Matrix – o Deserto do Real

Para começarmos a entender Matrix, é fundamental que façamos a pergunta essencial do filme: O que é a Matrix? Nas telas do cinema, Matrix é um mundo de sonhos gerado por computador, o qual, por meio de uma realidade virtual, simula o nosso mundo como é hoje.

O fenômeno Matrix pode ser compreendido, se considerarmos as influências dos temas que aparecem, direta ou indiretamente, no roteiro do filme. Citarei alguns exemplos: distopia, esperança, filosofia, 1984 de George Orwell, artes marciais, cybercultura, agentes secretos, conspirações, romance, Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll, messianismo, mitologia grega e céltica, Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, ficção científica e assim por diante.

Poderia começar pelo messianismo — crença na vinda do Salvador, Jesus, Messias, Buda, Krishna, Noé, rei Artur… Mas começarei pela Filosofia, que, segundo o Aurélio: Filosofia 1. é o estudo que visa a compreensão da realidade, no sentido de aprendê-la na sua totalidade; 2. Razão; Sabedoria.

Vamos a Matrix! Morpheus tem aspectos diferentes; algumas vezes o relaciono com o “Mestre” da Grande Fraternidade Branca, que tem de ensinar o seu discípulo, Neo, a vencer a ilusão (Maya) para, desta forma, enfrentar a Matrix. Para que isso aconteça, Neo tem de transformar-se em Mestre. E é por meio dos softwares (programas) que começa seu aprendizado.

Por outro lado, Morpheus é um deus da mitologia grega, filho da noite e do sono, deus dos sonhos, filho de Hypnos. Deus que proporciona o repouso necessário ao homem fatigado para que este possa, por meio dos sonhos, libertar o adormecido de seus pesares.

Em sua missão, Morpheus leva Neo para conhecer o “Oráculo”, que logo lhe mostra a frase “Conhece-te a ti mesmo”, que no Templo de Delfos assim aparece inscrito: “Conhece-te a ti mesmo e conhecerás o Universo e os deuses.”.

Pítia (ou pitonisa) era um “título” muito antigo e designava a sacerdotisa de Apolo que, no Oráculo de Delfos, entrava em transe para receber as profecias e as respostas do deus. O nome, talvez relacionado ao antigo nome de Delfos, Pitô, remonta, provavelmente, à época em que o oráculo era consagrado à Gaia e guardado pela serpente Píton, morta por Apolo.

No interior do santuário, a pergunta do consulente era então transmitida à Pítia que, sentada sobre a trípode sagrada e com um ramo de loureiro (um dos atributos de Apolo) nas mãos, inalava os vapores de uma fenda, entrava em êxtase e transmitia a resposta de Apolo. A profecia, sempre enigmática e ambígua, era registrada pelos demais sacerdotes, interpretada por eles entre versos hexâmetros.

A cidade de Delfos fora consagrada a princípio à Terra, em seguida a Têmis (justiça), depois a Febe (a Lua mediadora), por fim a Apolo, o deus solar, o verbo solar, a palavra universal, o grande mediador, o Vishnu dos hindus, o Mithras dos persas, o Hórus dos egípcios, o Logos da Teosofia.

Aliás, Logos significa “espírito”, “razão” ou “linguagem”. Na Bíblia, o Logos aparece no Evangelho de João, no qual é traduzido como “Verbo”, e é um dos atributos de Deus: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”. Os gnósticos interpretavam o Logos como uma denominação do verdadeiro Deus. Durante uma visão, o líder gnóstico Valentino viu o Logos sob a forma de um menino não muito diferente do órfão que fala a Neo a respeito da colher em Matrix. No Gnosticismo, o Arquiteto assemelha-se ao Demiurgo, um deus falso. Os gnósticos acreditavam que todos viviam em um mundo material e que despertaríamos para a realidade verdadeira.

Matrix também nos faz lembrar de Sócrates, esse sábio que mudou o panorama da Filosofia e da humanidade, fundador da ética ou filosofia moral. Por sua causa, as pessoas passaram a se interessar e a estudar, não apenas a realidade exterior, mas a interior.

Sócrates, em sua época, também procurou o “Oráculo”, e este vaticinou ser ele o homem mais sábio dos homens. Todas as pessoas achavam isso, menos Sócrates. No filme, todos acham que Neo é o “Escolhido”, menos ele.

Para Sócrates, a sabedoria consiste no reconhecimento da própria ignorância, o que envolve o abandono de idéias preconcebidas. Isso tem uma profundidade imensa. As pessoas não questionam, são ignorantes (não conhecem). Elas buscam um caminho um tanto controverso, sem nenhum fundamento, baseiam-se em livros sem começo e sem fim, de autoria desconhecida e com traduções duvidosas.

Em Matrix, algumas coincidências com as religiões são fáceis de serem percebidas. A ligação de Neo com o Messias é óbvia, tanto em sua ressureição como nas profecias da vinda do Salvador, que é preparada por Morpheus (na Bíblia, por João Batista); Nabucodonosor é a nave com o mesmo nome do rei babilônico responsável pela destruição do Templo de Jerusalém; na nave de Matrix existe a inscrição Mark III nº 11, em referência ao Evangelho de Marcos 3:11, que diz: “E quando os espíritos impuros o viam, se jogavam gritando: ‘Tu és o Filho de Deus’”.

Já que mencionei o número 11, voltemos ao início do filme, quando deixa gravado na tela por alguns instantes o número 506, que em sua soma tem como resultado o número 11. Este é considerado um número “mestre”.

O 11 é o despertador para a consciência Divina, um portal dimensional, o fogo sagrado presente em nosso ser. Este número está associado à carta “força” do Tarô, que representa a vitalidade, a força e o brilho de todos os seres. Indica energia transbordante. O 11 é o número de Nuit (Deusa da Noite).

Os maçons representam esse número com o Hexagrama Pentáfico, o pentagrama inscrito no Hexagrama. Para a tradição chinesa, o 11 é o número pelo qual se constitui, na sua totalidade, o caminho do Céu e da Terra, Tcheng. É o número do Tao. No hebraico, está relacionado à letra Teth, que significa serpente. É o asilo do homem, seu escudo e proteção. No caminho cabalístico, a letra Teth une e equilibra Chesed (a misericórdia) com Gueburah (a severidade). É a ponte que integra a polaridade da construção e da destruição. Diz Robert Wang: “É o caminho em que o fogo se torna Luz”. Sua atribuição astrológica é leão, signo do fogo e regido pelo sol.

No Sepher Yetzirah está escrito: “O décimo-primeiro é o número da consciência desejada e procurada (Sephel Hachafutz VeHaMevukash), e é assim chamado porque recebe o influxo Divino para outorgar sua bênção a tudo o que existe”.

Podemos ainda relacionar o número 11 a Lúcifer, o portador da Luz, phosphóros (= do grego), Vênus, a estrela matutina e vespertina, a luz mais brilhante.

No Hinduísmo, a figura da mulher é supervalorizada e há a união entre o masculino e o feminino, o yin e o yang. Na Antiguidade, a figura feminina era ligada à Deusa. Era à mulher que os deuses faziam as revelações (como à Pítia, por exemplo). Em Matrix, temos a figura de Trinity, que representa o número 3 e que, em português, significa Trindade — Pai, Filho e Espírito Santo — Brahma, Vishnu e Shiva, e assim por diante. Existe aqui, portanto, um outro ponto, um tanto menos masculino. Trinity é uma mulher e representa a Grande Mãe-Filha e o Espírito Santo. Outra vez o filme faz menção à Grande Fraternidade Branca, na qual a mulher é representada pela Mãe-natureza.

Segundo o pitagorismo, a essência de todas as coisas é o número, ou seja, as relações matemáticas, que afirmam poder explicar a variedade do mundo mediante o concurso dos opostos, que são: o limitado e o ilimitado, o par e o ímpar, o perfeito e o imperfeito.

Como a filosofia da natureza, assim a astronomia pitagórica representa um progresso sobre a jônica; afirmam a esfericidade da Terra e dos demais corpos celestes, denominando o conceito de harmonia, logicamente conexo com a filosofia pitagórica, e as práticas ascéticas e abstinenciais com relação à metempsicose e à reencarnação das almas.

“Simbolismo dos Números Pitagóricos: um é a razão, dois a opinião, quatro a justiça, cinco o casamento, dez a perfeição, etc. Um é o ponto, dois é a linha, três é a superfície, quatro é o volume. Cosmogonia. O Universo e os Planetas esféricos. A Harmonia das Esferas.”

Existem muitas divergências a respeito da verdadeira nacionalidade de Pitágoras, pois uns afirmam ter sido ele de origem egípcia; outros, síria ou, ainda, que ele seja natural de Tiro. Porém, o mais aceito por todos que estudam sua vida é que Pitágoras nasceu em Samos, entre 520 e 570 antes de nossa era. Na mesma época de Gautama — Buda, Zoroastro (Zaratustra), Confúcio e Lao Tse.

Seus Mestres foram Hermodamas de Samos, até os 18 anos; depois, Ferécides de Siros; foi aluno de Tales, em Mileto, e ouvinte das conferências de Anaximando. Foi discípulo de Sanchi, sacerdote egípcio, tendo também conhecido o assírio Zaratustra, na Babilônia, quando de sua estada na Metrópole da Antiguidade.

O hierofante Adonai aconselhou-o a ir ao Egito, recomendado ao faraó Amon, onde foi iniciado nos Mistérios Egípcios, no Santuário de Mênfis, Dióspolis e Heliópolis.

Eis o significado do nome Pitágoras (Píton = serpente; Ágora = espaço aberto onde os gregos se reuniam para conversar e mercadejar). A Serpente representa sabedoria e Ágora a “boca”. Em resumo, seu nome significa a “Voz da Sabedoria”.

Pitágoras ostentava em sua coxa esquerda uma grande marca dourada que os céticos julgavam ter sido um sinal de nascença, mas os iniciados sabem que se trata do sinal de Apolo.

“A ciência dos números e a arte da vontade são as duas chaves da magia, diziam os sacerdotes de Mênfis; elas abrem todas as portas do Universo.”

“O sono, o sonho e o êxtase são as três portas abertas do além, de onde nos vêm a ciência da alma e da arte da adivinhação. A evolução é a lei da vida. O número é a lei do Universo. A unidade é a lei de Deus.”

Não poderíamos falar em Matrix sem mencionarmos a figura de Icarus, um havercrafts que, como Nabucodonosor, de Morpheus, percorre os túneis subterrâneos em busca de um local para transmitir um sinal pirata para dentro da Matrix. Na mitologia grega, Ícaro era filho de Dédalo, o artesão que construiu o Labirinto do Minotauro em Creta, aquele com corpo de homem e cabeça de touro, que devorava os prisioneiros do rei. Dédalo e seu filho foram vítimas dessa prisão e sabiam que só conseguiriam sair dali se fosse pelo alto. Dédalo, então, confeccionou asas para ambos, coladas com cera de abelha, e conseguiram fugir. Mas Ícaro se embriagou pela sensação de voar e aproximou-se demais do Sol, que derreteu a cera de suas asas fazendo com que ele se despedaçasse de encontro ao solo. Os gregos passaram a ter Ícaro como símbolo do pior pecado que um humano possa cometer, Hybris, a tentação de igualar-se aos deuses.

A magnífica obra 1984, de George Orwell, escrita em 1948, fala de um mundo dominado pelo socialismo stalinista em 1984 (o inverso dos números do ano em que foi escrita). Em um mundo onde o Estado domina e nada é de ninguém, mas tudo é de todos, tudo o que resta de privado são os poucos centímetros quadrados do cérebro. E é aí que a batalha se desenvolve, entre o indivíduo e o Estado, lutando na tentativa de controlar a mente.

“Obediência não é o suficiente. A não ser que uma pessoa esteja sofrendo, como você pode ter certeza de que ela está obedecendo à sua vontade e não à dela? O poder está em infringir dor e humilhação. O poder está em rasgar mentes humanas em pedaços e colocá-las juntas de volta em novas formas escolhidas por você mesmo. Você começa a enxergar agora o tipo de mundo que estamos criando? (…) Não haverá lealdade, a não ser lealdade ao partido. Não haverá amor, a não ser amor ao Grande Irmão. Não haverá riso, apenas o riso de triunfo sobre um inimigo derrotado. Não haverá arte, literatura ou ciência. Quando formos onipotentes, já não haverá mais necessidade de ciência. Não haverá distinção entre a beleza e a falta dela. Não haverá mais curiosidade nem alegria no processo da vida. Todos os prazeres competitivos serão destruídos. Mas sempre – não se esqueça disso, Winston – sempre haverá a intoxicação do poder, sempre aumentando e sempre crescendo sutilmente. Sempre, a cada momento, haverá o tremor da vitória, a sensação de pisar num inimigo que já está sem esperança. Se você quer uma imagem do futuro, imagine uma bota pisando num rosto humano – para sempre.”

Lembro-me, também, de Aldous Huxley e sua obra-prima, Brave New World (Admirável Mundo Novo), escrita durante quatro meses, no ano de 1931. Os temas nela abordados remontam grande parte de suas preocupações ideológicas como a liberdade individual em detrimento ao autoritarismo do Estado.

“A sobrevivência da democracia depende da capacidade de grandes maiorias de fazer escolhas de um modo realista, à luz de uma informação suficiente.”

É uma forma diferente de criticar a substituição das pessoas por máquinas: substituindo o lado humano, os sentimentos e emoções por sensações pré-programadas. Os seres humanos são produzidos em linhas de montagem (criadas por Henry Ford, no início deste século), como os produtos genéricos, e condicionados a aceitar uma série de dogmas sociais; são padronizados e, no entanto, continuam presos a dogmas, embora estes mudem de uma sociedade para outra, sendo atribuídos de formas diferentes: por um lado, por meio da educação infantil e, por outro, pelo condicionamento hipnopédico (em outras palavras, adestramento).

Quando Trinity beija Neo, ele revive (ressurreição) e, pelo amor, é feita a penetração do fluído sutil. Vemos que não há nada mais poderoso que o Amor. Sua ressonância dissolve toda ilusão, bem como o véu da separação; sua pureza cura todas as experiências passadas e mágoas profundas, formando um invencível campo de Luz.

Na grande maioria, nas iniciações das Ordens Secretas (entenda-se como secreta aquilo que não é público, não tem registro físico, jurídico, etc.), o neófito morre para o mundo profano e renasce “Iniciado”. Antigamente era normal batizá-lo com nome iniciático.

Na Maçonaria, isso era comum também, mas os céticos, intitulados historiadores, tentam todos os dias diminuir o universo oculto e místico que estão presentes na Ordem Maçônica. Que me desculpem os Irmãos que pensam diferente, mas contra fatos não há argumentos. Nossos Templos estão lotados de alegorias e símbolos, nossos rituais não são a respeito de política, nosso livro da Lei não está ali apenas para os nossos juramentos, enfim, faço questão de lembrá-los dos Mistérios Persas e Hindus; Mistérios Egípcios; Mistérios Gregos, de Ceres ou Deméter; Mistérios Judaicos de Salomão; Mistérios Gregos de Orfeu; de Pitágoras; dos Essênios e dos Mistérios Romanos. E ainda querem argumentar…

Assim como os Mistérios de Ísis, os Mistérios de Elêusis, na Grécia Antiga, também exerceram uma enorme influência no surgimento do Gnosticismo. Dedicados à deusa grega Deméter, os rituais de Elêusis rememoravam a peregrinação dessa divindade pelo mundo em busca da filha Perséfone, seqüestrada por Hades, o Senhor das Almas, que a levou para o mundo subterrâneo e tomou-a por esposa. Foi da filha de Deméter que a mulher de Merovíngio emprestou seu nome, o que faz do próprio Merovíngio um equivalente do Hades grego. O mundo subterrâneo, onde se localizava o Hades, por sua vez, remete ao mundo subterrâneo onde se localiza a cidade de Zion, em Matrix. Outra coisa que nos chama a atenção no filme é Zion — Sião em português. Poderíamos ir pelo caminho do Santo Graal, pois a cidade de Zion está situada no centro da Terra, ou até mesmo citar Júlio Verne em sua obra Viagem ao Centro da Terra.

Há aqui outra referência a respeito do mundo subterrâneo. O mundo de Jina ou de Duat, Agartha e Shamballah, que são reflexos do seio da terra dos três mundos superiores, esquematizado no Hexágono, o seis, o vau (arcano deste número).

Hermes Trismegisto diz: “O que está em cima é como o que está embaixo e o que está embaixo é como o que está acima, para a realização dos mistérios da causa única”.

O significado do nome de Hermes Trismegisto é: Hermes = o intérprete – Trismegisto = 3 megas = 3 vezes grande, ou o que possui os 3 reinos de sabedoria: mineral, vegetal e animal. Sua existência é atribuída no ano de 1900 a.C.; Hermes é o mesmo Thoth dos egípcios, e sua existência acompanha a vida religiosa do Egito.

Voltando à Agartha, foi para lá que Noé conduziu seu povo, a fim de salvá-lo do dilúvio. E podemos dizer ainda que seria a cidade submergida de Atlântida, a mesma de Platão.

Segundo Saint-Yves d’Alveydre, que viveu entre 1842 e 1909 e teve contato com seres desse lugar, é um verdadeiro mundo a quatro dimensões. Chamado de Venerável Mestre do G.O. (Governo Oculto) por seus discípulos, Saint-Yves, dentre suas obras, Mission dês Souverains, Mission dês Juifs e Mission de l’Inde, deixou uma de maravilhosa magnitude, O Arqueômetro, lançamento da Madras Editora.

O nome “sinarquia”, pela sua etimologia grega, pressupõe a realização de uma ordem sagrada num equilíbrio perfeito, de uma harmonia completa, que seria o reflexo das leis cósmicas. Está associado a uma das mais misteriosas sociedades secretas modernas de governantes invisíveis, tendo sido introduzido pelo grande esotérico Alexandre Saint-Yves. Ele recebeu do papa o título de Marquês de Alveydre e, por isso, tornou-se conhecido como Saint-Yves d’Alveydre. Viu-se, então, escolhido pelos governantes invisíveis do mundo para executar seus planos. Saint-Yves apregoava o ideal de uma sinarquia universal, a Sinarquia do Império, e não restam dúvidas de que manteve contato direto com os mais altos governantes secretos.

Na obra Animais, Homens e Deuses, Ferdinando Ossendowsky nos fala do Rei do Mundo, chefe supremo de todas as Ordens Secretas, conhecido na Índia como Jagrat-Dwipa. Na bíblia hebraica, o rei Melkitsedek é um ser mais enigmático que o próprio Apolônio de Tiana; no Tibete, é chamado de Rigden-Jyepo.

Os iniciados chineses da Ordem do Dragão de Ouro faziam referências a Agartha com Salem — A cidade Luz das tradições hebraicas e de vários povos.

René Guénon cita em sua obra, O Rei do Mundo, que Agartha é o centro oculto durante a Kali-Yuga (Idade Negra) de todos os movimentos filosóficos e espiritualistas na Terra. Na mitologia hindu, Kali, também conhecida como Durga, é a deusa-mãe, representada sob o duplo aspecto de nutridora (como aquela que dá a vida) e devoradora (a morte, destruidora de todas as coisas). Seu nome principal, Durga, em sânscrito significa “a que é difícil de abordar, a inacessível”, e na cosmogonia brahmânica, especialmente na filosofia de Sri Ramakrishna, ela é considerada uma personificação do real que se oculta por detrás do mundo das aparências. A palavra Kali, por sua vez, deriva do sânscrito kala, que quer dizer “tempo”. Sob seu aspecto negativo, Kali é a padroeira da Kali Yuga, a quarta e última etapa pela qual o mundo deve passar antes que, de acordo com o Hinduísmo, ele seja reabsorvido em sua origem Divina. Durante a Kali Yuga, o mundo ¬ mergulha quase que completamente nas trevas da ilusão (Maya), uma descrição bastante apropriada ao universo de Matrix. Cabe também ressaltar que Kali é tida como o lado feminino de Shiva, o Senhor da destruição e da renovação; pai de Ganesh, Senhor que remove os obstáculos de nossos caminhos.

Já nos antigos manuscritos indianos, a verdade das revelações globais estava contornada, como se vê da promessa do Espírito da Verdade quando, pela boca de KRISHNA, este diz a seu discípulo Arjuna, no Bhagavad-Gita, profecia que mais uma vez somos obrigados a repetir:

“Todas as vezes, ó filho de Bharata! que Dharma (a lei justa) declina, e Adharma (a lei injusta) se levanta, Eu me manifesto para a salvação dos bons e destruição dos maus. Para restabelecimento da lei, Eu nasço em cada Yuga (idade).”

