Resultados da Hospitalaria – Fevereiro 2012

Em Janeiro tivemos 17 Mapas e 13 Sigilos.

Entidades auxiliadas:

– Casa de Repouso Batel

– Cruz Vermelha da França

– Sociedade Protetora dos Animais de Curitiba

– Médicos Sem Fronteiras: www.msf.org.br

– Centro Espírita Nosso Lar – Casas André Luiz
http://www.andreluiz.org.br

e 6 doações de sangue.

E pretendemos continuar o projeto de Hospitalaria. Quem estiver a fim de participar, é só seguir as instruções e pegar seu Mapa Astral ou Sigilo Pessoal via o TdC.

#Hospitalaria

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/resultados-da-hospitalaria-fevereiro-2012

O Livre Pensar não é só Pensar

Por Yoskhaz

As piores prisões são as que não têm grades. A ilusão da liberdade é o mais cruel dos cárceres por não te permitir a consciência dos limites da suas escolhas, de não perceber que suas fronteiras estão cada vez mais estreitas e, ao contrário do que parece, apenas limita o tamanho e empalidece as cores do seu mundo. O livre pensar, a autonomia das ideias, o espaço para aceitar o diferente exige esforço, ousadia e coragem, mercadorias raras nas prateleiras dos corações e mentes.

O mundo sempre olhou esquisito para vozes e atitudes dissonantes que atrapalham a administração, controle e negócios daqueles que pensam que os outros não estão ali para dividir, mas para servir. Quem não se adequa fica à margem do mundo, são marginais.

Não falo dos que confundem coragem com violência, dos que enveredam pelas raias da criminalidade por ignorância ou covardia. Refiro-me aos homens mais sábios e corajosos da História, aqueles que tiravam o sono de generais sem desferir um único tapa ou mesmo palavra agressiva. Jesus foi o melhor exemplo, porém temos outros mais contemporâneos como Martin Luther King. Mahatma Gandhi colocou o poderoso Império Britânico de joelhos tendo como armas a sabedoria de pensar diferente, a ousadia de desobedecer, concomitante com o amor de caminhar pelos trilhos da não violência. Arrebatou multidões, pois tocou em seus corações e mentes. Emprestou cores às suas almas.

O convívio social cria a falsa sensação de que para ser aceito é necessário pertencer a alguma tribo, pois, além de cômodo, facilita o controle da administração ao te encaixar em modelos já estabelecidos e com limites definidos. E existem várias já preestabelecidas. Você escolhe uma e faz uma espécie de contrato de adesão, tácito e inconsciente, igual a esses que já estão prontos para operadoras de telefonia ou TV a cabo, aceitando os conceitos e preconceitos, ideias formatadas e enlatadas, definindo certo e errado, o permitido e o proibido. Veste-se como eles, passa a usar um vocabulário próprio e frequentar os mesmos lugares. Você até mesmo pensa que é feliz e encontrou o seu lugar. Um processo de uniformização, homogeneização e, pior, pasteurização. Você abre mão do seu melhor para ser aceito sem problemas no grupo e supostamente feliz. Assim, abre mão de você mesmo. Lembrou de Fausto? Pois é, guardadas as devidas proporções é exatamente isso. Você abdica do livre pensar em troca de aceitação e pseudo-felicidade. A administração agradece.

Homens livres pensam globalmente, são cidadãos planetários, são solidários, mas sabem que cada qual é único. Não há outro igual a você. E existe beleza em cada um de nós, cada qual do seu modo, do seu jeito, como peças distintas que compões um maravilhoso mosaico.

O afã das muitas novidades de cgada dia te fazem esquecer o novo. O verdadeiro novo é o que de fato é diferente, capaz de provocar transformações estruturais e não apenas mudanças aparentes das novidades.

Na verdade a História nos mostra que foram aqueles que acreditaram que tudo pode ser diferente e melhor, deram a cara a tapa – afinal a administração não gosta de ser incomodada – que transformaram o mundo, pois eram o exemplo vivo da mudança. Usaram suas próprias vidas como matéria-prima de uma obra de arte maior. E desmoronaram os alicerces do status quo, fazendo com que o mundo avançasse. Essas pessoas fazem a diferença porque ousam a pensar diferente. Transformam-se em heróis pelo simples fato de não aceitarem o papel de figurante, os limites que lhe foram impostos, as amarras que lhe impediam de voar. Por vezes somos como a lagarta que se maravilha com a beleza e voo da borboleta sem saber que também temos asas.

