Arte, Magia e Meditação – Igor Kloh (Floki)

Bate-Papo Mayhem 167 – gravado dia 27/04/2021 (Terça) Marcelo Del Debbio bate papo com Igor Kloh (Floki) – Arte, Magia e Meditação

Os bate-Papos são gravados ao vivo todas as 3as, 5as e sábados com a participação dos membros do Projeto Mayhem, que assistem ao vivo e fazem perguntas aos entrevistados. Além disto, temos grupos fechados no Facebook e Telegram para debater os assuntos tratados aqui.

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Arte, Rituais e Magia – Carrie Mikell Leitch

No Dia das Mulheres entrevistamos Carrie Mikell Leitch, coordenadora do site Keepers of the Keys e do Doc Solomons sobre Arte, Magia o todo o processo de conversação com o Sagrado Anjo Guardião.

Bate-Papo Mayhem #145 – 05/03/2021 (sexta) Com Carrie Mikell Leitch – Keeper of the Keys: Art, Crafts and Magic Os bate-Papos são gravados ao vivo todas as 3as, 5as e sábados com a participação dos membros do Projeto Mayhem, que assistem ao vivo e fazem perguntas aos entrevistados. Além disto, temos grupos fechados no Facebook e Telegram para debater os assuntos tratados aqui.

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#Batepapo

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Brooklyn 99 e a Árvore da Vida

Por Gabriel Queiroz

Temos o herói tiferetiano Jake Peralta, um detetive brilhante, porém muito imaturo, egoísta e imaturo, que desvenda crimes no Brooklyn, em NY, na 99ª delegacia. Toda a história começa com a aposentadoria do antigo Capitão, que deixava Jake fazer o que queria e aprontar um monte de besteira na delegacia. O novo capitão, Raymond Holt, é extremamente linha dura, mandão, sem humor e conhecido por não expressar emoções e ter sempre a mesma cara fechada. Jake e Holt teimam muito um com o outro sempre, mas o tempo faz com que eles cresçam. Jake fica mais responsável e Holt aprende a embarcar nas loucuras de Jake.

A história de Jake é sobre amadurecimento como homem para deixar de ser um menino grande que é fã de Duro de Matar. A série volta e meia brinca com a relação de Jake e Holt, que se tornam como pai e filho (Jake tem problemas com sua figura paterna biológica).

TIFERET / SOL: Jake é sempre retratado como egoísta, vaidoso e mimado, se acha o melhor detetive do mundo e vive fazendo brincadeiras na delegacia e nas missões. Porém, ele sempre está disposto a ser sacrificar pelos seus amigos e acaba tomando atitude verdadeiramente magnânimas, quando deixa de lado suas próprias ambições para ajudar seus amigos (abrir mão da glória de um caso grande para que Holt consiga retomar a delegacia, deixar seu “inimigo pessoal” fugir e ajudar a Força-Tarefa de Rosa a desmanchar uma quadrilha).

YESOD / LUA: Amy Santiago é a amiga, namorada e esposa de Jake. Amy tem um jeito meigo, carinhoso, sensível e temperamental (fases, incluindo diversos estágios de ficar bêbada). Também é detetive, como Peralta, mas ela é certinha e puxa-saco do Capitão Holt para ser seu mentor para que ela progrida na carreira. Amy tem alergia a cães, gosta de cuidar dos outros, é bastante atrapalhada e nerd. Ela é caseira e gosta tipicamente de coisas de vovozinha, como crochê e caça-palavras. Ela também tem o lado “psíquico” de Yesod, boa de intuição (disputa com Jake como melhor detetive) e boa em leitura labial.

NEZTACH / VÊNUS: O mais óbvio de todos, Charles Boyle. Excessivamente amoroso, extravagante, afetuoso e agregador. Boyle é o melhor amigo de Jake e seu parceiro de polícia e sempre concorda com ele, elogia ele e o ama a ponto de criticar Amy por qualquer coisinha que faça o Jake se chatear. Charles é tão unha e carne com Jake que disse que se sentia abandonado pelo pai do Jake também, porque ele abandonou seu melhor amigo quando criança. Charles tem vários romances apaixonados e sempre sofre com desilusões por se jogar demais nos relacionamentos e por medo de acabar sufocando suas parceiras. Eventualmente, se casa com Genevieve e tem todo um arco envolvendo sua fertilidade, acaba por adotar um menino da Letônia, Nikolaj.

Charles inclusive é o sexy symbol do distrito, seduzindo criminosas e obtendo informações privilegiadas com mulheres com seu rebolado de bumbum e suas “curvas voluptuosas”. Charles é sempre manso e até capacho, mas quando seu filho corria o risco de não ter um Natal feliz, Charles virou um Rambo e moveu mundos e fundos, desmantelou um cartel de drogas quase que sozinho, a verdadeira força de uma “água doce”, a cachoeira. Charles também é muito requintado, cozinha comidas finas, todas essas guloseimas chiques que Vênus adora e é um Cupido entre Jake e Amy, induzindo os dois a terem filhos e falando sobre o período fértil dela. Charles vive falando sobre amor, paternidade, detalhes de sua vida sexual, fertilidade, crianças, culinária. Inclusive ele teve noites quentes com a Gina e ambos se relacionaram como amantes, embora sejam “irmãos” agora que o pai dele e a mãe dela se casaram.