Blavatsky confirmou que estamos passando por mudanças cíclicas, com as seguintes palavras:

“Em breve, chegaremos ao fim do ciclo. Os cataclismos se sucedem. Grandes forças estão sendo acumuladas, para esse fim, em diversos lugares.”

Com Jeoshua Ben Pandira, o Cristo, retificou-se a antiga tradição: “Eu não vim destruir a Lei, mas dar-lhe cumprimento”, reestabelecendo o Sanctum Santorum, a Grande Assembléia Universal, como a mansão do amanhecer, Cidade de Cristal, Agartha-Shamaballah.

Para conhecer mais a respeito de sociedades ocultas, sugiro a leitura da obra As Forças Secretas da Civilização, de Vitor M. Adrião, Madras Editora.

Sempre houve um elo profundo que unia, na Antiguidade, a adivinhação aos solares. O culto ao Sol é a chave de ouro de todos os mistérios ditos mágicos. Lembre-se de que, no filme, os Mamíferos (seres humanos) destruíam o Sol. Na verdade, o Sol é a fonte de Luz, de calor e de vida. Os sábios hindus viam-no como forma de Agni, o fogo universal que penetra em todas as coisas. Mitras é o fogo masculino e Mitra, a luz feminina. Para o iniciado de Mitras, o Sol é apenas um reflexo grosseiro da luz inteligível. Os egípcios iniciados procuravam o mesmo Sol sob o nome de Osíris. Hermes também reconhece, nas ondas etéreas, uma luz deliciosa. No Livro dos Mortos do Antigo Egito (Madras Editora), as almas vagam a duras penas para essa luz na barca de Ísis. Moisés também adotou essa doutrina na Gênese. “Elohim disse: ‘Que se faça a Luz, e a Luz se fez’”. Zoroastro está de acordo com Heráclito, Pitágoras, São Paulo, os cabalistas e Paracelso, que definem a luz que reina em toda a parte.

Quando Smith e seus agentes capturam Neo, colocam nele um chip. Acerca desse assunto, daria para escrever um livro, mas vou simplesmente pincelar, assim como os demais temas, para não deixar de comentá-lo.

Percebam que o chip se transforma numa espécie de crustáceo (que lembra um camarão) que faz a sua penetração pelo umbigo, que, por sua vez, está relacionado ao chacra abdominal (umbigo, plexo solar, o dom da razão). Sua cor é o amarelo, que no nível físico é uma cor quente, muito boa para entrar em contato com o seu próprio Poder. Mas o mais importante é que, segundo os espíritas, o cordão espiritual está ligado diretamente ao umbigo, ou seja, quando seu espírito sai de seu corpo (viagem astral), fica ligado ao umbigo físico por um cordão invisível.

Em Matrix Reloaded, conhecemos o Arquiteto como o criador da Matrix (Deus dos humanos). Vestido todo de branco, menciona que os seres humanos são anomalias e que estamos numa mistura entre Matrix e Zion. Primeiro fomos colocados na Matrix, e a maioria vive nela, representando um papel a cada encarnação, trocando de “nick” para esquecer-se do que são. Outros poucos encontram-se em Zion, onde todos acreditam que tudo é uma ilusão, onde não existe bem ou mal — uma sociedade alternativa…

Dá para perceber que houve um grande arrependimento desse deus ter criado os seres humanos.

Vários aspectos aqui nos chamam a atenção. Nosso Arquiteto de branco, como o chefe dos anjos, não é aquele ser barbudo nem seu coração está transbordando de amor pelas suas criaturas e muito menos perdoando-as de seus “pecados”. Que horror!

Buda, ao atingir seu estado de iluminação, Nirvana, libertou-se das ilusões do sansara, e falou: “Apanhei-te, Arquiteto. Nunca mais tornarás a construir”. De acordo com a filosofia budista, ele estava referindo-se ao ego, criador da pseudo-realidade em que vivemos.

Não comentei nada sobre Cypher, o traidor, o Judas. Mesmo sabendo que tudo era uma ilusão, ele quer retornar à Matrix e afirma: “A ignorância é maravilhosa”. Mas em Matrix Reloaded existe Haman, que foi um traidor do povo judeu. Na Bíblia, Haman é o grande vilão do Livro de Ester; ele odiava os judeu e tramava secretamente contra o povo, a fim de exterminá-lo. Mas seu plano foi descoberto por Ester, que o denunciou ao rei. Na festa judaica do Purim, é comemorada a derrota de Haman. Também confeccionam bonecos, como fazem os cristãos na malhação de Judas.

Um dos maiores heróis da religião hindu é o Senhor Rama, protagonista do poema épico Ramayana. Rama-Chandra é o sétimo avatar do deus Vishnu, um dos integrantes da Trindade Suprema (Brahma, Vishnu e Shiva), que periodicamente descia encarnado sob forma humana à Terra para libertar os humanos da ilusão.

Gostaria de poder escrever muito mais a respeito desta obra, na qual William Irwin compilou com maestria as diversas visões referentes a Matrix, elaboradas pelos respeitáveis acadêmicos: Barry Smith, Carolyn Korsmeyer, Charles I. Griswold, Cynthia Freeland, Daniel Barwick, David Mitsuo Nixon, David Rieder, David Weberman, Deborah Knight, George McKnight, Gerald J. Erion, Gregory Brassham, James Lawler, Jason Holt, Jennifer L. McMahon, Jonathan J. Sanford, Jorge J. E. Gracia, Martin A. Danahay, Michael Brannigan, Sarah E. Worth, Slavoj Zizek, Theodore Schick Jr. e Thomas S. Hibbis. Espero, entretanto, que com essas poucas palavras, tenha contribuído para que muitas pessoas não apenas vejam os filmes novamente, mas também “acordem” e procurem saber mais a respeito da fonte na qual os irmãos Wachowski foram saciar sua sede. Ou teria a fonte vindo até eles?

Por Wagner Veneziani Costa.

Introdução do livro “Matrix – Benvindo ao Deserto do Real”, da Editora madras.

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/matrix-o-deserto-do-real

Qual a origem da Alquimia?

por Anderson Domingues Corrêa

A origem da alquimia se perde no tempo, sendo mais antiga do que a história da humanidade. Seu verdadeiro início é desconhecido e envolto em obscuridade e mistério. Assim, seu surgimento confunde-se com a origem e evolução do homem sobre a Terra.

A utilização e o controle do fogo separou o animal irracional do ser humano. Nos primórdios, não se produzia o fogo, porém ele era controlado e utilizado para aquecer, iluminar, assar alimentos, além de servir para manejar alguns materiais, como a madeira. Bem mais tarde conseguiu-se produzir e manufaturar materiais com metal, a partir de metais encontrados na forma livre e posteriormente partindo dos minérios.

Muitos associam a origem da alquimia a herança de conhecimentos de uma antiga civilização que teria sido extinta. Na Terra, já teriam existido inúmeras outras civilizações em diversas épocas remotas, dentre elas várias eram mais evoluídas que a nossa. Estas civilizações tiveram uma existência cíclica, com o nascimento, desenvolvimento e morte ocorrida provavelmente por meio de grandes catástrofes, como a queda de um grande meteoro, inundações, erupções vulcânicas, dentre outras que acabavam por reduzir grandes civilizações a um número ínfimo de sobreviventes ou mesmo por dizimá-las, fazendo com que uma nova civilização brotasse das cinzas. Os conhecimentos sobre a alquimia estariam impregnados no inconsciente coletivo de todas as civilizações até hoje ou poderiam ter sido transmitidos pelos poucos sobreviventes, desta maneira a alquimia teria resistido ao tempo.

Os textos chineses antigos se referem as “ilhas dos bem aventurados” que eram habitadas por imortais. Acreditava-se que ervas contidas nestas três ilhas após sofrerem um preparo poderiam produzir a juventude eterna, seria como o elixir da longa vida da alquimia.

No ocidente, o Egito é considerado o criador da alquimia. O próprio nome é de origem árabe (Al corresponde ao artigo o), com raiz grega (elkimyâ). Kimyâ deriva de Khen (ou chem), que significa “o país negro”, nome dado ao Egito na antigüidade. Outros acham que se relaciona ao vocábulo grego derivado de chyma, que se relaciona com a fundição de metais.

Os alquimistas relacionam a sua origem ao deus egípcio Tote, que os gregos chamavam de Hermes (Hermes Trimegisto). Alguns alquimistas o considerava como um rei antigo que realmente teria existido, sendo o primeiro sábio e inventor das ciências e do alfabeto. Por causa de Hermes a alquimia também ficou conhecida como arte hermética ou ciência hermética.

Os relatos mais remotos de doutrinas que utilizavam os preceitos alquímicos, remontam de uma lenda que menciona o seu uso pelos chineses em 4.500 a.C. Ao que parece ela teria aflorado do taoísmo clássico (Tao Chia) e do taoísmo popular, religioso e mágico (Tao Chiao). Porém os textos alquímicos começaram a surgir na dinastia T’ang, por volta de 600 a.C. Na China, o mais famoso alquimista foi Ko Hung (cujo nome verdadeiro era Pao Pu-tzu, viveu de 249-330 d.C.) que acreditava que com a alquimia poderia superar a mortalidade. Atribui-se a ele a autoria de mais de cem livros sobre o assunto, dos quais o mais famoso é “O Mestre que Preserva sua Simplicidade Primitiva”. Teria aprendido a alquimia por volta de 220 d.C com Tso Tzu. O tratado de Ko Hung, além da alquimia trata também da ciência da alma e das ciências naturais. Sua obra trata tanto do elixir da longa vida bem como da transmutação dos metais. Até então a alquimia chinesa era puramente espiritual e foi Ko Hung que introduziu o materialismo, provavelmente devido a influências externas. Ela foi influenciada também pelo I Ching “O livro das Mutações”. Posteriormente seguiu a escola dos cinco elementos, que mesmo assim permaneceu quase que completamente mental-espiritual.

Na China a alquimia também ficou vinculada à preparação artificial do cinábrio (minério do qual se extraía o mercúrio – sulfeto de mercúrio), que era considerado uma substância talismânica associada a manutenção da saúde e a imortalidade. A metalurgia, principalmente o ato da fundição, era um trabalho que deveria ser realizado por homens puros conhecedores dos ritos e do ofício. A transformação espiritual era simbolizada pelo “novo nascimento”, associada a obtenção do metal a partir do minério (cinábrio e mercúrio).

A filosofia hindu de 1000 a.C. apresentava algumas semelhanças com a alquimia chinesa, como por exemplo o soma cujo conceito assemelhava-se ao do elixir da longa vida.

No Egito a alquimia teria surgido no século III d.C. e demonstrava uma influência do sistema filosófico-religioso da época helenística misturando conhecimentos médicos com metalúrgicos. A cidade de Alexandria era o reduto dos alquimistas. O alquimista grego mais famoso foi Zózimo (século IV), que nasceu em Panópolis e viveu em Alexandria, escreveu uma grande quantidade de obras. Nesta época, várias mulheres dedicavam-se a alquimia, como por exemplo Maria, a judia, que inventou o um banho térmico com água muito utilizado nos laboratórios atualmente, o “banho-maria”, Kleopatra que possivelmente não seria a Rainha Cleópatra, Copta e Teosébia. Os persas conheciam a medicina, magia e alquimia. A alquimia possuía um pouco da imagem da população de Alexandria, era uma mistura das práticas helenísticas, caldaicas, egípcias e judaicas.

Alexandre “o Grande” foi quem teria disseminado a alquimia durante suas conquistas aos povos Bizantinos e posteriormente aos Árabes. Os árabes, sob a influência dos egípcios e chineses, trouxeram a alquimia para o ocidente ao redor do ano de 950, inicialmente para a Espanha. Construíram-se escolas e bibliotecas que atraiam inúmeros estudiosos. Conta-se que o primeiro europeu a conhecer a alquimia foi o teólogo e matemático monge Gerbert que mais tarde tornou-se papa, no período de 999/1003, com o nome de Silvestre II. Na Itália Miguel Scott, astrólogo, escreveu uma obra intitulada De Secretis em que a alquimia estava constantemente presente.

No século X, a alquimia chinesa renunciou a preparação de ouro e se concentrou mais na parte espiritual. Ao invés de fazerem operações alquímicas com metais, a maioria dos alquimistas realizavam experimentos diretamente sobre seu corpo e espírito. Esta retomada a uma ciência espiritual teve como ponto culminante no século XIII com o taoísmo budaizante, com as práticas da escola Zen.

A alquimia deixou muitas contribuições para a química, como subproduto de seus estudos, dentre eles podemos citar: a pólvora, a porcelana, vários ácidos (ácido sulfúrico), gases (cloro), metais (antimônio), técnicas físico-químicas (destilação, precipitação e sublimação), além de vários equipamentos de laboratório. Na China produzia-se alumínio no século II e a eletricidade era conhecida pelos alquimistas de Bagdá desde o século II a.C.

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/qual-a-origem-da-alquimia

‘Magick com Vaselina

Anarco-thelemita

O Sistema mágicko proposto por Aleister Crowley está espalhado em uma série de livros e obras. Dentre elas ‘Magick without Tears’ destacasse como uma das mais didáticas e interessantes. O livro é essencialmente composto por cartas trocadas por Crowley e seus discipulos, mas possui um capítulo introdutório que contêm os principais postulados e diretrizes para o sucesso em Magick, e portanto o successo em qualque routro campo de atividade. É este capítulo que iremos nos basear para servir de esqueleto para uma introdução essencial que diferencia Magick das artes de salão por um lado e do folclore medieval de por outro.

Magick é a Ciência e Arte de provocar Mudanças de acordo com a Vontade.

A definição de Crowley para Magick é uma das mais práticas que existe. Eliphas Levi por exemplo escreveu antes disso que Magia é “a ciência tradicional dos segredos da natureza, que nos vem dos magos.” enquanto que outros autores ainda mais antigos definiam Magia como a “sabedoria da tradição hermética”, etc.. Para se diferenciar destes termos vagos Crowley passou a escrever Magic com um K a mais.

Desta forma Magick deixa de ser um abstrata arte de mitologia aplicada para se tornar algo que pode ser medido. O sucesso é sua prova. O fracasso é sinal de que algo foi feito errado como veremos mais para frente. Essa definição tira a magia do campo puramente mistico e a apresenta ao nosso dia a dia. Se queremos acordar e ficar alertas para ir trabalhar podemos por um ato de Vontade, levantar da cama e nos valer de um “encantamento” lavando o rosto com água fria para então consumir “uma poção” com bastante cafeina. Curiosamente estas são coisas que muitas pessoas fazem por natureza de maneira ritualizada. Por esse motivo Crowley escreveu como o primeiro de seus teoremas que “Todo ato intencional é um Ato Mágico.”

Dito isso pode parecer que Magick é o que as pessoas vulgares chamam de Ciência. Mas existe uma diferença crucial que precisa ser destacada. A ‘Ciência’ está preocupada com observar e explicar, enquanto que Magick está comprometida com a realização. Seria mais correto dizer que Magick é semelhante a Ciência Aplicada, entretando isso ignora o fato comum de que quando necessário usamos outros métodos além daqueles fornecidos pela ciência atual e pela tecnologia como as que são acessíveis apenas a aqueles que se dedicam a explorar a chamada “iniciação” e por-se em contato com forças sutis que as forças físicas ordinárias.

Os Postulados de Magicka

Assim, segundo Aleister Crowley QUALQUER COISA É POSSIVEL se todos os itens abaixo forem adequadamente satisfeitos:

1 – A Força do Tipo Certo
2 – O Grau Apropriado da Força
3 – De Maneira Apropriada
4 – Pelo Meio de transmissão adequado
5 –  Ao Objeto Adequado

Crowley não era um tolo. Ele sabe que algumas mudanças não são possíveis na prática, não podemos criar estrelas do nada, respirar no vácuo ou transformar crianças em brocoles. Mas isso acontece justamente porque um dos pontos acima não foram satisfeitos e não por uma impossibilidade real.

É nesta certeza que se baseia Magick. Todo conjunto de crenças possui alguns valores arbitrários conhecidos como dogmas. A Religião tem Deus como um deles, Deus é possível ao passo em que a Ciência têm a Verdade como uma delas, a Verdade é possível. O dogma da magia é o sucesso.

Qualquer inexatidão no resultado final (incluindo o fracasso completo) é um sinal de que um dos 5 postulados não foram satisfeitos. Dada esta importância vamos agora revê-los com alguns exemplos claros.

Postulado 1 – Força do Tipo Certo

Este postulado é tão importante que seu fracasso tira até mesmo a chance dos outros postulados fracassarem. Imagine alguém com um objetivo venério e um tipo marciano de força, ele tentaria conquistar o amor da sua vida pela batalha. Ele poderia até mesmo ganhar a guerra, mas o amor exige um tipo específico de força para ser aplicado. Sabe como se pode ganhar em um mesmo dia uma disputa de xadrez com um campeã de xadrez e uma luta de boz com um peso pesado? Dá-se um nocaute no enxadrista e um cheque-mate no boxeador.

Postulado 2 -O Grau Apropriado de Força

Paracelso descobriu que a dose faz o veneno. Uma mesma substância pode matar ou curar dependendo da intensidade com que é usada. Força muscular de menos pode fazer você perder uma disputa de braço de ferro. Força emocional demais pode transformar uma crise numa tragédia. É o Grau apropriado que separa o tapa do toque.

Postulado 3 – A Maneira Apropriada

Enquanto o primeiro e o segundo postulados lidam respectivamente com as questões qualitativas e quantidativas da força, o terceiro lida com as questões externas, mais particularmente de tempo e espaço. Fazer uma neuro-cirurgia na praia ou dormir ao Sol do meio dia são maneiras de flertar com o fracasso. Para não parecermos idealistas, isso não quer dizer que existe uma hora e lugar certo para tudo, mas existem momentos e situações mais ou menos adequadas. Não existe um único momento ideal para se dizer “Eu te amo”, mas existem muitas maneiras erradas de dizer isso.

Postulado 4 – O Meio de Transmissão Apropriado

Uma pessoa que quer ser imortal certamente falhará se depender basear sua imortalidade em um filho que também esta destinado  a morrer. Um escritor pode usar a força certa da sua criativade, no grau certo de planejou e da maneira certa que deseja e ainda assim fracassar porque sua caneta esta sem ponta. Em termos de magia cerimonial isto tem especial foco nas chamadas “armas mágickas”.

Postulado 5 – Ao Objeto Adequado

Por fim podemos aplicar a força em um objeto errado. Você pode ser o melhor empresário do mundo e falhar ao se dedicar ao trabalho errado. Como ilustração imagine o fracassado que bate no filho porque é oprimido fora de casa ou o insano que usa todo o ar do seu pulmão para apagar uma lâmapa dlorecente assobrando-a.

A Iniciação

 

Dos postulados fica destacado que o primeiro requisito para o sucesso em Magick depende de uma compreensão exata da qualidade e quantidade da força utilizada, bem como da situação externa (meios, cenário e objeto) em que esta força será aplicada. De forma resumida podemos dizer que Magick é entender a si mesmo e suas condições e então aplicar este entendimento à ação desejada.

O segundo requisito é ter poder para colocar esta força em movimento. Caso falte esta habilidade então deve-se quebrar a mudança desejada em etapas menores, sendo que a primeira etapa é adquirir a força adequada até que todos os postulados estejam satisfeitos. A essa maestria chamamos iniciação. Isso pode significar dedicar-se a aulas de pranayama antes de entrar nas rígidas posturas exigidas pelas asanas da hatha yoga, mas pode significar também frequentar a academia de kung fu antes de entrar numa briga. O ponto importante aqui é que uma pessoa só pode atrair e aplicar forças para as quais de fato está apto a controlar. O conhecimento de suas próprias limitações é uma das armas mais importantes que um mago pode ter.

Mas note que o sucesso não é descartado nunca. É por isso que na Thelema não existem ‘pessoas fracassadas’ não há o conceito de pecado original, ou karma irremovível onde o erro faz parte da existência íntima do ser humano. Pelo contrário, o sucesso é uma questão de esforço e Magick é possivel para todos. Èsse é um dos sentidos de “Todo homem e toda mulher é uma estrela.” Outro sentido desta frase é que o ser humano é um fim em si mesmo, “Faze o que tu queres” e nisso ele antecipa em alguns anos e supera em concisão e abragência a primitiva Declaração dos Direitos Humanos.

