Como se tornar um Lobisomem

Não se sabe exatamente quando os Lobisomens apareceram. A primeira aparição deve ter ocorrido no século 5 a.C., quando os Gregos, estabelecidos na costa do Mar Negro, levaram estrangeiros de outras regiões para mágicos capazes de transformar a si mesmos em lobos. Os anciãos diziam que essa metamorfose tornava possível a aquisição da força e astúcia de uma fera selvagem, mas os Lobisomens retiram suas vozes e vislumbre humanos fazendo com que não fosse possível distingui-los de um animal comum. Por outro lado, a verdadeira e mais comum lenda dos Lobisomens nasceu em terras francesas.

De acordo com as lendas mais populares no folclore, existem quatro formas de alguém se tornar um Lobisomem. Elas vêm a seguir:

1: Pela própria maldição, resulta em o que é chamado de Lobisomem Alpha, que pode ser visto como o primeiro Lobisomem de uma grande família. O desafortunado indivíduo ganha a perversa maldição por ter desafiado ou destruído um poderoso mago. Ele irá perceber que está amaldiçoado na primeira noite de lua cheia, depois do encantamento. A primeira metamorfose é a mais traumática e uma completa surpresa.

2: Transmissão hereditária devido ao fato da criança do Lobisomem obter a mesma maldição de seu pai ou mãe. É exatamente o mesmo resultado de ser mordido por um Lobisomem. Se um Lobisomem decidir transmitir a maldição para outra pessoa, é suficiente que ele a morda. Mas normalmente, o Lobisomem irá considerar muito cruel amaldiçoar alguém dessa forma, então escolherá matar e devorar a vítima.

3: Sobreviver à um ataque: Se alguém for mordido e sobreviver, ele vai dormir bastante nas próximas semanas enquanto a doença se propaga por seu corpo. Com a primeira lua cheia, a vítima vai descobrir seu novo e maléfico potencial e um incontrolável desejo de sangue (não limitado à humanos).

4: Um método discutível de se tornar um Lobisomem é ser mordido por um Lobo que decide amaldiçoar um homem, por qualquer rasão. O princípio continua então como a maldição por mágica, não significando doença, mas metamorfose na primeira noite de lua cheia.

5: Outro modo contado para virar Lobisomem, é pela auto-indução. Neste caso, em busca de poderes sobrehumanos, o homem se dedica a alguma espécie de ritual ou cerimônia ocultista para propositalmente tornar-se um lobisomem. Os casos clássicos incluem um banho de banha de porco sob a lua cheia ou espojar numa encruzilhada onde os animais façam espojadura.

Quando a pessoa é branca, vira um cachorrão preto e quando é negro vira um cachorrão branco. Algumas versões dizem que ele sai às noites de quinta para sexta, em busca de cocô de galinha para comer, e por isso invade os galinheiros. Depois disso ele vai em busca de crianças de colo para lamber suas fraldas sujas de cocô.

Postagem original feita no https://mortesubita.net/vampirismo-e-licantropia/como-se-tornar-um-lobisomem/

Katarsis e Miasmas

miasma

Miasma significa poluição, mas não no sentido que hoje lhe damos. Miasma é toda a sujidade associada ao mundano, a sujidade que este gera: quando corremos e transpiramos estamos a criar miasma, quando sangramos temos miasma, se caímos numa poça de lama geramos miasma.

Mas o miasma não se limita à sujidade física, incluindo também a sujidade espiritual, ética e mental. Assim, quando matamos algo de forma injusta criamos miasma, se ofendemos alguém também é miasma, se cometemos um crime aos Deuses fizemos miasma, os próprios pensamentos geram miasma.

Em suma, o miasma resulta da actividade humana. Situações especiais que geram miasma são o contacto com a morte, quer sejamos nós a matar ou morra alguém próximo de nós, um familiar ou amigo, e o sexo e nascimento. De realçar que nem o nascimento nem o sexo são considerados menos sagrados, mas quando acontecem as pessoas envolvidas ficam fisicamente sujas, pelo que é necessário um banho.

No caso do nascimento e da morte são também efectuados rituais especiais porque ambos representam as duas transições mais importantes da vida e, como tal, podem comportar forças que geram poluição.

De referir ainda que o miasma e as actividades que o geram não são consideradas negativas, profanas ou más, antes pelo contrário, há Deuses que estão directamente envolvidos nelas e muitos participam nelas e tanto o nascimento como a morte são simultaneamente as maiores geradoras de miasma e duas das coisas consideradas mais sagradas. O que se passa é que ir limpo a um ritual é uma espécie de etiqueta e os Deuses podem ficar ofendidos se desrespeitamos a etiqueta, porque isto mostra que os desrespeitamos a eles.

Finalmente, para as mulheres, a gravidez e a menstruação não são consideradas miasma, pelo que não há qualquer restrição nessas alturas – apenas se deve realizar a katarsis normal, incluindo um banho para remover a sujidade física que se acentua nessas ocasiões se não forem tomadas precauções.

Katarsis são todas as acções rituais que realizamos para nos livrarmos do miasma, quer seja porque vamos a um templo ou ritual e, portanto, não queremos desrespeitar os Deuses, quer porque apanhámos uma dose muito grande e queremos livrar-nos dela. Por vezes o miasma que temos é tão grande que é transmitido a outras pessoas, como acontece com os assassinos, e, por isso, devem realizar-se rituais para nos livrarmos dele.

Mas a katarsis não é apenas uma forma de remover a sujidade, ela também prepara a nossa mente e o nosso espírito, para além do corpo e do espaço, para um ritual, focando os nossos pensamentos e distinguindo a situação ritual de outras.

Ir a um ritual sem katarsis é um enorme desrespeito: seria como ir a um casamento sujo, ou a uma reunião de escritório com calções de banho e bikini. Tanto a sujidade como os calções de banho e o bikini não são negativos em si – é a sua presença em determinado contexto que os torna negativos, que os torna miasma. Realizarmos a katarsis, nestes exemplos, seria tomar banho e vestir roupas lavadas para o casamento e vestir algo formal para a reunião.

Por outro lado, se um dos noivo nos encontrar no dia a dia e nós formos mecânicos não se ofenderá da sujidade, do mesmo modo que um chefe que encontre o subordinado na praia não tomará por ofensa ele estar com fato de banho: até é provável que ele mesmo esteja.

