Fadas

“Quando um bebê ri pela primeira vez, sua risada se quebra em um milhão de pedaços e todos eles saem pulando por ai. É assim que nascem as fadas.”
J.M Barrie, Peter Pan

Quando queremos dizer que alguém é ingênuo, dizemos que esta pessoa acredita em Fadas. Quando contamos histórias de fantasia para crianças chamamos de “Contos de Fada”. Elas estão presentes nas histórias da Cinderela e do Peter Pan entre outras e seu fascínio não diminuiu com o passar dos séculos figurando ainda em obras ,contemporâneas como Harry Poter, na qual aparecem como humanóides diminutos de natureza mágica. Mas a idéia central por trás da figura folclórica das fadas é muito mais profunda e intrigante do que as maravilhas das histórias infantis e a frieza que nosso ceticismo cotidiano deixa transparecer. O que é uma fada? De onde surgiram suas lendas? O que há por trás dos relatos destas fascinantes criaturas? Estas e outras dúvidas foram o alvo da pesquisa que apresentaremos agora no presente artigo.

Mesmo que não constituam prova de sua existência as pessoas vêem ou pensam que vêem coisas estranhas como fantasmas, lobisomens, discos-voadores e, é claro, fadas. O primeiro testemunho escrito sobre este seres é de Pompônio Mela, um geógrafo euro-asiático que viveu durante o século I d.c. Desde então muitas são as lendas que descrevem estas criaturas ou contam suas façanhas.  Estes relatos são sempre esporádicos e isolados na vida de uma pessoa, mas persistentes e constantes na história da humanidade. As fadas não existem portanto apenas nas histórias, mas antes disso existem também naquilo que as pessoas chamam de experiências. Mas falta de precisão científica atribuída aos relatos populares, além do preconceito que julga que qualquer relato popular é baseado sempre em ignorância e crendices tolas, tornam-se uma desculpa para a má-vontade acadêmica de pesquisar estes assuntos. assim, em vez de estudar o que estas experiências realmente trazem de verdade, descarta-se previamente todo o testemunho e assim livra-se do problema. Este é um erro histórico da Ciência, foi essa rejeição da livre observação que retardou em séculos a descoberta “científica” do calamar gigante, do celacanto, da paralisia no sono, dos meteoros e pasmem até dos gorilas, só para citar alguns exemplos.

Isso não significa que devemos acreditar em todo relato que ouvimos sobre qualquer coisa, isso seria tão precipitado como descartar tudo. Ao contrário, nossa postura deve ser de exploração. Não é um absurdo completo considerarmos que as algumas pessoas e sociedades tradicionais acreditem em fadas, no mínimo porque parcialmente alguma coisa que eles não sabemos explicar foi vista. Como escreveu o criptozoólogo irlandês Douglas Hyde: “O conto folclórico não deve ser confundido com a crença no folclore. a história é coisa muito mais intrincada complicada e elaborada do que a crença. É muito fácil distinguir um do outro. A crença é curta e oral, relacionada a pessoas reais e não contêm uma extensa seqüência de incidentes; já o conto folclórico é comprido, complicado mais ou menos convencional e, acima de tudo, tem o interesse agrupado em torno de uma figura tradicional em particular. O que Hyde chama de crenças podemos chamar de aparições.

Existem basicamente três formas de lidar com essa questão. Para alguns folcloristas, como Stewart Sanderson e Katharine Briggs, ambos notadamente cristãos,  as “aparições” são descartadas e passadas adiante sem qualquer reflexão. Para os parapsicólogos em geral o assunto têm despertado interesse zero. Por fim para autores como Evans-Wentz (Autor de The Fairy-Faith in Celtic Countries) e o poeta W.B Yeats (o mesmo que escreveu extensamente sobre as tradições e aparições dos duendes irlandeses em The Celtic Twilight) e para a historiadora ocultista Leslie Shepard, os avistamentos de fadas pela história são indícios fortes da existência de um mundo paralelo, localizado numa espécie de dimensão alternativa.

Fadas: definições e descrições

A própria definição do que é um fada é tão fugidia quanto as suas aparições. O folclorista Joseph Ritson, na sua dissertação On Faries, define fadas como uma espécie de seres parcialmente materiais, parcialmente espirituais, com o poder de mudarem a sua aparência e de, conforme a sua vontade, serem visíveis ou invisíveis para os seres humanos. Já Jorge Luís Borges e Margarita Guerrero em O Livros dos Seres Imaginários dá a seguinte descrição: “Seu nome se vincula ao vocábulo latino fatum (fado, destino). Intervêm magicamente no que sucede aos homens. Já foi dito que as fadas são as mais numerosas, as mais belas e as mais memoráveis das divindades menores. Não estão limitadas a uma única região ou a uma única época. Os antigos gregos, os esquimós e os pele-vermelhas narram histórias de heróis que alcançaram o amor dessas fantásticas criaturas. Tais aventuras são perigosas; a fada, uma vez satisfeita sua paixão, pode matar seus amantes. Na Irlanda e na Escócia atribuem-lhes moradas subterrâneas, onde confinam crianças e os homens que costumam seqüestrar. O povo crê que elas possuíam as pontas de flechas neolíticas que desenterraram nos campos e as quais dotam de infalíveis virtudes medicinais. As fadas gostam da cor verde, do canto e da música.”

Apesar de nos dias de hoje, principalmente por causa da mídia de filmes e desenhos infantis, as fadas serem retratadas como pequenas mulheres com asas, originalmente e até hoj em locais onde a crença nesses seres é forte, elas eram descritas de formas muito diferente, inclusive conflitantes: para alguns era seres altos, com mais de 3 metros de altura, canibais e violentos, para outros eram criatura deformadas e ignorantes, ainda existem aqueles que as descrevem como seres quase angelicais. Isso mostra que provavelmente Fada era um adjetivo usado para se descrever grande parte dos seres culturais que existiam em certas localidades, mesmo que se tratassem de criaturas muito diferentes entre si. Da mesma que eram descritas como seres pequenos, existem inúmeros relatos que lhes conferem a estatura de uma pessoa normal. Isso pode indicar também que sua estatura está associada a sua natureza sutil, o resultado de sua vontade e não de sua limitação física.

Suas asas se tornaram populares na era vitoriana, nos séculos XV e XVI, quando as fadas passarma a ser pintadas, mas elas são raramente mencionadas nas compilações folclóricas, onde mesmo quando voam o fazem através de mágica e não asas, ou então surgem voando nas costas de insetos ou pássaros.

Além de descrições antropomórficas, existem relatos de fadas descritas com a aparência de um animal, às vezes a fada tem a capacidade de assumir a forma de um animal, outras ela não muda de forma e o animal, como cachorros negros, por exemplo, mantém sua forma constantemente, mas se difere de um simples cão por ser uma fada.

 

Em alguns casos surgem como seres que apesar de confundir não podem dizer uma mentira, outras vezes como seres malignos e mentirosos por natureza.

