Mapa Astral de Patch Adams

Hunter “Patch” Adams (Washington D.C., 28 de maio de 1945) é um médico norte-americano, famoso por sua metodologia inusitada no tratamento a enfermos. Formado pela Virginia Medical University, também fundou o Instituto Gesundheit em 1972.

Em um programa de entrevistas na televisão brasileira (Roda Viva), em 2007, Patch Adams afirmou que nunca disse que “rir é o melhor remédio”, e sim que o riso “faz parte de um contexto”. Na verdade, seu lema era “a amizade é o melhor remédio”. Disse também ter uma Biblioteca de 18.000 volumes e que lê muita poesia, adora os poemas de Pablo Neruda, porque segundo ele, a poesia nos dá amor. Criticou as pessoas que têm muito dinheiro e nada fazem pelos menos favorecidos, usou o termo “lixo” para definí-las. E renegou o filme “Patch Adams” de Tom Shadyac, dizendo que ele não condiz com a verdade; criticou o Governo Americano, a quem chamou de “Terrorista”, assim como as indústrias de medicamentos, que só visam os lucros bilionários. Sua filosofia de vida é o amor, não apenas no âmbito hospitalar, mas em nossas relações sociais como um todo, independente de lugar. Tem por opinião que o objetivo do médico não é curar e sim cuidar. Cuidar com muito amor, tocando nos doentes, olhando em seus olhos, sorrindo…

O Mapa de Patch possui Sol e Urano em Gêmeos, Ascendente em Sagitário, Lua em Sagitário-Capricórnio e Saturno e Caput Draconis em Câncer. Indica uma pessoa comunicativa, com extrema facilidade com palavras, que possui o desejo de viajar, ler, conversar, travar contato com outras pessoas. Uma pessoa com Ascendente e Lua em Sagitário possui uma inclinação natural para o alto astral, bom humor e comédia (embora a Lua de Patch em Capricórnio-Sagitário indique que ele seja uma pessoa extremamente séria e disciplinada também) e Saturno direciona esta seriedade para as energias de câncer (cuidar dos outros, acolher, nutrir…).

Também podemos dizer que é uma pessoa com extrema facilidade para tempos e métodos (Júpiter em Virgem) e Capacidade de liderança (Marte e Vênus em Áries na casa 5)

Seu Caput Draconis em Câncer na casa 8 (Energias cancerianas na casa 8, cujo arquétipo é “tomar conta dos outros”), indica que o auge da carreira de Patch Adams seria destinado a tomar conta de pessoas. Pode-se dizer que ele está cumprindo sua Verdadeira Vontade com louvor.

#Astrologia #Biografias

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/mapa-astral-de-patch-adams

Curso EAD de Qlipoth – Árvore da Morte

EAD-Qlipoth

O Curso de Qlipoth e o estudo sobre os Túneis de Set aborda os elementos comparativos entre as sephiroth e as Qliphot/Qlipoth (Lilith, Gamaliel, Samael, A´Arab Zaraq, Thagirion, Golachab, Gha´Agsheklah, Satariel, Ghogiel e Thaumiel) e as correlações entre os 22 Túneis de Set e os 22 Caminhos de Toth. É muito importante porque serve como complemento do caminho da Mão Esquerda na Árvore da Vida.

Mesmo que a pessoa não deseje fazer as práticas, o estudo e conhecimento de NOX faz parte do currículo tradicional da Golden Dawn e de outras ordens iniciáticas.

Este não é um curso básico, portanto você precisa primeiro terminar o curso de Kabbalah Hermética para poder estudar a Árvore da Morte.

Aula 01 – Introdução

1.1 – A Árvore da Morte

1.2 – Qlipoth e o Estudo de NOX

1.3 – Lilith / Malkuth

1.4 – Gamaliel / Yesod

1.5 – Thantifaxath / Tav

1.6 – Samael / Hod

1.7 – Shalicu / Shin

1.8 – Raflifu / Resh

Aula 02 – NOX I

2.1 – A´Arab´Zarak / Netzach

2.2 – Qulielfi / Qof

2.3 – Tzuflifu / Tzaddi

2.4 – Parfaxitas / Peh

2.5 – Thagirion / Tiferet

2.6 – A´Ano´Nin / Ayin

2.7 – Saksaksalim / Samekh

2.8 – Niantial / Nun

Aula 03 – NOX II

3.1 – Golachab / Geburah

3.2 – Malkunofat / Mem

3.3 – Lafcursiax / Lamed

3.4 – Gha´Asheklah / Chesed

3.5 – Kurgasiax / Kaph

3.6 – Yamatu / Yod

3.7 – Temphioth / Teth

3.8 – Daath

Aula 04 – NOX III

4.1 – Satariel e Ghogiel / Binah e Hochma

4.2 – Characith / Cheth

4.3 – Zamradiel / Zayin

4.4 – Uriens / Vav

4.5 – Hemetherith / Heh

4.6 – Dagdagiel – Daleth

4.7 – Thaumiel / Kether

4.8 – Gargophias / Gimmel

4.9 – Baratchial / Beit

4.10 – Amprodias / Aleph

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/curso-ead-de-qlipoth-%C3%A1rvore-da-morte

Linha do Tempo dos Vampiros

1407 – A palavra “upir” ,em suas primeiras aparições que mais tarde se tornaria “Vampiro” num documento que se refere ao príncipe russo como “Upir Lichy”.

1428 – Nasce o tão famoso Vlad Tepes, filho de Vlad Dracul.

1436 – Vlad Tepes se torna o príncipe da Wallachia e vai para Tirgoviste.

1442 – Vlad Tepes e seu pai são aprisionados pelos turcos.

1447 – Vlad Tepes (pai) é decapitado.

1448 – Vlad conquista por um breve tempo o trono da Wallachia, porém destronado se dirige à Moldávia, onde se torna amigo do príncipe Stefan.

1451 – Vlad e Stefan fogem para a Transilvânia.

1456 – Uma pessoa de nome John Hanyadi ajuda Vlad a ter o trono da Wallachia, mas Vladislav Dan é executado.

1458 – Aparece Mathias Corvinus que sucede a John Hanyadi como o rei da Hungria.

1459 – Massacre dos boiardos na Páscoa e a reconstrução do Castelo de Drácula. E Bucareste é estabelecida como o segundo centro de governo.

1460 – Ataque sobre a cidade de Brasov, Romênia.

1462 – Após a batalha no Castelo de Drácula, Vlad vai para a Transilvânia. E inicia um período de 13 anos na prisão.

1475 – As guerras de verão na Sérvia são contra os turcos e em novembro : Vlad retoma o trono da Wallachia.

1476 – Vlad é assassinado.

1560 – Nasce Elizabeth Bathory.

1610 – Bathory é presa por Ter matado centenas de pessoas e de ter nadado em seu sangue. Ela é julgada e condenada recebendo a sentença de prisão perpétua.

1614 – Elizabeth Bathory morre.

1645 – Leo Allatius escreve o 1° Tratado moderno sobre os Vampiros; “De graecorum hodie quirudam opinatio nabus”.

1657 – Fr. Françoise Richard associa o vampirismo à bruxaria quando escreve “Relation de ce s’est passé à Sant-Erini Isle de L’Archipel “.

1672 – Uma terrível onda de histeria varre Istra.

1679 – Philip Rohr escreve um texto alemão sobre Vampiros de título : “De Masticatione Mortuorum “.

1710 – A histeria do Vampiro varre a Prússia oriental.

1725 – A histeria do Vampiro volta à Prússia oriental.

1725/30 – A histeria do Vampiro continua na Hungria.

1725/32 – A onda da histeria do Vampiro na Sérvia austríaca produz os famosos casos de Peter Plogojo Witz e Arnold Paul (Paole).

1734 – A palavra vampyre entra para a língua inglesa traduzida de relatos alemães sobre as ondas de histeria vampírica européias.

1744 – O Cardeal Giuseppe Davanzati publica seu tratado Dissertazione sopre I Vampiri.

1746 – Dom Augustin Calmet publica seu tratado sobre os Vampiros, Dissertations sur les Apparitions des Anges, des Démons et des Espirits, et sur les revenants, et Vampires de Hundrie, de Bohême, de Moravie, et de Silésie.

1748 – É publicado o primeiro poema moderno de Vampiros, “Der Vampir”, por Heinrich August Ossenfelder.

1750 – Outra onda de histeria vampírica ocorre na Prússia oriental.

1756 – A histeria do Vampiro atinge o pico na Wallachia.

1772 – A histeria do Vampiro ocorre na Rússia.

1797 – Publicação do poema de Goethe “Bride of Corinth” (poema concernente ao Vampiro).

1780-1800 – Samuel Taylor Coleridge escreve “Christabel”, considerado hoje como o primeiro poema sobre Vampiros em inglês.

1800 – I Vampiri, ópera de Silvestro de Palma, estréia em Milão, Itália.

1801 – “Thalaba”, de Robert Southey, é o primeiro poema a mencionar a palavra Vampiro, em inglês.

1810 – Circulam no norte da Inglaterra relatos de ovelhas com a jugular cortada e o sangue drenado. Publicação de “The Vampyre”, de John Stagg, um dos primeiros poemas sobre Vampiros.

1813 – O poema de Lord Byron, “The Giaour”, inclui o encontro de um herói com um Vampiro.

1819 – The Vampyre, de John Polidori, a primeira história de Vampiros em inglês, é publicada na edição de abril do New Monthly magazine. John Keats compõe “The Lamia”, um poema calcado em antigas lendas gregas.

1820 – Lord Ruthwen ou Les Vampires, de Cyprien Berard, é publicado anonimamente em Paris, em 13 de junho; Le Vampire, a peça de Charles Nodier, estréia no Théâtre de la porte Saint-Martin, em Paris; agosto: The Vampire; or the Bridge of the Isles, uma tradução da peça de James R. Planché, estréia em Londres.

1829 – Março: a ópera de Heinrich Marshner, Der Vampyr, baseada na história de Nodier, estréia em Leipzig.

1841 – Alexey Tolstói publica seu conto, “Upyr”, quando morava em Paris. É a primeira história moderna sobre Vampiros escrita por um russo.

1847 – Nasce Bram Stoker. Começa a longa seriação de Varney the Vampire.

1851 – A última obra dramática de Alexandre Dumas, Le Vampire, estréia em Paris.

1854 – O caso do Vampiro na família Ray, de Jewett, Connecticut, é publicado nos jornais locais.

1872 – Sheridan Le Fanu escreve “Carmilla”. Vincenzo Verzeni, na Itália, é condenado por assassinar duas pessoas e por beber seu sangue.

1874 – Relatos de Ceven, na Irlanda, informam que ovelhas tiveram seus pescoços cortados e seu sangue drenado.

1888 – Editado o Land Beyond the Forest, de Emily Gerard. Vai se tornar a fonte principal de informações sobre a Transilvânia para o Drácula, de Bram Stoker.

1894 – O conto de H. G. Wells, “The Flowering of the Strange Orchid”, é o precursor das histórias de ficção científica sobre Vampiros.

1897 – Drácula, de Bram Stoker, é publicado em Londres. “The Vampire”, de Rudyard Kipling, se torna uma inspiração para a criação do Vampiro como um personagem estereotipado no palco e na tela.

1912 – The Secret of House N° 5, possivelmente o primeiro filme sobre Vampiros, é produzido na Grã-Bretanha.

1913 – É publicado Drácula’s Guest, de Stoker.

1920 – Drácula, o primeiro filme baseado no livro, é produzido na Rússia. Não há cópias.

1921 – Cineastas húngaros produzem uma versão de Drácula.

1922 – Nosferatu, um filme mudo alemão, é produzido pela prana Films, é a terceira tentativa de filmar Drácula.

1924 – A versão de Drácula para o palco, de Hamilton Deane, estréia em Derby. Fritz Haarmann, de Hanover, Alemanha, é preso, julgado e condenado por matar mais de vinte pessoas numa orgia criminal vampírica. Sherlock Holmes tem seu único encontro com um Vampiro em “The case of the Sussex Vampire”.

1927 – 14 de fevereiro: versão para o palco de Drácula estréia no Little Theater de Londres. Outubro: a versão americana de Drácula, estrelando Bela Lugosi, estréia no Fulton Theater de New York. Tod Browning dirige Lon Chaney em London After Midnight, o primeiro longa-metragem sobre Vampiros.
1928 – A primeira edição do influente trabalho de Montague Summers, The Vampire: His Kith and Kin, aparece na Inglaterra.

1929 – O segundo livro de Montague Summers, The Vampire in Europe, é publicado.

1931 – Janeiro: avant-première da versão espanhola Drácula. Fevereiro: versão americana para o cinema, Drácula, com Bela Lugosi, estréia no Roxy Theater, em New York. Peter Kürten, de Dusseldorf, Alemanha, é executado após ser julgado culpado de assassinar várias pessoas numa orgia vampírica.
1932 – Lançado o altamente aclamado filme Vampyr, dirigido por Carl Theodor Dreyer.

1936 – Lançado o filme Drácula’s Daughter, pela Universal Pictures.

1942 – “Asylum”, a primeira história sobre um Vampiro alienígena, de A. E. Van Vogt.

1943 – “Son of Dracula” (Universal Pictures) com Lon Chansey, Jr., como Drácula.

1944 – John Carradine interpreta Drácula pela primeira vez em Horror of Frankenstein.

1953 – Drakula Istanbula, um filme turco adaptado de Drácula, é lançado. Eerie N° 8 inclui a primeira história em quadrinhos adaptada de Drácula.

1954 – O código das histórias em quadrinhos bane os Vampiros. I Am Legend, de Richard Matheson, apresenta o vampirismo como uma doença que altera o corpo.

1956 – John Carradine interpreta Drácula na primeira adaptação para a televisão no programa Matinee Theater. Kyuketsuki Ga, o primeiro filme japonês sobre Vampiros, é lançado.

1957 – O primeiro filme italiano sobre Vampiros, “I Vampiri”, é lançado. O produtor americano Roger Corman faz o primeiro filme de ficção científicas sobre o Vampiro, “Not of This Earth”. “El Vampiro”, com German Robles, é o primeiro de uma série de filmes mexicanos sobre Vampiros.

1958 – A Hammer Films, da Grã-Bretanha, inicia uma nova onda de interesse pelos Vampiros com o seu primeiro filme Drácula, lançado nos Estados Unidos como The Horror of Drácula. O primeiro número de Famous Monsters of Filmland assina um novo interesse pelos filmes de Horror nos Estados Unidos. 1959 – “Plan 9 From Outer Space” é o último filme de Bela Lugosi.

1961 – “The Bad Flower” é a primeira adaptação coreana de Drácula.

1962 – Fundação da Count Drácula Society, em Los Angeles, por Donald Reed.

1964 – “Parque de juegos” é o primeiro filme sobre Vampiros produzido na Espanha. “The Munsters” e “A Família Addams”, duas comédias de horror com personagens vampíricos, abrem a temporada de outono na televisão.

