Curso de Tarot e História da Arte

Todas as imagens acima representam a figura do “Mago” no Tarot, ao longo de 600 anos de História, abordados em 15 dos principais decks conhecidos. O que elas têm em comum? o que possuem de diferente e por que motivo foram retratadas desta maneira? O que representam cada um dos símbolos destes Arcanos?

Dias 21 e 22 de Janeiro acontece em São Paulo um dos cursos que eu mais gosto de ministrar, sobre tarot e seu estudo dentro da História da Arte e da Magia.

Muita gente têm escrito emails pedindo mais detalhes sobre os cursos de Tarot do Teoria da Conspiração… Bem, em primeiro lugar, se vocês estão procurando um curso para aprender a “prever o futuro”, esqueçam; podem pular fora e procurar esses milhares de “tarólogos” que tem aos baldes por ai no orkut. O Tarot é uma ferramenta simbólica, magística e de auto-conhecimento nobre demais para ser usada apenas dessa maneira tão simplória.

No curso de Arcanos Maiores, utilizo 15 tarots diferentes. Estudamos cada um dos 22 Caminhos da Árvore da Vida e sua correlação simbólica e imagética com cada Arcano do Tarot. Observe as figuras acima, do Mago. O que elas têm de semelhante? no que diferem? por quê? O que representam estes objetos? e as cores? O que eles quiseram dizer no momento histórico em que estavam?

Entendendo os símbolos utilizados no Tarot, compreendemos de uma maneira muito mais profunda a Kabbalah, a Astrologia e o próprio sistema de pensamento humano.

Começamos pelo Visconti-Sforza, do século XIII, que une a simbologia dos Trionfi renascentistas à estrutura da Árvore da Vida. Em seguida, o tradicional Tarot de Marselha (1560), Rider Waite (1909), Golden Dawn (duas versões), Tarot de Papus, Tarot Egípcio e Tarot de Thoth (Crowley), até os modernos Mitológicos e Cabalistas. Isto nos dá uma noção muito clara de como os Arcanos se desenvolveram ao longo da história da magia e da arte e quais são as principais escolas; suas diferenças e semelhanças.

Somente com esta visão de conjunto é possível compreender a magnitude do tarot e as maneiras como ele pode ser utilizado em rituais e no seu altar pessoal.

Claro que não poderia deixar de ensinar a fazer a leitura do Tarot tradicional, pelo método da Cruz Celta; mas normalmente quando se chega nessa parte do curso, a maioria dos alunos já percebeu que existem usos bem mais interessantes e poderosos do tarot do que apenas o de fazer leituras.

Para maiores informações acesse Cursos – Projeto Mayhem

#Tarot #Artes #Cursos

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/curso-de-tarot-e-hist%C3%B3ria-da-arte-1

A Astrologia retornando às Universidades

Por Julio Wizlak.

A história começou com uma ligação telefônica. De Portugal para o Brasil. A portuguesa Teresa Filipa da Costa Sá convidou o astrólogo brasiliense Francisco Seabra para uma palestra na cidade do Porto. Antes de tomar qualquer decisão, Seabra pediu a data, a hora e o local de nascimento de Teresa. Indiscrição e indelicadeza? Não. Seabra queria fazer o mapa astral de sua interlocutora. Vinte e quatro horas depois, outra ligação, dessa vez de Brasília para Porto. Teresa foi pedida em casamento e, quatro meses depois, desembarcava no Brasil. “Impossível não me casar com ela. Os astros mostraram, ela é a minha verdadeira cara-metade”, diz ele. Pode parecer loucura, mas o fato é que atualmente a própria ciência, antes tão refratária a coisas desse tipo, se debruça sobre histórias como essa para explicar a natureza da atração exercida pelos astros. Abre-se assim uma nova vertente da astrologia. E abre-se, também, uma nova polêmica tanto no meio acadêmico quanto nos consultórios astrológicos de sensitivos tradicionais. Grande parte dos profissionais desse ramo acha que entender o movimento dos astros e o impacto deles na vida das pessoas é uma combinação de sensibilidade e arte, jamais uma ciência.

Na Universidade de Brasília (UnB), considerada uma das cinco-estrelas no meio intelectual do País, já existe um curso dedicado ao estudo da astrologia com o objetivo de provar a existência e a dinâmica dos fenômenos astrológicos. “Embora não se conheça o tipo de energia que atua nesse campo, dá para formular uma equação matemática descrevendo as ocorrências astrológicas”, diz Álvaro Luiz Tronconi, professor do Instituto de Física da UnB. Em menos de dois anos de estudo, duas pesquisas desse Núcleo de Astrologia deram conta de validar cientificamente as previsões astrológicas.