 

A breve abordagem acadêmica

Um dos primeiros estudos importantes sobre as fadas é “A República Secreta dos Elfos, das Fadas e dos Faunos“, escrito em 1691 pelo  pastor presbiteriano escocês, reverendo Robert Kirk de Aberboyle. Trabalhando nas Highlands da Escócia, ele tinha interesse vívido pelas crenças sobrenaturais da região e estava convencido da realidade das fadas. Ele mesmo pergunta no início do seu tratado: “Como seria possível a uma crença tão disseminada, mesmo que tenha apenas um décimo de verdade em suas histórias, brotar do nada?. Ele realizou suas investigações tendo em vista que quando tivesse informações sucifientes, poderia esmiuçar ao máximo a natureza da vida destas criaturas. Segundo ele as fadas são de uma “natureza intermediária entre os homens e os anjos, como eram os daemons descritos pelos antigos”. Esta definição não é muito diferente da dada pela teosofia. Dora Gelger em seu livro O mundo real das fadas e que as descreve como uma sorte de elemental.

Rev. Kirk detalha a aparência das fadas em seu tratado diz que elas possuem corpos de espíritos fluídos, capazes de mudar a cor da luz que emanam, mais ou menos da mesma natureza de uma nuvem condensada e que podem ser mais facilmente observadas durante o crepúsculo do anoitecer. Seu corpo é de uma matéria tão sutil que elas parecem poder aparecer e desaparecer ao seu bel prazer. Elas guardam costumes e idioma como o do povo do país em que vivem. Certas fadas possuem uma natureza tal que podem ser vistas em trânsito, mas nunca estacionárias. Outras nunca ficam paradas estando sempre em algum tipo de movimento. Outras ainda podiam ser ouvidas mas não vistas. Viajam muito, amiúde pelos ares, podiam roubar o que  quisessem (desde alimentos até bebês humanos)  e não tinham religião particular. Os mortais dotados de clarividência  tinham maior probabilidade de vê-las, já que eram geralmente invisiveis ao olho humano. Diz a lenda que o Rev Kirk foi arrebatado para o mundo das fadas pouco depois de publicar seu tratado, as fadas o teriam levado embora por ter revelado seus mistérios. Em 1815, Sir Walter Stooth Scott ( Não confundir com o famoso literato de mesmo nome) fez publicar esse manuscrito, e surpreendentemente também sumiu do dia para noite.

O assunto só ganhou interesse acadêmico um século depois quando o já citado W. Y Evans-Wentz publicou em 1911 seu livro “A Crença nos duendes nos Países Celtas“. Evans era antropólogo especializado em religião e doutorado pela Universidade de Oxford. Ele percorreu as ilhas britânicas e a Bretanha na costa oeste da França e publicou o resultado de suas viagens em um espesso livro que permanece um clássico dos estudos de criptozoologia. Além de documentar o que restava da tradição oral da crença Wentz concluiu que “Podemos postular cientificamente que, diante dos dados da pesquisa a existência dessas inteligências sutis. Se são deuses, gênios, demônios, ou como alega o próprio povo que o descreve fadas legítimas este é um trabalho inconcluso que o futuro nos reserva.”

Como vimos, a influência das fadas em escolas iniciáticas ou em grupos ocultistas se desenvolveu criando-se uma cultura igualmente rica à folclórica, mas focada para um aspecto menos cotidiano: a busca pela sabedoria. Inlfuencidos pelo cristianismo esotérico muitos esotéricos, como a própria Gelder, dividem os seres invisíveis da criação em grupos, os seres superiores seriam os anjos ou devas, que além dos próprios afazeres teriam também a supervisão dos seres “inferiores” em sua lista de tarefas. Então, tomados pela mesma sanha de catalogar e dividir, esses esoteriastas separam os seres invisíveis e os associam com os diferentes quatro elementos da cultura mística ocidental. De acordo com essa divisão as fadas seriam elementais do ar.

Embora com o tempo tenham sido comparadas com anjos, ou colocadas sob sua guarda e sejam vistas em sua maioria como seres benignos que gostam de ajudar as pessoas, uma compilação folclórica sobre costumes em relação a fadas mostram que grande parte do que se sabe a respeito de fadas são maneiras de se proteger se sua magia e sua malícia. Além disso uma crença comum era a de que fadas eram conhecidas por roubar recém nascidos, muitas vezes substituíndo-os por crianças fadas ou outro tipo de criaturas que se assemelhavam ao bebê, mas com o tempo iam revelando sua origem não humana.

No Brasil as fadas também não são desconhecidas, existem várias histórias, algumas até paralelos de contos europeus como o da Cinderela, batizada de Bicho de Palha, onde para fugir dos maus tratos de uma madrasta que se casou com seu pai, um rico comerciante, e possuía uma filha com a sua idade, uma jovem foge de casa e busca viver a vida em outro lugar. Ao passar perto de um rio encontra uma senhora de cara bondosa que a instrui a criar um manto de palha que lhe deixasse à mostra apenas os olhos e buscasse emprego em um castelo, lhe deixando de presente uma vara de condão. Bicho de Palha consegue o emprego e fica no castelo até que o belo príncipe decide se casar e prepara uma festa que durará três dias para escolher a futura esposa. Como todas as mulheres do castelo estão ocupadas se preparando para a festa todo o trabalho sobra para Bicho de Palha, de quem ninguém conhece a identidade. Eventualmente ela apela para a vara de condão e faz suas roupas de palha virarem um belo vestido e ganha seus sapatos de cristal. O resto da história todos conhecem, mas o curioso é que no final da história a velha senhora volta a encontrar ela para pegar de volta sua varinha e Bicho de Palha descobre que ela uma fada. Com o tempo e com a evangelização do pais, a figura da fada foi substituída pela de Nossa Senhora, mas o elemento da magia e da vara de condão permanecem presentes.

As Fadas de Cottingley

Muito do ceticismo atual em torno das fadas se deve a um episódio ocorrido em meados de 1917, o famoso caso conhecido como “As Fadas de Cottingley”. Nele, duas adolescentes inglesas Elsie Wright e Frances Griffiths ganharam fama ao alegar que conseguiram fotografias autênticas de fadas e duendes que habitavam o jardim da casa onde viviam. O caso ganhou atenção internacional, em especial do público espiritualista e foram publicadas no Strand Magazine em 1920. Confira algumas delas abaixo:

  

  

 

As duas primas de Cottingley ganharam um insuspeito advogado quando Sir Arthur Conan Doyle, criador do famoso personagem Sherlock Holmes chegou a escrever um livro The Coming of the Fairies (“A Vinda das Fadas”) para defender a veracidade das mesmas. De fato nenhum especialista até hoje conseguiu qualquer evidência de montagem fotográfica ou manipulação de imagens. Entrevistadas pela BBC muitos anos depois, em 1970 as duas senhoras continuaram defendendo sua história, mas Elsie declarou que “se você pensar seriamente em alguma coisa ela se tornará sólida, real. Acredito que as fadas eram invenção da nossa imaginação” e muitas pessoas viram nisso uma velada confissão de fraude. As suspeitas se confirmaram em 1982 quando numa entrevista a Joe Cooper as primas admitiram que haviam forjado as fotos. Sem nenhum talento para manipulação fotográfica, elas apenas posaram ao lado de recortes de papel.

Presente de Fadas

Independente de sua aparência ou motivação, as fadas são conhecidas por seus presentes. Geralmente após presentear uma pessoa, elas esperam um outro presente em troca, caso não recebam elas infernizam a vida e a calma da pessoa que teve a sorte de receber o que elas tinham para dar. Alguns consideram seus presentes um sinal de boa sorte, outros afirmam que nada que venha de uma fada é coisa boa, e deve ser evitado a qualquer custo e assim desenvolveram uma série de costumes para se afastar fadas, como o uso de amuletos, preces e o Ferro-Frio, que para uma fada é pior do que veneno.