 

[…] Postagem original feita no https://mortesubita.net/thelema/magick-com-vaselina/ […]

Postagem original feita no https://mortesubita.net/thelema/magick-com-vaselina/

A Conspiração Mundial Luciferiana

“A manifestação do ímpio37 será acompanhada, graças ao poder de satanás, de toda sorte de portentos, sinais e prodígios enganadores. Ele usará de TODAS AS SEDUÇÕES do mal com aqueles que se perdem, por não terem cultivado o amor a verdade que os teria podido salvar. Por isso DEUS lhes enviará um poder que os enganará e os induzirá a acreditar no erro. Desse modo, serão julgados e condenados todos os que não deram crédito à verdade, mas consentiram no mal.” (2 Ts. 2, 9- 12)

Transcreveremos a seguir, praticamente na íntegra (90%), uma das obras literárias do Almirante William Guy Carr, da Marinha do Canadá, cujo título original, editado no referido País, chamou-se: “The Conspiracy to Destroy all existing governaments and Religions” (“A Conspiração para destruir todos os governos e Religiões existentes”.)

O texto que apresentamos foi traduzido para o português da versão francesa. Observamos que o autor, mais preocupado com a difusão da verdade, do que com os ganhos, jamais registrou um “copyright” dos seus livros. Agradecemos e cumprimentamos a Editora Resistência, de Brasília – D.F., pelo belíssimo trabalho. (Título no Brasil, “A Conspiração Mundial”).

A partir daqui tem início o texto do livro:

 

O AUTOR

As duas últimas obras do Comodoro (Almirante) William Guy Carr (1895 –1959) foram publicadas após sua morte. A primeira, e a mais modesta delas, é o presente trabalho que data de 1958[1].

O Alte. Carr teve uma carreira naval exemplar. Suas análises profundas da história e da geopolítica, auxiliadas por um espírito penetrante, coroaram de sucesso suas tentativas implacáveis de remontar os acontecimentos até suas fontes, antes de sacar suas últimas conclusões.

A “Conspiração” não se destina ao indivíduo politicamente inculto, seja ou não produto da universidade… É um assunto destinado aos homens já conscientes do fato de que assistimos a uma corrida da nossa civilização ocidental para o abismo, devido a um grande número de influências que agem coordenadamente. E o acaso não conta… Ao escrever para tais homens, William Carr não demonstrou qualquer rancor, sentimento que caracteriza certos patriotas. Carr preconiza, ao contrário, o amor e a paciência.

“Sereis julgados – declara – pelo esforço consagrado a este trabalho, não pelos resultados obtidos. Não deveis imputar-vos a culpa. Usai a paciência, e não a força. Demonstrai bom-senso, e não denigrais. Sede amáveis e refletidos, em vez de rixentos e agressivos. Fazei com que as pessoas pensem, e deixai-as refletir sobre a questão por si mesmas”.

Não é, pois, de admirar que os livros de William Guy Carr tenham sido bem acolhidos. Algumas de suas obras têm sido reeditadas várias vezes.
(O autor também prestou serviços à Inteligência do Império Britânico – n.J.B. Klein.)

A CONSPIRAÇÃO

John Robinson, professor de filosofia natural e secretário da Sociedade Real de Edimburgo, na Escócia, publicou, em 1796, certos documentos que recebeu dos Iluminados da Baviera de Adam Weishaupt, quando viajava pela Europa. Isto se passou bem antes que a Revolução Francesa de 1789 explodisse.

Robinson era um maçom de grau elevadíssimo. Por isto lhe foram confiados documentos secretos. Ele, no entanto, os pôs de lado por algum tempo, antes de lê-los… Quando acabou a leitura, soube que tinha nas mãos um exemplar – revisto por Weishaupt -, da Velha Conspiração Luciferina. Esse documento explica como Weishaupt iria utilizar os Membros da Ordem e Seita dos Iluminados – Os Illuminati -, a fim de conquistar o objetivo final, isto é, a constituição, depois o controle do Primeiro Governo Mundial, estabelecido sob a férula da ideologia luciferiana, imposta à raça humana por meio do Satanismo Despótico.

A obra de John Robinson teve por título: “Prova de uma Conspiração para Destruir todas as Religiões e Governos na Europa”.

As informações que ela continha apenas confirmavam aquelas que o Governo Bávaro publicara em 1786, sob o título: “Os Escritos Originais (Protocolos) da Ordem e Seita dos Iluminados”, que Zwach tinha, igualmente, publicado sob o título: “Einige Original Schriften” (Alguns Escritos Originais). O Governo Bávaro tinha remetido exemplares do Plano de Weishaupt – que visava a utilizar esses Illuminati, recentemente organizados-, para destruir todas as autoridades da Igreja e do Estado, antes da eclosão da Revolução Francesa de 1789. Porém, a advertência foi ignorada… O fato de que os Illuminati tenham conseguido guardar em segredo sua identidade, e sua intenção de escravizar a Raça Humana, de corpo e alma, permitiu aos conspiradores levar o complô até seu estágio semifinal.

O propósito deste opúsculo é explicar como a Conspiração foi posta em execução, de 1789 até os nossos dias. Revelaremos, também, os detalhes do projeto executado pelo General Albert Pike, entre 1850 e 1886, visando à sua conclusão.

Weishaupt era professor de Direito Canônico na Universidade de Ingolstadt quando revisou e modernizou a Velha Conspiração Luciferina, destinada a impedir à Raça Humana de cumprir o Plano de Deus sobre a Criação. Seu objetivo era impor, em última instância, a ideologia luciferina à massa dos Goyim (bestas humanas), por meio do Satanismo Despótico. De 1770 a 1776, a Casa Rothschild, recém-estabelecida, financiou Weishaupt, assim como hoje os dirigentes dos Illuminati são financiados, da mesma maneira, pelas “Tax Exempt Foundations” – As fundações isentas de impostos -, constituídas voluntariamente por multibilionários, tais como Rockefeller (Stein[au] er, do seu verdadeiro nome), Carnegie e Ford.

O Governo Bávaro descobriu a Conspiração de Weishaupt quando, em 1785, Deus fez cair (permitiu – n.J.B. Klein) um raio sobre um dos seus correios – o padre apóstata Lanz -, e o matou, enquanto cavalgava de Ratisbona a Paris. A polícia do Eleitor da Baviera encontrou com ele um exemplar da versão revisada da Conspiração, destinada aos membros dos Illuminati que tinham recebido ordem de fomentar a Grande Revolução Francesa. Este primeiro projeto de importância, daquilo que deveria conduzir à destruição final de todos os governos e religiões, deveria se realizar, segundo seus planos, em 1789!

O Plano de Weishaupt era extremamente simples. Em primeiro lugar, ele organizou os Iluminados, e constituiu, em seguida, as Lojas do Grande Oriente, para nelas infiltrar os Iluminati na Maçonaria Azul, ou Maçonaria Européia, usando as lojas como quartéis-generais secretos. Os conspiradores poderiam operar, assim, sob a máscara da filantropia. Weishaupt considerou, sempre, que somente os maçons especialmente selecionados, aqueles dos Altos Graus, deveriam conhecer o “Grande Segredo”. Somente os maçons para sempre dissuadidos de Deus Todo-Poderoso foram iniciados nos Altos Graus das Lojas do Grande Oriente, e sabiam que os Iluminados formavam uma organização secreta tendo por único fim constituir, de algum modo, um Governo Mundial Único, do qual tinham a intenção de usurpar, em seguida, os poderes, de modo a impor seu culto à humanidade: a adoração de Lúcifer.

Weishaupt afirmava que sua ação asseguraria paz e prosperidade permanentes. Somente os iniciados dos últimos graus, sabiam, então, que a ideologia luciferina seria imposta à Raça Humana por meio do despotismo satânico.

Provaremos que somente os adeptos dos últimos graus são iniciados como Grandes Sacerdotes da Sinagoga de Satanás. Eles adoram Lúcifer, o príncipe oposto ao nosso Deus, ao qual chamam de “Adonai”.

O plano que os Iluminados tinham em vista previa a utilização da corrupção pelo dinheiro e pelo sexo, e, pôr em ação pessoas influentes caídas sob seu controle. Essas pessoas serviriam, em seguida, como peões nas estratégias secretas dos Iluminati. Ele mandava, igualmente, que jovens pertencentes a boas famílias, ligadas ao internacionalismo, fossem recrutadas e, depois, enviadas a escolas particulares, onde os Iluministas os endoutrinariam nas idéias internacionalistas, e os formariam, de maneira que eles pudessem ocupar, na política e na religião, os postos de “Especialistas”, “Peritos” e “Conselheiros”.

Os Iluminati – é preciso que se saiba -, usam a riqueza, o poder, e a influência dos seus membros para colocar seus “Agentes” em postos chaves nos bastidores de todos os governos, quer seja no domínio das finanças, da indústria, da educação, ou da religião. Eles adaptam, então, as políticas governamentais, para que elas coincidam com o Plano Luciferiano que visa a promover guerras e revoluções numa escala cada vez maior. Weishaupt estipulava que os Iluminati deveriam organizar, financiar, dirigir e controlar o Comunismo e, mais tarde, o Nazismo e o Sionismo Político, a fim de facilitar sua tarefa, dividindo a população mundial em partidos opostos, cada vez mais numerosos.
A política de auto-eliminação deverá ser perseguida até que só o Comunismo[2] e a Cristandade sejam as potências mundiais sobreviventes.
Quando essa fase da Conspiração for atingida, os Iluminati provocarão o maior cataclisma social que o mundo jamais viu… Os goyim, controlados pelos comunistas ateus, e aqueles outros que professam o Cristianismo, se massacrarão às dezenas de milhões, e se deixará que o façam. Não esqueçamos de que é durante as guerras mundiais que o demônio recolhe suas mais ricas colheitas de almas. Esse massacre geral se produzirá enquanto os Iluminati, seus amigos bilionários, cientistas, e seus agentes, repousarão, com toda segurança, e no luxo, nos “santuários” escolhidos e equipados com antecedência (Flórida do Sul, Índias Ocidentais, Ilhas do Caribe), e isto enquanto os dois partidos estejam sendo, literalmente, sugados e exauridos, física e economicamente[3]. Eles não terão, então, outra alternativa senão aceitar um Governo Mundial, sua única esperança. Os Iluminati usurparão, em seguida, os poderes desse Governo e coroarão seu déspota-rei do mundo inteiro. (o anticristo – n.J.B. Klein)

Será somente nesse momento que a Sinagoga de Satanás – que sempre controlou, e ainda controla, todas as organizações subversivas -, dará a conhecer, através de uma manifestação universal, pela primeira vez, a verdadeira luz da pura doutrina luciferina, e imporá a ideologia luciferiana ao que restar da Raça Humana, por meio do despotismo satânico. Constatamos, assim, que o objetivo final não é temporal e materialista como gostariam de nos fazer crer os que dirigem a Conspiração. Estamos implicados no movimento contínuo da revolta luciferina contra o poder supremo e a autoridade de Deus Todo – Poderoso, que os luciferianos chamam de Adonai.

Ensinaram-nos a bondade infinita do nosso Deus, mas nos mantiveram na ignorância do fato de que a revolta luciferiana começou no mundo celeste, que chamamos o Céu (paraíso).

Lúcifer contestou, e pôs em jogo, a supremacia de Adonai (Deus – n.J.B. Klein), sob o pretexto de que seu plano de direção do Universo era inconsistente e impossível de ser posto em prática, porque se baseia na afirmação de que todos os seres inferiores têm a obrigação de conhecê-lo, amá-lo e serví-lo por causa das suas perfeições infinitas. Lúcifer proclamou que a única maneira de dirigir o universo inteiro seria estabelecer uma ditadura totalitária, e fazer respeitar, à força, a vontade do Ditador, graças ao seu despotismo Absoluto. A palavra Universo como a emprega aqueles que têm aceitado a ideologia luciferina, no mundo celeste ou nos outros, significa: “A totalidade das coisas existentes, inclusive a Terra, os corpos celestes e tudo que pode se encontrar no espaço”..

Não se pode compreender esse importante assunto, na sua totalidade, se não se conhece a verdade inteira. É preciso conhecermos, portanto, a ideologia luciferina tão bem quanto a história escriturística do combate que se tem perpetuado em todas as épocas, neste mundo, entre Deus e Lúcifer, a fim de decidir qual dos planos sobre a criação será, finalmente, aplicado.

A menos que saibamos a inteira verdade não poderemos decidir, pelo uso dos dons divinos da inteligência e da vontade livre, se aceitamos o plano e o amor de Deus, se nós O serviremos e obedeceremos por toda a eternidade, ou, se iremos, literalmente, para o Diabo (Lúcifer).
O desiderato daqueles que dirigem a Conspiração Luciferiana é impedir que as massas – os Goyin, as bestas humanas, não conheçam toda a verdade, porque sabem que isto as fariam aceitar, automaticamente, o plano de Deus. Em conseqüência, os luciferianos contam com o seu gênio para mentir e enganar àqueles que têm a intenção de escravizar os corpos e as almas, e fazer-lhes crer, não importa o quê, exceto a verdade. Assim, compreendem melhor porque Cristo referiu-se à Sinogaga de Satanás, que dirige a Conspiração Luciferina nesta terra: “Vós sois os filhos do diabo, e cumprem a sua vontade. Ele é um homicida desde o princípio. Não possui a verdade porque a verdade não está nele” (Jo. 7,44). Devemos nos lembrar, igualmente, que as palavras “Sinagoga de Satanás” não caracterizam, unicamente, os judeus (conspiradores – n.J.B. Klein), porque Cristo fez saber, claramente, que incluem, também, “aqueles que se dizem judeus, mas não o são, e mentem”[4].

A Sinagoga de Satanás se compõe, na verdade, de homens e mulheres de um grande número de nacionalidades, que remontam a Caim, filho de Eva. Adquiri meu conhecimento sobre a “fé” luciferina lendo tudo o que pude encontrar, e, também, lendo e estudando as traduções das obras de S. E. o Cardeal Caro Y Rodriguez, de Santiago, arcebispo – primaz do Chile. Eu vos transmito estas informações para que possais decidir sobre a marcha dos acontecimentos, num ou noutro sentido.

A “fé” luciferina ensina que Lúcifer era o espírito mais brilhante do Exército Celeste. Seu poder e influência eram tão fortes que ele acabou pondo em questão o poder e a supremacia de Deus – “Adonai”, e provocou a deserção de um grande número de espíritos celestes das altas hierarquias. Estes, deixaram Deus e seguiram o Príncipe dos Anjos caídos. Dentre os traidores estava Satanás, o “filho mais velho de Adonai”.

De acordo com a crença luciferina, o arcanjo São Miguel é irmão de Satanás, bem como o filho mais moço de Adonai. A doutrina luciferina reconhece que São Miguel infligiu uma derrota aos anjos que tinham optado pela causa luciferina, no Céu. Dessa época, data a inimizade eterna entre Satanás e São Miguel.

Ainda de acordo com os ensinamentos luciferinos, a palavra “inferno” é utilizada para designar o mundo celeste para o qual Deus baniu Lúcifer e os espíritos celestes mais inteligentes, que seguiram o Príncipe do Inferno por sua livre vontade. Deus – Adonai -, decidiu, então, dar outra chance a essas criaturas, considerando que elas tinham sido enganadas ao adotar a revolta luciferina. Ele criou, em conseqüência, outros mundos, entre os quais a Terra, e os povoou com os anjos menos culpados dentre aqueles que tinham se separado dele, no Céu, quando da revolta. Ele os fez à sua imagem e semelhança; foram dotados de corpos, nos quais insuflara a luz espiritual da graça santificante. A aparência destes era semelhante à do Cristo que Pedro, Tiago e João contemplaram na transfiguração. Deus pôs esses anjos caídos nos mundos, através de um processo de nascimentos que os privou do conhecimento das suas existências anteriores, dotando-os, no entanto, de inteligência, e concedendo-lhes a vontade livre. Seus espíritos foram feitos de maneira que pudessem receber inspirações do mundo celeste, tanto daqueles espíritos que permanecerem fiéis a Deus, quanto dos espíritos que tinham abraçado a causa luciferina. Os mais fracos desejam, geralmente, receber tais inspirações, usando a sua própria inteligência. O corpo age de acordo com as decisões do espírito; todas as ações do corpo devem ser ou positivas (boas) ou negativas (más). Toda ação pneumática (espiritual) é registrada no “Livro da Vida”. O indivíduo decide com conhecimento do seu futuro eterno, e, através das suas ações pneumáticas, demonstrando se aceita o plano de Deus para o Universo, ou plano de Lúcifer. O resultado é o “Bem” ou o “Mal”. Segundo a fé luciferina, Lúcifer, fez de Satanás o “Príncipe deste Mundo” quando da criação. O objetivo deste era incitar nossos primeiros pais a separar-se de Deus – “Adonai” -, e impedir que seus descendentes realizassem o Plano de Deus para a criação. Essa “Fé” ensina, igualmente, que Deus, no Jardim do Éden –  o paraíso -, acompanhava nossos primeiros pais, instruindo-os sobreseu plano e sua concepção de vida.

(…) Os luciferianos ensinam – aos iniciados dos graus inferiores do Rito Paládico Novo, fundado por Albert Pike – que Deus – “Adonai” é um Deus ciumento e egoísta, que impediu nossos primeiros pais de conhecer os prazeres das relações sexuais, – o segredo da procriação -, porque deseja reservar-se tais prazeres! Podeis constatar a abominação, uma mentira difícil até de se qualificar, o tanto que é assustadora! Deus, simplesmente tinha deixado para depois a revelação da procriação, a fim de primeiro provar a honestidade, a integridade e a obediência dos nossos primeiros pais. Ele queria estar certo do poder contar com eles antes de confiar-lhes o segredo, de sabê-los dignos de poder cumprir essa função santa e sagrada, que daria a outros a oportunidade de aceitar seu plano sobre a criação. Os luciferianos contam, aos iniciados no Rito Paládico Novo, que Satanás gratificou a “Raça Humana com o dom mais importante, quando iniciou Eva nos prazeres das relações sexuais, fazendo com que ela descobrisse o segredo da procriação. As Santas Escrituras nos ensinam que Satanás incitou Eva a desobedecer a Deus: “Da árvore do Bem e do Mal não comerás” -, prometendo-lhe que se ela aceitasse sua sugestão, Adão e ela se tornariam iguais a Deus em Poder, e nunca morreriam. Em outras palavras, Satanás revelou a Eva a ideologia relativa ao sexo e às relações sexuais, o “conhecimento da carne”, que está em total oposição com a vontade de Deus: o ato de procriação deve ser realizado por um homem e uma mulher, unidos por toda a vida pelos laços do casamento. Um ato realizado na mais restrita intimidade, fundamentado em sentimentos profundos, expressões mútuas de alegria, estima, devotamento e reconhecimento, devendo o summum ser atingido pelo desejo espiritual dos dois seres, consistindo na promoção do Plano de Deus, isto é, o povoamento do mundo, a fim de viver-se eternamente com Ele, na felicidade.

A conquista de Eva por Satanás foi de um gênero totalmente diferente, pois reproduziu o Rito da Missa Adonaicida, a Missa Negra. Segundo o ritual dessa “missa”, os atos amorosos de Satanás foram calculados de modo a excitar as paixões animais de Eva, até o ponto em que a satisfação da excitação sexual se põe acima de qualquer outra consideração. Satanás aconselhou-a a amar a volúpia mais do que a modéstia. (…) De acordo com o Satanismo, é perfeitamente normal empregar qualquer meio que seja a fim de satisfazer o desejo sexual, seja ele animal ou humano! O Talmude da Babilônia, – que se baseia nos ensinamentos cabalísticos dos promotores da Conspiração Luciferina -, ensina que é perfeitamente normal que um “homem” abuse de crianças com idade de 3 anos, a fim de satisfazer suas diabólicas paixões animais! A “fé” luciferina proclama, além disso, que Caim nasceu da união de Eva com Satanás!

(…) Quando se compreende isto, pode-se, facilmente, alcançar como a Conspiração Luciferina, permanente, se desenvolveu nesta Terra com o objetivo de escravizar, de corpo e alma, os sobreviventes da Conspiração dos Illuminati. Isto explica, igualmente, o dilúvio quotidiano de sexualidade na mídia, os filmes pornográficos, as exibições impúdicas da mulher, a canção sexy, o ritmo “Elvis Presley”, o Rock’n Roll[6].
Voltaire escreveu que, para levar as massas a uma nova servidão, os Illuminati deveriam mentir-lhes, como o próprio Diabo, não timidamente, ou por um certo tempo, mas descarada e permanentemente. Ele expunha aos seus companheiros Iluministas: “Devemos fazer-lhes promessas levianas, e empregar frases extravagantes… e poderemos fazer, a seguir, o contrário do que prometemos… isto não terá conseqüências”.