Coordenadas pelo engenheiro Paulo Celso dos Reis Gomes, do Instituto de Tecnologia, elas tentaram identificar, entre dois grupos de voluntários, quais estavam às vésperas de se casar e quais estavam angustiados com o exame vestibular. Evidentemente os astrólogos não sabiam quem era quem. Só tinham em mãos os dados necessários à elaboração do mapa astral de cada um dos 200 inscritos. Para dificultar o trabalho, foram incluídas pessoas com curso superior completo no grupo dos vestibulandos e foi incluída gente que nem sequer tinha namorado no time de noivos. O resultado foi surpreendente: 95% de acerto de quem estava mesmo nessa ou naquela situação.

Esses números impressionam, mas não convencem os cientistas em geral. Há quem insista no ponto que a astrologia só poderia ser considerada uma ciência com a descoberta dos princípios que regem a troca de “energia” entre homem, planetas e demais astros do Sistema Solar. “Se é que, ao menos, existe esse princípio de troca de energia”, diz o astrônomo Amauri de Almeida, da Universidade de São Paulo. Os estudiosos do espaço sabem, por exemplo, que a força gravitacional da Lua sobre a Terra interfere na altura das marés. Mas que força lunar influenciaria na forma como uma pessoa administra seus negócios ou no modo como organiza sua vida profissional? “A única troca de energia que a astronomia consegue identificar entre um corpo celeste e os humanos é a energia da radiação solar”, diz Ronaldo Rogério Mourão, um dos astrônomos mais conceituados do País. De fato, pegar um bronzeado é prova irrefutável dessa influência, mas não é disso que falam os astrólogos.

Para eles, a influência dos astros nas pessoas aconteceria em níveis intra-atômicos, um campo da ciência estudado pela física quântica – outra novidade que ganha corpo e irrita os astrólogos ortodoxos. Algumas teorias dessa área sugerem que a transmissão de energia entre os corpos do Universo não se dá por vias tradicionais, mas, isso sim, por um sistema de coordenadas. Seria como se um satélite GPS recebesse um sinal emitido por um corpo na Terra e o retransmitisse para outra parte do espaço.

O astrofísico inglês Percy Seymour acredita que algo parecido aconteça com corpos celestes. Segundo sua teoria, que municia os astrólogos científicos, os astros funcionariam como as emissoras de tevê. Sol, Lua, planetas, asteróides e estrelas emitiriam sinais magnéticos captados pelo sistema nervoso do homem. Cientistas convencionais atiram pedras nessa tese. Mas um experimento recente realizado por físicos do Laboratório de Ciência da IBM, a gigante americana da informática, provou que dois elétrons podem trocar energia livremente se resfriados dentro de um mesmo campo magnético. Seymour defende a teoria de que a energia entre os corpos no espaço se comporta de forma semelhante. Cada ser humano captaria com suas “antenas” pré-ajustadas pela genética os “programas” que lhe dizem respeito.

“Estamos avançando nesse campo de pesquisa”, diz Seabra, um dos idealizadores do núcleo de Astrologia da UnB, que deixara de ser ensinada nos centros universitários desde a morte do francês Jean Baptiste Morin de Villefranche. Autor do livro Astrologia gálica, Villefranche postulou as 25 regras que regem o trabalho da astrologia científica e seus modelos de cálculos são tão sofisticados que permitem fazer previsões de datas. Vale lembrar: Villefranche faleceu no dia 6 de novembro de 1656, às duas horas da madrugada, rigorosamente como ele próprio havia previsto dois anos antes.

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/a-astrologia-retornando-%C3%A0s-universidades

Conselhos para as Práticas Mágicas

Não devemos esquecer nunca que o corpo, a alma e o espírito devem ser instruídos simultaneamente, senão não seria possível obtermos a mantermos o equilíbrio mágico. Eu já citei várias vezes os perigos de uma instrução unilateral. Não é aconselhável apressar-se, tudo tem o seu tempo. Paciência, perseverança a determinação são condições básicas para o desenvolvimento. O esforço empregado na própria evolução será mais tarde amplamente recompensado. Quem quiser trilhar os caminhos da magia, deve assumir o dever sagrado de exercitar-se regularmente.

Devemos ser generosos, amistosos a condescendentes com o próximo, mas severos a duros com nós mesmos. Só com esse comportamento é que poderemos ter sucesso na magia. Nunca se deve julgar ou criticar os outros sem antes olhar para si mesmo. Não se deve conceder a ninguém o acesso ao próprio reino; o mago não deve falar sobre a sua caminhada, sua escalada e seu sucesso. O maior poder reside no silêncio, a quanto mais esse mandamento for obedecido, tanto mais acessíveis a facilitados serão os caminhos a essas forças. Devemos organizar-nos de tal maneira a empregar o máximo tempo possível nessa escalada.