Charles inclusive é parteiro. Não preciso nem dizer que esse aqui é o exemplo mais óbvio de encaixe perfeito em todos os arquétipos de Netzach.

HOD / MERCÚRIO: Gina Linetti, a versão humana do emoji 100 e fiel escudeira do Capitão Holt. Ela é amiga de infância e estudou com o Jake. Uma verdadeira trickster, a única civil da delegacia. Logo que Holt chega, a promove a sua assistente por ver “talentos” nela, a magia da Gina. Ela é eloquente, expressiva, uma “alfa” que manda na delegacia, cruel com as palavras, mean queen, vive conectada à tecnologia e sempre atenta às mensagens, é a mensageira da delegacia. Transita no dual, ser civil no meio policial, tem atitudes questionáveis, mas inúmeras vezes salva o dia com seu modo peculiar de pensar e agir. Ela é dançarina, uma atriz, uma estrela, blogueirinha, se acha demais e mentirosa das boas. Vive pregando peças nos outros, às vezes parece boa (ofereceu seu apartamento quando Jake ficou sem teto), às vezes parece má (bullying com Amy), consegue fazer mil coisas ao mesmo tempo, é preguiçosa e detesta trabalhar, adora uma fofoca. Gina já chegou a reformular a forma como se comunica porque o inglês não é capaz de expressar a complexidade de seus pensamentos, inserindo emojis em suas falas para se comunicar melhor.

GEBURAH / MARTE: Detetive Rosa Diaz, a melhor amiga de Jake, a policial mais assustadora, sem frescura e violenta do distrito. Ninguém sabe detalhes de sua vida particular e pouco se sabe sobre o soft side dela (fez balé na infância, “combina” coisas em casa para deixar mais bonito), ela diz que o nome dela nem é Rosa. Ela é sempre a primeira a propor técnicas de tortura, esfolar pessoas e querer encher de porrada os bandidos. Ela tem um acervo de armas, está sempre com um facão escondido e usa muito bem armas pesadas.

Ela é tão violenta que dá socos direto em Hitchcock, Scully e até no Boyle quando eles fazem algo que a desagrada. Ela é fria, não tem emoções, não sorri, esconde seus medos, gosta de destruir e demolir coisas. Quando o esquadrão está em apuros, ela é a primeira a se jogar no perigo, tirar seus bastões da cintura e ir para luta corporal, ela tem várias cenas de ação. No entanto, ela não é só explosão, tem um forte sendo de hierarquia e obediência a Holt mesmo quando ele a impede de prosseguir com Deus planos de tortura e linchamento, ela também tem a disciplina militar. Com o tempo, ela se abre mais para essa coisa estranha de “ter sentimentos”.

CHESED / JÚPITER: O Capitão Holt, líder da 99 e que usa os talentos de cada policial para que dia delegacia seja a melhor do país. Ele é durão, mas já sofreu muito na carreira por ser gay (fora do esteriótipo) e negro. Ele é extremamente inteligente, cortês e generoso com os que estão abaixo dele, gosta de ensinar aos outros e tem um nível cultural tão elevado que isso frequentemente é uma das piadas da série, quando ele fala com seu tom monótono sobre música clássica ou referências de literatura que ninguém pega. Como bom Mestre dos Magos, ele sempre orienta os policiais e gosta de desafios de palavra, adivinhação e vive propondo charadas ou criando códigos cifrados para manter investigação em sigilo que o esquadrão tem dificuldade de desvendar (como pegar cada letra do nome da investigação, transformar em número e elevar ao quadrado, decorando e dizendo a todo momento uma sequência enorme de números). Mora em uma grande casa que mais parece um palácio, está realmente “em um nível acima” dos policiais do distrito.

BINAH / SATURNO: Sargento Terry Jeffords, incrivelmente forte e musculoso, quase um Hulk. Sua patente é superior à de Jake, Amy, Rosa e Charles, o que o faz chefe deles. É o primeiro que Holt chama para entender o funcionamento da delegacia. Enquanto Holt quer expandir os horizontes e fazer cada policial melhorar e fazer a delegacia crescer, cabe a Terry ficar contendo ou tomando conta principalmente de Jake. Ele é um tanto pessimista, muito pé no chão, sério, um pouco rabugento e corta as asas de Jake. Muito tradicional, é o marido e pai perfeito, vive falando da esposa e das filhas gêmeas. Inclusive um episódio já brincou com o aspecto velho de Saturno do Terry, quando ele se achou velho e surgiu do nada com óculos de leitura de correntinha, uma manta e tomando mingau de aveia simplesmente porque é o que velhos tomam. Ele tem uma tendência controladora e quer que todos no esquadrão sigam certinho as normas e comandos. Também não gosta de luxo e fala muito em dinheiro e emprego pra sustentar a família.

