Em nenhum dos casos as críticas de Foucault e Deleuze se dirigem frontalmente contra a Astrologia, mas poderiam ser aplicadas a ela. Estas, sim, seriam críticas dignas de muita discussão.

É inevitável lembrar também de Carl Sagan, famoso astrônomo que, apesar de também não considerar a Astrologia uma ciência, recusou-se a assinar um manifesto elaborado por cientistas contra “esta tal superstição”, por considerar a declaração autoritária. Mais do que apenas um homem inteligente, Sagan demonstrou sabedoria ao dizer que não assinaria um documento manifestando-se de forma contrária ou censora a um saber que não é da conta dele. Ao denunciar que se tratava de um documento autoritário, Carl Sagan deu exemplo do que é, de fato, ser um homem da ciência. Bulas papais condenaram cientistas no passado com seus manifestos autoritários. É espantoso que, com o passar dos anos, os perseguidos se convertam em perseguidores.

Alexey Dodsworth

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/astrologia-e-astronomia

Walt Disney e a Incerteza de Heisenberg

No Dia 5 de Dezembro de 1901, com pouquíssima diferença de tempo, nasciam duas mentes que mudariam o mundo: Walt Disney e Werner Heisenberg.

Walter Elias Disney (Chicago, 5 de dezembro de 1901 — Los Angeles, 15 de dezembro de 1966), rosacruz e membro da Ordem Demolay, foi um produtor cinematográfico, cineasta, diretor, roteirista, dublador, animador, empreendedor, filantropo e co-fundador da The Walt Disney Company. Tornou-se conhecido, nas décadas de 1920 e 1930, por seus personagens de desenho animado, como Mickey e Pato Donald. Ele também foi o criador do parque temático sediado nos Estados Unidos chamado Disneylândia, além de ser o fundador da corporação de entretenimento, conhecida como a Walt Disney Company.

Werner Karl Heisenberg (Würzburg, 5 de Dezembro de 1901 — Munique, 1 de Fevereiro de 1976) foi um físico alemão laureado com o Nobel de Física e um dos fundadores da Mecânica Quântica.

Doutorou-se pela Universidade de Munique, em 1923 aos 22 anos, e foi o chefe do programa de energia nuclear da Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial, apesar da natureza do seu trabalho nesta função ter vindo a ser fortemente debatida, pois Heisenberg lutou toda a sua vida para que a Energia Nuclear não fosse utilizada com fins bélicos.

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Seus Mapas são praticamente iguais, variando apenas as Casas e o Ascendente; Sol e Urano em Sagitário, Lua em Libra, Marte, Saturno e Júpiter em Capricórnio (com uma conjunção fortíssima de Saturno e Júpiter); Caput Draconis em Escorpiao.

O Planeta mais forte destes mapas é Saturno em Capricórnio, com 6 aspectações, e a aspectação mais forte é justamente a conjunção entre Júpiter e Saturno, com 0,4 graus.

Esta conjunção entre Júpiter e Saturno indica uma facilidade quase magistral em se lidar com aquelas energias; no caso: Capricórnio (a disciplina, sobrevivência e militarismo). E ambos ainda possuíam Marte em Capricórnio: A facilidade de se gastar energia em sobrevivência e disciplina.

Mercúrio em Escorpião-Sagitário (o Rei de Bastões ou, se preferirem, o famigerado Ofiúco) indica uma capacidade intelectual de reunir e compilar conhecimentos de maneira muito mais efetiva do que as outras combinações energéticas do zodíaco. Quando você agrega estas duas características, tem um Mapa com potencial para realizar qualquer trabalho mental que se proponha. Lua em Libra indica uma capacidade de lidar com público e um senso de harmonia e equilíbrio acima da média.

