Bibliografia sobre Fantasmas

  • A Wisdom Archive on Bhutas. In Oneness Commitment ─ acessado em 25/04/2008
  • BLAVATSKY, H. P.. A Chave da Teosofia. [Trad. Ilka Arnaud]. São Paulo: Ed. Três, 1983. [Biblioteca Planeta].
  • …………………………. Por Las Grutas y Selvas del Indóstan, p 88. In ESnips ─ acessado em 26/04/2008
  • BORGES, Julio César. Os Fantasmas da Grã-Bretanha. In Planeta na Web ─ acessado em 11/04/2008
  • CABÚS, Ligia. A Festa dos Fantasmas Famintos. In Macabro & Fantasia Blog, 2007 ─ acessado em 25/08/2008.
  • China reprime “noivas fantasmas”. In Folha de São Paulo, publicado em 30/01/2007 ─ acessado em 02/05/2008.
  • COLLISON-MOLEY, Lacy. Greek and Roman Ghost Stories, 1912. In Arca Max Publishing ─  acessado em 24/04/2008.
  • CRAIG, Robert D. Dictionary of Polynesian Mythology. Greenwood Publishing Group, 1989. In Google Books ─ acessado em 30/04/2008.
  • CRIMES HISTÓRICOS. IN Almanack Paulistano ─ acessado em 30/04/2008.
  • DOMINGUES, Robert. New York Hautings. In Mystery Mag ─ acessado em 11/05/2008
  • DANNEMANN. Fernando Kitzinger. Lenda da Carruagem de Ana Jansen. In Recanto das Letras ─ acessado em 05/05/2008.
  • ……………………………………………..  A Missa dos Mortos. In Recanto das Letras ─ acessado em 04/05/2008.
  • DOYLE, Arthur Conan. História do Espiritismo. [Trad. Julio Abreu Filho]. In Espirito.ORG  ─ acessado em 22/04/2008
  • FAMOUS GHOSTS. In Monstrous.com ─  acessado em 28/04/2008.
  • FAMOUS GHOSTS: Legends of America ─  acessado em 11/05/2007
  • Fantasmas se Divertem nos Sinistros Porões dos Prédios Históricos da Cidade. IN O Globo, publicado em 19/05/1996 ─  acessado em 01/05/2008.
  • GHOSTS. In Crystal Links ─ acessado em 21/04/2008 Gloucestershire – Paranormal Events and Places. In Paranormal Database ─ acessado em 26/04/2008.
  • GONZÁLEZ, Alejandro, MATHEUS, Daniel et.al.. Asustadores Indígenas. UNPC: Universidad Nacional del Centro del Perú ─ acessado em 02/05/2008.
  • GORDON, Bruce, MARSHALL, Peter e L.B.. The Place of The Dead [Europa]. Cambridge University Pess, 2000. In Google Books ─ acessado em 28/04/2008.
  • GOTTLIEB, Wilhelm. Ghost of Hitler killed 1st Jew Astronaut, Sabotaged Columbia. IN FROM TROLL DRIVEL, publicado em 16/01/2008 acessado em 15/05/2008.
  • HASTINGS, James. Encyclopedia of Religion and Ethics, p 820. Kessinger Publishing, 2003. In Google Books ─ acessado em 30/04/2008.
  • ISKANDRIANI, Carolina. Lugares ‘mal-assombrados’ viram lenda em SP. IN G1 NOTÍCIAS, publicado em 29/02/2008 ─ acessado em 30/04/2008
  • Kashnitsky, Savely. Russian scientist invents camera to take pictures of ghosts and past. In PRADA ENGLISH, publicado em 06/08/2004 ─ acessado em 14/05/2008.
  • KARDEC, Alan. Livro dos Mediuns. [Trad. J. Herculano Pires]. São Paulo: Ed. Lake, 2004
  • KULCHESKI, Edvaldo. O Ectoplasma. In Enciclopédia Espírita Digital, 2007 ─ acessado em 22/04/2008.
  • LENDAS DE JARAGUÁ. In JARAGUÁ GOIÁS acessado em 02/05/2008.
  • JAPANESE GHOSTS. In ABOUT.COM acessado ─ em 27/04/2008.
  • JORNAL VALE PARAIBANO. Corpo-Seco ─ acessado em Google Pesquisa em 04/05/2008.
  • LEWIS, Spence. An Encyclopaedia of Occultism: China. In Google Books ─ acessado em 26/04/2008.
  • MACKENZIE, Donald A.. Demons, Fairies, and Ghosts In Myths of Babylonia and Assyria, chapter IV, 1915. In Sacred-Texts ─ acessado em 23/04/2008.
  • MATTA, Daniela. Caça Fantasmas no Rio. Jornal do Brasil, 1994 ─ acessado em 01/05/2008.
  • Not in Hell Yet: Saddam’s Ghost Reportedly Seen Around Baghdad. IN SHORT NEWS, publicado em 01/01/2007 ─ acessado em 03/04/2008.
  • RADCLIFFE, John Neten. Fiends, ghosts and sprites, including an account of the origin and nature. LONDRES: OXFORD UNIVERSITY, 1954. In Google Books   ─  acessado em 25/04/2008.
  • RECIFE ASSOMBRADO. Cruz do Patrão ─ acessado em 04/05/2008.
  • RENATO, Claudio. Gritos Sinistros no Antigo Prédio do DOPs. In O Globo, publicado em 03/12/1971 acessado em 01/04/2008
  • SMITH, Peter. Australia in The Raw: An Ecletic Colletion of Meandering Musings. Trafford Publishing, 2004. In Google Books ─ acessado em 29/04/2008.
  • The Shadows Lands Haunted Places ─ acessado em 10/05/2008
  • The Haunted Museum. The History of “The Most Haunted House in England” ─ acessado em 11/05/2008.
  • WALHOUSE, M.J.. On Belief in Bhutas, 1876. The Journal Royal Anthropological Institute of Great Britain and Ireland ─ acessado em 25/04/2008.
  • WARREN, Joshua P. 2005, Como Caçar Fantasmas. M. Books
  • WHITE, Charla. Japanese Ghosts and Spirits. In Shadowlands acessado ─ em 26/04/2008.
  • YUTANG. Lin. A Deusa de Jade e Outros Contos Chineses Famosos. [Trad. Marina Guaspari]. Rio de Janeiro: Pongetti Editores, 1954.