Mas, o fato mais esclarecedor de todos é o conhecimento da terrível e espantosa influência do satanismo na conduta de certos homens – os que foram admitidos como Grandes Sacerdotes da fé luciferina -, que se emasculam, ou pedem aos seus médicos que os castrem, a fim de impedir que as considerações sexuais intervenham na sua determinação de estabelecer a Ditadura Totalitária Luciferina sobre a Terra.
Segundo fontes confiáveis, Janos Kadar é um desses homens. Uma revista das mais importante da América, publicou, em fins de 1956, a história da maneira com que Kadar tomou o poder da Hungria, e pôs fim à rebelião. O autor afirma que Kadar foi emasculado por seus inimigos, quando esteve preso. Tal declaração é mentirosa. Kadar foi castrado por seu cirurgião, e a seu pedido. Ele desejava tornar-se um adepto perfeito da causa luciferina. Kadar era de tal maneira fanático que, depois de ter reprimido a Revolta Húngara, ordenou que fossem emasculados 45.000 jovens húngaros que tinham caído prisioneiros. Em seguida, os enviou a campos especiais, onde foram treinados para se tornarem agentes dos Illuminati, e serem empregados no auxílio a Conspiração Luciferina, na sua última fase. Tudo isto é essencialmente horrível, mas é a verdade. “News behind the News” [7], afirmou, em 1956, que a Revolução Húngara tinha sido tramada pelos Illuminati, do exterior, e que tinha como objetivo testar, na prática, a realização do plano Pike: provocar o cataclisma social último, implicando povos controlados pelos comunistas ateus, e, povos que professam o cristianismo. As provas recebidas posteriormente estabelecem, formalmente, que tínhamos absoluta razão nas afirmações.

A “fé” luciferina ensina que a Conspiração progrediu em tal rapidez que Deus decidiu enviar S.Miguel à Terra, na pessoa de Jesus Cristo (!), a fim de acabar com a Sinagoga de Satanás e dispensar seus sicários. Ensina, também, que S. Miguel, – o Cristo -, falhou na sua missão*.
Pike elaborou o ritual da missa adonaicida baseado na sedução de Eva por Satanás; na vitória luciferina sobre Cristo; e, na sua morte instigada pelos Illuminati. Cristo veio para nos resgatar e liberar das correntes com as quais Satanás nos havia sujeitado. Pike “ensina” que Satanás tinha obtido o controle de todos aqueles que exerciam funções importantes nos governos, religiões, ciências, e demais atividades humanas. O nascimento de Cristo num estábulo nos ensina que, se querermos cumprir o Plano de Deus, devemos começar pelos mais humildes, a fim de educar a maioria da humanidade. Cristo nos deu conhecimento, da maneira a mais clara possível, que era inútil e vão começar pela cúpula. Se tivéssemos aprendido a lição, teríamos uma “revolução” espiritual! Cristo nos ensinou, também, que só há uma maneira de pôr fim à Conspiração Luciferina: ensinar a verdade inteira, interessando no problema os povos de todas as nações. Ele nos assegurou que, se fizermos conhecer a verdade, e explicarmos às massas que a ideologia luciferina é má, a opinião pública se tornaria uma força imensa incontrolável pela Sinagoga de Satanás.

Weishaupt e Pike reconheceram essa verdade. Insistiram no fato de que todo agente iluminista, suspeito de traição, deveria ser executado. Weishaupt, escreveu que se um só homem pudesse divulgar[8] seu segredo, seu plano recuaria 3.000 anos, ou seria definitivamente adiado. Weishaupt, serviu-se de Thomas Jefferson para transferir à América sua conspiração luciferiana revisada.

Jefferson integrava o grupo dos financistas, políticos, economistas, cientistas, industriais, profissionais liberais, e religiosos, que tinha a idéia de um Governo Mundial, dirigido por homens de cabeça (os iluministas). Esta seria a única maneira de pôr fim às guerras e revoluções.

Jefferson ocupava uma posição tão elevada nos conselhos executivos dos Illuminati, que estes impuseram, secretamente, a impressão da insígnia da seita no verso do Grande Selo da América, festejando antecipadamente sua posse no governo. Como essa informação tem chocado a maioria dos cidadãos americanos, citaremos documentos autênticos e acontecimentos históricos, cuja existência foi cuidadosamente ocultadas ao grande público do Canadá e Estados Unidos.

Em 1789[9], o altíssimo iniciado maçom, John Robinson, confirmou que os Illuminati tinham se infiltrado nas lojas maçônicas americanas.
Em 19 de julho de 1789, David A. Pappen, presidente da Universidade de Harvard, preveniu seus alunos quanto à influência do Iluminismo na política americana, bem como na religião (imaginamos o que ele diria da Harvard de hoje, se ainda estivesse vivo!).

No dia de Ação de Graças, de 1789, Jedediak Morse pregou contra o Iluminismo. Advertiu sua congregação, e o povo americano, de que os Iluministas dissimulavam seu verdadeiro objetivo ao se infiltrarem nas lojas maçônicas, cobrindo suas ações subversivas, bem como suas intenções, com a máscara da filantropia.

Em 1799, John Cosens Ogden revelou o fato de que os Iluministas da Nova Inglaterra se consagravam, infatigavelmente, à destruição da religião e do governo da América, fingindo preocupar-se com a sua proteção.

Em 1800, John Quincy Adams se opôs a Jefferson na eleição à presidência americana. Adams tinha organizado as lojas maçônicas da Nova Inglaterra. Ele escreveu três cartas ao coronel W. L. Stone, expondo as atividades subversivas de Jefferson. As informações contidas nessas cartas permitiram a Adams ganhar as eleições. As cartas, às quais nos referimos, estão, – ou estavam -, expostas na Biblioteca Rittemburg Square, na Filadélfia.

Em 1800, o Capitão William Morgan sentiu-se no dever de informar aos demais franco – maçons sobre os propósitos, e o modo com que os Illuminati usavam suas lojas com objetivos subversivos. Os Illuminati, delegaram a um dos seus membros, Richard Howard, a incumbência de executar o “traidor” Morgan. Esse tentou fugir para o Canadá, mas não conseguiu[10]. Em 1829[11], uma Iluminista chamada “Fanny” Wright, fez uma conferência para um grupo cuidadosamente selecionado de Iluministas, no novo templo maçônico de New York. Ela explicou a ideologia luciferina quanto ao “amor livre” e à “liberdade sexual”. Informou, igualmente, aos Iluministas americanos sobre o fato de que estava previsto organizar e financiar o Comunismo ateu, com o objetivo de prosseguir no cumprimento dos seus planos secretos, conforme sua visão do mundo. Dentre os homens que contribuíram para implementar essa fase da Conspiração Luciferina, encontramos Clinton Roosevelt (um ancestral direto de Franklin Delano Roosevelt), Horage Greeley e Charles Dana.

Em 1834, a fim de dissimular seu verdadeiro propósito, as pessoas citadas organizaram o “Partido Loco-Foco”.

Em 1835, mudaram seu nome para “Partido Whig”, e o empregaram na coleta dos fundos que financiaram Mordecai Mark Levi (isto é, Karl Marx) quando este escreveu “O Manifesto Comunista”, junto com Engels[12], e “O Capital”, em Soho (Londres).

Essas duas publicações foram redigidas sobre o controle direto dos Illuminati. Destinavam-se a organizar o Comunismo ateu, como exigia o plano de Adam Weishaupt elaborado em 1766.

Em 1834, os Illuminati fizeram de Giuseppe Mazzini[13] seu “Diretor de Ação Política”. Esse título significava, na realidade, “Diretor de Atividades Revolucionárias”. Léon de Poncins, em “As Forças Secretas da Revolução” (p.65), confirma o que publiquei a respeito em “Pawns in the Game” e “Red Fog Over América”: Mazzini mantinha relações estreitas com dirigentes ocultos, e conduzia atividades revolucionárias em diferentes países. Mazzini conheceu o General Albert Pike pouco depois que o presidente Jefferson Davis dissolveu as tropas indígenas auxiliares, sob o pretexto de que tinham cometidos atrocidades durante a guerra.

Em 1850, com 41 anos de idade, Albert Pike se infiltrou na Maçonaria, e foi iniciado na loja Western Star, de Little Rock, no Arkansas. Apoiado pelos Illuminati, fez uma carreira fulgurante.

Em 02 de janeiro de 1856, Pike foi eleito Soberano Grande Comendador do Conselho Supremo da Jurisdição Sul dos Estados Unidos. Ligou-se, estreitamente, a um luciferiano chamado Moses Holbrock, que ocupava um cargo maçônico correspondente, em Charleston, na Carolina do Sul. Juntos, elaboraram o ritual de uma versão modernizada da “Missa Negra” luciferiana, baseada na doutrina cabalística. Holbrock morreu, e Pike introduziu a “Missa Adonaicida”, que deveria ser celebrada pelos iniciados admitidos no segredo integral, e no último grau do Rito Paládico Novo. Esse ritual preconiza, ao celebrante, iniciar a sacerdotisa que desempenha o papel de Eva nos prazeres do sexo, assim como Satanás os ensinou a ela. Assim, a memória de Eva é perpetuada, e se lembra aos presentes como se utiliza, ainda, o sexo, para obrigar as pessoas que desejam controlar, a se afastarem de Deus[14]. O ritual exige a imolação de uma vítima humana, animal, ou mesmo uma ave. O sacrifício é oferecido a Lúcifer, para comemorar a vitória da Sinagoga sobre Cristo. Faz-se circular e beber, em pequenos goles, o sangue da vítima, e comer pedaços da carne, tudo isso para ridicularizar Cristo que ensinava: “Aquele que come minha carne e bebe meu sangue terá a vida eterna”[15].

O celebrante profana, a seguir, uma hóstia consagrada por um padre da Igreja Católica Romana[16]. Este ato é realizado para demonstrar aos presentes que Deus – “Adonai” não é todo poderoso. Isto indica, também, a determinação de destruir todas as outras religiões. Aliás, todas as Missas Adonaicidas terminam com uma orgia de comidas, bebidas e sexo. Pike declarou que: “para que um adepto dos altos graus seja perfeitamente senhor de suas paixões, que deixam a nu tantos corações, seria preciso usar mulheres com freqüência, mas sem paixão, a fim de dominar seus desejos, e sujeitar as mulheres”. Pike escreveu, igualmente, que “as lojas de irmãos, que não têm uma loja de irmãs anexa, são incompletas”. Remetemo-nos à página 578 do livro “A Mulher e a Criança – Maçonaria Universal”, de A. C. de La Rive, que trata, precisamente, das lojas de adoção, usadas para introduzir mulheres nos ritos paládicos[17].

Por causa do seu apoio incondicional à causa luciferina, Pike foi eleito Soberano Pontífice da Franco – Maçonaria Universal, e, enquanto tal, foi assistido por dez anciãos da Suprema Loja do Grande Oriente de Charleston, na Carolina do Sul. Pike ocupava a residência magistral que mandou construir em Little Rock, em 1840. Foi ali que elaborou o Plano das Fases Terminais da Conspiração Luciferiana. Como provaremos a seguir, o último cataclisma social deverá produzir-se no embate entre as massas controladas pelos comunistas ateus, e aquelas que reconhecem a religião cristã[18]. É esse plano diabólico que justifica a definição da palavra “Goyn”: “gado humano preparado para o massacre”. A fim de pôr em execução esse plano, diabolicamente inspirado, Pike organizou o “Rito Paládico Novo”, e ordenou a Mazzini que estabelecesse Conselhos Supremos em Roma e Berlim, para operar em ligação com o quartel-general que ele tinha estabelecido em Charleston. O Supremo Conselho de Roma era responsável pela “Ação Política”, enquanto que o de Berlim constituía o “Diretório Dogmático”. Os três Supremos Conselhos tinham por missão dirigir as atividades subversivas de 23 outros conselhos, que Pike erigiu em posições estratégicas na América do Norte, América do Sul, Europa, Ásia, África e Oceania[19].

Para provar que “O Supremo Segredo” só é revelado aos adeptos dignos de receber a iniciação do último grau do rito paládico, que os entroniza como membros da “Grande Loja Branca” e “Grandes Sacerdotes da Fé Luciferina”, citaremos uma carta de Mazzini ao Dr. Breidenstein, antes deste receber o último grau: “Construímos uma irmandade espalhada por todos os pontos do mundo. Gostaríamos de quebrar todos os jugos. Entretanto, há um, invisível, o qual se pode apenas sentir, e que pesa sobre nós. Donde vem? Onde está? Ninguém sabe… ou não quer dizer. Essa sociedade é secreta até mesmo para nós, os veteranos das sociedades secretas”.

Tendo em vista provocar o último cataclisma social, entre comunistas e cristãos, Pike deveria colocar Iluministas nos postos de controle do Estado do Vaticano. Para facilitar a infiltração, Pike ordenou que Mazzini suscitasse, na Europa, um clima “antivaticano”, até que – como o sabemos -, a integridade física das pessoas, no interior do Vaticano, fosse posta em perigo. Karl Rothschild[20], filho de Mayer Amschel Rothschild, que financiou os Iluminados da Baviera de Weishaupt, interveio, então, em favor do Estado Pontifical, sob o pretexto de que desejava impedir uma inútil efusão de sangue. Foi assim que um dos membros mais altos dos Illuminati obteve o reconhecimento e a estima do Papa, e dos Altos Funcionários do Vaticano. Então, ele aproveitou para introduzir agentes da seita, como peritos, conselheiros financeiros[21] e políticos… Estes cumpriram, de modo preciso, a diretriz de Weishaupt, que orgulhosamente escreveu: “Nos infiltraremos nesse lugar – o Vaticano- , e quando estivermos lá dentro, não sairemos jamais. Nós o minaremos até que reste, apenas um coquinho vazio!… Depois que os Iluminati se infiltraram no Vaticano, a Conspiração Luciferina fomentou duas guerras mundiais, que dividiram a Cristandade em exércitos opostos. Os cristãos, de todas as confissões, se mataram uns aos outros aos milhões, com a conseqüência de que as massas, controladas pelo Comunismo ateu, tornaram-se uma potência equivalente ao que resta na Cristandade. O curso dos acontecimentos, até os nossos dias, está estritamente conforme as prescrições de Weishaupt e da sua Conspiração Luciferina. O modo com que isso ocorreu indica que o plano de ação, elaborado por Albert Pike, entre 1850 a 1886, na sua residência de Little Rock, foi escrupulosamente seguido. Não esqueçam de que os arquivos secretos do Vaticano são os mais completos do mundo, mais do que todos os outros! Imaginamos qual não teria sido o curso da História se os Iluminati não tivessem conseguido estabelecer uma conspiração do silêncio, cobrindo todos os governos, sejam eles políticos ou religiosos. Possuo numerosas cartas de padres que viveram em Roma, e estudaram no Vaticano. Elas comprovam que o Santo Padre é uma espécie de prisioneiro, no interior do Vaticano[22]; assim como o presidente dos Estados Unidos é um prisioneiro na Casa Branca; a rainha da Inglaterra, no Palácio de Buckingham; e, Khrouchev, no Kremlin. Uma só vez, nesses últimos anos, a vigilância constantemente exercida sobre o Papa foi relaxada. Foi quando se pensou que Sua Santidade estava à morte. Sabemos que ele se encontrava de tal maneira debilitado que somente um milagre pôde dar-lhe as forças necessárias para convocar uma personalidade oficial, com a qual podia contar. Ele deu ordem para que se enviasse um apelo a todos os católicos romanos, pedindo-lhes “rezar pela Igreja do Silêncio”. [Pio XII]. Pike limitou a iniciação ao Rito Paládico Novo aos homens e mulheres que já tinham se afastado, definitivamente, de Deus, vendendo suas almas à Satanás, em troca da realização material e dos prazeres carnais. Mas, a astúcia e a inteligência dos mestres da Sinagoga de Satanás são tais que, mesmo os iniciados nesse rito, não podem ser admitidos no supremo segredo, antes de serem testados a fundo.

A maneira como a “Grande Loja Branca” – Sacerdotes da Fé Luciferiana,
guarda seu segredo foi perfeitamente revelada quando Deus fez com que
os documentos ultra-secretos, emitidos por Albert Pike, caíssem em
mãos diferentes daqueles às quais se destinavam.
Mazzini morreu em 1872, Pike designou, então, Adriano Lemmi para sucedê-lo como Diretor de Ação Política. Este, já iniciado no Rito Paládico Novo, era um satanista. Pike revelou-lhe o supremo segredo. Explicou-lhe que Lúcifer é o único Deus, além de Adonai, e que o objetivo final da conspiração em marcha consiste em impor a ideologia luciferina à Humanidade[23]. Os fatos referentes a essa nomeação foram relatados no livro de Domenico Margiotta: “Adriano Lemmi, Chefe Supremo dos Franco – Maçons”.

O fato de somente alguns dos iniciados dos Altos Graus dos rito Paládico estarem de posse do supremo segredo, foi outra vez provado quando Pike julgou necessário remeter a carta, com as instruções que transcrevemos, aos Iluministas que tinham sido escolhidos para dirigir os 23 conselhos, estabelecidos no mundo inteiro.

Um exemplar dessa carta, datada de 14 de julho de 1889[24] também foi desviado… O “correio” é citado por A.C. de La Rive, na p. 587 do seu livro: “La Femme et L’Enfant dans la Franc – Maçonnerie Universelle”. Citamos o parágrafo:

“Eis o que devemos dizer às massas: nós adoramos um Deus, mas trata-se do Deus que se adora sem superstição… A Religião Maçônica deveria ser, por todos nós, iniciados dos Altos Graus, mantida na pureza da Doutrina Luciferina… Se Lúcifer não fosse Deus, será que Adonai, cujos atos na sua totalidade atestam sua crueldade, perfídia, ódio ao homem, barbaria, e repulsa à ciência, – se Lúcifer não fosse Deus, será que Adonai e seus padres o caluniariam? Sim! Lúcifer é Deus. E, infelizmente, Adonai também é Deus, porque a lei eterna exige que não exista esplendor sem sombra, beleza sem feiúra, branco sem negro. O absoluto não pode existir senão enquanto duplo elemento (Deuses)… Donde, a doutrina do Satanismo é uma heresia. A verdadeira, e pura religião filosófica, é a crença em Lúcifer, igual a Adonai, mas Lúcifer Deus de luz e Deus do Bem, lutando pela Humanidade contra Adonai, Deus das Trevas e Deus do Mal”. A História nos ensina, que, desde 1776, a Conspiração tem-se desenvolvido exatamente como Adam Weishaupt previu, simplesmente porque os dirigentes dessa empresa demoníaca têm sido capazes de guardar o segredo do seu objetivo final, isto é, a escravização, de corpo e alma, do que restar da Raça Humana. Vamos, agora, desvelar os planos que os Illuminati têm a intenção de seguir, até o completo arremate.

Weishaupt, depois Pike, tinham necessidade de que o Sionismo Político fosse organizado, financiado, e controlado pelos Illuminati, de

maneira que pudessem utilizá-lo, inicialmente, para a criação de um Estado soberano que veria o coroamento do seu Déspota-Rei, Senhor do Universo, o que lhes permitiria, a seguir, fomentar a Terceira Guerra Mundial.

O Sionismo Político foi organizado por Herzl, em 1897. Uma pessoa dotada de inteligência, – essa faculdade dada por Deus-, pode negar o fato de que essa fase do complô já está se desenrolando no Oriente Médio[26] (e, também, no Próximo) nos nossos dias? Se deixarmos a 3ª G.M. eclodir, o Sionismo e o mundo muçulmano serão varridos do mapa, e as nações restantes serão eliminadas, enquanto potências mundiais. Restarão, entre os Illuminati e seu objetivo, somente o COMUNISMO ATEU E O CRISTIANISMO.

Numa carta que escreveu a Mazzini, em 15 de agosto de 1871, Albert Pike explica como chegar à Terceira Guerra Mundial. Um exemplar dessa carta se encontra, ou se encontrava, na Biblioteca do Museu Britânico Imperial de Londres:

“Nós, os Illuminati, soltaremos os Niilistas e Ateus, e provocaremos um formidável cataclisma social que mostrará às nações, em todo o seu horror, o efeito do ateísmo absoluto, origem de toda selvageria e das desordens as mais sangrentas. Os cidadãos serão obrigados a se defender, por toda parte, contra a minoria dos revolucionários, e exterminarão esses destruidores da civilização….