MALKUTH / TERRA: Esse aqui fez muito sentido porque, como os próprios dizem ao longo da série, eles são uma pessoa só: Michael Hitchcock e Norm Scully. Eles representam tudo o que há de se mudar no serviço das organizações à população: são preguiçosos, não gostam de trabalho, fazem só a papelada e só querem saber de sombra e água fresca. Eles são tão “mundo créu”, que só querem saber de dormir, comer e falar besteira, Hitchcock inclusive pensa em “universitárias gatinhas” e outras safadezas, diferente do Boyle, que é muito sexual, mas como manifestação de amor e não de prazer mundano. Os dois são tão inertes (terra), que é como se tivessem raízes, não levantam das cadeiras pra nada quase e vivem sentados, a cadeira já tem até os formatos do assento deles. Eles são bons policiais, na verdade, mas não querem se desenvolver, preferem a papelada para não receberem missões porque é confortável ficar comendo e fazendo nada dentro da delegacia. Hitchcock e Scully são o padrão (lembra, “Norm” é o primeiro nome do Scully) de onde quer se sair para chegar em uma nova polícia “uma oitava acima”, onde não haverão mais maus policiais e não haverá mais crimes no Brooklyn.

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/brooklyn-99-e-a-%C3%A1rvore-da-vida

Alquimia dos Elementos

E papel de todo alquimista ter pleno domínio dos cinco elementos. O numero cinco sempre foi representado como místico, magico e essencialmente humano. Basta se lembrar que cinco são os sentidos, cinco os dedos da mão e do pé, cinco representa o homem como estrela, com os braços e pernas abertos dentro do pentagrama. Lorena de Mantheia (O Ocultismo Sem Mistérios) explica que “O número cinco tira seu simbolismo do fato de ser: por um lado a soma do primeiro numero par e do primeiro  numero ímpar (2+3) e, por outro lado, de estar no meio dos nove primeiros números”. “E ainda o símbolo do homem (braços abertos, o homem parece disposto em cinco partes em forma de cruz: os dois braços, o busto, o centro – abrigo do coração – a cabeça, as duas pernas). Símbolo igualmente do Universo: dois eixos, um vertical, outro horizontal, passando por um mesmo centro.” Alem disso, cinco são os elementos: o éter (elemento imaterial), ar, terra, água e fogo (elementos materiais). O fato de o éter estar acima dos demais elementos significa que rege os demais, na realização da magica.

O Pentagrama

Estrela de cinco pontas, formada por cinco linhas num traço único; na Antiguidade visto também como penetração quíntupla da primeira letra do alfabeto grego, como pentalfa. Em consonância com o número cinco, inicialmente símbolo da harmonia cósmica. O pentagrama, utilizado pelos pitagóricos como sinal de saúde e de salvação, tornou-se símbolo médico. No exército bizantino o pentalfa (=pentagrama) sobre os escudos servia como uma espécie de emblema de vitória. O pentagrama refere-se aos cinco elementos: éter, único elemento que e imaterial e serve para harmonizar os outros quatro, materiais, que são o ar, o fogo, a terra e a água.

Segundo Eliphas Levi, se invertido o pentagrama, o caminho seria  involutivo, em busca do nada, da mentira etc., no qual não se pode concordar, uma vez que o melhor entendimento para a referida inversão e a aceitação dos aspectos “negativos” do ser, sem o qual a pessoa  continua dividida entre uma parte de si “que gosta” e a outra parte, “que não gosta”. O primeiro passo e aceitar esta parte “de que não gosta”. Por outro lado, pelo simples fato de esta parte ter sido sempre reprimida, representa um alto poder magico que pode transformar a vida do mago na ascensão pelo caminho da matéria. Confira um estudo detalhado do pentagrama nesse artigo da Lucifer Luciferax

O alquimista e estudante de hermetismo aprenderão que os quatro elementos são regidos pelo quinto, éter. É o momento de se observar como este se manifesta através dos demais.

Terra

A Terra é um elemento de polaridade feminina , associado a fertilidade, à matéria , à origem do homem como espécie e sua ligação  com a natureza. Os signos astrológicos da terra são touro, capricórnio e virgem. Como os signos podem ser cardeais (iniciar uma ação), fixos (estabilizar o que for realizado) e mutáveis (alterar o que foi estabilizado), Capricórnio  e um signo cardeal, voltado para a ação material; o Touro e um signo fixo, para acumular bens materiais; e Virgem um signo mutável, para alterar o que aprendeu através de suas experiências, para aperfeiçoar.

Anna Maria da Costa Ribeiro (Conhecimento da Astrologia) diz que “A terra é pratica, objetiva, concreta, vê a utilidade pratica das coisas.” O atributo humano mais marcante da terra e a Sensação.

Características:

Ponto Cardeal : Norte
Sinal do Elemento : set
Príncipe Infernal : Belial
Chakra : básico
Clima : seco e frio
Cor : amarelo
Estação : inverno
Lua : lua negra
Sentido : Tato
Símbolo : Quadrado
Ativa : fome, alegria da vida, prazer espiritual, germinação de idéias e objetivos, fortalece o trabalho, atrai rendas , energia física e equilíbrio.

