Daemon reimprime livros Clássicos de RPG

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A Daemon Editora lançou uma nova impressão de seus títulos clássicos de RPGs, para os colecionadores que queiram completar suas coleções e também para os novos RPGistas conhecerem aqueles que foram os mais importantes RPGs Nacionais da era de Ouro dos RPGs no Brasil.

– Anjos: A Cidade de Prata, um RPG onde os personagens são Anjos trabalhando para as Castas Celestiais da Cidade de Prata. Anjos explica detalhadamente as cinco castas que habitam a Cidade de Prata: Corpore, os Anjos da Guarda; Protetore, os anjos cabalísticos; Captare, os caçadores de demônios; Recípere, os negociantes de almas e Nimbus, os governantes celestiais para serem utilizados como personagens ou NPCs em sua campanha.

– Demônios: A Divina Comédia faz um passeio completo pelos nove círculos do Inferno, lar dos Demônios, Anjos Caídos e Perdedores na Guerra Celestial. Totalmente baseado nos livros A Divina Comédia e Paraíso Perdido, Demônios mantém-se fiel ao texto e às descrições de Allighieri e Milton.

– Vampiros Mitológicos. Totalmente baseado em culturas e lendas reais, traz a descrição completa das principais raças de vampiros, originárias das diferentes culturas e civilizações antigas.

– Spiritum: O Reino dos Mortos traz a explicação detalhada dos Planos Espirituais, Umbrais, Etéreos e Astrais; suas regras, suas criaturas, seus anjos, fantasmas e demônios.

– Abismo, provavelmente o mais macabro e pesado título da linha Arkanun/Trevas até agora, que vai fazer a alegria dos fãs de RPGs de horror. Escrito por Antônio Augusto Shaftiel, autor de Jyhad e a trilogia das Lanças de Christos, Abismo traz a descrição detalhada do Abismo, lar dos mais maléficos, distorcidos e pervertidos demônios de Infernun e Tenebras que assolam a Orbe Terrena. Descrições dos demônios mais importantes já citados nos livros da linha Arkanun (Magnus Petraak, Luvithy, Pyros…), seus poderes, influências e serviçais.

– Jyhad: Guerra Santa. Escrito por Antônio Augusto Shaftiel, o autor com o maior número de romances de RPG publicados no Brasil, com a capa espetacular de Vitor Ishimura (desenhista do RPG Conan, da Moongoose) e ilustrado por Ronaldo Barata, Ig e Eduardo Ferrara, Jyhad: Guerra Santa traz a descrição detalhada dos Anjos Judeus e Muçulmanos; suas relações com os Anjos Católicos e a Guerra Celestial no Oriente Médio, ampliada após os ataques de 11 de Setembro.

– ARKANUN, o RPG de horror na Idade das Trevas, possui toda a ambientação da Europa Medieval do século XIV onde você poderá jogar com Alquimistas, Rosacruzes, Cabalistas, Templários e Magos em meio a Anjos, Demônios e Inquisidores. Seus suplementos INQUISIÇÃO e TEMPLÁRIOS trazem regras para se jogar com duas das mais poderosas forças da Idade Média, os Cavaleiros do Templo de um dos lados e as Forças da Santa Inquisição do outro!

Além destes, Clássicos como CÃES DE GUERRA, um RPG ambientado na Segunda Guerra Mundial; ANIMERPG, um RPG com todas as regras que você precisa para adaptar qualquer tipo de Anime ou Mangá para RPGs. Escrito por Luka Chan, é o único RPG Brasileiro escrito por uma mulher e também um dos mais vendidos de todos os tempos! SUPERS-RPG traz regras completas para jogar campanhas de super heróis com um tom mais realista. E Maytreia, o RPG baseado nos textos esotéricos da Eubiose.

Finalmente, NEOKOSMOS traz um RPG baseado na Mitologia Grega, com seus heróis, monstros, deuses e criaturas sobrenaturais.