Não é necessário permanecer horas tomando cerveja na companhia de pessoas que não têm nada a dizer. O tempo escorre feito água a não volta nunca. Devemos definir um determinado período de tempo para tudo isso, mas este deverá ser mantido de qualquer maneira; as exceções só deverão ser aceitas em casos totalmente inevitáveis. O homem é uma espécie muito apegada aos seus hábitos, a quando se acostuma a um certo horário de exercícios, automaticamente será impelido a cumpri-lo sempre. Assim como se estabelece nele a necessidade de comer, beber a dormir, também os exercícios acabarão por tornar-se um hábito. Só assim ele poderá ter a certeza de ser bem sucedido. Sem esforço não há recompensa. Ao agrupar as instruções dessa maneira, minha intenção foi considerar as pessoas que estão sempre muito ocupadas, mas quem tiver uma disponibilidade maior de tempo poderá executar dois ou mais exercícios simultaneamente.

Do livro Magia Prática, escrito por Franz Bardon

#Exercícios #hermetismo #oalvorecer

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Trollhunters

Hoje falo um pouco sobre o desenho Trollhunters e a Jornada do Herói no Vitamina Nerd.

A boa do dia de hoje é a série animada Trollhunters, disponível na Netflix. Guillermo del Toro (Labirinto do Fauno, Pacific Rim, Hellboy) fez toda a lição de casa e nos entrega um dos melhores desenhos animados da Jornada do Herói.

A história fala sobre a morte do antigo Trollhunter (não se preocupe, não foi um spoiler, isso acontece nos primeiros dois minutos da série) e a busca por seu substituto, enquanto as forças das trevas tentam fazer com que um antigo e poderoso vilão retorna para a Terra.

Não vou dar nenhum detalhe dos episódios para não estragar nada da trama, mas é impossível não se entusiasmar com as reviravoltas da narrativa e com o desenvolvimento dos Personagens.

Último trabalho do Anton Yelchin (o Chekov do novo Star Trek e o Charlie Brewster do novo Hora do Espanto) antes de falecer, conta a história de Jim lake Jr. e o encontro com o amuleto do Caçador de Trolls em uma tarde ensolarada. Arrancado da sua vida ordinária, “Master Jim” agora se vê envolvido em uma trama envolvendo trolls, goblins, duendes e demônios do subterrâneo.

Trollhunters segue a “Jornada do Herói” de Campbell à sua plenitude. Temos o herói arrancado de sua vida cotidiana por um despertar e uma responsabilidade. Seus amigos e colegas, Toby o conselheiro e aprendiz de herói, e Claire, a parceira romântica platônica, o auxiliam em sua jornada, um passo de cada vez. Sei que acabo ficando com a língua coçando para revelar as correlações cabalísticas destes personagens, mas como o desenho possui inúmeros “plot twists duplos carpados” envolvendo Personagens, vou pedir desta vez para vocês simplesmente confiarem em mim e assistirem na fé em Zeus.

Se você curtiu a série de filmes do Harry Potter, Star Wars Rebels e o Labirinto do Fauno, é certeza que você vai adorar. Estou vendo com a galera do Vitamina como faremos para uma coluna com spoilers para discutirmos estes aspectos hermetismos com maior profundidade…

Destaque para os goblins, que roubam a cena em todos os episódios que aparecem. Waka Tchaka!

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/trollhunters

Pirâmides parte III – A Câmara dos Reis

Olá crianças,

Apenas respondendo a alguns dos comentários, eu gostaria de dizer que, na verdade, eu sou mais cético do que a imensa maioria dos que se dizem “céticos” que escrevem comentando. A minha formação é a seguinte: fiz engenharia de produção na USP, depois arquitetura, também na USP, com especializações em semiótica (o estudo de símbolos, signos, mensagens subliminares, cores, etc. e como elas afetam as pessoas) e História da Arte (com ênfase em História das Religiões comparadas, de onde resultou um dos meus trabalhos, chamado “Enciclopédia de Mitologia”, com cerca de 7.200 verbetes). Desde 1989 também estou envolvido direta ou indiretamente com fraternidades iniciáticas, filosóficas e religiosas. Segundo os testes da Mensa, meu QI é de 151, embora eu não goste muito deste conceito de “Quociente de Inteligência” porque acredito que existam diversos tipos diferentes de inteligência. Apesar de conhecer e estudar profundamente todas as religiões, a minha religião pessoal é a Filosofia.

Quanto às “ordens secretas”, eu gostaria de dizer que a Maçonaria, Rosacruz, AMORC e outras não são secretas, mas DISCRETAS, pois, como visto acima, possuem sites, emails, CNPJs e estão com as portas abertas a qualquer pessoa que seja um buscador sincero. Quanto à “Ordens Invisíveis”, ai eu não sei do que vocês estão falando, essas coisas não existem…

Bom… vamos ao que interessa: a Câmara dos Reis.