Também os Deuses não se ofendem se no dia a dia os contactarmos com preces ou devoções espontâneas e tivermos miasma, mas em rituais a situação é mais distinta pelo que devem ser tomadas precauções.

Antes do Ritual

Limpeza da Pessoa

Antes de ir para o ritual devem-se efectuar acções específicas para se purificar a si mesmo, numa espécie de transição do mundano para o ritual. A principal acção é o banho, a limpeza física da pessoa através da água e, no caso moderno, dos sabonetes, champôs, géis de banho, perfumes, etc. Para festivais e grandes rituais é sempre necessário que a pessoa se arranje, tomando banho e perfumando-se e também vestindo roupas limpas ou especiais. Para devoções mais pequenas convém sempre lavar as mãos e a cara e os dentes, enquanto que para simples preces no momento não é necessário tomar qualquer destas atitudes.

Relativamente às roupas, estas podem ser especiais para nós, quer sejam roupas que só usamos em ocasiões especiais, ou mesmo exclusivas para os rituais, quer sejam gregas, latinas, ou modernas. Roupas normais também servem, desde que nos esmeremos para causar “boa impressão” é suficiente. O único requisito é que, tal como a pessoa, as roupas sejam limpas: não serve a roupa com que andámos no dia anterior, por exemplo.

Actualmente muitos helenistas gostam de acrescentar outras formas de preparação para o ritual que não eram praticadas na antiguidade, mas que preparam melhor a mente e acalmam o espírito, permitindo que nos foquemos apenas no ritual e nos Deuses. Refiro-me, é claro, a meditações. Estas são inteiramente opcionais, mas na minha opinião acrescentam muito valor e profundidade a um ritual.

Na antiguidade existiam muitas formas de katarsis, incluindo o jejum, total ou parcial, purificação pelo sangue, purificação pelo fogo, banhos no mar ou rios, purificação pelos cereais, entre outras, quer realizadas antes quer depois do ritual, mas não vou referir-me a elas mais neste artigo.

Limpeza do Espaço

A limpeza do espaço antes do ritual era efectuada pelo neokoros que mantinha o templo sempre limpo, literalmente, varrendo-o e esfregando-o. Antes de um grande ritual a divisão deve sempre ser meticulosamente limpa, mas para rituais normais basta a limpeza normal, não é preciso que a divisão esteja “um brinco”. Para além disso, existem técnicas de limpeza rituais, hoje praticadas pela pessoa que efectuará o ritual.

Várias horas antes efectua-se a fumigação com enxofre. Esta consiste em queimar enxofre e deixar que este encha o ar, purificando-o. Pode ser feita uma prece a Apolo, Deus da purificação. Pessoalmente, quase nunca uso enxofre porque os meus rituais são de manhã e não dá tempo para que o cheiro do enxofre desapareça completamente, isto para além de os fumos serem tóxicos e se entranharem, especialmente em sofás ou camas. Eu prefiro usar o incenso, deixando o quarto completamente às escuras com vários paus de incenso acesos para que o encham completamente, abandonando-o depois das acções rituais para que fique numa espécie de incubação, que é o método porque Apolo mais se manifesta. O quarto permanece assim, completamente fechado, sem que nada nem ninguém lá entre antes do ritual, e a luz só volta aquando do ritual, nomeadamente da segunda acção purificante antes do ritual, para que se possa ver o que se faz, quer seja através de luz solar, de lâmpadas ou de velas.

Antes dos convidados chegarem, ou antes de entrar no quarto com as oferendas para fazer o ritual, a pessoa entra carregando consigo o khernips, uma taça com água. Então acende-se a chama sagrada e prepara-se o khernips, tornando a água sagrada. As formas de o fazer são muito variadas, pois não se conhece a forma usada na antiguidade, e não estão no propósito deste artigo. Após acender a chama e se preparar o khernips, coloca-se este à entrada para que todos os participantes se limpem antes de entrar.

Em rituais solitários costumo sair com o khernips, após o ter usado para me limpar a mim e ao espaço ritual, em sentido oposto ao do ponteiro dos relógios, e salpico todas as oferendas, deixando depois o khernips fora do quarto e entrando com as oferendas. No caso de rituais colectivos é normal que o khernips seja salpicado sobre os outros pela pessoa que o preparou e também sobre as oferendas, sendo depois novamente depositado fora do local do ritual, já que absorveu todas as impurezas e miasma e convém que esteja fora do espaço e das pessoas agora sagrados.

Durante o Ritual

Limpeza da Pessoa

A limpeza da pessoa durante o ritual propriamente dita é efectuada por ela mesma antes de entrar no espaço sagrado e pelo sacerdote, que a salpica novamente com khernips. Depois a pessoa é que se deve esforçar por manter os pensamentos centrados no ritual e por dar o melhor de si.

Limpeza do Espaço

Quando as pessoas entram no espaço sagrado, percorrem-no no sentido oposto ao ponteiro dos relógios, às vezes sob a forma de uma dança, que demarca claramente o espaço sagrado. Depois dá-se a oferta inicial de grão, em que cada pessoa tira um pouco de grão do cesto onde a faca sacrificial se encontra escondida, e segurando o grão todos o atiram para o chão, ficando em completo silêncio. O efeito é demarcar claramente o começo do sagrado e é fantástico, principalmente se foi antecedido por música e depois só se ouve o salpicar dos grãos que gradualmente é substituído por silêncio.

Então, o ritual propriamente dito começa.

Depois do Ritual

Quando o ritual acaba o espaço fica cheio de grão no chão e com as ofertas. Caso seja numa floresta deixa-se a área e o ritual está concluído. Mas quando o ritual se dá em espaços do interior convém que o espaço seja limpo, algumas horas depois, para que os Deuses possam apreciar totalmente as ofertas antes de as retirarmos. As ofertas perecíveis e libações são deixadas numa floresta ou parque, sendo as ofertas enterradas. Quando não há hipótese de o fazer podem ser simplesmente deitadas fora, mas embrulhadas num saco em separado.

Outras ofertas podem ficar no local por mais tempo, como por exemplo flores, estátuas, jóias, entre outras.

Lista

E aqui fica uma pequena lista para verificar antes do ritual:

– Fumigação do Espaço

– Ocasião especial (morte e nascimento) = purificação especial (jejum, ritual, entre outros)

– Banho e roupas novas/especiais

– Outras formas de preparação: meditação

– Khernips e Chama Sagrada

– Circumbalação

– Purificação por cereais e silêncio

Está em Português de Portugal, mas é muito bom. Espero que não tenham problemas em entender.

