A Caixa de Cthulhu

Ao explorar as entidades potentissimas que mantiveram contacto com H. Lovecraft, através de um sonho subsequente á Invocação do Grande Cthulhu, que obtive as intruções para a confecção da “Caixa de Cthulhu“. Um artefacto similar em efeitos ao que se conhece por Caixa de Pandora. Foi testada, os resultados da sua aplicação são inaceitáveis para o ser humano comum.

De posse de seis espelhos na medida 13 x 13 cms, largura e altura e tendo o Necronomicon como referêncoa inscrever em cada um dos espelhos interiores os sigilo conforme segue-se:

Sigilo de Cthulhu

Recitar a invocação á Cthulhu:

“Em sua casa em R’lyeh, Cthulhu aguarda a dormir, até que novamente se erga e o seu reino cubra a Terra!”

Sigilo de Shub-Niggurath

 

Recitar a invocação á Shub-Niggurath:

“Iah Shub-Niggurath! Vem adiante Grande Cabra Negra dos Bosques! Responde ao chamado deste teu Servo que conhece as palavras de Poder! Levanta-te e vem adiante com os teus mil! Venha a mim, que faço os sinais, a mim que recito as palavras que abrem as portas! Vem adiante! A mim que rodo a chave! E agora, caminha sobre a Terra uma vez mais!”

Sigilo de Nyarlathotep

Recitar a invocação á Nyarlathotep:

Abyssus-D’AcoNrsus, ZEXOWE-AZATHOTH! NRRGO, IAA! NYAR-LATHOTEP!”

Sigilo de Yog-Sothoth

Recitar a invocação á Yog-Sothoth:

ZENOXESE, PIOTH, OXAS ZAEGOS, MAVOC NIGORSUS, BAYAR! HEECHO! YOG-SOTHOTH! YOG-SOTHOTH! YOG-SOTHOTH!”

 

Sigilo dos Antigos

(no espelho que forma o topo da caixa)

E inserir o sigilo da Transformação no espelho que forma a base da caixa:

A seguir, colar os espelhos de forma a ficarem com a forma de uma caixa quadrada, tendo-se em atenção que deve ter uma entrada, abertura, a qual será imperativamente o espelho que contem o sigilo dos Antigos.

Forrar o exterior com veludo verde

De preferência, desenhar os sigilos com tinta verde, ou na falta desta, em tinta preta, que representa o vácuo do abismo.

 

Eis a caixa completa e aberta:

Como activar os poderes da caixa:

Uma vez pronta, a caixa servirá para cumprir os desejos do operador, tanto para ajuda quanto para destruição. A caixa tem por objectivo envolver o desejo do operador em todos os aspectos dos Antigos, bem como em seu poder na totalidade, amplificando o desejo do operador através dos poderes arcanos. Esta caixa tem como função principal um portal de abertura entre a nossa dimensão e a dimensão paralela dos Antigos, e mesmo outras, e também é um envoltório de poder puro e simples, servindo como amplificador através do poder dos Deuses.

Os simbolos e sigilos que estao gravados no exterior da Caixa, servem para impedir que algo venha a sair de la. E ja agora, uma imagem colocada no interior da caixa irá reflectir-se infinitas vezes, atingindo com isto uma miriade de dimensoes e mundos paralelos ao nosso ou mesmo os mais distantes. Com certeza atinge as esferas de Cthulhu, bem como pode atingir o coração do Inferno, levando a nossa mensagem até Eles.