1965 – Jeanne Youngson funda The Count Dracula Fan Club, The Munsters, baseado na série de TV do mesmo nome, é a primeira série de histórias em quadrinhos que destaca um personagem vampírico.

1966 – Dark Shadows estréia na rede ABC, na programação da tarde.

1967 – Abril: No episódio 210 de Dark Shadows, o Vampiro Barnabas Colins faz sua primeira aparição.

1969 – O primeiro número de Vampirella, a história em quadrinhos de maior duração até hoje, é lançado. Denholm Elliott faz o papel-título na série Drácula, produção televisiva da BBC. “Does Dracula Really Suck? (Drácula and the Boys)” é lançado como o primeiro filme a apresentar um Vampiro gay.

1970 – Christopher Lee estrela em “El Conde Drácula”, adaptação espanhola de Drácula. Sean Manchester funda the Vampire Reserarsh Society.

1971 – A Marvel Comics lança a primeira cópia de um livro sobre Vampiros pós-Código das histórias em quadrinhos, The Tomb of Drácula. Morbius, o Vampiro Vivo, é o primeiro novo personagem introduzido após a revisão do código que permitiu o reaparecimento de Vampiros em histórias de quadrinhos.
1972 – The Night Stalker, com Davis McGavin, se torna o filme de TV mais assistido até essa data. “Vampire Kung-Fu” é lançado em Hong Kong como o primeiro de uma série de filmes de artes marciais vampíricos. “In Search of Drácula”, de Raymond T. McNally e Radu Florescu, introduz Vlad, o Empalador, o Drácula histórico, ao mundo dos fãs do Vampiro contemporâneo. “A Dream of Drácula”, de Leonard Wolf, complementa o trabalho de McNally e de Florescu ao chamar atenção para a lenda do Vampiro. “True Vampire of History”, de Donald Glut, é a primeira tentativa de juntar as histórias de todas as figuras históricas de Vampiros. Stephen Kaplan funda The Vampire Research Center.

1973 – A versão Drácula, da Dan Curtis Productions, apresenta o ator Jack Palance num filme feito para a TV. “Vampires”, de Nancy Garden, inicia uma onda de literatura juvenil para crianças e jovens.

1975 – Fred Saberhagen propõe que seja Drácula mais como herói do que como vilão em “The Drácula Tape”. The world of Dark Shadows é fundada como a primeira fanzine Dark Shadows.

1976 – Publicação do livro Interview with Vampire, de Anne Rice. Stephen King é recomendado para o world Fantasy Award por seu romance Salem’s Lot. Shadowcon, a primeira convenção nacional Dark Shadows, é organizada pelos fãs de Dark Shadows.

1977 – Uma nova e dramática versão de Drácula estréia na Broadway, com frank Langella. Lois Jordan faz o papel principal em Count Drácula, uma versão de três horas do romance de Bram Stoker, na TV BBC. Martin V. Riccardo funda o Vampire Studies Society.

1978 – O livro Hotel Transylvania, de Chelsea Quinn Yarbro, junta-se aos volumes de Fred Saberhager e Anne Rice como um terceiro grande esforço para iniciar uma reavaliação do mito do Vampiro durante a década. Eric Held e Dorothy Nixon fundam o Vampire Information Exchange.

1979 – Baseado no sucesso da nova produção de Broadway, a Universal Pictures refilma Drácula (1979), com Frank Langella, A gravação pela banda Bauhaus de “Bela Lugosi’s Dead”, torna-se o primeiro sucesso do novo movimento de rock gótico. Shadowgram é fundada como uma fanzine Dark Shadows.

1980 – A Bran Stoker Society é fundada em Dublin, na Irlanda. Richard Chase, conhecido como o Drácula assassino de Sacramento, Califórnia, comete suicídio na prisão. A world Federation of Dark Shadows Clubs (atualmente Dark Shadows Official Fan Clubs) é fundada.

1983 – Na edição de dezembro de Dr. Strange, o ás ocultista da Marvel Comics mata todos os Vampiros do mundo, banindo-os assim das histórias em quadrinhos pelos seis anos seguintes. É fundado o Dark Shadows Festival para anfitriar a convenção anual de Dark Shadows.

1985 – Publicação do livro The Vampire Lestat, de Anne Rice, que alcança a lista dos best-sellers.

1989 – A derrubada do ditador romeno Nicolae Ceaucescu abre a Transilvânia para os fãs de Drácula . Nancy Collins ganha o Bram Stoker Award por seu romance Sunglasses After Dark.

1991 – Vampire: The Masquerade, o mais bem sucedido role-playing game, ou RPG, é lançado pela White Wolf.

1992 – Estréia Bram Stoker’s Drácula, dirigido por Francis Ford Coppola. Andrei Chikatilo, da Rússia, é condenado à morte após matar e vampirizar cerca de 55 pessoas.

1994 – A versão cinematográfica de “Interview with Vampire”, de Anne Rice, estréia com Tom Cruise no papel do Vampiro Lestat e Brad Pitt como o Vampiro Louis.

1997 – Inicio da série Buffy, a Caça-Vampiros

1998 – Filme, Blade, O Caçador de Vampiros

2008 – Inicio da Saga Crepúsculo The Twilight

2008 – Inicio da série True Blood

Postagem original feita no https://mortesubita.net/vampirismo-e-licantropia/linha-do-tempo-dos-vampiros/

O Cubo do Dr. Gurlt

Há alguns anos , o célebre jornalista cientifico soviético G. N. Ostroumov se apresentou no Museu de Salzburgo, disposto a examinar um cubo , ou melhor, um paralepípedo, descoberto no século XIX pelo Dr. Gurlt em uma mina de carvão. Para muitos pesquisadores do século XIX, este objeto, encontrado em uma camada de carvão, de vários milhões de anos, teria sido feito a máquina.

O jornalista não pode ver o cubo e parece que as autoridades do museu o receberam muito mal. Elas lhe declararam que o objeto provavelmente fora perdido antes da Segunda Grande Guerra e que nem havia provas de sua existencia.

Ostroumov retirou-se furiosos e publicou em seguida artigos nos quais afirmava que as descrições desse objeto pareciam um logro. Desde que possuimos publicações indiscutiveis , surgidas no século XIX, sobre o cubo do Dr. Gurlt, os anatemas do jornalista soviético são manifestamente exagerados. Entretanto, seria certamente muito interessante examinar o achado do Dr. Gurlt através de meios modernos; com efeito , não se sabe seguramente de civilizações industriais, na Terra, há alguns milhões de anos.

Nós veremos na exposição que se segue que existe um certo numero de objetos deste genero, uns cilindricos, outros com arestas; e que , embora se tenha uma explicação sobre a existencia destes objetos cilindricos os que apresentam arestas parecem ter sido deixados na Terra por visitantes extraterrenos. Mas antes de chegar lá, contemos em detalhes dois incidentes pouco conhecidos, mas de cuja autenticidade não se pode duvidar.

Primeiro incidente : no outono de 1868, em uma mina de carvão perto de Hammondsville, Ohio , EUA , pertencente ao Capitão Lassy, um mineiro de nome James Parssonsestava trabalhando relativamente perto da superfice. Bruscamente , uma grande quantidade de carvão cai de uma vez no poço de mina, revelando um muro de ardósia recoberto de inscrições. Uma multidão rapidamente se formou. Estudiosos do país constataram uma certa semelhança entre estas inscições e os hieroglifos egípcios .

Levando-se em conta a idade do veio de carvão, essas inscrições datam de pelo menos dois milhões de anos. As inscrições oxidaram-se rápido demais para os peritos , vindos de grandes cidade americanas , pudessem decifra-las em tempo . Hoje em dia , elas seriam rapidamente pulverizadas e protegidas por uma fina película de matéria plástica. Infelizmente, esta técnica não era conhecida há cem anos.

Segundo incidente: a 2 de fevereiro de 1958, em uma mina de urânio do Estado de Utah, EUA, Tom North , Charles North , Charles North Jr. e Ted MacFarland, quatro mineiros , iam dinamitar uma arvore fossilizada que se encontrava no meio de um veio de minério de urânio de alto teor. A explosão destruiu o tronco de arvore, descobrindo uma cavidade e, no interior desta cavidade , um sapo vivo!

O sapo ainda viveu vinte e oito horas. Estava muito magro, mas para uma criatura de alguns milhões de anos , ele se encontrava muito bem. É aos milhares que se contam incidentes dessa natureza , perfeitamente autênticos . O que prova que a explosão mineira reserva por vezes a possibilidade de descobertas tão importantes , quem sabe mais importantes que a exploração arqueológica. Entre estas descobertas, figuram , nos Estados Unidos, na Inglaterra , na Alemanha , na Itália , na França , um grande número de objetos metálicos, alguns cilindricos, outros que possuem arestas, parecendo ser de ferro. No que concerne aos objetos cilindricos, o problema parece ter sido resolvido há alguns anos passados na URSS. Este fato se produziu em circunstancias curiosas, que exigem explicação prévia.

Na União Soviética , a tese deste livro se inclui na categoria das teses utilizadas para combater a religião . Explica-se pela ação dos Pricheltzy – assim chamados em russo os visitantes cósmicos – todo o tipo de fenomenos inexplicados. O governo , mantendo tais explicações , combate a religião . O que se pode discutir : não é evidente que assim não se faça mais do que reforça-la . Entretanto , esta tese permitiu ( novembro de 1969 ) que Boris Zaitezev conquistasse o Diploma de Estudos Superiores com o tema : “Jesus Cristo era extraterreno”. Eu a acrescentaria a minha lista de intervenções exteriores , mas me é realmente dificil crer nisto. Em todo caso , esta posição sensibilizou a opinião de grandes massas de trabalhadores com respeito ao problema das intervenções de extraterrenos em nosso planeta.

Eis porque, quando se encontrou em 1969, em Ural , enterrado em um veio de carvão de milhões de anos , um objeto cilindrico de ferro, a Academia de Ciencias foi imediatamente avisada. Os mineiros que haviam feito a descoberta puseram o objeto cuidadosamente de lado sem o danificar, preveniram a liga local contra a religião, que avisou logo a Academia. O objeto foi levado à Universidade de Moscou com tantos cuidados como se tivesse vindo da Lua.

Foi examinado . Era inteiramente de ferro e completamente cilindrico.Mas estudos detalhados em cortes realizados por meio de uma serra diamantada, mostraram que de fato se tratava de um ramo petrificado de árvore, no qual micróbios haviam transformado o cálcio em ferro.

Esta explicação pode parecer decepcionante , mas é incontestável. Ela prova, ao menos, que o caso foi estudado seriamente e segundo um ponto de vista cientifico. É melhor procurar explicações deste genero, do que cair na armadilha de uma credulidade excessiva.
A descoberta do Ural parece, contudo fornecer a explicação de objetos cilindricos . Infelizmente , nenhum objeto com arestas foi submetido a semelhante exame. Estes objetos pertencem muito frequentemente a colecionadores que se recusam a confiá-los a cientistas. E , na falta de um estudo demonstrando o contrário, pode-se admitir até agora que estes objetos com arestas vieram do exterior e não foram fabricados na Terra . Esta é a hipotese que eu( Jacques Bergier ) defendo neste capitulo.

Que podem ser estes objetos? Por que foram eles depositados em nosso planeta na época em que as plantas , que depois se transformaram em carvão , estavam ainda em desenvolvimento? A resposta à primeira questão fornecerá a da segunda. A meu ver , trata-se de coletores de informação do mesmo tipo das fitas magnéticas, mas muito mais aperfeiçoados . Foram feitos calculos precisos e detalhados sobre as possibilidades de um coletor de informação feito de ferro, com a capacidade de um dérebro humano . Os resultados são estonteantes.

Se se admite um rendimento de 100 % na acumulação e na restituição de informações, é preciso , para reproduzir o conteudo de um cerebro humano , um cubo de ferro de 2 x 10^10 átomos . Isto faz um cubo com arestas longas de 5.000 atomos, isto é , um cubo de um milésimo de milimetro , menor que a cabeça de um alfinete. E os cubos ou paralepipedos de muitas centenas de centimetros de lado puderam recolher com mínimos detalhes informações sobre tudo o que se passou sobre nosso planeta nos ultimos dez milhões de anos.

Estas informações podem ser dadas a esses coletores por radiações ignoradas por nós e que explorariam nosso planeta como um radar . E um dia , estes objetos desaparecerão dos nossos museus como desapareceu o cubo de Salzburgo: terão sido recuperados pelas Inteligências que os colocaram na Terra.

Escrevendo isto, não tenho de nenhum modo a impressão de estar escrevendo ficção cientifica . Parece–me estar seguindo uma linha logica de raciocinio. Se a vida sobre a Terra foi modificada artificialmente , a experiencia deve ser acompanhada e, de tempos em tempos , devem ser recuperados os coletores que foram colocados na Terra durante os setenta milhões de anos que nos separam da experiencia e que coletaram informações. Seria muito interessante acompanhar pelo rastro todos os objetos de arestas descobertos nas minas de carvão e notar os que misteriosamente desaparecerem.

Infelizmente não tenho meios de fazer tal pesquisa mas espero que, um dia , seja recuperado um destes objetos e que se encontre nos “dominios magnéticos” , os quais constituem a informação acumulada sobre épocas anteriores ao aparecimento do homem. A existencia de tais registradores , sobre a Terra ou na sua vizinhança , em satélites artificiais construidos por outros que não o homem , mais antigos que o homem, parece-me quase certa.

Há pouco menos de um século , a vida sobre a Terra pode ser detectada graças às ondas de rádio que ela emite e que devem ter agora atingido outras civilizações . Antes disso, os acontecimentos da Terra não podiam ser acompanhados senão por meio de instrumentos analogos ao radar, e é bastante tentador crer que os resultados de uma tal exploração são registrados sobre a propria Terra , sendo os registradores recuperados em seguida.

Mentes equilibradas pensam que o famoso pilar de Delhi poderia ser um registrador desta espécie, mas de grande tamanho. Acho esta hipotese assaz plausível; as diversas explicações que foram emitidas a respeito deste pilar que não oxida nunca, mesmo nas estações chuvosas, são absolutamente insuficientes. Dizer que o pilar foi fabricado utilizando-se a metalurgia a pó a meu ver mostra uma completa ignorancia das técnicas desta metalurgia. Para fabricar por aglomeração de metais em pó, por fusão pastosa, seguida de resfriamento um objeto deste porte , seriam necessários moldes e fornos de tratamento que ultrapassariam, por suas dimensões, os que até aqui já foram construidos . É muitodificil crer que instalações deste tamanho pudessem ser construidas no passado. Ainda mais dificil de crer é que não reste nenhum traço da sua existencia.