Será que não está na hora de passar a limpo todos os seus conceitos e ideias? Transformar-se no protagonista da sua vida? Você tem este poder. Uma insurreição no seu modo de pensar, uma análise cuidadosa do que de fato é seu e o que te foi imposto sem que você percebesse. Pondere principalmente sobre o que te faz agir por automatismo e pense se faz realmente sentido. Se, do fundo do coração, você de fato concorda com essas ideias ou apenas as acompanha por simples comodidade ou medo de rejeição social.

Um bom truque é perceber se o seu jeito de pensar e agir traz dor e sofrimento aos outros. Se trouxer, está na hora de mudar. Semear a alegria por onde passar é uma maneira inteligente tê-la dentro de nós.

Durante esse processo você vai se conhecer melhor e, apesar das flores e espinhos que fazem parte de todo caminho, é maravilhoso. Afinal você é a sua melhor companhia. Não estranhe se as pessoas começarem comentar sobre um brilho estranho nos seus olhos. É pura luz!

Seja o herói da sua própria revolução, da transformação da sua alma. A única maneira de mudar o mundo é mudando a si próprio.

Publicado originalmente em http://yoskhaz.com/pt/2015/05/23/o-livre-pensar-nao-e-so-pensar-2/

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/o-livre-pensar-n%C3%A3o-%C3%A9-s%C3%B3-pensar

Luz no Caminho, a obra-prima de Mabel Collins

As Edições Textos para Reflexão desta vez trazem a você a obra-prima da teosofista Mabel Collins, Luz no Caminho.

Não foi por acaso, quem sabe, que o grande poeta português Fernando Pessoa escolheu a dedo esta preciosa obra para realizar sua primorosa tradução do inglês. Muitos devem saber que Pessoa foi um místico relutante, e a carta que trazemos na Introdução, endereçada ao seu amigo Sá-Carneiro, nos dá uma bela ideia de como os textos teosóficos o impactaram; e este, talvez mais do que todos os outros. Somente quem já deu seus primeiros passos no Caminho, quem anda devagar porque já teve pressa, quem traz um sorriso porque já chorou demais, poderá aproveitar completamente o teor deste pequeno mistério em forma de palavras.

Disponível em e-book na Amazon e na Saraiva:

» Comprar eBook (Amazon Kindle)

» Comprar eBook (Saraiva Lev)

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À seguir, trazemos os vídeos do canal Nova Acrópole no YouTube, onde a professora Lúcia Helena Galvão faz uma análise minuciosa desta obra inefável (até onde é possível explicá-la por palavras, é claro):

» Comentários dos degraus exotéricos, 1 a 7

» Comentários dos degraus exotéricos, 8 a 16

» Comentários dos degraus exotéricos, 17 a 21 + esotéricos 1 a 3

» Comentários dos degraus esotéricos, 4 a 12

» Comentários dos degraus esotéricos, 13 a 21 (FINAL)

#FernandoPessoa #Ocultismo #Teosofia #misticismo #eBooks

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/luz-no-caminho-a-obra-prima-de-mabel-collins

A guerra dos 50 anos

» Parte 2 da série “Intoxicados” ver parte 1

Parece cocaína, mas é só tristeza… Muitos temores nascem do cansaço e da solidão; Descompasso, desperdício – herdeiros são agora da virtude que perdemos… (Legião Urbana)

Se você quer afastar seu filho, filha, ou algum familiar querido, ou amigo, das drogas, fará bem em começar por desiludi-los da lenda de que as drogas fazem sempre mal… Não é verdade, obviamente: se fosse assim, na primeira dose de cachaça um adolescente iria cuspir aquele terrível gosto amargo no chão e nunca mais pensaria em beber novamente. Porém, se esta fosse à regra, não haveriam bebidas alcoólicas sendo vendidas quase como água pelo mundo afora. Pode ser amargo no início, mas depois fica doce, e depois, se exagerarmos na dose, fica amargo de novo; Só que uma amargura muito mais triste – a amargura que anestesia a alma.