Por outro lado, uma tradição que mostra como presentes de fadas são bem-vindos é a crença na fada-do-dente, disseminada para as crianças, onde os dentes de leite que caem são deixados deaixo do travesseiro para que a fada-dos-dentes o substitua por um doce, uma moeda ou um presente.

Acreditar em Fadas

Se o objetivo das fadas é esconder-se dos humanos nenhum golpe poderia ser mais certeiro. Desde então nenhum crédito científico ou acadêmico foi dado para qualquer relato envolvendo estes seres fantásticos. Se as fadas existirem de fato, estão hoje mais protegidas do que nunca. Porém, para sermos imparciais devemos admitir que  mesmo aquelas pessoas que desejam dar um salto de fé e confirmar a existência delas se deparam com um problema que não é trivial: as tradições sobre as fadas quando consideradas em seu conjunto são complexas e variadas demais para constituírem um todo coerente. Quando lemos a vasta quantidade de relatos pensamos muito mais em divagações da imaginação do que em um misterioso mundo invisível no qual elas habitariam.  De fato, a palavra fairyplain (o mundo das fadas) procede de uma palavra mais antiga fai-erie, que significava mais um estado de encantamento do que um lugar sobrenatural.  No clássico Peter Pan, lemos ludicamente que cada vez que alguém diz “Não acredito em Fadas”, uma fada cai morta no chão em algum lugar.  A título de hipótese talvez as fadas sejam dependentes de nossa imaginação, como sugere esta citação. Não por serem meras crenças, pois os relatos durante toda história nos proibe de achar isso, mas por serem centelhas de inteligências automonas que vivem em nossa imaginação. Vivem em nossa mente tal como as bacterias e microorganismos vivem em nossos corpos físicos e se revelam apenas quando nos tornamos receptivos a elas.

Dossiê de Criptozoologia de Herman Flegenheimer Jr.

[…] Postagem original feita no https://mortesubita.net/criptozoologia/fadas/ […]

Postagem original feita no https://mortesubita.net/criptozoologia/fadas/

Abramelin vs. os Grimórios: A Magia Sagrada substituirá todos os outros sistemas?

 Aaron Leitch

“Todos os livros que tratam de caracteres, figuras extravagantes, círculos, convocações, conjurações, invocações, e outros assuntos semelhantes, mesmo que qualquer pessoa possa ver algum efeito por meio deles, devem ser rejeitados, sendo obras repletas de invenções diabólicas; e vós deveis saber que o demônio faz uso de uma infinidade de métodos para prender e enganar a humanidade. Isto eu mesmo provei, porque quando operei com a verdadeira sabedoria, todos os outros encantamentos que eu havia aprendido cessaram, e eu não podia mais operar com eles…” [Livro a Sagrada Magia de Abramelin o Mago, Livro II, Capítulo 4: “Que o maior número de livros de magia são falsos e vãos”].

A citação acima do Livro de Abramelin levou alguns estudantes a questionar como a Operação se relaciona com outros sistemas de magia, especialmente os grimórios salomônicos. Não pode haver dúvidas de que Abraão, o judeu, está repudiando esses mesmos grimórios em sua diatribe acima – o que com todos os seus personagens e círculos e conjugações. É claro que, como indiquei em meu último blog, não é raro que um grimório se declare imaculado enquanto decodifica todos os outros textos (em grande parte similares) como falsos e diabólicos. Entretanto, o que torna a declaração de Abraão acima única é que ele afirma que a Magia Verdadeira e Sagrada fará com que todos esses outros sistemas deixem de funcionar para você. Isso é verdade?

Na maioria dos casos em que Abraão acrescentou seu próprio comentário à Operação de Abramelin, eu achei necessário levar sua opinião com cautela. As realidades de trabalhar com seu Sagrado Anjo Guardião (SAG) não são muitas vezes tão negras e brancas (ou dualistas) como ele gostaria que fossem. O mesmo é verdade neste caso: a relação entre Abramelin e seu outro trabalho mágico é um pouco mais complexa do que a simples dispensa proferida na citação acima.

Antes de executar (a Operação de) Abramelin, eu havia passado muitos anos aprendendo magia por conta própria. Eu havia passado pelas lições (do livro Modern Magick) de Don(ald Michael) Kraig (eram apenas onze na época) e devorei cada pedaço de material da Golden Dawn em que pude deitar minhas mãos, sem mencionar minha experiência no Neopaganismo/Wicca. Eu tinha, até aquele momento, construído meu próprio sistema pessoal de ocultismo que funcionava muito bem para mim. Então empreendi Abramelin e, com certeza, esse sistema pessoal deixou de ter qualquer relevância para mim. Agora ele está consagrado em meus antigos livros de sombra, reunindo poeira em uma prateleira.

Entretanto, foi depois de Abramelin, e sob a tutela de meu Sagrado Anjo Guardião, que fui levado a estudar outros sistemas. Mais do que qualquer outra coisa, fui levado ao Gnosticismo, ao Xamanismo e a algumas partes do Budismo – tudo o que me foi dito representa (em partes) a verdadeira religião da humanidade. Foi também durante este período que finalmente compreendi os grimórios e os coloquei em uso – novamente com a ajuda de meu SAG. No final, acredito que Abraão estava indo longe demais ao fazer uma declaração tão genérica. Talvez tudo mais tenha parado de trabalhar para ele, mas fui ativamente levado a outros sistemas e áreas de estudo.

No que diz respeito a este assunto, os estudantes também trazem muitos conceitos errados sobre Abramelin e os grimórios salomônicos para a mesa. Onde os grimórios são infames para os procedimentos complexos que se deve seguir para estabelecer contato com os anjos e os espíritos, pensa-se que Abramelin seja muito simplificado. Por exemplo, o Livro de Abramelin instrui a pessoa a fazer uma série de talismãs mágicos, que podem ser mostrados aos espíritos a qualquer momento para (sem palavras) ordená-los a realizar uma tarefa específica. Na verdade, chega ao ponto de dizer que os talismãs não são necessários, e você pode dar instruções aos espíritos através de algumas palavras inteligentemente codificadas durante as conversas com outras pessoas:

“Você deve então compreender que uma vez que aquele que opera tem o poder, não é necessário (em todos os casos) usar símbolos escritos, mas pode ser suficiente nomear em voz alta o nome do espírito, e a forma na qual você deseja que ele apareça visivelmente; porque uma vez que eles tenham prestado juramento, isto é suficiente. Estes símbolos, portanto, devem ser feitos para que você os utilize quando estiver na companhia de outras pessoas; também deve tê-los sobre você, para que ao tocá-los ou manuseá-los simplesmente, eles possam representar seu desejo. Imediatamente, aquele a quem o símbolo pertence lhe servirá pontualmente; mas se você desejar algo especial que não esteja de forma alguma ligado ou nomeado no símbolo, será necessário significar o mesmo, pelo menos mostrando seu desejo por duas ou três palavras. E aqui é bom observar que, se você usar de prudência, muitas vezes poderá raciocinar com aquelas pessoas que estão com você de tal forma que os espíritos, tendo sido previamente invocados por você, entenderão o que eles devem fazer”. [Livro da Sagrada Magia de Abramelin, o Mago, Livro II, Capítulo 20: “Como as Operações devem ser realizadas”].