RPGQUEST
Para esquentar os motores na preparação do Boardgame RPGQuest – A Jornada do Herói, a Daemon traz de volta o Módulo Básico do RPGQuest; Se você nunca jogou RPG antes, sugerimos começar as aventuras pelo Módulo Básico, que é o maior e mais completo livro de RPG já publicado no Brasil. Ele possui 80 raças, 110 Classes, 200 habilidades, 100 armas, 120 deuses em 13 panteões, Magias, Psiônicos, Animais Familiares, veículos, 56 Mundos de Jogo e tudo mais que você precisa para criar aventuras em QUALQUER tipo de cenário. Também reimprimiu o GUIA DE MONSTROS, que traz mais de 680 monstros diferentes para colocar em ação nas suas campanhas, passando por dragões, demônios, mortos-vivos, trolls, abissais, asuras, goblinóides, dinossauros, fantasmas, aberrações, vampiros, monstros marinhos e gigantes, com mais de 440 ilustrações.

Você pode encontrar todos os RPGs da Daemon, junto com o Livro de Kabbalah Hermética, Enciclopédia de Mitologia, Tarot hermético e os Livros das Aventuras Mitológicas de Lilith, Isis e Hércules na Loja de RPG.

#Blogosfera #Jogos #RPG

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Não procure seu EU na mente

Os problemas da mente não podem ser solucionados ao nível da mente. Depois de ter compreendido a disfunção básica, não há muito mais a aprender ou a compreender. Estudar as complexidades da mente poderá fazer de você um bom psicólogo, mas isso não o levará para além da mente, tal como o estudo da loucura não basta para criar saúde mental. Já compreendeu o mecanismo básico do estado inconsciente: a identificação com a mente, a qual cria um falso eu, o ego, como substituto para o seu eu verdadeiro enraizado no Ser. Você torna-se como que um “ramo cortado da árvore”, como disse Jesus.

As necessidades do ego são inúmeras. Ele sente-se vulnerável e ameaçado e por isso vive num estado de medo e de carência. A partir do momento em que você compreende os mecanismo da disfunção básica, deixa de ser preciso explorar todas as inúmeras manifestações do ego, de fazer dele um problema pessoal complexo. É evidente que o ego adoraria isso. Andando sempre à procura de alguma coisa a que se agarrar, a fim de sustentar e fortalecer a sua ilusória sensação de identidade, o ego prontamente se agarrara aos seus problemas. É por isso que uma grande parte da sensação de identidade de tantas pessoas está intimamente ligada aos seus problemas e a última coisa que essas pessoas querem é livrar-se deles; porque isso representaria a perda do “eu”. Inconscientemente, o ego investe muito na dor e no sofrimento. Portanto, ao reconhecer que a raiz da inconsciência é a identificação com a mente, o que evidentemente inclui as emoções, você sai dela. Torna-se presente. Quando está presente, você pode permitir que a mente seja aquilo que é sem se enredar nela. A mente em si não é disfuncional. É um instrumento maravilhoso. A disfunção instala-se quando você procura nela o seu eu e faz dela a sua identidade. Torna-se então a mente egóica e dirige toda a sua vida.

Enquanto você estiver identificado com a sua mente, o ego dirigirá a sua vida, e uma parte intrínseca da mente egóica é uma sensação profundamente enraizada de falta de algo, ou de não estar completo, de não ser total. Em algumas pessoas, é uma sensação consciente, noutras inconsciente. Quando é consciente, manifesta-se na forma de um inquietante e constante sentimento de não ser digno ou suficientemente bom. Quando é inconsciente, só se sente indiretamente, sob a forma de uma intensa ânsia de possuir, de uma carência, de um precisar de qualquer coisa. Em qualquer dos casos, as pessoas começam muitas vezes a tentar satisfazer o ego de forma compulsiva e a procurar coisas com as quais se possam identificar, a fim de preencherem o vazio que sentem dentro de si. E lançam-se atrás de bens materiais, dinheiro, sucesso, poder, prestígio, ou um relacionamento especial, basicamente para se sentirem melhores consigo próprias, para se sentirem mais completas. Mas depois de alcançarem todas essas coisas, descobrem rapidamente que o vazio continua a existir, que ele não tem fim. É então que começam os problemas a sério, porque elas não se conseguem iludir mais a si próprias. Bem, na verdade conseguem, e até o fazem, mas torna-se muito mais difícil.