#Rituais

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/katarsis-e-miasmas

Dragões do Apocalipse

Há evidências mais do que suficientes que indicam que uma forma de vida réptil altamente evoluída está interagindo com seres humanos. A sua presença tem sido testemunhada em cada canto da Terra pelas mais diferentes pessoas. Agora que nós estabelecemos o fato de que eles estão aqui, a próxima pergunta que devemos fazer é: de onde eles estão vindo?

As teorias sobre a origem das formas de vida “alien” reptiliana parecem considerar três aspectos. Das evidências acumuladas, foi determinado que eles são ou:

a) Extraterrestres. (ET’s) Seres de outro planeta ou sistema estelar; ou

b) Intraterrestres (IT’s) Seres que são formas de vida terrestres (Terra) que evloluíram naturalmente e que residem em Cavernas intraterrenas, cidades subterrâneas, e bases subaquáticas; ou

c) Intradimensionais. (ID’s) outras entidades aliens existindo em níveis vibracionais (viajantes de tempo/espaço etc.).

Embora exista uma grande quantidade de dados apoiando cada teoria, este relatório só considerará os fatos básicos de cada uma. É importante compreender que, embora cada teoria pareça ser distinta, todas as três teorias poderiam ser, e provavelmente são, corretas.

REPTILIANOS – E.T.’s

Fontes seguras têm informado que alguns seres reptilianos extraterrestres poderiam ser considerados uma raça de invasores intergalácticos. Intrusos indesejados que vêm de uma região do espaço conhecida como Alfa Draconis. Os seus objetivos aparentes são: procurar novas formas de vida ao longo do universo; Conquistá-las por quaisquer meios necessários, e usar os espólios das invasões como recursos naturais para abastecer os seus objetivos continuamente.

Eles atravessam o universo até o destino planejado em uma nave-mãe que é um Planetóide/Asteróide dirigido. (Nota: Algumas pessoas teorizam que a nave-mãe reptiliana localiza e segue bem atrás de cometas que estão indo na mesma direção que ela, usando o campo gravitacional para puxar o planetóide pelo espaço. O corpo do cometa também age como uma proteção contra impactos de escombros estelares e previne que qualquer civilização observe o avanço da nave-mãe deles.)

Durante as suas longas viagens, a maioria da população ET reptiliana na nave-mãe vive em um estado de hibernação. Um grupo de reptilianos administra as operações diárias da espaçonave e mantém as câmaras de hibernação. Além disso, eles enviam naves de reconhecimento contendo soldados e cientistas ao sistema planetário que eles estão se aproximando, e estabelecem postos subterrâneos no planeta de interesse, como a…TERRA.

O exército ET reptiliano assegura a continuação do segredo da presença deles, faz abduções de várias formas de vida na superfície do planeta, e investiga os avanços tecnológicos dos habitantes da superfície. Os ET’s cientistas estudam as formas de vida do planeta, introduzem o seu código genético reptiliano em quaisquer das espécies que exibem características que eles querem manipular, e iniciam um programa de cruzamento genético.

Das bases subterrâneas, os ET’s do exército reptiliano preparam o palco para a invasão da nave-mãe, estabelecendo uma rede de híbridos humanos-reptilianos infiltrados dentro de vários níveis da cultura de superfície: complexos industriais militares, corpos de governo, grupos de UFO/paranormal, religiões, etc. Estes híbridos, alguns sem conhecimento das instruções de “Controle da mente” de sua genética reptiliana, representam os seus papéis subversivos como “agentes reptilianos”, preparando o cenário para uma invasão.

Apenas antes da aproximação planetária, a grande população reptiliana a bordo do planetóide desperta da sua hibernação e prepara-se para a batalha. Quando a invasão acontece, ela vem de cima e debaixo da superfície dos planetas.

Estranhas naves, pilotadas pelos reptilianos, pelos Grays e pelos agentes humano-reptilianos, descem das nuvens enquanto outras ascendem para os céus do mundo subterrâneo de cavernas e sub-cidades, subjugando as culturas da superfície de uma maneira completamente inesperada.

Depois que os habitantes da superfície descobrem a futilidade de lutar contra os seus invasores com armamento tecnologicamente inferior, uma rendição é negociada. Uma vez que a invasão está completa e os habitantes da superfície se rendem às exigências dos seus novos governantes, a nave-mãe reptiliana tira do planeta os seus recursos como água e informação genética (DNA), então, após transformar o planeta em uma nova “Base de Operações”, os ET’s reptilianos partem para a próxima “pérola” do espaço.

Como se não fosse assustador o bastante imaginar tais seres viajando pelo espaço, planejando invadir a Terra, existe outra possibilidade que apresenta os “extraterrestres” reptilianos, não como invasores, mas como nossos vizinhos.

REPTILIANOS – I.T.’s

Há outra percepção sobre a origem dos seres reptilianos, e ela é a de que eles são verdadeiros “Terráqueos”. Tendo evoluído dos dinossauros que escaparam dos desastres climáticos na superfície do planeta (provocado pelo impacto de um asteróide na Terra uns 65 milhões de anos atrás) entrando no mundo subterrâneo de cavernas. Depois de ter milhões de anos para se adaptar ao seu novo ambiente subterrâneo e evoluir para uma espécie altamente inteligente, é dito que eles se tornaram uma espécie tecnologicamente avançada que controla e manipula os humanos da superfície.

Durante os últimos cem anos, instituições científicas têm nos dito que todos os dinossauros foram extintos e que falar da sobrevivência deles era bobagem. Porém, a paleontologia moderna virou o jogo dos seus antecessores e agora abertamente declara que por causa de vários avanços em métodos de localização hereditários, eles acreditam que alguns dinossauros podem, de fato, ter sobrevivido ao impacto do asteróide 65 milhões de anos atrás e continuarem vivendo até hoje.

Depois de descobrir “fósseis vivos” (como pássaros, por exemplo) os paleontólogos estão reconsiderando a sua tão proclamada teoria de “extinção”. Que outros tipos de animais existem no planeta que escaparam do exame para herança sauriana? Da mesma maneira que os dinossauros podem ter evoluído para os pássaros, também poderiam haver outros dinossauros que sobreviveram e evoluíram? E, nesse caso, onde e como eles poderiam ter sobrevivido? A pergunta mais importante é: que curso levou a evolução física deles e o quanto inteligentes eles poderiam ter se tornado durante os 65 milhões de anos em que eles tiveram que se adaptar aos novos ambientes? Há muitas respostas a estas importantes perguntas as quais nós não nos dirigiremos neste relatório (mas que são completamente investigadas no livro). Nós vamos, porém, comentar brevemente sobre uma visão particular que a comunidade científica providenciou para a NASA durante a procura dessa agência espacial por vida extraterrestre.

