O Tarot de Thoth – Com frater Goya

O vídeo desta conversa está disponível em: https://youtu.be/YxNJ8nqSvx8

Todas as 3as, 5as e Sabados as 21h os coordenadores do Projeto Mayhem batem papo com algum convidado sobre Temas escolhidos pelos membros, que participam ao vivo da conversa, podendo fazer perguntas e colocações. Os vídeos ficam disponíveis para os membros e são liberados para o público em geral duas vezes por semana, às segundas e quintas feiras e os áudios são editados na forma de podcast e liberados uma vez por semana.

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O Caminho do Meio

Há muitos anos havia no oriente um velho mestre que morava em um local de difícil acesso. Ele vivia em uma caverna que ficava atrás de um imenso lago de água extremamente salgada e de tonalidade bastante escura. A única forma de chegar até ele era atravessando o lago, pois atrás da caverna havia um profundo abismo.

Como a fama de sua sabedoria já havia corrido o mundo, inúmeros candidatos vinham até o velho mestre, pedindo que ele os aceitasse como discípulos. Embora o velho estivesse disposto a ensinar, sentia que para alcançar a sabedoria, seria necessário que o candidato provasse sua dignidade. A prova por ele estabelecida era a seguinte: o candidato deveria atravessar o lago, sem utilizar nenhum tipo de embarcação, trazendo nas mãos uma flor de acácia. Se a flor lhe fosse entregue sem murchar, o candidato seria aceito.

Durante anos, muitos tentaram sem obter sucesso, porque devido à alta salinidade do lago, os candidatos sempre acabavam por deixar que a flor perecesse. A maioria deles tentava ir bem próximo às margens, pois acreditavam ser esse o melhor caminho. Entretanto, tal trajeto só fazia aumentar o percurso, que por si só já era bastante longo.

Certo dia foi até ele um jovem chamado Ovídio, também disposto a vencer o desafio. Ovídio era um jovem inteligente e suas intenções eram sinceras e o mestre desejou, em seu coração, que o rapaz fosse mais feliz que os demais na execução da tarefa.

Ovídio já havia visto muitos de seus amigos tentarem a travessia sem sucesso, e sendo bom observador, percebeu que eles sempre tentavam nadar pela beirada próxima à margem. Decidiu então fazer um caminho diferente; resolveu seguir sua intuição e tentar o caminho do meio. Foi uma decisão bastante difícil, pois estando no meio de um lago tão extenso não seria possível retornar caso algo não corresse bem, mas sua decisão estava tomada, e ele não pretendia voltar atrás.

Pegou a mais bela flor de acácia que encontrou e dirigiu-se para o centro do lago. Nadou uns poucos metros e, então, percebeu que o lago parecia ser bem mais raso no centro. Arriscou ficar em pé e logo viu que podia fazê-lo com facilidade. A partir daí caminhou, tranquilamente, até a outra margem, onde o mestre já o aguardava, com um sorriso nos lábios.

Ao chegar, Ovídio entregou a flor intacta ao mestre, que a recebeu com alegria dizendo:

– Hoje você teve sua primeira lição. Na vida, assim como você percebeu ao atravessar o lago, o melhor caminho é sempre o Caminho do Meio. Em tudo o que fizermos na vida deve haver equilíbrio e moderação. Devemos ser moderados no comer, no beber, etc. É importante dar um passo de cada vez, sem pressa e sem pular etapas.

Ovídio passou muitos anos como discípulo e, mais tarde, tornou-se ele próprio um mestre, o que aconteceu naturalmente, sem pular etapas e seguindo sempre pelo Caminho do Meio.

Retirado da Sociedade das Ciências Antigas (SCA)

#Cristianismo #oalvorecer #hermetismo #espiritualismo #Martinismo

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A iluminação é um caminho

Eu já não me interesso mais. Rafael Arrais se tornou desimportante, transbordou para olhares alheios, de transeuntes e andarilhos, de toda a gente que passa, dos que se hospedam aqui por alguns dias, algumas vidas, ou dos que somente acenam da estrada, e até dos que sequer me viram.

Não me interessa ser visto, mas ver. Contemplar as pétalas douradas que pairam pelo ar, deslizando suavemente, viajantes das copas das alturas, capazes de embelezar as raízes mais grotescas.

Não que meus bosques também não escondam monstros ocultos nas folhagens, e abominações a se esgueirar no lodo dos lagos e no fundo das cavernas. Mas eu já não me interesso mais.

Me interessa mesmo é perceber até onde se aventura essa luz que vem do Alto, e reflete em pequenos espelhos, perpassando olhares e sorrisos e lágrimas. Todo homem e toda mulher é um espelho. Cada poema, cada conjunto de cascas deste sentimento antigo, nada disso é realmente meu: me interessa a reflexão da luz, Rafael Arrais se tornou desimportante.

