Características Vampíricas

Na Europa , a bruxaria e o vampirismo têm uma história entrelaçada desde os tempos remotos. Muitos vampiros apareceram primeiramente entre os seres demoníacos das religiões pagãs politeístas. Estavam incluídas aqui entidades como o lamiai grego e os sete espíritos malignos da mitologia assírio-babilônica. Com o crescimento do cristianismo, houve uma tendência de afastar as religiões pagãs e denunciar quaisquer alegações feitas pelos crentes pagãos. De um modo geral, o cristianismo pressupôs que as divindades pagãs eram irreais, que não existiam. Típico da posição da Igreja nesse sentido foi o relato do encontro do apóstolo Paulo com os filósofos gregos no Areópago, relatado em Atos dos Apóstolos 17: 16-34, no qual Paulo comparou o único Deus com os deuses representados pelas estátuas.

Os seguidores das religiões pagãs tinham uma série de nomes e termos que na língua portuguesa significam bruxa ou feiticeira. À medida que as religiões pagãs foram afastadas, assim também o foram, até certo ponto, as bruxas e as feiticeiras. A Igreja as via como adoradoras de divindades imaginárias.

A magia foi crucial para a crescente atitude concernente às religiões pagãs. A magia, ou a habilidade de causar mudanças pela invocação de seres sobrenaturais através de poderes sobrenaturais, era quase que aceita universalmente como real. As pessoas, incluindo os líderes religiosos, acreditavam que feitos maravilhosos eram possíveis ou pelo poder do Espírito Santo ou recorrendo-se a forças sobrenaturais ilegítimas. As bruxas, as praticantes pagãs, tinham a habilidade de realizar mágicas fora do alcance das pessoas normais. Entre essas havia muita coisa que até no paganismo eram consideradas malignas. Precisa ser lembrado que muitas das entidades pagãs existiam como uma explicação da maldade e da injustiça na vida da pessoa. Com a marginalização das bruxas e a destruição dos sistemas pagãos, as funções malignas das velhas entidades tenderam a ser transferidas para as bruxas. Assim, surgiu a strega na Roma antiga. A strega, ou bruxa, era inicialmente conhecida como strix, um demônio voador noturno que atacava recém-nascidos e matava-os sugando-lhe o sangue. Durante um certo tempo o strix era identificado como um indivíduo que tinha o poder de transformação para a forma de diversos animais, incluindo corujas e corvos, e nesse disfarce atacavam recém-nascidos. O strix se tornou, então, a strega da Itália medieval e os strigoi da Romênia.

No decorrer do primeiro milênio da era cristã a Igreja reteve seu conceito de que a bruxaria era imaginária. Ilustrando essa crença havia um documento, chamado Canon Episcopi. O Canon atribuía a crença pagã ao diabo, enfatizando que a finalidade deste era apresentar ao mundo imaginário do paganismo os seguidores da deusa Diana. A bruxaria era uma ilusão, portanto aqueles que:

“…acreditavam que qualquer coisa pode ser feita, ou que qualquer criatura pode, para melhor ou para pior, ser transformada em outra espécie ou similitude, exceto o próprio Criador que fez todas as coisas e através de quem todas são feitas, está além de qualquer infiel.” (citado em Russell)

A Igreja tinha uma atitude similar com os vampiros. Tinha descoberto a crença nos vampiros através de culturas anteriores e também tinha pressuposto que não era verdade. Essa perspectiva foi ilustrada em dois documentos legais, um do leste e outro do Ocidente. A primeira era um mandato autoritário que entrou em vigor no leste durante a Idade Média. Dizia o seguinte:

“É impossível que um homem se torne um vrykolakas (vampiro) a menos que seja pelo poder do Diabo que desejando escarnecer e enganar aqueles que incorreram na ira do Céu cause essas maravilhas escuras e tão freqüentemente à noite atira seu feitiço pelo que os homens imaginaram que os mortos, que conheciam anteriormente, aparecem e mantêm conversa com eles e que em seus sonhos também têm estranhas visões. Outras vezes poderão vê-lo na estrada, sim, na auto-estrada andando para lá e para cá ou permanecendo imóveis e mais ainda, que dizem ter estrangulado homens ou que os mataram. Imediatamente há problemas tristes e toda a vila está em pé de guerra e em distúrbio, de modo que correm para os túmulos desenterram o corpo de um homem (…) e o morto – aquele que está morto e enterrado a tanto tempo – aparece para eles como tendo carnes e sangue (…) para que possam juntar uma imensa pilha de gravetos e atear fogo a este corpo colocando-o sobre as chamas para que possam queimá-lo e destruí-lo por inteiro.” (citado por Summers)
Da mesma forma, em meados do século VIII, uma lei saxônia decretou a crença no strix (bruxas vampiras).

Posteriormente nesse século o decreto foi reforçado por uma lei estabelecendo a pena de morte para qualquer um que manifestasse crença no strix e qualquer um que, em virtude dessa crença, atacasse um indivíduo que se acreditasse ser um strix e que machucasse (atacasse, queimasse e/ou canibalizasse) esse indivíduo. Um debate legal surgiu no século XI na Hungria quando o Rei Stephen (997-1038) passou uma lei contra os strigae que andassem à noite e que fornicassem. Um de seus sucessores, o Rei Colomem (1077-1095) eliminou as leis dos livros baseados na noção de que coisas como os strigae existiam.

Fonte: O Livro dos Vampiros

Por Ernesto Nogueira, colaboraçao: cosmic girl

Postagem original feita no https://mortesubita.net/vampirismo-e-licantropia/caracteristicas-vampiricas/

Discos Voadores, Propulsão e Relatividade

Resolva o problema de propulsão dos OVNIs e terá aberto ao homem todo o universo. Aqui está uma teoria que pode explicá-la.

Nos últimos anos temos sido visitados por um grande número de aeronaves estrangeiras. Na realidade, provavelmente estas visitas têm estado ocorrendo por um longo tempo, talvez pelo que chamamos de períodos de tempo geológicos. Entretanto, em 1947 ou um pouco antes, o número destas visitas se elevou muito. Desde 1947 um grande número de pessoas, em todo o mundo, tem visto os famosos discos voadores, ou objetos voadores não identificados (OVNIs) .

Durante os últimos anos os observadores têm notado a realização por parte destas naves de manobras acrobáticas de natureza assombrosa.

Aparentemente, a maioria dos discos não depende de qualquer sistema de propulsão familiar aos nossos conhecimentos científicos ou, pelo menos, aos conhecimentos científicos de até recentemente. Somente muito poucos têm sido observados com hélices e alguns com motores de reação ou de jato puro e muitos não dispõem nem mesmo destes. Na verdade, o disco voador típico flutua sobre a terra, sem meios visíveis de apoio, e então acelera a velocidades indescritíveis para alguma outra parte do globo.

A falta de qualquer sistema de propulsão conhecido capaz de tais efeitos tem levado muitas pessoas a imaginar que os donos dos discos voadores foram capazes de dominar a física gravitacional. O sistema de propulsão usado deve, de alguma maneira, aplicar o que é popularmente conhecido como antigravidade. Há dificilmente qualquer maneira, pelo menos tanto quanto os leigos e os especialistas possam ver, em que a sua capacidade de permanecer acima da terra, sem jatos nem hélices, nem dispositivos extensos de sustentação, possa ser explicada.