Outras drogas podem ser doces desde a primeira dose, gerando “grandes viagens psíquicas” que já chegaram até a inspirar alguns grandes artistas, contanto que sejam usadas com parcimônia – o que raramente é o caso. Você pode subir no pedestal da moralidade e avisar aos desavisados: “Tomem muito cuidado, pois o caminho das drogas é doce somente no início, depois provoca grande tristeza!” – Mas, devemos considerar que há alguns seres civilizados e cultos da pós-modernidade, assim como muitos miseráveis e oprimidos, que, de uma forma ou de outra, constataram que na vida só existe tristeza – Se pelo menos nas drogas conseguem um pouco de doçura aqui e ali, ainda estarão saindo no lucro… São essas tais máquinas tristes, com tendências suicidas, que não veem nenhum problema em se suicidar aos poucos, uma bala, uma cheirada, uma seringa de cada vez.

O vício em drogas produz verdadeiros zumbis psíquicos, incapazes de sentir quase nada de realmente profundo (ou seja, capaz de lhes tocar a alma) no transcorrer de sua fase viciada. Pode parecer terrível, mas ainda assim conseguem o que queriam desde o princípio: não sentir mais aquela melancolia, aquela angústia de terem de cuidar das próprias almas… Ainda que assim também se abstenham de sentir felicidade, está tudo bem: podem então “viajar” nas drogas, até que sua viagem pela vida, uma viagem que não veem muito sentido de ser, em todo caso, finalmente chegue ao fim.

Porém, o mais incrível em toda essa história é o fato de que alguns dos maiores governos do mundo, influenciados ou não pelas grandes doutrinas religiosas, acreditem até hoje que a repressão é o melhor caminho para se resolver o problema, deixando o tratamento dos zumbis em (décimo) segundo plano, como que se eles fossem efetivamente zumbis, e não mais seres; Não mais pessoas em busca de alguma doçura real nessa vida; Não mais almas atormentadas, mas que podem ainda ser curadas.

A chamada lei seca total entrou em vigor nos EUA em 1920, promulgada durante o segundo mandato de Woodrow Wilson. Seu cumprimento foi amplamente burlado pelo contrabando e fabricação clandestina de bebidas alcoólicas. A lei seca foi abolida em 1933, já no primeiro mandato de Roosevelt. Permaneceu ativa por quase 14 anos… Enquanto esteve efetiva, veio contribuir para o aumento das fortunas de vários mafiosos, dos quais o mais conhecido é, sem dúvida, Al Capone. A sua revogação veio ajudar a débil recuperação econômica (devido ao “crash” da Bolsa em 1929), mas essencialmente contribuiu para o final do período de ouro da máfia norte-americana. Esta década e meia de proibição do álcool em uma sociedade capitalista – e que preza a liberdade – nos ensinou muito acerca da natureza humana, e de sua propensão para a ilegalidade e violência, se for o caso, para conseguir chegar aos seus objetos de desejo ou, pelo menos, aos seus anestesiadores de almas…

No Corão (5:91) é dito que “Satã apenas deseja suscitar a inimizade e o ódio entre vós com intoxicantes e jogo, e impedir-vos de lembrardes de Alá e da prece. Sendo assim, não ireis vos abster?”; Não chega a ser uma proibição cabal, mas uma espécie de aconselhamento… Mesmo assim, ainda que as bebidas alcoólicas tenham sido largamente consumidas no mundo islâmico (e principalmente no período de ouro do Islã, em Al-Andalus), ainda hoje há inúmeros países islâmicos que punem o tráfico de entorpecentes mais pesados, como cocaína e heroína, com a pena de morte. Aparentemente funciona: com a pena de morte em estados totalitários, o tráfico de drogas ilegais é quase nulo nos países do Islã. A questão é que não apenas os traficantes são punidos e perseguidos, mas também os usuários. Aqui está a solução: matar todos os zumbis (que, em todo caso, já buscam a morte)… E então estaremos supostamente seguindo o desejo de algum deus estranho. Para os islâmicos, parece ter resolvido, ou pelo menos enquanto mantém sua população sob o jugo totalitário de seus estados teocráticos. Até que venham as primaveras árabes.