Não me interessa ser visto, mas ver. Já singrei por este mundo muitas e muitas vezes, trafegando dentre olhares que nada veem, nada sentem, nada imaginam… Já sangrei por dentro e cheguei a crer que a Criação não tinha mais salvação. Mas tudo isso perdeu a importância no momento em que saí de mim, em que transbordei, em que sangrei e gargalhei e dancei com o Tudo…

Um dia acreditei que entraríamos no céu de mãos dadas, mas agora, vendo toda esta cena do Alto, creio que chegaremos dançando e cantando, celebrando a Alvorada, e é precisamente esta música que irá atrair a todos os demais. A sua melodia e a sua luz ecoará em todos os territórios, e vencerá até mesmo os seres mais acinzentados e entediados. Me interessa é ouvir esta canção de chamamento! Vem, seja você um idólatra ou adorador do fogo, vem assim mesmo…

É verdade que a iluminação é um caminho, não um ponto de chegada. Nesta estrada há muitas vidas e muitas noites, é certo, mas também há muitos archotes a indicar a próxima estalagem, muitos faróis a indicar a próxima ilha. Me interessa é esta procissão galáctica. Não sou o guia de ninguém, somente o mensageiro.

Eu já não me interesso mais. E de tanto me desinteressar de mim, acabei rodopiando junto com tudo o que vibra, tudo o que jamais esteve parado, nem sequer por um piscar de olhos. E foi precisamente aqui, nesta dança em turbilhão, neste movimento eterno em direção a Fonte, é que cheguei a estas palavras:

Rafael Arrais, você que é todo o amor do mundo, você que é o Uno em Tudo, o centro de gravidade deste giro, diga: Eu sou você.

raph’16’A.’.A.’.SG

***

Nota: Este texto trata essencialmente sobre aquilo que nos conecta a todos numa imensa rede de almas. Você pode muito bem ler este texto substituindo o nome “Rafael Arrais” pelo seu próprio nome, não faz diferença, ele apenas chegou por mim.

Crédito da imagem: Irmãos Hildebrandt (Lothlorien)

O Textos para Reflexão é um blog que fala sobre espiritualidade, filosofia, ciência e religião. Da autoria de Rafael Arrais (raph.com.br). Também faz parte do Projeto Mayhem.

Ad infinitum

Se gostam do que tenho escrito por aqui, considerem conhecer meu livro. Nele, chamo 4 personagens para um diálogo acerca do Tudo: uma filósofa, um agnóstico, um espiritualista e um cristão. Um hino a tolerância escrito sobre ombros de gigantes como Espinosa, Hermes, Sagan, Gibran, etc.

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#Contos #Espiritualidade #sufismo

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O Caminho do Excesso

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A noção de Caminho do Meio é passada mais notavelmente por Buddha e Aristóteles. Buddha enfatizou o Caminho do Meio no contexto de “Despertar”, dizendo que o caminho da moderação está entre os extremos da austeridade e da indulgência. Aristóteles enfatizou o que ele chama de Doutrina do “Meio termo”. Onde a “virtude” reside na metade dos extremos de qualquer ação moral: Virtude é o meio entre dois vícios.

Thelema, por outro lado, é o Caminho do Excesso. Nesse novo Aeon, nos aventuramos a encontrar ambos os extremos, em qualquer caso: Indulgência & austeridade, orgulho & humildade, bom &mal, alturas & profundidades; O livro da Lei nos dá esta formula de modo claro: “Mas excede! Excede! Esforça-se cada vez mais e se tu és verdadeiramente meu- e não duvide disto, e se tu és sempre jubiloso! Morte é a coroa de tudo! (II:71-72). A formula é dada ainda com mais detalhes no nosso livro sagrado “Liber Tzaddi vel Hamus Hermeticus”:

33. Eu vos revelo um grande mistério. Vós estais entre o abismo do alto e o abismo da profundeza

34. Em qualquer um destes vos aguarda uma Companhia; e aquela Companhia é Vós mesmos

35. Vós não podeis ter outra Companhia

36. Muitos se ergueram, sendo sábios. Eles disseram “Buscai a imagem brilhante no lugar sempre dourado, e uni-vos com Ela”

37. Muitos se ergueram, sendo tolos. Eles disseram “Descei até o sombriamente esplêndido mundo, e desposai-vos com aquela Criatura Cega do Lodo”.