por Ligia Cabús

[…] Postagem original feita no https://mortesubita.net/espiritualismo/bibliografia-sobre-fantasmas/ […]

Postagem original feita no https://mortesubita.net/espiritualismo/bibliografia-sobre-fantasmas/

Pirâmides Submersas no Japão – parte 1

Apenas finalizando a matéria de Astrologia (mas sempre voltaremos a este assunto, porque não há como estudar Ordens Secretas, Jesus, Pirâmides e Círculos de Pedra sem entender astrologia), a pedido dos leitores hiperativos, segue uma lista de livros sérios para estudar o assunto. Embora 90% dos livros sobre Astrologia Hermética estejam em inglês, separei apenas os livros em português que sejam mais fáceis de encontrar:

Comecem por “O livro dos Signos” e “Os astros e sua Personalidade”, de Maria Eugenia de Castro, ed. Ground; “Astrologia, Psicologia e os Quatro Elementos”, de Stephen Arroyo, ed. Pensamento; “Astrologia, Karma e Transformação”, de Stephen Arroyo; o pessoal que já tem uma base de espiritualismo pode ler “Astrologia de Transformação” de Dane Rudhyar (e os demais livros deste autor, que podem ser baixados na página oficial dele aqui. Também recomendo a autora inglesa Liz Greene.

Sobre outros planos vibracionais, comecem pelos textos do Allan Kardec (são 5 livros, facílimos de achar) e depois passem para a Doutrina Secreta (de H.Blavatsky), Dogma et Rituel e Haute Magie (traduzido para o português pela Madras), “Lições de Cabala” de Eliphas Levi e finalmente os textos de Louis Claude de Saint Martin, Francis Bacon e Papus.

Quanto ao debate dos “céticos” versus “esoterismo” que alguns levantaram, eu poderia citar uma centena de nomes como Albert Einstein, Francis Bacon, Shakespeare, Isaac Newton, Benjamin Franklin, George Washington, Descartes, Voltaire, Nicolai Tesla, Winston Churchill (uma lista bacana pode ser encontrada AQUI mas esta lista nem envolve Rosacruzes, só maçons; a lista de R+C famosos levaria outra centena de nomes..) que estavam envolvidos ou estudavam esoterismo.