Fogo

O fogo é um elemento de polaridade masculina, de poder transformador – ele destrói o que está desgastado para dar lugar ao novo. Também estimula  a intuição a percepção
extrasensorial, a sexualidade, a vitalidade e o senso de liderança. Na astrologia, os signos são Aries, cardeal, com ação para firmar sua identidade; Leão, fixo, a fim de manter sua identidade; e Sagitário, mutável, com o escopo de alterar ideais, a fim de melhor se expressar socialmente, através de considerações filosóficas, intelectuais e religiosas. A maior característica de fogo é a Intuição. Anna Maria relata as qualidades desse  elemento: “Entusiasmo, alegria, otimismo, espontaneidade.”

Características

Ponto Cardeal : Sul
Sinal do Elemento : thoum-aesh-neith
Príncipe Infernal : Satã
Chakra : Plexo Solar
Clima : Seco e Quente
Cor : Vermelho
Estação : Verão
Lua : Cheia
Sentido : Visão
Símbolo : Triângulo
Ativa :Aumento de Energia, Agressividade, Bem-Estar físico, Queima do que não presta.

Água

A água é um elemento de polaridade feminina, associado às mutações, aos sonhos ao inconsciente e as emoções em geral.  O signo cardeal e o câncer, ligado a ação emocional; o signo fixo e o escorpião, no sentido de controlar as emoções; o signo mutável, peixes, que adapta-se as situações, conforme as suas vivências e percepções emocionais ou psíquicas. Sua característica e o Sentimento, “percebe as coisas por via emocional, sentindo-se logo bem ou mal nas situações ou com pessoas” (Anna Maria). “Para água só o sentimento e real. Subjetivo, intimo e profundo.

Características

Ponto Cardeal : Oeste
Sinal do Elemento : auromoth
Príncipe Infernal : Leviatã.
Chakra : Umbilical
Clima : úmido e frio
Cor : Prata
Estação : Outono
Lua : Minguante
Sentido : Paladar
Símbolo : Meia Lua
Ativa : Tomada de decisões , manipulação de emoções, meditação.

Ar

O signo cardeal é libra, regedor da ação social e intelectual; o signo fixo e aquário, mantenedor das suas idéias; e o signo mutável e gêmeos, alterador daquilo que prende social ou intelectualmente. A característica marcante e o Pensamento, “porque elabora coisas intelectualmente, raciocina e relaciona-se com coisas e pessoas. E abstrato.” Tem como qualidades a objetividade, capaz de ver o ponto de vista do outro mesmo quando zangado, por isso sabe lidar com as decepções de forma filosófica. Boas maneiras, reflexão e explicações” (Anna Maria).

Características

Ponto Cardeal : Leste
Sinal do Elemento : shu
Príncipe Infernal : Lúcifer.
Chakra : Cardíaco
Clima : úmido e quente
Cor : Azul
Estação : Primavera
Lua : Crescente
Sentido : Olfato
Símbolo : Círculo
Ativa : Inteligência Clareza de idéias memória .

Para finalizar o estudo, deve-se descrever o sinal de cada elemento. O  fogo é representado pelas mãos juntas na testa, com a palma para fora, formando um triângulo no espaço vazio entre as junções dos polegares e indicadores. O ar e representado pelas mãos espalmadas para cima da cabeça, como se fosse Atlas segurando o globo terrestre. A água, pela mesma junção da do fogo, só que agora o triângulo e apontado para baixo, com as mãos sobre o plexo solar. Finalmente, a terra, por uma postura similar a da letra hebraica Aleph , ou seja, a mão direita espalmada para a frente, por cima da cabeça, a mão esquerda, espalmada para baixo e recuada, o pé direito situado a frente do corpo e o esquerdo, atrás.


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Postagem original feita no https://mortesubita.net/alquimia/alquimia-dos-elementos/

Exercício de Respiração – parte IV

É importante que se habitue a este exercício, ao que inclusive se lhe deve dar um caráter ritual. Pode ser que as distintas fases respiratórias não possam ser realizadas exatamente de acordo com o mesmo número de pulsações. Por exemplo: que a aspiração e a retenção precisem tempos diferentes, bem como a expiração e o vazio subseqüente. No entanto, tanto os movimentos número 1 (aspiração), como o número 3 (expiração), devem ser feitos em tempos iguais. Assim, a retenção e o vazio (fases números 2 e 4) devem se efetuar em igual tempo. A saber, que se a aspiração é realizada em seis pulsações, a expiração deve corresponder a esse mesmo número. Igualmente, se a retenção se faz em quatro pulsações, o vazio se efetuará no mesmo tempo.