38. Eu que estou além da sabedoria e da Tolice, me ergo e vos digo: realizai ambas as núpcias! Uni-vos com ambos.

39. Cuidado, cuidado, eu digo, a fim de que não busques a um e perdas o outro!

40. Meus adeptos se mantêm erguidos; sua cabeça acima dos céus, seus pés abaixo dos infernos.

Apenas escalando até as alturas e mergulhando nas profundezas nós conseguiremos entender esses Companheiros – isto é, nós iremos compreenderemos toda nossa altura e nossas profundezas ao invés de meramente permanecer no meio termo.

É possível imaginar o Caminho do meio ou a Doutrina do meio termo como uma Torre ou um pau de base pequena que voa facilmente quando um vento assopra. O caminho do Excesso é o oposto disso; nós construímos nossas base o mais largo possível,de forma a construir fundações mais resiliente para nossa pirâmides. Para cada crescida que nossa planta faz para o céu, nossas raízes fazem para o solo.

Agora passamos para o nosso Santo-Sátiro Nietzsche que revelou a psicologia insidiosa por trás destes Caminhos do Meio… Aquilo que eles chamam de moderação é na verdade “mediocridiade”.

“Eu passo pelo meio do povo e mantenho os olhos abertos: eles se tornam menores e menores ainda mais eles se tornam. Deve-se isto à sua doutrina da felicidade e virtude.

É que eles são moderados também em virtude, porque eles querem conforte, com conforto, contudo, uma virtude modesta é o que é compatível apenas.

Alguns deles querem, mas na maioria apenas é querida. Alguns são genuíno, mas a maioria deles é[composta por] maus atores

A virtude pra eles, é o que os faz modestos e domados; assim fizeram do lobo um cão e do próprio homem o melhor animal doméstico do homem .

“Nós colocamos a nossa cadeira no meio” — assim me confessa o seu semi sorriso — “tão distante dos gladiadores moribundos quanto dos suínos saciados”. Isto, porém, é mediocridade, embora chamem-na de moderado.

(assim disse Zarathstra “A verdade amesquinhadora)

O fato é esse: o homem “moderado” é o homem médio e, portanto o homem medíocre. Ele é nada especial, nada importante, nada demasiadamente radiante ou único. Essas doutrinas não geram Leões e lobos, mas sim animais domesticados. Por trás dessas virtudes há o desejo de mansidão, conforto e segurança. Essas pessoas não apenas temem os extremos em si próprios, criando uma ruptura e por consequência, uma restrição em seu íntimo ser, mas consequentemente, eles temem que o Extremo e o Excesso e seja expresso nos outros.

O Medo e o desejo por conforto seguro são antitéticos para uma forte e engenhosa Vontade, que possa ser autoassertiva, movida por amor, forte, bela, que saltita com risadas. Nosso profeta explica em seu comentário ao Livro da Lei essa mesma ideia:

“Progresso, como sua própria etimologia declara, significa Um passo a Frente, É o Gênio, O excêntrico, o Homem que se destaca de seus pares, que é o Salvador da Raça. Ainda que não seja sábio, possivelmente (em algum aspectos) exceder em certos aspectos, podemos ter certeza que aquele que excede não é de forma alguma medíocre”

E assim: concluímos com uma fala de William Blake que To Mega Therion cita em seu comentário para “Exceda!Exceda!” do Liber Al:

“A estrada do excesso leva ao palácio da sabedoria”

Amor é a Lei, Amor sob vontade

The Path of Excess in Thelema

#Thelema

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Anatomia Oculta

Olá, jovens aprendizes Padawan. Eu trouxe este texto que originalmente deveria ser postado no Blog mês que vem. Mas já que estava me coçando para colocá-lo no ar (ou na web) trouxe ele pra cá. Devo logo avisar que o texto a seguir não tem embasamento na ciência ortodoxa, e sim na ciência oculta. Ou seja, aquele que quiser buscar realmente não deve ficar apenas nos textos desta ou de outras colunas ou do site inteiro. Pergunte, discorde, busque por si só. O verdadeiro cientista ocultista não aprende na teoria, e sim na prática. Não lemos em periódicos para termos “certeza”. Lemos para ter uma base e depois seguirmos a partir dela. Aproveitem o texto. 🙂

Luz, energia, matéria. Há muito tempo o Universo foi criado segundo a imagem do Criador. Sobre a idéia da Criação se formou tudo o que era a Idéia do Criador.

O homem, imagem microcósmica da Criação compartilha dos atributos de Deus, de uma maneira limitada. Porém desta forma limitada ele já erigiu grandes templos, construiu cidades suntuosas, monumentos faraônicos. Sobre a égide da raça humana o Universo observável tem se desvelado ante nossos singelos olhares admirados. Ainda assim, é pouco…

A capacidade humana é muito superior ao que observamos até agora. Para vermos o potencial que nos foi concedido com bilhões de anos de evolução temos que recorrer à sabedoria oculta. Para descobrir o que o corpo humano, tão perfeito, ainda precisa trabalhar, precisamos prestar mais atenção. E para isso que existe a anatomia oculta.