Para ter um exemplo preciso daquilo que se passou , voltemos à história do Cubo do Dr. Gurlt, e sigamo-la como se fosse um caso policial. Em 1885, o Dr. Gurlt encontrou esse cubo em uma mina de carvão na Alemanha , profundamente incrustrado numa camada datada do Terciário. Ali se encontrava havia dezena de milhões de anos , sem duvida desde o fim dos dinossauros. Em 1886 , o Dr. Gurlt publicou seu trabalho Meteorito Fóssil encontrado no Carvão , C. Gurlt , Nature . 35 ; 36 , 1886.

Muitos outros trabalhos apareceram sobre o mesmo assunto, notadamente nas justificações da Academia de Ciências. O objeto era quase um cubo , com duas de suas faces opostas ligeiramente arrendondadas . Media 67 mm por 47 mm , sendo esta ultima medida tomada entre as duas faces arredondadas. Pesava 785 gramas . Uma incisão muito profunda o circundava , ao meio de sua altura. Sua composição era a do aço duro com niquel e carbono. Não continha enxofre , e assim não era constituido de pirita , minério natural que pode tomar formas geométricas. Certos especialistas da época , inclusive o proprio descobridor , afirmaram se tratar de um meteorito fóssil. Outros, que se tratava de um meteorito que tinha sido retrabalhado, mas por quem? Pelos dinossauros?

Alguns peritos , enfim, afirmaram que o objeto seria de fabricação artificial, o que coincide com a minha opinião . Foi transportado para o Museu de Salzburgo e falou-se cada vez menos dele. Entre as duas Guerras Mundiais , a direção do Museu, sem duvida exasperada pelo numero de indagações feitas sobre o assunto, não respondeu mais. Depois da Segunda Grande Guerra , percebeu-se que mesmo o relatório correspondente ao periodo 1886-1910 , periodo em que o cubo estava no Museu , havia desaparecido É curioso . E tanto mais curioso quanto há muitas centenas de aventuras deste tipo. A Scientific American está cheia delas.

Citando uma , voltemos ao surgimento desta importante revista (volume 7 , pg.298 , junho de 1851 ) . Segundo o relato que a revista faz , encontrou-se , ao dinamitar uma rocha sólida , cinco metros abaixo do nivel do solo , um objeto metálico em forma de sino , com altura de quatro polegadas e meia , largura de seis e meia na base , de duas e meia na parte superior e com a espessura de um oitavo de polegada. O objeto era metálico, de um metal que parecia zinco, mas soava como uma liga de prata . Uma investigação a esse proposito revelou uma antiguidade considerável: a rocha dinamitada tinha muitos milhões de anos. O objeto circulou de museu em museu e desapareceu. Nunca mais foi encontrado.

Pode-se perguntar quais razões da presença de um objeto artificial no interior de uma rocha . Se a rocha se formou em torno dela, pode-se lhe atribuir um numero respeitável de milhões de anos. Há muitas descrições de objetos deste genero para que se possa negar que objetos metalicos desta especie , fabricados , são encontrados em rochas muito antigas e em veios de carvão . Pode-se ainda insistir no fato destes objetos desaparecerem misteriosamente.

Segundo as definições do capitulo anterior ( A Estrela que destruiu os Dinossauros ) , a hipotese da presença destes objetos é , para mim, uma hipotese de trabalho, mas a sua desaparição misteriosa é uma hipotese de conversação. Isso porque se conhece bem o habito dos museus de enterrar os objetos que lhes parecem não coincidir com as teorias em curso , ou que não são belos . Foi o que aconteceu em Bagdá quando se encontraram os famosos pilares.

Aqueles que conhecem bem o célebre Museu Smithsonian nos Estados Unidos afirmam que seus porões estão repletos de objetos estranhos que ninguem estuda. O mesmo fenomeno se observa em outros museus , notadamente no Museu da Pré-historia de Saint-Germain-en-Laye. Mais frequentemente , esses objetos metálicos misteriosos não são trazidos à luz do dia , porque se encontram no fundo do mar, no Antártico, ou em lugares onde ninguem faz escavações, por exemplo, no bosque de Bolonha.

Na época em que o Dr. Gurlt descobriu o cubo , acreditava-se não ser possivel registrar informações em uma liga magnética de metais , como a que constituia o cubo. Outros objetos deste genero estão sem duvida simplesmente na natureza e não chamam a atenção. Seus proprietários podem , sem dúvida, recuperá-los a grande distancia por meio de um magnetometro, já que os objetos, quando recebem um certo sinal, devem poder emitir por ressonancia magnética um sinal de resposta que indique sua posição precisa.

Há outras formas de se registrar informações além do registro magnético. E , embora não sejam atualmente comercializadas, são , entretanto, estudadas. Especialmente os registros em cristais. A sociedade americana Carson Laboratories de Bristol ( Conecticut, EUA ) foi bem sucedida ao tentar reduzir , por fotografia, oitenta e cinco mil vezes a imagem de uma pagina de revista , colocar esta imagem num cristal e, depois , recupera-la . Outros pesquisadores tentam realizar, nos cristais , registros por camadas sucessiveis , como as paginas de um livro , superpostas.

Fala-se ainda de obter o registro de de cem mil livros de dimensão média em um cristal do tamanho de um grão de açucar. Não é totalmente excluida a hipotese de que certas pedras preciosas contenham registros destinados , um dia, a serem recuperados , sendo submetidas desde já muitas vezes à informação retrieval ( recuperação total de informação ).

É, de outro lado, provável que um certo número de estes registradores esteja em órbita em torno da Terra , no espaço. Tem-se o direito de perguntar: como o sabe? A resposta é simples . Estes registradores captam uma mensagem de rádio e a retransmitem , com um certo atraso, para uma receptora desconhecida.

Esta idéia , que já defendi num livro intitulado À Escuta dos Planetas , é agora totalmente difundida. O eminente cientista Roland Bracewell, diretor de pesquisas cientificas do governo australiano em radiotécnica , e numerosos outros cientistas , observaram nas emissões de rádio desde 1926 e nas de televisão , após 1950, ecos anormalmente retardados . Recebem-se emissões da televisão a partir de estações que não funcionam há três ou quatro anos. Recebem-se , como ecos no tempo , emissões de rádio muitos dias depois de transmitidas . Este fenomeno foi observado desde 1930 por Stüner e Van Der Pol. Bracewell fez disso um estudo detalhado . Ele pensa que veículos automáticos , semelhantes às nossas sondas , registram nossos sinais e emissões , para retransmiti-las a um destino esconhecido , quando as condições para isso forem favoraveis.

Não se vê nenhuma outra explicação cientifica para esses ecos retardados . Não há nenhum objeto no espaço sobre o qual as ondas pudessem se refletir e voltar minutos, meses ou anos após . Nada conhecido sobre a estrutura do tempo nos permite acreditar que este retenha as ondas eletromagnéticas como em uma armadilha e as restitua. (Se tal fenomeno fosse possivel explicaria muito mais coisas além dos ecos retardados , mas isto é uma outra história .)

Observado este curioso fenomeno , é , entretanto , certo que a maior parte dos registradores estão sobre a Terra . Nós os encontramos por acaso nas minas de carvão ou de uranio , ou durante as dinamitações de rochas . É muito possivel que todos os analisadores e registradores disseminados sobre o planeta não estejam dentro do carvão. Devem encontrar-se à superfice.

Eles tem sido encontrados até na superfice e são encerrados em cofres, no fundo dos porões de instituições cientificas , recobertos por outros cofres e por espessas camadas de pó. Eu estou disposto a visitar museus deste genero como todo leitor cético . Evidentemente, os objetos que contradizem as teorias estabelecidas da arqueologia são os primeiros a serem relegados ao porão . E só escapam a isso por mero acaso.

Foi num porão que o eminente cientista ingles Brewster encontrou , no ‘seculo XIX , uma lente proveniente das ruinas de Ninive . E esta lente havia sido feita a maquina . Ela inda existe ainda hoje , assim como a descrição feita por Brewster . Ela fazia parte , provavelmente, de um instrumento ótico aperfeiçoado , mais aperfeiçoado que os instrumentos da época de Brewster , e , certamente , mais que os existentes em Nínive.

Parece-me certo que uma exploração sistemática dos porões de diversos museus e um reexame metódico dos objetos etiquetados como “objetos de artes” , “objetos de culto” ou “objeto não-identificado” , nos dariam numerosas indicações e seriam , sem dúvida, mais rentáveis que muitas expedições arqueológicas feitas com tantos gastos. A maioria desses misteriosos objetos é de aço inoxidável ou matéria plástica.

Existe uma literatura considerável que trata de objetos aparentemente metálicos, mas que desaparecem diante dos olhos do espectador. Este fenomeno data de antes dos lançamentos espaciais. Os fragmentos de satélites ou de foguetes portadores que caem não se volatilizam. ( Uma lenda sempre encontrada, diz que estes fragmentos, notadamente os do Sputinik IV e de certos Discoverer , teriam perdido a metade do seu peso, conservando o mesmo volume e a mesma massa. O mesmo teria ocorrido com objetos caídos em 14 de setembro de 1960 na relva de uma vila em Woodbridge, EUA. O maior era do tamanho de uma ervilha . Colocado em um recepiente , ele começava a perder peso. Depois , foram confiscados pelo governo norte-americano . Se isto é verdade, é muito interessante. Mas será verdade? )

Fica-se tentado a pensar em certos registradores , uma vez que a informação foi extraída, desaparecem.

Seria interessante saber se os satélites indicam sinais de origem desconhecida, proveniente da Terra . Recentemente , os satélites da série Explorer detectaram uma radiação deste tipo: ela provinha da Terra mas não se podia explica-la por um fenomeno naturalconhecido e ela não se originou de nenhuma fonte artificial: radio, televisão, radar , etc. Esta radiação aproxima-se da que emite a mancha vermelha de Jupiter , estudada desde 1954 sem resultado ou conclusão. Teorias as mais complicadas atribuem anergia à mancha vermelha de Jupiter.

Como a Terra não possue mancha vermelha , é muito dificil aplicar estas explicações , geralmente teoricas , à radiação terrestre. A radiação de Jupiter é modulada e pode-se dizer que esta modulação é produto de seres inteligentes. Pode-se dizer ainda que esta modulação é devida à interrupção periódica da radiação de Jupiter pela passagem do satelite Io. Tudoi isto, entretanto , não se aplica 1a radiação terrestre , que não parece modulada. Não se sabe se ela provém da terra , se é emitida pela alta atmosfera terrestre ou pelos cinturões de particulas ( eletricamente carregadas ) que rodeiam o globo. Até nova ordem , não se proíbe a hipotese de que ela provém de um registrador assinalando sua posição.

Não é impossivel a hipotese de que estudos mais perfeitos levarão os satélites a descobrir outras radiações emitidas pelos registradores . Seria preciso, para isso, que os datélites fossem dotados de outros detectores além dos que funcionamsegundo o princípio do rádio. Detectores em órbita em torno da terra, capazes de detectar ondas gravitacionais , os neutrinos e eventualmente, os Tachyons, mostrarão provavelmente que os registradores funcionam um pouco em todo o globo. Talvez se chegue a localiza-los.

É preciso esperar que o próximo objeto com arestas a ser descoberto seja cuidadosamente “cortado em pedaços”e estes examinados por detectores , para tentar chegar aos sinais.

Diversos estudos sobre a América Central e América do Sul citam objetos esféricos de grande s dimensões , algumas vezes esferas de três metros de diametro , colocadas num pedestal. Nenhuma lenda local trata dessas esferas , que parecem mais antigas que o homem nesses paises.

É evidentemente possivel que se trate de registradores de outro tipo, colocados sobre pedestais por alguma raça totalmente esquecida . Embora seja fácil imaginar um processo natural produzindo uma esfera, é impossivel conceber um que possa talhar um pedestal e sobre ele colocar uma esfera . trata-se , evidentemente , de objeto fabricado. Mas de que natureza? Atualmente ninguem o sabe . Nós estamos disnte deste objetos como um selvagem hoje emdia , ou como um cientista do século XIX diante de um cristal utilizado na fabricação de um transistor. Seria interessante transportar uma dessas esferas para um país avançado e fazer uma análise.

Mencionamos de passagem , porque é agradavel uma anedota sobre registradores cuja explicação é tão natural e complexa:

Em 13 de setembro de 1961 , sobre o telhado da pequena casa de um trabalhador das PTT de Karachi (Paquistão ) , um aparelho extremamente complicado visivelmente eltronico , caiu de pára-quedas . Foi feita uma pesquisa longa e minunciosa. Finalmente , foi descoberto que este aparelho, destinado a medir pressão atmosférica e a rapidez do vento, havia sido lançado dos EUA , num balão, em 1959. Normalmente , o balão deveria explodir, no máximo , dois dias depois de atingir trinta quilometros de altitude. Mas não explodiu, e flutuou nos ares durante dois anos e um mês , indo , por fim, aterrisar no Paquistão. Os teóricos demonstraram que esta viagem seria totalmente impossivel. Infelizmente, ela se realizou.

Em outros caso, os objetos não são identificados . A policia americana os recolhe, muito frequentemente, e eles desaparecem nos porões do Museu Smithsoniano ou dos serviços secretos americanos. Foi assim que , em setembro de 1962 , um objeto de aço de dez quilos caiu em uma rua em Manitowock, Wiscosin. Tratava-se visivelmente de um fragmento de uma maquina. Em muitos postos da sua superfice, o aço estava fundido. O objeto foi transportado para o Museu Smithsoniano , que disse se tratar de um objeto fabricado; depois, o silêncio. O objeto em questão desapareceu na poeira do museu.

Na mesma época , um outro objeto desapareceu completamente só. Tinha caído num lago a vista de um pescador, o Sr. Grady Honeucutt, Harriburg, Carolina do Norte. Segundo ele, o objeto parecia uma bola de futebol, recoberta de “antenas” “como um ouriço de metal”. Quando a policia chegou , o objeto tinha começado a se decompor e parecia uma massa de fios metalicos enovelados. Naquele momento, o objeto desapareceu e os mergulhadores não acharam os traços dele. O objeto fora recuperado ou então voltara da mesma maneira como tinha ido.

O ano seguinte foi assinalado pela presença de um objeto semelhante , em Dungannon, Irlanda. Este só tinha quatro hastes de metal – sem dúvida uma variante pobre do anterior – mas era incandescente. A armada inglesa o recuperou e não se falou mais dele.

Pode-se, evidentemente , pensar que se trata de fragmentos de satélites-espiões; entretanto , recolhem-se objetos tais desde o surgimento da humanidade , e bem antes do aparecimento dos satélites espiões.

Se estes objetos provêm de engenhos de espionagem , estes não foram fabricados pelo homem. Seria interessante fazer uma coleção de objetos análogos. Tais coleções existem, parece, nos Estados Unidos , mas seus proprietários não autorizam seu exame. É pena!

Alguma organizações fazem coleções de estudos sobre esses objetos , e de fotografias . A mais interessante é a organização americana INFO, o que significa Informação Fortiniana ;esta organização foi fundada em homenagem a Charles Fort, o grande especialista do desconhecido. Info publica a cada trimestre uma excelente revista sob este titulo.