Mas, estranho de se pensar, a grande diversão dos bares islâmicos é fumar narguilé enquanto conversamos com os amigos… Lá, na terra onde quase todos os entorpecentes são proibidos, fuma-se tabaco (e outras especiarias) com essa espécie de cachimbo d’água, à vontade… Então, talvez nem lá, nem lá a questão esteja totalmente resolvida. Hoje a ciência sabe que o tabaco é bem mais prejudicial à saúde do que, por exemplo, a cannabis, entretanto a cannabis é ilegal em quase todo mundo, e a grande fonte de renda dos traficantes de drogas ilegais, enquanto que o tabaco é perfeitamente aceito (com algumas ressalvas) em todo o mundo, inclusive no islâmico…

Segundo a AVAAZ, nos últimos 50 anos as políticas atuais de combate às drogas falharam em toda a América Latina, mas o debate público está estagnado no lodo do medo, da corrupção e da falta de informação. Todos, até o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime, que é responsável por reforçar essa abordagem, concordam – organizar militares e polícia para queimar plantações de drogas em fazendas, caçar traficantes, e aprisionar pequenos traficantes e usuários – tem sido completamente improdutivo. E ao custo de muitas vidas humanas – do Brasil ao México, e aos Estados Unidos [1], o negócio ilegal de drogas está destruindo nossos países, enquanto as mortes por overdose continuam a subir.

Enquanto isso, países com uma política menos severa – como Suíça, Portugal, Holanda e Austrália – não assistiram à explosão no uso de drogas que os proponentes da guerra às drogas predisseram. Ao invés disso, eles assistiram à redução significativa em crimes relacionados a drogas, e são capazes de focar de modo direto na destruição de impérios criminosos.

Lobbies poderosos impedem o caminho da mudança, inclusive militares, polícias e departamentos prisionais cujos orçamentos estão em jogo. E políticos de toda nossa região temem ser abandonados por seus eleitores se apoiarem abordagens alternativas. Mas pesquisas de opinião mostram que cidadãos de todo o mundo sabem que a abordagem atual é uma catástrofe.

Parece complexo, mas pode ser simples como uma partida de futebol: em time que esta ganhando não se mexe, mas em time que está perdendo ou, no máximo, amargando um empate em 0 a 0 ou 1 a 1, devemos pensar em mudanças, nem que sejam provisórias, nem que sejam apenas para que ganhemos o primeiro jogo deste longo campeonato… Se pararmos de dar murro em prego nos próximos anos, a guerra de 50 anos do combate às drogas no mundo ocidental poderá ficar conhecida por nossa história como a primeira tentativa, mas que não deu certo, e nos levou as próximas. Mas, se não pararmos para reavaliar a situação, poderemos chegar a um século de guerra inútil, com máquinas tristes cada vez mais tristes, grandes cidades cada vez mais violentas, playboys cada vez mais alienados, e zumbis cada vez mais aterrorizantes… Para um filme de horror, não está nada mal.

Nós pedimos que vocês acabem com a guerra às drogas e o regime de proibição, e movam-se em direção a um sistema baseado em descriminalização, regulamentação, saúde pública e educação. Essa política de 50 anos falhou, abastece o crime organizado violento, devasta vidas e está custando bilhões. É hora de uma abordagem humana e efetiva (AVAAZ; Manifesto endereçado a ONU, que neste momento conta com mais de 650 mil assinaturas online).

» Na continuação – um passeio pelo Inferno.

***
[1] Recentemente, até mesmo os EUA, o país que iniciou a malfadada “guerra as drogas”, se rendeu a política de legalização da maconha, a grande responsável pelos lucros dos traficantes (em alguns países, chega a representar 80% do mercado):

“Por muito tempo – décadas – outros países corretamente entenderam que seriam criticados pelos EUA se tomassem medidas para liberalizar as suas leis. Mas no caso do Uruguai, os EUA se deram conta de que não estão na posição de criticar abertamente o governo uruguaio, e de fato não criticaram.”

– trecho de artigo da BBC Brasil

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» Veja também o post Intoxicados: o fim da guerra, que complementa esta parte da série.

Crédito da foto: Mauricio Abreu/JAI/Corbis

O Textos para Reflexão é um blog que fala sobre espiritualidade, filosofia, ciência e religião. Da autoria de Rafael Arrais (raph.com.br). Também faz parte do Projeto Mayhem.

Ad infinitum

Se gostam do que tenho escrito por aqui, considerem conhecer meu livro. Nele, chamo 4 personagens para um diálogo acerca do Tudo: uma filósofa, um agnóstico, um espiritualista e um cristão. Um hino a tolerância escrito sobre ombros de gigantes como Espinosa, Hermes, Sagan, Gibran, etc.