O homem naturalmente já se deu conta de que possui um corpo rígido de carne, pele, ossos e sangue. Que suas terminações nervosas são o que faz com que sinta as sensações. E que todo o aparato deste maravilhoso organismo. Porém sem seus componentes mais sutis este esplêndido maquinário não passa de um simples corpo inerte. Mineral. O corpo físico (ou denso) é como que a unidade de processamento onde os outros componentes serão instalados para o funcionamento da máquina humana. Ou seja, o computador é apenas um computador.

Da jornada do espírito até a matéria densa, adquirimos a capacidade de operar nos corpos mais sutis, em seguida nos mais densos, até que agora estamos cegos em relação aos anteriores.

Os quatro corpos que possuímos para iterarmo-nos do Cosmo são: o corpo denso, o corpo vital (ou energético), o corpo de desejos (ou astral) e a mente. Esta última ainda não passa de uma pequena nuvem branca que fica pairando ao redor da cabeça, como os clarividentes podem atestar. Quanto ao corpo denso, não falarei dele neste post, pois apesar de possuir muitos segredos, seria muito imprudente falar dele sem um conhecimento prévio do funcionamento dos outros. O que posso dizer é que ele, em algumas Tradições é confundido com o corpo vital. Pois se diz que ele tem uma matriz astral que o forma a sua imagem e semelhança. Mas esta matriz nada mais é que o corpo vital.

O corpo vital é constituído de quatro éteres. O éter químico, o éter de vida, o éter refletor e o éter de luz. Cada qual está em conformidade com a sabedoria oculta e os quatro elementos dos antigos. Começaremos com o Éter Químico.

O éter químico, que é o responsável pela assimilação e excreção de componentes químicos no corpo. Naturalmente ele funciona por dois polos, um positivo e outro negativo. O polo positivo é o responsável pelo crescimento e manutenção do corpo físico através da obtenção de elementos químicos e agregação dos mesmos no nosso corpo denso. O polo negativo do éter químico é responsável pela excreção das substâncias que não são nutrientes e se mantidas se tornariam um veneno para o nosso corpo. A urina e fezes são a forma que nosso corpo tem de evacuar estas substâncias sob a direção do éter químico em seu polo negativo. Por vezes, se há uma disfunção ou um desequilíbrio em seu funcionamento, estas substâncias são mal eliminadas ou mantidas no corpo denso. Muitas vezes este caso de desequilíbrio das funções do éter químico é o responsável por algumas doenças relacionadas ao mantenimento destas substâncias em nosso organismo.

Assim como o éter químico, o éter de vida é responsável por funções inerentes ao corpo físico. E também é dividido em dois polos funcionais. Positivo e negativo. Este éter é o responsável mela manutenção da forma individual. E também é responsável pela propagação da espécie, fazendo assim o trabalho de manter sempre veículos para a manifestação no Mundo Físico. O polo positivo deste éter é o responsável por trabalhar na gestação, capacitando a fêmea ao trabalho positivo da construção do corpo para um novo ser. Já o polo negativo deste éter, é o responsável pela produção dos gametas masculinos (pólen nas plantas e espermatozoides nos animais) nas mais variadas espécies. Durante a concepção dos seres nas esferas, vegetal, animal e hominal de manifestação, o polo positivo deste éter que torna um ser masculino da união nos gametas. O inverso, ou seja, o polo negativo é que gera fêmeas.

O éter de luz possui também dois polos de manifestação. Seu polo positivo é o que torna os animais superiores e o homem capazes de gerar calor do seu próprio sangue, fazendo com que cada um seja uma fonte individual de calor e energia. Nos animais de sangue frio, o polo positivo é responsável apenas pela função de fazer circular o sangue pelo seu corpo. Já o polo negativo é o responsável pelos sentidos passivos de percepção visão, audição, tato, paladar e olfato. Ele também é responsável pela geração dos olhos (ou de outros meios de percepção equivalentes em seres que não os possuam). Nas plantas, o polo positivo do éter de luz é o responsável pela circulação da seiva . Portanto, no inverno, ou quando a planta se encontra ausente da presença da luz solar, sua seiva para de fluir. Já o polo negativo é responsável pela clorofila nas plantas e pela regulação de melanina no reino animal. Este é também um dos motivos que a ausência de sol torna a tez das pessoas mais clara. A adaptação ao meio pelas espécies fez com que em lugares onde há menos sol os seres são mais claros e o contrário em lugares onde a luz solar predomina.