Seria muito conveniente que esta respiração começasse a ser para você como uma forma ritual, à qual pudesse recorrer em qualquer momento, distinguindo nitidamente do mundo da respiração ordinária este outro espaço, no qual você efetua seu exercício. Ao se acostumar a fazê-lo à vontade, começa o organismo a reconhecer outra possibilidade de si mesmo. Se no princípio teve alguma dificuldade, não abandone. E reitere os esforços para consegui-lo. Lembre-se de que o segredo desta prática radica em expulsar totalmente o ar que possa ter em seus pulmões, na fase número 4, produzindo-se assim uma morte simbólica, à qual necessariamente tem de seguir um renascimento marcado por uma nova respiração. Lembre também que os exercícios têm de se efetuar aspirando o ar pelo nariz e expulsando-o pela boca. Se você consegue com estas práticas uma certa perfeição, poderá ampliar um pouco os minutos do dia para lhe dedicar, e inclusive exercitar-se nela em distintas ocasiões de sua jornada, e não só em seu gabinete de trabalho e em postura ritual. Se você consegue incorporar esta nova respiração a momentos determinados de seus horários ordinários, adquirirá uma certa mecanicidade em sua prática e execução. Isto tem valor, já que você está controlando à vontade sua recepção e entrega de energias, e sua respiração já não é algo inconsciente, arbitrário e casual, senão algo consciente, ordenado e efetivo. Ainda que não o tenhamos percebido, demos um pequeno grande passo para a concentração de nossos esforços na busca e reedificação de outras realidades adormecidas. Reitere e habitue-se a estes exercícios, que facilitarão outras muitas potências latentes em seu interior. Por certo, antes de se entregar a estas práticas, tem de ter um mínimo de relaxamento e tranqüilidade indispensáveis.

#Exercícios #hermetismo

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/exerc%C3%ADcio-de-respira%C3%A7%C3%A3o-parte-iv

Tríades e Sephiroth

Em nosso último diagrama, vimos a divisão em tríades das sefiroth da Árvore da Vida. Ali se pode perceber que aquelas se correspondem com os três mundos cabalísticos mais elevados, ficando a última numeração (Malkhuth) como receptáculo das emanações sefiróticas, que por esta divisão em tríades incluem em sua forma os três princípios: ativo, passivo e neutro que caracterizam as colunas ou pilares de nosso modelo cabalístico.

Lembraremos que a primeira tríade, conformada pelas “numerações” mais elevadas (1, 2, 3), ou Princípios Universais, está composta por Kether (Coroa), Hokhmah (Sabedoria) e Binah (Inteligência), conformando o mundo de Atsiluth, ou das Emanações, simbolizado também pelos três primeiros números da escala decimal. Kether é a Unidade e, como tal, a primeira determinação; costuma-se chamar a Hokhmah de “Pai” e a Binah de “Mãe”, como geradores do desenvolvimento cósmico.

Ainda que três em aparência desde o ponto de vista do manifestado, estes Princípios conformam em si mesmos a Unidade do Ser, a ontologia suprema, à qual precisamente eles simbolizam. Como dissemos, Kether é o Conhecimento, ou o Bem, enquanto Hokhmah é o sujeito ativo e Binah o objeto passivo (receptivo) desse Bem ou Conhecimento essencial.

A segunda tríade (4, 5, 6) está composta pelas sefiroth Hesed (Graça, Amor, Misericórdia), Gueburah (Rigor), também chamada Din (Juízo), e Tifereth (Beleza ou Esplendor). Elas conformam o Mundo prototípico de Beriyah, ou da Criação, reflexo direto do mundo arquetípico de Atsiluth, como bem o expressa o triângulo invertido, que simboliza o descenso das energias divinas no seio da manifestação. Hesed é o princípio construtor, enquanto Gueburah representa o princípio destruidor, ainda que ambos surjam simultaneamente da tríade superior como duas energias necessárias, que se neutralizam e se equilibram em Tifereth. Se do seio de Hesed surgem todas as criaturas e seres que têm de se manifestar (os que ele assinala com seu Amor e Misericórdia inesgotáveis), de Gueburah emana o Rigor imprescindível que põe limites à energia expansiva de Hesed, discriminando assim tudo o que é supérfluo e desnecessário no processo criativo. Tifereth, a Beleza divina, aparece então como o Centro onde esses opostos aparentes se conciliam, manifestando a Unidade e o Ser em todas as coisas.

A terceira tríade (7, 8, 9) da Árvore da Vida está composta pelas sefiroth Netsah (Vitória), Hod (Glória) e Yesod (Fundamento). Elas constituem o Mundo de Yetsirah, ou plano das Formações, assim chamado porque é nele onde as idéias informais do plano de Beriyah tomam forma sutil, constituindo propriamente o domínio psíquico da manifestação. Corresponde-se então com as “Águas Inferiores”, reflexo invertido (e em certo modo ilusório) das “Águas Superiores” de Beriyah. Netsah e Hod emanam diretamente de Tifereth, ainda que, como podemos comprovar, por sua localização nos pilares laterais da Árvore, estão relacionadas com Hesed e Gueburah, respectivamente. Por isso Netsah é uma energia ativa e expansiva, onde esses mesmos princípios informais (que são todos os seres antes de manifestar-se) se refratam numa multiplicidade indefinida, que adquirem sua forma sutil graças à intervenção da energia passiva e contrativa de Hod (a que, no entanto, também lhes dá a morte, ou a transformação, necessária em seu caminho de retorno à Origem). Desde o ponto de vista do homem, Netsah é a Arte verdadeira, que nos conduz aos arquétipos e ao Espírito, e Hod é o Rito com o que sacralizamos o tempo e o espaço e vivificamos os seres míticos, identificando-nos com eles. A permanente e mútua inter-relação entre Netsah e Hod gera a sefirah Yesod, que aparece assim, justamente, como o fundamento necessário, graças ao qual essas formas descem ao plano físico e material, que é propriamente Asiyah.