Na Russia , a revista Technika Molodeji publica a cada mês um estudo sobre o problema dêste genero, frequentemente ilustrado com fotografias, mais uma discussão sobre o assunto , feita por especialistas.

Notas sobre o Pilar de Delhi

Não é desprovido de interesse o voltar ao pilar de Delhi, que oferece um problema singular. O Objeto mede seis metros de altura, cinquenta centimetros de diametro. Quer dizer que ele é muito volumoso para ter sido fabricado por aglomeração de metais em pó, por fusão. Foi escrito recentemente que se este objeto não se corrói “isto decorre simplesmente do fato de ele ser recoberto por uma fina camada e transparente de sílica”. Ora se o autor desta genial sugestão encontrou o meio de revestir os metais ferrosos com uma camada de silica transparente , eu (Jacques Bergier) aconselho a registrar e explorar sua descoberta . Garantido lhe é um bilhão de francos novos por ano, o que não representa senão uma pequena parcel dos gastos e perdas que a corrosão ocasiona no mundo.

O pilar tem uma inscrição: um epitáfio do rei Chandragupta II , morto em 413 da era cristã. Segundo o que se sabe , o pilar já era muito velho nessa época. ë verdade que as técnicas de fabricação do aço já exitiam na Ïndia . Um dos principes de Punjab ofertou a Alexandre, o Grande , um lingote de aço de duzentos e cinquenta quilos, quantidade considerável na época. De outro lado, a alquimia era bastante desenvolvida e o ferro era o metal essencial dos alquimistas.

Portanto . . .

E, portanto , considerando a extraordinária qualidade do metal de que é feito o pilar , considerando que ele se conserva indefinidamente , eu me pergunto se não seria ele um registrador gigante. Eu daria muito para poder tirar-lhe um pedaço e submete-lo à analise magnética. Porém, quando se leva em conta o valor sacro atribuído ao pilar , a experiencia se torna impossivel.

Extraido do livro Os Extraterrestres na História de Jacques Bergier – Editora Hemus – 1970

Postagem original feita no https://mortesubita.net/ufologia/o-cubo-do-dr-gurlt/

Echelon: o sistema de espionagem mundial

Talvez você não saiba, mas tudo o que você fala pelo telefone ou transmite pela Internet é controla­do, em tempo integral, via satélite, pelo Sistema Echelon, uma sofisticada máquina cibernética de espionagem, cria­da e mantida pela Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos, com a participação direta do Reino Unido, do Canadá, da Austrália e da Nova Zelândia.

Com suas atividades iniciadas nos anos 80, o Echelon tem, como embrião histórico, o Pacto denominado Ukusa, firmado secretamente pela Grã-Bretanha e pelos EUA, no início da Guerra Fria.

Destinado à coleta e troca de informações, o Pacto Ukusa resultou, nos anos 70, na instalação de estações de rastrea­mento de mensagens enviadas desde e para a Terra por satélites das redes Intelsat (International Telecommunica­tions Satellite Organisation) e Inmarsat.

— Outros satélites de observação foram enviados ao es­paço para a escuta das ondas de rádio, de celulares e para o registro de mensagens de correios eletrônicos.

Além disto, já sob o guarda-chuva do Echelon, são cap­tadas as mensagens de telecomunicações, inclusive de ca­bos submarinos e da rede mundial de computadores, a lnternet. Em linguagem técnica, o objetivo dessa rede (ne­twork) é o de captar sinais de inteligência, conhecidos como sigint.

O segredo tecnológico do Echelon consiste na interco­necção de todos os sistemas de escuta. A massa de infor­mações é espetacular e, para ser tratada, requer uma tria­gem pelos serviços de espionagem dos países envolvidos, por meio de instrumentos da inteligência artificial.

“A chave da interpretação — afirma Nicky Hager; pes­quisador do tema — reside em poderosos computadores que perscrutam e analisam a massa de mensagens para delas extraírem aquelas que apresentam algum interesse. As estações de interceptação recebem milhões de mensa­gens destinadas às estações terrestres credenciadas e utili­zam computadores para decifrar as informações que con­têm endereços ou textos baseados em palavras-chaves pré-programadas”.

Estas palavras-chave resumem os alvos principais dos serviços de inteligência dos Estados Unidos e de seus só­cios no Echelon. Integram os chamados “dicionários”, que são produzidos e trocados, sistematicamente, entre esses organismos. Entre essas palavras encontram-se, por exemplo, os nomes de Fidel Castro, Saddam Hussein e Hugo Chávez e do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, o MST. Incluem, também, expressões como terrorismo, guerrilha, narcotráfico e ajuda ao Terceiro Mundo.

O acesso a alguns desses “dicionários” só tornou-se possível graças à colaboração de ex-agentes — sobretudo australianos e neo-zelandeses — com pesquisadores liga­dos a ONGs defensoras das liberdades públicas e do direi­to à privacidade. Os megacomputadores da NSA são capazes de reco­nhecer automaticamente a identidade dos interlocutores, numa conversação telefônica.

Além de palavras-chave, o código do Echelon também inclui cifras-chave. 5.535 representa as comunicações diplomáticas japonesas; 8.182 indica a troca de tecnologias criptográficas. Os documentos resultantes das pesquisas recebem símbolos distintivos: Moray (secreto), Spoke (ul­tra-secreto), Gamma (interceptação de comunicações rus­sas, mesmo no pós-Guerra Fria).

O megapoder da NSA

A agência de inteligência norte-americana mais conhe­cida é a CIA. No entanto, de acordo com os pesquisadores nessa arca, a mais poderosa é a NSA. Ela possui, hoje, cer­ca de 20 mil funcionários em Fort Meade, seu quartel-ge­neral. São, principalmente, analistas de sistemas, engenhei­ros, físicos, matemáticos, linguistas, oficiais de segurança e administradores de empresas, entre outros especialistas de alto padrão.

A NSA foi criada em 1952 por meio de um decreto se­creto do presidente Harry Truman para cuidar de espionagem e contra-espionagem, dentro e fora dos Estados Unidos. Seu organograma (conhecido publicamente, pela primeira vez, em 18 de dezembro de 1998, graças à lei co­nhecida como Freedom Information Act), demonstra que seus serviços cobrem praticamente todo o universo das tecnologias da informação.

Com base nessa massa crítica, os EUA adiantaram-se no tempo para assegurar s???? ?o?ua hegemonia mundial no sé­culo 21. Em novembro de 1997, o chefe do Estado-Maior da Força Aérea norte-americana fez palestra na Câmara de Representantes, em Washington e afirmou: “No primei­ro trimestre do próximo século, seremos capazes de locali­zar, seguir e mirar — praticamente em tempo real — qual­quer alvo importante em movimento, na superfície da Ter­ra

Ao refletir sobre o que chama de televigilância global, o filósofo e urbanista francês Paul Vinho afirma que o fenômeno histórico que leva à mundialização exige cada vez mais luz, cada vez mais iluminação. E assim que se desenvolve hoje uma televigilância global que não reco­nhece qualquer premissa ética ou diplomática. A atual glo­balização das atividades internacionais torna indispensá­vel uma visão ciclópica ou, mais precisamente, uma visão cyber-ótica… Com essa dominação do ponto de vista orbi­tal, o lançamento de uma infinidade de satélites de obser­vação tende a favorecer a visão globalitária. Para “dirigir” a vida, não mais se trata de observar o que acontece diante de si. A dimensão zenital prevalece, de longe ou mais alto, sobre a horizontal e não se trata de um assunto de pouca importância porque o “ponto de vista de Sirius” apaga toda perspectiva”. (em Le Monde Diplomatique, agosto de 1999, pgs.4e 5).

Confirmação Oficial do Parlamento Europeu

Em 18 de Maio de 2001, veio a conhecimento público o informe, elaborado pela Comissão Provisória, nomeada pelo Parlamento Europeu, para investigar o Echelon, em que confirmaram:

“A existência de um sistema global de interceptação das comunicações em que cooperam os Estados Unidos, o Reino Unido, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, já não pode ser colocado em dúvida.(…) O que resulta importante é que seu propósito é interceptar comunicações privadas e comerciais, e não comunicações militares.” (NAVARRO, 2001: 50)

Sem dúvida, mais do que um sistema de espionagem, este sistema é uma grave violação ao nosso direito de privacidade. Qualquer dia nem os sites de Internet escaparão à censura total. O relatório completo do parlamento europeu pode ser facilmente encontrado na internet.


O Brasil no Echelon

De forma totalmente extralegal, a NSA utilizou a rede Echelon para espionar todos os movimentos do Greenpe­ace por ocasião dos protestos contra os ensaios nucleares franceses, no Atol de Mururoa, no Pacífico Sul. O Brasil também participa da história secreta do siste­ma: por meio da rede, o governo norte-americano inter­ceptou as negociações entre o governo FHC, no primeiro mandato, e a empresa francesa Thomson, para a compra dos equipamentos de vigilância da Amazônia, através do Sivam.

Com base nos dados coletados, a Casa Branca e o com­plexo industrial estadunidense conseguiram derrubar Thomson e, finalmente, a empresa norte-americana Raytheon acabou ganhando a concorrência internacional. As comunicações dos países e dos cidadãos latino-ame­ricanos são processadas na estação de Sabana Seca, em Porto Rico. Na Inglaterra, o órgão governamental associa­do à NSA é a GCHQ (Britain’s Government Communica­tions Headquarters).

A maior base eletrônica de espionagem no mundo é a Field Station F83, da NSA e se situa em Menwith Hill, Yorkshire, nos EUA.

Lista de palavras buscadas pelo projeto Echelon

A lista de palavras pesquisadas pelo projeto Echelon é imensa e atualizada conforme a realidade geopolítica se altera. Abaixo uma lista aproximada de dezembro de 2008. Vale lembrar que a única forma conhecida de combater este sistema é a vulgarização dos unitermos de todas as formas, sites em e-mails possíveis.