O éter refletor está relacionado diretamente com a ligação que o pensamento tem com nosso corpo físico e a memória. Para saber como funciona a mente eu recomendo este post. O éter refletor está ligado diretamente coma Região Etérica do Mundo Físico (em outro artigo falarei sobre ela). Lá é onde você pode ver imprecisamente o que houve no passado e o que acontece no presente em qualquer lugar. É imprecisa pois está manifestada demais no mundo físico, e sofre influência das emoções, tanto suas, quanto alheias. Pode-se dizer que é uma memória coletiva. Ainda assim não é a Memória da Natureza, que muitas Tradições chamam de Arquivos Akáshicos, já que estes se encontram na subdivisão mais elevada da Região do Pensamento Concreto (que também falarei num post futuro).

O corpo de desejos é um veículo do Mundo do Desejo. Também chamado de Plano astral. Este corpo é regido por duas forças. A Força de Repulsão e a de Atração. Logo mais falarei delas. O corpo de desejos é o responsável pelas nossas emoções. Impelido para o bem, faz com que tenhamos a vontade de crescermos e evoluirmos segundo nossa vontade, muitas vezes de modo egoísta, pois este corpo está totalmente ligado as emoções. Impelido para o mal, este corpo se entrega as paixões mais insalubres para satisfação e prazer. Geralmente estas paixões estão ligadas a estados de consciência alterados, e a maioria envolve o vício por sensações e experiências fora do normal. As forças antes citadas são responsáveis por colocar em ação (Atração) ou ignorar (Repulsão) algum pensamento que tenha vindo a ser lançado neste veículo. O corpo etérico, assim como o corpo físico, possuem órgãos já bem formados. Já o corpo de desejos não possui órgãos. Está mais para um emaranhado de centros de energia em matéria formada pelo seu plano correspondente. Ele tem a forma oval (nas pessoas mais equilibradas) e é feito de cores fantásticas. Quanto mais “sujos” são os desejos de uma pessoa, mais estas cores são opacas. O corpo astral de um santo ou de um grande adepto possui cores espetaculares e de um brilho arrasador. Existem casos da aura (exteriorização de energia do corpo etérico reflexa ao corpo de desejos) ser imensa nesses seres iluminados.

A Mente, ou corpo mental, é um foco onde o espírito projeta suas vontades para que suas ações sejam executadas. Ele se assemelha a uma pequena nuvem branca pairando ao redor da cabeça das pessoas. Apenas os seres humanos possuem mente. Animais vão até o corpo de desejos, plantas só possuem o corpo denso e vital e os minerais apenas o corpo denso. Para o funcionamento da mente ser melhor entendido, veja o post recomendado anteriormente.

Acima destes corpos em elevada vibração, existem mais três veículos que não podem ser chamados de corpos, tal sua sutileza. Seria muita informação falar deles por agora. Por hoje ficamos com isso.

Que as vossas Rosas floresçam na Tua Cruz.

Créditos da imagem: Magic Budha by Ezschneider (Divulgação)

Sérvio Túlio é estudante de Letras, membro do Projeto Mayhem e autor do blog Jedi Teraphim.

#Alquimia

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A Magia do Fogo – Marco Vazquez

Bate-Papo Mayhem 213 – 31/07/2021 (Sabado) Com Marco Vazquez – A Magia do Fogo

Os bate-Papos são gravados ao vivo todas as 3as, 5as e sábados com a participação dos membros do Projeto Mayhem, que assistem ao vivo e fazem perguntas aos entrevistados. Além disto, temos grupos fechados no Facebook e Telegram para debater os assuntos tratados aqui.

Livros do Marco Vazquez: https://clubedeautores.com.br/livros/autores/marco-vazquez

Espaço Agni Sagrado: https://www.agnisagrado.com.br/

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Levi, Crowley, Moore e a magia nos dias atuais

Neste vídeo damos prosseguimento ao que já foi dito sobre a magia no canal, desta feita focando na definição de prática mágica dos tempos modernos, afinal o xamanismo já não é mais o mesmo após dezenas de milhares de anos! Assim, tentaremos uma vez mais desvendar os mistérios e segredos da Arte, com a ajuda de grandes magistas: Éliphas Lévi, Aleister Crowley e, não menos importante, Mr. Alan Moore… Também tentarei explicar algumas diferenças entre os sistemas mais tradicionais de magia e o sistema mais pop dos dias atuais: a magia do caos! Fiquem até o fim para ver minhas indicações de podcasts, canais no YouTube e livros sobre o tema.

Se gostaram, não esqueçam de curtir, compartilhar e se inscrever no canal!

#AleisterCrowley #Ocultismo #Magia #AlanMoore #MagiadoCaos

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Deus não é um Ser

Este texto originalmente foi um comentário de um leitor (o Phanta) sobre o texto “A Corrupção da Magia Moderna” mas foi tão coerente com o que eu penso e com a maneira como os ocultistas vêem o universo que vale a pena ser transformado em um post para debate.