Já que o ego é uma sensação derivada do eu, precisa de se identificar com coisas exteriores. Precisa de ser defendido e alimentado constantemente. As identificações mais comuns do ego têm a ver com bens materiais, com o trabalho que você faz, o seu estatuto e prestígio social, os seus conhecimentos e educação, a sua aparência física, os seus relacionamentos, aptidões especiais, historial pessoal e familiar, convicções – incluindo as convicções políticas, nacionalistas, raciais, religiosas e outras identificações coletivas. Nada disso é você próprio.

NADA EXISTE FORA DO AGORA

Já algum dia experimentou, ou fez, ou pensou, ou sentiu alguma coisa fora do Agora? Pensa que algum dia isso acontecerá? Acha que é possível que alguma coisa aconteça ou seja fora do Agora? A resposta é óbvia, não é verdade?

Nunca nada aconteceu no passado; acontece no Agora.

Nunca nada acontecerá no futuro; acontece no Agora.

Aquilo que você considera o passado é uma memória, armazenada na mente, de um antigo Agora. Quando relembra o passado, você reativa uma memória – é o que você está a fazer agora. O futuro é um Agora imaginado, uma projeção da mente. Quando o futuro chega, chega como Agora. Quando pensa no futuro, você está a pensar agora. E óbvio que o passado e o futuro não possuem uma realidade que Lhes seja própria. Tal como a Lua não tem luz própria, mas só pode refletir a luz do Sol, também o passado e o futuro não passam de pálidos reflexos da luz, do poder e da realidade do sempiterno presente. A sua realidade é “pedida emprestada” ao Agora.

A essência do que lhe estou a dizer aqui não pode ser entendida pela mente. No momento em que você entender o seu significado, há uma mudança na consciência da mente para o Ser, do tempo para a presença. De repente, tudo parecerá vivo, irradiará energia, emanará o Ser.

A CHAVE PARA A DIMENSÃO ESPIRITUAL

Em situações de emergência, em que a vida é ameaçada, uma mudança na consciência, do tempo para a presença, acontece por vezes naturalmente. A personalidade, que possui um passado e um futuro, recua momentaneamente e é substituída por uma intensa presença consciente, muito serena, mas ao mesmo tempo muito vigilante. Seja qual for a resposta necessária, ela surgirá então desse estado de consciência.

A razão pela qual algumas pessoas gostam de se lançar em atividades perigosas, como por exemplo montanhismo, corridas de automóveis, ou outras parecidas, muito embora o possam desconhecer; é porque assim se sentem forçadas a entrar no Agora – esse estado intensamente vivo onde não há tempo, não há problemas, não há pensamento, não há o fardo da personalidade. Se esquecerem do momento presente, nem que seja por um segundo, poderão pôr em risco as suas vidas. Infelizmente, acabam por se tornar dependentes de uma determinada atividade para entrarem nesse estado. Mas você não precisa de escalar a face norte do Eiger. Pode entrar nesse estado agora.

Desde os tempos antigos que os mestres espirituais de todas as tradições apontam para o Agora como sendo a chave para a dimensão espiritual. Não obstante, parece que tal continua a ser um segredo. Não é de certeza ensinado nas igrejas nem nos templos. Se você freqüentar uma igreja, poderá ouvir leituras dos Evangelhos tais como “Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã; porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo (Mat 6:34)”, ou “Ninguém que ponha as mãos no arado e olhe para trás é digno do Reino de Deus (Luc 9:62)”. Ou poderá ouvir a passagem sobre os lírios do campo que não se mostram ansiosos pelo amanhã, mas vivem à vontade no Agora intemporal e dos quais Deus toma conta. A profundidade e a natureza radical desses ensinamentos não são reconhecidas. Ninguém parece compreender que se destinam a ser vividas e a proporcionar assim uma transformação interior.