Com base nestas afirmações, muitos assumem que o método de Abramelin de trabalhar com os espíritos é simples em comparação com os textos salomônicos. Parece não haver conjurações ou procedimentos ritualizados – basta mostrar ao espírito o talismã e dizer uma ou duas palavras.

Entretanto, esta não é uma imagem completa de Abramelin, e que leva os estudantes a assumir que é muito mais simples do que realmente é. Muitos parecem perder uma frase chave na citação acima, onde os espíritos devem ter sido “…invocados de antemão por você”. E caso você pense que isso é simplesmente uma referência à sua invocação original desses espíritos durante a própria Operação, vamos ler o próximo parágrafo do livro:

“Mas quando se trata de um assunto grave e importante, você deve se retirar para um lugar secreto à parte… Lá, dê-lhes sua comissão a respeito do que você deseja que eles executem, o que eles executarão então ou nos dias seguintes”.

Aí você a tem. Ao trabalhar com os espíritos de Abramelin, você tem que encontrar um local privado onde realizar um ritual formal de evocação para chamar os espíritos e dizer-lhes o que você deseja. Só então você pode levar o talismã deles para o mundo e exibi-lo quando você quiser que eles ajam. Eles não ficam ao seu redor 24 horas por dia, 7 dias por semana, na chance de você tirar o talismã deles e acená-lo para o ar.

De fato, o Livro de Abramelin tem muito mais em comum com os textos salomônicos do que se vê pela primeira vez. Em ambos os casos, você recebe métodos elaborados para estabelecer o primeiro contato com os espíritos. Depois que esse contato é feito, fazer mais trabalho com os mesmos espíritos torna-se muito mais fácil (ou seja, o ritual elaborado torna-se desnecessário). O que você vê, por exemplo, na Chave de Salomão não é o procedimento que você usa toda vez que quer falar com esses espíritos.

Eles também são semelhantes, pois se concentram quase inteiramente nesse procedimento de primeiro contato, mas dizem ou pouco (como em Abramelin) ou nada (como na maioria dos textos salomônicos) sobre como trabalhar com os espíritos depois. Em ambos os casos, assume-se corretamente que os anjos ou espíritos estarão lhe ensinando esses detalhes. Assim, o trabalho ritual com os espíritos não está ausente em Abramelin, é apenas que Abraão assume que seu SAG lhe ensinará como fazê-lo, e assim não fornece o ritual em si.

No entanto, ele nos dá muitos procedimentos a serem seguidos. (Se você não tem uma cópia de The Holy Guardian Angel (O Sagrado Anjo Guardião) da Nephilim Press, recomendo fortemente que o faça – especialmente para meu ensaio “After Abramelin (Depois de Abramelin)…”) Há um ritual a seguir se você quiser novos espíritos/talismãs de seu Anjo, e um a seguir se você os quiser dos espíritos menores. As instruções são generalizadas, mas seu Anjo preencherá quaisquer lacunas.

Quanto ao meu uso dos grimórios salomônicos, meu Anjo Guardião também desempenha um papel direto nisso. Ela me ensinou muito do que torna os grimórios utilizáveis. Além disso, sempre que executo qualquer trabalho salomônico, começo abrindo meu Altar de Abramelin e invocando meu SAG antes de tudo. Ela é meu espírito intermediário, que não só me dá permissão para realizar qualquer operação mágica, mas também a facilita e a torna possível. Ah, e Abraão à parte, Ela nunca teve problemas com o meu uso de sigilos e caracteres.

E sim, os espíritos listados em Abramelin são os mesmos que os mesmos espíritos listados em outros grimórios. E, não, o processo de contato e trabalho com eles não é essencialmente diferente dos outros grimórios. A diferença é que outros grimórios lhe dão instruções passo a passo, enquanto o Livro de Abramelin deixa os detalhes para o SAG ensinar-lhe, diretamente ou conduzindo-o a fontes de conhecimento já existentes.

Em minha experiência, meu Anjo Guardião nunca tratou meu trabalho com Ela[1] como se ele existisse dentro de algum tipo de vácuo Abramelin. Ela me levou a muitas fontes de sabedoria não-Abrameliniana. Afinal, é a Verdadeira e Sagrada Sabedoria que Ela está ensinando, e que existe espalhada pelas perseguições espirituais da humanidade. Como na maioria dos grimórios, o Livro de Abramelin só se preocupa em fazer você passar pela porta para iniciar uma jornada muito maior.

Tenha uma boa viagem, Aspirante!

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Nota:

[1] Aaron Leitch identifica o seu Sagrado Anjo Guardião (SAG) como sendo feminino, de modo que no original em inglês ele se refere ao SAG pelo pronome inglês “She”, que em português significa “Ela”, como na seguinte frase do texto: “In my experience, my Guardian Angel has never treated my work with Her (Ela) as if it existed within some kind of Abramelin vacuum. She (Ela) has led me to many founts of non-Abramelin wisdom. After all, it is the True and Sacred Wisdom that She (Ela) is teaching, and that exists scattered throughout mankind’s spiritual pursuits. As with most grimoires, the Book of Abramelin is only concerned with getting you through the doorway to begin a much larger journey.”

Tradução: “Em minha experiência, meu Anjo Guardião nunca tratou meu trabalho com Ela como se ele existisse dentro de algum tipo de vácuo Abramelin. Ela me levou a muitas fontes de sabedoria não-Abrameliniana. Afinal, é a Verdadeira e Sagrada Sabedoria que Ela está ensinando, e que existe espalhada pelas perseguições espirituais da humanidade. Como na maioria dos grimórios, o Livro de Abramelin só se preocupa em fazer você passar pela porta para iniciar uma jornada muito maior.”

Não traduzi o SAG (HGA) de Aaron Leitch  como Sagrada Anja Guardiã, devido ao fato de que, no Brasil, o SAG é amplamente conhecido como Sagrado (ou Santo) Anjo Guardião.

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Por Aaron Leitch, autor de vários livros, incluindo Secrets of the Magickal Grimoires (Segredos dos Grimórios Mágicos), The Angelical Language Volume I and Volume II (A Linguagem Angélica Volume I e Volume II), e o Essential Enochian Grimoire (Grimório Enoquiano Essencial).

Fonte: https://www.llewellyn.com/blog/2015/8/abramelin-vs-the-grimoires-will-the-sacred-magic-replace-all-other-systems/

COPYRIGHT (2015) Llewellyn Worldwide, Ltd. All rights reserved.

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Texto adaptado, revisado e enviado por Ícaro Aron Soares.

Postagem original feita no https://mortesubita.net/alta-magia/abramelin-vs-os-grimorios-a-magia-sagrada-substituira-todos-os-outros-sistemas/

Criação de Sistemas na Chaos Magick

Peço desculpas por lançar um livro de caoísmo tão seguido do outro. Quis aproveitar que eu estava com tempo para escrevê-lo, e também porque achei importante acrescentar neste informações que não constavam no meu primeiro livro de MC: Agracamalas, O Grimório das Casas.