Dá pra ver claro as boas intenções por trás do texto. Dá pra ver que muito do que está aí é consonante com o que nossas mentes percebem. A questão da necessidade do professor é extrema, e não se aplica só ao ocultismo. Mas o texto tem um problema grande pro leitor médio do blog:

O texto foi escrito pra quem é parte da FR, ou entende parte do que ela prega. Por isso, ele usa conceitos que quem está de fora não vai entender de jeito nenhum, e um é extremamente doloroso: Deus.

Eu até hoje não conheci uma pessoa que tenha realmente negado a existencia de um sistema, uma lei, que rege todo o universo. Os “ateus” que eu conheço, são grandes entusiastas da ciencia básica, que é a tentativa, por teste e observação de compreender parte dessas leis. Eles estão mais próximos de Deus do que a grande maioria dos teístas, e qualquer bom obervador pode notar isso.

O problema é o nome.

A ideia de Deus evoca um “ser superior”, que remete a autoridade, paternidade, moralidade. As religiões organizadas tratam a moral, que é uma criação da sociedade, do homem, como uma lei, tão ou mais importante que as leis naturais. E tratam as violações dela como “karma”, ou pecado, ou o que quer que seja, como se o universo estivesse preocupado com como voce usa seu dinheiro, ou com seus hábitos sexuais.

Ele não está. O universo não está. Deus não está.

O nerd estranho que está estudando matemática, procurando a resposta pra aquela questão ali na mente dele, está mais próximo da iluminação que quem está desehando sigilos, ou que passa 20 minutos em suposta meditação, esperando que algo se manifeste.

Deus não é um “ser”. A essência do homem não é o lado moralmente bondoso, ou o que segue leis morais. O homem bom é o que vive e cria novos homens, e passa o que pode de seu conhecimento pra eles. É pra isso que nós existimos. É isso que o universo, que Deus, espera de nós.

As regras, e hierarquias, convenções sociais, “ordens”, são o exemplo maior do que afasta os homens de sua essência, de Deus.

Saia! Fale com estranhos! Converse, ensine, aprenda! É o que todo homem quer.

“Faça o que tu queres há de ser o todo da lei”

Dar o passo pra frente é mais fácil do que parece!

#Alquimia

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Dilúvio, Pirâmides e Stonehenge

Olá crianças,

O post anterior nos trouxe duas surpresas. A primeira foi que, novamente, batemos recordes de visitação aqui no Sedentário e a segunda é que praticamente não houve ninguém reclamando. Eu perguntei ao eightbits e ele me garantiu que meu pedido de manter todas as críticas foi respeitado, e só são deletados comentários com xingamentos gratuitos (e, no caso, foi apenas um esta semana). Isto pode significar que: ou os céticos foram todos embora (o que seria uma pena, pois, como disse certa vez o poeta e alquimista William Blake, “Não há crescimento sem oposição”) A outra hipótese é que até mesmo eles começaram a perceber que, apesar do tom leve e de brincadeira dos textos, este é um assunto muito sério e não estou dando fantasias ou hipóteses absurdas, mas fatos matemáticos.

Como já disse uma vez, repetindo as palavras que talvez sejam de Voltaire, embora haja controvérsia, “Posso não concordar com uma palavra do que você está dizendo, mas defenderei até a morte seu direito de dizê-las”. Críticas e questionamentos, desde que bem embasados, são bem vindas!

Agora voltando à programação original

A resposta do sudoku da semana anterior é “Arca da Aliança”, mas eu percebi que acabei me empolgando e nos adiantamos um pouco na história. Antes de falar sobre Moisés, vou precisar falar sobre o Dilúvio. E antes do dilúvio, quero mostrar uma foto que eu achei.

Lembram quando discutimos sobre ser impossível montar as pirâmides mesmo com tecnologia de hoje em dia? Ok. Esta foto é da década de 60 e, como alguns de vocês podem se lembrar de ter visto em algum lugar, existia um enorme complexo de templos chamados Abu Simbel no Egito. As otoridades precisavam construir uma grande barragem e uma mega-hiper operação mundial foi organizada para desmontar e transportar o templo de Abu Simbel para uma montanha a salvo das águas da barragem.

Pois bem. A grande maioria das pedras esculpidas no templo de Ramses II foi retirada das pedreiras de Assuã, distantes cerca de 120km do templo, incluindo a cabeça do faraó, que foi transportada e esculpida em UM ÙNICO bloco de pedra. Quando os técnicos e engenheiros suíços e alemães foram transportar estes blocos para o local seguro, apesar dos GUINDASTES e HELICÓPTEROS envolvidos na operação, tiveram de fragmentar diversas estátuas e blocos de construção do templo para transportá-los.