Antes disto, vamos brincar um pouco com a geometria sagrada. Pela imagem ao lado, vocês podem perceber que a pirâmide, além das perfeições milimétricas que comentei no post anterior, possui algumas câmaras internas, que as otoridades chamaram de “Câmara do Rei” e “Câmara da Rainha”.

Para falar sobre elas, primeiro vou ensinar vocês a construírem suas próprias pirâmides com um compasso e um esquadro. Faça da seguinte maneira.

Trace uma linha reta em um papel. Faça com um compasso 2 círculos tangentes sobre esta linha. Em seguida, faça duas linhas perpendiculares ao centro de cada círculo até que elas toquem o ponto superior de cada círculo. Ligue os pontos ABCD da maneira que eu coloquei.

Usando o compasso, coloque a ponta dele no centro obtido pelo X e trace um segundo círculo, com intersecção nestes 4 pontos ABC e D. Usando o esquadro, trace uma reta do topo deste novo círculo até a base e você terá a exata proporção das pirâmides da atlântida.

Os traçados BC e AD “coincidentemente” terão os exatos mesmos ângulos de inclinação das passagens que ligam o exterior da pirâmide às câmaras encontradas (acompanhe as imagens) e estas câmaras e túneis, bem como seus cruzamentos teóricos “coincidem” perfeitamente com as quatro câmaras, 2 do “Rei” e 2 da “Rainha”.

“Opa ! – como assim QUATRO?!?!? As otoridades dizem que só existem DUAS câmaras na pirâmide!!!.”

Desde 1963, as otoridades têm sabotado e bloqueado sistematicamente qualquer investigação nas pirâmides que não fosse estritamente observada e acompanhada de perto por seus agentes religiosos e historiadores que precisam manter suas teorias de “tumba do faraó” intactas. Mas o tio Marcelo conseguiu algumas fotos muito interessantes de 1910 para mostrar para vocês..

Dentro da pirâmide, existem dois conjuntos de câmaras, dispostas lado a lado, como na figura e seguindo alinhamentos perfeitos não apenas em relação ao Norte da Terra mas em relação a certas estrelas e constelações. A estrutura milimétrica da pirâmide bem como sua composição material (o tipo de pedra escolhido) facilitam certos tipos de vibrações harmônicas (a saber, 740 Hz).

A câmara do Rei possui uma série de 3 portas que possuem um intrincado sistema de abertura e fechamento. Para quem é rosacruz eu não preciso explicar o simbolismo dos “3 Atrios”. Para quem estuda apenas a parte prática, podemos entender estas portas como… portas capazes de selar hermeticamente (no sentido mundano) a câmara do rei, para o caso de, digamos, precisar encher a sala com água…

Tendo duas câmaras grudadas uma na outra e toda uma estrutura dupla dentro da pirâmide, podemos pensar em algumas possibilidades… alinhamento com o norte, dois polos (positivo e negativo), cinco “tetos solares internos” sobre as câmaras dos reis (que podiam ser preenchidos internamente com algo), estrutura de ressonância, faixas desenhadas nas paredes dividindo a câmara em oitavas, como se fosse um “regulador” de alguma coisa… dutos de “ventilação” internos que levam a câmaras subterrâneas “alagadas” e externos que se correspondem perfeitamente com certas estrelas em certos períodos do ano, portas para selar a sala…

Aos olhos conspiratórios, isso tudo parece um grande equipamento…cujo coração (o ponto onde está o centro energético da pirâmide) reside justamente no pontos onde estão os sarcófagos dos faraós !!!

Olhe que interessante esta figura que pode ser encontrada em uma inscrição dentro do templo de Hathor, chamada de “pilares de Djed”… Dois pilares… hummmmm

Para completar a conspiração, se existem duas câmaras coladas uma na outra, deveria haver uma ligação entre as duas salas, não é mesmo? Mas quando olhamos esta foto aqui, tirada por um amigo meu em 1993, vemos que não há nada ali. Porém, se olharmos para esta foto dos irmãos Edgar, tirada em 1910, vemos claramente que existia um túnel de conexão ali. Porque as otoridades cimentaram o túnel?

E finalmente chegamos ao “sarcófago” do Faraó, coração energético da pirâmide. As medidas internas oficiais são 1,68m x 68,1cm x 87,4cm. A menos que o faraó fosse bem anãozinho, não poderia ser colocado junto com seu “chapéu de faraó” e “ornamentos de faraó” dentro de um sarcófago tão pequeno. Teriam nossos amigos escravos egípcios, que empurraram tantas pedras tão pesadas ladeira acima e construíram uma pirâmide com erro de 58mm em 230m, errado tão idiotamente logo no “coração” da tumba? Não faz sentido…

Então… o que cabe ali dentro?

Cabe um sacerdote sentado, como se fosse uma “banheira” enquanto outro sacerdote, digamos, ritualisticamente, o mergulha nas águas, afundando-o para que ele “morra” e depois “renasça” como um iniciado (guarde bem essa imagem de um sacerdote egípcio afundando um neófito dentro de um corpo de água para depois retirá-lo das águas renascido… isso será importante nos posts conspiratórios uns 4.000 anos lá para a frente).