Toda a essência do Zen consiste em caminhar ao longo do fio da navalha do Agora – estar tão absolutamente e tão completamente presente que nenhum problema, nenhum sofrimento, nada que não seja quem você é na sua essência possa sobreviver em si. No Agora, na ausência do tempo, todos os seus problemas se desfazem. O sofrimento precisa do tempo; não pode sobreviver no Agora. Muitas vezes, para afastar do tempo a atenção dos seus estudantes, o grande mestre Zen, Rinzai, costumava levantar um dedo e perguntar lentamente: “O que é que está faltando neste momento?” Uma pergunta extraordinária que não exige uma resposta ao nível da mente. Destina-se a atrair fortemente a sua atenção para o Agora. Uma outra pergunta semelhante na tradição Zen é a seguinte: “Se não agora, quando?”

O Agora também é essencial nos ensinamentos Sufis, o ramo místico do Islão. Os Sufis têm um ditado: “O Sufi é filho do tempo presente”.
E Rumi, grande poeta e mestre Sufi, declara: “O passado e o futuro impedem-nos de ver Deus; queima-os a ambos com fogo”.
Mestre Eckhart, um mestre espiritual do século XIII, resume tudo de uma forma muito bela: “O tempo é aquilo que impede a luz de nos alcançar. Não há maior obstáculo para alcançar Deus do que o tempo.”

Fonte: O poder do Agora; Eckhart Tolle

#Alquimia

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Ananda Marga, Yoga e Meditação – Dada Shubhagananda

Bate-Papo Mayhem 208 – 23/07/2021 (Sexta) Com Dada Shubhagananda – Ananda Marga, Yoga e Meditação Os bate-Papos são gravados ao vivo todas as 3as, 5as e sábados com a participação dos membros do Projeto Mayhem, que assistem ao vivo e fazem perguntas aos entrevistados. Além disto, temos grupos fechados no Facebook e Telegram para debater os assuntos tratados aqui.

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#Batepapo #meditação #yoga

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Uma Explicação Rápida Sobre o Umbral

Umbral

A explicação para eles é bem lógica e até banal:

Após a morte física, as pessoas tendem a ir para outros planos, que irão variar de acordo com o próprio grau de sutilização, etcétera e tal.

Pessoas que levem vida mais desregrada (uso aqui este termo de forma propositalmente genérica, sem tentar definir o que seja “vida desregrada”, visto que cada um terá diferentes definições para isto) tendem a ser mais dependentes e apegadas às coisas deste mundo e assim, após a morte física, acabam permanecendo em planos bem próximos a este, de onde inclusive terão maiores possibilidades para tentar satisfazer os vícios e necessidades que ainda conservam em si como reminiscências de seus tempos de encarnadas.

Aí acabarão por embarcar num nocivo círculo vicioso de roubo de energia vital de encarnados (vampirismo necessário para que possam permanecer nas redondezas deste nosso plano) e “usufruto” desta energia roubada, ou seja, satisfação ou pseudo-satisfação dos densos objetivos que as mantêm nestes planos.

“Umbral” quer dizer fronteira, divisa. E realmente, como foi explicado, estas colônias e regiões são fronteiriças ao nosso mundo físico.

Mas por que então seriam lugares tipicamente tristes e decrépitos, se todos que estão lá estão reunidos por compartilharem da mesma sintonia?

A explicação é que imensos aglomerados de entidades de baixa densidade, como o são estes bairros astrais, tenderão naturalmente a ser extremamente heterogêneo, em termos de população.

E assim, o vício de um daqueles infelizes poderá ser o tormento do outro, cujo comportamento, por sua vez, fará a desgraça daquele um, ou de um terceiro, numa roda viva a la Jean Paul Sartre, onde “o inferno são os outros”.