(A nosso conhecimento, é o único relatório científico do tipo que existe.) Dale Russell, paleontólogo sênior da Universidade da Carolina Do norte, foi contratado pela NASA para extrapolar uma imagem de como a vida extraterrestre poderia se assemelhar. No relatório dele (Evolução Exponencial: Implicações para a Vida Extraterrestre Inteligente, Adv. Pesquisa espacial 1983), ele “evoluiu” o dinossauro Troodon de acordo com a evolução natural de seu próprio tipo de corpo e criou um modelo de um ser que ele chamou “Dino-sauroid”. Este modelo reptiliano de “Dino-sauroid” (que tinha uma semelhança bastante notável a um reptiliano-humano) foi apresentado então no relatório dele à NASA como um exemplo do que a vida ET poderia se parecer. Notavelmente, esta imagem é quase idêntica àquelas que são descritas por testemunhas.

Poderia a vida “extraterrestre” (como nós a percebemos) de fato ser os evoluídos e altamente inteligentes descendentes dos dinossauros? Esta hipótese de “ET’s” Reptilianos nascidos na Terra seguramente responderia ao longo argumento contra os discos voadores que diz que “Até mesmo à velocidade da luz, levaria milhões de anos para que uma espécie de ET’s voasse pelo espaço para chegar aqui!”. Desde que dinossauros evoluídos estariam morando no natural mundo subterrâneo da Terra, só levaria breves segundos para tal contato ser feito com os humanos da superfície. Se esse é o caso, então um dos principais argumentos dos céticos fica inválido! Desanimador o bastante como é considerar a possibilidade de que reptilianos estão vivendo aqui e agora na Terra conosco, uma terceira e até mesmo mais perturbadora teoria existe. Uma teoria que a humanidade tem considerado desde o seu amanhecer: os “Aliens” reptilianos ou deuses-serpentes podem ser moradores invisíveis da Terra. Seres que têm sido rotulados há muito tempo de anjos e demônios.

REPTILIANOS – I.D.’s

Como seres Intra ou Ultradimensionais, supõe-se que os reptilianos se originaram de uma dimensão de freqüência vizinha que nós conhecemos como o Reino dos Mortos (o local para o qual nossa matriz de alma vai quando “morre”), também chamado Devechan (a região Hindu do entre-mundo ou vida após a morte.)

Os átomos que formam os corpos físicos dos seres reptilianos intradimensionais estão girando a uma taxa diferente da nossa e a freqüência do giro está fora da percepção visual humana normal. Da mesma maneira que a matriz de freqüência de uma alma humana pode permanecer em nossa dimensão e ser percebida como um fantasma, os seres reptilianos habitam a mesma região de freqüência que os espíritos ou fantasmas, mas são capazes de materializar as suas formas na terceira “densa” dimensão para interagir fisicamente com humanos “vivos”.

Esta transferência da quarta para terceira dimensão e de volta, durante um tempo, não era fácil de ser feita por eles. (Algumas pessoas acreditam que os relatórios de “chuvas” de rãs, pedras, peixe etc. que foram registrados na segunda metade do século dezoito [Último escrito sobre isso pelo autor Charles Forte] eram as primeiras tentativas dos cientistas reptilianos para enviar formas de vida inanimadas e animadas pela barreira dimensional que dividiu os dois reinos de freqüência.)

Depois que o primeiro teste atmosférico atômico foi conduzido sobre o chão do deserto do Novo México no começo dos anos 40, o Pulso Eletromagnético resultante (EMP) abriu permanentemente a barreira dimensional naquela área. E, através desse recentemente formado portal dimensional, o complexo industrial militar-científico da raça dos reptilianos enviou as suas naves e começou a ocupar a terceira dimensão. (Toda detonação nuclear atmosférica sucessiva que aconteceu desde então pode ter criado outros “Portais de Entrada”) (Nota: também é atribuído a ordens Fraternais de mágicos praticantes ou padres [não simples ilusionistas] a iniciação de contato com seres reptilianos inanimados vivendo no seu natural estado “astral”, abrindo portais dimensionais com energia focalizada em forma de pensamento.)

Alguns seres Ultradimensionais são ditos serem capazes de residir nos níveis mais profundos do mundo subterrâneo por período indefinido porque a proteção de pedra profunda e a proximidade do centro da Terra requerem matéria densificada ao redor da concha de freqüência de um ser consciente. Esses reptilianos Intraterrenos não-físicos também são considerados Inteligências Astrais, Anjos Caídos ou Demônios do Submundo (Inferno).

Uma pergunta surge freqüentemente: os reptilianos Intradimensionais sempre foram desse “outro lado” ou não? Certamente é possível que eles tenham vivido em nossa terceira dimensão como seres de matéria física e que durante um conflito global (provavelmente com a raça Ancião ou Elohim) eles foram “mortos” na batalha e deslocados para a quarta dimensão, e estão tentando, desde então, voltar ao seu terceiro reino dimensional.

Também foi sugerido que desse estado astral, eles têm conseguido manipular os humanos em guerra e em situações de tensão e medo para extrair várias freqüências áuricas (emocionais) para os seus próprios propósitos. Através da altamente sugestiva consciência humana, esses negativamente carregados “sanguessugas” ou “vampiros psíquicos” reptilianos, orquestram e festejam situações de genocídio, conflito global, uso de droga (anfetaminas, cocaína, “remédios”, etc.), perversões sexuais e a matança por atacado da vida animal (gado, aves, suínos etc.) Este aspecto particular da não-fisicalidade reptiliana é bastante extenso e não será abordado completamente neste relatório. Outros assuntos relacionados (que são discutidos no livro) são: Psicologia da mente interna (arquétipos), evolução humana, vibrações de freqüência, percepções humanas, formas de pensamento e experiências de testemunhas (e muito mais).