Rewson, SAFE, Waihopai, INFOSEC, ASPIC, MI6, Information Security, SAI, Information Warfare, IW, IS, Privacy, Information Terrorism, Terrorism, Defensive Information, Defense Information Warfare, Offensive Information, Offensive Information Warfare, The Artful Dodger, NAIA, SAPM, ASU, ASTS, National Information Infrastructure, InfoSec, SAO, Reno, Compsec, JICS, Computer Terrorism, Firewalls, Secure Internet Connections, RSP, ISS, JDF, Ermes, Passwords, NAAP, DefCon V, RSO, Hackers, Encryption, ASWS, CUN, CISU, CUSI, M.A.R.E., MARE, UFO, IFO, Pacini, Angela, Espionage, USDOJ, NSA, CIA, S/Key, SSL, FBI, Secert Service, USSS, Defcon, Military, White House, Undercover, NCCS, Mayfly, PGP, SALDV, PEM, resta, RSA, Perl-RSA, MSNBC, bet, AOL, AOL TOS, CIS, CBOT, AIMSX, STARLAN, 3B2, BITNET, SAMU, COSMOS, DATTA, Furbys, E911, FCIC, HTCIA, IACIS, UT/RUS, JANET, ram, JICC, ReMOB, LEETAC, UTU, VNET, BRLO, SADCC, NSLEP, SACLANTCEN, FALN, 877, NAVELEXSYSSECENGCEN, BZ, CANSLO, CBNRC, CIDA, JAVA, rsta, Active X, Compsec 97, RENS, LLC, DERA, JIC, rip, rb, Wu, RDI, Mavricks, Baha’u’llah, BIOL, Meta-hackers, ^?, SADT, Steve Case, Tools, RECCEX, Telex, Aldergrove, OTAN, monarchist, NMIC, NIOG, IDB, MID/KL, NADIS, NMI, SEIDM, BNC, CNCIS, STEEPLEBUSH, RG, BSS, DDIS, mixmaster, BCCI, BRGE, Europol, SARL, Military Intelligence, JICA, Scully, recondo, Flame, Infowar, FRU, Bubba, Freeh, Archives, ISADC, CISSP, Sundevil, jack, Investigation, JOTS, ISACA, NCSA, ASVC, RRF, 1071, Bugs Bunny, Verisign, Secure, ASIO, Lebed, ICE, NRO, Lexis-Nexis, NSCT, SCIF, FLiR, JIC, bce, Lacrosse, Flashbangs, HRT, IRA, EODG, DIA, USCOI, CID, BOP, FINCEN, FLETC, NIJ, ACC, AFSPC, BMDO, site, SASSTIXS, NAVWAN, NRL, RL, NAVWCWPNS, NSWC, USAFA, AHPCRC, ARPA, SARD, LABLINK, USACIL, SAPT, USCG, NRC, ~, O, NSA/CSS, CDC, DOE, SAAM, FMS, HPCC, NTIS, SEL, USCODE, CISE, SIRC, CIM, ISN, DJC, LLNL, bemd, SGC, UNCPCJ, CFC, SABENA, DREO, CDA, SADRS, DRA, SHAPE, bird dog, SACLANT, BECCA, DCJFTF, HALO, SC, TA SAS, Lander, GSM, T Branch, AST, SAMCOMM, HAHO, FKS, 868, GCHQ, DITSA, SORT, AMEMB, NSG, HIC, EDI, benelux, SAS, SBS, SAW, UDT, EODC, GOE, DOE, SAMF, GEO, JRB, 3P-HV, Masuda, Forte, AT, GIGN, Exon Shell, radint, MB, CQB, TECS, CONUS, CTU, RCMP, GRU, SASR, GSG-9, 22nd SAS, GEOS, EADA, SART, BBE, STEP, Echelon, Dictionary, MD2, MD4, MDA, diwn, 747, ASIC, 777, RDI, 767, MI5, 737, MI6, 757, Kh-11, EODN, SHS, ^X, Shayet-13, SADMS, Spetznaz, Recce, 707, CIO, NOCS, Halcon, NSS, Duress, RAID, Uziel, wojo, Psyops, SASCOM, grom, NSIRL, D-11, DF, ZARK, SERT, VIP, ARC, S.E.T. Team, NSWG, MP5k, SATKA, DREC, DEVGRP, DSD, FDM, GRU, LRTS, SIGDEV, NACSI, MEU/SOC,PSAC, PTT, RFI, ZL31, SIGDASYS, TDM. SUKLO, Schengen, SUSLO, TELINT, fake, TEXTA. 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AMME, ANDVT, Type I, Type II, VFCT, VGPL, WHCA, WSA, WSP, WWABNCP, ZNI1, FSK, FTS2000, GOSIP, GOTS, SACS STU-III, PRF, PMSP, PCMT, I&A, JRSC, ITSDN, Keyer, KG-84C, KWT-46, KWR-46, KY-75, KYV-5, LHR, PARKHILL, LDMX, LEASAT, SNS, SVN, TACSAT, TRANSEC, DONCAF, EAM, DSCS, DSNET1, DSNET2, DSNET3, ECCM, EIP, EKMS, EKMC, DDN, DDP, Merlin, NTT, SL-1, Rolm, TIE, Tie-fighter, PBX, SLI, NTT, MSCJ, MIT, 69, RIT, Time, MSEE, Cable & Wireless, CSE, SUW, J2, Embassy, ETA, Aquisitores, Fax, finks, Fax encryption, white noise, Fernspah, MYK, GAFE, forcast, import, rain, tiger, buzzer, N9, pink noise, CRA, M.P.R.I., top secret, Mossberg, 50BMG, Macintosh Security, Macintosh Internet Security, OC3, Macintosh Firewalls, Unix Security, VIP Protection, SIG, sweep, Medco, TRD, TDR, Z, sweeping, SURSAT, 5926, TELINT, Audiotel, Harvard, 1080H, SWS, Asset, Satellite imagery, force, NAIAG, Cypherpunks, NARF, 127, Coderpunks, TRW, remailers, replay, redheads, RX-7, explicit, FLAME, J-6, Pornstars, AVN, Playboy, ISSSP, Anonymous, W, Sex, chaining, codes, Nuclear, 20, subversives, SLIP, toad, fish, data havens, unix, c, a, b, d, SUBACS, the, Elvis, quiche, DES, 1*, N-ISDN, NLSP, OTAR, OTAT, OTCIXS, MISSI, MOSAIC, NAVCOMPARS, NCTS, NESP, MILSATCOM, AUTODIN, BLACKER, C3I, C4I, CMS, CMW, CP, SBU, SCCN, SITOR, SHF/DOD, Finksburg MD, Link 16, LATA, NATIA, NATOA, sneakers, UXO, (), OC-12, counterintelligence, Shaldag, sport, NASA, TWA, DT, gtegsc, nowhere, .ch, hope, emc, industrial espionage, SUPIR, PI, TSCI, spookwords, industrial intelligence, H.N.P., SUAEWICS, Juiliett Class,  Submarine, Locks, qrss, loch, 64 Vauxhall Cross, Ingram Mac-10, wwics, sigvoice, ssa, E.O.D., SEMTEX, penrep, racal, OTP, OSS, Siemens, RPC, Met, CIA-DST, INI, watchers, keebler, contacts, Blowpipe, BTM, CCS, GSA, Kilo, Class, squib, primacord, RSP, Z7, Becker, Nerd, fangs, Austin, no|d, Comirex, GPMG, Speakeasy, humint, GEODSS, SORO, M5, BROMURE, ANC, zone, SBI, DSS, S.A.I.C., Minox, Keyhole, SAR, Rand Corporation, Starr, Wackenhutt, EO, burhop, Wackendude, mol, Shelton, 2E781, F-22, 2010, JCET, cocaine, Vale, IG, Kosovo, Dake, 36,800, Hillal, Pesec, Hindawi, GGL, NAICC, CTU, botux, Virii, CCC, ISPE, CCSC, Scud, SecDef, Magdeyev, VOA, Kosiura, Small Pox, Tajik, +=, Blacklisted 411, TRDL, Internet Underground, BX, XS4ALL, wetsu, muezzin, Retinal Fetish, WIR, Fetish, FCA, Yobie, forschung, emm, ANZUS, Reprieve, NZC-332, edition, cards, mania, 701, CTP, CATO, Phon-e, Chicago Posse, NSDM, l0ck, beanpole, spook, keywords, QRR, PLA, TDYC, W3, CUD, CdC, Weekly World News, Zen, World Domination, Dead, GRU, M72750, Salsa, 7, Blowfish, Gorelick, Glock, Ft. Meade, NSWT, press-release, WISDIM, burned, Indigo, wire transfer, e-cash, Bubba the Love Sponge, Enforcers, Digicash, SWAT, Ortega, PPP, NACSE, crypto-anarchy, AT&T, SGI, SUN, MCI, Blacknet, ISM, JCE, Middleman, KLM, Blackbird, NSV, GQ360, X400, Texas, jihad, SDI, BRIGAND, Uzi, Fort Meade, *&, gchq.gov.uk, supercomputer, bullion, 3, NTTC, Blackmednet, :, Propaganda, ABC, Satellite phones, IWIS, Planet-1, ISTA, rs9512c, Jiang Zemin, South Africa, Sergeyev, Montenegro, Toeffler, Rebollo, sorot, Yucca Mountain, FARC, Toth, Xu Yongyue, Bach, Razor, AC, cryptanalysis, nuclear, 52 52 N – 03 03 W, Morgan, Canine, GEBA, INSCOM, MEMEX, Stanley, FBI, Panama, fissionable, Sears Tower, NORAD, Delta Force, SEAL, virtual, WASS, WID, Dolch, secure shell, screws, Black-Ops, O/S, Area51, SABC, basement, ISWG, $@, data-haven, NSDD, black-bag, rack, TEMPEST, Goodwin, rebels, ID, MD5, IDEA, garbage, market, beef, Stego, ISAF, unclassified, Sayeret Tzanhanim, PARASAR, Gripan, pirg, curly, Taiwan,guest, utopia, NSG, orthodox, CCSQ, Alica, SHA, Global, gorilla, Bob, UNSCOM, Fukuyama, Manfurov, Kvashnin, Kill the president, Marx, Abdurahmon, snullen, Pseudonyms, MITM, NARF, Gray Data, VLSI, mega, Leitrim, Yakima, NSES, Sugar Grove, WAS,Cowboy, Gist, 8182, Gatt, Platform, 1911, Geraldton, UKUSA, veggie, XM, Parvus, NAVSVS, 3848, Morwenstow, Consul, Oratory, Pine Gap, Menwith, Mantis, DSD, BVD, 1984, blow out, BUDS, WQC, Flintlock, PABX, Electron, Chicago Crust, e95, DDR&E, 3M, KEDO, iButton, R1, erco, Toffler, FAS, RHL, K3, Visa/BCC, SNT, Ceridian, STE, condor, CipherTAC-2000, Etacs, Shipiro, ssor, piz, fritz, KY, 32, Edens, Kiwis, Kamumaruha, DODIG, Firefly, HRM, Albright, Bellcore, rail, csim, NMS, 2c, FIPS140-1, CAVE, E-Bomb, CDMA, Fortezza, 355ml, ISSC, cybercash, NAWAS, government, NSY, hate, speedbump, joe, illuminati, BOSS, Kourou, Misawa, Morse, HF, P415, ladylove, filofax, Gulf, lamma, Unit 5707, Sayeret Mat’Kal, Unit 669, Sayeret Golani, Lanceros, Summercon, NSADS, president, ISFR, freedom, ISSO, walburn, Defcon VI, DC6, Larson, P99, HERF pipe-bomb, 2.3 Oz., cocaine, $, imapct, Roswell, ESN, COS, E.T., credit card, b9, fraud, ST1, assasinate, virus, ISCS, ISPR, anarchy, rogue, mailbomb, 888, Chelsea, 1997, Whitewater, MOD, York, plutonium, William Gates, clone, BATF, SGDN, Nike, WWSV, Atlas, IWWSVCS, Delta, TWA, Kiwi, PGP 2.6.2., PGP 5.0i, PGP 5.1, siliconpimp, SASSTIXS, IWG, Lynch, 414, Face, Pixar, IRIDF, NSRB, eternity server, Skytel, Yukon, Templeton, Johohonbu, LUK, Cohiba, Soros, Standford, niche, ISEP, ISEC, 51, H&K, USP, sardine, bank, EUB, USP, PCS, NRO, Red Cell, NSOF, DC7, Glock 26, snuffle, Patel, package, ISI, INR, INS, GRU, RUOP, GSS, NSP, SRI, Ronco, Armani, BOSS, Chobetsu, FBIS, BND, SISDE, FSB, BfV, IB, froglegs, JITEM, SADF, advise, TUSA, LITE, PKK, HoHoCon, SISMI, ISG, FIS, MSW, Spyderco, UOP, SSCI, NIMA, HAMASMOIS, SVR, SIN, advisors, SAP, Monica, OAU, PFS, Aladdin, AG, chameleon man, Hutsul, CESID, Bess, rail gun, .375, Peering, CSC, Tangimoana Beach, Commecen, Vanuatu, Kwajalein, LHI, DRM, GSGI, DST, MITI, JERTO, SDF, Koancho, Blenheim, Rivera, Kyudanki, varon, 310, 17, 312, NB, CBM, CTP, Sardine, SBIRS, jaws, SGDN, ADIU, DEADBEEF, IDP, IDF, Halibut, SONANGOL, Flu, &, Loin, PGP 5.53, meta, Faber, SFPD, EG&G, ISEP, blackjack, Fox, Aum, AIEWS, AMW, RHL, Baranyi, WORM, MP5K-SD, 1071, WINGS, cdi, VIA, DynCorp, UXO, Ti, WWSP, WID, osco, Mary, honor, Templar, THAAD, package, CISD, ISG, BIOLWPN, JRA, ISB, ISDS, chosen, LBSD, van, schloss, secops, DCSS, DPSD, LIF, J-Star, PRIME, SURVIAC, telex, Analyzer, embassy, Golf, B61-7, Maple, Tokyo, ERR, SBU, Threat, JPL, Tess, SE, Alex, EPL, SPINTCOM, FOUO, ISS-ADP, Merv, Mexico, SUR, blocks, SO13, Rojdykarna, RSOC, USS Banner, S511, 20755, airframe, jya.com, Furby, PECSENC, football, Agfa, 3210, Crowell, moore, 510, OADR, Smith, toffee, FIS, N5P6, EuroFed, SP4, shelter, Crypto AG Croatian nuclear FBI colonel plutonium Ortega Waco, Texas Panama CIA DES jihad fissionable quiche terrorist World Trade Center assassination DES NORAD Delta Force Waco, Texas SDI explosion Serbian Panama,  Uzi Ft. Meade SEAL Team 6 Honduras PLO NSA terrorist Ft. Meade strategic supercomputer $400 million in gold bullion quiche Honduras BATF colonel, Treasury domestic disruption SEAL Team 6 class struggle smuggle M55 M51, Physical Security Division Room 2A0120, OPS 2A building 688-6911(b), 963-3371(s). Security Awareness Division (M56) Field Security Division (M52), Al Amn al-Askari Supreme Assembly of the Islamic Revolution in Iraq (SAIRI), Binnenlandse Veiligheidsdienst Komitet Gosudarstvennoi Bezopasnosti, Federalnaia sluzhba besopasnosti GCHQ MI5

Postagem original feita no https://mortesubita.net/sociedades-secretas-conspiracoes/echelon-o-sistema-de-espionagem-mundial/

Como Surgiu a Ordem Demolay?

Em 1919 após os esforços do Maçom Frank Sherman Land ao ajudar um rapaz, que perdera seu pai no ano anterior, a achar um emprego. O nome desse garoto era Louis Gordon Lower e na época tinha 17 anos.

Apaixonado pelos ideias de Maçonaria, Frank S. Land dentro de alguns meses estruturou a Ordem DeMolay com os princípios essenciais para formação do jovem.

Teve ajuda de Arthur Marshal que escreveu o Ritual dos Trabalhos Secretos do Grau Iniciático e Grau DeMolay em uma única noite, como que por inspiração Divina.

DE ONDE VEM O NOME “DEMOLAY”?

Jacques DeMolay foi o ultimo Grão-Mestre da Ordem dos Cavaleiros Templários, eleito em 1298 d.C., numa época em que a Terra Santa já não estava mais sobre o controle do Cristianismo.

O Rei da França na época, Felipe IV, também conhecido como “o Belo” e “Rei de Ferro”, subjugou os Templários com ajuda do Papa Clemente V visando se apoderar de toda riqueza dos Templários. Seus esforços foram em vão, pois, já prevendo as ações do Rei, os Templários esconderam e fugiram com todos seus tesouros.

Jacques DeMolay foi preso em 13 de outubro 1307 d.C. e torturado até o dia 18 de março de 1314 d.C quando foi queimado vivo em frente a Catedral de Notre-Dame de Paris. Sob tortura muitas vezes confessou as acusações criadas pelo Rei, pelo Papa e por seus cúmplices para incriminar a Ordem do Templo, porém sempre retirava suas palavras afirmando terem sido extraídas devido a dores da tortura. Nesses anos de tortura Jacques DeMolay não revelou a identidade de nenhum de seus irmãos e não confessou para onde fora mandado o tesouro da Ordem que se encontra perdido até os dias de hoje.

E foi esse personagem que inspirou Frank S. Land, Frank A. Marshall e os nove primeiros garotos que formaram a Ordem, tornando-se o nosso Patrono.

CÓDIGO DE ÉTICA DEMOLAY

Um DeMolay serve a Deus;

Um DeMolay honra todas as mulheres;

Um DeMolay ama e honra seus pais;

Um DeMolay é honesto;

Um DeMolay é leal a ideais e amigos;

Um DeMolay executa trabalhos honestos;

Um DeMolay é cortês;

Um DeMolay é sempre um cavalheiro;

Um DeMolay é um patriota tanto em tempo de paz quanto em tempo de guerra;

Um DeMolay sempre permanece inabalável a favor das escolas públicas;

Um DeMolay é o orgulho de sua Pátria, seus pais, sua família e seus amigos;

Um DeMolay por preceito e exemplo, deve manter os elevados níveis aos quais ele se comprometeu.

Texto do excelente site Esoterismo Demolay

#Demolay

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/como-surgiu-a-ordem-demolay

O caso Yakima

Um hexágono  voador pilotado por um homem com cara e italiano perto de Yakima em 1928, um anão cabeludo com nariz grande, capaz de atravessar paredes na Califórnia, e um encontro extraordinário em uma região remota da Argentina, com um gigante e um pequeno robô: são todos casos onde falei com testemunhas oculares, sem conseguir uma explicação. As testemunhas são indivíduos retraídos , sinceros, que não buscam a fama ou vantagem financeiras com suas experiências. Nenhum fato em suas vidas indica um padrão de incidentes inusitados ou interesse pela paranormalidade. Nenhum destes casos foi mencionado na imprensa.

Um cético tem direito a sua opinião , pode pensar que todas estas pessoas estavam mentindo ou sofrendo de alucinações , mas esta explicação não me convence. Tampouco acredito na interpretação literal dos entusiastas por OVNIs, para quem os diversos seres vistos pelas testemunhas devem ser considerados automaticamente visitantes de outros planetas.

Neste aspecto, o fenômeno dos OVNIs funciona como um transformador da realidade ( ou, na definição de Bertrand Meheust, modificador da realidade ) , provocando nas testemunhas uma série de situações simbólicas que se tornam indistinguíveis da realidade. Estas situações , que frequentemente se iniciam por uma série atordoante de luzes coloridas piscando ou de extraordinária  intensidade, induzem a um estado de profunda confusão nos envolvidos , que se tornam vulneráveis à inserção de novos pensamentos e experiências visuais inéditas.