Disney tentou entrar para o exército mas foi rejeitado. apesar disso, conseguiu um emprego como motorista de ambulância pela Cruz Vermelha no final da I Guerra. Por outro lado, Heisenberg aprendeu a tocar piano clássico e aos 13 anos já executava peças bem complicadas. Durante a II Guerra, enquanto Disney produzia desenhos animados de propaganda para os civis e vídeos de treinamento para os militares; Werner tornou-se chefe do programa atômico alemão.

Tanto Walt Disney quanto Heisenberg receberam o principal prêmio de suas vidas, em reconhecimento de suas carreiras no mesmo ano: em 1932 Disney recebeu um Oscar e Heisenberg recebeu um prêmio Nobel… com saturno novamente em Capricórnio, completando seu ciclo e premiando aqueles que estabeleceram sua Verdadeira Vontade (é um exemplo do que os Astrólogos chamam de “Retorno de Saturno”).

Ambas artistas com apurado senso estético, ambos com ideais militares: O que fez com que um deles se tornasse um dos maiores físicos teóricos da Alemanha e o outro produtor de desenhos animados? E mais importante: porque as outras pessoas que nasceram neste dia não se tornaram famosas também?

A resposta para esta pergunta é o que confunde os leigos, pseudo-céticos e supersticiosos em relação à Astrologia… É a mesma razão pela qual todas as pessoas negras de 1,72m e 67kgs que jogam futebol não jogam tão bem quanto o Pelé. É provável que se alguém clonar o Pelé algum dia, seu clone não jogará tão bem quanto ele.

A resposta é que o Mapa Astral mostra o POTENCIAL daquele pensamento encarnado (espíritos são pensamentos… os leigos tendem a achar que eles se pareçam com gasparzinhos ou coisas parecidas, mas a definição científica mais precisa é a que espíritos são compostos do mesmo material que nossos pensamentos). Todas as pessoas encarnadas naquele preciso momento tinham estas mesmas potencialidades, que nunca são exatamente as mesmas, por conta das Casas, mas as desenvolveram de acordo com seu ambiente, cultura, riqueza, estudos e criação.

É interessante lembrar que as pessoas nascidas com esta conjunção foram os adolescentes na I Guerra Mundial, passaram pela Grande Depressão com 28 anos ou tinham 39 anos na II Guerra, então toda esta preparação psicológica foi bastante útil para esta geração passar pelo que passou.

Talvez existissem outros potenciais Disneys que morreram em bombardeiros, é provável que muitos soldados nascidos neste momento gostassem muito de música ou de desenhar… nunca saberemos.

E é esta incerteza que faz a Astrologia ser tão difícil de ser medida pelos métodos tradicionais: a vida não tem save game para observarmos o que aconteceria se fizéssemos X ou Y.

E no caso de gêmeos?

A mesma coisa: aqueles dois indivíduos encarnaram dentro da mesma janela potencial, mas eram pessoas totalmente diferentes em sua encarnação anterior e possuem missões diferentes no qual usarão aquele potencial. Existe um estudo que comprovou cientificamente que existe uma correlação psicológica e pode ser lido Aqui mas isso não garante que terão o mesmo emprego ou ambos farão esportes, muito menos que conseguirão atingir o mesmo resultado em suas carreiras, pois isso depende de fatores totalmente externos a um Mapa Astral.

#Astrologia #Biografias

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/walt-disney-e-a-incerteza-de-heisenberg

Mapa Astral de Andy Warhol

Andy Warhol (nascido Andrew Warhola; Pittsburgh, 6 de agosto de 1928 — Nova Iorque, 22 de fevereiro de 1987) foi um empresário, pintor e cineasta norte-americano, bem como uma figura maior do movimento de pop art.

Aos 17 anos, em 1945, entrou no Instituto de Tecnologia de Carnegie, em Pittsburgh, hoje Universidade Carnegie Mellon e se graduou em design.

Logo após mudou para Nova York e começou a trabalhar como ilustrador de importantes revistas, como Vogue, Harper’s Bazaar e The New Yorker, além de fazer anúncios publicitários e displays para vitrines de lojas. Começa aí uma carreira de sucesso como artista gráfico ganhando diversos prêmios como diretor de arte do Art Director’s Club e do The American Institute of Graphic Arts.