Então, a moral é que pessoas BEM mais inteligentes do que nós levaram e levam muito a sério estes estudos esotéricos. Se Churchill, que era Churchill, consultava um astrólogo antes de tomar decisões militares, é porque alguma coisa ele sabia…

Agora… se você acha que Astrologia é o que se vê nas revistinhas de horóscopo e Ocultistas são aqueles manés cheio de penduricalhos que vão em programas femininos da tarde, então fique à vontade para continuar na ignorância…

E, como diria o filósofo John Cleese

“And now, for something completely different…”

As Pirâmides Submersas do Japão

Ao longo de mais de uma década de explorações, mergulhadores já haviam localizado nada menos do que oito grandes estruturas feitas pelo homem, incluindo um enorme platô com mais de 200m de comprimento, uma pirâmide no mesmo estilo das aztecas e maias (constituídas de 5 andares e alinhadas de acordo com pontos cardeais), bem como um conjunto completo de zigurates, demarcando áreas e regiões específicas no platô.

Vocês podem pegar mais detalhes sobre estas pirâmides neste site:

http://www.cyberspaceorbit.com/phikent/japan/japan2.html

E no documentário do History Channel:
https://www.youtube.com/watch?v=b-xLZivvoyM

Claro que pirâmides de 11.000 anos de idade nos remetem a outras pirâmides que também possuem 11.000 anos de idade, que foram construídas no mesmo período e pela mesma civilização, mas que são muito mais conhecidas do que estas pirâmides submersas… as pirâmides do Egito.

Mais para a frente, quando os especialistas descobrirem outras estruturas no platô japonês e perceberem que elas correspondem perfeitamente a uma constelação, os céticos vão fazer a cara de paisagem de sempre e dirão que “é uma coincidência”.

Assim como são “coincidências” o fato das pirâmides do Egito estarem alinhadas com a constelação de Orion (Osíris), as pirâmides encontradas na China alinharem perfeitamente com a constelação de Gêmeos, os Templos astecas de Tecnochtitlan estarem alinhados com a constelação de Urso, Angkor Wat (aqueles templos que a Lara Croft explora no Cambodja) estarem alinhados com a constelação do Dragão e assim por diante…

“As above, so below”

#Pirâmides

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/pir%C3%A2mides-submersas-no-jap%C3%A3o-parte-1

A História de Lilith no Othijoth ben Sira

Othijoth ben Sira Pergunta # 5 (23a-b)

Traduzido do hebraico para o inglês por Norman Bronznick (com David Stern e Mark Jay Mirsky) (Extraído do livro Rabbinic Fantasies: Imaginative Narratives from Classical Hebrew Literature) 1.

Breve comentário sobre o relato de Lilith no Alfabeto de Ben Sira (Othijoth ben Sira):

“O Alfabeto de Ben Sira é a forma mais antiga que conhecemos da lenda de Lilith, conhecida pela maioria das pessoas (isto é, pela maioria das pessoas que estão familiarizadas com Lilith).

É aqui que encontramos Lilith como a primeira esposa de Adão. Os estudiosos tendem a datar o alfabeto entre os séculos 8 e 10, CE. Se a história em si é mais antiga ou, se for, não é possível dizer quanto mais antiga.

Amuletos como o descrito no primeiro parágrafo são, obviamente, muito mais antigos.

O autor do Zohar , Rabino Moisés de León, estava ciente da versão do Alfabeto de Lilith, pelo menos de acordo com Gershom Scholem ( Principais Tendências no Misticismo Judaico, p. 174), mas ele também conhecia outras tradições de Lilith, provavelmente mais antigas, que não combinam bem com esta.

Nenhuma tentativa é feita, aparentemente, para harmonizá-las.

Para uma dessas outras tradições, e comentários sobre se o autor estava familiarizado com o alfabeto , consulte o Tratado sobre a Emanação Esquerda .

A ideia de Eva ter uma predecessora não surge em Ben Sira tendo em vista que ela pode ser encontrada no Gênesis Rabbah, texto que é mais antigo que o Alfabeto, contudo, essas tradições não fazem menção a Lilith e, de fato, não combinam bem com a versão de Ben Sira da história.”

Segue o relato de Lilith no Alfabeto de Ben Sira:

“Logo depois, o jovem filho do rei adoeceu, disse Nabucodonosor a Ben Sira: “Cure o meu filho. Se não o fizer, eu vou te matar.”

Ben Sira imediatamente se sentou e escreveu um amuleto com o Santo Nome, e ele inscreveu nele os anjos encarregados da medicina por seus
nomes, formas e imagens, e por suas asas, mãos e pés.