Entretanto, um enigma adicional, ainda que estritamente relacionado, é o da movimentação típica do disco. Pois tanto a gravidade quanto a inércia parecem ter sido conquistadas também. Muitas narrativas — algumas aparentemente autênticas falam de OVNIs aparecendo subitamente nos céus, vindos não se sabe de onde, e depois desaparecendo no que parece um instante. A menos que algum truque ótico esteja envolvido, os discos devem ser capazes de acelerações verdadeiramente extraordinárias. Relato típico sobre disco, como aparece nos jornais locais através do mundo, é do objeto visto cruzando a velocidade de umas poucas centenas de quilômetros por hora e então, subitamente, desaparecer a uma velocidade que parece ser de milhares de quilômetros por hora.

Além destas acelerações lineares extraordinárias, os discos parecem superar a inércia de outras maneiras. Parecem fazer ângulos retos perfeitos a velocidades elevadíssimas, sem resultados desastrosos à sua estrutura ou à sua tripulação — se é que esta existe. Pelo menos dois de meus amigos me disseram terem visto discos voadores que se moviam no céu a altíssima velocidade fazerem curvas em ângulo reto, instantaneamente.

Ainda um outro truque — eles aparecem capazes de se movimentar através da atmosfera a velocidades e em níveis de densidade do ar claramente incompatíveis com qualquer tecnologia do conhecimento público. Quando um objeto se move através do ar, a fricção das moléculas em atrito com a sua superfície faz com que o material se aqueça. Nos nossos interceptores a jato muito rápidos, são necessários sistemas de esfriamento. Sabemos todos como os meteoros penetrando na atmosfera e o nariz dos cones dos mísseis que reentram na atmosfera terrestre se aquecem a tal ponto que, em muitos casos, se desintegram ou se queimam completamente. Todavia, movimentando-se a velocidades comparáveis e em atmosfera mais densa, os OVNIs não parecem mostrar tais efeitos. Na verdade, aparece freqüentemente alguma luminosidade em volta deles — especialmente à noite — e ocasionalmente aparecem rastros de fumaça, mas a máquina propriamente dita parece sobreviver. Para os especialistas em mísseis isto é muito curioso.

Em todas estas manobras fica em jogo o nosso entendimento das inflexíveis leis da inércia, que governam o nosso mundo. Newton foi o primeiro a formulá-las claramente no seu princípio duplo de que um objeto em repouso tende a permanecer em repouso a menos que uma força lhe seja aplicada, e se uma força lhe é aplicada o objeto tende a se movimentar na direção da força aplicada e proporcionalmente a ela. Estas leis da inércia de Newton são ainda a base de muitos dos pontos de vista científicos do mundo. Entretanto, de acordo com estas leis combinadas às das forças de atração molecular da matéria, que são igualmente fixas na natureza — ou pelo menos assim o pensamos — torna-se muito difícil explicar o comportamento dos discos.

Quando os discos voadores aceleram da velocidade zero a muitos milhares de quilômetros por hora, em uns poucos segundos, por que será que sua maquinaria interna não fica toda quebrada e todos os membros de sua tripulação achatados?

Qualquer um que tenha feito uma curva a uma velocidade demasiado elevada sabe da tendência persistente do seu veículo em continuar na direção original em que vinha, contrariando a resistência dos pneus e do mecanismo de direção.

Da mesma maneira, quando um disco voador faz uma curva repentina, viajando a muitos milhares de quilômetros por hora, por que as moléculas ou cristais da sua estrutura metálica não se partem — devido à grande tensão imposta pelas leis da inércia?

E, finalmente, quando os discos disparam através da atmosfera, por que as moléculas desta se atritando contra o disco não fazem com que o aquecimento da fricção queime eventualmente o objeto?

São estes desempenhos notáveis que têm levado muitas pessoas a acreditar que os discos não são reais. Objetos materiais não podem se comportar desta maneira! Os discos devem ser luzes que se movimentam, ilusões de ótica, miragens, padrões de difração devidas às lentes formadas na atmosfera, ou, ainda para outros, fantasmas ou espíritos.

O Chefe do Serviço Secreto da Força Aérea advertiu vivamente, depois das grandes visões observadas no Aeroporto de Washington, há alguns anos, que a Força Aérea não tinha qualquer coisa com energia infinita e sem massa. Qualquer pessoa que conheça física não-relativística acredita que seria impossível para qualquer massa ponderável se comportar como os OVNIs o fazem. Todavia, a discussão desta dificuldade parece muito real, na verdade.

Pois os discos existem! Eles têm sido fotografados! Aparecem nas imagens do radar! De perto parecem muito com naves feitas de metal ou de material transparente como o plexiglas. Pondo de lado os seus truques fora do comum, parecem ter todas as características de objetos de material denso, que foram projetados, fabricados, manufaturados ou seja lá o que for.

Se os discos são veículos sólidos e reais devemos proceder a uma revisão de nossas idéias sobre a natureza, a um ou dois respeitos. Ou devemos concluir que o nosso conhecimento das leis que mantém unidos os átomos e moléculas é incompleto ou devemos revolucionar nossos conceitos sobre a inércia.

Caso ambas as alternativas estejam além do alcance da ciência moderna, não haverá razão para preferir uma em lugar da outra.

Entretanto, há de fato uma maneira perfeitamente boa de explicar os discos dentro da teoria física moderna. Para fazê-lo, todavia, devemos passar às alturas abstratas da física, em particular à Teoria Geral da Relatividade, de Albert Einstein. Entretanto, antes de ficarmos demasiado assustados, deixem-nos dizer que a Teoria Geral não é tão complexa e intrincada como algumas pessoas pensam. Sua fama de difícil vem do fato de que, para percebê-la, é necessário apreciar sob um novo conceito a maneira em que sentimos o mundo.

O conceito da inércia, de Newton, nos diz que um objeto permanece em repouso a menos que alguma força lhe seja aplicada e, quando isto ocorre o objeto se desloca de acordo com esta força. Newton tinha idéias algo confusas do porquê da existência da inércia. Num determinado ponto, no seu Principia, ela é quase parte inerente da matéria. Noutro ponto, as forças centrífugas ou inerciais vêm de alguma coisa chamada espaço absoluto. A persistência da matéria no seu estado, de acordo com Newton, vem de sua relação a um mundo absoluto de espaço, mais definitivo do que qualquer sistema material que possamos conceber.

Esta noção de Newton jamais foi satisfatória e, no final do século XIX, o filósofo e físico austríaco, Ernest Mach, dedicou suas críticas a ela. Mach, a quem todos conhecem pelos seus números Mach em aerodinâmica, foi também um precursor do Círculo de Viena, que desenvolveu o positivismo lógico. Para ele, qualquer coisa além da nossa capacidade de observação — como o espaço absoluto — era irreal. Daí ter ele proposto que a inércia fosse uma referência a toda a matéria do universo. Por toda a matéria do universo ele quis significar todas as estrelas fixas, ou nos dias de hoje, todas as galáxias, pois sabemos que o cosmos é constituído de um vasto número de estrelas reunidas num vasto número de galáxias. Para Mach, um objeto sujeito às leis da inércia o era em relação a todas as estrelas, ou, como diríamos hoje, a todas as nebulosas.