Mas o que tem de especial nesta água?

Se a pirâmide era algum tipo de “equipamento”, o que usavam de bateria?

Bem… para responder esta pergunta, podemos dizer que existe uma outra coisa que cabe perfeitamente dentro do “sarcófago”. Vamos olhar na bíblia, crianças…

O que é, o que é? Mede 2,5 x 1,5 x 1,5 cúbitos (1,12m x 67,5cm x 67,5cm), foi retirada do Egito e ficava dentro de um templo construído especialmente para ela com as mesmas proporções da câmara dos reis?

Respostas na próxima semana.

#Matemática #Pirâmides

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Chtulhu, Lovecraft e o Necronomicon – Luigi Doria

Bate-Papo Mayhem 179 – gravado dia 29/05/2021 (Sabado) Com Luigi Doria – Chtulhu, Lovecraft e o Necronomicon Os bate-Papos são gravados ao vivo todas as 3as, 5as e sábados com a participação dos membros do Projeto Mayhem, que assistem ao vivo e fazem perguntas aos entrevistados. Além disto, temos grupos fechados no Facebook e Telegram para debater os assuntos tratados aqui.

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Considerações sobre o Hermetic Kabbalah Tarot

HKT2-cards

Há alguns dias, com o lançamento dos aguardados pôsteres impressos (sim esperamos quatro anos até chegarmos ao momento certo de trazê-los ao físico), temos aos poucos mostrado alguns detalhes do HKT2.

No meio tempo em que este projeto está em andamento, algumas demandas surgiram, fazendo com que o projeto tomasse alguns rumos novos. A princípio seria uma edição atualizada, também em PVC com as mesmas características da primeira, mas com a possibilidade do lançamento de uma versão independente em inglês. Algumas alterações foram feitas.

A principal diferença estrutural é o formato, que teve que ser adaptado para uma faca padrão para o mercado “gringo”. O tarot novo é ligeiramente diferente, mais próximo de um deck da LoScarabeo do que a primeira edição (que usou o formato original do Thoth Tarot, do Crowley). A caixa que foi demonstrada, era um modelo para essa versão. Vejam na arte que os textos estão em inglês. Esta caixa também já está obsoleta, foram feitas algumas alterações, deixando-a mais escura para melhor aproveitamento do texto. A imagem neste post é da versão final da caixa.

Estamos aguardando as provas desta edição chegarem no Brasil para que a loja online dos tarots em outras línguas seja liberada. Mas o que isso muda para a versão nacional? Estive ontem conversando com o Marcelo e, atendendo a alguns pedidos, estamos cotando uma versão em papel como os tarots normais. Mas por quê? Vou deixar aqui a minha defesa.

O projeto inicial era que o HKT fosse um deck que superasse o uso oracular, dando também um excelente suporte magístico. Nossas próprias observações e o relato de inúmeros usuários nos mostram quem fomos bem sucedidos. O deck passou por dezenas de provas, rituais sofisticados, técnicas de meditação e visualização, longas viagens, tiradas ao público, dentre outras coisas. E mesmo tendo sido atingido por água, vinho, sangue, terra, areia da praia, respingos de vela, etc, ele ainda passou ileso. Ele só não resistiu a chama direta, portanto recomendamos que você coloque um pires se quiser acender uma vela sobre as cartas.

Antes de lançar a primeira edição, acreditava que a maioria dos decks fosse comprado pelo pessoal mais avançado em tarot, mas ocorreu um fenômeno contrário. Muitos novos estudantes adquiriram o deck. Para facilitar mais este aspecto (e por consequência o uso oracular), foram adicionados símbolos planetários nas Sephiroth, a relação dos elementos na Escada de Jacó, o nome das Runas e uma marca d´agua baseada na edição original do Rider-Waite-Smith.

Isso dá ao deck uma familiaridade a mais para quem já possui literatura especializada e para quem faz uso oracular da ferramenta. Como muitos dos que aguardam o deck já possuem a primeira edição, não há mais a necessidade de um deck em PVC; já existe a ferramenta para uso magistico e ritualístico. Entra agora a ferramenta que se foca no campo dos estudos, simbolismo e tiradas.

Outro fato importante, lembrado pelo Marcelo é que vamos tentar reduzir o custo desta edição, e isso com o PVC é impossível. Com o tarot no formato europeu, o valor final ficou em R$ 75,00. E, claro, para quem nos apoiou no HKT1, faremos uma promoção Show de bola.