A multidão, desiludida com o Cristianismo, cujo, espírito deísta estará, sem qualquer direção nesse momento, buscará um ideal, mas, não sabendo onde e a quem render adoração, receberá a verdadeira luz, pela manifestação universal da pura doutrina de Lúcifer. Essa manifestação será, enfim, revelada ao povo; ela resultará do movimento reacionário geral que seguirá, de perto, a destruição do Cristianismo e do Ateísmo, ambos conquistados e destruídos no mesmo instante”.

Se acaso algum dos nossos leitores ainda duvide da verdade que afirmamos, que nos permita ressaltar que S.E. o Cardeal Caro y Rodriguez, primaz do Chile tentou advertir os católicos, e até mesmo os franco-maçons[27], do destino planejado para eles.

Quando Franklin Delano Roosevelt foi eleito presidente dos Estados Unidos, estava absolutamente certo de que a Conspiração alcançaria seus objetivos finais ainda durante sua vida. Em conseqüência, [aceitou o conselho e] mandou imprimir, em 1933, no verso das notas de 1 dólar, a insígnia dos Illuminati – que Jefferson já tinha feito cunhar secretamente no verso do Grande Selo Americano.

Estava, portanto, notificado aos Iluministas do mundo inteiro, que os Illuminati estavam em condições de exercer um controle absoluto sobre as finanças, a política e as ciências sociais da América. Roosevelt deu o nome de “New Deal” (Plano do Governo Americano para o Restabelecimento Econômico e a Segurança Social) a essa iniciativa.

Na política exterior, Roosevelt apoiou o Comunismo ateu, de maneira que este, em todos os pontos, se tornasse equivalentes em força, à Cristandade. Roosevelt estava de tal maneira convencido de que seria o primeiro Déspota-Rei, que teve a audácia de declarar, em 1942, a Winston Churchill, “que tinha chegado o momento do Império Britânico ser dissolvido no interesse da paz mundial”. Este incidente ocorreu em Vallentia Harbour, Terra Nova, quando se encontraram para tratar da questão da OTAN. A que espécie de paz Roosevelt se referia? A uma paz sob a férula de uma ditadura luciferina? É mais que provável! Vamos, agora, mostrar como os Illuminati se infiltraram na Casa Real Britânica. Desde 1942, o Almirante Louis Mountbatten era a “eminência parda” na Grã-Bretanha. Foi sob sua influência e direção que a Índia, e numerosas outras regiões do Império Britânico, “adquiriram a independência”, modo elegante de dizer que elas foram seccionadas da Coroa Britânica. O que a opinião pública tomava como sendo, apenas, desejos da parte de Roosevelt, tornaram-se, rapidamente, realidade. Roosevelt não ignorava o que os Illuminati tinham programado. Sua língua solta, durante a conversa com Churchill, confirmou o velho provérbio: “In vino verítas” [Quando se bebe o vinho, a verdade transpira].

De fato, em menos de cinqüenta anos, o Império Britânico foi reduzido, de maior potência da terra, a uma potência de terceira classe. Por outro lado, a Rainha da Inglaterra desposou o sobrinho do Almirante Mountbatten. O príncipe Philippe foi “adotado” pelo Almirante quando era menino. Todos sabem que o Príncipe Philippe tem uma visão extremamente liberal, mas poucas pessoas sabem que ele foi educado privadamente, por decisão do seu tio, em Gordonstoun, na Escócia, pelo Dr. Kurt Hahn, um Iluminista que (…) (vivia na – n.J.B. Klein) Alemanha.

O Dr. Kurt Hahn era, indiscutivelmente, um agente dos Illuminati. Ele serviu, na Alemanha, no Comitê Executivo do Partido Comunista, mas não era um ateu. Dirigiu a política comunista na Alemanha, de maneira que os Illuminati pudessem fomentar a 2ª Guerra Mundial. De qualquer modo, o príncipe foi entregue a um subversivo perfeitamente informado, altamente treinado e experimentado. A Escola de Gordonstoun é uma das três estabelecidas de acordo com o Plano de Weishaupt, que preconizava aos Illuminati endoutrinar e treinar jovens pertencentes a famílias bem situadas, com espírito internacionalista, a fim de fazê-los agentes da sua seita. As duas outras escolas fundadas pelo Dr. Kurt. Hahn, encontram-se em Salem, na Alemanha, e Anavryta, na Grécia.

Queremos deixar bem claro que os jovens assim treinados não tinham, todos, consciência da finalidade para a qual foram formados. E. H. Norman foi um desses jovens que teve um triste fim… E assim foi com muitos outros, porque não passaram de “PEÕES NO TABULEIRO DE XADREZ” dos Illuminati.

A Rainha Elizabeth é, igualmente, Chefe da Igreja Protestante na Inglaterra. O Cônego C.E. Raven, por imposição de forças que ela não pôde controlar, foi nomeado “conselheiro espiritual” da Casa Real. Este anglicanista casou-se três vezes. Sua terceira esposa professava o ateísmo, e era conhecida como “Heroína da Resistência Francesa”.

Uma coisa é certa: depois dessa nomeação, Sua Majestade nunca mais se referiu a Deus Todo-Poderoso, nas suas mensagens de Natal ao povo. O mais significativo ocorreu na sua última alocução: empregou o jargão dos Illuminati. Entre outras coisas, declarou: “A reação em cadeia das Potências da Luz, a fim de Iluminar a nova era (Nova Ordem) que chega”.

O poderio dos Illuminati é tamanho que instruíram um outro dos seus agentes, canadense, mas alemão de nascimento, chamado Hahn, para que celebrasse a ascensão da Rainha Elizabeth ao trono, modificando a foto que Sua Majestade tinha aprovado para as notas dos bancos canadenses. Hahn dissimulou, com habilidade, a carantonha de Satanás no penteado da Rainha.

No simbolismo iluminista, isto significa “Agora, temos o ‘ouvido da Rainha’. Nossos agentes estão tão próximos da sua pessoa que ela nem percebe sua presença”.

“News behind the News”, levou esse atentado ao conhecimento da Câmara dos Comuns do Canadá, na pessoa do Sr. John Blackmore. Em conseqüência, foram fabricados novos clichês e novas cédulas. Tentamos informar o marido da Rainha do verdadeiro objetivo dos Illuminati, mas sem grande sucesso, pareceu-nos.

Depois da morte de Roosevelt, a política exterior americana, e da ONU, têm sido decidida pelos Iluminados do Conselho de Relações Exteriores – C F R, que se instalou no Ed. Harold Pratt, em Nova York. Esse quartel-general da intriga internacional foi estabelecido, e é financiado, pelas fundações Rockefeller, Carnegie e Ford. Aliás, isentas de impostos.

Desde o início do século [XX], os Rockefellers tomaram dos Rothschilds a direção da Conspiração. Sua política visa conter o Comunismo, mas não destruí-lo. Com certeza, o Comunismo Internacional deve ser guardado em reserva, com um poderio equivalente ao da Cristandade inteira, senão o Plano diabólico de Albert Pike, para o último cataclisma social, não poderá ser executado.

Essa política, aparentemente desconcertante, nos explica porque Mac Arthur não foi autorizado a destruir o Comunismo, durante a Guerra da Coréia. Foi, ainda, essa mesma política que incitou a ONU a exigir, da França e da Grã-Bretanha, que retirassem as tropas pára-quedistas lançadas em Suez, para pôr fim às atividades subversivas de Nasser no Egito e no Oriente Médio. Quando Mac Arthur persistiu na intenção de destruir o Comunismo, foi destituído. Quando Antony Eden mandou tropas ao Egito, foi igualmente cassado. Por quais motivos verdadeiros? – Insubordinação ao “diktats” dos Illuminati? Desde a época de Jefferson, os cidadãos dos Estados Unidos têm sido gradualmente condicionados para o dia em que os Illuminati decidirem tomar o poder. O mesmo ocorre na Canadá [28].

Saberemos que a hora da escravização terá soado quando o presidente dos Estados Unidos, e o Primeiro Ministro do Canadá, declararem “Estado de Emergência”, e constituírem uma ditadura militar sob o pretexto de que tal medida é necessária para proteger o povo de uma agressão comunista[29]. Os Partidos Comunistas dos dois países são “contidos”, porque os Illuminati têm a intenção de utilizá-los para levar ao “Estado de Emergência” (parece que hoje a maneira mais operacional é o terrorismo). Afinal, teria o velho e doente Bin Laden, de dentro de uma caverna nas montanhas áridas do Afeganistão, capacidade para planejar, executar e controlar o atentado contra o World Trade Center, mais o Pentágono e, talvez, a Casa Branca? É preciso não esquecer que o governo Roosevelt sabia, com precisão, do ataque japonês a Pearl Harbor, e deixou acontecer, com mortos e feridos, além dos danos materiais.

(…) Aliás, o FBI e a Polícia Montada Canadense poderiam neutralizar, em 48 horas, os comunistas e todas as forças subversivas, se tivessem permissão. Os chefes do FBI, e da Polícia Montada, sabem quem são as Potências Secretas. Somente o apoio generalizado da população liberaria esses órgãos das correntes com as quais – nós inclusive, somos todos imobilizados.

Quando os comunistas receberem a ordem de se revoltar, serão autorizados a massacrar todos aqueles cujos nomes constam das listas de liquidação dos Illuminati. Os agentes dos Illuminati aparecerão, então, em cena, e tomarão o controle, sob o falacioso pretexto de salvadores do povo. Lênin se gabava de que “quando os tempos chegarem, os Estados Unidos cairão nas suas mãos, – as do Illuminati-, como frutos maduríssimos”.

O plano com o qual os Illuminati pretendem tomar o poder aos comunistas está pronto. O pessoal selecionado para arrematar os seus detalhes recebe treinamento num imóvel de Chicago denominado o “Treze Treze” (THIRTEEN THIRTEEN), Rua 60ª, uma propriedade da Universidade de Chicago. Esse centro de treinamento Iluminista é financiado pelas mesmas fundações que financiam o Conselho de Relações Exteriores – CFR, de N. York. Os Iluministas, engajados nesse projeto, estão infiltrados nos “Serviços da Administração Pública”, pretensamente para melhorar os serviços sociais, bem como o governo. Na realidade, eles treinam seus agentes selecionados para ocupar posições-chaves, em todos os níveis do governo.

Diplomados em Administração Pública já estão devidamente colocados como “especialistas”, “experts” e “conselheiros”, pelos Illuminati, nos seguintes órgãos:

-Am. Publica Works Assn. Municipal Finance Officers Assn; Public Personal Assn.; [seguem-se duas dezenas de outras organizações].
A política dos dirigentes dos serviços de Administração Pública, no “Treze Treze”, consiste em fazer nomear agentes treinados para os postos importantes dos Municípios. Estes, indicam outros diplomados pelo “treze treze” para chefiar os diferentes serviços civis, até que tenham controlado a Administração Municipal. Eles se propõem a trabalhar com eficiência, no interesse da organização. Na verdade, nada mais fazem que usurpar os poderes do eleitorado.

Dade County, Miami e Chicago já passaram ao controle dos diplomados pelo “Treze Treze”. (…) No caso de Miami, seria necessário estabelecer esse controle imediatamente; o Sul da Flórida constitui um dos “santuários” dos Illuminati, que planejam reunir e proteger lá os seus, excluindo todos aqueles que não forem de alguma utilidade, sobretudo quando o “Estado de Emergência” for declarado. É verdade, os Iluministas de Chicago e Miami controlam a Administração Civil, mas não o povo. [Por enquanto não foram aplicadas todas as novas medidas que o combate ao terrorismo impõe].

No interior do “Treze Treze”, os agentes do Illuminati recebem uma formação que lhes ensina como assumir o controle dos governos municipais, dos parlamentos de cada Estado, e como subjugar os “Goyins” (gado humano), assim que receberem a ordem. São ensinados, também, e antes de tudo, a como se apresentar sob o disfarce de “salvador do povo”, cuja missão seria preservar as massas das perseguições mais importantes da parte dos comunistas. São ensinados como retirar as massas da opressão comunista, para colocá-las sob nova sujeição, aos Illuminati. Esta, caros leitores, é a organização e seu funcionamento. Para outras informações sobre o “Treze Treze”, dirijam-se a Time for Truth Press, P.O. box 2233, Palm Beach, USA.

Nossa finalidade, ao escrever este opúsculo, era provar que os Illuminati foram bem organizados por Weishaupt, para dirigir a Conspiração Luciferina até seu objetivo final, mas, também, que são controlados, na cúpula, pela Sinagoga de Satanás. Esta, por sua vez, está colocada sob o controle de alguns indivíduos que são, de fato, os grandes sacerdotes da “fé” luciferina, conhecidos, também, sob o nome de “Grande Loja Branca”.

Tentamos provar que o objetivo encoberto da hierarquia luciferina consiste em impedir o estabelecimento do Plano de Deus para a Sua Criação, e que a vontade de Deus seja feita, assim na Terra como no Céu. Seu objetivo é impor a ideologia luciferina à humanidade, bem como suas decisões, pela força, graças ao despotismo satânico. A fim de enganar as populações, referem-se à ditadura totalitária luciferina com a denominação de “Nova Ordem Mundial”.

A ideologia luciferina exige da “Nova Ordem Mundial” uma divisão da humanidade em duas classes: os mestres (senhores) e os escravos. Os mestres, e seus governadores, serão os grandes sacerdotes dessa “fé”, seus Illuminati, e terão, como agentes de alto nível, alguns bilionários, cientistas, economistas, e profissionais liberais devotados à causa luciferina. Mas, haverá, também, uma polícia e um exército, em número suficiente, para obrigar os Goyim a obedecer.

Todos os outros seres humanos serão reduzidos a uma espécie de “conglomerado”, feito pela mestiçagem de brancos, negros, amarelos e vermelhos. A mestiçagem será rapidamente obtida pela inseminação artificial. As mulheres serão cientificamente selecionadas, e utilizadas como chocadeiras humanas, e, os machos que as fecundarão, serão cuidadosamente escolhidos [leia-se “O Admirável Mundo Novo”, de Aldous Huxley, uma visão romanceada do projeto dos Illuminati, por esse parente muito próximo de Altos Iniciados (n.d.t. brasileiro)].
Por outro lado, a taxa de natalidade será estritamente limitada às necessidades do Estado [experiências de controle de população são feitas no mundo todo, especialmente na China, donde nos chegam notícias de que os “médicos” abortadores vendem os fetos a U$ 10,00, para serem comidos numa sopa altamente valorizada nos meios mais satanizados (idem)].

Está escrito no plano diabólico dos Illuminati: quando obtivermos o controle, o próprio nome de Deus será apagado no Livro da Vida. No jargão dos Illuminati isto significa uma lavagem cerebral, cientificamente aplicada, a fim de lavar os espíritos dos escravos humanos de todo o conhecimento de Deus Todo-Poderoso: “Adonai”. Os Iluministas têm intenção de transformar em zumbis todos aqueles para os quais não tenham uma destinação particular.

Uma última advertência: as guerras, sejam elas ofensivas ou defensivas, as revoluções – mesmo que sejam chamadas de contra-revoluções-, a intolerância racial, a intolerância religiosa[32], o fanatismo religioso [é o caso das seitas, não devemos aceitar o rótulo que nos quer impor a Maçonaria!], a perseguição e o ódio, não darão solução ao nosso problema.

Será apenas conhecendo toda a verdade que poremos fim à Conspiração Luciferiana. Se continuarmos a guardar silêncio, por causa dos riscos, a Conspiração progredirá até o último cataclisma mundial, quando os Goyim se massacrarão as dezenas de milhões [ou bilhões?] com bombas atômicas e gás tóxico dos nervos, enquanto os Illuminati, e seus amigos, se aquecerão nas praias ensolaradas dos seus “santuários”, gozando do luxo.

Quem desejar resistir, e combater por Deus contra Lúcifer, não precisa de armas, de dinheiro. Tudo o que é necessário está exposto claramente nas Santas Escrituras. Que meditem sobre a Epístola aos Efésios, cap. VI, versículos 10 a 17:

“Quanto ao mais, irmãos, fortificai-vos no Senhor e sua força toda-poderosa. Revesti-vos da armadura de Deus para poder resistir às ciladas do diabo. Porque não é contra a carne e o sangue que vamos combater, mas contra os principados e as potestades, os senhores desse mundo das trevas, os maus espíritos espalhados pelos ares. Por isso, vesti a armadura divina, para poder resistir aos tempos terríveis, e, cumprido o dever, poder permanecer de pé. Tenhais, pois, os rins cingidos com a verdade, revestida da couraça da justiça; que vossos pés sejam calçados pelo zelo pelo anúncio do Evangelho da paz; tendo sempre à mão o escudo da fé, contra o qual se quebram os dardos inflamados dos mentirosos, Portai, ainda, o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus.” Poderia haver algo de mais completo e claro? (…) Se rompermos a
 Conspiração do Silêncio, se insistirmos com nossos representantes para que não façam o jogo da política, mas que trabalhem para o estabelecimento do Plano de Deus para a Criação, aí então, Deus intervirá em favor daqueles que provaram sua vontade de figurar entre seus eleitos. Esta alternativa nos é oferecida. Cabe-nos decidir: se, de todo coração desejamos viver, para toda a eternidade, segundo o Plano de Deus, a única maneira de provar nossa sinceridade é trabalhar pela realização do Seu Plano para a Terra. O plano de Deus está revelado nas Santas Escrituras. Ele não está, evidentemente, de acordo com a Carta das Nações Unidas, a ONU, ou com a ideologia dos mundialistas. Postai, ou distribui exemplares desta brochura às pessoas com as quais vos preocupais. Os resultados obtidos são maravilhosos quando os exemplares caem em boas mãos… Se estiverdes convencidos do que revelamos, então é vosso dever transmitir estas informações ao maior número de pessoas que possais contactar. Algumas, – muito poucas -, aceitarão o conhecimento da verdade. Outras a rejeitarão. Não será por vossa culpa! Sereis julgados pelos esforços consagrados ao trabalho, e não pelos resultados que tiverdes obtido. Usai da paciência, sem nada impordes, mormente pela força! Dai provas de bom senso-senso, sem nunca denegrir! Sede amáveis e reflexivos, não sejais polemizadores ou agressivos! Levai as pessoas a pensar, e, depois, deixai-as refletir por si mesmas sobre a questão. Os escravos, que estão a serviço dos Iluminados, gastam todo o tempo disponível, – noite e dia-, a serviço da sua causa. Podemos fazer por menos, se desejamos obter nossa recompensa eterna?

Necessitamos da cooperação do clero de todas as nações que ensinam a crença em Deus e o combate a Lúcifer. Temos necessidade, particularmente, do apoio ativo de todos os ministros da Religião Cristã. Se pudermos persuadi-los a prestar mais atenção, a romper a conspiração do Silêncio, e ensinar toda a verdade aos seus fiéis, os Illuminati não poderão completar seu Plano e fomentar a Terceira Guerra Mundial, bem como o cataclisma social. Os padres de Deus assumem uma responsabilidade muito pesada quando recebem o sacramento da Ordem. É seu dever, sejam quais forem as conseqüências, e nisto está empenhada sua honra, revelar aos seus rebanhos a inteira verdade! Se não aceitam fazê-lo, entregam à própria sorte inocentes vítimas, nas mãos de criminosos que buscam tomar posse das suas almas imortais!

Conclusão: proponho aos 900.000.000 de católicos, espalhados pelo mundo inteiro, a seguinte questão: se aquilo que expliquei nestas páginas não é verdade, por que rezais assim no final de cada missa[33]:

“São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate, sede nosso escudo contra as maldades e ciladas do demônio. Cordeiro de Deus, instantemente vos pedimos, e vós, Príncipe da Milícia Celeste, pelo divino poder, precipitai no inferno a Satanás, e a todos os espíritos malignos que andam pelos ares para perder as almas”[34]

Ou bem o que revelamos é verdade, ou bem as palavras da oração acima são absurdas!

Sei quem compôs esta grande prece35. Já disse porque a compôs. Estou certo de que Deus está pronto a ouvir nossas preces, desde que tenhamos provado – pela ação refletida -, que somos dignos da sua intervenção[36]!