CONCLUSÃO

Estas breves descrições de cada teoria sobre a origem dos “extraterrestres” reptilianos refletem as percepções atuais dentro da comunidade OVNI. Muitos investigadores têm observado evidências que apóiam cada uma dessas teorias, sugerindo que todas as três podem estar de fato corretas. Alguns reptilianos vêm de sistemas solares muito distantes, outros evoluíram aqui na Terra e têm permanecido escondidos no seu império subterrâneo, enquanto outros penetram pela barreira dimensional que separa a humanidade dos reinos astrais dos “mortos”. Se somente uma destas teorias for verdade, então a humanidade está na direção de uma revelação que só as imaginações mais selvagens poderiam conceber. Nós temos sido advertidos pelos Hebreus, Índios Americanos, Astecas e profetas Hindus que, no “Fim dos Dias”, nós encontraremos Dragões, Leviatãs e Deuses-Serpentes. Eles devem, nos somos ditos, chegar como os precursores do terror, morte, redenção e salvação. De onde eles virão é uma pergunta que tem iludido a melhor das mentes escolares que estudam as profecias. Porém, uma coisa nós sabemos com certeza:

Eles estão aqui.

por John Rhodes

Postagem original feita no https://mortesubita.net/ufologia/dragoes-do-apocalipse/

Cursos de Kabbalah e Astrologia Hermetica em Novembro

Este é um post sobre um Curso de Hermetismo já ministrado!

Se você chegou até aqui procurando por Cursos de Ocultismo, Kabbalah, Astrologia ou Tarot, vá para nossa página de Cursos ou conheça nossos cursos básicos!

07/10 (sábado) – Kabbalah

08/10 (domingo) – Astrologia Hermética

Local: Rua Bartolomeu de Gusmão, 337 (prox. ao metrô Vila Mariana)

Horário: das 10h às 18h

KABBALAH

Este é o curso recomendado para se começar a estudar qualquer coisa relacionada com Ocultismo.

A Kabbalah Hermética é baseada na Kabbalah judaica adaptada para a alquimia durante o período medieval, servindo de base para todos os estudos da Golden Dawn e Ordo Templi Orientis no século XIX. Ela envolve todo o traçado do mapa dos estados de consciência no ser humano, de extrema importância na magia ritualística.

O curso abordará as diferenças entre a Kabbalah Judaica e Hermética, a descrição da Árvore da Vida nas diversas mitologias, explicação sobre as 10 Sephiroth (Keter, Hochma, Binah, Chesed, Geburah, Tiferet, Netzach, Hod, Yesod e Malkuth), os 22 Caminhos e Daath, além dos planetas, signos, elementos, cores, sons, incensos, anjos, demônios, deuses, arcanos do tarot, runas e símbolos associados a cada um dos caminhos.

O curso básico aborda os seguintes aspectos:

– A Árvore da Vida em todas as mitologias.

– Simbolismo e Alegorias na Kabbalah

– Descrição e explicação completa sobre as 10 esferas (sefirot).

– Descrição e explicação completa sobre os 22 caminhos.

– Cruzando o Abismo (Véu de Paroketh).

– Alquimia e sua relação com a Árvore da Vida.

– O Rigor e a Misericórdia.

– A Estrela Setenária e os sete defeitos capitais.

– Letras hebraicas, elementos, planetas e signos.

Total: 8h de curso.

ASTROLOGIA HERMÉTICA

A Astrologia é uma ciência que visa o Autoconhecimento através da análise do Mapa Astral de cada indivíduo. Conhecido pelos Astrólogos e Alquimistas desde a Antigüidade, é um dos métodos mais importantes do estudo kármico e um conhecimento imprescindível ao estudioso do ocultismo.

O curso básico aborda os seguintes aspectos:

– Introdução à Astrologia,

– os 7 planetas da Antigüidade, Ascendente e Nodos

– os 12 Signos,

– as 12 Casas Astrológicas,

– leitura e interpretação básica do próprio Mapa Astral.

Cada aluno recebe seu próprio Mapa Astral (precisa enviar antecipadamente data, hora e local de nascimento) para que possa estudá-lo no decorrer do curso.

Informações e reservas: marcelo@daemon.com.br

Inscreva-se já. São apenas 12 vagas.

#Astrologia #Cursos #Kabbalah

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/cursos-de-kabbalah-e-astrologia-hermetica-neste-final-de-semana-07-08-10

Além da Mente

A maioria da pessoas jamais se deu conta, no decorrer de suas vidas que, além do Universo dos processos mentais conscientes, existem outros tantos Universos desconhecidos contendo mundos tão vastos, tão amplos, que se torna difícil falarmos deles sem recorrer a um exótico linguajar simbólico. Atualmente, tais mundos de ação da alma humana têm sido identificados com o inconsciente ( seja pessoal ou coletivo ) que, na realidade seria apenas o portal de acesso àquelas amplitudes indizíveis. Incontestável, porém, é a realidade daqueles mundos.

Contrariando o pensamento geral, o direto conhecimento daquelas regiões não estabelece privilégio de nenhum grupo ou pessoa. Constitui esta consecução um direito de qualquer homem, assim como também lhe é permitido desfrutar de tudo que ali existe, bem como contatar com seus habitantes, que se apresentam à nossa visão interna sob proporções e formas, ora humanas, ora animalescas ou, não raramente, sob formas híbridas. Entretanto – e isto está descrito de maneira unânime – qualquer que seja a forma assumida por eles, paira em torno uma aura de poder, de beleza e magnitude, ultrapassando em muito nossas mais ousadas ficções.

Extasiado pelas visões magníficas, o homem criou em torno delas os mitos, as lendas e cerimônias que, com o tempo, tornaram-se o ponto central de muitas religiões e, certamente, percebendo impiricamente que a constante repetição de determinados comportamentos (orações, jejuns, cantos cadenciados, etc.) aliados, ou não, à ingestão de drogas obtidas de plantas (“sagradas”) lhe dava acesso rápido àqueles mundos, criou sistemas mágicos/místicos de consecução que, à margem das religiões oficiais, eclodiram no nascimento do neo-ocultismo de nossos dias.

Ora, sendo aquelas visões, aqueles seres, puras manifestações de forças psíquicas existentes no próprio homem, veladas sob forma antropomórficas, de elevadíssimos ideais carregados de forte energia e dinamismo, o repetido contato com uma delas em especial – ou como dito no ocultismo, “com uma divindade” – tem seu ápice numa perfeita e total identificação do agente invocado com o invocador.