Entretanto, o princípio de Mach, como Einstein o chamou, apresentava uma dificuldade. Não fornecia qualquer ligação física entre as estrelas e o sistema inercial. Mach apenas substituiu o universo pelo espaço absoluto de Newton, como um sistema de coordenadas no qual os objetos existiam e se movimentavam. Ele não nos proporcionou qualquer esclarecimento adicional que nos mostrasse o que é a inércia, ou por que funciona do modo que o faz.

Talvez devêssemos dizer que ele adiantou muito pouco para nós, mas muito para Albert Einstein. Em 1916, Einstein propôs a Teoria  Geral  da Relatividade. Na realidade era uma teoria da gravitação universal e da inércia.  Einstein reduziu as duas forças à mesma coisa e expressou isto no seu famoso Princípio da Equivalência:   forças gravitacional e inercial são indistinguíveis e iguais.

Sua ilustração deste princípio é um homem num elevador, nas profundezas do espaço. O homem está afastado de qualquer objeto grande. Se o elevador se movimentar uniformemente em qualquer velocidade constante, desde as muito pequenas até as muito grandes, o homem parecerá quase sem peso. Não sentirá qualquer peso ou força de gravidade. Entretanto, se o elevador se acelerar, se for puxado por um cabo cósmico, no sentido da altura do homem, a uma velocidade que vá se acelerando, começará a sentir como se a gravidade estivesse agindo sobre ele. Quando for alcançada uma certa velocidade, equivalente nas medidas terrestres, a 9,75 metros por segundo, o homem imaginará que está de volta na Terra e que está submetido às forças da gravidade exatamente como  estava antes de deixar a Terra. Realmente, como é natural, não o está. Sua impressão errônea é meramente o resultado da inércia e da aceleração do elevador. Não há gravitação, ou deveríamos dizer mais corretamente, não há objeto grande na sua vizinhança. Assim, Einstein ilustrou o fato de que a inércia e a gravidade têm exatamente os mesmos efeitos sobre o observador e não podem ser distinguíveis na base de observações locais.

Ele foi mais além. Buscou explicar a gravidade e a inércia nos mesmos termos físicos. Enquanto o peso dos objetos sobre um grande corpo celestial como a Terra é causado pela atração gravitacional da última, o comportamento inercial do objeto é explicado pela atração gravitacional de toda a matéria, em todos os lugares.

Para usar uma analogia simples, o cachimbo sobre a mesa a minha frente permanece onde está principalmente porque todas as estrelas e nebulosas do cosmos o estão puxando, e o puxam em todas as direções imagináveis. É como se milhões e milhões de pequenos arames estivessem ligados ao cachimbo simetricamente, a toda a sua volta, e o estivessem puxando igualmente, ao mesmo tempo, em cada direção. Da mesma maneira, se atiro meu lápis através da sala ele segue numa linha reta (a parte da gravidade da Terra) porque está sendo puxado em ângulos retos a direção do seu vôo pela totalidade da matéria do universo, de todas as estrelas ou nebulosas. Assim, a inércia do mundo familiar é realmente gravitação, mas não a gravitação de cada partícula do universo; é o efeito da soma do empuxo, puxada, ou campo, dependendo de como se considere o mecanismo, todavia ilusório da gravitação.

Mas, se perguntará, como nos ajudará isto a explicar como os discos voam?

Se os donos dos discos tiverem sido capazes de inventar um meio revolucionário de antigravidade, como por exemplo uma rede eletromagnética que colocassem em torno de suas naves, isto quereria dizer que, da mesma maneira como a gravidade da terra é dominada, a inércia gravitacional de todo o resto do universo também o será. Se a gravitação, ou ultrapartículas, ou campos que respondem pela gravitação da Terra forem barrados, o efeito gravitacional do resto do universo será também evitado. Assim, os discos, com a sua rede antigravitacional, serão capazes de voar sobre a Terra e de ignorar também as leis da inércia. Eles estarão literalmente flutuando  dentro  de um pequeno envelope,  onde nem a gravidade nem a inércia terão qualquer influência. Se as criaturas que constituírem e tripulam os discos dominaram a gravidade, terão,  de acordo com Einstein, sobrepujado também a inércia.

A chave para as coisas bem estranhas que acabo de dizer é pensar como um átomo, ou uma molécula, ou um grupo delas que constituem um objeto, se comportará se a influência inercial não puder alcançá-lo. O cachimbo sobre a minha mesa voará através do quarto, agora, ao mais leve toque do meu dedo. Da mesma maneira, se agora atirar meu lápis através da sala, a brisa mais leve o levará em ângulo reto em direção ao outro lado. Em outras palavras, podemos presumir que os átomos e a matéria se tornarão quase totalmente independentes do seu ambiente, numa área livre  da inércia.  Podem  se movimentar em uma direção tão facilmente quanto em outra. Não têm tendência a permanecer numa predeterminada e rígida posição que a inércia normalmente conservaria; podem voar em qualquer direção a que as impedir a força mais leve.

Penso que isto explica como os discos podem acelerar de zero a milhares de quilômetros por hora e se desacelerarem na mesma razão, como podem empreender as dramáticas manobras relatadas. Uma vez que uma força, de qualquer tipo, os impulsione numa direção diferente da de sua linha de deslocamento, não há tendência para que os seus átomos e moléculas continuem se movimentando na direção primitiva. Assim, não há tensões sobre as estruturas das naves e as forças de atração molecular do seu material não são rompidas.

Também os seus ocupantes, se podem viver em tal mundo sem inércia, não são achatados de nenhuma maneira e nem mesmo perturbados pelos giros da superestrutura que lhes fica à volta. Presumivelmente, podem sentar lendo um livro sem tomar conhecimento de que seu aparelho estava realmente fazendo as acrobacias mais notáveis.

O conceito da rede antiinercial e antigravitacional pode também explicar por que os discos não se queimam quando atravessam a atmosfera a altíssimas velocidades. Considere a molécula ou átomo de um gás como batendo com força contra outros átomos na atmosfera, sujeito às leis de inércia, como qualquer coisa é, mas não ocasionando muito dano ou perturbação em virtude de sua pequena massa; um disco passa velozmente e a molécula passa para dentro da rede antigravitacional. Subitamente esta pequena molécula de ar fica completamente livre! Ela já não tem energia cinética; pode bater em qualquer coisa sem causar a mais leve fricção. Em outras palavras, ela entra na rede como um projétil mas bate no disco como uma pluma.

Entretanto, quando o disco continua velozmente, esta molécula de ar sai atrás da rede num estado muito agitado. Está de novo num mundo inercial e começa a bater fortemente em outras moléculas também muito agitadas. Seus pequeninos e diminutos impulsos são aumentados como resultado da fricção que não era antes possível e isto causa uma libertação de energia — a luminosidade vista à volta dos discos, especialmente à noite.

Chegados a este ponto talvez devêssemos proceder a uma revisão do que foi dito e do que não o foi.