William Guy Carr

“Abriu, pois, a boca em blasfêmias contra DEUS, para blasfemar o seu nome, o seu tabernáculo[38] e os habitantes do Céu. Foi-lhe dado, também, fazer guerra aos santos e vencê-los. Recebeu autoridade sobre toda tribo, povo, língua e nação, e hão de adorá-la[39] todos os habitantes da terra, cujos nomes não estão escritos desde a origem do mundo no livro da vida do Cordeiro imolad. Quem tiver ouvidos, ouça!”
(Ap. 13,6-9)
(A citação Bíblica foi inclusão nossa: J. B. Klein)


NOTA FINAL DA EDIÇÃO FRANCESA

A CONSPIRAÇÃO MUNDIAL

Aqueles que têm dificuldade em aceitar que os Estados Unidos e o mundo sejam alvo de conspirações políticas e econômicas, não estão preparados para a leitura deste livro, que trata da Conspiração num nível muito alto. O homem comum não está familiarizado com a história e a documentação que expusemos aqui. Ocorre, também, que nunca lhe disseram que as potências do mal são tão reais quanto as potências do bem.

Neste trabalho, o leitor se confronta com a revelação de documentos secretos do Pe. Robinson, e com outras mais recentes e numerosos. Em seguida, o autor transporta o leitor através da história, remontando à Conspiração desde suas origens mais remotas. De repente, o leitor se dá conta de que está entendendo o que se passa com o Governo Mundial, que trata de usurpar os poderes dos demais governos legítimos. É coisa muito diferente do simples governo que a maior parte dos Cristãos espera do Senhor.

Os conspiradores têm um conhecimento profundo da natureza humana. São conscientes do fato de que Deus criou a terra, e nos colocou nela por meio de um processo de nascimentos; que nos dotou de uma inteligência, que pode receber inspirações boas ou maléficas. Assim, gratificado com uma vontade livre, o homem teria que ser posto à prova nesta terra, posto que seu corpo material executa as decisões do seu espírito, num sentido positivo ou negativo.

Os conspiradores tomaram muito cuidado para assegurar-se de que seus planos não seriam, jamais, revelados. Principalmente, pela imposição de juramentos (secretos) terríveis, e usando da zombaria, ou do assassinato…

Seus objetivos verdadeiros não devem ser revelados, até que sua organização tenha imposto um despotismo absoluto. Estamos sendo informados , aqui, que se trata de uma Conspiração, tão implacável quanto diabólica, cujo objetivo é amputar a liberdade do homem, dada por Deus, usando, para isto, a mentira, o crime e a força.

A Sinagoga de Satanás recorre a todos os expedientes baixos. Ela mesma diz “As massas devem ser endeusadas com louvores exagerados, e promessas extravagantes. A seguir, poderemos fazer o contrário do que prometemos… Não há nenhuma importância!”…

William Carr aconselhava, freqüentemente, postar ou distribuir exemplares desta brochura às pessoas das nossas relações, porque os resultados são maravilhosos quando caem em boas mãos. Ele estava persuadido de que a verdade será, um dia, vitoriosa.

( A seguir inclusões nossas: J.B. Klein)

NOTA 1:

Republicaremos o artigo do Jornal Folha de São Paulo, de 02 de novembro de 2000, originado na sucursal do Rio de Janeiro, pois após passaram-se QUARENTA e DOIS (42) ANOS, são confirmadas plenamente as informações e os alertas do Almirante Canadense William Guy Carr, transcritos aqui:

MANIFESTO GRUPO REÚNE CIVIS E MILITARES

Criado por militares da reserva e por civis, o “Movimento para restituir o Brasil aos Brasileiros”, acaba de lançar o “Manifesto à Nação”, que aponta um suposto “Governo Mundial”, que já se encontra em gestação.

Essa administração mundial, afirma o documento, tem como objetivo estabelecer-se em um patamar “hierarquicamente superior a todos os Estados – Nações que hoje existem sobre a terra”.

Escrito em 14 páginas e dividido em 5 capítulos, o manifesto sustenta a estratégia desse “Grupo obcecado pelo poder mundial”, que já está definida e em execução.

Fariam parte da estratégia do grupo para controlar o mundo, o estímulo a movimentos separatistas, a desativação de indústrias nacionais, o corte de verbas para o setor de ciência e tecnologia, e à adoção do dólar como moeda fora dos EUA.

Esse plano, se não for detido, levará o domínio da violência, da destruição e da morte, em uma escala nunca vista anteriormente; uma verdadeira tragédia de alcance mundial, afirma o texto.

Em relação ao Brasil, o manifesto dia que o País “ainda não foi destruído de forma irreversível, e pode dizer não, aqueles que querem destruí-lo”.

O movimento foi criado este ano por quarenta e dois civis e militares. Seu coordenador-geral é o Brigadeiro Eércio Braga, 64 anos, da reserva da Aeronáutica.

“Queremos o Brasil como o Brasil, e não como uma espécie de colônia”, disse Braga.

NOTA 2:

O CATÓLICO NÃO PODE SER MAÇOM
DECLARAÇÃO DA SAGRADA CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ, RELACIONADA COM A ACTA APOSTOLICAE SEDIS 73, DE 17 DE FEVEREIRO DE 1981

Declaração sobre as associações maçônicas

“Foi perguntado se mudou o parecer da Igreja à respeito da maçonaria pelo fato de que no novo Código de Direito Canônico ela não vir expressamente mencionada como no código anterior (imagine se a maçonaria eclesiástica não iria agir? – n.J.B. Klein).

Esta Sagrada Congregação quer responder que tal circunstância é devida a um critério redacional seguido também quanto às outras associações igualmente não mencionadas, uma vez que estão compreendidas em categorias mais amplas.

Permanece portanto inalterado o parecer negativo da Igreja à respeito das Associações Maçônicas, pois os seus princípios foram sempre considerados inconciliáveis com a Doutrina da Igreja e por isso permanece proibida a inscrição nelas. Os fiéis que pertencem as associações maçônicas estão em estado de pecado grave e não podem aproximar-se da sagrada comunhão.

Não compete às autoridades eclesiásticas locais pronunciarem-se sobre a natureza das associações maçônicas com um juízo que implique derrogação de quanto foi acima estabelecido, e isto segundo a Declaração desta Congregação, de 17 de fevereiro de 1981 (cfe. AAS 73, 1981, p. 240-241).

O Sumo Pontífice João Paulo II, durante a Audiência concedida ao subscrito Cardeal Prefeito, aprovou a presente declaração, decidida na reunião ordinária desta Sagrada Congregação, e ordenou a sua publicação.

Roma, da sede da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, 26 de novembro de 1983.

Obs. Final: Não esqueçamos disto em nenhum momento de nossas vidas: “O lívre arbítrio DEUS nos concedeu, mas pelas conseqüências de todas as nossas decisões, responderão nossas almas, eternamente…” Colaboração de João Batista Klein, Porto Alegre-RS, em 04.03.2005
www.portalanjo.com

 

NOTAS GERAIS:

1 A segunda é “Satanás, Príncipe deste Mundo”, editada em 1997 nos Estados Unidos, por enquanto não traduzida em português nem francês.

2 Na época o autor não precisou, e não era fácil prever, que o Comunismo mudaria de forma exterior. Aliás, é da sua natureza disfarçar-se de acordo com as circunstâncias históricas. Não é de admirar que hoje, o Comunismo tome a forma de Socialismo Democrático.
Para bem compreender a natureza cambiante do Comunismo, ler o livro de Jean Daujat: “Conheça o Comunismo”.

3 Atualmente, parece que os Illuminati fixaram sua escolha no Deserto Australiano e na Patagônia, como testemunham os extratos da imprensa que deixamos à sua meditação:

a) Marcel Renoulet, diretor do jornal libertário “L’ Homme Libre” citou a seguinte advertência (10.11.94): “Ignoro se a guerra vaieclodir. Um fato muito me preocupa: Rockefeller, e uma dezena dos maiores bilionários americanos compraram um território quase tão grande quanto a Bélgica, em pleno centro do Deserto Australiano, e ali estão construindo palácios enterrados.

. O território é cercado de arame farpado, e vigiado por um exército provado. Muito mau, muito mau sinal… Esses senhores conhecem o futuro… Já que são eles que o decidem…”.

Acrescentamos, no que se refere à Austrália, que de 21 de outubro a 9 de novembro de 1993, ocorreu uma “Grande Reunião de Luciferianos” em Wollongong, cidade situada na costa oriental australiana, próxima a Sidnei, mas também nas proximidades de uma grande zona desértica…

Os testemunhos de ex-satanistas revelaram que a elite dos chefes do culto satânico do mundo inteiro lá se encontrava… Esse encontro, projetado há vários anos, teve lugar nas montanhas vizinhas à cidade, na mata densa. Ali muitos rituais foram praticados. O objetivo desse encontro em Wollongong foi reunir todos os adeptos do aniquilamento do “anjo da morte”, um personagem cristão que Deus teria chamado para combatê-los! O fim do Mistério da Iniqüidade seria em breve? Na perspectiva da guerra anticristã posta em marcha, a coligação entre a Alta França Maçônica Luciferiana, e os círculos satânicos, já está estabelecida”.

b) No seu número 481, de maio de 1997, página 60, a revista “Lectures Françaises” cita a seguinte informação: “Buenos Aires. Território caro ao coração de Jean Raipail, a Patagônia está em vias de se tornar a terra dos bilionários. Ted Turner, o riquíssimo magnata da cadeia de televisão CNN, comprou 5.000 hectares de magníficas paisagens. Sylvester Stallone propôs a compra de um lago, e mais 14.000 hectares. Alfredo Yabran, amigo do Pres. Menem, acusado de ser o chefe da máfia local, os imitou. Pode se encontrar outros bilionários seduzidos pelos grandes espaços ainda intactos: a família Benneton possui 850.000 hectares destinados à criação de ovelhas e bovinos. Georges Soros não fica atrás: é proprietário de 350.000 hectares, comprados de antigas famílias em dificuldades financeiras.

Muitos políticos argentinos responsáveis criticam esta corrida à Patagônia, transformada em reserva ecológica. Acusam o Governo de entregar a região a preço de banana. “Mas nada poderão fazer, por causa das razões que agora sabem; ainda mais que a maioria desses “privilegiados” faz parte do “Povo Eleito”…
(n.d.t. francês)

4 Queiram estudar, lápis à mão, a “extraordinária” questão dos Khazars, povo mongol-asiático convertido ao Judaísmo nos séculos VIII-IX D.C. Os judeus “ashkenazim” são os descendentes dos Khazars, logo não-semitas. Quando se sabe que 82% dos judeus do mundo inteiro são “ashkenazim”, pode-se avaliar as dimensões da impostura indizível que constitui o suposto anti-semitismo… A única obra relativamente “séria” que se pode procurar sobre esse assunto é La Treiziéme Tribu, do judeu Arthur Koestler, publicada em 1976 por Calmann-Lévy, encontrada, também em edição de bolso em “Presses Pocket” nº 2546. Curiosamente, esta obra é raramente citada nos outros livros de Koestler, na relação das obras do mesmo autor, e estranhamente, A. Koestler morreu subitamente, após a publicação desse livro muito desconcertante para certas pessoas… Uma obra que pode ser lida com prudência: “Le Dictionnaire Khazar”, de Milorad Pavic, editado por Belfond, em 1988 (n.d.t. francês).

6 Sobre as origens demoníacas do Rock in ‘Roll, consultar as seguintes obras:

a) Pe. O’Connor, O.P.: “La Guerre de Satan Contre nos Enfants”;

b) Jean – Paul Régimbalt: “Le Rock’n ‘roll, Viol de la Conscience par les messages sublimimaux” (preferível a edição canadense, que saiu sem cortes da “censura”) A parte suprimida na Suíça, p.e,. é o capítulo: “Quem financia o rock?”

c) Mons. Corrado Balducci: “Adorateurs du Diable et Rock Satanique”, Tequi, Paris.
Todas estas obras estão disponíveis nas Ed. D. F. T, BP 28, 35370 Argentré-du – Plessis, França. Quanto à pornografia e suas sombrias origens, ver o livro de Désiré Dutonnerre: “Lá Marée Noire de La Pornographie”, publicada pelas Ed. De Chiré, BP.1, 86190 Chire-em-Montreuil 
(n.d.t. francês).

Não nos esqueçamos de que, em pleno regime militar no Brasil, carimbado pelos comunistas de “ditadura militar fascista”, a partir do Governo Geisel, por obra do seu auxiliar mais importante, o general Golbery do Couto e Silva, maçom dos altos graus, foi liberada a pornografia nos cinemas, teatros e revistas, o que tinha sido proibido no Governo Médici. Golbery alegava que era preciso haver “válvula de escape”, como se a Educação Moral e Cívica, e a censura vigentes, fossem sufocantes e antinaturais. O sociólogo laureado (e muito lido, ao contrário do “príncipe dos sociólogos”, Fernando Henrique), o professor russo naturalizado americano, Pitrim Sorokim, escreveu a magistral obra “A Revolução Sexual Americana”, que trata dos efeitos na erotização na sociedade americana”. 
(n.d.t. brasileiro).

7 “News Behind the News” (N.B.N): “Notícias por trás das Notícias”, boletim informativo sobre os bastidores da política mundial, com ênfase no papel dos Illuminati, fundado por William Guy Carr, não é mais publicado. Esse boletim completava, com muita utilidade, suas notáveis obras .
(n.d.t. francês)

* Esta heresia é ensinada pela seita “Testemunhas de Jeová”, cujo fundador era maçom de alto grau e Illuminati. Outras seitas de origem protestante foram fundadas pelos Iniciados.

8 S.S. o Papa Leão XIII, declarou na sua inspirada encíclica “Humanum Genus” (1884), sobre a Maçonaria, que é preciso “arrancar a máscara dessa seita a fim de mostrá-la tal como é”. Obedecemos de bom grado a essa diretriz papal, porque o inimigo deve ser combatido sem quartel
(n.d.t. francês).

9 1789, ano da Rev. Francesa e da inconfidência Mineira dos maçons brasileiros. Em 1889, a Maçonaria brasileira comemorou o 1º centenário desses eventos com a Proclamação da República, e, o 2º centenário, com a promulgação, em 1988, da “Constituição Cidadã” que institucionalizou, no Brasil, o Código dos Direitos do Homem e do Cidadão, da Rev. Francesa. Ainda em 1889, planejaram um atentado a D.Pedro II, comemorativo ao 1º centenário da Rev. Francesa, que deveria ocorrer exatamente no dia 17 de julho, data da “tomada da Bastilha”, quando o monarca deveria ir ao teatro. Como não foi naquele dia, só o fazendo alguns poucos dias depois, o atentado, realizado por um maçom português, foi adiado. O tiro nem acertou a carruagem, o conspirador foi preso, banido, e o fato, esquecido.
(n.d.t. brasileiro).

10 Ver “O Gnosticismo e a Franco-Maçonaria”, de Eduard Haus, p. 190
(n.d.a).

11 Bem antes de 1917!

12 Vejam que atribuem a Engels o financiamento do seu parceiro, numa tentativa de cobrir a ação do Illuminati. 
(n.d.t. brasileiro).

13 Ele dirigia os Carbonari (braço armado da Maçonaria), e a famosa “Mão Negra”, cujos membros assassinaram o arquiduque Francisco Ferdinando, em Sarajevo (dando início à 1ª Guerra Mundial)

14 Existem, com certeza, várias datas no calendário luciferiano nas quais se realizam missas negras e sacrifícios humanos. Atualmente, através de Halloween, assistimos à penetração do rito satânico nas escolas. O ano novo do calendário dos bruxos é comemorado no dia 31 de outubro. A “World Book Encyclopedia” afirma que se trata do começo de tudo o que é “frio, escuro e morto”. Sabemos que, ainda nos nossos dias, os satanistas praticam sacrifícios humanos, à noite, nos Estados Unidos e na Austrália. (A pedofilia, rito iniciático satânico, termina, geralmente, com o assassinato de crianças. Os membros dos altos cargos da União Européia, p. ex., são obrigatoriamente, pedófilos). 
(n.t.d. brasileiro).



15 A polícia de Chicago conduziu inquéritos sobre três crimes rituais recentemente (n.d.a.), a imprensa americana publicou notícias sobre o sumiço e morte ritual de cerca de 600 pessoas por ano, de todas as idades. O escândalo só poderia ser abafado com outro maior: o caso Mônica “gate” (uma agente do Mossad) envolvendo o Pres. Bill Clinton. No Brasil, o julgamento (2003) mais importante do caso do assassinato e retirada dos órgãos genitais de alguns rapazes, em Altamira, no Pará: Apenas dois médicos e um policial foram condenados a altas penas, e a bruxa mandante dos crimes, foi absolvida, por falta de provas! 
(n.d.t. brasileiro).

16 Recentemente, agentes dos Illuminati roubaram o tabernáculo de uma Igreja Católica Romana, em N. Jersey, para obter hóstias consagradas (n.d.a.).

Atualmente, elas podem ser fornecidas pelos próprios padres e bispos pedófilos. Aliás, a própria criança, submetida aos abusos, senão assassinada, já é uma hóstia. São mártires de uma categoria especial. Daí o empenho (de membros da maçonaria eclesiástica dentro -n.J.B. Klein) da “Igreja” em dar a comunhão na mão. 
(n.d.t. brasileiro).

17 Uma certa Wilma Montesi morreu, depois de ter sido utilizada como sacerdotisa de uma Missa Adonaicida. Ela tinha participado de uma maratona sexual. Morreu de esgotamento físico, e também, de uma overdose de drogas, numa praia próxima a Nápoles. O escândalo envolveu altas personalidades da Igreja e do Estado… 
(n.d.a.).

A laicíssima revista História, no seu nº especial 430-bis, página 86, informa que um certo Bernard Oudin falou sobre a operação “abafa” para apagar o caso Montesi. Os Illuminati fazem tudo o que é possível para limpar os traços dos seus crimes. W. Carr estava muito melhor informado do que esse pobre jornalista. Sabemos que hoje em dia muitos outros corpos de moças seqüestradas são, depois, encontrados numa praia, ou num outro lugar qualquer. 
(n.d.t. francês)

18 No livro “L’ Église Eclipsée?”, ou autores mostram que o inimigo conseguiu seu Papa da Revolução, e que este realiza o plano da conspiração luciferina, implementando o projeto do rabino E. Benamozegh, o qual previu a instalação da religião noachida, no Sinai, no final do Séc. XX, ou nos primeiros anos do XXI, como trampolim para a religião luciferina. É curiosa à significação de Har Sinai, no talmude: Monte Sinai é a montanha donde irradia sina, o ódio contra todos os povos do mundo (Talmud, Schabbath, 89).

19 Os membros executivos desses conselhos reuniram-se, secretamente, na Geórgia, no Hotel King & Prince, na Ilha St. Simon, de 14 a 17 de fevereiro de 1957. Os fatos são relatados no número de maio de “News Behind the News”. 
(n.d.a).

20 Esse Karl Rothschild, o Rothschild de Nápoles, era o célebre “Piccolo Tigre” dos documentos da Alta Venda Romana, que Crétineau-Joly revelou no seu trabalho fundamental “A Igreja em face de Revolução”. 
(n.d.t. francês).

21 O escândalo da loja “P2” e do Banco Ambrosiano, no início dos anos 80, na Itália, ilustra bem o assunto. (n.t. francês).

22 Lembramos que se trata do Vaticano de 1957-58, i.e, dos tempos de Pio XII. O leitor compreenderá bem essas crises lendo “L’Église Eclipsée”, D.P.F. 
(n.d.t. francês).

23 Lembremo-nos da importância do Halloween, atualmente festejado em todas as escolas, um meio escolhido para iniciar as crianças no rito satânico, mandando-as aos lares da sua cidade pedir doces. Antigamente, as feiticeiras, quando lhes recusavam uma “esmola, lançavam pragas na casas dos não-doadores”. Lembremo-nos também, que a data do Halloween visa a abafar a comemoração do Dia de Todos os Santos, como acontece com outras datas do calendário católico: Dia das Mães, competindo com o de Nossa Senhora; Dia dos Namorados, Dia dos Pais; retirando recursos destinados as comemorações católicas, e desviando os corações. O Natal, no Uruguai, p. ex., virou “Dia da Família”, e o personagem homenageado é, sempre, o Papai Noel, símbolo do liberalismo, e, nunca, o Menino Jesus. Os cartões de Natal – Papai Noel transmitem mensagens afetuosas e sentimentos humanos fraternos, sem alusão ao Divino Infante, etc. 
(n.d.t. brasileiro).

24 Atenção para a data: exatamente o 1º centenário da “Queda da Bastilha”, data máxima da Rev. Francesa, que é a revolução modelo.