Em Agracamalas eu apresento um sistema mágico criado por mim, que possui diversas aplicações, especialmente visualizações que promovem efeitos mágicos diversos. Já a proposta do Grimório da Insolência é ser um guia para que você mesmo crie o seu sistema. Afinal, a Magia do Caos é sobre isso: que você mesmo desenvolva seus próprios feitiços e mundos (o que é diferente da magia eclética, que mistura sistemas preexistentes).

E como se faz? Primeiro é bom você ter alguma base de magia tradicional, embora, como diz Phil Hine, você possa encontrar inspiração mágica em muitos outros lugares. Ele mesmo afirma que aprendeu mais sobre magia em outros tipos de livros do que propriamente em livros de ocultismo. Aqui vai um pensamento interessante de Hine:

“Há um equívoco comum de que antes de praticar magia apropriadamente, você tem que ter lido um monte de livros. Enquanto não há nada errado em ler amplamente sobre magia, isso pode levar a problemas. Um deles é que você passa tanto tempo lendo que nunca chega a tentar nada por si mesmo. Outro é que você pode inconscientemente adquirir todos os tipos de opiniões/limitações sobre o que você pode ou não pode fazer a partir deles”

Na MC você é incentivado a realizar suas próprias experiências e anotar os resultados, utilizando o que funciona para você e descartando o que não lhe serve. Para descobrir isso, nenhum livro será melhor do que a experiência própria. E para atuar livremente com uma magia totalmente sua, nada melhor do que desenvolver um sistema mágico fortemente seu do que utilizar algo já pronto.

Eis uma boa colocação de Stephen Mace:

“Nós trabalhamos como deuses para criar nossos próprios universos, de acordo com nossas vontades, ao invés de brincar com os detalhes da criação de Outro Alguém, numa patética tentativa de ganhar um pouco de vantagem”.

A criação de sistemas trabalha com alguns truques da mente humana para promover resultados deliciosos, muitas vezes difíceis de alcançar com sistemas já prontos. Você realiza os ajustes, tornando-se o arquiteto do seu universo.

Alguns leitores do Agracamalas estranharam a proposta exótica do livro e seu formato incomum, repleto de metáforas artísticas. No Grimório da Insolência prezamos uma maior clareza e objetividade de informações, apresentando importantes conceitos da Magia do Caos, que prometem agradar tanto caoístas iniciantes como avançados. Por ser um livro pequeno, foquei-me nas dicas para você montar os seus sistemas, mostrando apenas alguns exemplos. Em compensação, comento brevemente alguns outros escritos meus, que pretendem demonstrar essa aplicação criativa de forma mais intensa e abrangente.

Quem quiser saber mais sobre Magia do Caos ou busca dicas de livros de caoísmo para ler, sugiro checar algumas resenhas que fiz nesse link.

Não é fácil escrever um livro de ocultismo e lidar com as críticas. Tenho a certeza de que esse livro não está perfeito, nunca irei chegar à perfeição e não a busco. No entanto, eu espero que este livro possa ajudar algumas pessoas e torço para que muitos continuem apoiando a produção nacional de material de caoísmo, para que possamos ter cada vez mais escritores dessa linha de magia no nosso país.

Confira também o Liber PPP de Ian Morais, mais um livro brasileiro de Magia do Caos!

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/cria%C3%A7%C3%A3o-de-sistemas-na-chaos-magick

Resultados da Hospitalaria – Março 2010

Desculpem o atraso para postar, era para este post ter ido ao ar dia 5, mas com o projeto Mayhem e depois a bagunça no site, acabou atrasando tudo. Os que pediram Mapas no começo de abril estão atrasados, tenham um pouquinho mais de paciência que devo pegar os nomes/Sigilos este final de semana.

Em Fevereiro tivemos 25 mapas e 18 sigilos.

Entidades auxiliadas este mês:

– Creche Santo Antonio de Caraguatatuba

– Associação das Mães Solteiras da Vila Papirus

– Caixa de AMRA da AMORC Barueri

– APAE (Sumaré)

r. Salvador Lombardi neto, 630

– ICI-RS – Instituto do Câncer Infantil – RS

R. Francisco Ferrer, 276 – Bairro Rio branco – Porto alegre
http://www.ici-rs.org.br/

– Centro Espírita Nosso Lar – Casas André Luiz
http://www.andreluiz.org.br

– Instituição “Asas Brancas”
http://adhemaralmeida.sites.uol.com.br/asasbrancas/

– Federação de Resistência da Cultura Afro-Brasileira (FRECAB)

– Hospitalaria da Loja Aleister Crowley, 3632

Tivemos 2 doações de Sangue…

E pretendemos continuar o projeto de Hospitalaria. Quem estiver a fim de participar, é só seguir as instruções e pegar seu Mapa Astral ou Sigilo Pessoal via o TdC.

Quem puder ajudar, especialmente no RJ, as doações de sangue para a fundação Pró-Sangue e outras (na mesma proporção: 2 doações para mapa ou sigilo, 3 para mapa+sigilo) continuarão valendo!

#Hospitalaria

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/resultados-da-hospitalaria-mar%C3%A7o-2010

Carta de Brasília

Ao final do Fórum de Brasília, foi redigida a “Carta de Brasília”, um documento onde os ufólogos dão como certa a existência de discos voadores, sua origem extraterrestre, bem como sua atividade no planeta Terra desde os primórdios da humanidade. Nesta carta, os participantes do fórum afirmam ter conhecimento dos programas secretos do governo brasileiro de pesquisa de Objetos Voadores Não Identificados e solicitam a abertura ao público dos arquivos oficiais brasileiros sobre o tema.

Brasília (DF), Brasil, 14 de dezembro de 1997

Os ufólogos brasileiros e estrangeiros, de 19 nações, de todos os continentes, reunidos no Primeiro Fórum Mundial de Ufologia, no período de 07 a 14 de dezembro de 1997, no Parlamento Mundial da Fraternidade Ecumênica, Parlamundi da LBV, em Brasília, Brasil, vêm à presença do Ministro da Aeronáutica Brasileira apresentar os seguintes fatos:

1 – Que é de conhecimento geral que o Fenômeno UFO, representado pelas constantes visitas de veículos espaciais ao nosso Planeta Terra, é genuíno e assim tem sido confirmado independentemente por ufólogos civis e autoridades militares de todo o mundo, nos últimos 50 anos.

2 – Que tal fenômeno já teve sua origem plenamente identificada como sendo extraterrestre e que os veículos que nos visitam tão insistentemente provêm de civilizações tecnologicamente mais avançadas que a nossa, mas que coexistem conosco no Universo.

3 – Que tais civilizações encontram-se num processo contínuo de aproximação da Terra e de nossa civilização planetária. Igualmente, essas civilizações, em suas manobras, na maioria absoluta das vezes, não demonstram hostilidade para conosco.

4 – Que as visitas de tais civilizações extraterrestres à Terra têm aumentado, gradativamente, nos últimos anos, segundo comprovam as estatísticas nacionais e internacionais, tanto em quantidade quanto em profundidade e intensidade.

5 – Que é urgente que se estabeleça um programa oficial de conhecimento, pesquisa e respectiva divulgação pública do assunto, de forma a esclarecer a população brasileira a respeito da inegável e cada vez mais crescente presença extraterrestre na Terra.