Quando tal identificação torna-se permanente, isto é, quando a personalidade humana morre em favor daquela nova entidade ( o que é muito raro, diga-se de passagem ), diz-se que um “deus”, um “avatar”, um “demônio” se encarnou na Terra.

Porém, na maioria dos casos a identificação não é perfeita, mas resta a inércia da visão. Assim, Moisés encontra-se com Jehovah, e Paulo com divulga seu encontro com Cristo na estrada de Damasco, e Maomé vê o Anjo Mensageiro. Este é o início de certas religiões, tais como o maometismo e o Mormonismo: mas nem Maomé nem Joseph Smith ( líder fundador dos mórmons ) atingiram o ápice do fenômeno, pois eles mesmos declaram abertamente que “viram um anjo, um mensageiro, o qual em ambos os casos, serviu apenas como intermediário entre deus e eles próprios. Mas, mesmo assim, o grau da energia contatada foi tão intenso que eles deram início à religiões poderosas.

Devemos aqui ressaltar um ponto que nos parece importante: esta união, esta “tomada” do homem pelo “deus”, não deve ser confundida com possessão, a qual se define como sendo a posse do indivíduo por um ser externo, “alienígena”, e contra a vontade dele.

Certos detalhes das visões nem sempre concordam entre si, de um para outro vidente, mas no contexto geral elas apresentam características básicas semelhantes em muitos pontos como, por exemplo, em Ezequiel, Moisés e Joseph Smith. Por outro lado, não poderíamos esquecer que certas entidades hostis são também genuínos moradores destes mundos além da mente, reinando igualmente nos obscuros setores de nosso lado oculto. A estas entidades, a estas energias, erradamente considerados hostis, nós fomos erradamente levados a chama-las “diabos”, demônios, etc., e lhes emprestamos caracteres pessoais criadas por ignorantes teólogos.

Em resumo: tanto “deuses” quanto “demônios” existem no próprio homem, sendo energias profundas, mal conhecidas e mal dirigidas.

Isto posto, percebe-se logicamente que não deveríamos exaltar “deuses” em detrimento de “demônios” e vice-versa. O que deve ser feito é aprender como conhece-los melhor, de como uni-los equilibradamente dentro de nós, pois o homem necessita, para seu desenvolvimento, tanto lidar com “deuses” como com “demônios”.

 

 

Por Euclydes L. de Almeida

Postagem original feita no https://mortesubita.net/thelema/alem-da-mente/

A Importância do Sacrifício de Cristo para a Humanidade

Por Sérvio Túlio

Houve uma época onde somente os seres humanos que tivessem sua reprodução programada por altos-sacerdotes através de complicados rituais, astrologia e genealogia perfeita poderiam ter um completo contato com o Divino. Seus corpos eram perfeitos em comparação com o resto da população. E por isso, eram de modo errôneo chamados de “Raça Superior”. Eles, ao longo da história tiveram muitos nomes. Brâmanes, Faraós, Levitas, e tantos outros que nem sequer são listados.

Em todos os antigos livros sagrados foi dada a ordem por um ser superior que não houvesse cruzamento de “sangue puro com o sangue impuro das raças inferiores”. A proibição do adultério, casamento entre familiares, poligamia, poliandria, e muitas outras formas de dogmatismos impostos à população em geral eram pouco para os “escolhidos”.

Há no veículo humano, partes. Estas partes são chamadas na anatomia oculta de “corpos do homem”. São três corpos, a mente e os três espíritos superiores. Todos são vestes para a ação do Ego nos mundos inferiores ao seu plano natal.

Os tais escolhidos tinham sua reprodução controlada, como foi dito anteriormente afim de que a Sabedoria fosse passada sem perda alguma. E esta sabedoria não era acessível a todos. Dentre estes corpos, dois, o Corpo de Desejos (Corpo Astral) e o Corpo Vital (Corpo Energético ou Matriz Vital) da grande maioria eram muito “rígidos” e pouco preparados para uma experiência extracorpórea tão necessária para trabalhos exteriores nos mundos mais sutis onde estes corpos são necessários. A separação completa do Corpo Vital provoca a morte imediata. Este é necessário atrelado ao Corpo Denso, pois sem ele, nosso corpo é apenas uma massa inerte de carne, pele e ossos. O Corpo vital é dividido em quatro éteres. Dois deles servem para manutenção do Corpo Denso e outros dois para o trabalho exterior. Um deles, a memória. Nas pessoas comuns, da época, os éteres eram todos unidos, impossibilitando a separação de parte do Corpo Vital. Apenas os “escolhidos da raça” que possuíam corpos mais evoluídos, preparados para uma separação e para o trabalho externo.

Por muito tempo eles foram tratados como guias de seu povo e auxiliares. Alguns foram elevados até o nível de Legisladores Divinos. Mas como sempre, o poder corrompe. Estes escolhidos, com o tempo foram tornando-se arrogantes, e tomaram para si o direito de interceder entre o povo e Deus. Com o tempo, foi o povo e estes sacerdotes se tornando separados de sua missão sagrada. O mundo foi se tornando vazio. E antigos valores foram perdidos.

Nesta época de grande depressão, a Divina Providência enviou o Grandioso Espírito Solar chamado Cristo. Mas ele passou por uma evolução diferente da nossa. Em seu mundo, não foi necessário um aprendizado em estágio tão grosseiro da matéria. E por este fato, ele não sabia construir um corpo físico para si. Tampouco um Corpo Vital. Foi necessário que para isso ele entrasse em contado com os mais elevados seres, espiritualmente falando, do planeta na época. Por diversas gerações, através dos tempos, e de todo o planeta, um espírito foi reencarnando sob a direção da Divina Providência. Depois de várias experiências de nível elevado, este realizou o maior e mais honrado sacrifício. Com a alcunha de Yeshua Ben Yossef (Jesus filho de José), este elevado ser, sacrificou os seus outros corpos para unir o seu Ego com o de Cristo, e fornecendo seus corpos, vital e denso como veículos para o Salvador vir à Terra.

Jesus foi iniciado em diversas escolas onde sempre demonstrava humildade. Suas palavras sempre eram “me ensine do início”. Entre estas escolas, a que mais fez parte de sua jornada foi a dos Essênios, da qual fazia parte. Muitas das vezes foi necessário que O Cristo fosse ao encontro destes mestres para poder recuperar seus corpos Denso e Vital. Já que a imensa vibração do Espírito de Cristo fazia estragos neles. Por isso que dizia que o Mestre às vezes se recolhia para descansar.