Por Rodrigo Grola

Publicado no Facebook dia 17/11

#KabbalisticTarot #Tarot

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O Problema não é o Problema

O problema não é o problema, mas a incapacidade de prosseguir diante da adversidade. É a perda da possibilidade de transformação, uma decisão puramente interna, que depende apenas de si próprio. Você terá dois interlocutores durante esse processo: o ego que o fará sentir injustiçado, pois tem a certeza que não era merecedor dos difíceis acontecimentos e lhe aplicará a mais insalubre prisão, a vitimização. Do outro lado temos a alma, o espírito eterno que somos, que anseia por evolução e sabe que a covardia não muda a realidade.

A dificuldade é grave? Morte, doenças com sequelas irreversíveis, amores que se vão, falências dolorosas… E daí?… Impossível reverter externamente? Pode ser a Vida sinalizando que as mudanças devem ser dentro de nós.

Não, não é fácil e ninguém falou ao contrário.

Você fala assim porque não foi contigo, gritarão muitos. Não foi, não desta vez. Todos, sem exceção, enfrentam suas batalhas.

Cada um tem os problemas na exata razão da necessidade da sua evolução. O ego do sofredor tem uma dificuldade enorme de entender isto. Afinal somos todos do bem e quase perfeitos, não é assim? Sim e não. Todos caminhamos para a plenitude, porém a estrada é longa e se torna esburacada na medida que o andarilho teima em pisar torto. A falta de entendimento da maneira correta de andar torna a viagem mais difícil e demorada. Quer mudar o Caminho? Basta mudar o seu jeito de caminhar. Entenda que você pode se arrastar ou voar durante a travessia e esta escolha é toda sua. Patas ou asas? Basta que entenda, evolua e transforme a si próprio. As tradições xamânicas, que buscam a sabedoria na natureza, ensinam que essa é a lição da borboleta. O poder é seu.

Simples assim? Sim e não.

Durante algum tempo vivenciei a rotina de um hospital especializado no combate ao câncer. Encontrei pessoas sinceramente felizes, como nunca tinham se sentido antes, por terem contraído a doença. Estranho? Não. A proximidade da morte trouxe um novo sentido à vida, lhes deu clareza no olhar e, então, o motivo para viver. Mudaram os valores, o olhar e a importância de todas as coisas.

Uma amiga querida viu o grande amor de sua vida partir. Após momentos de muita tristeza e revolta, percebeu que a verdadeira felicidade está somente dentro de cada um e rigorosamente em nenhum outro lugar ou pessoa, pois ninguém tem a força e a obrigação de fazer o outro feliz. Só quando nos bastamos, entendemos e amamos a nossa própria companhia, sem qualquer traço de dependência emocional, estaremos prontos para compartilhar a pureza e, mais importante, a verdadeira liberdade do amor com alguém. Sim, só quando entendemos que embora seja maravilhoso estar ao lado de quem amamos, isto não pode ser indispensável para a nossa felicidade. Indispensável para ser feliz é o encontro de você com você mesmo. Essa amiga decidiu aceitar o desafio de desenvolver um outro olhar sobre todas as coisas e sobre si própria, e, só então, viveu a sua verdadeira e grande história de amor. Consigo e com o outro.

Uma família conhecida muito rica foi levada a falência em pouco tempo por diversas decisões erradas e conjunturas macroeconômicas. Alguns membros afundaram em depressão e houve até mesmo caso de suicídio. Outros integrantes descobriram a força de se reinventar e a alegria de descobrir que as melhores histórias são as de superação. Cada um fez a sua escolha. Diante da mesma matéria prima cada artista escreveu a sua obra. O que para uns foi um drama de final triste, para outros foi a mais incrível aventura de suas vidas.

Sim, tudo se resume as escolhas e, preste atenção, fazemos muitas delas no decorrer de um único dia. Por mais absurdo que possa parecer, diante de qualquer dificuldade, procure serenar a mente e o coração. Desespero, medo e raiva são os piores conselheiros. Com calma, coragem e ousadia você em pouco tempo perceberá que tem à disposição todas as ferramentas para enfrentar o problema.

Procure manter o espírito forte aguçando e elevando sempre o seu nível de consciência para enfrentar as dificuldades quando elas surgirem. É bom lembrar que várias situações que já lhe tiraram o sono em passado recente, hoje são irrelevantes em sua memória.

O verdadeiro guerreiro é forte no mental e no espírito. Pois ele é o seu próprio e maior aliado nos grandes embates, assim como é também o seu adversário capital. As principais batalhas são travadas dentro de nós.

O importante é entender que as dificuldades fazem parte da vida, as melhores soluções são as que operamos dentro de nós, pois sinalizam evidentes transformações. Viver é evoluir. Problemas ensinam valiosas lições. São mestres disfarçados.