Num sentido explicamos como os discos voam, mas não como é gerada a rede antigravitacional e antiinercial. Algumas vezes os discos voadores sob observação durante o dia, através de vidros polaróides, bem como algumas de suas fotografias, exibem um tipo de halo ou coroa a sua volta. Naturalmente, isto bem pode ser um indício físico da rede ou tela. Entretanto, o modo pelo qual é produzido é ainda um mistério, pelo menos para este escritor. É quase certo que, de alguma maneira, o campo envolve eletricidade e magnetismo, pois os efeitos de ambos têm sido notados em conexão com os discos voadores. Ê também provável que a energia nuclear seja usada na geração do processo porque aumentos nos níveis de radioatividade têm acompanhado os vôos dos OVNIs. Todavia, nada sabemos a respeito do mecanismo exato que produz a rede. As pesquisas nesta área são altamente sigilosas. A potência terrestre que primeiro desenvolver esta tecnologia terá uma vantagem militar imensa. Tornará não somente os aviões mas também os mísseis balísticos obsoletos.

Consideremos o que o domínio pelo homem da gravidade e da inércia pode significar para sua vida na Terra e seu progresso no espaço — se outras raças permitirem que faça algum. Em primeiro lugar, aqui embaixo na Terra, o controle da gravidade e da inércia pode bem transformar muito do nosso sistema econômico.

Podemos pensar imediatamente em aviões livres da gravidade com a vantagem adicional de serem capazes de controlar a inércia, que governa (e embaraça) tanto as nossas vidas.

Se a inércia puder ser controlada, uma criança de cinco anos de idade poderá embalar um elefante sobre seus joelhos; o trabalho do mundo poderá ser feito com quantidades diminutas de energia — dependendo, naturalmente, de quanto seja necessário para produzir a tela ou rede antigravitacional e inercial.

Poderemos ser capazes de mover montanhas com apenas a quantidade de energia necessária para iluminar uma casa. Todo o fenômeno da fricção pode ficar dentro da nossa capacidade de manipulá-lo; composições de estrada de ferro serão capazes de deslizar pelos trilhos, cobertas com uma rede antiinercial, movidos por motores com somente uma fração de cavalo.

A idéia de vôos livres da inércia abre possibilidades interessantes para as viagens pelo espaço. Com vôos livres da inércia, o espaço já não será uma barreira para viagens dentro do sistema solar!

Alguns astrônomos e físicos, chamando a atenção para as enormes quantidades de energia necessárias para acelerar até mesmo uma carga útil diminuta a velocidades próximas à da luz, de modo a fazer a viagem até as estrelas mais próximas dentro de um período razoável de tempo, têm mantido o ponto de vista de que a única comunicação que a humanidade jamais poderá ter com a vida inteligente, em qualquer outro lugar, é pelo rádio.

As distâncias entre as estrelas são medidas em anos-luz e somente um limitado número de estrelas está dentro da equivalência de 90 anos-luz. Assim, a necessidade de se aproximar da velocidade ótica em viagens interestelares torna-se óbvia. Todavia, mesmo ao aproximar-se dela, sob as velhas leis da inércia, é um assunto difícil, que alguns cientistas acreditam ser impossível.

O Dr. Frank Drake ilustra o problema calculando que para levar a Enciclopédia Britânica ao nosso vizinho estelar mais próximo seria necessário um foguete tão grande que o seu jato de arrancada queimaria todo o Estado da Flórida.

Outros cientistas, naturalmente, acreditam que as viagens interestelares sejam possíveis, mesmo sob as limitações de um mundo inercial. O grande físico alemão, Professor Singer, uma vez propôs um veículo interestelar capaz de varrer os átomos de hidrogênio do espaço, recolhendo-os numa rede gigantesca e convertendo-os em combustível durante a viagem.

Entretanto, se formos capazes de desenvolver uma rede antigravitacional e antiinercial poderemos nos aproximar da velocidade ótica com a necessidade de muito pouca energia.

Pode também significar que espécies mais elevadas, que há muito descobriram esta técnica, têm viajado entre as estrelas com regularidade. Por sua vez, isto aumentaria a verossimilhança de que o nosso sistema solar seja visitado por raças de outras estrelas.

por Raymond Bernard

Postagem original feita no https://mortesubita.net/ufologia/discos-voadores-propulsao-e-relatividade/

Star Wars e a Kabbalah

star-wars-cabala

Em meados da década de 70, dois sujeitos chamados George Lucas e Steven Spielberg reuniram-se com um outro sujeito chamado Joseph Campbell para estudar. Juntos produziram um documentário chamado “o poder do Mito”, baseados no livro de Campbell e logo em seguida, produziriam a trilogia Star Wars.

Não é por sorte ou coincidência que Star Wars se tornou até uma religião. Ele possui todos os elementos essênciais e simbólicos de uma Saga, construída em torno dos conceitos da Árvore da Vida.

Comecemos por Luke Skywalker, o Iniciado Solar (Tiferet), destinado a trazer o equilíbrio à Força. Ele é um nobre que desconhece suas origens e vive em um deserto com seus tios, até ser chamado para um universo muito maior do que o que está acostumado a viver e pensa que é a sua realidade (Malkuth).

A Princesa Léia, irmã de Luke tal qual Ísis e Osíris, é a donzela virginal aprisionada nas masmorras e guardada por seres extremamente materiais, ateístas e mesquinhos, representado na forma grotesca de Jabba, o Hutt. Léia é Yesod, a Lua, nosso subconsciente preso nos afazeres diários que nos impedem a prática da meditação e autoconhecimento. Seu pedido de ajuda é o início da Jornada do herói. Nos mitos antigos, é comum que Sol e Lua, apesar de irmãos, realizem simbolicamente o Casamento alquímico mas, obviamente, isso não seria aceitável pelos padrões culturais do ocidente, então surge a figura de Han Solo.

Han Solo e Chewbacca são faces de Geburah, o rigor, representante dos antigos deuses da Guerra como Thor, Ogun e Ares. Chewbacca é a energia primordial instintiva e selvagem; Han, que atirou primeiro, é o impulso aventureiro.

Para acompanhar o Herói, Lucas adicionou dois protagonistas que permanecem durante toda a saga, os companheiros da Intuição (Yesod/Léia) e formadores do Microcosmos: Hod (a Razão) e Netzach (a Intuição).

C3PO representa Mercúrio, deus da comunicação (“versado em seis bilhões de línguas”), extremamente metódico virginiano e senhor de todos os códigos e linguagens; R2D2 representa Vênus, as emoções, expressas em suas formas arredondadas e sua comunicação impossível de ser compreendida se não for traduzida para palavras por Hod/C3PO. Os dois formam uma dupla inseparável (razão e emoção) e, sem ela, o herói não conseguirá terminar sua jornada.

Ao se descobrir Herói, Luke precisa ainda buscar a peça final de seu treinamento, o Santo Graal, o Caldeirão de Dagda… representado na figura de yod, ou Yoda, a menor letra em tamanho do alfabeto hebraico, mas uma das mais importantes. Yoda representa a figura paterna, protetora e mais poderosa de todos os jedis, tal qual Chesed é representado pelos grandes deuses-pai (Júpiter, Odin, Jeovah, Wotan).