Jesus Cristo escolheu entre seus discípulos, homens de variados níveis cultural e econômico. Mas mesmo assim, o critério mais importante para aescolha de seus doze apóstolos (equivalente ao número dos signos e casas astrológicas) eram o seu valor espiritual, a enorme força de vontade, o desapego e a vontade de curar. A maior tarefa de Cristo era restituir a morada ao povo de Israel. Israel como símbolo. O coração.

Ele espalhou seus ensinamentos e a beleza de sua bondade por um período de três anos. Neste tempo, supõe-se que Ele fez milagres. (Ora, milagres seria forçar demais. Até porque, se Deus criou o Universo com todas as regras que possui, por que quebraria as próprias regras depois? Bom, se ele fez algo extraordinário, ele o fez segundo a Lei.) Mas o mais importante milagre que Cristo fez, foi o de rasgar o Véu do Templo. De uma vez por todas e para sempre. Pena que até hoje, as pessoas em geral não conseguem entender o valor disto, e perdem-se em suas vidas mundanas e sem valor.

A vinda de Cristo neste planeta foi necessária, pois, com seu sacrifício no Gólgota (o Monte da Caveira) a vibração dos seus corpos, ao seu cordão deprata se romper, foi tamanha, que segundo as escrituras, o povo chegou a ficar cego por alguns instantes. O planeta recebeu um impulso vibratório imenso, já que o Salvador fundiu os seus outros corpos ao do Espírito Planetário da Terra, fazendo assim com que o nível vibratório aumentasse exponencialmente e até os éteres do corpo vital do homem comum em todo o mundo agora tivessem a mesma capacidade dos “escolhidos de raça”.

Porém, o sacrifício de Cristo não acaba aí. Até hoje ele agoniza, e sofre as dores do parto de uma nova humanidade. Até que todos no planeta se conscientizem de que vivemos em uma Fraternidade Universal, evoluamos segundo a doutrina do “conhece-te a ti mesmo” e tenhamos a capacidade de nós mesmos nos elevarmos acima dos infortúnios da roda das encarnações, Ele estará atrelado às lentíssimas e dolorosas vibrações rudimentares do nosso mundo.

Bom, e quanto a Jesus, isso é uma outra história.

#Cristo #Evolução

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/a-import%C3%A2ncia-do-sacrif%C3%ADcio-de-cristo-para-a-humanidade

As Colunas do Templo – Primeira Coluna

Não é Conhecimento. Há, por esse mundo fora, muito analfabeto mais sabedor que muito doutor.

Não é também Cultura. Há por aí muito intelectual superculto que, apesar da pose, destila muita erudição, mas demonstra muito pouca sabedoria.

Não é ainda Inteligência. Há à nossa volta muito bem dotado de células cinzentas que esbanja as suas capacidades com uma ingenuidade arrepiante.

Sabedoria é um pouco de tudo isso, com um nada de aquilo e um pó de aqueloutro, para ser muito mais do que tudo isso.

Sabedoria é a capacidade de fazer o que se deve, quando se deve. A virtude de tomar a decisão certa, na hora adequada, para a situação asada.

Sabedoria é intuir quando é hora de aguardar e quando é o momento de agir.

Sabedoria é sentir quando se deve elogiar e quando se impõe criticar.

Sabedoria é concordar com naturalidade e discordar com elegância.

Sabedoria é prudência corajosa temperada com arrojo medido, misturada com acerto racional envolvido em intuição educada.

O objectivo do maçon é pautar todos os seus actos, dotar todas as suas obras, da virtude da Sabedoria. É um equilíbrio difícil de atingir, para o timorato e para o arrojado, para o novo e para o velho, para o intelectual e para o prático.

Para conseguirmos dotar as nossas decisões de Sabedoria, temos de estar constantemente alerta e no uso de todas as nossas capacidades. Em cada momento é mister temperarmos o nosso impulso com a razão, mas não abafando a nossa intuição, antes completando-a com o resultado de nossa análise.

Agir com Sabedoria não é ganhar sempre; é, por vezes, saber perder, porque a nossa derrota é menos prejudicial do que a vitória sobre outrem; é entender que é preciso conceder a vitória a outrem hoje para vencer amanhã.

Actuar de modo sabedor é lograr atingir, em cada situação, o maior Bem possível, causando o menor Mal que se puder.

Procurar praticar a Sabedoria é uma tarefa de hoje, sempre e durante toda a vida.

Não se é sabedor. Procura-se conseguir agir sabiamente em cada instante.

É uma tarefa de vida. Mas quando se consegue executá-la com êxito, vislumbra-se uma poalha do brilho da Divina Perfeição.

Só procurando utilizar todas as nossas capacidades e todo o nosso esforço no sentido de agir com Sabedoria somos dignos da nossa Humanidade.

Eis porque a Sabedoria é uma das colunas de suporte do nosso Templo Interior!

por Rui Bandeira

Postagem original feita no https://mortesubita.net/sociedades-secretas-conspiracoes/as-colunas-do-templo-primeira-coluna/

Curso de Kabbalah e Astrologia em SP

Este é um post sobre um Curso de Hermetismo já ministrado!

Se você chegou até aqui procurando por Cursos de Ocultismo, Kabbalah, Astrologia ou Tarot, vá para nossa página de Cursos ou conheça nossos cursos básicos!

22/01 – Kabbalah – SP

23/01 – Astrologia Hermética – SP

Para aproveitar as férias de Janeiro.

Quem estiver a fim de fazer os cursos avancados como Enochiano, Qlipoths e Magia Prática (que possuem estes pré-requisitos) comece a se programar. Informacoes e datas na área de Cursos.

UPDATE – Quem me escreveu e ainda nao respondi, pode ficar tranquilo que estao todos reservados aqui. Respondo individualmente a vcs quando retornar ao Brasil.

#Cursos

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/curso-de-kabbalah-e-astrologia-em-sp

A função do inimigo

Lord Ahriman

“Você já dançou com um demônio à luz do luar?
– Coringa (Batman, 1989)

A seletividade é uma lei da natureza. A natureza não é um mero paraíso, ela se sustenta através de uma imensa cadeia alimentar. Os seres vivos são naturalmente inimigos uns dos outros (e amigos também!). Se não houvesse essa cadeia alimentar, não haveria sobrevivência alguma. Assim, a idéia de um “éden perfeito” trata-se de uma utopia parasitária.