Vamos escrever mais devagar para os que não entenderam: blocos de pedra que os egípcios (os “escravos seminus de 6.000 anos atrás” haviam conseguido manobrar, esculpir e encaixar intactos) tiveram que ser divididos, pois a tecnologia do século XX não conseguiu repetir o feito.

Mas e o Dilúvio?

A história do Dilúvio Universal, ao contrário do que muita gente acredita, não existe apenas na Bíblia, mas em praticamente TODAS as mitologias do planeta. Muitos historiadores dizem que o dilúvio bíblico aconteceu apenas em uma área do mediterrâneo e que serviu de justificativa para as otoridades atestarem a veracidade literal da bíblia (a ponto de milhões de dólares terem sido gastos em pesquisas procurando barquinhos que não existem em cima do monte Ararat!).

Na Suméria, “Utnapitshtim, o Longínquo”, é considerado o único homem que escapou ao Dilúvio, e sua história é contada em diversos poemas, especialmente em um trecho de Gilgamesh.

Nos Gregos, Deucalião e Pirra fazem o papel de Noé e Naamah, levando em uma arca toda a esperança após a devastação da terra por um dilúvio causado pelos deuses.

Nos Nórdicos, temos o conto do choro de Baldur, quando o malvado Loki faz o arqueiro cego e sua flecha de visgo assassinarem o deus-sol baldur, e todas as coisas que existem choraram por baldur, causando um dilúvio.

Na Mitologia Hindu, um peixe disse a Manu que as águas cobririam a terra e, novamente, temos uma arca salvando as esperanças da humanidade das águas divinas.

Entre os Celtas, os poemas do “Ciclo de Finn” narram a ocupação da Ilha após o Dilúvio

Nos Índios americanos, a história de Kwi-wi-sens e como ele e seu amigo corvo escaparam do dilúvio causado pelos deuses dos céus.

O conto de Cowichan e do dilúvio já era conhecido dos índios do norte dos EUA muitos séculos antes dos missionários ali chegarem com suas bíblias,

Nos Astecas, CoxCox possui uma história muito semelhante à de Noé, séculos antes dos espanhóis chegaram ao continente. Que conta da inundação de todas as terras conhecidas, e da fuga de uma tribo para as montanhas.

As Crônicas de PopolVuh entre os Maias narra um grande cataclisma que destruiu a humanidade, destruindo uma terra que era considerada o paraíso.

Os Incas contam a lenda do castigo divino das chuvas que duraram 60 dias e 60 noites, alagando toda a civilização.

No Brasil, os índios Tamandaré possuem uma lenda idêntica a de Noé, onde o dilúvio destruiu praticamente todas as vilas, só restando um homem e uma mulher que se refugiaram no topo de uma montanha.

Como explicar tantas lendas tão distantes entre si que narram os mesmos fatos?

Nos últimos dez mil anos, existem milhares de evidências de que a Terra foi alvo do impacto de pelo menos dois meteoros de grandes proporções. Um deles, o primeiro e maior, que se fragmentou em sete partes, atingindo o planeta de uma vez só e causando tsunamis de 5km de altura, capazes de varrer do mapa cidades inteiras em minutos, atingiu a Terra em 7640 AC (alguém lembrou da Atlântida, cujas lendas dizem que afundou em um único dia?) e foi responsável pela maioria das lendas de dilúvio na América e Europa. O segundo, de menores proporções, atingiu a Terra aproximadamente em 3150 AC e foi o responsável pelas lendas de Dilúvio da Mesopotâmia e da bíblia.

O primeiro impacto varreu do mapa o continente da Atlântida e parte do que havia restado da Lemúria, deixando submersos seus templos e pirâmides por milhares de anos. MAS… como uma das funções das pirâmides era também a de Observatórios Astronômicos, os sábios conseguiram prever o impacto do grande asteróide e remover para locais seguros (Himalaia, Tibet, Andes, Interior dos Continentes) grande parte dos cristais e do conhecimento acumulado por estas civilizações (e também de onde surgem as histórias sobre Shan-Gri-Lá e Agartha, mas isso fica pra outro dia…).

As Linhas de Ley e Círculos de Pedra

Todas as Pirâmides estão construídas sobre o que chamamos de “linhas de Ley” ou, no oriente, “Veias do Dragão”. Assim como em nosso corpo correm linhas energéticas (usadas na acupuntura), o Planeta possui linhas energéticas especiais sobre toda a sua superfície. O cruzamento destas linhas energéticas forma o que chamamos de “node” ou “ponto focal” (equivalentes aos chakras nos humanos), que é considerado um ponto muito especial dentro de várias culturas antigas.