O Sétimo Planeta antes do Abismo é Saturno, ou Daath, na figura de Darth Vader. Para compreender o universo além do Abismo, é necessário olhar para o Abismo e sentir o abismo olhar de volta para você. E então, na transcendência, percebemos que Saturno era apenas o reflexo do Imperador/Plutão (Hades, Dragão, Caronte, Nornes, Parcas, A Bruxa da Branca de Neve).

Saturno torna-se Binah, a Esfera do Controle, o Pilar Restritivo, representante do Império. Sua contraparte é Obi-Wan, Hochma, o Pilar Expansivo, trabalhando no Caos/Rebelião. E A Força Motriz que permeia todo o Mito do Jedaísmo foi chamada de “Força”, representando Kether, a origem.

Cada mito tem o seu tempo, espaço e cultura e deve ser entendido dentro destes parâmetros. A estrutura da Kabbalah Hermética, mais abrangente e completa do que a Cabalá Judaica, nos permite estudar e compreender qualquer cultura em qualquer período de tempo. O estudo da importância e valor atribuído a cada deus (ou deuses) e características destes deuses em cada cultura se torna um espelho daquele tempo-espaço, acompanhando inclusive as mesmas regras da evolução proposta por Darwin. Mitos nascem, crescem, multiplicam-se, modificam-se e eventualmente morrem. Sobrevivem os Mitos mais adaptados.

#Arte #Kabbalah #StarWars

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/star-wars-e-a-kabbalah

Aleister Crowley e o Deus Oculto (Resenha)

Aleister Crowley e o Deus Oculto – Resenha

Essa boa resenha de Aleister Crowley and the Hidden Gods (Aleister Crowley e o Deus Oculto) foi recentemente enviada para o site da Starfire Publishing. Tendo sido originalmente publicada na edição de Maio/2013 da Revista Australiana ‘Living Traditions’

 

É difícil para muitos magistas modernos de qualquer tradição pensar no que havia antes de Kenneth Grant.

 

Thelema antes da publicação de The Magical Revival, em 1972, era uma “balaio de gatos” muito diferente. Grant transformou a face da magick, não só consolidando a sua própria reputação como o magista mais inovador de todos os tempos, mas revolucionando a nossa compreensão de Qabalah, Tantra e a relação entre o oriente e o ocidente. Olhando para trás, é difícil explicar a radical mudança que o trabalho de Kenneth Grant trouxe para Thelema e a magick em geral. Suas obras são agora itens necessários em qualquer biblioteca de magistas e ainda, sua abordagem ofereceu uma visão muito diferente de Thelema com sua exploração de magia sexual e a natureza do lado negro causando  muita polêmica.

 

Aleister Crowley and the Hidden Gods explora ainda mais os temas das tendências mais obscuras da magick focando sobre a natureza da magia sexual. A capacidade de Grant de oferecer uma síntese abrangente do Vama Marga e do Culto da Mulher Escarlate ainda é uma das mais perspicazes já oferecidas. Seu trabalho sobre magia dos sonhos tem continuado a influenciar praticantes hoje; eu, particularmente, vejo sua ressonância e requinte no tradicional Cultus Sabbati do já falecido Andrew Chumbley.

 

Grant oferece um resumo da vida e dos ensinamentos de Aleister Crowley e investiga os seus significados esotéricos e tântricos em comparação com os Tantras e outras tradições. Grant também explora os significados mais profundos das técnicas mágicas utilizadas na Golden Dawn e outras ordens ocultistas.

 

Um dos elementos-chave de Aleister Crowley and the Hidden Gods é a fórmula de Babalon ou a Mulher Escarlate e o uso sagrado do sexo e fluidos corporais ou Kalas, do qual Grant revela a existência de um ciclo de 16 tipos. Essa sequência está relacionada ao verdadeiro significado do poder da serpente ou Kundalini. Embora muitos tenham visto o Liber Al vel Legis (o Livro da Lei), só como um texto espiritual, Grant lhe confere profundidade especial pela transmissão recebida tal como um Tantra. É a mesma coisa com a O.T.O. que a maioria via como uma estrutura administrativa ou ritual simples, mas que Grant revela manter intenso e profundo o significado tântrico.

 

Controle de Sonho tem uma longa história, incluindo dentro das seitas do Budismo Tibetano e do Hinduísmo; Dion Fortune e Austin Osman Spare também tinham suas próprias técnicas e métodos. Grant explora em detalhes o controle do sonho através da magia sexual. A singularidade do método tântrico ensinado por Crowley é que tem o potencial para ser ligada a terra e, portanto, efetivamente transformar a realidade.

 

Estendendo-se daí esta é uma verdadeira compreensão do Sabbat das bruxas e da natureza secreta da bruxaria como encontrado no uso da magia sexual e do poder da Kundalini.

 

Algumas explorações continuam a ter um efeito de caminho além de Thelema dentro da Bruxaria Tradicional e aqueles que buscam uma abordagem mais profunda para a Arte. Como este trabalho perspicaz continua Grant a explorar como o microcosmo e o macrocosmo são inter-relacionados e os mistérios que se encontram no corpo, planetas e forças além do espaço e tempo.

 

Esta é uma soberba nova edição de uma obra importante, que ainda é relevante hoje, quando muitos têm criticado a visão de Grant, mas ninguém tem se aproximado o suficiente e oferecido uma alternativa viável para esse assunto que fosse uma crítica realmente válida.

 

Embora muitos textos sobre Tantra Hindu e Budista tenham sido publicados desde os anos de 1970, especialmente no campo da Vajrayana, nenhum invalidou a exposição de Tantra sexual de Grant, simplesmente forneceu mais detalhes.

 

Aleister Crowley and the Hidden Gods foi novamente diagramado, erros corrigidos a partir da própria cópia de Kenneth Grant do livro e incluídas novas imagens e algumas das gravuras antigas foram agora reproduzidas a cores.

A permissão para reproduzir esta resenha é dada , em parte ou na íntegra, desde que “Living Traditions” seja creditado como a fonte e o endereço do site seja incluído.

©Tradução de Lília Palmeira – 2013
©Revisão de Cláudio César de Carvalho – 2013
Postado por SOCIEDADE LAMATRONIKA® @ maio 05, 2013

***

Fonte: Kenneth Grant, O Homem, O Mito & O Magista
Aleister Crowley and the Hidden Gods – Resenha
http://kennethgrant.blogspot.com/2013_05_05_archive.html

***

Texto adaptado, revisado e enviado por Ícaro Aron Soares.

Nova Edição da Starfire (2013)

A republicação tão esperada deste título inicial por Kenneth Grant será finalmente publicada em Fevereiro de 2013, e já está disponível para encomenda antes da publicação.

Aleister Crowley and The Hidden God por Kenneth Grant é um atrativo, livro de capa dura costurado, formato oitavo, 246 páginas, com uma sobrecapa colorida, e limitada a 1500 cópias. Está incluído uma seção de dezesseis páginas de pranchas a cores e de meio-tom, um frontispício, guardas personalizadas impressas em preto e branco, e desenhos ao longo do texto, bem como um Glossário, Bibliografia e Índice.