Nabucodonosor olhou para o amuleto e perguntou a Ben Sira: “Quem são estes?”

Ben Sira respondeu: ” Estes são os anjos que estão encarregados da medicina: Snvi, Snsvi e Smnglof.

Depois que Deus criou Adão, que estava sozinho, Ele disse: ‘ Não é bom para o homem ficar só'(Gênesis 2:18).

Ele então criou uma mulher para Adão, da terra, como Ele próprio criou Adão, e a chamou de Lilith. No entanto, Adão e Lilith começaram a discutir:

Ela disse: ‘Não vou deitar embaixo’, e ele disse: ‘Não vou deitar embaixo de você, mas apenas em cima. Pois você só serve para ficar na posição inferior, enquanto eu estou na posição superior. ‘

Lilith respondeu: ‘Somos iguais um ao outro, visto que ambos fomos criados da terra.’

Mas eles não quiseram ouvir um ao outro.

Quando Lilith viu isso, ela pronunciou o Nome Inefável e voou pelos ares.

Adão orou diante de seu Criador: ‘Soberano do universo!’ ele disse, ‘a mulher que você me deu fugiu.’

Imediatamente, o Santo, bendito seja Ele, enviou esses três anjos, Snvi, Snsvi e Smnglof, para trazê-la de volta.

“Disse o Santo a Adão: ‘Se ela concordar em voltar, ótimo. Do contrário, ela deve permitir que cem de seus filhos morram todos os dias.’

Os anjos deixaram Deus e perseguiram Lilith, a quem alcançaram no meio do mar, nas poderosas águas em que os egípcios estavam destinados a se afogar.

Disseram-lhe a palavra de Deus, mas ela não quis voltar. Os anjos disseram: ‘Nós afogaremos você no mar. ‘

“‘Deixai-me!’ ela disse. ‘Eu fui criada apenas para causar doenças aos bebês. Se o bebê for do sexo masculino, eu tenho domínio sobre ele
por oito dias após seu nascimento, e se feminino, por vinte dias.’

“Quando os anjos ouviram as palavras de Lilith, eles insistiram para que ela voltasse. Mas ela jurou-lhes pelo nome do Deus vivo e
eterno: ‘Sempre que eu ver você ou seus nomes ou suas formas em um amuleto, não terei poder sobre aquela criança. ‘

Lilith também concordou que cem de seus filhos morressem todos os dias.

Assim, todos os dias cem demônios morrem e, pelo mesmo motivo,
escrevemos os nomes dos anjos nos amuletos das crianças.

Quando Lilith vê seus nomes, ela se lembra do seu juramento, e a criança se recupera. ”

Fim do relato de Lilith conforme consta no Alfabeto de Ben Sira.

Referência:

1. Stern, David and Mirsky, Mark Jay. Rabbinic Fantasies: Imaginative Narratives from Classical Hebrew Literature (Yale Judaica Series). Philadelphia, Jewish Publication Society, 1990. Pp. 183-184. comment

Texto traduzido e adaptado do inglês para o português por Icaro Aron Soares.

Postagem original feita no https://mortesubita.net/demonologia/a-historia-de-lilith-no-othijoth-ben-sira/

Arquitetura

A Arquitetura, ligada à arte da construção, nasce simultaneamente como uma necessidade material e uma necessidade espiritual. Como necessidade material, foi imperioso, num determinado momento da história, pôr-se a coberto e abrigado das intempéries meteorológicas e de toda classe de perigos e condições adversas. E como necessidade espiritual, porque toda edificação, quaisquer fossem os materiais e os modelos arquitetônicos utilizados, tinha e tem uma significação unida ao culto religioso e sagrado. Um exemplo deste é o próprio Templo ou Santuário, do qual já falamos, ainda que também estava, e está presente aonde ainda se conserva uma cultura tradicional, na própria moradia, na qual destaca o lar ou fogo central análogo ao Altar. Em ambos os casos a arte da construção se baseia na contemplação de um gesto divino primordial: a Criação do Mundo. O Cosmo físico, criação do divino Arquiteto, proporcionava ao arquiteto humano o modelo de sua própria morada. Céu e Terra constituem a parte superior e inferior do edifício. Neste sentido, sendo a realidade concreta do Cosmo uma manifestação dos mundos invisíveis, a construção da casa familiar e cultual deve cumprir uma função similar, ou seja, servir de recipiente e suporte às energias criadoras do Universo, plasmando-as na configuração de seu traçado e em cada uma de suas partes e elementos. E já vimos que essas energias se expressam simbolicamente por meio de módulos numéricos e geométricos, estreita e harmonicamente vinculados entre si. Catedrais e mosteiros, por exemplo, são verdadeiros compêndios da vida universal, onde estão representados na pedra os diversos reinos da natureza, do mundo intermediário, e do mundo espiritual ou angélico, em suma, o “Livro do Universo”. Por isso os Mestres arquitetos e os operários a suas ordens, divididos em diversos graus, tivessem um conhecimento perfeito da Metafísica, a ontologia, a cosmologia e as ciências naturais. As próprias ferramentas e elementos utilizados para a edificação são simbólicos, além de práticos, e entre eles merecem ser destacados o compasso, o esquadro, o nível, o prumo, a régua, a colher de pedreiro, o martelo e o cinzel.