As pirâmides originais da Atlântida foram construídas sobre estes pontos, pois utilizavam-se dos alinhamentos com estrelas, planetas, centros energéticos e também pelo formato dos templos, em conjunto com cristais e outros objetos (os corações destes templos e pirâmides), para uma infinidade de coisas.

Após o dilúvio, a imensa maioria destas pirâmides foi submersa, exceto algumas que estão na Europa, China, Egito e América, mas outros pontos surgiram. Após o primeiro dilúvio, as tribos que conseguiram escapar da catástrofe tiveram de se reorganizar e, para isto, reconstruir seus observatórios. Com isso, conseguiram prever o segundo meteoro e se preparar para o dilúvio em 3150 AC.

Lembre-se que a bíblia deve ser lida de maneira alegórica. Quando escrevemos que Noé levou dentro da Arca dois elefantes, queremos dizer que “os conhecimentos da civilização hindu foram preservados”, quando escrevemos que ele levou duas girafas, quer dizer que “os conhecimentos da civilização africana” foram preservados e assim por diante. Não existe e nem nunca existiu barquinho algum. A “Arca” de Noé é a mesma “Arca” da Aliança, a fuga das águas e a fuga do Egito são apenas metáforas diferentes para a mesma situação: a preservação do conhecimento oculto (procurem o significado da palavra “Moisés” como lição de casa, vocês vão ter uma surpresa… )

Eu falei sobre o grande relógio celestial em posts antigos. Este mecanismo celeste, além das funções que eu descrevi, também servia para prever o melhor momento de plantar cada tipo de alimento, de criar o gado, o momento certo de colher cada lavoura, de aproveitar as cheias, de tosquiar as ovelhas e assim por diante. Como as civilizações pós-dilúvio não possuíam os cristais ou as capacidades dos sacerdotes antigos, apenas parte do conhecimento adquirido, tiveram de “improvisar” e ergueram complexos de pedra sobre as Linhas de Ley para utilizarem-se como templos, em uma segunda etapa.

Bom… novamente o texto acabou ficando maior do que eu esperava, e ainda não chegamos na Arca da Aliança, embora alguns de vocês certamente já estão conseguindo ligar alguns fatos pelas dicas que eu dei ali em cima…

Para a semana que vem, vou seguir os comentários: vocês preferem que eu fale mais sobre Stonehenge e os Círculos de Pedra e toda esta relação com as Linhas Energéticas ou vamos direto para a Arca da Aliança?

Cartas à redação.

Um livro que vocês podem adquirir para saber mais sobre o Dilúvio: A Máquina de Uriel

#Pirâmides

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/dil%C3%BAvio-pir%C3%A2mides-e-stonehenge

As Egrégoras e o Carvão

Já recebi este conto várias vezes por email, de diversas Ordens diferentes e acredito que se aplica a qualquer tipo de egrégora. começa mais ou menos assim:

“Um membro de um determinado grupo, ao qual prestava serviços regularmente, sem nenhum aviso deixou de participar de suas atividades.

Após algumas semanas, o líder daquele grupo decidiu visitá-lo. Era uma noite muito fria. O líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante da lareira, onde ardia um fogo brilhante e acolhedor.

Adivinhando a razão da visita, o homem deu as boas-vindas ao líder, conduziu-o a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto, esperando. O líder acomodou-se confortavelmente no local indicado, mas não disse nada. No silêncio sério que se formara, apenas contemplava a dança das chamas em torno das achas de lenha, que ardiam.

Ao cabo de alguns minutos, o líder examinou as brasas que se formaram e cuidadosamente selecionou uma delas, a mais incandescente de todas, empurrando-a para o lado.

Voltou então a sentar-se, permanecendo silencioso e imóvel. O anfitrião prestava atenção a tudo, fascinado e quieto.

Aos poucos a chama da brasa solitária diminuía, até que houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou-se de vez. Em pouco tempo o que antes era uma festa de calor e luz, agora não passava de um negro, frio e morto pedaço de carvão recoberto de uma espessa camada de fuligem acinzentada.

Nenhuma palavra tinha sido dita desde o protocolar cumprimento inicial entre os dois amigos.

O líder, antes de se preparar para sair, manipulou novamente o carvão frio e inútil, colocando-o de volta no meio do fogo. Quase que imediatamente ele tornou a incandescer, alimentado pela luz e calor dos carvões ardentes em torno dele.

Quando o líder alcançou a porta para partir, seu anfitrião disse:

-Obrigado. Por sua visita e pelo belíssimo sermão. Estou voltando ao convívio do grupo.”

(Autor desconhecido)

#Contos

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/as-egr%C3%A9goras-e-o-carv%C3%A3o