Neste último plano, ou Mundo da Concreção Material, só se encontra a sefirah Malkhuth (10), chamada o “Reino”. Ela é a Terra ou Mãe inferior, que se considera como o recipiente substancial de todas as energias invisíveis que descem da Árvore, e onde estas adquirem realidade sensorial. Na Cabala, é considerada como a Mãe Terra (em oposição a Kether, que é o “Pai Céu”), manifestando desta maneira a presença da Unidade na corrente sempre passageira das formas perecíveis.

#hermetismo

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História do RPG no Brasil

Parte 1 – O início do RPG no Brasil. A “Geração xerox” e os primeiros RPGs. Dos primeiros encontros na Forbidden Planet até a organização da Uspcon, primeiro evento de RPG do Brasil. A Gibiteca Henfil, a Dragão Brasil e as adaptações de desenhos, filmes e HQs. Arkanun e Trevas, dois dos mais importantes jogos de RPG do Brasil, baseados em hermetismo e kabbalah, que concorriam em igualdade com os principais jogos importados. 3D&T, o sistema mais jogado do país, graças à distribuição em bancas de jornal.
https://www.youtube.com/watch?v=Lf0UZsnJR_I

Parte 2 – Anos 1995-2000 – A era de Ouro do RPG: Eventos para 30 mil pessoas no Martcenter, patrocínio de grandes empresas como Coca-Cola, Banco do Brasil e prefeituras. O Crime de Ouro preto em 2001, falsamente atribuído ao RPG e as consequências negativas que quase quebraram o mercado. Boicotes de distribuidoras e o fim do Encontro Internacional de RPG. A “Era de Prata” e a ascensão dos eventos de Anime. Publicação do AnimeRPG, único RPG brasileiro escrito por uma mulher, que vendeu 20 mil exemplares. A explicação de como funciona o ciclo de vida do mercado de RPG.
https://www.youtube.com/watch?v=-qYw6f8iHWM

Parte 3 – Final dos anos 2007-2008, a morte do RPG? RPGQuest e stands na Bienal do Livro e nas escolas; o fim da Dragão Brasil e o renascimento dos RPGs indies através de impressões de 100-200 exemplares e a mudança de público no mercado. Os novos livros da Daemon em sistema aberto e os mais de 500 netbooks gratuitos. Como a pirataria manteve o Sistema Daemon como um dos mais jogados até os dias de hoje. O renascimento tímido do mercado através dos Financiamentos Coletivos e o novo mercado dos Boardgames.
https://www.youtube.com/watch?v=_KQAjX39ZxQ

Parte 4 – Pequenas Igrejas, Grandes Negócios: a história de um dos cardgames mais engraçados e ao mesmo tempo mais polêmicos que já foram lançados, batendo todos os recordes de Financiamento Coletivo de 2014, que virou até matéria na revista Playboy; da procura pelas notícias bizarras aos processos e ameaças de morte. Dois mil exemplares esgotados e material para três novas edições só com as barbaridades que os pastores criam a cada dia…
https://www.youtube.com/watch?v=DHLbNudzdMg

#Entrevista #RPG

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A Iniciação

A Iniciação nos Mistérios supõe uma completa transmutação que terá de se operar gradualmente no adepto, em diversos níveis, durante o caminho para o conhecimento de si mesmo; é uma via gradual na qual se conhecerão, pouco a pouco, os distintos estados do ser.

O termo “iniciação”, derivado do latim initium, significa “começo” e também “entrada”. Por um lado, supõe o início de um processo de conhecimento da realidade Metafísica e, por outro, o ingresso num caminho verdadeiramente espiritual que terá de conduzir a uma real “deificação” daquele que o possa empreender e continuá-lo até o fim.

O iniciado deverá morrer para o mundo profano e ilusório e perder a falsa identidade com seus aspectos puramente individuais, passageiros e mortais, e simultaneamente ressuscitará para um mundo sagrado e verdadeiro que lhe identificará melhor com o real e imutável, com aquela essência pura e imortal que constitui seu verdadeiro Ser. Este percurso supõe uma viagem interior, e irá acompanhado do conhecimento de outros mundos que estão aqui e agora, mas que a mente ordinária nem sequer pode imaginar.

Para que a Iniciação ocorra, será necessário que o adepto permita que os símbolos e ritos sagrados, proporcionados pela doutrina da Tradição Unânime, penetrem em seu interior e operem essa transformação integral, que terá que se produzir quando estes instrumentos despertadores da consciência ordenem a inteligência e toquem as fibras mais sutis e imperceptíveis que se conectam com as verdades eternas. Ela comporta um desenrolar de potencialidades ocultas e misteriosas, que jazem em nossa própria interioridade, e um desenvolvimento das possibilidades verdadeiramente espirituais, que no estado ordinário se encontram adormecidas. O estudo dos códigos simbólicos tradicionais –como aqueles que são proporcionados por nosso Programa–, bem como a meditação e a concentração –e a prática dos rituais iniciáticos–, serão veículos adequados para que esta transmutação e despertar da consciência sejam produzidos e se substituam progressivamente os apegos e as falsas identificações por aquilo que se denomina a Suprema Identidade.