#Arquitetura #hermetismo

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Bençãos Enochianas sobre o Alimento

Robson Belli

Antes de comer qualquer alimento, é dita a L URBS  (bênção preliminar). Há seis diferentes bênçãos, cada qual começando com as mesmas palavras:

“URBS I TA, ENAY, APILA MAD, GE IAD DE TOF GLO…”

(Bendito és Tu, senhor, o Eterno Deus, Rei do Universo…”) e concluindo com as palavras relacionadas ao tipo de alimento que vai ser ingerido.

Segue-se uma transliteração de cada bênção em enochiano, com exemplos dos alimentos que a requerem:

1. Exemplos para pães e massas

URBS I TA, ENAY, APILA MAD GE IAD DE TOF GLO, CASARM GI GI PAH.
(Bendito és Tu, ó Senhor nosso Deus, Rei do Universo, que extrai o sopro divino.)

2. Exemplo para vegetais

URBS I TA, ENAY, APILA MAD GE IAD DE TOF GLO, SOBAM EL HARG.
(Bendito és Tu, ó Senhor nosso Deus Rei do Universo quem primeiro tem plantado)

3. Exemplos para bebidas em geral

URBS I TA, ENAY, APILA MAD GE IAD DE TOF GLO, URBS TALHO.

(Bendito és Tu, ó Senhor nosso Deus, Rei do Universo, abençoado copo.)

4. Exemplo geral que não tenha sido incluído acima

URBS I TA, ENAY, APILA MAD GE IAD DE TOF GLO, QAAL TF GLO.

(Bendito és Tu, ó Senhor nosso Deus, Rei do Universo, criador de todas as coisas.)


Robson Belli, é tarólogo, praticante das artes ocultas com larga experiência em magia enochiana e salomônica, colaborador fixo do projeto Morte Súbita, cohost do Bate-Papo Mayhem e autor de diversos livros sobre ocultismo prático.

Postagem original feita no https://mortesubita.net/enoquiano/bencaos-enochianas-sobre-o-alimento/

E se a vida for um jogo?

Neste vídeo falo sobre como os sólidos platônicos sagrados foram terminar como dados de RPG (Role Playing Game), e como este jogo pode servir de profunda metáfora para a vida. Também veremos como nossas potencialidades podem estar se desenvolvendo ao longo de muitas vidas, ou seriam muitas partidas de RPG?

Se gostaram, não esqueçam de curtir, compartilhar e se inscrever no canal!

#Reencarnação #RPG #Mitologia #Magia #Tolkien

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A Lei da Kimbanda

A Lei da Kimbanda vem dos bantos, dos povos Angola-Congo. A “misturança”, ou ainda podemos dizer “sincretismo” entre o Exu-iorubá, os Ngangas e Tatás (almas de chefes kimbandeiros das nações bantas) foi o que deixou esse ar de confusão no povo, que muitos até mesmo sendo “feitos na kimbanda”, não entendem, ou o que é pior, tratam-no de diabo. Na verdade, o Exu da kimbanda não é o Exu-Iorubá (Orixá ou Imalé dessa cultura). Os Espíritos que chegam na linha da kimbanda são espíritos de Ngangas ou Tatás, aqueles que quando encarnados na terra eram sacerdotes bantos adoradores de algum Nkisi ou Npungu.