A edição padrão é encadernado em tecido preto e custa £ 30.00. Há um adicional para postagem e embalagem £ 5.00 no Reino Unido, £ 7.00 na Europa e £ 12.00 para outros lugares. Para os clientes que estão no Canadá e EUA, a edição padrão deve ser encomendada a partir da Holmes Publishing, nossos distribuidores lá. Para todos os clientes não estejam no Canadá ou nos EUA, os pagamentos podem ser feitos diretamente pelo Paypal para starfire.books@btinternet.com (em Libra Esterlina apenas) ou via o link http://www.starfirepublishing.co.uk/Aleister_Crowley_and_the_Hidden_God_paypal_standard.htm

O pagamento também pode ser feito (mais uma vez, em Libra Esterlina apenas) por um cheque dirigido a um banco do Reino Unido, ou por Ordem de Pagamento Internacional ou Ordem de Transferência Bancária. Cheques, ordens de pagamento ou transferências devem ser nominais à ‘Starfire Publishing Ltd.’ e enviado para Starfire Publishing Ltd., BCM Starfire, Londres WC1N 3XX, Reino Unido.

A edição de luxo estará disponível apenas pelos editores em março de 2013. Limitada a 111 exemplares, e reservas podem ser feitas agora. As capas são costuradas a mão, papel com um couro adicional através da lombada. O livro possui uma caixa, com sobrecapa colorida, e vem com as guardas personalizadas impressas em preto e branco, e com bandas do topo a cauda na encardenação. Cada cópia é numerada à mão e assinadas por Steffi Grant. O preço é de  £ 130.00. Há um adicional na postagem e embalagem de £ 7.00 para o Reino Unido, £ 15.00 para Europa e £ 18.00 para outros lugares. Pagamentos podem ser feitos diretamente pelo Paypal para starfire.books@btinternet.com (em Libra Esterlina apenas) ou através do

link http://www.starfirepublishing.co.uk/Aleister_Crowley_and_the_Hidden_God_paypal_deluxe.htm

O pagamento também pode ser feito (novamente, em Sterling apenas) por um cheque dirigido a um banco do Reino Unido, ou por Ordem de Pagamento Internacional ou Ordem de Transferência Bancária. Cheques, ordens de pagamento ou transferências devem ser nominais à “Starfire Publishing Ltd.’ e enviada para Starfire Publishing Ltd., BCM Starfire, Londres WC1N 3XX, Reino Unido.

Mais detalhes sobre o livro pode ser encontrado no site da publicação Starfire seguindo o link de http://www.starfirepublishing.co.uk/Aleister_Crowley_and_the_Hidden_God_moredetails.htm

Michael Staley,

Starfire Publishing Ltd.

admin@starfirepublishing.co.uk

Fonte: Kenneth Grant, O Homem, O Mito & O Magista
©Por Henrik Bogdan – 2006
©Tradução e revisão de Cláudio César de Carvalho – 2012
Revisão final Ícaro Aron Soares.

Postagem original feita no https://mortesubita.net/thelema/aleister-crowley-e-o-deus-oculto-resenha/

Jesus, o Ateu e o Bombeiro

Observando a série de imagens belíssimas feitas pelo artista Stephen Sawyer e o mimimi geral dos ateuzinhos e crentes mais ortodoxos no twitter, cheguei à conclusão de que realmente é necessário um “algo mais” para que uma pessoa possa se considerar um ocultista ou alquimista.

A reclamação dos crentes católicos era que “é um absurdo que retratem Jesus fora da Cruz ou em uma situação onde ele não esteja sofrendo, porque isso seria ignorar que ele morreu pelos nossos pecados”. O mimimi dos ateus era “olha que absurdo colocarem um fantasma de Jesus guiando o bombeiro, essas coisas não existem! é um amigo imaginário do bombeiro”. Os evangélicos gostaram da imagem, mas certamente acham que ela deve ser algo literal.

Nenhum deles teve a capacidade de se aprofundar além do óbvio. Ou acreditavam naquilo literalmente ou achavam que era algo absurdo e sem sentido. Será que só um alquimista têm capacidade para se aprofundar e enxergar a beleza simbólica da imagem?

Uma das coisas que debatemos no Podcast do Descontrole (não acredito que você ainda não escutou!) foi a origem dos símbolos como forma de expressão do inefável, ou daquilo que não possui descrição. Estados emocionais ou sentimentais que estão em um patamar mais avançado de entendimento do que a língua ou símbolos.

Quando observo esta imagem, vejo um Bombeiro realizando sua Verdadeira Vontade e, como ele faz aquilo que ama, ele entra em comunhão com o Universo e se torna não um corpo, mas um veículo da realização de algo maior e mais importante, tal qual o Mago, nos Arcanos do Tarot, independente da sua religião ou falta de.

Estando diante de sua Verdadeira Vontade, o bombeiro se aproxima de Tiferet, a Beleza, e torna-se algo maior que ele, o Xristos. Esta sensação de estar completo e realizado não pode ser descrita em palavras; só alguém que ama aquilo que faz é capaz de entender isso.

É realmente uma pena que os pastores vão se utilizar de uma imagem tão bela para alimentar sua máquina de dízimos, deturpações e controle da mente das pessoas. E os ateus fundamentalistas vão se privar de uma bela inspiração artística. Resta aos ocultistas observar através do óbvio.

PS: a inclusão da Árvore da Vida na imagem foi idéia minha.

#Jesus

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/jesus-o-ateu-e-o-bombeiro

Area 51

No coração da Area 51, que ocupa 10.000 km2, se localiza o lago Groom, onde dizem que se fazem testes com naves alienígenas. O único lugar de onde se pode avistar o lago, é na auto-estrada 375, apelidada de «Extraterrestrial Highway» em março de 1996.

É uma área que possui estradas, riachos, montanhas, edifícios e uma pista de 9,5 km, mas oficialmente não existe. É como se qualquer atividade humana tivesse parada em uma área equivalente à Suíça.   O acesso a esta área é completamente proibido. Os cartazes advertem: “O uso de armas letais é autorizado”. Seu espaço aéreo é o mais inviolável dos EUA. Trata-se do Polígono de Tiro e de Testes Nucleares de Nellis, conhecido como Área 51.A Área 51 foi fundada em 1954 para ser uma base secreta onde a Lockheed Aircraf Corporation pudesse desenvolver aviões de espionagem para a CIA.   A Área 51 continua sendo a sede de alguns dos projetos mais revolucionários dos EUA. Foi nesta área que o bombardeiro “stealth” Northrop B-2 foi testado, assim como uma série de outros aviões nada convencionais. A sua existência foi mantida em sigilo absoluto pelas Forças Aéreas dos EUA (USAF) até 1994, já que se tratava da mais avançada tecnologia militar. A questão levantada por alguns pesquisadores é que nem a tecnologia nem as técnicas utilizadas são norte-americanas, e sim, alienígenas.Desde o estabelecimento da Área 5l, várias pessoas declararam ter visto objetos estranhos sobrevoando seu espaço aéreo, mas as autoridades negaram os fatos.   Contudo, um de seus próprios homens, Robert Lazar, que trabalhou 5 meses na Base a partir de dezembro de 1988, declarou que no espaço aéreo da Área 51, além de circularem OVNIs, a USAF também utilizava tecnologia alienígena ativamente.”