Assim, considerando atitudes assumidas em vários momentos da História, por países que já reconheceram a extensão do problema, como por exemplo o Chile, há algumas semanas, respeitosamente recomendamos que o Ministério da Aeronáutica da República Federativa do Brasil, ou algum de seus organismos, a partir deste instante, formule uma política apropriada para se discutir o assunto, nos ambientes, formatos e níveis considerados necessários.

A comunidade ufológica brasileira, neste ato representada pelos estudiosos nacionais abaixo assinados, com total apoio da comunidade ufológica mundial, também signatária deste documento, deseja oferecer voluntariamente seus conhecimentos, seus esforços e sua dedicação para que tal procedimento venha a tornar-se realidade e que tenhamos o reconhecimento imediato do Fenômeno UFO.

Como marco inicial deste processo, que simbolize uma ação positiva por parte de nossas autoridades, a comunidade ufológica brasileira respeitosamente solicita que o referido Ministério abra seus arquivos referentes a pelo menos dois episódios específicos e marcantes de nossa pesquisa ufológica:

(a) a Operação Prato, conduzida pelo Primeiro Comando Aéreo Regional (Comar), de Belém (PA), entre setembro e dezembro de 1977, que resultou em volumoso compêndio que documentou com mais de 500 fotografias e inúmeros filmes a movimentação de UFOs sobre a Região Amazônica, da forma como foi confirmado pelo coronel Uyrangê Bolívar Soares de Hollanda Lima;

(b) a maciça casuística ufológica ocorrida em maio de 1986, sobre os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo, entre outros, em que mais de 20 objetos voadores não identificados foram observados, radarizados e perseguidos por caças a jato de nossa valorosa Força Aérea, segundo afirmou o próprio ministro da Aeronáutica à época, brigadeiro Octávio Moreira Lima.

Absolutamente conscientes de que nossas autoridades civis e militares jamais se descuidaram da situação, que tem sido monitorada com maior ou menor grau de interação ao longo das últimas décadas, sempre no interesse da segurança nacional, julgamos que a tomada da providência acima referida solidificará o início de uma próspera e proveitosa parceria.

Atenciosamente,

Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU)
Ademar José Gevaerd

Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores (CBPDV)
Claudeir Covo

Instituto Nacional de Investigação de Fenômenos Aeroespaciais (INFA)
Marco Antonio Petit

Associação Fluminense de Estudos Ufológicos (AFEU)
Rafael Cury

Núcleo de Pesquisas Ufológicas (NPU)
Reginaldo de Athayde

Centro de Pesquisas Ufológicas (CPU)
Ubirajara Franco Rodrigues

Instituto Ubirajara Rodrigues S/C (IUR)

Comunidade Ufológica Brasileira

Ademar Eugênio de Mello (SP)
Ana Maria dos Santos (BA)
Antonio Faleiro(MG)
Basílio Baranoff (SP)
César Pereira Vanucci (MG)
Chica Granchi (RJ)
Cláudio Pamplona(CE)
Edwaldo Gomes Silva Jr. (SP)
Elias Seixas (RJ)
Emanuel Paranhos (BA)
Eustáquio Andréa Patounas (SC)
Geraldo Simão Bichara (MG)
Haroldo Westendorff (RS)
Hernán Mostajo (RS)
Irene Granchi(RJ)
José Luiz L. Martins (PA)
Luciano Stancka e Silva (SP)
Manoel Gilson Mitoso (AM)
Oscar Alberto Romero (BA)
Pedro Paulo Cunha Filho (DF)
Ricardo Varela Corrêa (SP)
Roberto Affonso Beck (DF)
Romio Cury (PR)
Wilson G. de Oliveira (DF)

Comunidade Ufológica Internacional

Alexandr Balandine (Rússia)
Barry Chamish (Israel)
Boris Chourinov (Rússia)
Budd Hopkins (Estados Unidos)
Colin Andrews (Inglaterra)
David Jacobs (Estados Unidos)
Derrel Sims (Estados Unidos)
G.C. Shellhorn (Estados Unidos)
Gábor Tarcali (Hungria)
Gildas Bourdais (França)
Giorgio Bongiovanni (Itália)
Glennys Mackay (Austrália)
Graham Birdsall (Inglaterra)
Jaime Maussan (México)
James Courant (Estados Unidos)
James Hurtak (Estados Unidos)
Jesse Marcel Junior (Estados Unidos)
Jorge Alfonso Ramirez (Paraguai)
Leonard Sprinkle (Estados Unidos)
Mário Dussuel Jurado (Chile)
Maurizio Baiata (Itália)
Michael Hesemann (Alemanha)
Michael Lindemann (Estados Unidos)
Pablo Villarrubia Mauso (Espanha)
Roberto Pinotti (Itália)
Rodrigo Fuenzalida (Chile)
Sun-Shi Li (China)
Timo Koskeniemmi (Finlândia)
Wendelle Stevens (Estados Unidos)
Yvonne Smith (Estados Unidos)

[…] Postagem original feita no https://mortesubita.net/ufologia/carta-de-brasilia/ […]

Postagem original feita no https://mortesubita.net/ufologia/carta-de-brasilia/

Explicando o Tarot dos Vampiros

O Tarot dos Vampiros, publicado no Brasil pela editora Madras, traz uma visão interessante sobre os Arcanos do tarot. Ele parte da proposta de como seriam os arcanos se eles tivessem sido criados por vampiros. Lorde A, organizador da “RedeVamp”, me convidou para explicar simbolicamente cada um dos Arcanos.

Vale a pena assistir, especialmente quem já fez os cursos de Tarot, para acompanhar as nuances de cada modificação feita por Davide Corsi.

O Encontro do Tarô dos Vampiros, desde 2011 é um evento mensal que congrega apreciadores do Tarô, de vampiros na cultura pop e também no Fashionismo e Cosmovisão. A entrada é a doação de 1kg de ração de cão ou gato que são doadas para ongs que cuidam de animais abandonados no centro velho de SP.

#Tarot

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A Ordem Illuminati

A Ordem Illuminati é uma associação animada por dois princípios: igualdade e justiça. Toda manifestação é baseada nestas duas premissas que são geradoras de luz para a humanidade.

A Ordem se propõe a levar o mundo a uma Nova Ordem Mundial e para isso conta com as forças motrizes da sociedade como um todo, independente de ideologias e religiões. Nossa união é baseada nos mais puros princípios morais, sem esquecer os ensinamentos dos grandes mestres de todos os tempos. Todo iluminado é formado de modo a oferecer o máximo de si, para todos. Sua única vinculação é com a verdade inscrita no templo chamado Natureza.

O mundo em sua atual conjuntura está moralmente falido e socialmente desajustado. Nestas condições somente pode haver guerra, terrorismo e fome, pois os valores fundamentais foram esquecidos. O mundo antes de tudo precisa de ajuda. Não é aceitável que seres humanos assemelhen-se a animais. Os fatores obsoletos desse mundo antigo e decadente devem ser destruídos. Os iluminados podem ajudar e o querem. A felicidade de todos é sua meta, independente de raças ou religiões.

A política, a religião e o estado devem estar a serviço do homem. Não é o homem servo do estado ou da religião; é a religião e o estado servos do homem. A máquina pública deve estar a serviço da igualdade. Justiça e governo devem se equilibrar para gerar a sociedade perfeita. O poder deve ser gerido com responsabilidade, ele é recebido do povo. Numa sociedade igualitária poder a autoridade são sinonimos de pessoas que servem.