A resposta dos ufologistas à confusão dos sequestrados tem sido desastrosa . Ao aceitar literalmente as manifestações
simbólicas, e ao hipnotizar  as testemunhas em um esforço para solucionar a confusão, muitos pesquisadores bem-intencionados acabaram , na verdade , por reforçar a realidade alternativa induzida pela visão do OVNI, desta maneira exacerbando o que pode muito bem ser apenas um efeito colateral , perdendo de vista  a experiencia principal. A hipnose , que pode ser uma técnica investigativa  muito proveitosa , infelizmente se tornou uma obsessão fanática dos pesquisadores  norte-americanos da atualidade. Neste processo, pesquisadores  sem treinamento em hipnose clínica criaram indubitavelmente falsas lembranças precedidas pelo fornecimento de pistas sutis. As falsas lembranças podem satisfazer os ufologistas ansiosos por explicações simples e factuais da condição dos OVNIs, tidos como naves interplanetárias, mas não passam de resultados espúrios. O procedimento pode ser danoso às testemunhas , que forçam artificialmente a experiência com os OVNIs a uma integração impossível com a memória consciente, tentando encaixar a peça redonda da visita extraterrestre no buraco quadrado de sua propria confusão. Conforme disse uma testemunha em uma carta que recebi:

O senhor faz muito bem em prevenir as pessoas quanto ao perigos da manipulação. . . As vitimas de sequestros são
extremamente vulneráveis à manipulação cara a cara , o que pode levar ao controle quase total sobre o individuo. Os humanos estão assumindo o controle das pessoas no ponto onde os alienigenas pararam.

Conheço diversas testemunhas que foram hipnotizadas vezes seguidas, frequentemente na presença de outros “sequestrados“. Elas se tornaram incapazes de distinguir entre a realidade e o sonho, sendo conduzidas  a um reino onde suas fantasias e terrores particulares são na verdade estimulados a se unirem ao encontro traumático e confuso com um OVNI. A sensação precária de bem-estar gerada desta forma é perigosa e ilusória.

O padrão que se criou em torno dos sequestros por OVNIs lembra as teorias medievais sobre sequestros por demonios , pactos com Satã e vôos no Sabbat , incluindo-se a marca do diabo no corpo das feiticeiras. Conforme  o sociologo frances Pierre Lagrange observou em uma conversa comigo, o unico elemento que falta é o familiar   —   o gato preto ou a coruja usados para acompanhar as bruxas!

A regressão hipnótica dos sequestrados não é o tipo de medida ativa que precisamos . Em vez disso, devemos considerar os OVNIs como um transformador da realidade , e pesquisar cuidadosamente o processo simbólico provocado  na mente da testemunha . Quando utilizada por um profissional capacitado, a hipnose fornece alguns elementos valiosos  para analise da experiencia, mas não a explica.

Em 1978 tive a oportunidade de encontrar outra testemunha cujo sofrimento lança uma nova luz a questão dos sequestros e a natureza dos seres a eles associados. Também esclarecer a escandalosa conduta antiética e amadoristica de alguns dos cientistas que foram encarregados de avaliar o fenomenos.

No dia 3 de dezembro de 1967 o sargento Herbert Schimer realizava uma patrulha perto de Ashland , no Alasca, às 2h30 – numa noite límpida , sem luar   —   quando avistou luzes vermelhas , que imaginou pertencerem a um caminhão. Quando foi verificar , contudo, notou que as luzes vinham das janelas de um objeto em forma de disco que pairava sobre a rodovia . Sua lembrança consciente seguinte foi de um aparelho brilhante iluminado que subia com um som de sirene , enquanto soltava um material cor de fogo da parte inferior. Ele teve sensação de paralisia naquele momento, ficou nervoso, enjoado e fraco quando voltou ao quartel.

O dr. Leo Sprinkle  , da Universidade do Wyoming, foi um dos primeiros  psicologos profissionais a mostrar interesse pelos sequestros feitos por OVNIs  e a usar a hipnose como recurso investigativo. Quando se encontrou com membros do comite Condon, que havia sido organizado pela Força Aérea na Universidade do Colorado, em 1968, ele repassou alguns casos que poderiam ser utilizados como exemplo. O comite escolheu o caso Schirmer em função da perda  de sentindo do tempo por parte da testemunha.

O sargento Schirmer foi a Boulder para uma série de testes psicológicos, e pediu para falar com o professor Condon. Ele fora convencido a fazer a viagem por causa de sua importancia cientifica potencial. Recebera garantias de que havia um interesse verdadeiro em sua visão , e que o professor Edward Condon , um fisico famoso, estaria presente pessoalmente na sessão.

Infelizmente o professor Condon não se encontrava no campus na época, e o comite científico se deu conta de que o truque usado para atrair o sargento e realizar os testes corria o risco de ser desmascarado. Assim, conforme relatou o sargento Schirmer , eles apresentaram outra pessoa e disseram que era o professor Condon.

Schirmer não era nenhum idiota. Durante a entrevista alguém entrou na sal e dirigiu-se ao “professor Condon”, chamando-o pelo primeiro nome, algo como “Ed” ou “Edward”, Schirmer desafiou o cientista:

—    Voce não é Condon!   —   gritou, e uma cena muito constrangedora ocorreu.

Dali para a frente a credibilidade da Universidade do Colorado , aos olhos da testemunha , era praticamente nula . Quando recebeu manchas de tinta e o pedido de dizer o que via ali, ele declarou o óbvio: via manhcas de tinta.

—    Bem, não pode imaginar que sejam qualquer outra coisa?   —   sugeriu um dos psicólogos.

—    Doutor , sou um policial    —    Schimer retrucou.     — Não sou obrigado a imaginar nada. Fui treinado para relatar fatos reais.

Schirmer me  falou que tinha medo de começar a dizer que via borboletas ou elefantes copulando nas manchas, levando os cientistas a concluir que ele era maluco, que poderia muito bem ter vistos discos voadores onde havia apenas um monte de nuvens.

Duarante nosso encontro , perguntei ao sargento Schirmer quais foram as consequencias para a sua saude, como resultado  do encontro com o OVNI. No momento da experiencia a testemunha sentiu um “formigamento” no corpo, por alguns segundos , e uma dor localizada na base da orelha  , como se uma agulha tivesse sido introduzida ali.  Surgiu uma mancha vermelha , com pequenos orificios  , no local. Durante três anos, após o incidente , ele sentiu fortes dores de cabeça , que duravam  duas horas e não eram aliviadas por aspirina. Nas três primeiras semanas  depois da  visão as dores de cabeça o acordavam.

O dr. Sprinkle notou que após a visão a testemunha tomou duas xícaras de café quente, quase fervendo, “como se fosse agua”. Ele frequentemente sentia “uma tontura e um zunbido no ouvido, antes de dormir , e disturbios violentos durante o sono”.

O sargento Schirmer fez um desenho detalhado , a lápis , de um dos “operadores” do aparelho , conforme suas lembranças durante a hipnose. O desenho mostra um homem severo, com um pedaço de pano preto cobrindo a cabeça. A abertura do rosto tem forma de ogiva, o que lhe dá uma aparencia gótica. A testa tem rugas. Os olhos, nariz, boca e sombrancelhas são do tamanho normal, embora as pupilas sejam grandes  e alongadas, dando aos olhos um aspecto penetrante, estranho. Na orelha  esquerda há um aparelhinho redondo, com uma pequena antena, medindo menos de 5 centimetros. E no ombro direito uma insignia, com uma serpente encaracolada.

Schirmer lembra que foi retirado do carro patrulha, sem conseguir usar o rádio ou a arma. Foi levado para dar uma volta no disco. O operador perguntou:

—    Voce é o vigia deste lugar?

Quando atingiram a parte superior do aparelho, o homem disse a Schirmer:

—    Vigia, um dia você verá o Universo!

Na época de nosso encontro , e por muitos anos , após o evento , este dialogo com o operador foi considerado por Schirmer como o acontecimento mais importante de sua vida.

Os encontros com OVNIs são cenários completos , nos quais a personalidade das testemunhas se projeta. Como nos filmes que aterrorizam, fazem rir, chorar ou suar de medo, a experiencia se torna parte da realidade da testemunha. Os ufologistas se comportam como pesquisadores sociais que, ao tentar compreender o fenomeno do cinema, entrevistam pessoas ao acaso, e aceitam seu testemunho  de acordo com as aparências. Como as testemunhas de OVNIs, estas pessoas não mentem . Algumas viram Godzilla , outras viram Bambi. A experiencia, em qualquer um dos casos , foi real para elas.

Mas a realidade sobre a qual devemos concentrar a atenção, a realidade que os pesquisadores de OVNIs frequentemente ignoram , é que existe um projetor oculto em uma pequena sala escura, perto do teto. Nesta sala, a tecnologia pode transmitir as imagens tanto de Bambi e Godzilla quanto Guerra nas Estrelas e, obviamente , Contatos Imediatos.

Como a tecnologia do cinema, a tecnologia dos OVNIs é um metasistema. Ela gera qualquer fenomeno apropriado para nosso nível, em uma dada época, em uma determinada condição do “mercado”.

Como Bertrand Meheust provou de modo brilhante , o cenário simbólico visto pelos sequestradores é identico ao tipo de iniciação ritual ou viagem astral que se encontra enraizada em todas as culturas. Neste sentido , a experiencia com os OVNIs é o detonador real que liberta uma série de imagens poderosas que carregamos em nosso “inconsciente coletivo” ( na nomeclatura junguniana). Inútil perguntar por que algumas testemunhas enxergam gigantes e outras anões, por que alguns sequestros são benignos e outros nocivos, por que em determinados encontros as vítimas encontram tecnologia sofisticada e em outros ocorrem estupros e outras indignidades.

Enquanto nossos colegas ufologistas ficam na caçada entrevistando os frequentadores do cinema, eu (Jacques Vallée ) acredito que as perguntas importantes devem ser feitas em outro lugar. Minha pesquisa conduziu à escada dos fundos, onde ninguem sobe. Meu objetivo é penetrar no segredo da pequena cabine de projeção, e descobrir finalmente o que faz os rolos se moverem e a máquina funcionar.
Extraido do livro Confrontos  de Jacques Valleé  –  Editora Best Seller

Postagem original feita no https://mortesubita.net/ufologia/o-caso-yakima/

Trago seu amor em três dias úteis!

Mironga é como chamamos o feitiço de preto-velho; a mandinga de negro em favor aos filhos que o procuram. Aqui vão algumas mirongas que Pai Marcelo de Egun tem a ensinar para resolver as dificuldades do coração de mizifio. Leia tudo com muita atenção e, principalmente, aplique isso no seu dia-dia. Grande é a força dessas pequenas macumbas…

1 – Aprenda a viver sozinho. Caso você não tenha capacidade nem para viver consigo mesmo, como poderá levar felicidade e alegria para outra pessoa? Primeiro relacione-se com seu eu interior. Depois busque alguém.

2 – Assuma a responsabilidade pelo seu relacionamento. Não é magia, inveja, ciúmes de terceiros, etc, que irá separar aquilo que o amor uniu.

3 – É claro que também nenhuma simpatia, reza ou trabalho irá unir ou “amarrar” aquilo que a falta de carinho e dedicação desuniu.

4 – Simplificando: quem procura as coisas ocultas para resolver problemas sentimentais é imaturo, ruim do juízo e doente do coração. Se pagar pra alguém fazer “amarração”, é um idiota e merece ficar sem seu dinheiro também.

5 – Desapegue-se! Ser humano é um bicho apegado. O único problema: amor é um sentimento livre. Um eterno querer bem. Um carinho incondicional. Quase um sentimento de devoção. Se você “gosta” tanto de alguém que prefere ele “morto” do que feliz com outra pessoa, escute: Isso não é amor! Você é um doente psicopata. Simples ilusão disfarçada…

6 – Aprenda que ninguém irá te completar. Você já deveria ser completo! Mas quando um relacionamento é calcado no mais puro amor, muito do amado vive no amante e muito do amante pra sempre viverá no amado. Quer milagre maior que esse?

7 – Melhor sozinho do que mal acompanhado! Sabedoria popular, mas o que têm de doutor e doutora que não consegue entender isso.

8 – Ponha o pé no chão e esqueça essa história de alma gêmea. Pare de enfeitar suas próprias desilusões com devaneios esquisotéricos. Encare a realidade de frente.

9 – A vida vai passando, com ele/a, ou sem ele/a. E a morte se aproximando…

10 – Por isso, vão viver a vida, mizifios! Quem sabe ela não está guardando um presente para vocês? Não existe mironga maior que essa…

Adaptado de um texto bem mais educado da Vó Dita.

#Humor

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/trago-seu-amor-em-tr%C3%AAs-dias-%C3%BAteis

A Maçonaria Não Deveria Existir

Autor: Ir.’. Márcio Aguiar

Esta história foi narrada, por um Irmão Maçom desconhecido…

Dia desses fui acompanhar a sindicância de um menino de 14 anos, pretendente a ser iniciado na Ordem DeMolay no Capítulo do qual faço parte. Estávamos em um grupo de 4 pessoas para esta sindicância. Além de mim, iam meu filho e mais dois DeMolays.

Chegamos à casa do menino e a sindicância começou como começam todas as sindicâncias, os DeMolays explicando ao candidato o que é a Ordem, como ela se iniciou seus preceitos, as virtudes que são cultuadas, etc., etc…

Na minha posição de Tio eu só escutava as explicações, acompanhava as perguntas curiosas e as respostas bem fundamentadas.

Porém, eu percebia que o candidato ficava incomodado com as respostas e acabava questionando com mais ênfase determinados pontos até que ele perguntou:

“- Ok, vocês me explicaram que a Ordem DeMolay prega o respeito a Pai e Mãe, quer que sejamos cidadãos patriotas, tolera e respeita todas as religiões e etc., mas eu não preciso ser DeMolay para fazer isso, pois isso é que meus pais têm me ensinado desde pequeno. Então, por que eu precisaria ser iniciado na Ordem para continuar fazendo o que eu já faço?”

Se não fosse a seriedade do momento teria sido engraçado, pois tanto meu filho quanto os outros dois DeMolays ficaram com aquela cara de “putz, é verdade, eu não tinha pensado nisso. E agora, o que eu respondo?”.

Aí todo mundo olhou para mim, esperando uma ajuda na resposta e eu fui obrigado a dizer algo. Mas eu acho que eles não esperavam a resposta que eu dei.

Disse assim:

“- Sabe, eu já me fiz essa pergunta algumas vezes e só pude concluir uma coisa: A Maçonaria não deveria existir, assim como a Ordem DeMolay também não deveria existir”.

Nossa!!! a cara de pânico dos meninos era hilária. No mínimo eles pensaram “Este cara ficou doido. A gente vem tentar trazer mais um membro para nossa Ordem e ele diz que ela deveria acabar? Ele deve ter ficado maluco”.

Aí eu tive de continuar a explicar minha “teoria”:

“- Na verdade as pessoas não deveriam precisar ser lembradas a todo o momento que elas devem ter respeito pelo seu país, sua família ou ao próximo. Aliás, deveria ser a coisa mais normal do mundo nós nos reunirmos para arrecadar fundos para ajudar um orfanato. Aliás, mas, aliás, mesmo, se o mundo fosse diferente, nem deveriam existir orfanatos, pois não deveriam existir crianças abandonadas pelos pais.