26 Também não escapam à inteligência, de qualquer pessoa mediamente instruída, os seguintes fatos, estimuladores da entrada na guerra dos Estados Unidos, cujo povo é, tradicionalmente, isolacionista:

– afundamento (torpedo) da Lusitania, navio americano à 1ª G.M;

– ataque japonês a Pearl Harbor à 2ª G.M;

– ataque ao “World Trade Center”, Pentágono e, presumivelmente, à Casa Branca

– à 3ª G.M. Se ainda não estamos na 3ª G.M, já assistimos seus prenúncios: Yuguslavia x OTAN; Afeganistão x Índia.

– Bush pai e Bush filho já se lançaram contra o Iraque. Ambos são formados na sociedade secreta “Skull and Bones”, são maçons de alto grau, e seguem o plano de Weishaupt-Pike. Bush falou sobre a Nova Ordem Mundial, e o filho sobre a “Novíssima Ordem Mundial”, quando, aparentemente, afrontou a ONU para atacar o Iraque, contra a opinião pública mundial. Enquanto isso, os ashkenazins, descendentes dos Kahzars, um povo mongol-asiático que migrou para as estepes russas e se converteu ao Judaísmo no séc. VII-VIII D.C, disputam com os sefardins a eleição do Rei do Mundo. Os ashkenazins são os mais numerosos (82%), mas os sefardins são os mais ricos (Rothschild, Rockfeller). É um problema para os Illuminati resolverem antes de deflagrarem a 3ª Guerra Mundial.

… Recomendamos meditar sobre:

- O fato de que o Comunismo foi planejado, desencadeado, sustentado, e controlado pelos Illuminati, e ainda o é. Gorbatchev é um deles, fez a lição de casa direitinho, deu nome até a uma Fundação e investe, atualmente, na “Nova Religião Mundial”, Dalai Lama, Rochefeller, etc, como figuras de proa;

- um ensaio desse cataclisma social foi executado durante a Rev. Espanhola de 35, com loucos e criminosos soltos, como na Revolução Francesa de 1789, matando e roubando indiscriminadamente, enquanto grupos fanáticos, bem treinados, seqüestravam pessoas constantes de uma relação pré-preparada.(…) 
(n.d.t. brasileiro)



27 Os maçons, na sua quase totalidade, são uns bobos que os “Altos Graus” manobram, como o manipulador que puxa os cordões das marionetes. A esses maçons idealistas, que acreditam estar sendo, como a pedra, polidos, e contribuem para a realização da grande Obra da Fraternidade Universal, ou aqueles mais avançados na iniciação, que pensam serão os quadros, os tecnocratas de uma nova civilização, baseada na supressão do:

– erro, pela abolição das leis;

- pecado, pela abolição da idéia de Deus;

– miséria, pela abolição [física] dos miseráveis;

Tudo levando à PAZ, sob uma Nova Ordem Mundial, de liberdade, igualdade e fraternidade, que ponham as barbas de molho. Para eles, os “irmãos” desconhecidos preparam um suicídio coletivo, já testado na Guiana, com o esquecido (por quê?) Jim Jones. Maçom amigo (porque devemos amar até mesmo os inimigos): não se iluda! Você foi treinado para obedecer cegamente a fim de que, cumprido seu papel (sujo, por sinal) seja eliminado com prioridade: pelo bem da Humanidade, irmão, você deverá se matar! 
(n.d.t. brasileiro).

28 O livro de W. Carr, “Pawns in the Game” está, agora, censurado no Canadá, bem como outras obras “não-conformistas”. É essa a liberdade de expressão que as diversas Declarações de Direitos Humanos não cessam de zumbir nas nossas orelhas. O inimigo não pode suportar a verdade, e usa de todos os meios para impedir que seus planos sejam revelados. 
(n.d.t. francês)

29 A revista americana “The New American”, da direita (cuidado, é direita da Maçonaria), tem alertado sobre a crescente quebra das liberdades e da privacidade dos cidadãos daquele país, outrora modelo de nação livre, sob o pretexto de impedir o terrorismo. Após o 11 de setembro, atentado que destruiu as torres gêmeas de N.York, os cidadãos têm sofrido uma série de restrições e controles. Um sistema de escuta-gravação permite monitorar todos os telefones, faxes, correios eletrônicos, telefones digitais do país e do mundo inteiro.

Já está desenvolvido também, o sistema de identificação pessoal na base de um microchip implantado nas costas da mão, contendo todos os dados do indivíduo, permitindo localizá-lo em qualquer lugar do planeta, inclusive em subterrâneos. Cogita-se também em acabar com o dinheiro e passar a comprar e vender apenas com microchip (“a marca da besta”!). Informações recentes dão conta de que a Motorola já tem fabricado, em Campinas, cerca de 200 milhões de microchips, para implantar nos brasileiros. Faz algum tempo transpirou uma notícia que passou despercebida do grande público: o presidente John Kennedy teria sido morto porque, após ter assinado um decreto ultra-secreto, que lhe daria poderes ditatoriais, em caso de “Estado de Emergência”, decidiu revogá-lo publicamente em cadeia de televisão “costa a costa”… Não viveu para isso. 
(n.d.t. brasileiro).


32 Ler, a respeito, a doutrina correta da Igreja, exposta magistralmente pelo Pe. Pie (depois cardeal) em três sermões magníficos. A verdade é, sim, intolerante quanto a erro. 
(n.d.t. brasileiro).

33 Esta oração foi suprimida na “Liturgia Conciliar”… Pois bem, esta oração, dita 400.000 vezes por dia, ao redor do globo, constituía uma barragem de metralhadoras incrível, contra a ação diabólica. Os manipuladores desertaram, os demônios podem passar!… De qualquer modo, é preciso não esquecer que existe uma mulher, “mais terrível que um exército em ordem de batalha”, que esmagará sua cabeça, como anunciou em Fátima, em 1917!

34 Uma instrução recente, vinda do Vaticano (da maçonaria eclesiástica – n.J.B. Klein) , proíbe que essa oração seja rezada pelos fiéis, ao final das Missas, e, até mesmo dizerem amém! Alegam que se trata de um exorcismo e, como tal, não pode ser dito por leigos… Numa outra instrução, proíbe o Vaticano (a maçonaria eclesiástica – n.J.B. Klein) que se ofenda Lúcifer – Satanás com palavras, etc. Deve ser referido, apenas como “Príncipe do Mal”. Ao tratar Satanás, o diabo, como Príncipe do Mal, estaremos concedendo- lhe o status de Deus, que os satanistas desejam, porque não existe um princípio do mal. Deus não criou o mal, apenas o bem, nem poderia fazê-lo, porque Ele é o Bem! Ele, Deus, sim, é o princípio. Lúcifer – Satanás é a criatura, e o mal é apenas, deficiência do bem, aquilo que falta à Criação para que ela seja, inteiramente, o bem. A Igreja já condenou essa heresia professada pelos maniqueístas e, depois, outras seitas vinculadas a essa doutrina falsa. O escândalo é que agora ela volta, oriunda do próprio Vaticano (por ação dos maçons lá encastelados – n.J.B. Klein). Que prova maior podemos ter de que os luciferianos – satanistas ocupam a Sé de Pedro? Professam, abertamente, a doutrina dos Illuminati, e querem impô-la aos Católicos. Quantos bispos, padres e religiosos, sem contar a multidão de leigos, por causa de uma obediência mal compreendida, a uma autoridade que declara não mais encarná-la, vão perder suas almas? Vade retro Satanás!
 (n.d.t. brasileiro).

35 S.S. O Papa Leão XIII teve uma visão apavorante da ação tenebrosa, de Satanás e seus anjos, sobre o mundo. Isto o estimulou a compor esta prece exorcística! No que concerne ao “Grande Exorcismo de Leão XIII”, consultar a pequena brochura editada pela Editora Ste. Jeanne D’ Arc, (“Les Guillots”, 18260 Vilegaignon), que contém um bom número de informações históricas; dentre outras, sobre os golpes sombrios que foram praticados, no começo do século (XX), sobre esse Grande Exorcismo, pelos inimigos infiltrados na mais alta cúpula da Igreja. Dispomos, pois, do texto integral desse “Grande Exorcismo”…
(n.d.t. francês).

36 Aconselhamos a leitura de “La Bataille Préliminaire”, de Jean Vaquié. Ele detalha o que é preciso fazer-se na espera da intervenção divina.

37 anticristo

38 EUCARISTIA

39 A fera (o anticristo)

por William Guy Carr

[…] Postagem original feita no https://mortesubita.net/sociedades-secretas-conspiracoes/a-conspiracao-mundial-luciferiana/ […]

Postagem original feita no https://mortesubita.net/sociedades-secretas-conspiracoes/a-conspiracao-mundial-luciferiana/

A Riqueza – Parte 1

Adaptado do Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. XVI.14

O amor aos bens terrenos é um dos mais fortes entraves à evolução moral e espiritual, sendo uma provação muito maior do que a dor, fome ou pobreza, porque enquanto as últimas servem para retirar qualquer ranço de superioridade e deixa pouco espaço para ação (karma), a riqueza traz consigo status, orgulho, avareza, cobiça (quem tem quer sempre mais), beleza e possibilidades inúmeras de ação, tanto para o bem comum, como para endividar-se diante desse sistema de energias, quem em nosso nível de percepção conhecemos como Deus.

A riqueza em si não é maléfica, não estou aqui fazendo uma ode à pobreza, apenas deixando bem claro os perigos inerentes a riqueza. Muito menos estou dizendo pra sair por aí dando dinheiro aos pobres. Compreende-se a satisfação – mais que justa – do homem que, através do seu trabalho honrado e assíduo, acumulou riquezas, mas daí ao apego que absorve todos os sentimentos e endurece o coração tem uma grande distância, tão grande quanto a que separa o esbanjador do mesquinho, dois vícios entre os quais colocou Deus a caridade, virtude esta que ensina o rico a dar sem ostentação, para que o pobre receba sem baixeza/humilhação.

Quer a fortuna venha da sua família, ou do seu esforço, não esqueça de uma coisa: tudo emana de Deus, e para Ele retorna. Nada nos pertence, nem mesmo nosso corpo (como a morte sempre nos lembra). Voltemos um pouco em nossos conceitos e imaginemos por um minuto o universo de forma mecanicista: existem rodas de engrenagem grandes, capazes de suportar grandes forças por elas mesmas, mas que estão em contato com as engrenagens pequenas, passando a energia suficiente para que a última, com sua leveza e agilidade, possa “conversar” com outra engrenagem, que está em outra velocidade. As engrenagens grandes e pesadas seriam os ricos, que devem lidar com a parte mais densa da matéria e transformar isso em trabalho, energia, movimento. Pena que o que mais vemos é a engrenagem se recusar a passar seu potencial para as outras, e desse jeito a sobrecarga recai em cima das outras peças. Outra analogia: o rico seria o regador automático, que recebe grande vazão de água e a espalha para todo o jardim. Mas é comum que o receptor da água ache que aquilo tudo é apenas para ele…

Sobre isso Lacordaire bate pesado no Evangelho…: “Esqueces que, pela riqueza, vos revestistes do caráter sagrado de ministros da caridade na Terra, para serdes da aludida riqueza dispensadores inteligentes? Portanto, quando somente em vosso proveito usais do que se vos confiou, que sois, senão depositários infiéis? Que resulta desse esquecimento voluntário dos vossos deveres? A morte, inflexível, inexorável, rasga o véu sob que vos ocultáveis e vos força a prestar contas ao amigo de que vos haveis esquecido e que nesse momento enverga diante de vós a toga de juiz.” Traduzindo: como ficaria sua consciência quando se visse diante das pessoas que confiaram em você? Não vai ser um Deus barbudo e impessoal com o dedo na sua cara não, vai ser alguém que você conhece, confia e ama!

Também não adianta favorecer apenas parentes e amigos, como os políticos fazem. “Pois, se amardes aos que vos amam, que recompensa tereis? não fazem os publicanos também o mesmo?”(Mat 5:46). Deveis beneficiar, direta ou indiretamente, não só a todos os que estiveram ao teu redor, mas também a aqueles que você não conhece. Lacordaire continua:

As pessoas na Terra se iludem, chamando de “virtude” o que as mais das vezes não passa de egoísmo. Em vão chamam “economia” e “previdência” ao que apenas é cupidez e avareza, ou “generosidade” ao que não é senão esbanjamento em proveito próprio. Um pai de família que, por exemplo, se abstém de praticar a caridade, economizará para – diz ele – deixar aos filhos a maior soma possível de bens e evitar que caiam na miséria. É muito justo e paternal, convenho, e ninguém pode censurar. Mas será essa sua única motivação? Não será muitas vezes um compromisso com a sua consciência, para justificar, aos seus próprios olhos e aos olhos do mundo, seu apego pessoal aos bens terrenos? Admitamos, no entanto, que seja o amor paternal sua única motivação: Será isso motivo para que esqueça seus irmãos perante Deus? Já tendo ele o supérfluo, ficarão na miséria os filhos, só por lhes ficar um pouco menos desse supérfluo? Não será, antes, dar-lhes uma lição de egoísmo e endurecer-lhes os corações? Não será enfraquecer neles o amor ao próximo? Pais e mães, vocês cometem grande erro, se crêem que desse modo conseguirão maior afeição dos seus filhos. Ensinando-lhes a ser egoístas para com os outros, ensinais a sê-lo para com vós mesmos.

Continua…

#Espiritualidade

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/a-riqueza-parte-1

‘NAOS

 

Thorold West, Tradução de Diabolus Shugara

O propósito do presente trabalho é prover um guia prático para a magia sinistra esotérica baseada na tradição Septenária. Sendo assim esta é a primeira vez que esta tradição secreta (também conhecida como hebdomadria) é trazida ao público.

Este livro é claramente escrito livre de qualquer mistificação. Sua primeira parte é um guia de como se tornar um Adepto, ou seja trata essencialmente da “Alquimia Negra” e o início de uma jornada rumo aos sete portais do desenvolvimento pessoal. A segunda parte é um guia prático de feitiçaria e técnicas mágicas tratando assim da “Magia Externa” – ou seja, a mudança de eventos/circunstâncias/indivíduos de acordo com os desejos dos feiticeiros ou feiticeiras.

Magia Interna é o caminho oculto da iniciação que na tradição Septenaria é o caminho conhecido como o Caminho dos Sete Portais, o caminho das sete dobras.

A terceira parte contêm uma seleção de manuscritos esotéricos que circularam entre os membros da Ordem dos Nove Ângulos, ONA: nestes manuscritos eles apresentam e explicam aspectos avançados do sistema Septenário, assim como outras técnicas, todas diretas e práticas. Estas serão publicados exatamente como circularam.

As técnicas dadas no presente trabalho habilita qualquer individuo a seguir o caminho da sabedoria: alcançar a genuína liberdade individual e esta liberdade – que é “Interna” – emerge do Adepto que é impulsionado a esta compreensão especial pela tradição oculta. De todas as tradições ocultas, a Septenaria é provavelmente a mais prática e direta forma de se atingir esta compreensão.

INDICE

Parte Um –  Magicka Physis: Guia Prático para Tornar-se um Adepto

Parte Dois – Feitiçaria Esotérica

Apêndice

Parte Três MSs Esotéricos

 

 

 

 

 

Postagem original feita no https://mortesubita.net/satanismo/naos/

Pitágoras e Buda, professores de Jesus

Hoje falaremos sobre os antigos ensinamentos de Yeshua, o Jesus histórico real. Já falamos sobre como, onde e quando ele nasceu, mas o que ele pregava? Quais as lições que ele passou, tão opostas a Roma e ao Vaticano para que sua história tenha sido apagada, distorcida e adulterada dos registros “oficiais”? Para começarmos a entender a maneira como Yeshua e seus apóstolos pensavam, precisaremos retornar cerca de 6 séculos no passado e conhecer o trabalho de outro grande ocultista, Pitágoras. Recomendo que antes de ler este texto você leia estes textos AQUI e AQUI, sobre a vida de Yeshua.

Pythagoras de Samos nasceu entre 580 e 572 AC e foi um filósofo e ocultista, fundador da Escola Pitagórica. Reverenciado pela massa cética como o pai da matemática, Pitágoras foi, como muitos outros cientistas, muito mais do que isso. Com o conhecimento adquirido nas iniciações nas Pirâmides, Pitágoras foi considerado um dos maiores homens de seu tempo, equivalente a Leonardo DaVinci durante o Renascimento.

Antes de mais nada, vamos estudar a origem de seu nome, Pyth-agor, ligado ao Oráculo de Delfos. Antes de ser chamado Delfos, este famoso oráculo era conhecido como Pythia e foi fundado no século 8 AC, embora o local tenha sido usado para práticas xamânicas desde o século 11 AC, ou seja, no mesmo período em que Salomão construía seu Templo. É importante ressaltar que o Templo do Oráculo de Delfos possuía as mesmas medidas sagradas da Câmara dos Reis e do Templo de Salomão. Certamente uma coincidência.

A história mitológica deste Templo dizia que no local vivia uma gigantesca serpente chamada Pythia (que deu origem ao nome Píton) e que Apolo, o deus solar, havia dominado e derrotado esta serpente e, a partir do corpo dela, construiu o oráculo.

A simbologia desta história é óbvia. A serpente Pythia, assim como em todas as outras culturas, representa a kundalini sendo dominada pelo aspecto Crístico-Solar (Tiferet, na Kabbalah), resultando em um estado de consciência elevado (“Conhece a ti Mesmo” ).

O nome Pythein (apodrecida, em grego) representava os vapores exalados de um caldeirão (qualquer semelhança com as bruxas celtas NÃO é mera coincidência, como veremos mais para a frente), que colocavam as sacerdotisas iniciadas do templo lunar, chamada Pitionísias (Pythia), em um estado de transe onde recebiam instruções de mestres de outros planos vibracionais (assim como médiuns de hoje em dia recebem mensagens provenientes dos espíritos). Quem assistiu ao filme “300 de Esparta” viu uma representação de como funcionavam estes oráculos.

O nome destas possessões era Venter Loquis (ou a “voz que vem do ventre”), pois os antigos já sabiam que os espíritos utilizavam-se do chakra Manipura, ou Plexo Solar, para obterem energia para estas manifestações (muito tempo depois, no século XVI, charlatões utilizavam truques mundanos de projeção de voz para imitar estas manifestações, dando origem ao que se conhece hoje por Ventriloquismo).

O nome iniciático de Pitágoras significa “aquele que fala (Agor-) a verdade das Pythias (Pyth-)” ou seja, Pyth-Agor. Assim como muitos outros sábios, seu nascimento foi profetizado por outras Pythias e ele nasceu de uma virgem. Seus ensinamentos nada mais eram do que os mesmos ensinados pelos Egípcios em suas Escolas dos Mistérios.

Os pitagóricos estudavam a fundo a matemática, filosofia, a geometria sagrada, proporções áureas, o pentagrama, a ligação entre religião e ciência, numerologia, astrologia, reencarnação, vegetarianismo e a música. A associação entre música e magia é muito antiga e poderosa, e estou devendo um post só sobre isso com exemplos ainda este ano.

O símbolo dos Pitagóricos é o Pentagrama, ou Pentemychos. Eu poderia passar horas explicando as propriedades notáveis do Pentagrama, mas achei este vídeo produzido por Walt Disney (que era Rosacruz) em 1959 chamado Mathmagic, então deixarei “Espírito da Aventura” e o Pato Donald explicarem para vocês AQUI .

O Pentagrama também possui uma relação especial com o Planeta Vênus. Observando o céu e anotando a posição da “Estrela Matutina” durante 8 anos, o traçado do chamado “período sinódico” de Vênus forma um Pentagrama (período sinódico é o tempo que um planeta leva para retornar a uma mesma posição em relação ao sol por um observador na Terra – observe o desenho abaixo).

Portanto, desde sempre o Pentagrama representou o Planeta Vênus, ou seja, a Estrela Matutina, ou seja, Prometeus, ou seja, Lúcifer. O Planeta Vênus também está ligado ao sagrado feminino, às deusas celtas e aos Templos Lunares (Vênus-Afrodite, a deusa arquetipal feminina). Não é muito difícil imaginar como a Igreja Católica chegou a associações toscas entre “satanismo” e “pentagrama” e “adoradores do diabo” e “sacerdotisas/bruxas” e “queimem as bruxas”, não é mesmo?

Não podemos esquecer que o próprio nome Yeshua vem do Pentagrama: Yod-He-Shin-Vav-He.

Pitágoras e a Sociedade Pitagórica viveram através de seus discípulos ilustres como Sócrates, Platão (que, não por coincidência, foi quem primeiro citou a Atlântida, lar de todo o conhecimento ocultista, em seus textos Critias e Timaeus), Aristóteles e finalmente Alexandre, o Grande.