A sociedade humana é predadora por excelência, pior do que a própria selva. Não existe NENHUM setor da vida social em que um ser não esteja predando e parasitando alguma vítima. Aí surge a religião com a ideia de “amar ao próximo como a si mesmo”. Percebeu o jogo nefasto? O inimigo é muito importante. Eis algumas razões:

• É importante porque a pessoa aprende o valor da seletividade – amor para quem merece, não amor pelos ingratos, já dizia LaVey.

• É importante porque a pessoa descobre seus próprios pontos fracos – justamente os que o seu inimigo vai usar sem dó nem piedade.

• É importante porque a pessoa busca dar o melhor de si, para combatê-lo pelos meios adequados – tira energia de onde normalmente não tiraria, então surge a auto-superação.

• É importante, por fim, porque a pessoa passa a ter real noção da existência, a realidade nua e crua, sem as fraudes santificadas.

Em menção à condescendência, quem é amigo do seu inimigo, gosta de virar a outra face, não é amigo de si mesmo, perdeu toda a noção de
valor. Em outras palavras, essa infeliz vítima atenta contra a própria auto-estima e possui uma atitude desmoralizante e aviltante para o
próprio ser. Em linhas simples, é totalmente antinatural.

O fato real e comprovado é que o inimigo nunca vai ter pena do seu desafeto. Se a pessoa acha que, por ser boazinha com o inimigo, ele vai dispensar o mesmo tratamento, está incorrendo num erro gravíssimo, cujo dano será irreparável. Por outro lado, a criação artificial de inimigos também é uma estupidez. A maioria dos litígios são idiotas e podem ser perfeitamente evitados. Diluindo-se os pequenos problemas, normalmente os grandes problemas também se tornam diluídos, mas não necessariamente.

Finalmente, um inimigo deve ser honrado como tal. Trata-se de uma simples questão de merecimento. Se você possui um inimigo, combata-o veementemente, pois ele não terá a menor consideração por você. Agora, depende exclusivamente de cada um tirar o melhor proveito possível de uma lição a ser aprendida.

Postagem original feita no https://mortesubita.net/satanismo/a-funcao-do-inimigo/

Arcano 14 – Temperança – Samekh

Significados simbólicos

A alquimia, a transmutação dos elementos.

Renovação da vida, influência celeste, circulação, adaptação.

Serenidade. Harmonia. Equilíbrio.

Interpretações usuais na cartomancia

Tolerância, paciência, praticidade, felicidade. Aceitação dos acontecimentos,

flexibilidade para adaptar-se às circunstâncias. Educação, trato social. Caráter elástico para enfrentar as transformações. Temperamento descuidado.

Mental: Espírito de conciliação, ausência de paixões no julgamento; dá o sentido profundo das coisas, como representante de um princípio eterno de moderação. Exclui a rigidez, o emperramento. Corresponde à flexibilidade e ao plástico.

Emocional: Os seres se reconhecem e se encontram por suas afinidades. Sob a influência desta carta são felizes, mas não evoluem e não conseguirão se livrar um do outro.

Físico: Conciliação nos negócios, atividades e empreendimentos. Pesam-se os prós e contras, encontra-se a maneira de estabelecer um compromisso, mas se ignora se o empreendimento será ou não coroado de êxito. Reflexão, decisão que não pode ser tomada de imediato.

Do ponto de vista da saúde: enfermidade difícil de curar, porque se alimenta de si mesma.

Sentido negativo: Desordens, discordâncias. Indiferença. Falta de personalidade, passividade. Inconstância, humor irregular, desequilíbrio. Tendência a se deixar levar pela corrente, submissão à moda e aos preconceitos. Resultados não conformes às aspirações. Derramamento, saída, fluxo involuntário. As coisas seguem o seu curso.

História e iconografia
A mulher que derrama líquido é uma alegoria muito comum durante a Idade Média para representar a virtude da temperança: supunha-se que misturava água no vinho para diminuir os seus efeitos. Curiosamente, a mesma imagem serviu durante os primeiros séculos do cristianismo para ilustrar o contrário: o milagre das bodas de Canaã, onde a mulher – por ordem de Jesus – vira a água que vai se transformar em vinho.

Com outros significados pode ser encontrada nos versos de Horácio: “O cântaro reterá por longo tempo o perfume que o encheu pela primeira vez”.

Mistura de anjo e mulher, A Temperança evocou sempre, para os investigadores do Tarô, o mito do hermafrodita. Tema recorrente e vastíssimo, por um de seus aspectos – que é o que aqui interessa – a androginia tem sido considerada desde tempos antigos como premonição feliz. Isto faz da Temperança uma carta amável, do ponto de vista adivinhatório, cuja presença alivia sempre a densidade do oráculo.

Arcano de reunião, e portanto de equilíbrio – a coniunctio oppositorum, em sua fase anterior à bissexualidade – onde o derramamento do líquido já foi interpretado como uma metáfora das transformações: a passagem do espiritual ao físico, do sentimento à razão.

Astrologicamente, não deixa dúvidas sobre sua filiação sagitariana, que guarda correspondência com o simbolismo de Indra, divindade hindu da purificação.

Wirth relaciona a androginia da Temperança ao elemento relacionado ao quinto ternário do Tarô, que provém da morte assexuada (XIII) e culmina no Diabo bissexual (XV). É preciso assinalar também sua localização como último termo do segundo setenário, que corresponde à Alma ou psique, plano da personalidade fluente, flexível e instável na natureza, relacionada às águas em quase todas as teofanias, assim como o Espírito é associado à luz (fogo, ar) e o Corpo à terra.

O tema do derramamento e dos vasos gêmeos e opostos dominam, por outro lado, as especulações sobre os prodígios terapêuticos. Neste aspecto, o Arcano XIIII é claramente o curador, o agente reparador e reconstituinte, aquele que verte a harmonia universal sobre o desequilíbrio individual. Como o Eremita, lembra os médicos, curandeiros e charlatães; mais ainda, lembra conselheiros, confessores e terapeutas.

Resta estabelecer uma leitura da Temperança no contexto do interminável simbolismo aquático, pois refere-se à matéria unívoca (o oceano primordial), à corrente circulatória que mantém a vida (chuva, seiva, leite, sangue, sêmen), à mãe (as águas como elemento pré-natal) e às imersões como rito de morte e ressurreição (batismo).

Por Constantino K. Riemma
http://www.clubedotaro.com.br/

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/arcano-14-temperan%C3%A7a-samekh