Mapa Astral de Dion Fortune

Dion Fortune, pseudônimo de Violet Mary Firth Evans (1890 — 1946), psicóloga e ocultista britânica.

Violet nasceu em Bryn-y-Bia (Llandudno, Gales), e cresceu no seio de uma família onde se praticava, rigorosamente, a Ciência Cristã. Por volta de 1910, após sofrer uma crise nervosa, interessou-se pelo Ocultismo. Em 1919, ela foi iniciada no Templo “Alpha e Ômega”, da Ordem Hermética da Aurora Dourada (Golden Dawn), onde adotou o nome-mágico de “Dion Fortune”, inspirado no lema de sua família: “Deo , non fortuna “(Deus, não o destino). Ao mesmo tempo, estudou Psicologia e Psicanálise na Universidade de Londres, onde se formou, passando a trabalhar como psicoterapeuta na Clínica Médico-Psicológica de Brunswick Square.

Com Sol, Vênus e Mercúrio em Sagitário; Lua em Libra; Caput Draconis, Plutão e Netuno em Gêmeos e Marte e Júpiter em Aquário (com um Saturno em Virgem para equilibrar), sendo o Sol seu planeta mais forte, com nada menos do que 8 Aspectações fortes, temos um Mapa bastante adequado para uma ocultista e muito voltado para o pensamento, a mente e o estudo/filosofia da magia.

Praticamente todos os Planetas deste Mapa estão ligados ao elemento AR ou aos aspectos Mutáveis dos Signos (que envolvem a mente).

A estrutura do Mapa sugere alguém que organiza e compila coisas estranhas; com dedicação tanto no campo da busca incessante por conhecimentos profundos e espirituais (Netuno e Plutão em Gêmeos) quanto na facilidade e seu dispêndio de energia em assuntos diferentes ou fora do padrão (Marte e Júpiter em Aquário – sorte nossa que ela escolheu a Magia como assunto exótico para se dedicar!) embasados por uma disciplina metódica e perfeccionista. Isso é percebido em sua obra mais valiosa: “A Cabala Mística”, bem como no livro “Autodefesa Psíquica” ambos recomendados por este que vos escreve.

#Astrologia #Biografias

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/mapa-astral-de-dion-fortune

As Táticas da Magick

“O cérebro humano opera evidentemente de acordo

      com alguma variação do princípio enunciado em

 The Hunting of the Snark: ” O que eu te disser

 três vez é verdade” é verdade”.

Norbert Wiener, Cybernetics

 

A ideia mais importante do Livro da Magia Sagrada de Abra-Melin o Mago é a fórmula aparamente simples “Invo­car muitas vezes.”

Na Teoria do Comportamento, de Pavlov, Skinner, Wolpe. etc., a forma mais conseguida de tratamento para as chamadas doenças mentais pode muito bem ser resumida em três palavras semelhante: “Reforçar muitas.” (Para to­dos os efeitos práticos, “reforçar” significa aqui o mesmo que o termo do leigo “recompensar”) A essência da Teoria do Comportamento é recompensar o comportamento; a medida que se sucedem as recompensas, o comportamento de­sejado começa ocorrer com cada vez maior frequência, “como por magia.”

Como todos sabem, a publicidade baseia-se no axioma “Repetir muitas vezes.”

Aqueles que se consideram “materialistas,” e que julgam que o que o “materialismo” lhes exige a negação de todos os factos não conformes com a sua definição de “matéria”, sentem-se naturalmente relutantes em admitir a lista extensa e bem documentada de indivíduos que foram curados de doen­ças graves por essa forma de magick tão vulgar e absurda conhecida por ciência cristã. Não existe nenhuma diferença essencial entre a magick a Terapia do Comportamento, a publi­cidade e a ciência crista. Todas elas podem ser condensadas na fórmula simples de Abra-Melin, “Invocar muitas vezes.”

A realidade é termo-plástica e não termo-estável. Ela não totalmente disparatada, corno o senhor Paul Krassner certa vez afirmou, mas encontra-se omito mais perto disso do que geralmente supomos Se nos disserem vezes suficientes que “Budweiser a rainha das cervejas,” a Budweiser aca­bará por saber um nadinha melhor e talvez mesmo multo melhor do que antes desse encantamento ter sido lançado. Se um terapeuta do comportamento a soldo dos comunistas o recompensar de cada vez que você repetir um slogan comu­nista. você começará a repeti-lo mais veres, passando a apro­ximar-se do mesmo tipo de crenças que os cientistas cristãos usam para os seus mantras. E se um cientista cristão repetir para si próprio todos os dias que a sua úlcera lá desaparecer, ela desaparecerá mais rapidamente do que sucederia se ele nunca se tivesse enjeitado a esta campanha caseira de publici­dade. Finalmente, se um mágico evocar vezes suficiente o Grande Deus Pã, o Grande Deus Pã acabará por surgir, do mesmo modo como o comportamento heterossexual a surgir em homossexuais que estejam a ser tratados (alguns diriam maltratados) através da terapia do comporta­mento.

O oposto e recíproco de “Invocar muitas vezes” é “Banir muitas vezes”

O mágico que deseje uma manifestação de Pã não apenas invocará Pã directa e verbalmente, como também cria­rá ambientes de Pã no seu tempo, reforçando as associações com Pã em todos os seus gestor, e usando peças de mobiliário, cores e perfumes associados com Pã, etc.; mas também bani­rá verbalmente todos os outros deuses, através da remoço das mobílias, cores e perfumes associados com eles. e banindo-os também de todos os outros modos possíveis. O terapeuta do comportamento chama a este procedimento de “reforço negativa” e, ao tratar um doente com, a fobia dos elevadores, não apenas reforçará (recompensará) todas as situações era que o paciente andar de elevador sem evidenciar terror, como tam­bém reforçará negativamente (castigará) todas as indicações de terror evidenciadas pelo doente. Evidentemente, o cientista cristã usa rnantras ou encantamentos que, simultaneamen­te, reforçam a saúde e reforçam negativamente (afastam) a doença. Dum modo semelhante, um anuncio publicitário não apenas motiva o consumidor para o produto do patrocinante, como desencoraja também o interesse por todos os “falsos deuses,” reduzindo-os à desprezada e desprezível Marca X.

O hipnotismo, o debate e inúmeros outros jogos apre­sentam todos o mesmo mecanismo: Invocar muitas vezes e Banir muitas vezes.

O leitor que estiver interessado em alcançar uma com­preensão mais profunda desta questão poderá consegui-la aplicando na prática estes princípios. Faça esta experiência muito simples. Durante quarenta dias e quarenta noites, comece cada dia invocando e glorificando o mundo como se ele fos­se uma expressão das divindades egípcias. Recite de madrugada:

Abençoo Ra, o brilhante e quente sol

Abençoo Isis-Luna na noite

Abençoo o ar, o falcão de Hórus

Abençoo esta terra em que caminho

Repita ao nascer da Lua. Prossiga durante os quarenta dias e quarenta noites. Garantimos sem quaisquer reservas que, no mínimo, o leitor se sentirá mais contente e mais em casa neste canto da galáxia (e compreenderá também melhor a ati­tude dos índios americanos para com o nosso planeta); no má­ximo, obterá recompensas muito para além das suas expectati­vas, convertendo-se ao uso deste mantra para o resto da sua vi­da. (Se os resultados forem excepcionalmente bons, poderá mesmo começar a acreditar nas antigas divindades egípcias.)

Uma selecção de técnicas mágycas incapazes de ofen­der a razão de qualquer materialista pode ser encontrada em You Are Not the Target (que poderoso mantra é este título!) de Laura Archera Huxley, Gestalt Therapy de Perls, Hefferline e Goodman, e Mind Games de Masters e Houston.

Evidentemente, tudo isto se resume à programação da nossa própria realidade através da manipulação de aglomera­dos apropriados de palavras, sons, imagens e energia emocional (prajna). Mas a faceta da magick que mais desconcerta, espanta e escandaliza a mentalidade moderna é aquela em que, agindo á distância, o operador programa a realidade de outra pessoa. Para este tipo de mentalidade, a afirmação de que seria possí­vel programar uma dor de cabeça para o presidente dos Esta­dos Unidos pareceria incrível e insultuosa. Pessoas assim pode­riam aceder em que essa manipulação de energia fosse possível caso o presidente estivesse informado dos nossos propósitos, mas nunca aceitariam que o feitiço funcionasse também se o seu receptor não se encontrasse consciente da maldição.

Sendo assim, o materialista afirmará então que todos os casos em que, nestas condições, a magia parece resultar, não passam de ilusões, enganos, alucinações, “coincidências,” má compreensão, “sorte,” acidente ou pura fraude.