Testemunhas afirmam freqüentemente a presença de objetos sobrevoando o céu com movimentos nada convencionais, existem também boatos a respeito de que os supostos extraterrestres de Roswell estariam aprisionados neste local. Mas o que colocou uma maior desconfiança a respeito desta área foram as afirmações do físico Robert Lazar.

Segundo Lazar, o governo dos E.U.A estava estudando cerca de nove discos voadores e tentando adaptar sua tecnologia através de engenharia reversa num local secreto conhecido como S-4, que se situa no coração da Área 51. Explicou que fazia parte de uma equipe de 22 engenheiros contratados em 1988 para estudarem o sistema de propulsão das naves. Afirmou ainda que tais sistemas trabalhavam com antigravidade e que seus propulsores não deveriam ter um diâmetro maior do que o de uma bola de beisebol. O cientista teve acesso a vários documentos que concretizaram suas suspeitas, neles havia fotos de autópsias de seres com aspectos anormais, o que o levou a crer que aquelas aeronaves não eram de origem terrena.

Segundo moradores, ao anoitecer começa uma atividade estranha na qual podem ser observados estranhos objetos sobrevoando a base secreta, e foi em um desses dias, mais precisamente em 28 de Fevereiro de 1990 que o observador Billy Goodman fotografou um OVNI sobrevoando o céu de Nevada. Há também uma filmagem feita por Norio Hayakawa, de uma emissora de TV japonesa, nela se pode ver nitidamente uma luz resplandecente que se deslocava pelo céu não muito distante da Área 51.

No dia 14 de Abril de 1997, a Emissora de TV FOX Paramount jogou para o ar um documentário chamado “A entrevista com o alienígena”. Sua divulgação se deu graças ao contrabando de suposto material secreto feito por um ex-agente de segurança da Área 51. Tal agente teria vendido este material a uma companhia de produções de vídeo situada na Califórnia, dizendo fazer parte do quadro de uma das várias instituições que operam dentro da Área 51.

As imagens mostram uma criatura em uma sala muito escura sendo estudada por cientistas, que após alguns instantes começa a se agitar (semelhantemente a uma convulsão), então supostos médicos aparecem para lhe acudir.

As imagens são duvidosas, o suposto ex-agente não se identificou, informações adicionais sobre a obtenção da fita não ficaram claras, o que pode nos levar a crer que esta poderia ser uma fraude. Com tantos relatos e contradições o que podemos afirmar é que algo de estranho e extremamente secreto acontece dentro do recinto denominado por Área 51, sejam armamentos e aviões de altíssima tecnologia ou até experiências com OVNI’s. Um fato é certo, qualquer cidadão que se aproximar da base pela “Extraterrestrial Highway”, e com muita cautela organizar vigílias constantes, terá a oportunidade de observar luzes muito estranhas sobrevoando a base.

 

Postagem original feita no https://mortesubita.net/sociedades-secretas-conspiracoes/area-51/

24 Milhões de Conspiradores!

Acabamos de chegar à marca de 24 milhões de Pageviews neste blog… Nada mal para um blog de Hermetismo e Espiritualismo no país da polarização partidária… Como de costume, para quem gosta dos números ou estava procurando pelos links de tudo o que fazemos, ao todo, nesta caminhada desde 7/5/2008, foram exatos 3.321 posts publicados e 49.267 comentários. Temos 4.848 followers no twitter , 23k subscribers no Facebook e até mesmo uma Conta no Instagram onde publico pequenas dicas de magia prática. Também gravamos 22 Videos com Entrevistas e bate-papo sobre Hermetismo.

Post sobre como tudo começou.

Nosso Projeto de Hospitalaria está funcionando a todo vapor e passamos de 5,5 mil mapas astrais, 3,4 mil sigilos e 1.600 Mapas Sephiroticos (aproximadamente 17.400 cestas básicas ou equivalente distribuídas em 8 anos).

Quem acompanha o Blog faz tempo sabe que tudo o que fazemos aqui tem reflexo de outras Esferas e não foi por acaso que fechamos 24 milhões de visitantes praticamente ao mesmo tempo em que terminamos o Maior Financiamento Coletivo de um Jogo de RPG/Boardgame Baseado na Kabbalah e Hermetismo.

Sucesso é a Única Possibilidade!

#Blogosfera

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/24-milh%C3%B5es-de-conspiradores

A Família Fundadora: “Moralidade” versus Casamento entre Pessoas do Mesmo Sexo

Por Magus Peter H. Gilmore.

A questão do casamento entre pessoas do mesmo sexo é um tema quente em todo o país. Uma onda de desobediência civil está em andamento, em que casais do mesmo sexo estão sendo casados por vários funcionários do governo como um teste das leis existentes. É uma parte intrínseca de nossa filosofia, conforme expressa na Bíblia Satânica, aceitar uma ampla gama de práticas sexuais humanas – desde que seja entre adultos consentidos e dentro dos parâmetros das leis locais. Portanto, nossa posição sobre esta questão deve ser clara.

A Igreja de Satanás (Church of Satan) é a primeira igreja a aceitar plenamente os membros independentemente da orientação sexual e por isso defendemos casamentos/uniões civis entre parceiros adultos, sejam eles do sexo oposto ou do mesmo sexo. Enquanto o amor estiver presente e os parceiros desejarem se comprometer com um relacionamento, apoiamos seu desejo de uma parceria legalmente reconhecida e os direitos e privilégios que advêm de tal união.

Atualmente o principal uso coloquial do casamento é formar uma “família” legalmente reconhecida quando os parceiros formalizam seu vínculo de amor. No passado, o casamento tinha a intenção de encorajar a propagação enquanto servia como uma sanção do estado/igreja da atividade sexual. O casamento não é mais visto pela sociedade em geral como um meio de impor a moralidade cristã como padrão de comportamento.

Evidências mostram que nossa sociedade popularmente não vê o casamento como um artifício para incentivar a procriação, pois não há invalidação de um casamento se um casal não pode ou opta por não ter filhos. Tampouco nossa sociedade considera que o casamento seja exigido como sanção para a atividade sexual; esse conceito foi quebrado durante a revolução sexual da década de 1960. Se a lei existente mantém códigos morais religiosos ultrapassados que infringem a igualdade de tratamento para pessoas sujeitas a esses ditames, então chegou a hora de nossos legisladores expurgar essas leis do dogma religioso e alinhá-las com a sociedade secular que existe nos EUA.

O casamento não é mais visto pela sociedade em geral como um meio de impor a moralidade cristã como padrão de comportamento”.
Esse secularismo foi um dos objetivos dos Pais Fundadores e geralmente permanece sólido, apesar de alguma poluição teísta bem-sucedida. A mudança de nosso lema nacional do secular “E Pluribus Unum” (“de muitos, um”) para o religioso “Em Deus Confiamos” e a adição da referência religiosa “sob Deus” ao suporte do Juramento de Fidelidade como exemplos primários. Talvez essas aberrações também precisem ser corrigidas.

É hora de os Americanos defenderem os princípios axiomáticos da liberdade individual e do secularismo sobre os quais nossa nação foi fundada e, assim, evitar novas incursões da moralidade Cristã, destinadas a forçar os não crentes na camisa de força de seu sistema de crenças.