Tal e qual numa prisão, onde você não pode escolher seus companheiros de cela.

Mas mesmo assim, uma questão muito mais de sintonia do que de culpa, castigo, punição, etc.

Tanto que projetores astrais em momentos de má sintonia podem mesmo acabar passeando por tais plagas, em suas projeções, quase sempre contra a vontade.

Umbral é isto. Apenas isto. Não entrarei aqui nos aspectos espiritualistas e filosóficos que nos ensinam as formas de escapar dele, ou de elevar a sintonia para criar afinidades com planos mais elevados, pois para isto temos brilhantes oradores e escritores, com suas centenas de páginas, parábolas e palestras.

E mesmo porque acredito que cada um por aqui saiba, pelo menos intuitivamente, o que deve e não deve fazer para permanecer longe dele.

#Espiritismo #Espiritualidade

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Runologia, Poemas Runicos e Oráculo – Com Cussa Mitre

Bate Papo Mayhem é um projeto extra desbloqueado nas Metas do Projeto Mayhem.

O vídeo desta conversa está disponível em: https://youtu.be/4lB0yWh2v_o

Todas as 3as, 5as e Sabados as 21h os coordenadores do Projeto Mayhem batem papo com algum convidado sobre Temas escolhidos pelos membros, que participam ao vivo da conversa, podendo fazer perguntas e colocações. Os vídeos ficam disponíveis para os membros e são liberados para o público em geral três vezes por semana, às terças, quartas e quintas feiras e os áudios são editados na forma de podcast e liberados duas vezes por semana.

Faça parte do projeto Mayhem:

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A vontade em Thelema: A vontade finita e infinita

Faça o que tu queres há de ser o Todo da Lei

O objetivo central de Thelema é a descoberta e a realização da Verdadeira Vontade. Pode-se dizer que há dois aspectos da vontade que devem ser descobertos, a vontade finita e a vontade infinita, sendo ambas necessárias. Aleister Crowley escreve em “De Lege Libellum”:

“A maior prisão de todas é a ignorância. Como poderá um homem ser livre para agir se ele não conhece o seu próprio propósito? Vós deveis, portanto, antes de tudo, descobrir qual estrela sois dentre todas as estrelas, vossa relação com as outras estrelas à vossa volta, e a vossa relação e identidade com o Todo. Em nossos Santos Livros são fornecidos diversos meios para realizar esta descoberta, e cada um deverá fazê-lo por si, alcançando a convicção absoluta através da experiência direta, e não meramente raciocinando e calculando o que é provável. E a cada um virá o conhecimento da sua vontade finita, pela qual um é poeta, outro é um profeta, um trabalha na siderurgia, outro com jade. Mas também, para cada um, que haja o conhecimento da sua Vontade infinita, seu destino de realizar a Grande Obra, a realização do seu Verdadeiro Ser”.

A vontade infinita está, portanto, ligada à Grande Obra, indo além do Nephesh (corpo) e do Ruach (mente) para alcançar o Ser Secreto no Triângulo Supernal (Neshamah-Chiah-Yechidah). Ela está inteiramente removida da nossa posição terrena, nossas inclinações e nossas percepções e a percepção desta Verdade está aberta a todos.É o objetivo do Yoga – a dissolução completa no Infinito, no Amado – e é também o fim de toda Magia verdadeira, sendo direcionada para o Conhecimento e a Conversação do Santo Anjo Guardião.

Enquanto a vontade infinita nos une com essa identidade, que é essencial e uma expressão diversa de cada estrela, a vontade finita nos define como uma estrela em particular em relação com outras estrelas em toda a extensão do Espaço. Crowley escreve em “Liber ThIShARB”, que é um livro dedicado à prática da memória mágica: “Este livro não se destina à condução à realização suprema. Ao contrário, seus resultados definem o [que é o] ser separado do Adepto Isento do resto do Universo e descobrem sua relação com esse Universo”. A vontade finita, portanto, se refere ao karma do indivíduo particular – seu ponto específico no espaço e no tempo – onde cada pessoa tem sua própria vontade diferenciada e única para seguir. Este é o aspecto de si onde se descobre ser poeta, profeta, trabalhador siderúrgico ou qualquer outra coisa.