Ao tomar esta atitude, o materialista não parece com­preender que ela equivale a afirmar que, afinal, a realidade é mesmo termo-plástica – pois está a admitir que muitas pessoas vivem em realidades diferentes da sua. Mas em vez de o deixar­mos debatendo-se com esta auto-contradição, sugerimo-lhe que consulte Psychic Discoveries Behind the Iron Curtain, de Óstrander e Schroeder – e especialmente o capítulo 11, “Dos Animais à Cibernética: A Procura duma Teoria da Psi.” Poderá então perceber que, quando a matéria acabar por ser totalmen­te compreendida, não existe nada que um materialista precise de rejeitar na acção mágica á distância, que está a ser ampla­mente explorada por cientistas afectos à rígida causa do mate­rialismo dialéctico.

Aqueles que têm mantido vivas as antigas tradições da magick, como a Ordo Templi Orientalis, compreenderão que o segredo essencial é sexual, e que podemos encontrar mais luz nos escritos do Dr. Wilhelm Reich do que nas actuais pesquisas soviéticas. Mas o Dr. Reich foi encarcerado como tolinho pelo governo americano e não nos passaria pela cabeça pedir aos nossos leitores que considerem a hipótese do governo america­no alguma vez se haver enganado.

Qualquer psicólogo adivinhará imediatamente os si­gnificados simbólicos mais prováveis da Rosa e da Cruz; mas nenhum psicólogo dedicado à pesquisa psi parece ter alguma vez aplicado esta chave na decifração dos textos mágicos tradi­cionais. A mais antiga referência à franco-maçonaria em inglês surge em “Muses Threnody” de Anderson, 1638:

Porque nós somos irmãos da Cruz Rosada

Nós temos a Palavra Maçónica e a segunda visão (1)

mas nenhum parapsicólogo seguiu ainda a pista evidente conti­da nesta conjunção da rosa vaginal, a cruz fálica, a palavra da invocação e o fenómeno da projecção do pensamento. Parte desta cegueira pode ser explicada pelos tabus contra a sexuali­dade que ainda se encontram latentes na nossa sociedade; sen­do a outra parte o medo de abrir a porta ás formas de paranóia mais insidiosas e subtis. (Se a magick pode funcionar à distân­cia, diz o pensamento reprimido, qual de nós se encontra segu­ro?) Um estudo profundo e objectivo da histeria anti-LSD na América iluminará melhor os mecanismos de evitamento aqui discutidos.

O racionalista descobrirá evidentemente ainda outras ofensas e afrontas no estudo mais aprofundado da magick. To­dos sabemos, por exemplo, que as palavras não passam de con­venções arbitrárias sem nenhuma ligação intrínseca com as coisas que simbolizam. No entanto, a magick utiliza as palavras de tal modo que parece implicar a existência de alguma co­nexão, ou mesmo identidade, deste tipo. Se o leitor se encon­trar disposto a analisar alguns exertos de linguagem geralmen­te não considerados como mágicos, poderá conseguir descobrir parte da resposta. Por exemplo, o padrão 2 + 3 do “lo Pan! lo Pan Pan!” de Crowley não difere muito do 2 +3 de “Santa Ma­ria, Mãe de Deus.” Assim, quando um mágico nos diz que. no momento mais intensamente emocional da evocação, devemos gritar “Abracadabra” e nenhuma outra palavra, ele está a exa­gerar; poderíamos utilizar outras palavras; mas faremos abor­tar os resultados se nos afastarmos muito do ritmo pentatónico de “Abracadabra.”

O que nos trás de volta à teoria mágica da realidade.

Escreve o Mahatma Guru Sri Paramahansa Shivaji em Ioga para Tolinhos:

 

Consideremos um pedaço de queijo. Dizemos que ele tem certas qualidades, como forma, estrutura, cor, so­lidez, sabor, cheiro, consistência e outras mais; mas a investigação demonstrou que elas são todas ilusórias. Onde se encontram então estas qualidades? Não no queijo, pois observadores diferentes farão descrições delas muito diferentes. Em nós também não, pois não as sentimos na ausência do queijo.

Que qualidades serão então essas sobre as quais nos sentimos tão certos? Elas não existiriam sem os nos­sos cérebros; não existiriam sem o queijo. São o resul­tado da união, isto é, do Ioga, daquilo que vê e daqui-lo que é visto, do sujeito e do objecto…

Um físico moderno não encontraria aqui motivo para discórdia; e esta é a teoria mágica do universo. O mágico assu­me que a realidade sentida – o conjunto de impressões filtra­das pelos sentidos e processadas pelo cérebro – é radicalmente diferente da chamada “realidade objectiva.” Como dis­se William Blake, “O louco não vê a mesma árvore que o sábio vê.” Sobre a realidade supostamente “objectiva” pouco mais podemos fazer do que especular ou elaborar teorias que, se formos muito cuidadosos e subtis, não contradirão nem a ló­gica nem os relatos dos sentidos. Esta falta de contradição é a lógica; existem sempre algumas divergências entre a teoria e a lógica, ou entre a teoria e os dados dos sentidos. Por vezes pas­sam-se séculos sem essas divergências serem descobertas (por exemplo, o afastamento de Mercúrio em relação ao cálculo newtoniano da sua órbita). E, mesmo quando é alcançada, esta falta de contradição prova apenas que a teoria não é totalmen­te falsa. Em caso algum prova que a teoria é totalmente verda­deira – pois, a partir dos dados disponíveis em determinada al­tura é possível construir um número indefinido de teorias. Por exemplo, as teorias de Euclides, de Gauss e Riemann, de Lobachevski e de Fuller resultam todas razoavelmente bem na superfície da Terra. Quanto ao espaço interestelar, não se tem ainda a certeza se o sistema que resulta melhor é o de Gauss­-Riemann ou o de Fuller.

Ora, se dispomos assim de tanta liberdade para esco­lher as nossas teorias sobre a “realidade objectiva,” seremos ainda mais livres no aspecto da decifração da realidade sentida. A pessoa média vê como foi ensinada a ver – isto é, como foi programada pela sociedade. O mágico é um auto-programador. Usando a invocação e a evocação – que, como mostramos aci­ma, são funcionalmente idênticas ao auto-condicionamento, à auto-sugestão e à hipnose – ele selecciona ou orquestra, co­mo um artista, a realidade sentida. (É evidente que, inconscien­temente, todos procedemos assim; ver o parágrafo sobre o queijo. O mágico, agindo conscientemente, controla esse processo.)

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Nota:

(1) N. do T. – No original, “For we be brethren of the Rosey Cross / We have the Mason Word and second sight.”

Bibliografia: Robert Anton Wilson, O Livro dos Illuminati.
Editora Via Óptima, Porto, 1º edição, Dezembro de 1985.

Robert Anton Wilson

Postagem original feita no https://mortesubita.net/magia-do-caos/as-taticas-da-magick/

Pacto com Lucifugo Rofocale

Venha Participar de um ritual de Alta Magia que tem por objetivo abrir os portais da Riqueza e da Prosperidade para o praticante. Este é um ritual sério que nada tem a ver com Pactos Demoníacos e entidades maléficas.

@MDD – antes de comentar o resto do Spam, uma pergunta: Se o Lucifugo Rocambole é o maior mestre em distribuir riquezas no planeta, por que vocês ainda não estão ricos nem prósperos?

Sabemos que existem muitos mitos que rodeiam sobre rituais de Alta Magia e Pactos e que assim povoam o consciente da maioria das pessoas com pensamentos assustadores e tenebrosos. Não são medos infundados, pois desde a Inquisição muitas estórias foram inventadas para colocar medo naqueles que ousassem desobedecer as ordens da Igreja Romana. Além disso, são comuns em nossos tempos, pessoas praticarem ritos absurdos com entidades do plano inferior oferecendo a própria alma em troca de poucos anos de riqueza.

Nosso Ritual não tem nada a ver com isso!

@MDD – ufa… fico feliz. quase me convenceu…

Trata-se de um ritual sério, bonito, fundamentado em conhecimento, não na fé cega. Nosso Ritual não ofende a nenhuma religião, não blasfema contra nenhum Deus, não é um ritual de cunho sexual, não há nudismo, não há venda de almas e nem sacrifícios de sangue. E, além disso, funciona melhor que qualquer outro ritual que se possa ter notícias. Simplesmente porque não há nenhuma entidade superior à do nosso ritual na função de distribuir riquezas em nosso planeta ? Nosso Ritual é para Reis ? Venha Reinar Conosco!