Permitir casamentos entre pessoas do mesmo sexo não significa que Cristãos e outros que se opõem a tal prática serão forçados a tais uniões. Eles podem achar desagradável, mas então, quando uma nação encoraja a busca individual da felicidade, não há garantia de que todos vão gostar do que todos estão fazendo. Isso faz parte da liberdade — tolerância à diversidade. A ideia de alterar a Constituição dos EUA para alinhá-la com o dogma Cristão deve ser um anátema para os americanos que entendem sua base conceitual.

Finalmente, uma vez que certas pessoas tentam sugerir que nossa atitude em relação à sexualidade é “vale tudo”, apesar de nosso princípio básico declarado de “responsabilidade para com o responsável”, devemos reiterar outro ditame fundamental: a filosofia da Igreja de Satanás proíbe estritamente a atividade sexual com crianças como bem como com animais não humanos. Quaisquer membros que se envolvam em tais atividades abusivas podem se considerar expulsos. Nossos padrões são liberais, mas vemos a necessidade de limites claramente definidos, destinados a proteger aqueles que não podem dar consentimento informado. A Igreja de Satanás tem representado esta posição ao público por mais de 35 anos.

9 de março de 2004 E.C.

***

Sobre o autor:

Peter H. Gilmore é Sumo Sacerdote da Igreja de Satanás (Church of Satan).

***

Fonte:

Founding Family: “Morality” versus Same-Sex Marriage, by Magus Peter H. Gilmore.

https://www.churchofsatan.com/founding-family-morality/

© 2022 Church of Satan – All rights reserved

***

Texto adaptado, revisado e enviado por Ícaro Aron Soares.

Postagem original feita no https://mortesubita.net/satanismo/a-familia-fundadora-moralidade-versus-casamento-entre-pessoas-do-mesmo-sexo/

Sigilos Pessoais na Kabbalah

O Sigilo Pessoal

Assim como estas entidades, todos nós também possuímos nossas assinaturas astrais, que é a maneira pela qual estas entidades nos reconhecem. Desenhar um sigilo pessoal é uma tarefa complexa, que deve ser feita somente por alguém que você confie muito dentro da magia. Carregar com você um sigilo errado é tão útil quanto andar por aí com uma chave que não encaixa em lugar nenhum…

Em primeiro lugar, você precisa que um rabino de sua confiança escreva seu nome em hebraico. Em seguida, faz a sigilização de acordo com o método enochiano e, finalmente, alinha os traços do sigilo de acordo com a sua carta natal. Cada sigilo pessoal é único.

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/sigilos-pessoais-na-kabbalah

Fins do Mundo, o Guia Definitivo

Ligia Cabús

O mundo já acabou! Em maio de 2008! Isto para os seguidores da seita cristã Verdadeira Igreja Ortodoxa, liderada pelo russo Peter Kuanersov. O mundo vai acabar! Em 2012, segundo uma antiga profecia maia. O mundo já devia ter acabado! para os profetas apocalípticos medievais. O mundo já acabou! Muitas vezes, antes e depois do Dilúvio bíblico, e ainda vai acabar outras tantas vezes, afirmam as doutrinas esotéricas, como a Doutrina Secreta dos teósofos, por exemplo.

“Os continentes perecem pelo fogo e pela água, alternadamente: ora por terremotos e erupções vulcânicas, ora por submersão e em virtude de um grande deslocamento das águas. Os nossos continente deverão perecer pela primeira espécie de cataclismos. Os constantes terremotos podem ser um sinal.”  – BLAVASTKY, A Doutrina Secreta, p 345

Ao longo da História, as expectativas do fim do mundo é uma constante. A razão desta idéia fixa certamente reside no fato de que a transitoriedade de tudo o que existe na Natureza física é uma evidência que há muito se impõe na consciência dos homens. Seja pela finitude inevitável de suas próprias vidas, seja pelos testemunhos ancestrais de grandes catástrofes que exterminaram tantos povos, impérios, civilizações.

Confira aqui sua versão favorita:

Para Saber Mais/Bibliografia:

Alguns dos Grandes Sinais do Quiyamah. In ISLAM.ORG ─ acessado em 276/02/2008.
Asteroid Apophis, spirit of evil and destruction, approaches Earth. PRAVDA ON-LINE, 11/01/2007 acessado em 27/02/2008. [Trad. Ligia Cabús].
ARMOND, Edgar. Os Exilados da Capela, capítulo XXII ─ A Passagem do Milênio. São Paulo: aliança, 2006.
As profecias sobre o futuro de Edgar Cayce. In ÁREA 51 Website: publicado em 08/01/2007 ─ acessado em 25/022008
AS SETE PROFECIAS MAIAS. In ANJO DE LUZ Website ─ acessado em 25/02/2008
BASQUERA, Renzo. Os Grandes Profetas. São Paulo: Nova Cultural, 1985.
BERGIER, Jacques e PAUWELS, Louis. O Despertar dos Mágicos: Introdução ao Realismo Fantástico, capítulo VI. [Trad. Gina de Freitas]. São Paulo: Difusão Européia do Livro, 1967. BIBLICAL CHRONOLOGY. Acessado em 23/02/2008
BLAVATSKY. H. P.. A Doutrina Secreta, vol IV ─ O Simbolismo Arcaico das Religiões do Mundo e da Ciência. [Trad. Raymundo Mendes Sobral]. São Paulo: Ed Pensamento, 2003.
__________________ A Doutrina Secreta, vol III Antropogênese. {trad. Raymundo Mendes Sobral]. São Paulo: Pensamento, 2001.
CHAISSON, Eric. A Aurora Cósmica. [Trad. José Guilherme Linke]. Estrelas: Forja dos Elementos, p 90. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1984.
Crença no dia do Quiyamah. In ISLAM.ORG ─ acessado em 26/02/2008.
FERRER, Débora L. A Profecia Maia: Uma Transformação do Sol. Revista Planeta on-line ─ acessado em 25/02/2008.
EPOPÉIA DE GILGAMESH: A Busca da Imortalidade. [Trad. Norberto de Paula Lima]. São Paulo: Hemus.
HERCÓBOLUS, EL PLANETA FRIO.In Biblioteca Pleyades ─ acessado em 25/02/2008
NIBIRU, O DÉCIMO PLANETA. [trad. e pesquisa: Ligia Cabús] ─ acessado em 25/02/2008
http://www.misteriosantigos.com/codbiblia.htm. In Mistérios Antigos ─ acessado em 28/02/2008
Rússia: Seita Espera o Fim do Mundo ─ por Ligia Cabús | Mahajah!ck, IN Rastablog acessado em 23/02/2008
REZENDE FILHO, Cyro de Barros. A Redescoberta do Paraíso Terrestre: o milenarismo messiânico medieval. Departamento de Ciências Sociais e Letras Universidade de Taubaté, 2005. Documento on-line: acessado em 23/02/2008.
ROSS, Allen. http://www.bibliotecapleyades.net/esp_leyenda_hopi11.htm. [Trad. espanhol: Adela Kaufmann] In Blibioteca Pleyades ─  acessado em 28/02/2007.

por Ligia Cabús

Postagem original feita no https://mortesubita.net/realismo-fantastico/fins-do-mundo-o-guia-definitivo/