Para encontrar nossa Vontade completamente devemos então tanto executar a Grande Obra de conhecermos a nossos Verdadeiros Eus para além de toda a manifestação, quanto compreender como nossa estrela particular se manifesta. Para nos tornarmos verdadeiramente Um, devemos nos tornar ambos Nenhum e Dois.

Link original: https://iao131.com/2010/05/10/finite-and-infinite-will/

Tradução: Mago implacável

Revisão M. Patalógica

#Thelema

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Breve relato sobre a seriedade

“Se um homem pudesse entender todo o horror que é a vida das pessoas comuns que estão girando em torno de um círculo de interesses insignificantes e objetivos insignificantes, se ele pudesse entender o que está perdendo, ele entenderia que só pode haver uma coisa que é séria para ele – escapar da lei geral, ser livre. O que pode ser sério para um homem na prisão condenado à pena de morte? Só uma coisa: Como salvar-se, como escapar: nada mais é sério “.

Tenho a teoria de que um dos avatares da era de aquário é a internet. Como ferramenta de comunicação e transmissão de conhecimento nada representa tão bem o espírito da Aeon quanto a grande rede. Com a ab-rogação dos rituais, ordálias e sinais, os mistérios foram horizontalizados e qualquer um com uma conta no occult.ez pode ter acesso ao material escrito de todos os graus de todas as ordens.

E sendo nosso maior poder nossa maior fraqueza, ao mesmo tempo em que todo conhecimento fica disponível o tempo todo, esse mesmo conhecimento não é levado “a sério”. Não tendo sido provado, testado e diligentemente buscado o conhecimento, tendo-o recebido pelo único mérito de ter uma conexão de banda larga e como propósito da busca a mera curiosidade, o resultado é uma prática mágica que não é levada a sério.

Então o que é ser sério ? Seriedade é colocar um ideal acima de qualquer coisa, não se trata de deixar de fazer outras coisas, mas quando se leva algo a sério suas atividades quando não relacionadas diretamente ao propósito, deveriam sempre levar em conta o propósito. Como uma espécie de filtro de realidade, como isso serve ao meu propósito ? Como isso poderia serivr ao meu propósito que forma de fazer, de pensar, de agir me levará ao meu propósito ?

Existem níveis de seriedade, ela deveria ser absoluta, mas em geral a desenvolvemos aos poucos, é a seriedade que fornece o foco necessário para resultados efetivos. É possível ter resultados sem seriedade ? Eu acredito que não acredito que todo resultado sólido é fruto de um trabalho sério, ainda que de uma seriedade efêmera, de momento. É imprescindível portanto uma atitude séria em relação ao seu trabalho mágico e desenvolvimento, longe da seriedade que chance tem o homem de escapar da prisão ?

Tudo começa com a atitude mágica, levar magia a sério é saber que ela é algo que você É e não algo que se faz. Se você quer levar a sério o estudo do ocultismo, deve levar em conta que é um processo que se sobrepõe sobre suas atividades. Como Sócrates em Peaceful Warrior coloca de maneira excepcional: Você treina ginástica, eu treino tudo.

Adquirir seriedade não significa tornar-se uma pessoa sisuda ou desconectada, significa que em dado momento até sua descontração estará ligada ao propósito, seja ele qual for, dessa forma não desperdiçamos nem o tem e nem o espaço de D´us.