@MDD – Aqui entra uma dúvida… Se o tal “ritual de prosperidade para Reis” funciona, por que vocês precisam ficar mendigando pessoas através de SPAM para fazer o ritual? Por que o tal lucifugo simplesmente não faz vocês ricos e resolve o problema?

O ritual é realizado individualmente em nosso Castelo (de forma secreta), ou seja, sem que ninguém mais necessite saber que vós realizou o ritual (isso será entre você e os Mestres Magos possuidores do Rito (e somente com tal discrição existirá o retorno esperado ? não prossiga sem total discrição)

@MDD – “Vós realizou”? “Mestre magos”? “castelo”? Pode isso, Arnado?

\’Para obter algo que você nunca teve, precisa fazer algo que nunca fez\’. Através desse ritual, nós vos apresentamos à uma Poderosa Entidade Espiritual, incumbindo-lhe a missão de trazer-lhe riquezas e bens materiais. Você obterá também aumento da percepção, da influência, do poder e fortuna pessoal.

@MDD – eu tomei a liberdade de perguntar qual seria a bagatela do “pacto” e descobri que pode chegar a três mil Dilmas… Daí, novamente, pergunto: se a entidade é tão poderosa assim, bem que ela poderia deixar as pessoas pagarem DEPOIS de fazer o pacto, ne? ou, melhor ainda, já dar direto para os “mestres dos magos” toda essa riqueza… só perguntando…

O nosso Rito possui alta tensão mágicka e não meras formalidades teatrais ou simbólicas. O que pode ser descrito (é bem limitado, pois não deve ser exposto). Em sua iniciação você passará por algumas preparações fundamentais, que seguem toda uma tradição ritualística, essa cerimônia é individual e realizada somente com sua presença em nosso Castelo, na região de Xxxxxxxx/Pr; em data específica, com absoluto sigilo. Seu corpo astral receberá \”marcas\” que serão reconhecidas por outros seres astrais, além do recebimento de alguns \”itens\” (que não podemos descrever aqui)

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@MDD – “alta tensão mágicka” uia! “Marcas no corpo astral”… da alta tensão mágicka eu não sei, mas as marcas no corpo astral eu aposto que as pessoas receberão rsrsrs

Para participar do ritual é preciso antes fazer o Curso Preparatório e também uma preparação pessoal antes do rito. Além disso, nós temos que confeccionar a jóia ritualística, os utensílios mágickos, vestimenta e pergaminho sagrado que será usado por vós na realização do ritual.

@MDD – que custa cerca de 30-40 Dilmas. Meio miserável para um demônio que diz que vai dar riqueza, ne? 30,00 é troco de pinga. Essa história toda está meio suspeita…

*Existem diversos custos que envolvem esse forte ritual e portanto esse custo é repassado ao interessado(a) que também deve contribuir com o Xxxxxx Xxxxxx, assim sendo, a taxa de participação é um investimento único de R$3.000,00 (Três Mil Reais) = um único investimento para uma nova vida de absoluto sucesso.

@MDD – Esse Lucifugo Rocambole trabalha com Telexfree também? Porque me falaram que é muito bom e vai me deixar rico também, e nem precisa trabalhar. Pode parcelar no cartão de crédito?

*pagamento no valor acima à vista e antecipado ao agendamento do ritual.

*consulte opções de parcelamento da taxa ? com cheque ? valor diferenciado.

O nosso ritual é um rito de Alta Magia somente para os Reis!

@MDD – Sem querer ser chato mas já sendo… “Reis” já são prósperos e não precisam de pactos picaretas. Quem está ferrado e precisa de dinheiro não tem os três mil dilmas… no final das contas, vocês acabam pegando os trouxas que querem ser espertos, o que acaba me deixando pensativo se eu deveria ou não avisar as pessoas sobre picaretagens desse tipo. É para se meditar…

Os Reis são aqueles que tem a mente aberta e têm coragem de encarar o mundo como ele realmente é!

Os Reis são aqueles que se responsabilizam pelos seus atos ao invés de compadecer-se de suas próprias dôres!

@MDD – Se os reis se responsabilizam por seus atos, por que deixar sua prosperidade nas mãos do Lucifugo? não seria mais lógico se as próprias pessoas conquistassem a prosperidade?

Os Reis compreendem que não ser escravo da matéria não significa viver na pobreza e sim possuir e dominar todo o qualquer bem que vier a desejar. Os Reis reinarão sobre todas as coisas materiais. E os escravos servirão!

@MDD – Ai chegamos a um consenso: “os escravos servirão!”

Se você realmente tem interesse e está preparado para vir reinar conosco;

***NÃO RESPONDA ESSE EMAIL***

SE VÓS TIVER REAL INTERESSE ENVIE EMAIL PARA:

@MDD – “Vós tiver” doí os olhos… sério mesmo… aprende a conjugar verbos quando quiser falar difícil.

*** Ligar ou enviar email somente se vós tiver real interesse, discrição e condições de realizar o ritual em Xxxxxxxxxxx/PR.

@MDD – Eu não sou muito discreto, mas fiz um jabá de vocês aqui.

#Fraudes

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/pacto-com-lucifugo-rofocale

O Mapa Astral do Neil Gaiman

mapa-neil-gaiman

10 de Novembro é a data de aniversário de um dos maiores escritores do planeta. Quando ele esteve em SP pela segunda vez, eu perguntei o horário de nascimento dele, o que torna possível fazer o Mapa Completo, com todos os dados… Para meus alunos de Astrologia Hermética, o Mapa para vocês brincarem; para quem ainda não entende, abaixo vai uma descrição completa das principais Aspectações do Mapa.

Sol em Escorpião na Casa 6: Uma pessoa intensa, com sentimentos muito intensos, apaixonada pelo que é misterioso e o que está escondido. Alguém que deseja saber o que se passa na cabeça das pessoas, que tentará aprender o máximo que puder sobre a natureza humana; a casa 6 indica alguém perfeccionista, que prefere trabalhar quieto no seu canto sem grandes alardes.

Sol em Conjunção a Netuno: Extremamente sensível; pode gostar de criar mundos de fantasia em sua mente, onde é capaz de fazer o que quiser nele. Se desenvolver talentos para escrever, pode se tornar um bom escritor.

Sol em Conjunção a Mercúrio: Tem uma grande necessidade de expressar suas opiniões, facilidade para escrever ou talento para colocar no papel aquilo que pensa.

Sol em Quadratura com o Meio do Céu: Indica tendência para se tornar conhecido na profissão que escolher.

Sol em Quadratura com Urano: Indica tendência a se rebelar contra figuras de autoridade. Provavelmente gosta de despertar esperança e incentivar as pessoas.

Lua em Leão na casa 3: Seus sentimentos influenciam suas decisões de tal maneira que às vezes é quase impossível ser muito objetivo, a menos que ele faça um esforço maior que a maioria das pessoas para isso. Por outro lado, têm facilidade para expressar sentimentos em palavras (casa 3).

Lua em quadratura com netuno: Características de sonhador, alguém que pode eventualmente preferir viver em lugares imaginários do que reais.

Lua em Quadratura com Mercúrio: A intuição e a mente racional estão tão interligadas que sua argumentação geralmente é feita com base em sentimentos, não em lógica.

Ascendente entre Gêmeos e Câncer: A partir dos 30 anos, desenvolverá cada vez mais facilidade para trabalhar com textos, palavras e narrativas, sejam eles descritivos (gêmeos) ou fábulas (câncer).

Mercúrio em Escorpião entre a 5a e 6a casa: Mente muito perspicaz, que deseja chegar sempre ao fundo de qualquer questão. Vai gostar de se expressar e, provavelmente quando ficar mais velho vai gostar muito de escrever. Possui uma mente ordenada e gosta de pesquisar os mínimos detalhes em tudo o que faz.

Mercúrio em Conjunção a Netuno: Indica uma imaginação muito rica, facilidade para descrever fatos em palavras. Indica também uma pessoa muito sensível em relação aos sentimentos dos que estão ao seu redor, mesmo que não diga uma palavra a respeito.

Mercúrio em Trígono com Marte: Uma pessoa que vai gastar energia para colocar o que está pensando para fora. Vai gostar de palestras e debates, onde possa trocar idéias. Indica uma energia mental acima da média.

Mercúrio em sextil com Plutão: Tendência a levar tudo muito a sério, especialmente nos estudos e projetos. Não vai ficar satisfeito até que consiga organizar os projetos nos mínimos detalhes.

Mercúrio em sextil com Saturno: Tendência a ser muito metódico com qualquer coisa que envolva descrições ou palavras. Pode ser capaz de elaborar planos que todos ao seu redor consigam compreender com facilidade. Facilidade para organizar projetos.