Caixa de Cthulhu para Realizações

Imaginemos que o operador deseja a consolidação de um desejo vital para si próprio: Ao operador basta acender uma vela negra com o desejo nela inscrito, imaginemos que seja sucesso na vida profissional: O operador devera escrever na vela DO PAVIO PARA A BASE as palavras SUCESSO PROFISSIONAL, PROMOÇÃO NA CARREIRA, AUMENTO DE SALARIO, etc. ad infinitum! Deverá também meditar sobre a condição que deseja alcançar, visualizando-a como JÁ TENDO SIDO ATINGIDA e transcrevendo-a para papel pergaminho virgem e colocando a seguir este pedido no interior da caixa, não importando se este encontra-se dobrado, bastando apenas a colocação deste no interior da caixa e deixando-o permanecer no interior desta ate a vela ter ardido completamente. A seguir retira-se o pedido, antes da vela ter se derretido e queima-se o pedido na chama da vela, deixando arder o pedido por completo ate tornar-se em cinzas. A seguir, atirar as cinzas para o ar e dizer: SALVÉ HASTUR!

Caixa de Cthulhu para Maldições

Imaginemos agora que o operador deseja destruir um adversário: Devera escrever na vela negra DA BASE PARA O PAVIO o nome do adversário, estando assim este nome de cabeça para baixo. Escrever um pedido da forma descrita acima com a subsequente visualização do adversário destruído da forma mais vívida possível colocando a seguir o pedido no interior da caixa de igual modo. Deixar a vela arder e antes de estar consumida, o pedido deverá ser queimado. As cinzas deverão ser guardadas, bem como os remanescentes da vela, e inseridas numa casca de ovo, sem clara nem gema e apenas a casca, e este conjunto deverá ser atirado de preferência contra a casa do adversário ou por um de seus locais de passagem. A destruição deste oponente se consumará brevemente.

Para maior reforço da destruição de alguém indesejado e de modo a aumentar exponencialmente a sua devastação psicológica, uma fotografia ou um item pertencente á vitima deve ser adicionado á caixa e lá deixado para que permaneça pelo tempo que se julgar necessário. Isto fará com que o medo seja aumentado intensamente na vitima, medo este que será alimento para as irmãs Terror e Desespero, abrindo assim caminho para que o tipo de demónio que se alimenta do medo se manifeste, levando assim a vitima á morte pelo suicídio ou, na melhor das hipóteses, á mais insana loucura, mediante a manifestação que este tipo de demónio usará para atingir os seus objectivos a cada vez que muda de máscara para seus intentos, de modo a descortinar algo que seja horrível para a vitima suportar, provocando assim a insanidade.

Caixa de Cthulhu para Luxúria

Tambem se pode utilizar os poderes da caixa dos Antigos para atingir o sucesso junto do sexo oposto. Para tal basta inscrever na vela negra o nome do(a) desejado(a) do PAVIO PARA A BASE, escrevendo por cima deste, de igual modo, o nome do operador, bastando acender a vela e deixando-a arder. Como ritual para estimular o desejo sexual do(a) visado(a), pode de igual modo o operador acrescentar outro ritual á este descrito bastando para isto o acto masturbatório sem atingir-se o clímax, restringindo-o, e oferecendo-o ás potencias da noite e do vácuo, como forma de gerar no(a) desejado(a) um sentimento de insatisfação quando não se encontrar na presença física do operador, sentimento este que so estará satisfeito na plenitude aquando na companhia deste.

Para melhor resultado, acresentar-se uma fotografia do(a) desejado(a) na caixa, bastando para tal esta foto ter nela traçado a forma de um coração e este deve ser atravessado por um alfinete que o vare de um lado a outro e assim deve ser deixado no interior da caixa pelo tempo que se desejar até que se consumem os desejos do operador. Caso este deseje avançar na “relação” com a parte visada, deverá, após o acto sexual cujas intenções não devem jamais ser reveladas á parte visada, o operador deverá limpar a si mesmo e ao desejado com um pano branco retendo assim os fluidos corporais no tecido. A seguir, devera o operador enterrar este pedaço de pano num vaso com terra junto á raiz de uma planta que cresça de modo rápido e cuja raiz perdure, bastando para tal riscar junto ao caule ou raiz o sigilo de Cthulhu e dizendo: “Fulano(a), assim como cresce esta planta, cresce o teu amor por mim!”, regando-se a planta a seguir e cuidando para que esta viva tomando-se para tal as providencias necessárias para que mais ninguém alem do operador venha jamais a saber o que foi realizado, mantendo-se segredo absoluto acerca deste tipo de operações magicas e explicitamente coercivas.”