Nós deveríamos sair à rua e não deveria ser normal querermos brigar com o motorista de outro carro por causa de uma vaga para estacionar.

Ninguém deveria desconfiar da honestidade de outra pessoa, porque a desonestidade não deveria existir.

Eu não deveria colocar portões na minha casa e me fechar dentro de uma gaiola para evitar ser assaltado, porque a violência não deveria existir.

Ninguém deveria temer sair de casa com a camisa do seu time de futebol preferido, com medo de ser espancado até a morte por uma meia dúzia de imbecis que usam uma camisa de outro time.

Mas, infelizmente, este mundo que acabei de comentar não existe e somos expostos diariamente a tantas influências negativas que temos de procurar uma forma de nos unirmos a pessoas que ainda cultuam algum tipo de preceitos e valores morais e que pensem como nós. E para isso que existe a Maçonaria e a Ordem DeMolay, por exemplo.

Lá somos lembrados a continuar usando tudo de bom que aprendemos com nossos pais e nos são “relembrados” alguns outros valores que acabamos esquecendo com a correria da vida.

No dia que o ser humano aprender a respeitar ao próximo, eu proponho o fim da Maçonaria e de todas as Ordens semelhantes. “Enquanto isso seria um prazer ter você conosco.”

Hoje este candidato não é mais candidato, pois foi iniciado DeMolay logo depois.

Mas o que mais me deixou feliz foi escutar esta minha teoria repetida por um dos meninos que estavam participando daquela sindicância para outro candidato à Ordem DeMolay, dias depois. Ou seja, até que esta teoria não é tão maluca assim, pois mais alguém concorda com ela.

#Maçonaria

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/a-ma%C3%A7onaria-n%C3%A3o-deveria-existir

Eliphas Levi

Eliphas Levi Zahed é tradução hebraica de Alphonse Louis Constant, abade francês, nascido no dia 8 de fevereiro de 1810 em Paris. O maior ocultista do século XIX, como muitos o consideram, era filho de um modesto sapateiro, Jean Joseph Constant e de Jeanne-Agnès Beaupurt, de afazeres domésticos. Possuía uma irmã, Paulina-Louise, quatro anos mais velha do que ele. Apesar de mostrar desde menino aptidão para o desenho, seus pais encaminharam-no para o ensinamento religioso.

Foi assim que aos dez anos de idade ingressou na comunidade do presbitério da Igreja de Saint-Louis em L´lle, onde aprendeu o catecismo sob a direção do abade Hubault selecionava os garotos mais inteligentes, que demonstravam alguma inclinação para a carreira eclesiástica. Desse modo, Eliphas foi encaminhado por ele ao seminário de Saint-Nicolas du Chardonnet, para concluir seus estudos preparatórios(1). A vida familiar cessou para ele a partir desse momento. No seminário, teve a oportunidade de aprofundar-se nos estudos lingüisticos e aos dezoito anos já era capaz de ler a bíblia em seu texto original.

Em 1830, foi transferido para o seminário de Issy para cursar Filosofia. Dois anos mais tarde, ingressou em Saint-Sulpice para estudar Teologia. Foi em Issy que escreveu seu primeiro drama bíblico, intitulado Nemrod; no grande seminário de Saint-Sulpice criou seus primeiros poemas religiosos, dotados de uma grande beleza.

Após seu curso de Teologia, Eliphas ingressou nas ordens maiores, sendo ordenado sub-diácono e encarregado de ministrar o catecismo para meninas. “Esse ministério, diz Eliphas, tão poético e tão suave, foi para mim muito agradável; parecia-me que eu era um anjo de Deus, enviado a essas crianças para iniciá-las na sabedoria e na virtude; as palavras tornavam-se abundantes para elas em meus lábios, pois meu coração estava repleto e tinha necessidade de expandir-se(2)”.

Nosso jovem Alphonse são tardou a sentir o despertar em seu interior da força de sua juventude asceticamente reprimida desde a adolescência. Um dia, quando estava ensinando o catecismo às meninas, alguém chamou-o à sacristia. Era uma senhora, com uma jovem pálida e tímida, que pediu a Eliphas que a preparasse para a primeira comunhão. Outros padres tinham recusado por ser ela pobre e a filha doente e tímida. Eliphas não só aceitou a tarefa, como prometeu tratá-la como filha. A menina, que se chamava Adele Allenbach, de uma beleza pura e cândida, pareceu a Eliphas ser a imagem da própria Virgem Maria. Essa beleza juvenil correspondeu para ele a uma “iniciação a vida”, pois amou-a ternamente como se fosse uma deusa.

Eliphas Levi foi ordenado diácono em 19 de dezembro de 1835; em maio de l836 teria sido ordenado sacerdote se não tivesse confessado a seu superior o amor que devotava à jovem. Suas convicções religiosas receberam um choque tão grande, que Eliphas sentiu-se jogado fora da carreira eclesiástica.

Após 15 anos de estudos, Eliphas deixou o grande seminário para ingressar no mundo, tinha então vinte e seis anos de idade. Sua mãe, ao saber disso, suicidou-se. Abalado, sem experiência do mundo, teve muitas dificuldades para encontrar um emprego. Essa dificuldade aumentava ainda mais pelo boato que correu, segundo o qual teria sido expulso do seminário. Após ter percorrido o interior da França, trabalhando em um circo, Eliphas encontrou em Paris alguns trabalhos como pintor e jornalista. Fundou, com seu amigo Henri-Alphonse Esquirros(3), uma revista denominada “As Belas Mulheres de Paris”, na qual aplicava-se como desenhista e pintor e Esquirros como redator.

Mas, apesar desse pequeno parêntese em sua vida, Eliphas não tinha perdido sua inclinação para a vida religiosa. Despedindo-se de Esquirros, partiu em 1839 para o convento de Solesmes, dirigido por um abade rebelde. Eliphas aí encontrou uma biblioteca com mais de 20.000 volumes, iniciando-se na leitura dos antigos Padres da Igreja, dos Gnósticos e de alguns livros ocultistas, principalmente os da Senhora Guyon: “A vida e os escritos dessa mulher sublime, diz-nos Eliphas, abriram-me as portas de inúmeros mistérios que ainda não tinha podido penetrar; a doutrina do puro amor e da obediência passiva de Deus desgostaram-me inteiramente da idéia do inferno e do livre arbítrio; vi Deus como o ser único, no qual deveria absorver-se toda personalidade humana. Vi desvanecer o fantasma do mal e bradei: um crime não pode ser punido eternamente; o mal seria Deus se fosse infinito!”(4).

Eliphas vislumbrou, através do Spiridion e de outros escritos dessa autora, o reino futuro do Espírito Santo, o trabalho do homem de amanhã. O Cântico dos Cânticos lhe foi revelado; compreendeu por que em teologia a esposa tinha preferência em relação a mãe. Ficou imensamente feliz ao compreender que todos os homens poderiam ser salvos.

Partiu de Solesmes sem dinheiro, sem roupas, mas com uma profunda paz no coração. Não acreditava mais no inferno!(5).

Eliphas Levi passou, então, de emprego em emprego, sempre perseguido pelo clero que via nele um apóstata. Foi então que escreveu sua Bíblia da liberdade, desejando dividir com seus irmãos as alegrias de suas descobertas (1841). Essa publicação custou-lhe oito meses de prisão e 300 francos de multa! Foi acusado de profanar o santuário da religião, de atentar contra as bases da sociedade, de propagar o ódio e a insubordinação.

Foi mais ou menos por essa época que conheceu os escritos de Swedenborg. Segundo Eliphas, tais escritos não contêm toda a verdade, mas conduzem o neófito com segurança na senda.

Saindo da prisão, realizava pequenos trabalhos, principalmente pintura de quadros e murais de igrejas e colaborações jornalísticas. Apesar dos contratempos materiais, não deixou jamais de aperfeiçoar seus conhecimentos e enriquecer sua erudição. Foi após Swedenborg que encontrou os grandes magos da Idade Média, que o lançaram definitivamente no Adeptado: Guillaume Postel, Raymond Lulle, Henry Corneille Agrippa. Assim em 1845, aos trinta e cinco anos de idade, escreveu sua primeira obra ocultista, intitulada O livro das Lágrimas ou o Cristo Consolador.

Em 13 de julho de 1846 casou-se com Marie Noémi Cadiot, matrimônio que durou sete anos. Esse casamento foi para ele um suplício. Instigado pela mulher, lançou-se a escrever panfletos políticos, resultando-lhe um segundo período de cárcere. Em 3 de fevereiro de 1847, foi condenado a um ano de prisão e ao pagamento de mil francos de multa, acusado de levar o povo ao ódio e ao desprezo do governo imperial. Sua mulher, grávida, percorreu os mistérios a fim de obter a redução da pena imposta a seu marido, o que conseguiu após seis meses.

Em 1847, sua esposa deu à luz uma menina, que faleceu em 1854, para desespero de seu pai, que a adorava. Era uma criança muito doente e esteve várias vezes à morte. “Um dia, diz o Mestre, trouxeram-me essa pobre criança agonizante, porque não ouso dizer morta, por uma estúpida mulher que Noemi, incapaz de ser mãe, tinha admitido como ama-de-leite. A criança estava fria; o coração e o pulso não batiam mais. Noemi, que não soube cuidar dela como devia, estava furiosa, dizendo que mataria o filho da ama-de-leite (que mulher eu tinha, grande Deus!). Para apaziguá-la, jurei-lhe que a menina não estava morta. Transportei o pobre corpo para a cama e coloquei-o sobre meu peito; assoprei ao mesmo tempo em sua boca e em suas narinas; senti que ela começava a se destorcer. Peguei em seguida um pouco de água morna e bradei: Maria! Si quid est in baptismate catholico regenerationis et vitae, vive christiana! Ego enim te baptizo en nomine Patris et Filii et Spiritus Sancti. Meu amigo, não vos conto um sonho: a criança abriu imediatamente seus grandes olhos azuis espantados e sorriu… Levantei-me precipitadamente com um grande grito de alegria e conduzi-a aos braços de sua mãe, que não podia acreditar no que estava vendo”. (6)

A Vontade, a Fé, o poder do Verbo Humano, juntos, operam as maravilhas da Natureza que os profanos denominam milagre…

Em l848, Eliphas Levi fundou um clube político, denominado Clube da Montanha, com fins eleitorais, no qual era presidente; Noemi Constant era a Secretária e Esquirros um dos vice-presidentes. Para sorte dos ocultistas, somente Esquirros foi eleito Deputado para a Assembléia Nacional (1849). Em 1851, Esquirros partiu para o exílio, na Inglaterra, onde escreveu uma série de obras, sendo uma delas de cunho ocultista, apesar de seu título (O Evangelho do Povo). Entre os discípulos de Esquirros contava-se Henri Delaage, Iniciador de Papus, em 1882 na Sociedade dos Filósofos Desconhecidos, entidade que provém de Louis Claude de Saint-Martin. Foi a partir desse episódio que Eliphas Levi abandonou integralmente sua obra social, para dedicar-se exclusivamente ao Ocultismo.

“Na Bíblia da Liberdade, explica-nos Eliphas, saudamos o gênio da revolução, do progresso e do futuro. Na festa de Deus, Assunção da Mulher e Emancipação da Mulher procuramos explicar nossa religião materna. Na Última Encarnação demonstramos o papel do Cristo sobre a terra e saudamos o gênio do Evangelho, marchando à frente do progresso. Agora, nossa obra social está concluída; não pedimos por ela, indulgência nem severidade. Escrevemos o que ditou nossa inteligência e nosso coração”(6).

Sabemos a origem dos estudos ocultistas de Eliphas Levi, mas permanece obscura sua origem iniciática. Sabemos de suas relações de amizade com Hoene Wronski e com Edward Bulwer Lytton. O polonês Wronski, falecido no dia 9 de Agosto de 1853, em Paris, deixou setenta manuscritos catalogados por sua esposa, à Eliphas Levi e outros, os quais foram doados à Biblioteca Nacional de Paris.

Em 1854, um ano após a morte de Wronski, Eliphas viajou à Londres, onde se encontrou com inúmeros ocultistas ingleses, que lhe pediram revelações e prodígios. Longe de querer iniciá-los na magia cerimonial, isolou-se no estudo da Alta Cabala.

Havia um, contudo, Adepto de primeira linha, que se tornou grande amigo de Eliphas Levi: Bulwer Lytton, autor de Zanoni, Os Últimos Dias de Pompéia, A Raça Futura, etc. Os dois Mestres teriam trocado informações iniciáticas dos mais altos interesses para as sociedades ocultistas, das quais certamente eram os chefes. Haveriam inclusive, realizado trabalhos espirituais entre 20 e 26 de julho de 1854, em Londres. As anotações relacionadas com esses eventos foram parar nas mãos de Papus, sendo publicadas, em parte, em um dos números da Revista L´Initiation. Registram três visões, de São João, de Jesus e de Apolônio de Tiana, os quais lhes teriam revelado os mistérios dos Sete Selos do Apocalipse; alguns enigmas do futuro, que desejavam saber; detalhes da Magia Celeste (revelados pelo livro do Rabino Inaz que lhes indicaram onde encontrar), as chaves dos milagres, bem como o sagrado dever de honrar a Coroa, uma vez conquistada.

Retornando a Paris, instalou-se no atelier do pintor e discípulo Desbarrolles, uma vez que estava separado de sua esposa Noemi (fato ocorrido antes de partir para Londres). Desenrolou-se nova etapa em sua vida. Foi a fase do Adeptado. Em 1855 fundou a Revista Filosófica e Religiosa (cujos artigos principais encontram-se em seu livro A Chave dos Grandes Mistérios). Nesse mesmo ano publicou seu Dogma e Ritual da Alta Magia e o poema Calígula, identificado no personagem, o imperador Napoleão III. Foi preso imediatamente. No fundo da prisão escreveu uma réplica, o Anti-Calígula, retratando-se. Foi posto em liberdade.

Em 1859 veio à luz sua História da Magia, formando com A Chave e o Dogma a Trilogia ocultista tida como bíblia por seus discípulos, entre os quais, nessa época, figuravam Desbarrolles, Delaage e Rozier. Os dois últimos vieram a transmitir a Papus e aos demais ocultistas do fim do século XIX o precioso depósito da Tradição, proveniente de Martinez de Pasqually, Willermoz, Saint-Martin e vivificada por Eliphas Levi.

O círculo de amigos de Eliphas Levi era constituído por uma elite de homens de Desejo, que se reuniam na casa de Charles Fauvety. Constavam-se entre os discípulos parisienses, além dos mencionados acima, Louis Lucas (autor de Química Nova), Louis Ménard (tradutor de Hermes Trismegistro), o conde Alexandre Branicki, Littré, Considérant, Reclus, Leroux, Caubet, Eugène Nus, Constantin de Branicki. O Conde Alexandre de Branicki, polonês, amigo pessoal de Bulwer Lytton, era tido como o principal discípulo de Eliphas Levi, “o mais avançado em Cabala”(8).