A prosperidade deve ser estendida a todos, e todos devem ter acesso aos avanços sociais e tecnológicos. É necesário agir nesta justa distribuição. As palavras nada valem quando não acompanhadas da ação. A ação deve se ajustar as leis universais, ser sua colaboradora. Equilíbrio e igualdade são leis.

Unindo-nos, realizaremos mais. Os grupos que trabalham pela mudança são realmente iluministas num lato sentido de palavra. São focos de luz; geram a luz e trabalham na luz. Nada no tempo e no espaço é inútil. Avançar é preciso. Todos trabalhando, juntos ou individulamente, podemos muito. Todo trabalho é importante, seja a nível científico, nas lutas sociais, políticas ou economicas.

Confiamos na Humanidade e nos seus valores tradicionais, como família, caráter e honra. Seguiremos amparados pelos fatores elevados da luz, e pela nossa crença na vitória do bem. Levaremos adiante nosso projeto de sociedade perfeita. O mundo segue a ação e despreza a inércia. Atingiremos por essa ação e pesquisas um alto grau desenvolvimento espiritual e material. O novo mundo nasce. A Nova Ordem é estabelecida.

História

A Ordem Illuminati foi fundada por Gabriel López de Rojas em Barcelona (Espanha), na primavera de 1995, após contatar em 1994 com dois membros dos Illuminati dos Estados Unidos.

A Grande Loja de Barcelona ergueu colunas em outubro do mesmo ano, após uma viagem ao País Cátaro do fundador e de Rosa Hernández (Soror África). Na viagem, foram comprados objetos e vestimentas ritualísticas para o trabalho na Grande Loja de Baphomet.

Os primeiros anos de existência da Ordem Illuminati (1995-1999) serviram para que seu fundador elaborasse o Rito Operativo dos Iluminados de Baviera e tendo em vista melhorar a infraestrutura da organização. Em julho de 1999, a Ordem Illuminati tinha alguns poucos afiliados na Espanha, em Barcelona, Madrid, Valladolid e Santa Cruz de Tenerife.

Em junho de 1999, a Ordem Illuminati e a OTO se viram envoltas em uma montagem do Poder conservador espanhol repleto de mentiras, recorrendo aos meios de comunicação.

Ainda que, a principio, tudo parecia indicar que os conservadores podiam conseguir o objetivo de causar danos à Ordem Illuminati e à outra ordem, a publicidade que os meios de comunicação deram à montagem e a prisão do fundador da Ordem Illuminati provocaram que ocorresse tudo o contrário e que a Ordem Illuminati se estendesse e incrementasse espetacularmente seu número de afiliados na Europa, América e África, durante os anos seguintes.

Entre os anos 2000 e 2004, a Ordem Illuminati iniciou um crescimento rápido a nível internacional, chegando aos seguintes países: Portugal (março de 2001), Equador (maio de 2001), Bolívia (maio de 2001), Brasil (maio de 2001), Porto Rico (maio de 2001), Honduras (junho de 2001), Estados Unidos (junho de 2001), México (julho de 2001), Colômbia (dezembro de 2001), Chile (fevereiro de 2002), Cuba (maio de 2002), Uruguai (maio de 2002), Panamá (maio de 2002), Venezuela (junho de 2002), Guatemala (julho de 2002), Perú (agosto de 2002), Argentina (outubro de 2002), Alemanha (Novembro de 2002), Itália (março de 2003), Inglaterra (março de 2003), Costa de Marfil (novembro de 2003).

Hoje, a Ordem Illuminati tem mais de 250 membros em todo o mundo, uma central internacional em Barcelona (Espanha), assim como diversos capítulos (lojas) em vários continentes. Ademais, possui uma editora de livros (Ediciones G), uma revista especializada (Baphomet) e o reconhecimento de outras muitas instituições e organizações internacionais.

O Rito

A Ordem Illuminati é uma ordem paramaçônica, herdeira dos Illuminati de Baviera de Adam Weishaupt, fundada em 1º de maio de 1776. Denomina-se paramaçônica, porque não assume os Landmarks (normas) conservadoras da Maçonaria atual, porém tem uma tradição maçônica.

Os Landmarks da Ordem Illuminati são seus Mandamentos e o Liber Zion, revelado por Baphomet a Gabriel López de Rojas nos anos 1999-2000.

A Ordem Illuminati transmite seus ensinamentos e iniciações por meio do Rito Operativo dos Iluminados de Baviera de treze graus, elaborado por Gabriel López de Rojas no período 1995-2000. O Rito ou Sistema de treze graus da Ordem Illuminati se nutriu dos graus do Rito dos Iluminados de Baviera, elaborado por Adam Weishaupt e Adolf von Knigge no século XVIII; do Rito Escocês Antigo e Aceito de 33 graus; e da experiência iniciática de López de Rojas em várias vias tradicionais de iniciação como a Cabala.

Os treze graus do Rito Operativo dos Iluminados de Baviera são:

– Noviciado (Iº);

– Iluminado Minerval (IIº);

– Iluminado Menor e Iluminado Maior (IIIº);

– Cavaleiro Maçom (Aprendiz IVº, Companheiro Vº e Mestre VIº);

– Iluminado Dirigente (Soberano Príncipe da Rosacruz VIIº, Cavaleiro Kadosh VIIIº e Soberano Grande Inspetor Geral IXº);

– Sacerdote Iluminado (Xº)

– Príncipe Iluminado (XIº);

– Mago Filósofo (XIIº)

– Homem Rei (XIIIº).

O Rito Operativo dos Iluminados de Baviera dá importância aos pilares fundamentais da iniciação (vontade, coerência, ordem, despertar da consciência e o Deus Interior); às vias tradicionais de iniciação (Yoga, Tantra, Cabala, Simbolismo, Alquimia), com as quais se culmina a mesma; e à capacidade dos iniciados, nos altos graus, de transformar a si mesmos na própria divindade, no andrógino divino e alquímico, para assim poder transformar toda a realidade que os envolve, sempre buscando um mundo mais justo e livre.

Em dito Rito ou Sistema, ademais, é importante a figura do Deus da Luz, Baphomet. Sobre ele, devemos ter uma idéia básica: somente com Baphomet a iniciação é completa. Com os deuses escravisadores e seus “grilhões”, o trabalho iniciático está “castrado” e a iniciação completa não é possível.

Essa ordem existe hoje? Por o que mais vemos são divulgação de Iluminattis no facebook e se existe qual a séria e como fazer contato com ela? Ela prioriza os ricos?

[…] Postagem original feita no https://mortesubita.net/sociedades-secretas-conspiracoes/a-ordem-illuminati/ […]

Postagem original feita no https://mortesubita.net/sociedades-secretas-conspiracoes/a-ordem-illuminati/

Como Nasce um Fantasma

Seria o fantasma uma aberração da natureza?  Esta é uma questão relativa: ora, tudo o que acontece, se acontece, é porque a Natureza permite que aconteça e, portanto, necessariamente, é natural. Todavia, pode-se argumentar que a existência na condição de fantasma não é a regra geral para os Espíritos que também podem ser chamados Egos inferiores, Egos condicionados ou personalidades desprovidos de corpo físico terreno; isto porque a condição ontológica ideal [estado de Ser] para a experiência de vida na Terra é a condição de Ser encarnado. Para viver na Terra um Espírito deve estar em integração ótima com um corpo físico de matéria terrena; corpo adequado para as condições existenciais deste planeta do ponto de vista anatômico, químico e físico ou seja, uma estrutura corpórea constituída basicamente de carbono e água, baseada em suporte celular organizados em “tecidos” ósseos-esqueléticos-cartilaginosos e musculares.