No Brasil, o culto aos Npungus e Nkisis através dos seus mensageiros – os Ngangas – foi misturado na escravidão com o culto aos Encantados e aos pajés (da cultura tupi-guarani) e também com o dos Iorubás, surgindo os seguintes novos cultos, fruto da miscelânea: Makumba – que vem de “ma-kiumba” (espíritos da noite). Foi assim chamado o mais primitivo culto sincretista no sul do Brasil (e o primeiro originado no Brasil), dada sua maior preponderância banto; é dela que descendem os outros cultos afro-brasileiros com influência das nações Angola-Congo, Tupi-guarani, Nagô e a Igreja, nessa ordem. A razão de se chamar makiumba (logo após por deturpação da palavra ficaria makumba ou macumba) foi justamente, porque é um culto que se faz na noite, onde se deveriam chamar necessariamente os espíritos da noite (almas de outros sacerdotes do culto – Eguns ou Ancestrais). No culto iorubano-nagô conhece-se e rende-se culto aos Ancestrais-Egun, porém eles são afastados dos rituais aos Orixás, tentando ter um contato com outro tipo de energia. Isto contribuiu para que os rituais onde se chamavam os eguns fossem menosprezados, tratados pejorativamente e mal interpretados.

Por outro lado, a Igreja também condenava os cultos com influência índio-banto onde se fazia beberagem e supostamente “orgias”.

Na verdade, as danças bantús eram no Brasil e ainda são na África, bastante eróticas, e também é verdade que os Guias bebem e fumam, porém é muito distante de ser uma orgia ou uma bebedeira. Depois, quando os grupos de nações começaram a procurar sua identidade, dividiram-se os principais componentes da makumba, aparecendo: Candomblé de Angola; Candomblé de Congo; Candomblé de Caboclo ou dos Encantados; Catimbó; – todos eles à procura de uma raiz cultural – e também, ao final do século XIX surgem da macumba urbana, (onde se tinha muita participação dos brancos pobres e os descendentes de escravos) a Umbanda e a Kimbanda com influências para o Espiritismo e com muito sincretismo. Na Kimbanda, permaneceu grande parte do culto aos Ngangas da nação Angola-Congo, porém misturado com o diabo (pelas influências dos mitos e tabus dos próprios integrantes – que não tinham conhecimento das origens) e também embaixo do pé do Orixá Iorubá Exu.

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do Nome Mágico

A preparação do templo sagrado, as vesperas da iniciação, exigem certas práticas, muitas delas comuns a vários grupos e ordens estabelecidas, marcando assim a entrada do aspirante a Neófito do Templo, abre-se assim as portas para os mistérios, a chave dos segredos e a comunhão do novo adepto com os simbolos, palavras e ritos por intermédio dos mestres ou tutores, destinados à guiar seus passos pela Senda, ultrapassando as Ordálias atrás da quintessencia, a centelha divina e o acolhimento e reconhecimento de seus iguais, seus irmãos, seus companheiros de jornada.

Entre as práticas utilizadas e incentivadas por muitas dessas ordens e grupos iniciáticos é a escolha de um Nome Mágico, um Mote que marca a passagem da vida profana para o reocnhecimento dentro do circulo interno. Existemmuitos usos para os nomes, e muitos adeptos possuem mais de um, variando conforme sua finalidade, uma forma de manter linhas distintas, como no caso de Iniciados em mais de uma ordem mágica.

Muitas ordens utilizam essa prática, como forma de incentivar a verdadeira fraternidade, onde seus nomes, profissões, posições sociais e credo não importam, e o Nome escolhido mostra, entre os irmãos, suas intenções, sua personalidadeou interesses enquanto indivíduos.

Esse nome pode surgir de diversas formas: pode ser um lema, uma palavra, um nome, usando-se comumente palavras em outras linguas para determinados significados, variantes de palavras, declinações e mesmo anagramas. Há quem prefira Motes simples, ou mesmo mais rebuscados, vai das aspirações da pessoa, conforme o que ela quer atrair para si, a identidade que pretende criar em torno de si.

Nomes trazem consigo vibrações, forças ao ser usado, e isso deve ser pensado com o devido cuidado, pesquisar e estudar todas as possibilidades que o moto tras para si, sejam caracteristicas boas ou ruins, tudo deve ser considerado, posicionar-se e assumir os riscos é parte da jornada. Deve-se ter o devido cudiado ao escolher nomes de entidades, sejam deuses, anjos ou personalidades ilustres de outros tempos: o nome atrairá a influência dessa energia para a pessoa, tanto nas caracteristicas positivas quanto nas negativas, e uma escolha indevida pode ser perigosa.