Sugiro que você leve a sério alguma coisa pequena, como um ritual de tomar água ou realizar uma meditação de um minuto acada uma hora, mas sugiro que você leve a sério e experimente a sensação que ela proporciona, a coerência e a força que só uma atitude séria podem trazer. Um amuleto pode ajudar nessa busca, algo que lembre a você constantemente de seu propósito. A princípio algo que você possa carregar sem medo de perder, como um anel ou corrente, quando se sentir pronto ou se quiser arriscar logo de cara, sugiro que pegue algo como uma runa a sua escolha e ande com ela sempre em sua mão. Perder a runa ou esquecer-se que ela está com você deixa claro o quão pouco a sério você esta levando, a lembrança constante reforçado pelo toque do objeto carregado de propósito pode lhe servir como uma poderosa ferramenta mágica para sua prática mágica.

Se os irmão quiserem podemos expandir o assunto na direção que desejarem dentro dos comentários.

Chay !

#hermetismo

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/breve-relato-sobre-a-seriedade

Astronomia, Matemática e Música

A Metafísica Ocidental, não seria a mesma se Pitágoras não descobrisse a íntima ligação existente entre os números e a música.  Isto fez com que a Astronomia, a Música, a Matemática e a Geometria fossem disciplinas básicas de uma Cosmologia que perdurou por toda Idade Média.

Os quatro caminhos, também denominado quadrivium, era o conjunto destas quatro matérias ensinadas nas universidades medievais, uma ressonância da Fraternidade de Pitágoras que procurava unir a ciência e a religião, a matemática e a música, a cura e a cosmologia.

Depois do trivium (gramática, lógica e retórica), o quadrivium era a parte secundária do currículo descrito por Platão em “A República“. Destas disciplinas originou-se a idéia da Música das Esferas, onde a disposição dos astros correspondiam à escala musical, e que a música tocada pelo Cosmos, mesmo que além dos limites da nossa audição, seria inteligível.

A partir das suas descobertas em relação aos fundamentos matemáticos das consonâncias musicais, Pitágoras visualizou uma relação mística entre a matemática a música e a astronomia. Para ele a música era o elo de união entre o homem e o cosmos. Em sua cosmologia cada planeta produzia uma nota musical, e esta orquestra celeste executa uma harmonia cósmica tão perfeita, que nós humanos não seríamos capazes e talvez nem merecedores de ouvi-la.

Em 1766 Johann Titias, acreditando que os planetas formavam naturalmente uma cadeia de oitavas, observou que todos os planetas conhecidos na época tinham distâncias que se tornavam progressivamente maiores na razão 2:1, a razão da própria oitava. Apesar das distâncias não serem exatamente na razão 2:1, outras leis harmônicas, como a velocidade dos movimentos dos planetas na descrição das suas órbitas, podem ter passado de maneira despercebida pelos astrônomos.

Fabio Almeida é membro do Projeto Mayhem e foi autor do blog Sinfonia Cósmica (desativado)

#Astronomia #Matemática #Música #Pitágoras

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/astronomia-matem%C3%A1tica-e-m%C3%BAsica

Carl Jung: A Alquimia, Gnose e Esoterismo em suas obras – com Giordano Cimadon

Bate-Papo Mayhem #086 – 03/10/2020 – gravado dia 16h (Sabado) Marcelo Del Debbio bate papo com Giordano Cimadon – Carl Jung: A Alquimia, Gnose e Esoterismo em suas obras

Os bate-Papos são gravados ao vivo todas as 3as, 5as e sábados com a participação dos membros do Projeto Mayhem, que assistem ao vivo e fazem perguntas aos entrevistados. Além disto, temos grupos fechados no Facebook e Telegram para debater os assuntos tratados aqui.

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#Batepapo #hermetismo #Psicologia

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Tambores, Máscaras e Estados Alterados de Consciência – Andre Correia

O Boteco do Mayhem (Marcelo Del Debbio, Thiago Tamosauskas, Rodrigo Elutarck, Ulisses Massad, Jesse Puga, Barbara Nox, Tales de Azevedo e Robson Belli) conversam com Andre Correia – Tambores, Máscaras e Estados Alterados de Consciência

Conexão pagã: https://www.instagram.com/conexaopaga/

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Morte Súbita inc.

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https://eb.4gsanctuary.com/

https://www.espelhodecirce.com.br/

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