Vênus em Sagitário na Casa 6: Indica boa saúde e disposição acima da média. Também indica alguém que procura sempre ver o lado positivo da vida, e enxergar o que as pessoas têm de melhor. Vênus na Casa 6 indica a possibilidade de escolher uma carreira que envolva artes, criação ou aconselhar pessoas.

Vênus em conjunção a Júpiter: Indica uma pessoa amável, generosa e fiel. provavelmente possui muitos amigos e é o tipo de pessoa que vai inspirar quem estiver por perto.

Marte em Câncer na casa 2: Uma pessoa que vai batalhar muito por qualquer coisa que desejar; que tem a tendência a colocar as emoções em tudo o que faz.

Marte em Trígono com Netuno: Indica tendências idealistas, que fará esforços para mudar o mundo.

Júpiter em capricórnio na Casa 7: Uma pessoa que trabalha melhor em pequenos grupos, e que ao mesmo tempo gosta de estar próximo de pessoas que possam lhe ensinar coisas novas o tempo todo.

Saturno em Capricórnio entre as casas 7 e 8: Saturno em capricórnio indica um profundo senso de responsabilidade, disciplina e ordem. Com o tanto de aspectações indicando imaginação, sensibilidade e mente voltada para o emocional/fantasia, provavelmente por conta desta aspectação fortíssima que o Neil está escrevendo livros e contos maravilhosos ao invés de estar internado em um sanatório conversando com amigos imaginários.

E para os céticos e pseudo-céticos de plantão, que sempre alegam “Leitura fria” quando os Mapas Astrais acertam demais, eu aviso que os textos deste post (com exceção do último comentário) foram apenas traduzidos de textos escritos por Robert Hand em 1982.

#Astrologia #Biografias

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/o-mapa-astral-do-neil-gaiman

Contatos Imediatos do Primeiro Grau: Red Rocks, Dezembro de 2000

Por Llewellyn.

Extraído de Messages (Mensagens), por Stan Romanek.

…[M]inha esposa Lisa e eu nos conhecemos on-line no verão de 2000 e logo estabelecemos uma amizade pela Internet, trocando mensagens eletrônicas quase diariamente. Eventualmente, eu queria levar nossa amizade ao próximo passo e me encontrar pessoalmente, mas como ela estava morando no Nebraska e eu estava no Colorado, tal encontro parecia muito improvável. No entanto, eu estava determinado a conhecê-la e, uma vez que ganhei coragem, decidi pedir-lhe que viesse me visitar. Agora este é um grande passo para alguém que só a conhece através de mensagens na Internet, então ela não estava inicialmente interessada na ideia. Além disso, ela só esteve no Colorado uma vez antes, e durante essa visita choveu quase o tempo todo, dando-lhe uma impressão menos que favorável do estado (que, curiosamente, ostenta uma média de trezentos dias de sol por ano. Lá se vai a propaganda da Câmara de Comércio). Não é de surpreender que ela não estivesse ansiosa para repetir a experiência – ou pelo menos, essa era sua desculpa.

Então, como convenceria Lisa a vir ao Colorado para uma visita? Ocorreu-me uma série de possibilidades antes que eu finalmente me acomodasse com a brilhante ideia de filmar alguns dos espetaculares cenários locais e enviá-los para ela. Uma vez que ela viu como as montanhas eram bonitas – e que o estado geralmente era banhado pelo sol – ela não pôde deixar de dizer que sim. Achei que era um plano brilhante e alguns dias depois do Natal de 2000, parti com a câmera de vídeo na mão.

Em minha mente, o melhor lugar para começar a filmar era o Red Rocks Amphitheater (Anfiteatro Rochas Vermelhas) perto de Morrison, Colorado – um marco conhecido aninhado na base das majestosas Montanhas Rochosas a oeste de Denver. Pensei que esta vista panorâmica emocionante da cidade seria o começo perfeito para o meu vídeo caseiro.

Tomando uma das estradas secundárias ao Red Rocks Park, logo estava na periferia da cidade e apenas começando a chegar ao sopé das montanhas. Logo que cheguei à estrada que me levaria a Red Rocks quando observei um número de carros encostados no acostamento e pessoas olhando para cima em direção às linhas de energia que corriam ao longo da estrada. É claro que as pessoas ao lado de seus carros apontando para o céu é sempre irresistível e eu olhava para cima para ver o motivo de toda a excitação. Quando o fiz, me assustei ao ver um objeto brilhante pairando acima das linhas elétricas, a não mais de cinquenta metros acima do solo. Meu primeiro pensamento foi que era algum tipo de balão de ar quente, mas quanto mais eu o observava, menos certo eu ficava. Rolando pela janela da minha van, eu diminuí a velocidade enquanto tentava ter uma visão melhor da coisa.

Estudando o objeto de perto, logo determinei que era algum tipo de nave metálica de forma estranha, segmentada em múltiplas esferas com o corpo principal arredondado na parte superior e com seis esferas menores girando lentamente no sentido anti-horário ao longo de sua parte inferior. Era altamente reflexivo, como o alumínio polido, e inclinava-se ligeiramente na direção em que se movia, mas talvez a coisa mais peculiar da nave fosse a área negra e estaladiça entre as esferas inferiores em rotação. Era o negro mais negro que eu já havia visto em minha vida, como se de alguma forma fosse capaz de sugar toda a luz ao seu redor. Me chamou a atenção que se alguém jogasse uma pedra neste vazio, ele simplesmente continuaria nele por infinito.

Eu estava ficando um pouco enervado enquanto passava lentamente, mas isso não era nada até que comecei a notar que a maldita coisa parecia estar andando na minha van! Fiquei tão assustado que pisei no acelerador e tentei acelerar antes de me lembrar de repente que tinha minha câmera de vídeo comigo. Resistindo à tentação de fugir, peguei minha câmera e encostei no ombro.

Quase imediatamente notei a sensação mais estranha em minha pele. Parecia que o ar estava cheio de eletricidade estática, fazendo com que os cabelos dos meus braços ficassem de pé na ponta. Era como se a própria atmosfera estivesse grávida de uma poderosa carga eletromagnética. Sem me deixar levar pela estranha sensação, apontei minha câmera de vídeo para o objeto e durante os segundos seguintes fiquei ali na estrada, filmando a coisa.

Curiosamente, parecia que quando o fiz, o ofício reagiu reorientando-se até ficar perfeitamente vertical. Então, com um “pop”, de repente voou direto para cima, criando um pequeno boom sônico que fez minha camisa vibrar contra minha pele. Ainda mais notável, ela parou tão rapidamente quanto havia voado para cima, forçando-me a duvidar dos meus sentidos. Não sou especialista em aviação, mas mesmo eu sabia que nenhum objeto tripulado era capaz de tal manobra, nem havia uma pessoa no mundo que pudesse sobreviver ao tipo de força G que tal manobra criaria se houvesse. Eu fiquei impressionado.

Depois de mais alguns segundos, o ofício finalmente se afastou em espiral e desapareceu no céu azul brilhante, deixando-me à beira da estrada com a sensação de que eu tinha acabado de ver algo mais surrealista do que real. Ainda muito abalado, voltei para a minha van e dirigi cerca de cem metros até onde mais algumas pessoas foram encostadas perto de um pequeno parque para passear cães. Enquanto conversávamos entre nós, todos olharam para cima e viram um par de caças a jato F-16 acelerando na direção de onde o OVNI tinha sido visto pela última vez. Houve risos quando uma das testemunhas disse: “Boa sorte em perseguir aquela coisa”. O fato de eu ter acabado de testemunhar esta nave exótica foi especialmente irônico, devido ao fato de que poucos dias antes eu tinha gozado com meu amigo Mark por acreditar nesta loucura de OVNI e agora eu tinha minha própria experiência para lidar com isso! Tudo o que eu sabia com certeza era que estava feliz por ter minha câmera de vídeo comigo.

Quando cheguei em casa naquela tarde, liguei imediatamente minha câmera de vídeo ao VCR para ver se tinha conseguido capturar o objeto bizarro em fita. Estava um pouco confuso e o objeto ousava precariamente enquanto eu tentava fixar minha câmera nela, mas eu a havia capturado! Não era o tipo de imagem nítida, clara, incontestável que eu esperava, mas era definitivamente algo incomum – “algo” que não podia ser facilmente explicado ou descartado. Ou ignorado.

Mesmo assim, momentos após o avistamento, minha mente parecia não querer que eu acreditasse no que havia acabado de acontecer, mas depois de ver a fita repetidamente, finalmente decidi que havia visto algo mais notável. Liguei para Lisa no Nebraska para dizer a ela que nunca tinha chegado a Red Rocks e por quê.