Buscar um arcano no tarot, um número específico, e usar de numerologia e qabalah para os calculos também são bem-vindos, assim pode-se manipular com calma e cuidado as energias que se quer, como um numero que complemente um valor que já carrregue, como a numerologia de seu nome de batismo, ou atrair algo que falta ou que precise trabalhar com maior cuidado, como caracteristicas do mapa astral ou mesmo traços que queiram ser modificados ou exaltados.

Um cuidado deve ser tomado ao pensar em nomes de anjos ou deuses, pois a atribuição do nome atrás para si todas as caracteristicas da entidade, e pode não ser realmente um bom negócio.

Entre exemplos de motos conhecidos, cito:

Julian Baker – Causa Scientiae (latim: “Por uma questão de conhecimento”)

Edward Berridge – Resurgam (Latim: “Eu ressuscitarei”)

Aleister Crowley – Perdurabo (do latim: “Eu perdurarei até o fim” a letra O no final significa: Nada)

Florence Farr – Sapientia Sapienti Dona de dados (em latim: “A sabedoria é um dom dado para o sábio”)

FL Gardner – De Profundis Ad Lucem (latim: “Das profundezas para a luz”)

Moina Mathers Bergson – Vestigia nulla retrorsum (Latim: “Não há pegadas de retorno”, ou mesmo “não voltarei atrás nos meus passos”)

Samuel Liddell MacGregor Mathers – ‘S Rioghail Mo Dhream ( Gaelic : “Real é a minha raça”)

Perca Elaine Simpson – Fidelis (do latim: “Fiel”)

Coronel Webber – Non Sine Numine (latim: “Não sem o favor divino”)

William Wynn Westcott – Aude Sapere (do latim: “Dare to Know – Atreva-se/ Ouse a Saber”)

AFA Woodford – Sente-se Lux et Lux frutas-(do latim: “Haja luz e houve luz”)

William Robert Woodman – Magna Veritas est (latim: “Grande é a Verdade”)

William Butler Yeats – Demon est Deus inversus (latim: “O demônio é o inverso de Deus”)

Israel Regardie – Ad Gloriam Majoram Adonai (do latim: “Para a maior glória do Senhor”)

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Confissões de um metamorfo

Soror Ísis

Eu sou um metamorfo. É um dom, um talento que tenho. Pense em mim não como uma criatura nascida do folclore, nem como um produto das teias de aranha da superstição e do pensamento arcano desmascarado. Eu mudo minha aparência à vontade, e outros me verão em diferentes peles em noites diferentes. Você não conhece meu verdadeiro gênero, minha verdadeira raça e cor. Isso é um segredo só meu.

A senhora Antoinette, durante um jantar na casa do embaixador em Washington D.C., apresentou-se a mim quando eu era um homem de boa educação e reputação. Passamos a noite conversando furiosamente sobre nossas atividades e nossos passatempos. Deliciei-me em tocá-la suave e brevemente durante toda a noite, sua respeitabilidade sendo o véu de suas frias reações aos meus avanços. Recebi o número dela e a agraciei com um beijo suave na varanda. Essa mesma senhora, ao ver-me no dia seguinte, velha e abatida senhora de saco, com a pele áspera como uma lixa, empurrando um carrinho de compras cheio de coisas sujas e sujas, me jogou na esquina da rua ao lado do Morro tão rapidamente quanto ela piscou os olhos para mim na noite anterior. Não vejo isso como um teste de preferência ou caráter. Tenho razões muito mais sutis para minhas escolhas.

A mudança de forma é uma reencarnação menor. O segredo para mudar de forma é que você não muda sua forma, mas convence os outros a vê-lo de forma diferente. A hipnose é uma ferramenta fundamental. É uma ferramenta que aprendi enquanto sob a orientação do meu mentor, enquanto nas montanhas em um país que eu não tenho liberdade para divulgar.

O sigilo da linhagem dessa habilidade é primordial para minha sobrevivência, minha existência. No entanto, ao contar alguns segredos não entrego tudo. Pois, uma coisa é dizer e outra é fazer. Um estranho não pode entender o que significa mudar de forma, a menos que eles próprios possuam o talento e a compreensão de tal.