Por: Khaleb

[…] Postagem original feita no https://mortesubita.net/lovecraft/a-caixa-de-cthulhu/ […]

Postagem original feita no https://mortesubita.net/lovecraft/a-caixa-de-cthulhu/

4 Deuses Lovecraftianos mais poderosos que Cthulhu

Lovecraft é um autor que não precisa mais apresentações. Hoje poucos não conhecem esse fantástico universo criado por sua mente poderosa e alimentado por seu talento literário e mais tarde explorado por muitos outros autores que também contribuiram grandiosamente com histórias macabras das entidade mais horrendas que já habitaram a imaginação humana.

Porém, poucas pessoas compreendem a profundidade deste universo e em especial, a vasta profundidade do panteão e personagens cósmicos no qual, Cthulhu ocupa o primeiro lugar em popularidade, mas não em poder. Sua fama lhe deu o status de ser mais poderoso nos canários lovecraftanos, mas um conhecimento mais aprofundado deste universo revelará seres ainda mais terrivelmente poderosos.

Porque então seria Cthulhu o mais famoso destes seres tão maiores que a humanidade? Simples porque ele vive na Terra. Está dormindo no fundo do nosso oceano. Além disso está destinado a ser o carrasco de tudo aquilo que é, tudo aquilo que foi e tudo aquilo que poderá ser em nossa esfera. Contudo disso resulta que essa entidade de 10 quilometros de altura não é nem maior, nem mais poderosa e nem mais relevante e nem tão pouco o que ocupa o lugar mais alto na pirâmide de deuses do universo lovecraftiano.

De fato, espalhado por todo universo Cthulhu tem incontáveis colegas, inimigos e hermanos e seres em geral que estão em seu mesmo nível de grandiosidade. E vários níveis acima estão os deuses como os Grande Antigos que são sem exagero, milhões de vezes mais poderosos e importantes do que ele. Comparar estes deuses com Cthulhu é como comparar uma formiga com um Mamute. Uma brisa com um furação.

Vamos pinçar aqui pelo menos quatro deuses lovecraftianos mais poderosos que Cthulhu:

Shub-Niggurath

Como toda entidade poderosa que existe desde os tempos imemoriais e que sobrepassam em tudo a criação deste mundo, Shub-Niggurath foi conhecida por muitos nomes, em muitas eras e em muitos mundos diferentes, adorada em alguns e temida em outros. Um deste nomes é a ‘Cabra Negra do Bosque com Dez Mil Crias’.

Criada pelo mestre em 1928 para o conto ” A Útima Prova” essa horrível deusa nunca foi descrita com muitos detalhes. Artistas e mentes criativas ao redor do mundo tomaram para si o desafio e a liberdade de representá-la adequadamente com a pouca informação que há sobre ela. Mais tarde,  descrições foram feitas por outros autores como Robert Bloch e Ramsey Campbel e então aceitas como consenso pelos leitores e fãs, tornando-se consagradas no universo lovecraftiano.

“Uma enorme massa nebulosa da qual sobressaem tentáculos negros, bocas escorrendo saliva e apêndices curtos e retorcidos.” Sem dúvida, seu título que sobressai de seus nomes e que fala sobre nada menos do que 10 mil crias não é gratuito nem tão pouco despropositado. Shub-Niggurath é uma deusa da fertilidade e constantemente da a luz a criaturas grotescas de indisiveis realidades..