Suponho que eu deveria saber que ela seria um pouco cético, como eu teria sido se ela tivesse me chamado do nada e me contado uma história semelhante. Além disso, como só nos conhecíamos há alguns meses e ela ainda não estava bem certa sobre mim, o som de apreensão em sua voz era compreensível; tenho certeza de que ela não estava entusiasmada com a possibilidade de se envolver com um maluco! Sua incredulidade me fez lamentar as muitas vezes que eu descartasse ou ridicularizasse relatos semelhantes de OVNIs feitos por outros e pensasse: “Agora eu sei como as pessoas devem ter se sentido quando eu gozei com elas”.

De alguma forma eu tinha que provar isso a ela. Rapidamente baixei o arquivo de vídeo para o meu computador e enviei a ela uma cópia para ser reproduzida por ela. O plano funcionou e eu fiquei aliviado quando ela finalmente acreditou que eu estava dizendo a verdade. Infelizmente, embora eu tivesse conseguido convencer Lisa, como eu ia me convencer?

Meses depois, depois de ter tido a oportunidade de pensar no que tinha visto, sentei-me e desenhei um esboço a lápis do objeto. É claro que tentar estimar o tamanho e a distância de um objeto no céu nunca é uma coisa fácil de se fazer, mas esta era a aparência geral e as dimensões como melhor me lembro.

Provavelmente nunca saberei qual era o objeto, nem vi nada semelhante a ele desde então. Tudo o que sei é que o misterioso objeto prateado foi o prenúncio de uma cadeia de eventos que iriam alterar dramaticamente minha vida nos próximos anos, tanto de maneira boa quanto ruim.

Até hoje, ainda fico um pouco nervoso quando passo de carro pela área onde vi o objeto, percebendo com uma sensação de consternação que este era o local onde tudo começou.

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Fonte:

Close Encounter of the First Kind: Red Rocks, December, 2000, by Llewellyn.

https://www.llewellyn.com/journal/article/2070

COPYRIGHT (2009) Llewellyn Worldwide, Ltd. All rights reserved.

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Texto adaptado, revisado e enviado por Ícaro Aron Soares.

Postagem original feita no https://mortesubita.net/ufologia/contatos-imediatos-do-primeiro-grau-red-rocks-dezembro-de-2000/

Milho de Pipoca

A transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande transformação por que devem passar os homens para que eles venham a ser o que devem ser.
O milho de pipoca não é o que deve ser. Ele deve ser aquilo que acontece depois do estouro.

O milho de pipoca somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer.
Pelo poder do fogo podemos, repentinamente, nos transformar em outra coisa.
Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo. Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca, para sempre.

Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.

Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito, a vida inteira.
São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosas. Só que elas não percebem. Acham que o seu jeito de ser é o melhor jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo.
O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos.
Dor.

Pode ser o fogo de fora: perder um amor, perder um filho, ficar doente, perder o emprego, ficar pobre.

Pode ser o fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão, sofrimentos, cujas causas ignoramos.

Há sempre o recurso do remédio. Apagar o fogo.

Sem fogo, o sofrimento diminui. E com isso a possibilidade da grande transformação.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro ficando cada vez mais quente, pensa que a sua hora chegou: vai morrer.
Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar destino diferente.

Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz.

Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM! ? e ela aparece como uma outra coisa completamente diferente que ela mesma nunca havia sonhado.

Bom, mas ainda temos o piruá ? o milho de pipoca que se recusa a estourar.
São aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A sua presunção e o medo são a dura casca que não estoura. O destino delas é triste. Ficarão duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca e macia.
Não vão dar a alegria para ninguém.

Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás que não servem para nada.

Seu destino é o lixo…

Texto de Rubem Alves no livro “O amor que acende a Lua”.

#Alquimia #Umbanda

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/milho-de-pipoca

Afirmações de Referência da Ecclesia Babalon

AFIRMAÇÕES DE FÉ

Afirmação do Credo. Os membros da Ecclesia Babalon professam e aderem aos próprios princípios do Credo Gnóstico da Ecclesia. Para se juntar ao primeiro Círculo da Ecclesia, Filhos da Terra, os aspirantes completam um Chamado de 77 dias para Babalon, então leem ou recitam o Credo ante qualquer membro do segundo ou terceiro Círculos.

Afirmação das Ordenações Sagradas. O sacerdócio na Ecclesia não é concedido aos membros, mas é o reconhecimento deste corpo da própria vontade e chamado de um membro para servir a Grande Mãe. A iniciação representa o início da jornada clerical de estudo e contribuição formal para a egrégora, mais do que a culminação do trabalho sacerdotal. Os membros dos ‘Filhos da Terra’ que desejam se dedicar à Mulher Escarlate através do trabalho podem entrar no segundo Círculo sacerdotal da Ecclesia, ‘Os Amantes’. Ao entrar no sacerdócio recebem o título de Shin. Após pelo menos um ano de participação no segundo Círculo, o sacerdox pode optar por ingressar no terceiro Círculo, ‘Os Eremitas’. Esses membros são encarregados de manter a linhagem da Ecclesia e cuidar das funções administrativas da Ecclesia. Os membros do círculo d‘Os Heremitas’ assumem o título de Tau.

Afirmação dos Círculos. A Ecclesia não confere graus ou níveis aos seus membros. Em vez disso, os membros buscam o Círculo que mais se alinhe com seus chamados únicos. Usamos o termo Círculos para enfatizar o espírito colaborativo, igualitário e interdependente da Ecclesia; escolhemos intencionalmente uma estrutura interna de compartilhamento de poder, em vez de hierárquica. O primeiro, segundo e terceiro Círculos realizam diferentes funções para organizar o trabalho da Ecclesia da maneira mais eficiente; não são expressões de poder ou dominação. Cada círculo é interdependente e absolutamente crítico para a egrégora e a função do corpo.

Afirmação da divindade da prostituta. Sem Aquela que tudo recebe e nada nega, não há lugar para o futuro crescer, nem para o passado se aposentar. Babalon é o princípio feminino ativo que ilumina o recebimento como um ato definido e não como uma passividade. Aquilo que recebe é necessariamente severo na medida em que retém, molda e limita. Reconhecemos, valorizamos e lideramos a partir desse poder do feminino divino para trazer a forma à força. Reconhecemos ainda que a propriedade e o controle do próprio poder pessoal, incluindo energia sexual, energia monetária, tempo, atenção e acesso, é uma marca registrada do indivíduo empoderado e deve ser perseguido vigorosamente.

Afirmação da multiplicidade de caminho. A Santa Mãe tem tantos rostos quantos filhos. Todos os nomes para Ela são válidos. Todas as Bênçãos de Todas as Santas Mães repousam na Egrégora de Babalon.

Afirmação da tradição Thelêmica. Aceitamos o Livro da Lei e outros textos Thelêmicos Classe A como sagrados, e consideramos Aleister Crowley como um profeta de percepção espiritual, ao mesmo tempo em que mantemos o paradoxo das muitas deficiências e falhas de Aleister Crowley. Escolhemos preservar seus ensinamentos e as tecnologias espirituais humanas que eles inspiraram, enquanto vemos suas deficiências como uma lição do que não fazer. Aleister Crowley foi um homem enquanto viveu; como todos nós, sua vida foi uma jornada de aprendizado e busca pela iluminação, não um testamento de perfeição.

Afirmação da alquimia do espírito. O espírito humano é refinado e tornado autêntico através de uma série de separações internas, esclarecimentos e amálgamas comumente referidos no mundo oculto como o processo alquímico. Os buscadores espirituais são encarregados de autoinvestigação, purificação de toxinas psicológicas, esclarecimento do propósito ou vontade individual e da montagem do novo eu aeônico. Esse processo naturalmente induz a compreensão da natureza não-dual e paradoxal do universo e a compreensão do lugar de cada um nele.

Afirmação do primado da revelação pessoal. O fundamento da egrégora babalônica repousa sobre as experiências espirituais e místicas dos indivíduos. Rejeitamos qualquer afirmação de que qualquer pessoa deva ter um mediador ou advogado humano junto ao divino. Todo e qualquer humano está equipado e capaz de acessar e conectar-se com a fonte divina. Valorizamos profundamente a independência e a autoridade pessoal na prática espiritual e respeitamos a autognose adquirida com a devoção espiritual.

AFIRMAÇÕES DE VALORES

A afirmação da natureza feminista e interseccional da Ecclesia. Como manifestação da Mãe Negra, a Ecclesia aborda o mundo inerentemente a partir de uma posição de aceitação apaixonada e amorosa e inclusão radical de todas as pessoas. Reconhecemos que, como estando com o pensamento Divino, estamos cientes das provações trazidas por Malkuth de maneira diferente, mas estamos todos na jornada sagrada da experiência humana; cada experiência humana é uma manifestação válida e sagrada da própria experiência divina. Portanto, defendemos a igualdade, justiça e inclusão para todas as pessoas, especialmente as pessoas historicamente abusadas, marginalizadas e oprimidas.