» Comprar livro impresso, PDF, ou versão para Amazon Kindle

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» Ver todos os posts da coluna Textos para Reflexão no TdC

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#Islamismo #Drogas #Medicina #política #Economia

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/a-guerra-dos-50-anos

20 Milhões de Conspiradores!

20milhoes

Acabamos de chegar à marca de 20 milhões de Pageviews neste blog… Nada mal para um blog de hermetismo e espiritualismo no país do carnaval … Como de costume, para quem gosta dos números ou estava procurando pelos links de tudo o que fazemos, ao todo, nesta caminhada desde 7/5/2008, foram exatos 2.933 posts publicados e 48.230 comentários. Temos 4.780 followers no twitter , 20k subscribers no Facebook e até mesmo uma Conta no Instagram onde publico pequenas dicas de magia prática e estamos quase chegando a 2.211 followers.

Post sobre como tudo começou.

Nosso Projeto de Hospitalaria está funcionando perfeitamente e passamos de 5 mil mapas astrais, 3 mil sigilos e 1.200 Mapas Sephiroticos (aproximadamente 14.500 cestas básicas ou equivalente distribuídas em 8 anos).

O Projeto Mayhem está com 4.552 membros. A Wikipedia de Ocultismo conta atualmente com 5.219 verbetes e 2.082 imagens e, de quebra, virei pop-star no Astrotheme, com direito até a página em francês…

O Arcanum Arcanorum conta com mais de 8 mil que passaram por seus atrios e 250 que chegaram ao grau de Probacionista, além de uma Loja Maçônica (ARLS Arcanum Arcanorum, 4269 – GOB), três Terreiros irmãos e agora um Capítulo Arcanum Arcanorum na Ordem Demolay, o que nos coloca como uma das egrégoras mais fortes dentro das Ordens Iniciáticas aqui no Brasil. Em janeiro de 2016 inauguramos nosso próprio Templo.

Ao longo destes sete anos (incluindo o TdC S&H que completou 8 anos em 7/Agosto/15), perdi a conta de quantas pessoas conseguimos iniciar nos estudos da Kabbalah, Astrologia, Tarot, Runas e Magia Prática, sem contar os leitores que se filiaram à FRA, AMORC, Lectorium, OKRC, CALEN, AA, SCA, CIH, Demolay, Eubiose, Circulo Egregore, Casa do filósofo, Pró-Vida, Sirius-Gaia, Gnose, Martinismo ou Maçonaria graças ao blog.

O Raph Arrais editou o Grande Computador Celeste que contém os 70 primeiros textos do TdC, distribuido em pdf gratuito ou versão impressa, e o PH gravou comigo um Curso Básico gratuito de Exercícios Herméticos. Não tem desculpa para não começar a estudar e praticar!

Fazemos anualmente uma das maiores correntes de meditação no Sefirat Ha Omer aqui no Brasil, três Encontros do Blog, ajudamos em quatro Simpósios Brasileiros de Hermetismo (o V Simpósio ja confirmado para 2016) e temos conseguido organizar cursos presenciais pelo menos uma vez por mês. No início de 2015 começamos o primeiro Curso de Kabbalah em Ensino à Distância, logo em seguida, com o resultado do primeiro curso, gravamos o curso de Astrologia Hermética, Geomancia e o Curso Completo de Tarot, levando os estudos de Hermetismo a quem mora longe dos grandes centros urbanos.

E, como se não bastasse, reimprimimos o Tarot da Kabbalah Hermetica, feito em parceria por mim e pelo talentoso artista Rodrigo Grola, a nova impressão da Enciclopédia de Mitologia e os Posteres do Lamen e da Árvore da Vida.

Emplacamos um cardgame de protesto Pequenas Igrejas, Grandes Negócios! que foi notícia até na Playboy, Folha e Gizmodo e três Livros de Hermetismo para crianças, As Aventuras de Lilith, “As Aventuras de Isis” e “As Aventuras de Hércules”.

Em Abril, começaremos o Financiamento Coletivo do Livro de Kabbalah Hermética, com quase 700 páginas coloridas sobre tudo o que você puder imaginar a respeito de hermetismo, kabbalah e ocultismo.

Nada disso seria possível sem vocês.

Sucesso é a Única Possibilidade!

#Blogosfera

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/20-milh%C3%B5es-de-conspiradores