Pitágoras recrutava jovens “Livres e de Bons Costumes” para serem seus estudantes. A palavra “Livre” para os pitagóricos não tinha conotação de escravo/liberto, mas sim de “Livres-pensadores”. Uma das frases mais importantes de Pitágoras é “Nenhum homem que não controla a própria vida pode ser considerado livre”.

Gauthama Buddha

Em 563 AC nascia de Mahamaya (“Rainha Maya”) uma pessoa muito especial, chamada Siddharta Gautama. Mahamaya, a mãe de Buda, era certamente uma sacerdotisa especialmente preparada para a recepção de um Avatar na Terra, que os escritores costumam colocar com o termo “virgem” (apesar dela, assim como todas as outras virgens, terem tido relações sexuais ritualísticas para conceber os Avatares). Segundo a história do Budismo, Maya não teve filhos durante 20 anos de casamento com o rei Suddhodana. Certo dia, ela sonhou com um elefante branco e no dia seguinte, acordou grávida. Desta gravidez nasceu Siddartha.

Após um período de peregrinações e estudos, acompanhado de alguns seguidores, Buda atingiu a iluminação com a idade de 35 anos, após passar um período de 49 dias meditando.

[Vou abrir um parênteses aqui, pois estes 49 dias meditando são os mesmos 49 dias que Moisés passou meditando no deserto antes de receber os 10 mandamentos, no período que os judeus chamam de Sefirat HaOmer, um exercício de Kabbalah que é contado todos os anos pelos judeus. Mais para a frente, quando chegar perto deste período, farei um post só sobre isto].

Os sacerdotes e iniciados chamavam-se de Theravada e pregavam os ensinamentos de Buda. Segundo eles, qualquer pessoa que conseguisse despertar do “sono da ignorância” (olha outra conexão do filme “Matrix” nestes ensinamentos) poderia ser chamado de Buda. De acordo com estes ensinamentos, houveram muitos Budas antes de Gautama e haveriam muitos Budas depois… Yeshua inclusive.

Os budistas estudam a fundo os fatos e leis que regem nossa realidade, como Reencarnação, Karma e Dharma, além de desenvolvimento de toda a estrutura de chakras dos iniciados, tal qual os antigos Indianos e os Egípcios. O objetivo desta iluminação é despertar os sete chakras, chegando ao estado de Nirvana, ou a comunhão com o cósmico. Os Theravada pregavam também o desapego às coisas materiais, o assistencialismo e a caridade, realizando curas com suas habilidades iniciáticas.

Durante o século 3 AC, os Theravada chegaram ao Egito (narrado através do encontro do embaixador Ashako na corte de Ptolomeu II em 250 AC) e de lá partiram para as terras dos judeus e para a Grécia. Ali ficaram conhecidos como Therapeutae (de onde se origina a palavra “terapeuta”). Os Therapeutae eram considerados médicos sagrados, estudiosos e filósofos e muitos de seus iniciados trocaram conhecimentos com os membros das outras ordens secretas pitagóricas.

Os Essênios

Os Therapeutae que viviam na região de Nazaré e especialmente próximos de Quram eram chamados de Essaioi, do aramaico Yssyn (“terapeutas” ou “médicos”) ou, como nós os conhecemos: Essênios.

Os Essênios trouxeram consigo todos os ensinamentos iniciáticos da Escola Pitagórica somados aos ensinamentos budistas. No período em que Yeshua pregava, estima-se que haviam cerca de 4.000 essênios espalhados pela Palestina, além de suas famílias e seguidores.

Os Essênios pregavam o desapego aos bens materiais, uma vida vegetariana e voltada para o lado espiritual. Viviam em comunidades grandes e comunais, com camponeses, estudiosos, filósofos e matemáticos. Seus mestres eram chamados de “Mestres Carpinteiros”.
João Batista foi um dos Essênios mais conhecidos de todos os tempos. Padroeiro de todas as Ordens Templárias, fazia as iniciações aprendidas no Egito no Rio Jordão.

Com isso podemos traçar uma linha de conhecimento que se ocultou desde o Egito até Jerusalém, passando por Moisés, Davi, Salomão, Pitágoras, Platão, Aristóteles, Orfeu, Dionísio, os Terapeutas, as Ordens Essênias e, finalmente, o Buda judeu.

Jesus pregava a RESPONSABILIDADE ESPIRITUAL (a responsabilidade pelas sua própria vida, pensamentos e atos – o que não deixa de ser irônico que é justamente o que a Igreja de Satã do Anton la Vey prega hoje em dia). Jesus também pregava os mesmos ensinamentos sobre Reencarnação, Karma e Dharma ensinados nas Escolas de Mistérios e nas filosofias orientais, que nada mais são do que as leis que regem nossa realidade material, tão palpáveis quanto a Lei da Gravidade. Conhecendo a si mesmo (através da astrologia, kabbalah e outros estudos iniciáticos), as pessoas conseguem descobrir quais suas missões e trabalhar em suas oitavas mais altas para o desenvolvimento e eventual escape da Roda de Sansara ou Ciclo de Reencarnações, tornando-se um iluminado (“Eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta que ninguém pode fechar” – Apocalipse 3:8). Desta forma, Jesus pregava que QUALQUER pessoa poderia se tornar Buda, ou Iluminado, bastando para isso seguir os seus passos.

Muitas pessoas irritadas com a Igreja Católica atacam a imagem de Jesus dizendo que a Igreja roubou os ensinamentos de Buda para colocá-los como sendo de Jesus, como “Amar ao outro como a ti mesmo” ou “oferecer o amor para acabar com a guerra” que virou “oferece a outra face” e outros, mas isso é apenas mais uma das falhas que Constantino e seu “Jesus-Apolo” forjado esqueceram de tapar. Os ensinamentos de Yeshua/Jesus são iguais aos de Buda não porque a Igreja os copiou, mas sim porque Yeshua era discípulo das tradições budistas theravada! Lembrem-se do que eu falei sobre Empilhamentos.

Note que isto é o total oposto a uma igreja DOMINADORA, que quer mandar no que você faz ou deixa de fazer, nos seus pecados, no seu dinheiro e na sua vida.

Agora podemos ter uma idéia do porquê os ensinamentos de Yeshua irritavam tanto as “otoridades” da época e também a Roma, que começa a mandar matar os cristãos (mas veremos isso mais para a frente… não vamos colocar o carro na frente dos bois… ). Mas basta pensar o seguinte: se você fosse um ditador religioso que prega que todos devem te obedecer e te dar dinheiro ou ir para o Inferno e aparece um barbudo falando que todo o seu gado é livre para fazer o que bem quiser e tomar responsabilidade pelas suas ações, o que você faria? Mandava matar o desgraçado, isso sim!

Na próxima coluna: “Se você encontrar o Buda em Jerusalém, Mate-o”.

Marcelo Del Debbio

#Essênios #Gnose

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/pit%C3%A1goras-e-buda-professores-de-jesus

Hércules e o Touro de Creta

Nesse trabalho, Hércules domou o furioso touro de Creta, ao qual eram

oferecidos jovens em sacrifício. Essa tarefa chama a atenção para o controle dos instintos, especialmente da sexualidade. Hércules precisava manter o animal vivo: tinha que domar e governar seu instinto, mas não matá-lo. Em um mundo com tantos apelos eróticos e sensuais, esse é um desafio para todos, em especial para os jovens.

Mitologia

No horizonte erguia-se a ilha onde vivia o touro que ele deveria capturar. O touro era guardado por um labirinto que desnorteava os homens mais audazes: o labirinto de Minos, Rei de Creta, guardião do touro.

Cruzando o oceano até à ilha ensolarada, Hércules iniciou a sua tarefa de procurar o touro e conduzi-lo ao lugar sagrado onde habitam os homens de um só olho, os Ciclopes.

De um lugar para o outro ele caçava o touro, seguindo a luz que brilhava na testa do animal. Sozinho ele perseguiu-o, encurralou, capturou e montou, e assim guiado pela luz, atravessou o oceano rumo à terra dos Ciclopes que eram três e chamavam-se Brontes, Esterope e Arges.

É importante observar que Minos, Rei de Creta, o dono do touro sagrado, possuía também o labirinto no qual o Minotauro vivia, e o labirinto tem sido sempre símbolo da grande ilusão. A palavra “labirinto e o touro é um destacado símbolo da grande ilusão. Estava separada do continente, e ilusão e confusão são características do eu-separado, mas não da alma em seu próprio plano, onde as realidades grupais e as verdades universais constituem o seu reino.

Para Hércules, o touro representava o desejo animal, e os muitos aspectos do desejo no mundo da forma, a totalidade dos quais constitui a grande ilusão.

O discípulo, tal como Hércules, é uma unidade separada; separada do

continuente, símbolo do grupo, pelo mundo da ilusão e pelo labirinto em que vive. O touro do desejo tem que ser capturado, domado e perseguido de um ponto a outra da vida do eu-separado, até ao momento em que o aspirante possa fazer o que Hércules conseguiu: montar o touro.

Montar um animal significa controlar. O Touro não é sacrificado, ele é montado e dirigido, sob o domínio do homem.

Simbologia

Este trabalho está associado ao signo de Touro e a Escorpião. A consumação do trabalho é realizada em Touro, e o resultado da influência deste signo, é a glorificação da matéria e a subsequente iluminação por seu intermédio.

Tudo o que atualmente impede a glória, que é a alma, e o esplendor que emana de Deus dentro da forma, de brilhar em sua plenitude, é a matéria ou aspecto-forma. Quando esta tiver sido consagrada, purificada e espiritualizada, então a glória e a luz poderão realmente brilhar através dela.

Neste trabalho procura-se vencer o desejo, representado pelo dono da ilha, que tem por alimento a fraqueza daqueles que se perdem, na tentativa de capturar o Touro ou o corpo e que são comandados pelo ego.

Aqui o trabalho de resgate do submundo (Escorpião), representa as pessoas que no passado ficaram ligadas ao desejo e que não trabalharam a forma mas sim a sedução, que não materializaram e se apropriaram das vontades daqueles igualmente dominados pelo ego e e pelo desejo. Ao trazer este desejo à consciência e dominá-lo é ter o poder de vencer os vícios e as forças negativas. pelo desejo. Ao trazer este desejo à consciência e dominá-lo é ter o poder de vencer os vícios e as forças negativas.

Caminho de Iniciação

Capturar e domar o Touro de Creta foi o próximo Trabalho confiado à Hércules, protótipo do Homem Solar. O Touro representa os mais profundos impulsos sexuais, passionais, os quais devem ser contidos ou conduzidos de forma produtiva. Hércules pôs-se à frente do animal, segurou-o pelos chifres com muito esforço e, após dominá-lo,

montou em seu dorso.

Prender o terrível animal das paixões mais arraigadas da mente humana é uma tarefa gigantesca. Em contrapartida, o Céu de Júpiter é o Nirvana Superior, a morada dos Elohim, as Dominações do esoterismo cristão.

Na Primeira Montanha, o Iniciado deve eliminar da face visível de sua Lua pscicológica os elementos ateístas e materialistas. Para isso, desce ao correspondente círculo infernal atômico jupiteriano, onde Dante encontrou os blasfemos, os que odeiam a Deus, os hereges, os tiranos, os legisladores, os maus governantes, os líderes perversos, os maus servidores e todos aqueles que abusaram do poder.

Na Segunda Montanha, o Iniciado precisa descer oas infernos do planeta Júpiter e se defrontar com o terrível e descomunal Touro de Creta antes de poder subir ao correspondente Mundo Celeste, onde vivem os Elohim ou as Dominações, os Hermafroditas Divinos, o Adam-Kadmon, o Primeiro Júpiter.

Biblioteca de Antroposofia

#Hércules #Mitologia

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/h%C3%A9rcules-e-o-touro-de-creta

O Símbolo do Sol

Por Hamal

O papel do Sol na natureza e na manutenção da vida na Terra sempre foi algo intrigante aos homens com um maior nível de sensibilidade perante ao mundo que o cerca. Por sua função de dar vida e segurança através do seu calor e luz, ainda é o principal objeto de adoração por todo o mundo, por todas as Eras, tornando esse o objeto mais adorado de todos os tempos.

Criaram-se Religiões cujo personagens espirituais possuem atribuições simbólicas a função do Sol, como trazer a luz e dar segurança no caminho da vida. Assim os sacerdotes realizam Rituais de adorações e comunhão com esse guia que eram tidom como o próprio Sol encarnado, que veio nos iluminar e guiar mais de perto, nos livrando do sofrimento.

Tanto nos textos Esoterismo no DeMolay e no Esoterismo na Maçonaria vimos que os Iniciados são guiados nos seus rituais a compreenderem toda a Natureza e o Universo através do conceito Macro e Microcosmo que é um dos Princípios Herméticos, portanto todas essas características do Sol devem ser interpretadas num plano simbólico. Esse Princípio é a chave para o estudo do simbolismo e a chave de como devemos encontrar significados e semelhanças dos símbolos existentes ao redor do planeta. E o simbolo solar, devido a sua importância global, é muito explorado em nossas Ordens.

O símbolo solar carrega uma variedade imensa de interpretações e significados, vamos começar a explorá-lo entendo como seu papel e função podem ser (e como foram) transformados em símbolos através das Eras.

SIMBOLO SOLAR

Dia após dia o Sol ergue-se no oriente e deita no ocidente em um ciclo infinito a nossa perspectiva. Seu símbolo é quase o ponto central dentro da Ordem DeMolay e Maçônica, e seus principais rituais reproduzem essa jornada do Sol no céu. Mas isso não é uma característica individual Maçônica e DeMolay, essa é a tradição mais antiga da humanidade. Podemos até afirmar que os primeiros mistérios já reproduziam em seus rituais essa jornada.

Durante todas as eras, as Religiões simbolizaram o Sol em seus mitos através de diversas alegorias. É impossível datar historicamente quando o culto solar teve inicio, mas vamos tomar um ponto de partida que explica muito bem esse símbolo, o Hinduísmo. Segundo essa tradição o inicio do culto solar teve inicio por volta de 5000 anos atrás e quem o trouxe foi o herói solar Krishna.

KRISH em sânscrito significa “atração à essência divina”, NA significa “prazer espiritual”; krish unido com na é a palavra que guia o homem a “Suprema Verdade Absoluta”, Krishna. O Bhagavad-Gita é um livro que relata seu mito e que segundo a tradição oral foi passado por Krishna.

Krishna, assim como muitos outros personagens, refere-se ao aspecto de Deus que encarna, o Filho, para nos mostrar o caminho que podemos voltar a Unidade de Deus, ou encontrar a Verdade Absoluta. A esses “filhos de Deus” atribui-se nomes como Filho do Sol, Ungido (Khristós em grego), Desperto (Buddha em sânscrito), Iluminado, Mestre da Sabedoria ou Herói.

Esses Iluminados são representados em suas histórias acompanhados com símbolos solares, como Krishna e Jesus de exemplo nas imagens. O simbolo do Sol é o circulo com um ponto no meio, o circulo como vimos no Simbolo e Liberdade Religiosa é um simbolo para representar a ideia de Deus sem inicio e sem fim, e nas imagens tanto de Jesus como de Krishna estão no ponto central desse circulo.

A ideia do hermetismo é que não é necessário acreditar que Krishna ou qualquer outro personagem solar foi uma pessoa que existiu de fato. Krishna possui um significado, que é Suprema Verdade Absoluta, e num campo simbólico Krishna e sua história representam ensinamentos e etapas da vida que todos teremos de passar ao percorrer o caminho espiritual para se tornar assim o próprio Krishna, Khristós ou Buddha. Acreditar ou não em uma pessoa que existiu e cultuá-la é a crença pessoal de cada um. Quando lidamos com a ideia de que os mitos representam metáforas e nem sempre fatos, ampliamos nossa consciência em ensinamentos, sem limitações dogmáticas e preconceitos.

Utilizamos o exemplo de Krishna e Jesus pois são símbolos que carregam ideias muito semelhantes ao do Sol e daquilo que procuramos fazer dentro do Capítulo e da Loja: se livrar do que avilta a essência do homem e caminhar em direção as virtudes, ou a Luz.

O Sol é a representação de uma consciência elevada que podemos definir como “supraconsciência” (consciência superior), algo que vai além do que é ordinário e comum aos homens. É o maior o nível de consciência que o homem pode alcançar encarnado, quando vence os obstáculos que o ligam as ilusões do mundo. Esse estado de consciência é descrito de muitas maneiras no ocultismo, como a pessoa que “alcançou o conhecimento de si mesmo”, “despertou o seu Sagrado Anjo Guardião”, “conversa com o seu Eu Divino ou Eu Sou”, “se reconectou com Deus”, entre outros termos.

É por esse motivo que nos mitos esses personagens Iluminados tem tantas semelhanças entre si e com a interpretação esotérica do Sol. São histórias de personagens que encontraram a Suprema Verdade Absoluta (Krishna), tornaram-se Despertos (Buddha) e Ungidos (Khristós).

Se você acha que estamos tratando de verdades ou inverdades religiosas é bom rever alguns conceitos já explícitos, mas se você está enxergando a verdade por trás do simbolo, está no caminho correto.

Essa é a essência do símbolo solar, mas ele também possui um importante aspecto na Geometria Sagrada que acabou refletindo na Maçonaria e na Ordem DeMolay que possuem seu Templo e Sala Capitular orientados de Leste a Oeste, assim como muitas Catedrais, Pirâmides e templos ao redor do mundo, entre muitas outras referências dentro do ritual que estudaremos em seu devido momento cada uma delas.

#Alquimia #Demolay

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Ordens de Arquitetura na Maçonaria

Como todo bom “construtor”, o maçom deve saber distingui-las, relacioná-las com o Templo e conhecer seus significados:

– A Ordem Jônica é conhecida como a Ordem de Atenas, e por isso é representativa da Sabedoria. Seu lugar é no Oriente, junto ao Venerável Mestre. A característica principal da coluna é vista no capitel, que possui duas volutas.

– A Ordem Dórica é a ordem arquitetônica mais rústica das três gregas. Prioriza-se a robustez em detrimento da beleza e é comumente vista nos templos dedicados a deuses masculinos. Por isso está relacionada com a Força, representada no templo pela Coluna do Norte, governada pelo Primeiro Vigilante. Suas colunas são sem base e com capitéis simples e lisos, sem ornamentos.

– A Ordem Coríntia é a mais bela de todas as ordens arquitetônicas, e procura reproduzir a delicadeza feminina virginal. Daí estar relacionada com a Coluna do Sul, que é a coluna da Beleza. Os capitéis têm formato de folhas de acanto.

Já a Ordem Toscana é derivada da Dórica, e a Ordem Compósita é derivada da Jônica e Coríntia. Ambas são romanas.

Vale ressaltar que alguns templos costumam ser ornamentados com pequenas estátuas de três deuses gregos, ilustrando de forma ainda mais evidente o que já está representado pelas colunetas:

Atena: deusa da Sabedoria, colocada próxima ao trono do Venerável Mestre, geralmente usando um chapéu (que denota sabedoria, por isso também usado pelo VM).

Heracles: (mais conhecido pelo nome romano “Hércules”), semideus da Força, colocado próximo à posição do 1º Vigilante, costuma ser apresentado com um porrete na mão.

Afrodite: deusa da Beleza, colocada próxima à posição do 2º Vigilante, comumente representada por uma pequena réplica da famosa estátua “Venus de Milo”.

Sem entrar no mérito das Colunetas no REAA que, ao que tudo indica, também surgiram no Brasil apenas após 1927, provavelmente copiadas dos rituais ingleses, compreendamos o uso dessas nos trabalhos em Loja: a coluneta Jônica (Sabedoria) fica sempre de pé, mostrando que a sabedoria deve reinar sempre, 24 horas por dia, seja no trabalho ou no descanso. Já as colunetas Dórica e Coríntia se revezam: a Dórica (Força) é erguida durante os trabalhos (do meio-dia à meia-noite), quando a força é necessária para a execução dos trabalhos; enquanto que a Coríntia (Beleza) está levantada durante o descanso, considerado antes da Loja devidamente aberta e após ser devidamente fechada (da meia-noite ao meio-dia).

Em um único templo do REAA no Brasil você pode ver colunas egípcias, colunetas gregas, réplicas de estátuas romanas, delta com letras em hebraico e um Livro da Lei cristão. Salada de frutas ou viagem no tempo? Tudo depende de como queira ver.

#Arquitetura #Maçonaria

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