Afirmação da preferência da unidade sobre a divisão. Todos os indivíduos podem ser membros plenos da Ecclesia, independentemente de raça, gênero, caminho espiritual, idioma, sexualidade ou etnia. Valorizamos todas as pessoas como expressões do divino; no entanto, não somos capazes de acomodar aqueles que abusam ou prejudicam os outros, nem aqueles que costuram ou defendem a divisão e a opressão entre a humanidade dentro da Ecclesia.

Afirmação do direito humano ao amor. Apoiamos a comunidade e a Identidade LGBTQIA+. Valorizamos e apoiamos todas as formas de amor, casamento e relacionamento consentido entre adultos de qualquer configuração.

Afirmação da autonomia pessoal e corporal do indivíduo. A propriedade e o controle da própria personalidade, energia, ações, emoções, esforço, atenção, conhecimento, corpo, pensamentos e vontade são absolutos. Com essa autoridade também vem a responsabilidade pelos impactos e consequências de nossas escolhas, incluindo a responsabilidade para com nossa comunidade e a sociedade em geral. Privacidade e Autonomia são os pilares da Liberdade.

Afirmação da riqueza da diversidade. Uma vez que cada homem e cada mulher é uma estrela, cada experiência humana contribui para a ordem divina e o caos necessário do universo. Com exceção daqueles que procuram dividir, dominar ou prejudicar, a Ecclesia acolhe e agradece toda a gama de experiências, dons e expressões humanas.

Afirmação de segurança e proteção. Os membros da Ecclesia têm direito à segurança espiritual, mental, emocional e física dentro desta organização. A Ecclesia protegerá e defenderá seus membros em primeiro lugar.

AFIRMAÇÕES DA ORDEM

 Afirmação do poder coletivo. O poder é compartilhado entre todos os membros da Ecclesia, e enfatizamos a importância da conexão e colaboração em tudo o que fazemos. A Ecclesia pode ser descrita como uma organização plana, na qual os membros são mantidos com igual consideração positiva, as decisões são tomadas coletivamente e há o menor número possível de níveis de poder e responsabilidade.

Afirmação da autonomia dos covens. Todos os membros do segundo e terceiro círculo são bem-vindos e encorajados a liderar seus próprios covens em nossa tradição. Covens que professam o Credo da Ecclesia são bem-vindos para se unirem livremente sob o dossel da Ecclesia Babalon. Além de aderir a essas Afirmações, a Ecclesia Babalon não exige ritos, rituais, práticas ou liderança de covens sob nosso guarda-chuva.

Afirmação da teurgia e renovação do sacerdócio. Reconhecemos nossos membros como teurgistas por direito próprio. Entre nosso segundo e terceiro círculos, procuramos criar e promulgar uma arte sacerdotal que seja participativa e cerimonialmente, caótica e devocionalmente sólida.

Afirmação da linhagem sagrada da Ecclesia Babalon. A linhagem da Ecclesia é Gnóstica Sacramental, Hermética, Thelêmica e Livre Iluminista; membros do clero da Ecclesia compartilham raízes iniciáticas com clérigos de uma variedade de fés mágicas e sacramentais, e cada uma delas é reverenciada. Nossas práticas são de natureza bhaktic, devocional e sacramental, e nosso propósito é apoiar a manifestação da egrégora babalônica na terra. Somos uma igreja amalgamada de Luz, Vida, Amor e Liberdade.

Afirmação da revelação progressiva. Em qualquer prática espiritual séria e de longo prazo, a compreensão evolui com o tempo, e a Ecclesia Babalon não é diferente a esse respeito. Esperamos que a mudança na comunidade seja um subproduto natural de uma fé viva e ponderada compartilhada por gerações, idiomas, locais e culturas.

Afirmação da consagração completa da Terra. O objetivo final do trabalho da Ecclesia é alcançar a consagração completa da Terra, onde todas as pessoas integrem profundamente a sabedoria de sua própria divindade e, portanto, reconheçam a divindade em todos os outros seres do planeta. Procuramos erradicar a culpa, a vergonha e os medos que mantêm a humanidade dividida, categorizada e separada. Trabalhamos para desmantelar sistemas e crenças que criam estratificação e hierarquia humana e impedem que as pessoas percebam seu próprio potencial e sacralidade.

ANEXOS

I. O CREDO GNÓSTICO

O Credo Gnostico

Eu conheço um PRINCÍPIO secreto e inefável; e uma Estrela na Companhia de outras Estrelas de cujo fogo fomos criados e para a qual devemos retornar; e um Pai de Vida, Mistério do Mistério, CHAOS, o único vice regente do Sol na Terra; e em um Ar o nutridor de tudo que respira.

E eu conheço uma Terra, a Mãe de todos nós, e um Ventre onde todos somos gerados e para onde todos deveremos retornar, Mistério do Mistério, BABALON.

E eu conheço a Serpente e o Leão, Mistério do Mistério, BAPHOMET.

E eu conheço uma ECCLESIA Gnóstica e Universal de Luz, Vida, Amor e Liberdade, materializada pela Corrente 156 cuja a Palavra da Lei é THELEMA.

E eu conheço a comunhão das Santidades.

E, assim como a comida e a bebida se transmutam em nós diariamente em substância espiritual, eu conheço o Milagre da Missa.

E eu confesso um Batismo de Sabedoria pelo qual realizamos o Milagre da Encarnação.

E confesso minha vida única, individual e eterna que foi, é e será.

AUMGN. AUMGN. AUMGN.

II. MAIS INFORMAÇÕES

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Postagem original feita no https://mortesubita.net/thelema/afirmacoes-de-referencia-da-ecclesia-babalon/

Financiamento Coletivo dos Livros Sagrados de Thelema

93!

Começou hoje no Catarse o Projeto para trazer ao Brasil os livros mais importantes da Thelema, escritos por Aleister Crowley.

Quem apoiar com apoio “Minerval” (os 3 livros + nome nos agradecimentos) ou maior (“Templario”, “Tarot”, “Biblioteca do Alquimista” ou “Loja Patrocinadora”), nas primeiras 48h receberá uma réplica em mdf da “Stele of Ankh-ef-en-Khonsu” (Stella of Revealing).

Faça parte da história da Thelema no Brasil

Financiamento Coletivo dos Livros Sagrados de Thelema

Do what thou wilt shall be the whole of the law

É com muita honra e felicidade que anunciamos que a Daemon foi escolhida pela Ordo Saturni no Brasil para ser a editora que vai publicar a sua tradução dos LIVROS SAGRADOS DE THELEMA e do LIBER 333 (BOOK OF LIES) no Brasil. Eles ficaram impressionados com a qualidade, dedicação e carinho com que o livro KABBALAH HERMÉTICA foi produzido e queriam o mesmo tipo de tratamento para estes que são considerados obras primas da magia mundial.

Os Livros Sagrados de Thelema são os 15 principais e mais importantes livros de Magia escritos por Aleister Crowley, considerados como publicações classe A (textos sagrados) na Thelema, publicados originalmente entre 1907 e 1911.

São eles:

– Liber Causae (Narra a história da AA).

– Liber Tzaddi

– Liber Porta Lucis

– Liber LXV Liber Cordis Cincti Serpente

– Liber VII Liber Liberi vel Lapidis Lazuli

– Liber XXVII vel Trigammatron

– Liber DCCCXIII vel Ararita

– Liber CCCLXX – A’ash vel Capricorni Pneumatici

– Liber CLVI – Cheth vel Vallum Abiegni

– Liber B vel Magi

– Liber LXVI vel Stelae Rubrae

– Liber CCXXXI vel Arcanorum

– Liber CD vel Liber Tau vel Kabbalae

– Liber CCXX (AL vel Legis)

– Liber XXXI (Liber Legis)

Para a edição brasileira, todos os 15 Libri foram reunidos e organizados em um único volume de 336 páginas, capa dura e edição caprichada, contendo os textos originais de 1907-1911 e a tradução em paralelo.

O LIBER 333, nas palavras do próprio Crowley: “Esse livro lida com muitos assuntos em todos os planos da mais alta importância. Ele é uma publicação oficial para Bebês do Abismo, mas recomendado até mesmo para iniciantes como altamente sugestivo”

A pedidos, faremos o LIVRO DA LEI e o LIBER 333 no formato 14×21 capa dura (formato “octavo”, que vocês ja estão acostumados pois os melhores livros de ocultismo tem sido trazidos para o Brasil neste formato).