Sem dúvida, minha habilidade me deu força para fazer coisas que apenas homens comuns podem sonhar. Você pode me perguntar: “O que uma pessoa como você faria com tal presente? Como você pasaria seus momentos de vigília em busca? Existem poucos como eu. Posso contá-los em uma mão. E, no entanto, possivelmente ainda alguns sem o meu conhecimento, por razões fora do meu alcance de habilidade. Se seus motivos são nobres ou vis, cabe a eles decidir. Não pense em nós como uma organização secreta; um Illuminati, por assim dizer, de homens e mulheres que se reúnem nas profundezas de uma caverna, decidindo o destino da humanidade.

Manter o controle das massas, na minha humilde opinião, seria uma perda de tempo. A maioria, se não todos os homens da terra, trabalham e vivem dentro de seu próprio alcance limitado. Eles não podem ver o que está além deles, então por que devo gastar meu tempo executando as mesmas ações repetitivas neles? Se o objetivo da minha vida fosse riqueza material e poder, eu poderia facilmente fazer de mim um império. Eu poderia facilmente brincar com as massas, os governos, os príncipes e reis do poder. Mas, isso faz um desserviço ao meu talento. Há riquezas muito maiores que o estranho não pode ver. Então, para responder à pergunta que me foi imposta, meu talento é o meu fim. O ato em si é o fim;

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O Fumo e os Terreiros de Umbanda

O fumo é a erva mais tradicional da terapêutica psico-espiritual praticada na Umbanda. Originário do mundo novo, os nativos fumavam o tabaco picado e enrolado em suas próprias folhas, ou na de outras plantas, conhecendo o processo de curar e fermentar o fumo, melhorando o gosto e o aroma.

Durante o período físico em que o fumo germina, cresce e se desenvolve, arregimenta as mais variadas energias do solo e do meio ambiente, absorvendo calor, magnetismo, raios infravermelhos e ultravioletas do sol, polarização eletrizante da lua, éter físico, sais minerais, oxigênio, hidrogênio, luminosidade, aroma, fluidos etéreos, cor, vitaminas, nitrogênio, fósforo, potássio e o húmus da terra. Assim, o fumo condensa forte carga etérea e astral que, ao ser liberada pela queima, emana energias que atuam positivamente no mundo oculto, podendo desintegrar fluídos adversos à contextura perispiritual dos encarnados e desencarnados.

O charuto e o cachimbo, ou ainda o cigarro, utilizados pelas entidades filiadas ao trabalho de Oxalá são tão somente defumadores individuais. Lançando a fumaça sobre a aura, os plexos ou feridas, vão os espíritos atuando em benefício daqueles que os procuram com fé.

Os solos com textura mais fina, com elevado teor de argila, produzem fumos mais fortes, como os destinados a charutos ou fumos de corda, enquanto os solos mais arenosos produzem fumos leves, para a fabricação de cigarros. No fabrico dos charutos (palavra derivada do tâmil churutu), as folhas, após o processo de secagem, são reunidas em manocas de 15 a 20 folhas e submetidas a fermentação, destinada a diminuir a percentagem de nicotina, aumentar a combustividade do fumo e uniformizar a sua coloração. Os tipos de fumo mais utilizados na confecção dos charutos brasileiros são: Brasil-Bahia, Virgínia, Sumatra e Havana.

Nos trabalhos umbandistas é muito utilizado por Exu Bombogira. A cigarrilha de odor especial, quando utilizada por esta entidade, melhor se ajusta ao descarrego do magiado, por proporcionar-lhe mais tranquilidade. Os cigarros são utilizados para fins mais materiais, normalmente relacionados com negócios financeiros.

Os charutos de fumo grosseiro e forte são peculiares à magia dos Exus, enquanto os charutos de fumo de melhor qualidade são usados por Caboclos. Já os Pretos-Velhos dão preferência aos cachimbos, nos quais usam diversos tipos de mistura de ervas, como o alecrim, a alfazema e outros, além de utilizarem cigarros de palha, impregnando assim os elementos com a sua própria força espiritual, transformando o tradicional “pito” em um eficiente desagregador de energias negativas. Desta maneira, como o defumador, o charuto ou o cachimbo são instrumentos fundamentais na ação mágica dos trabalhos umbandistas executados pelas entidades. A queima do tabaco funciona como um defumador individual, próprio, dirigido ao objetivo do Guia, que não traz nenhum vício tabagista, como dizem alguns, representando apenas um meio de descarrego, um bálsamo vitalizador e ativador dos chakras dos consulentes. Vemos assim que, como ensinou um Pai Velho, “na fumaça está o segredo dos trabalhos da Umbanda”.

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