Publicado originalmente em http://yoskhaz.com/pt/2015/05/18/o-problema-nao-e-o-problema/

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/o-problema-n%C3%A3o-%C3%A9-o-problema

A Cura pela Verdade no Xamanismo

Por Yoskhaz

Os povos nativos americanos, adeptos do xamanismo, têm um símbolo sagrado chamado Roda de Cura ou Roda da Vida. Não à toa, entendem que viver é um processo infinito de cura, caminhar em beleza pela infinita estrada da vida, nas palavras de um ancião Navajo. O símbolo tem a sagrada missão de nos lembrar que através de nossas relações vamos encontrar o remédio ou o veneno para as nossas dores. Na medida que aprendemos quem somos e pacificamos o nosso convívio com tudo e com todos saltamos um aro na Roda da Vida. Ficamos mais forte para seguir adiante.

Certa vez ouvi de um sábio monge tibetano que o Budismo não era religião, tampouco filosofia. Budismo é convívio social, esclareceu, pois toda teoria só terá alguma serventia se aplicado aos meus relacionamentos do cotidiano. Conhecimento que não é vivido é como pão na vitrine, embora encha os olhos, não sacia a fome.

A vida nada mais é do que um processo contínuo de cura. A razão de viver é puramente de cicatrizar as feridas emocionais, extirpar tumores psicológicos, sarar dores afetivas. Só assim seremos plenos, verdadeiramente felizes. Antigas e atuais relações costumam ferir e machucar de tal maneira que, se deixarmos, o sofrimento se instala como se ali fosse a sua casa eterna. Todos que passam por nossas vidas, em maior ou menor grau de intensidade, são nossos mestres, pois trazem situações, agradáveis ou não, que permitirão florescer o melhor em nós. Desde que tenhamos coragem, sabedoria e amor de buscar as respostas na fonte de toda a verdade. Esta luz está dentro de você. Não é fácil e nem sempre o primeiro encontro é agradável, pois costumamos usar o artificio da ilusão para personificar quem gostaríamos de ser, na vã esperança que isso atenue nossas dores. É a mentira que contamos para nós que impede a cura. Indispensável despir-se do personagem social que criamos, que por irreal, atrasa o nosso encontro com a verdade, retardando o desejado trem rumo às terras altas da plenitude. Para ser feliz é preciso ser todo. Ser todo somente é possível se viajarmos de carona no vagão da verdade.

A verdade cura porque levanta o véu que embaça o perfeito olhar. O melhor entendimento te permite modificar a rota. Para tanto temos que nos lançar em voo fantástico através dos vales iluminados e sombrios do autoconhecimento. A antiga e boa filosofia socrática já nos avisava da necessidade de conhecer-te a ti mesmo. Entender quem somos de verdade é o único caminho para entender os outros.

E ficar em paz com o universo.

Todos reclamam das imperfeições do mundo e esquecem que fazem parte dele como as flores ou os espinhos; os leões ou os carneiros; o fogo ou a água. Vez como um, noutra como outro. Por ignorância ou comodidade, esquecemos que se fazemos parte das delícias da vida, somos, por vezes, elementos de suas dores também. Um pouco mais ou um pouco menos de acordo com o entendimento de cada um, porém, sem exceções. Reclamamos muito porque desejamos que tudo e todos se adequem ao nosso conforto e necessidade, como uma avenida em que os sinais vão ficando verde na medida que nosso carro se aproxima. Seria perfeito, não? E aqueles que trafegam pelas ruas transversais, terão sempre que nos esperar? O problema é que todos se imaginam na via principal.

Está instalado conflito. No entanto, todos buscamos a felicidade e mesmo quando verbalizamos nossa descrença, inconscientemente ansiamos este estado de espírito.

Para pacificar as suas relações e curar seu sofrimento é indispensável entender quais os sentimentos que te movem.

– Será que o amor não nos foi ingrato porque ansiamos por possui-lo ao invés de simplesmente vivê-lo?

– Será que a pessoa amada não partiu porque não suportou a pesada carga de ser obrigada a te fazer feliz nesse insensato ônus que você mesmo impôs a ela?

– Será que o outro não tem o direito de partir quando bem entender, fazer suas escolhas e, cabe a nós, apenas respeitar em ato repleto de dignidade, por saber que nossas decisões merecem igual consideração?

– Quando pleiteamos uma sentença estamos movido por justiça ou vingança?

– Será que quando nos sentimos maltratados não foi porque concedemos ao outro tal poder? Não estará na hora de rever tal concessão?

Apenas algumas indagações pequenas e comuns a todos nós.

O sentimento é o combustível que move a vida, no entanto é o seu nível de consciência que permite a melhor combustão.

Entender seus sentimentos e emoções é se conhecer cada vez mais e melhor, ter a capacidade de escolher as melhores reações para você e consequências para o mundo. Maturidade é entender que não há liberdade sem responsabilidade. Ser pleno, um pouco mais adiante, é entender que suas escolhas desenham a sua história e são decisivas para o mundo ao seu redor. Como uma pedra atirada no lago, a liberdade de escolha se expande em ondas até os confins do universo. Este reage aos nossos impulsos em perfeita proporção.