Ja temos algumas metas mas adianto que uma delas é o Liber 1, “das Buch der Null Stunde”, da Ordo Saturni.

Dê o seu 93 se você for fã do Crowley e avise seus amigos nos comentários.Tem muita meta sensacional ainda por vir!

Dia 5/fev, apoie nas primeiras 48hs!

Livros Sagrados de Thelema

93, 93/93

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/financiamento-coletivo-dos-livros-sagrados-de-thelema

Antiga e Mística Ordem Rosa Cruz (AMORC)

O livro “O Domínio da Vida” distribuído pela AMORC aos seus candidatos apresenta a Ordem como tendo nascido a quase 3.500 anos, no Egito. Nesta época o velho Egito atingiu um grau elevado da sua evolução, a religião e os conhecimentos científicos se fundiram. Para preservar esses conhecimentos foram criadas as escolas-de-mistérios, administrada pelos sacerdotes. A primeira reunião teria ocorrido no dia 1º de abril de 1489 a.C., no Templo de Kanark. A partir desta data, passaram a se reunir todas as quintas-feiras subseqüentes. A princípio, não foi usado nenhum nome parecido ou derivado da palavra rosacruz. A Ordem Rosacruz apenas tem suas raízes na antiga Fraternidade.

O faraó Ahmose I (1580 a.C.), foi o primeira a dirigir essa classe, antes governada pelos altos sacerdotes do Egito. É tido como fundador da Ordem o Faraó Tutmés III, da XVIIIª dinastia, por volta de 1350 a.C. Teria o Faraó fundado uma fraternidade secreta, com o objetivo de estudar os mistérios da vida, assim como as tradições osirianas. Tutmés III usava sua insígnia pessoal, um escaravelho, que se tornou selo da ordem e hoje é usado pelos rosacruzes. Após A morte deste faraó, seu filho Amenhopet II passa a reger e assume os encargos do pai na fraternidade em setembro de 1448 a.C.. Em 1420 a.C. foi sucedido por seu filho, Thutmose IV, e este por Amenhopet III, que finalmente foi sucedido por seu filho Amenófis IV (ou Akhenaton – XVIII Dinastia), que particularmente é importante na história da Ordem Rosacruz. Considerado o primeiro Grande Mestre da Ordem, seu reinado é marcado pela instauração aos poucos do conceito monoteísta, a crença em um Deus único, criador de tudo o que existe. Esse deus chamava-se Aton, e acabou dando um novo nome ao faraó; Akhenaton (Devoto de Aton) [leia sua biografia na nossa área de Biografia dos Grandes Ocultistas]. Seu pai construíra o templo de Luxor, dedicado a fraternidade.

Foi Akhenaton quem construiu uma nova capital em El Amarna e um templo em forma de cruz dedicado à Aton. Neste templo vivia cerca de 236 Frates em regime monásticos. Eles usavam um cordão na cintura e viviam com a cabeça coberta. O sacerdote vestia um sobrepeliz de linho e tinha um corte de cabelo circular na cabeça. Akhenaton introduziu a cruz e a rosa como símbolos e adotou a CRUZ ANSATA Como emblema a ser usado por todos os mestres da ordem.

Com a morte de Akhenaton , terminou a primeira fase da Fraternidade. E os sacerdotes contrariados retomam o culto politeísta para agradar ao povo.

Não se pode esquecer que Moisés, filho da tribo de Levi, foi criado no Egito como filho de faraó Amenhotep, recebeu a educação de um herdeiro, freqüentou as escolas egípcias e provavelmente as escolas-de-mistérios, onde adquiriu o dogma de Monoteísmo. O dogma do “Deus Único”, era interpretação da Fraternidade Egípcia e constituía ensinamentos do Faraó Akhenaton que fundara a primeira religião monoteísta conhecida pelo homem.

Com a queda do império egípcio, cabe às Escolas de Mistério gregas perpetuarem os segredos.

Segundo os escritos da AMORC, durante o século XII, ela se desenvolveu na Alemanha, mas era secreta e inativa em suas manifestações externas. Este período de inatividade duraria cerca de 108 anos. Segundo muitos historiadores a fraternidade funcionava em períodos de atividades e outro de inatividade alternadamente e cada período duraria cerca de 108 anos, porém não se sabe porque esses ciclos foram adotado. Parece que a cada novo ciclo a Ordem renasce e sem ligações com os ciclos anteriores., sabe-se também que a diferença nos ciclos de atividade e inatividade, variava de país para país. Por isso quando a Fraternidade estava ativa na Alemanha, ela estava inativa na França. Esta falta de coincidências dos ciclos dificulta muito os estudos históricos para determinar a origem exata da Fraternidade em cada país.

O novo ciclo teve início no ano de 1915 (em 2007 teremos 92 anos de atividade), nos Estados Unidos, com Harvey Spencer Lewis primeiro Imperator sendo ele mesmo seu representante perante a FUDOSI, uma federação independente de ordens esotéricas. No início a sede da AMORC era na cidade de Nova Iorque, tendo lojas em São Francisco e Tampa, no estado da Flórida. A sede da Suprema Grande loja foi deslocada em 1927 para San José, na Califórnia. Em 1990, a sede foi transferida para a Cidade de Quebec, no Canadá.

O Dr. Lewis teria sido iniciado na tradição rosacruciana na Europa, em Toulouse, na Ordre Rose-Croix, por Emille Dantine. Como parte desse iniciação, foi ortogado ao Dr. Lewis cartas de autorização para fundar a AMORC como um novo corpo rosacruciano nos Estados Unidos. Através de seus inúmeros contatos europeus, o Dr. Lewis se associou à Madame May Banks-Stacy, uma das últimas sucessores da colônia original de rosacruzes que migraram para a América nos fins do século XVII. Já no final dos anos 20, ele se tornou uma figura notável e muito conhecida no mundo esotérico. Harvey Spencer Lewis morreu em 1939 e lhe sucedeu no cargo de Imperator seu filho, Ralph Maxwell Lewis, quem lhe servia anteriormente de Grande Secretário. Gary L. Stewart foi apontado para o cargo de Imperator para susceder Ralph Maxwell Lewis em 1987. O atual Imperator é Christian Bernard, que foi eleito para o cargo de Imperator em 1990.

A Ordem também é conhecida por seu nome em Latim, Antiquus Mysticusque Ordo Rosæ Crucis ( = Antiga e Mística Ordem Rosa-Cruz, de onde temos a sigla AMORC). Esta denominação é a simplificação de “Antiga e Arcana Ordem da Rosa Vermelha e da Cruz Dourada”.A AMORC é a maior fraternidade rosa-cruz existente, em número de membros e de países em que possui membros ativos. Hoje, essa sociedade possui lojas em mais de 50 países.

A AMORC considera que provavelmente foi filósofo e ensaísta inglês Sir Francis Bacon (1501-1626) o autor do Fama Fraternitas e de outros trabalhos que reavivaram a Ordem na Alemanha. O livro “The New Atlantis”, escrito por ele, parece indicar esta conexão, segundo a Ordem.

A Segunda Grande Guerra Mundial teve um impacto devastador sobre os membros de muitas ordens esotéricas, já que tais ordens passaram para ilegalidade sob as leis nazistas de Adolf Hitler. Várias lideranças conhecidas foram presas, perseguidas, e em alguns casos, assassinadas pela GESTAPO. Outros ainda encontraram seu triste fim em campos de concentração, como prisioneiros comuns. A AMORC, estando protegida de tais perseguições, estando bem fundada nos Estados Unidos, cresceu imensamente nesse duro período. Após a destruição causada pela guerra, muitas ordens encontraram a apoio necessário na AMORC para retomarem seus trabalhos. Eventualmente, muitas ordens foram incorporadas pela administração da AMORC, em San José, como é o caso da Ordre Rose-Croix e da Ordre Martiniste Traditionnel (Tradicional Ordem Martinista – TOM).

A hierarquia da AMORC compreende 12 graus.

A Ordem Rosacruz-AMORC apresenta-se oficialmente com o símbolo do Sol Alado tendo acima a palavra “AMORC” e abaixo “Ordem Rosacruz”, Segundo a Ordem, através da história um número proeminente de pessoas no campo da ciência e das artes foram associados com o movimento Rosa Cruz, como Leonardo da Vinci (1452-1519), Francoix Rabelais (1494-1553), René Descartes (1596-1650), Blaise Pascal (1623-1662), Baruch Spinoza (1632-1677), Isaac Newton (1642-1727), Gottfried Wilhelm Leibnitz (1646-1716), Benjamin Franklin (1632-1677), Thomas Jefferson (1743-1826), Claude Debussy (1862-1916), Erik Satie (1866-1925) e Edith Piaf (1915-1952).