Fez a sua primeira mostra individual em 1952, na Hugo Galley onde exibe quinze desenhos baseados na obra de Truman Capote. Esta série de trabalhos é mostrada em diversos lugares durante os anos 50, incluindo o MOMA, Museu de Arte Moderna, em 1956. Passa a assinar Warhol.

Os anos 1960 marcam uma guinada na sua carreira de artista plástico e passa a se utilizar dos motivos e conceitos da publicidade em suas obras, com o uso de cores fortes e brilhantes e tintas acrílicas. Reinventa a pop art com a reprodução mecânica e seus múltiplos serigráficos são temas do cotidiano e artigos de consumo, como as reproduções das latas de sopas Campbell e a garrafa de Coca-Cola, além de rostos de figuras conhecidas como Marilyn Monroe, Liz Taylor, Michael Jackson, Elvis Presley, Pelé, Che Guevara e símbolos icônicos da história da arte, como Mona Lisa. Estes temas eram reproduzidos serialmente com variações de cores.

Além das serigrafias Warhol também se utilizava de outras técnicas, como a colagem e o uso de materiais descartáveis, não usuais em obras de arte.

Mapa Astral

O Mapa de Andy possui, como era de se esperar, muitos planetas em Leão: Sol, Mercúrio, Vênus e Netuno. Possui Lua em Áries, Marte em Touro-Gêmeos (Rei de Espadas), Júpiter em Touro; Saturno em Sagitário e Caput Draconis em Gêmeos.

Seu Planeta mais forte é Mercúrio em Leão, com 6 Aspectações Fortes. O mapa indica uma pessoa com uma facilidade muito acima da média para publicidade, marketing, capacidade de vender imagens e designs. Seu Marte o tornava uma pessoa sempre em busca de pesquisas e conhecimento, que eram aplicados em sua Verdadeira Vontade através de Saturno em Sagitário (o saturno dos filósofos). Normalmente vemos pessoas com esta configuração se dedicando à academia ou a escrita, mas provavelmente a combinação destes planetas (Marte e Júpiter) ao excesso de energia leonina fizeram com que ele se voltasse para as artes e imagens, exercendo sua Vontade através da mídia, muitas vezes chocando as pessoas com suas produções. Trabalhou em mais de uma centena de filmes, de 1963 a 1977.

#Astrologia #Biografias

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/mapa-astral-de-andy-warhol

Signos Intermediários na Astrologia

O maior problema que eu percebo nas pessoas que estão aprendendo (e ensinando) Astrologia é a necessidade que elas possuem de querer ter “palavras chaves” para os signos, sem se atentar para o conceito de oitavas. Então pensemos juntos, cada pessoa vai ter um conjunto de “trilhos” que são os planetas e os signos, mas antes de tudo a pessoa precisa olhar no espelho e ver em que oitava ela própria segue trabalhando. A imagem desse post diz respeito a essa correspondência de vocabulário, ou “palavras chaves”, mas na realidade deve ser compreendido como um verdadeiro pantone de sentimentos.

No livre arbítrio, é pelo resultado prático que entendemos em que oitava estamos vibrando. Por exemplo, você tem muitos planetas em Gêmeos? Legal, mas como está usando isso? O fato é que não existe uma literatura sobre as oitavas (a não ser as musicais,rs). Todo manual de Astrologia coloca “palavras chaves”, ou seja, são os “defeitos” do signo e as “qualidades” dos mesmos, mas tudo muito superficial se pensarmos a nível desse pantone de sentimentos mais complexos.