Este processo, simbolizado claramente pela transmutação dos metais que propõe a Alquimia, bem como pelas diversas etapas contempladas no simbolismo construtivo, supõe duas fases: a primeira delas é chamada iniciação virtual e vai desde o começo da Obra até a consecução do estado de “homem verdadeiro”, passando por diversos graus que suporão a superação de provas que terão de determinar se o candidato está qualificado; a segunda –chamada Iniciação real ou efetiva– supõe o conhecimento e a experimentação de estados supra-humanos e atingir o estado de “homem transcendente”.

O candidato à Iniciação é como uma semente que, contendo todas as possibilidades de desenvolvimento e procriação, não as poderá plasmar enquanto não penetrar o interior da terra –a caverna iniciática–, descendo aos infernos e morrer, para nascer de novo. É por isso que o recém iniciado é chamado “neófito”, ou planta nova (neo = nova; fito = planta), pois já venceu a primeira morte e está pronto para empreender seu desenvolvimento vertical e ascendente.

Esta morte comporta uma completa dissolução dos estados anteriores, que deverá ser repetida cíclica e gradualmente –em diversos níveis cada vez mais sutis e elevados– durante o curso do processo iniciático, até que renasça o homem novo, o homem verdadeiro, totalmente regenerado, que terá desenvolvido o leque de suas possibilidades humanas e estará pronto para transcender aos estados supra-individuais e recobrar seu verdadeiro Ser. Terá assim retornado ao estado virginal das origens, à pátria celeste.

Não queremos terminar sem dizer algo muito importante para se ter em conta no processo iniciático ou de conhecimento: o de não confundir o plano psicológico com o espiritual, erro que é muito freqüente hoje em dia. Isto acontece porque o espiritual foi negado ao se fazer uma diferença cortante entre alma e corpo, outorgando-se-lhe então a tudo o que não é material, ou corporal, uma categoria espiritual, ou pseudo-espiritual.

#hermetismo

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/a-inicia%C3%A7%C3%A3o

Cursos/Palestras – Nov/Dez – 2008

Este é um post sobre um Curso já ministrado!

Se você chegou até aqui procurando por Cursos de Hermetismo, Kabbalah, Astrologia ou Tarot, vá para nossa página de Cursos ou conheça nossos cursos básicos!

Novembro

– 30/11 – Tarot (Arcanos Menores)

Dezembro

– 06/12 – Kabbalah

– 07/12 – Astrologia Hermética

– 14/12 – Runas

Informações: marcelo@daemon.com.br ou tel (11) 5539-1122

Palestras

Grande Oriente de São Paulo
http://www.cursosepalestrasgscem.blogspot.com/

As palestras acontecem aos sábados, as 10h00

Endereço: r. São Joaquim, 457

– 6 de Dezembro: Caminhos pelo Mundo: Santiago de Compostela, Macchu Picchu, Assis – Com Omar João Zacharias

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Exclusivo para Maçons

29 de Novembro: Oratória para Maçons – Com Carlos Brasílio Conte

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RIO DE JANEIRO

Círculo de Estudos Egregore

Av. Lobo Junior, 1513 – Penha circular – das 10h as 17h.

23/11-Departamento de Paganismo

30/11-Palestra: “A magia que vem do Mar” por Gilson Júnior

07/12-2º Ritual dos 144 OMS por Caciano Camilo

14/12-Trabalho Voluntário

21/12-Caminhada Mística na Floresta da Tijuca Guiada por Cleverson Fleming e Atma

#Cursos

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/cursos-palestras-nov-dez-2008

[space failure][abort system]

…dou uns passos na rua e me apercebo que conectividade ocorre por toda a parte.  Diante das turmas – que outrora soavam como fenômeno primário e portanto exclusivamente adolescente – adquiro conhecimento que qualquer indivíduo de fato se aglomera em volta de suas suspeitas e conjecturas. Os grupos advindos desse efeito social movem-se ameboicamente esticando-se e contraindo à medida que os encontros se revelam no dia. Assim quando qualquer não-parte do conjunto se aprochega os sistemas ‘resistivos’ entram em cena, revelando muitas vezes que hoje comungamos espaços elétricos na malha da rede por que almejamos os páreas que revelarão nossos próprios anseios.

Estes páreas nem sempre de sangue regurgitam ocasionalmente aquilo que nos inspira e revela nuances particulares e somem por estarem muitas vezes numa outra extremidade conectiva regida por outros ventos e olhares. Um espelho exímio nem sempre visto deste modo, e muitas vezes esquecido ao passar a vista em qualquer outra coisa. Somos estranhos conhecidos por segundo, às vezes menos, atingindo-nos à medida da permissão do botão, que desliga.