A Grande Loja do Brasil da Ordem Rosacruz implantada em 1956 no Rio de Janeiro, foi transferida para Curitiba em 1960. O templo faz parte de um conjunto arquitetônico de 06 edifícios em estilo egípcio em homenagem aos seus primeiros membros que (supostamente) se reuniam nas câmaras secretas da grande pirâmide. Nos outros edifícios funcionam a administração geral, o auditório “H. Spencer Lewis”, um memorial com pirâmide e a Loja Curitiba, onde funcionam a biblioteca e o museu com reproduções de peças egípcias de várias dinastias, inclusive papiros e múmias.

Postagem original feita no https://mortesubita.net/sociedades-secretas-conspiracoes/antiga-e-mistica-ordem-rosa-cruz/

A estrutura do medo e seu efeito na psique

A premissa fundamental da sociedade é a moral e consequentemente a lei. A moral, sendo a causa primaria, configura a lei e e então cria socialmente o certo e o errado. Em todos os meios sociais do mundo, por mais estranhos que suas estruturas morais possam ser, ambas mantem consigo uma padronização e um efeito subsequente do caminho do erro – a culpa.

A moral como em tudo em que se está na mente humana muda de acordo com os tempos. A escravidão assim como o holocausto, as barbaridades de guerra foram todas justificáveis dentro de seus contextos pelos seus líderes. Hoje em dia as mesmas são abominavelmente repudiadas e o sentimento de culpa não somente guarda a geração que gerou como também se perpetua em seus descendentes.

Segundo Anton Szandor LaVey, a culpa é a forma que a mente usa para se castigar. LaVey dá um passo adiante e afirma que, qualquer ato magicko com sentimento de culpa é o suficiente para fazer o ato voltar contra si. Spare em seus Zos Kia flagrava a mesma ideia, afirmando que uma magia sob efeito peculiar da culpa é um tiro pela culatra. Mas precisamos entender, de onde vem essa culpa?

A magia é um efeito secundário da mente humana. É necessário ter claro em mente que quando se faz magia, você está apenas afirmando para sua cabeça que está em um ritual, mas esse efeito não se limita a ritualística. Qualquer ato de vontade é um ato com potencial de causar efeitos na realidade. Quando se aprende magia deve-se entender dois paradigmas bases para manter-se no jogo:

a) sua mente é maior que sua consciência, portanto sua consciência e sua mente não são a mesma coisa, mas partes de uma estrutura.
b) o que sua consciência jogar para dentro da sua mente, vai refletir nela.

Usarei duas metáforas para explicar os dois paradigmas da mente x consciência:

Metáfora A

Imagine um copo de cerveja. A parte branca, a espuma, é a sua consciência. A parte amarela, a cerveja em si, é a sua mente. Embora ambas sejam “cerveja” as duas partes não se misturam. A consciência, é o que experimenta os lábios tocando a borda do copo e é a primeira a adentrar na boca do mundo experimental. Logo em seguida, a cerveja – mente – é absorvida pelo mundo experimental. Ambas experimentando a salvia do mundo experimental, porém a saliva do mundo fica misturada na mente – cerveja – não na espuma – consciência.

Metáfora B

Se qualquer coisa cair no copo de cerveja – algum petisco que o mundo experimental está comendo ao mesmo tempo que bebe você – cerveja – essa coisa vai ultrapassar sua consciência e então ficar no fundo no copo, na cerveja, sua mente. E por um efeito secundário, isso pode refletir no gosto da cerveja. Pervertendo a cerveja, consequentemente perverte o paladar do mundo experimental e acontece o efeito de repulsão.

 

O efeito de Repulsão

Quando a sua mente absorve qualquer tipo de anomalia, ela começa a se refletir na sua consciência. E então, começa a expandir para qualquer um que entrar em contato com você. E de três, uma:
a) Você apodrece o seu redor.
b) Você é expulso de onde estava.
c) você atrai pessoas com o mesmo estado de deterioração.

Os mais sortudos podem ter mais de um efeito ou os três ao mesmo tempo. Mas em magia entramos em um ponto em que, a mente se castiga. A mente humana precisa de uma conduta. Crowley quando percebeu isso, estabilizou a Lei de Thelema. E antes que você dignifique a filosofia como um caráter do comunismo ( o que eu torço para que não) afirmamos: uma mente que não tem seu sistema estabilizado de moralidade incutido como um sub sistema religioso, se torna uma mente regida pela moral social vigente.

Por isso que é o trabalho sumo do magista é fortalecer a própria ideologia em seu subconsciente. Quando Hitler criou uma saudação, uma bandeira, um símbolo, qualquer ato feito contrario ao senso comum era automaticamente perdoado pela nova regência moral. Eliphas Levi, em seu dogma e ritual da alta magia, afirmou sobre as correntes magicas.
Mas o que acontece quando uma mente completamente caótica, sem nenhum fundamento, interage com magia para fins nocivos?
A mesma se auto destrói. E destrói o magista.
A destruição não é um ato imediato. Nenhum magista é condenado um dia após fazer seu ritual contra um desafeto.Ela se aprofunda na mente até ser diluída e então, quando o ato está diluído/esquecido, apodrece a mente. O primeiro sintoma disso é como a pessoa se porta. O comportamento é profundamente afetado por causa disso e então os efeitos subsequentes começam a agir. Lei tríplice? Karma? Retorno?
Todos esses conceitos foram elaborados a partir desse efeito. A nomenclatura obviamente, fez com que seus escritores contemporâneos buscassem vários significados a mais, muitas vezes vulgares para os mesmos. O que nós agora estamos chamando de “efeito repulsa” é simplesmente quando você faz algo que sua mente sabe que está errado e então insiste. A partir dessa premissa você começa a se destruir. A moral judaico cristã impede muitas pessoas de se darem bem na magia e de fato é um empecilho. Mas desvincular-se da mesma foi parte integrante de todos as formas de magia atuais.
Seja um esbá wicca mensalmente celebrado, ou missas negras, ou rituais de adoração ao sol dos thelemitas, tudo visa apenas reestruturar a sua mente para que ela não sofra repulsa. É muito comum no meio magicko ouvirmos falar “ ah minha vida deu tudo errado porque comecei a mexer com magia” e similares. Nada disso vem exatamente da magia, mas sim da própria mente. E a consciência, distorcida pela forma que a mente enxerga a magia, acaba mutilando a vida do buscador.
Mas isso não é tudo. Ainda há um jeito da magia destruir a própria pessoa, independente do quão profundo ela já esteja ligada a outro sistema/filosofia e desligada do cristianismo.

Cérebros Suicidas: como reconhecer

Quando praticamos magia tendemos a sentir-nos deuses. É de fato uma filosofia comum hoje em dia, aonde o magista é seu próprio deus. Essa premissa que muito ajuda em trabalhos cabalísticos pode ser a passagem direta para a guilhotina. Uma cabeça tola cava a própria cova. Por sermos animais, nosso instinto de sobrevivência costuma falar alto demais. Nós buscamos profundamente satisfazer nossas necessidades básicas como referidas na piramide de Maslow, mas também as satisfações do ego. E isso inclui:

a) vinganças

b) ambição/luxuria desenfreada
c) confusão mental
Viver pelo próprio ego tem um contra efeito aonde a pessoa busca satisfações de desejos mínimos e indulgencia muito mais fácil seus erros que os dos outros. Afinal, apontar é mais fácil que corrigir. Esse tipo de mente, quando apegada a cada detalhe de si próprio, e perdido em sua egolatria destrói a sua própria magia e a si próprio. E é fácil reconhecer: eles querem se vingar de tudo e de todos. Eles querem destruir tudo e todos. Eles querem no fundo, somente ser destruídos. Eles redirecionam as falhas de si próprios para os outros e então, cada alvo vira uma parte de si que renega e teta destruir.
Qualquer mestre megalomaníaco em magia que exija extremo respeito sob ameaça está em queda livre nessa condição. Esses cérebros suicidas são totalmente vulgares e sua magia se volta contra eles mesmos e eles não percebem.  Porem e se isso de fato estiver afetando você?
Magia sem auto analise, não é magia, é vulgaridade, macumba, ou qualquer outra palavra bizarra que quiser se referir. Magia endorsa uma base solida de auto analise, que constantemente indica o caminho para o magista seguir. Se teu cérebro está cego o suficiente para se analisar, preste atenção nas palavras que fala: se houver mais destruir que construir, tenha certeza que você está em caminho errado.

por King e Morbitvs

Postagem original feita no https://mortesubita.net/satanismo/a-estrutura-do-medo-e-seu-efeito-na-psique/