Claro que, na real, tudo isso é muito subjetivo. Você já pode ter estudado mais de 1000 mapas e eles vão te dar algumas chaves de entendimento, mas continua sendo só um MAPA. Você pode pegar todos os melhores adjetivos que puder para os mapas analisados, mas eles não vão mudar uma vírgula sequer se a pessoa não AGIR. É aquela coisa, alguém por acaso já viu uma pessoa justificar suas debilidades planetárias como desculpa paras as vacilações que já cometeu e continua cometendo na vida? Pois bem…

O fato é que todas as energias precisam estar na mandala, é por isso que em matéria de Alquimia se fala em “transformar” e não em “criar” o ouro. Se a pessoa tem algo no mapa que não aparece na consulta, das duas uma, ou ela está escondendo ou está reprimindo – ou pode justamente estar vibrando nas oitavas baixas e mentindo! Daí vai acontecer o seguinte, se reprimir por muito tempo, aquilo lá pode virar uma doença porque essas energias são o que somos, e elas precisam fluir de um jeito ou de outro.

Resumindo, você pode ser um bombeiro, um lutador de jiu-jitsu, ou então… um covarde que bate em mendigos na frente dos amigos pra se achar “o” valentão. A linha entre esses dois é muito tênue, confere?

Uma boa referência para o estudo dessas oitavas e desse pantone de sentimentos é buscar compreender melhor como podemos lidar com os chamados “signos intermediários”. A dificuldade em se entender os signos intermediários está na necessidade de se colocar tudo em [caixinhas], como se as energias não vibrassem de forma fluida. Percebam o pantone, onde podemos encontrar a fronteira entre “corajoso” e “intrépido”? Ou “corajoso” e “irresponsável”? E onde está a fronteira entre Áries e Touro? No caso, se encontra no vermelho-alaranjado-escuro, que é justamente o ariano com capacidade de finalizar o que começa.

Não existe uma “caixa” chamada Gêmeos que, quando dá 23h59, continua sendo essa vibração mas quando passa pra 0h01, agora é totalmente câncer. Há um espectro de cores, de tonalidades, ou seja, de oitavas que um signo possui!

Agradecimentos ao Patrick Mesquita pela organização dos textos.

#Astrologia

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/signos-intermedi%C3%A1rios-na-astrologia

Curso de Kabbalah em Salvador-BA

Este é um post sobre um Curso de Hermetismo já ministrado!

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Informações sobre o curso de Kabbalah em Salvador:

Data: 05/12 (sábado) – Kabbalah

Local: Offices Premium (bairro Comércio)

Horário: Das 9h00 as 18h00

Kabbalah

Este é o curso recomendado para se começar a estudar qualquer coisa relacionada com Ocultismo.

A Kabbalah Hermética é baseada na Kabbalah judaica adaptada para a alquimia durante o período medieval, servindo de base para todos os estudos da Golden Dawn e Ordo Templi Orientis no século XIX. Ela envolve todo o traçado do mapa dos estados de consciência no ser humano, de extrema importância na magia ritualística.

O curso abordará as diferenças entre a Kabbalah Judaica e Hermética, a descrição da Árvore da Vida nas diversas mitologias, explicação sobre as 10 Sephiroth (Keter, Hochma, Binah, Chesed, Geburah, Tiferet, Netzach, Hod, Yesod e Malkuth), os 22 Caminhos e Daath, além dos planetas, signos, elementos, cores, sons, incensos, anjos, demônios, deuses, arcanos do tarot, runas e símbolos associados a cada um dos caminhos.

O curso básico aborda os seguintes aspectos:

– A Árvore da Vida em todas as mitologias.
– A Cabalá Judaica e a Kabbalah Hermética
– Simbolismo e Alegorias na Kabbalah
– Descrição e explicação completa sobre as 10 esferas (sefirot).
– Descrição e explicação completa sobre os 22 caminhos.
– Cruzando o Abismo (Véu de Paroketh).
– Alquimia e sua relação com a Árvore da Vida.
– O Rigor e a Misericórdia.
– A Estrela Setenária e os sete defeitos capitais.
– Letras hebraicas, elementos, planetas e signos.

Informações e Reservas: marcelo@daemon.com.br

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/curso-de-kabbalah-em-salvador-ba