Bem pudera existir esse botão na nossa pele.  Que com gesto tão simples, simplificasse a labuta diária e nos trouxesse paz. Pois o irmão ou amigo não se contenta com deslizes e apregoa-nos amargos. Assim não há pergunta sem resposta, ou intimidação sem o aparo da mão. É quando vemos que o Orkut idiotizou não nosso tempo, mas nossas ambições, adocicando o organismo do atrito das peles, do cuidado faminto de quem empurra, de quem abraça. Precisamos da dor pra retrair o braço ao perigo iminente e não conduzir o dedo ao botão que gela.

Perderemos contudo não nossa dinâmica de grupo, mas reconhecendo estes páreas seremos seduzidos pelo mundo ideal que nos afogará em mesmices de importância. Nos afogará em redundâncias agora mais amenas. Seremos inteligentes de nós mesmos e isso sim nos transformará em escravos da resposta de fibra-ótica que vai… e vai embora. Passa!;  ou seria pisca? Sumindo no tic-bin tac-nário.

Foi quando visualizei a rua entremanhada de linhas luminosas. Cada qual na sua porta, no seu provedor de acesso, seguindo seguro em sua criptografada expectativa se comunicando na medida dos bites. Zipa! Zipa! É mais seguro. E nos vestimos para o acaso emperdenido, amordaçado. Seria o efeito das telas de tubo a darem a sensação de irreal? Condizendo com o ‘ledi’ que alucina à sensação de que só abrimos uma janela de fato, …será que toca se eu apontar o dedo? E será se ele sente o dedo incidindo na pele. É bem provável que no futuro onde não precisemos de mais utilidades/inovações ao tocar a tela a tela sente por você tocando-nos, nos idiotizados. Curtindo as carícias reproduzidas justificaremos o hábito reafirmando aforismas quânticos implicados de espaço e tempo, e estado. Chega! Chega mais pro lado que minha tela está gangrenada, tenho de trocar de monitor.

Ridículo não é nem mesmo averiguar tamanha ezquisiotice, é advir do mundo diário que averigua: somos todos culpados, reclusos do medo de abraçar o outro ao lado e esmiuçar um sorriso envergonhado e desculpado. Vivemos emparedados pela “realidade aumentada” de nossos passos. Que caminha estranhamente pro mundo feito de plástico. “Não precisamos mesmo desta rinha triste que esfria”. Veremos ainda extinto o abraço, acreditaremos no smile apaixonado. E seremos felizes ou pelo menos teremos o status, opa… ‘estatos’ confirmando o retrato.

Mas temer não é meu forte. O curso destas anomalias reflexivas não passam de uma esquálida miragem. Já que não se vive o futuro, soframos loucamente antecipado para nos acordar deste possível estado… já que sempre dói mais quando se está no fato e não queremos esse contrato, não queremos tal herança, mesmo não sendo nós os que serão cobrados.

Tentemos assim não aceitar tamanha corrupção sistematizada, chamada à rede social idealizada, não aceitemos ser mecanizados somente, já que se tromba menos quando planejamos levemente. Não nos aceitemos somente, há um tanto de coisas boas nos estragos residuais destes atritos humanos e suados. A pele só pega bronze sob o sol… só no futuro seremos morenos pelos raios solares photoshopados que nos incidem homeopáticos… mostrando a mensagem: “Tenha um bom dia, seu tratamento começou, fique à vontade para navegar e interagir com seus ‘CONT -r- ATOS’, sempre sabendo que nossos sistemas geram amigos personalizados… o vizinho ideal. O quase-solar método de tratamento atualizado frequentemente promete os mais leves tons ao mais detalhado espectro de tez, tornando-o durante o tempo que desejar único e especial. Aproveite seu momento gold grátis e sinta o prazer de se ver mudando em instantes tão rápidos como esse advertising” E uma outra imagem nos avisa das implicações deste método revolucionário nos mostrando nas ad-senses um novo casaco magnético – agora você pode andar respondendo seu tuites sem medo de trombar em ninguém! “Deixe seu magnético casaco repelir transeuntes desavisados de seus olhares conectados”.  E por você possuir GOLD receberá por um mês a função atração recíproca, feita com a mais alta tecnologia de avaliação social – fakebook iogurte e tuíste – que lhe jogará nos braços da pessoa, já, amada! Adquira já@x.LOL;comassim?

Desliga! Desliga! Vai no mercado… no regaço, no recado e revoga o contrato. Precisamos de espaço, mas deste que significa ocupado… não digitalizado. E balança entre lá e cá… acreditemos que seremos sim inteligentes. Com aptidão suficiente pra perceber que acabou a energia, mas ainda enxergamos no escuro. No fundo no fundo sabemos que isso é pouco provável, não seremos tão otários… um simples arquivo no banco de dados.
[space failure][abort system]

Djaysel Pessôa

S.O.Q.C.

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todas as incursões verborrágicas e ‘neológismicas’ foram advindas de uma intensão proposital e conspícua.

Seja livre para não entender.

*Imagem cedida pela eficácia casual de busca, de algum algoritmo alienígena do Google.

#hermetismo

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/space-failure-abort-system