Mas nem todos os discípulos do Mestre habitavam em Paris, como era o caso do Barão Nicolas-Joseph Spedalieri, nascido em 1812, na Sicília. Iniciado desde os vinte anos na Sociedade dos Martinistas de Nápoles, era leitor assíduo de Louis Claude de Saint-Martin, o Filósofo Desconhecido. Aos trinta anos, fixou residência na França (Marselha). Em 1861, entrou em contato com o autor do Dogma e Ritual de Alta Magia, tornando-se seu discípulo. A correspondência entre Eliphas e Spedalieri, iniciada em 24 de Outubro de 1861, prolongou-se até 14 de Fevereiro de 1874.

Apesar de cultivar relações de amizade com pessoas ricas, que freqüentava, Eliphas levava uma vida bastante simples. Suas regras eram: “uma grande calma de espírito, um asseio com o corpo, uma temperatura sempre igual, de preferência um pouco mais fria do que quente, uma habitação arejada e bem seca, onde nada lembre as necessidades grosseiras da vida, refeições regulares e proporcionais ao apetite, que deverá ficar satisfeito e não excitado. Uma alimentação simples e substanciosa; deixar o trabalho antes do cansaço; fazer um exercício moderado e regulado; jamais aquecer-se ou excitar-se à noite, para que a maior calma preceda o sono. Com uma vida regulada assim, pode-se prevenir todas as doenças, que se apresentam sempre sob a forma de indisposições, fáceis de combater com remédios simples e brandos… uma xícara de vinho quente para o enfraquecimento e o resfriado, alguns copos de hidromel! como purgativo, infusão de borragem(9) e leite para a gripe, muita paciência e alegria farão o resto”(10).

Em agosto de 1862 editou seu livro Fábulas e Símbolos, considerado por ele mesmo como o mais profundo que escreveu. Ao elaborar essa obra, conta-nos Eliphas, o Espírito projetou-se em sua alma, de sorte que via todo o conteúdo do livro na Luz, antes de ser escrito. Toda a obra foi feita de um só fôlego, sem qualquer rasura. As idéias brotavam espontaneamente e coisas simples e belas emergiam da Luz, admirando o próprio autor. “Que a Vontade de Deus seja feita! Exclamou Eliphas. Estou maravilhado e espantado pelas grandes obras que Ele me faz executar. Se soubésseis como meu mérito é pequeno… Sou um verdadeiro cadáver que o Espírito Santo anima”.(11)

Suas obras causavam impacto no mundo ocultista da França e do exterior. Recebia visitas de toda espécie: curiosos, ocultistas, estudantes sinceros, aprendizes de feiticeiro … “Um dia, diz Eliphas, entre três e quatro horas da tarde, ouvi alguém bater a minha porta. Eram sete batidas secas, assim espaçadas: 00-0-00-00. Abri a porta e um rapaz muito bem vestido e de boa apresentação entrou lentamente, rindo, com um ar um pouco sarcástico, dizendo-me em um tom familiar: “meu caro Senhor Constant, estou encantado por encontrá-lo em casa”. Tendo dito isso, passou para meu escritório como se estivesse em sua própria casa e sentou-se em minha poltrona.

“Mas Senhor, disse-lhe, não vos conheço”! Ele soltou uma gargalhada: “Sei perfeitamente disso: é a primeira vez que me vedes, pelo menos sob esta forma. Mas eu vos conheço muito bem! Conheço toda vossa vida passada, presente e futura. Ela está regulada pela lei inexorável dos números. Sois o homem do Pentagrama e os anos terminados pelo número cinco sempre vos foram fatais. Olhai para traz e julgai: em 1815 vossa vida moral começou, pois vossas recordações não vão além, em 1825 ingressastes no seminário e entrastes na liberdade de consciência; em 1845 publicastes A Mãe de Deus, vosso primeiro ensaio de síntese religiosa, e rompestes com o clero; em 1855 vós vos tornastes livre, abandonado que fostes por uma mulher que vos absorvia e vos submetia ao binário. Notais que se houvésseis continuado juntos, ela vos teria anulado completamente ou teríeis perdido a razão. Partistes em seguida para a Inglaterra; ora, o que é a Inglaterra? Ela é o Iod da Europa atual; fostes temperar-vos no princípio viril e ativo. Lá vistes Apolônio, triste, barbeado e atormentado como estáveis naquele período. Mas esse Apolônio, que vistes era vós mesmo; ele saiu de vós, entrou em vós e em vós permanece”.

“Vós o revereis neste ano de 1865, mais bonito, radioso e triunfante. O fim natural de vossa vida está marcado (salvo acidente) para o ano de 1875(12); mas se não morrerdes neste ano, vivereis até 1885. Apolônio, quando o vistes, temia as pontas das espadas; vós as temeis como ele, pois neste momento, me tomais por um louco. Como um dia alguém quis assassinar-vos(13), perguntais inquietamente se não vou terminar minha extravagante alocução com um gesto semelhante (aqui começou a rir). Sim, sou louco, acrescentou, retomando seu ar sério, mas não sou a loucura morta, sou a loucura viva; ora, a loucura viva é o inverso da sabedoria de Deus. Sabeis vós o que é Deus? Deus sois vós, pois Satã é Deus visto ao contrário.

“Existem atualmente dois grandes escritores, continuou o estranho visitante, que são úteis à Ciência, Mirville e Eliphas Levi. A todo tempo são necessárias duas colunas; vós sois Jakin, ele é Boaz. Sabeis bem que nenhuma força se produz sem resistência, nenhuma luz sem sombra, nenhuma afirmação sem negação”. Calou-se por alguns instantes e eu lhe perguntei:

– Sois Espírita? Respondeu-me gravemente:

“Os espíritas são escorpiões que inoculam um veneno cadavérico sob as pedras tumulares. Atraem os mortos, mas não os ressuscitam. Em breve a terra estará coberta de cadáveres que andam. Estamos em uma época de morte. Louis-Philippe era um Mercúrio sem asas na fronte; ele as tinha nos pés e foi-se. Napoleão III é um Júpiter sem estrela; após ele virá o Saturno coxo e o rei dos padres. O Senhor Conde de Chambord… “O visitante refletiu um instante, olhou-me fixamente e disse de repente:

“Por que não quereis ser papa”? Dessa vez fui eu quem soltou uma gargalhada. Respondi-lhe:

– Porque não quero ser despropositado. “Ah! disse-me ele, ainda tendes um véu para rasgar e não conheceis vossa força toda-poderosa, acrescentou, retratando-se. Nós dois já criamos e destruímos muitos mundos e vós não ousais aspirar a governar um. Esperai, então, a derrota, o esmagamento dos tímidos, a cruz desse pobre homem que se chamava Jesus Cristo”.

“Mas, finalmente, quem sois vós?”, perguntei-lhe, então, levantando-me.

“Vós negastes minha existência, respondeu-me ele; chamo-me Deus. Os imbecis denominam-me Satã. Para o vulgo chamo-me Juliano Capella. Meu envelope humano tem vinte e um anos; ele nasceu em Bordéus; tem pais italianos”.

“Enquanto esse rapaz falava, eu sentia um peso extraordinário na cabeça; parecia-me que minha testa iria explodir. Observava meu interlocutor com surpresa. Seu rosto lembrava os retratos de Lord Byron, com menos correções nos traços; possuía as mãos muito brancas e carregadas de anéis, o olhar seguro e crepitante de sarcasmos, a boca vermelha, os dentes regulares”. (14)

O curioso visitante partiu e jamais os biógrafos de Eliphas Levi encontraram qualquer traço dele. O ano de 1865, como ele tinha predito, foi triunfal para Eliphas, pois a publicação de sua Ciência dos Espíritos trouxe-lhe enorme reputação entre os ocultistas de seu tempo.

No dia 31 de maio de 1875 faleceu Eliphas Levi. Aqueles que o acompanharam até o último momento testemunharam sua grande coragem e resignação. No momento de expirar, estava bastante calmo. Sua vida tinha sido plena de realizações espirituais. Havia cumprido a missão de iniciado e de iniciador. Acima de seu leito, estava fixado um crucifixo, que olhava seguidamente nos últimos momentos. Disse antes de expirar: “Ele prometeu o Consolador, o Espírito. Agora espero o Espírito, o Espírito Santo”. O Mestre faleceu logo em seguida.

Dedicando praticamente todo seu tempo à pesquisa da verdade e ao apostolado perante seus discípulos, Eliphas Levi levou uma vida bastante humilde. Os bens materiais que possuía não passavam de muitos livros e algumas obras de arte, como prova seu testamento, redigido em uma quarta-feira, no dia 26 de maio de 1875, cinco dias antes de sua morte:

“Em nome da Justiça e da Verdade, este é meu testamento:

Lego ao Conde Georges de Mniszech meus manuscritos, livros e instrumentos de ciência, particularmente uma dupla esfera metálica portanto um resumo de todas as ciências.(15)

Desejo que ninguém toque em meus; manuscritos, a não ser o Conde de Mniszech, a condessa sua esposa, o Conde Branicki e a senhora Gustaf Gebhard, que reside na rua Koenigstrasse, 64, em Esberfeld.

Meu amigo Edouard Pascal, que se ocupou de mim com o maior devotamento, escolherá dentre meus livros não científicos e entre meus objetos de arte e de curiosidade o que lhe interessar.

Lego à minha irmã Pauline Bousselet, que sou forçado a deserdar, por causa de meu cunhado, todos os meus quadros e objetos de devoção.

Desejo, ademais, que todas minhas vestes e roupas em geral sejam legadas às irmãs de caridade da rua Saint-Jacques.

O que resta de móveis, curiosidades, tapeçarias, vasos, pratos de cobre, etc., será vendido e o resultado dividido entre as pessoas que se ocuparem de mim até os últimos momentos; não me refiro a mercenários, mas a amigos”.

O Conde de Mniszech faleceu em 1885. Os manuscritos de Eliphas Levi foram vendidos e dispersos; mas graças a Stanislas de Guaita foram reencontrados. Cabe salientar que a Condessa de Mniszech era prima da Condessa Keller, esposa de Saint-Yves d´Alveydre, o Mestre intelectual de Papus, fato que certamente facilitou a recuperação dos preciosos manuscritos.

Edouard Pascal ficou também com a espada mágica de Eliphas Levi e com a famosa caderneta de anotações referentes aos trabalhos mágicos de Londres. Em 1894 esses objetos caíram nas mãos de Papus, graças a intercessão de amigos que conheciam a viúva de Pascal.

O Filho de Eliphas Levi que só viu o pai no dia de sua morte, acompanhou-o até a sua última morada.(16) M.A.C. foi visto em 1914 por Chacornac, que ficou admirado com sua extrema semelhança com Eliphas Levi. Era um velho de estatura média, de cabelos brancos e que exalava bondade. Mostrou-lhe sua biblioteca, com quase todas as obras de seu pai, cuidadosamente encadernadas. Presenteou-o com um busto de Eliphas e com um de seus manuscritos, denominado O livro de Hermes. Compunha-se de 294 folhas, com 47 figuras no texto e com 78 lâminas do Tarot, em anexo, desenhadas pelo próprio autor. Em 1919, Chacornac encontrou-se com o neto de Eliphas Levi, filho de M.A.C.

M.A.C. legou em 1914, a amigos de Papus, manuscritos inéditos de Eliphas, e objetos pessoais do Mestre. A Tradição Ocultista continuou através dos discípulos póstumos de Eliphas Levi Zahed. A vida continua depois da vida; o sol parte e vem a noite; mas ele não deixa de renascer no dia seguinte, para aquecer e iluminar todos os recantos da Natureza.

Notas

1-) Eliphas Levi tinha 15 anos de idade. Cf. CONSTANT, A.L. Livre des Larmes ou le Christ Consolateur. Paris, Paulier, 1845, p.214.

2-) Cf. CHARCONAC, P. Eliphas Levi, Rénovateur de I´Occultisme em France. Paris, Charconac Freres, 1926, p.17.

3-) Nasceu em Paris em 1814; foi autor de Magicien (1834), Charlotte Corday (1840), Evangile du Peuple(1840); exilado na Inglaterra em 1851, retornou à França em 1869, após a queda do império. Foi nomeado administrador da região de Bouches-du-Rhone, onde tomou medidas enérgicas do ponto de vista econômico e administrativo. Suspendeu o jornal La Gazette du Midi e dissolveu a congregação dos Jesuítas de Marselha; esses atos foram desfeitos pela administração superior, o que culminou com sua demissão. Foi reeleito deputado para a Assembléia Nacional em 1871. O papel que desempenhou como político à partir desta data, foi sem expressão.

4-) CONSTANT,A.L. L´Assomption de la Femme ou le livre de L´Amour. Paris, Le Gallois, 1841, p. XIX.

5-) CONSTANT, A. L. Op. Cit., p. XXI.

6-) Carta de Eliphas Levi ao Barão Spedalieri, Correspondência, t. IX. Essa correspondência entre os dois ocultistas comporta mais de mil cartas. A presente tradução engloba apenas o tomo I (Citado por CHACORNAC, p. op. cit., p. 108).

7-) CONSTANT,A.L. Le Testament de la Liberté. Paris, Frey,1848, p. 218-9.

😎 ELIPHAS LEVI. Correspondência, tomo I.

9-) Planta de Largas flores azuis, que crescem em regiões temperadas. Suas infusões são sudoríferas, diuréticas e depurativas.

10-) ELIPHAS LEVI. Correspondência, tomo I.

11-) ELIPHAS LEVI. Correspondência, tomo I.
12-) Todas essas observações estão admiravelmente corretas.

13-) Em 1862, com efeito, um alucinado procurou Eliphas Levi durante dezoito meses, para assassiná-lo. Um dia ele apareceu com um punhal em uma mão e um exemplar do Dogma e Ritual da Alta Magia em outra. O mestre encarou-o com brandura. Falou-lhe com docilidade e ele foi embora tremendo.

14-) ELIPHAS LEVI, Correspondência, vol. V, citado por CHACORNAC, p. op. cit. p. 242 a 244.

15-) Trata-se do famoso Prognóstico de Wronski, aparelho reencontrado por Eliphas Levi em um antiquário de Paris.

16-) M.A.C. era filho de Eliphas Levi e de Eugene C.. Em 1867, Eliphas quis ocupar-se de seu filho, mas não se entendeu com Eugene. Até sua morte não mais avistou Eugene e o filho. Este, informado por um amigo, conseguiu rever o pai sobre seu leito de morte. Cf. CHARCONAC,P.ELIPHAS LEVI, op.cit.p.192.

Original foi retirado do site da Sociedade das Ciências Antigas.

1810 – 1875

Postagem original feita no https://mortesubita.net/alta-magia/eliphas-levi/