Em que direção seguir? Como um passageiro desorientado em uma grande estação, perguntamos em qual plataforma saíra o próximo trem. Todos desejamos o mapa secreto do paraíso e nem nos damos conta que ele pode ser o nosso próprio quintal.

Os cabalistas contam uma parábola em que um rico mercador ofereceu metade de sua fortuna se alguém fosse capaz de resumir toda a sabedoria do Talmude no curto espaço de tempo em que se equilibraria sobre uma perna. Não faça ao outro o que não quer que façam a ti, todo o resto são apenas comentários, sintetizou com perfeição um inteligente rabi.

No belo e profundo Sermão da Montanha, Jesus ensina a mesmíssima lição ao explicar que todos os mandamentos se resumem tão e somente a fazer ao outro o que deseja que façam a ti. Eis o Norte da bússola a indicar a estrada para a plenitude.

Perceber com clareza a amplitude de suas escolhas e os verdadeiros sentimentos que a movem é entender tudo e todos. O mundo se expande, serena e ilumina na medida exata que entendemos quem somos e o que fazemos. De verdade.

Publicado originalmente em http://yoskhaz.com/pt/2015/05/29/a-cura-pela-verdade/

#Alquimia #xamanismo

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/a-cura-pela-verdade-no-xamanismo

Vendem-se Iniciações Baratinhas!

Texto bacana do Frater Caciano, do Circulo Egregore, no RJ. Retrata bem o mercado de mascates que os esquisotéricos estão fazendo com o misticismo (nem vou usar o termo Ocultismo aqui). São “maçonarias arabes mistas das galáxias” fazendo convites pelo orkut, SPAM e adsense, “ordens thelemitas de internet”, “ordens dos gregos atômicos”, “cursos de magia” picaretas vendendo conjurações de Nyarlathotep a 29,90 por email (recebi isso de verdade, não estou inventando).

Saudações nas Três Pontas do Sagrado CÍRCULO!

Como diria um conhecido jornalista ‘É UMA VERGONHA’ toda a sorte de comércio que tem sido feito em cima da tão incompreendida, mais absurdamente procurada “INICIAÇÃO”. Eu mesmo sou constantemente inquirido sobre o tema: Quando vc vai fazer uma Iniciação? Vai abrir uma turma? Quanto custa? Posso participar?

Dígnos, nunca ‘iniciei’ quem quer que fosse e JAMAIS PODERIA FAZE-LO!

Na verdade não me entristece, apenas me desaponta os grupos crescentes de pessoas que se aproximam da ARTE, do EGREGORE e da MAGIA em geral e, depois de um estudo mediocre (mediano), são logo iludibriadas pelas ‘Mestres’ de plantão, pelos ‘Gurus’ da última hora e ‘Guias’ da moda. Pessoas com a capa da sabiência mas o coração profano.

Por uma módica quantia vc, querido amigo, pode ser ‘Iniciado’ na Escola x ou na Tradição y. Pode colocar uma roupinha colorida com um capuz preto e aparecer todo misterioso em suas fotos no orkut e fecebook. Pode dizer-se aos seus amiguinhos que és um Bruxo das Galáxias, Uma Druida genuína ou um Mago dos píncaros. Tem pra todos os gostos, cores, vertentes e valores sem prazo de validade e pagamento suavemente divididos no cartão. Pode fazer sozinho se sentindo uma Pop Star em carreira solo e até em grupos em pacotes de viajem, na maionese é claro.

Me perdoem se acordei em 2011 um tanto quando direto, não desejo ofender a quem quer que seja. Se não condordarem com este que vos fala, favor deletar!

Nunca, jamais, alguém poderia realmente conceder uma Iniciação a outrem.

Fui partícipe de várias organizações seculares de ocultismo. Conheço de perto, visto que estudei por anos o sistema, a substância e a filosofia destas organizações. Não começamos ontem como disse uma certa Coluna da Moral e dos Bons Costumes de uma certa ‘tradição’. E é justamente tendo por base essa experiência que posso lhes afirmar que Iniciação é algo tão íntimo, elevado, espiritual e profundo que qualquer encenação no sentido de concede-la é, quando tanto, um ato simbólico do que AINDA está por ser conquistado.

Quero dizer com isto que não é porque uma espada foi colocada sobre sua cabeça, um manto sobre seu corpo e um título sobre seu ego que és verdadeiramente um INICIADO.

Já que falamos sobre o que NÃO é ser um INICIADO falarei sobre O QUE É UMA INICIAÇÃO numa (breve) próxima oportunidade, se vc não me deletar é claro rsrs.

Entusiasticamente,

K.°.K.°.K.°.

#Fraudes

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/vendem-se-inicia%C3%A7%C3%B5es-baratinhas