O fantasma, sendo um desencarnado existindo entre encarnados está, sem dúvida, deslocado do ambiente próprio à sua condição e, por isso, ser fantasma é uma anomalia, no mínimo, um desajuste. Se o individuo morreu para o mundo-Terra e, no entanto, continua existindo no plano físico deste planeta, alguma coisa errada ocorreu no processo de passagem desta para outra… condição de vida-existência; algo que mantém aquele indivíduo “preso” a um lugar que não é ideal para o seu estado de Ser. Por isso, a manifestação dos fantasmas é vista, por muitos estudiosos da Ciências Ocultas, quase sempre, como um fato negativo. O fantasma não deveria estar aqui! ─ e diferentes povos possuem métodos-rituais para despachar estas entidades, em definitivo, para o “outro mundo” ou dimensão cósmica-existencial à qual eles pertencem

Os manifestações dos fantasmas são, assim, consideradas, um distúrbio da Natureza porque as razões que que mantêm um Espírito desencarnado entre viventes terrenos, em geral, não são nada boas: é ponto pacifico nas mais diversas crenças, sejam evoluídas ou primitivas, que fantasmas são espíritos insatisfeitos, preocupados e/ou atormentados; foram pessoas que morreram em circunstâncias sofridas e/ou inesperadas:

  • mortes súbitas [por fatalidade do destino, acidentes, por exemplo, ou falência inesperada de órgãos vitais, com ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral]. Situações que provocam um grande susto, surpreendem o Espírito, gerando confusão na percepção da própria condição de desencarnado e, muitas vezes, frustração por ter deixar tarefas inacabadas;
  •  morte súbitas trágicas. São casos clássicos: assassinados, suicidas. Permanecem no orbe movidos por sentimentos negativos: vingança, ressentimento, remorso, culpa.
  •  mortes preocupadas, quando o espírito está apegado a problemas deste mundo e acredita que precisa resolvê-los [ao invés de deixar a aporrinhação para os viventes terrenos]: são segredos não revelados, dívidas que arruinarão a família, sentimentos de dever em relação a parentes, amigos e até em relação à pátria. Existem muitos relatos de “fantasmas-da-botija” [no Brasil] e fantasmas de tesouros. Não têm sossego enquanto não conseguem “desenterrar” a riqueza um dia tão bem guardada e que, para o fantasma, já não serve para nada.
  •  existem aqueles que permanecem presos por afeições desmedidas a pessoas e lugares onde viveram momentos felizes que não querem deixar para trás; outros, ligados ao mundo pelos vícios prazerosos da carne, álcool, drogas, comida, sexo.
  •  e, finalmente, os fantasmas dos condenados, que expiam faltas graves, caso dos assassinos, que temem a dimensão ontológica do post mortem dos criminosos, o inferno ou Umbral dos Espíritas, onde acredita-se, padecerão inúmeros desconfortos e/ou torturas até que tenham sido purificados das maldades perpetradas. È a “lei da gravidade noética [espiritual]”: consciência pesada puxa o sujeito para baixo… muito baixo.

Por isso fantasmas são ditos “espíritos apegados”; prisioneiros da realidade mundana, não conseguem “ir”, seja para a treva, seja para a luz, não seguem o curso normal de sua existência pós-desencarnação.

por Ligia Cabús

[…] Postagem original feita no https://mortesubita.net/espiritualismo/como-nasce-um-fantasma/ […]

Postagem original feita no https://mortesubita.net/espiritualismo/como-nasce-um-fantasma/

Resultados da Hospitalaria – Fev/Mar 2009

Salve,

Não tenho palavras para agradecer o empenho dos fraters e sororers que me ajudaram a confeccionar os mapas e sigilos pro pessoal do blog, bem como a ajuda que conseguimos arrecadar graças a esta “promoção”.

Ao todo, em Fevereiro e março, foram 76 mapas e 62 sigilos.

Confira abaixo as Entidades auxiliadas:

– Cantinho Mei Mei
http://www.cantinhomeimei.com.br/

– Casa do Menor Santo Amaro do Grossarl

R. Padre Chico, 308 – Santo Amaro

– Casa dos Sábios
http://www.casadossabios.com.br

– Centro Espírita Fraterna
http://www.fraterna.org.br/index.htm

– Centro Espírita de Comunicações Ultraterrenas

– Federação de Cultura Afro-Brasileira (FECAB)

– Hospitalaria da 5a regional GOSP
http://www.redecolmeia.com.br/mason/beneficencia.htm

– Igreja Sagrado Coração de Jesus (PoA)

– Pastoral do Menor – SP

– Programa de Caridade da Loja Rosacruz AMORC – Santana

– Programa de caridade da Loja Rosacruz AMORC – Tatuapé

– Programa de Caridade da SCA (Sociedade das Ciências Antigas)

– Programa de Doações do GOB-SP

As doações em dinheiro dos leitores foram usadas para comprar material escolar, remédios, material de limpeza, material de fisioterapia e brinquedos em algumas das instituições acima. Também auxiliamos na reforma do asilo “Lar Nossa Senhora da Conceição” através da Hospitalaria da 5a região – GOSP (Grande Oriente de São Paulo).

Anunciamos que a campanha vai continuar enquanto tivermos gente disposta a ajudar, e quem quiser ainda pode ter o seu Mapa Astral ou Sigilo Pessoal via o TdC.

#Hospitalaria

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/resultados-da-hospitalaria-fev-mar-2009

Resultados da Hospitalaria – Julho 2009

Ao todo, em Julho, foram 21 mapas e 16 sigilos. Acho que já temos leitores o suficiente com o mapa e sigilo para começar a postar exercícios mais práticos.

Entidades auxiliadas este mês:

– “Seara Espírita, Aprendizes do Evangelho”, em Campinas

– Grupo de assistência à criança com câncer (GAAC) – São José dos Campos
http://www.gaac.com.br

– APAE de Leme
http://apaeleme.org.br/

– Hospital de Caridade de Crissiumal.

Seu blog é http://www.hccrissiumal.com.br/

– Instituto Beneficiente “Viva a Vida”.

– Fundação Espírita Allan Kardec, de Juiz de Fora
http://www.feak.org/feak/

– Instituição “Asas Brancas”
http://www.asasbrancas.com.br

– Educandário Lar do Caminho

Via de Acesso Professor Paulo Donato Castellani, s/n- Jaboticabal-SP

– Federação de Resistência da Cultura Afro-Brasileira (FRECAB)

– Hospitalaria da 5a regional GOSP
http://www.redecolmeia.com.br/mason/beneficencia.htm

E pretendemos continuar o projeto de Hospitalaria. Quem estiver a fim de participar, é só seguir as instruções e pegar seu Mapa Astral ou Sigilo Pessoal via o TdC.

#Hospitalaria

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/resultados-da-hospitalaria-julho-2009