Um de seus muito cultos que floresceram no planeta Terra ergueu a ela um templo colossal em sua honra, e conta-se que quando lhes invocava aparecia como uma divindade que atravessava um portal dimensional e com uma de suas muitas boca engolia seu sacerdote favorito para vomitâ-lo como formas desfiguradas como a de um sátiro, mas tendo como recompensa a vida eterna.

Como muitos monstros de Lovecraft, Shub-Niggurath transcendeu seu criador e até hoje, várias décadas depois de sua criação é mencionada em histórias de terror de muitos autores diferentes, incluindo Stephen King em seu conto “Pesadelos e Alucinações”. Sendo parte dos Grandes Antigos Shub-Niggurath foi redescoberta na era moderna graças ao Necronomicon, livro fictício criado por Lovecraft que faz menção a ela em uma frase impronunciável “Ia! Shub Niggurath!”

Sendo objeto de culto universal em incontáveis planetas, e recebendo a adoração de infinitas civilizações e raças inferiores, incluindo muitas das encarnações humanas de civilizações já esquecidas, Shub-Niggurath, e uma onda tsunamica de bocas, pústulas e vaginas parindo sem parar é assim vai para o quarto lugar de nossa lista.

Nyarlathotep

Para todos os entendidos em mitologia lovecraftiana Nyarlathotep é sem dúvida um dos mais malígnos, mais perigosos e mais terríveis deuses com quem qualquer pessoa racional pode ter a infinita e hórrida desgraça de encontrar. E a razão é simples: Seres como Cthulhu, Shub-Niggurath e mesmo os outros que ainda serão listados neste artigo, são descritos como criaturas extraterrestres de idades imortavelmente incompressíveis  para o intelecto humano. Com milhões de anos e tecnologia tão avançada que é confundida com magia, e cujo poder é tal que são temidos como deuses. Aos seus olhos a existência humana é microscópica e a forma como a mente humana funciona, seus anseios e moralidade são por definição incompatível com a forma como pensam. Como a vida de um ácaro é para nós. Por esta razão, Nyarlathotep é muito especial entre os deuses, pois é um dos poucos, senão o único, que tem certo grau de compreensão da mente humana e assim pode fazer coisas que os outros deuses não podem,  como por exemplo conversar com pessoas ou adquirir a forma humana.

Se você acredita que o que foi dito antes é algo bom, lamento desapontar. Não é bom.  Nyarlathotep entende realmente a moralidade humana, mas escolheu mal. Terrivelmente mal. Ele é cruel, ruim e extremamente poderoso. Ele pode conduzir qualquer um a loucura não apenas com seu poder psiquico, mas com sua mera aparência. Com ele a escola lovecraftiana ganhou seu ímpeto mais sinistro que impera até os dias de hoje nas mentes criativas. Um exemplo é Zalgo, um mito nascido na internet mas indubitavelmente influênciado pela figura de Nyarlathotep.

Criado em 1920 por Lovecraft, Nyarlathotep apareceu pela primeira vez em um poema que leva seu nome. Ele não é um dos Grandes Antigos mas pertence a categoria dos Outros Deuses mais baixos. Contudo,  seu poder está muito acima do de Cthulhu. Diz-se que Nyarlathotep têm mil formas distintas, o que é simplesmente uma forma de dizer que pode adotar a aparência que quiser. Seus avatares variam muito, dependendo se ele quer destruir por completo, torturar, fascinar ou simplesmente conversar para induzir você a um destino que provavelmente, será muito obscuro.

Já foi relatado como um imperador egípcio, um homem elegante com o poder de controlar animais, uma monstruosidade de vários quilometros de altura com uma língua gigante no lugar da cabeça, como um furacão de ventos negros, uma mulher chinesa obesa, ou simplesmente, como um deus sem rosto.

Por sua presença entre humanos é talvez o mais adorado deus cósmico da terra. Existem muitas seitas que o adoram sob vários nomes espalhadas pelo mundo, especialmente na África, e muitas delas já foram destruídas por ele depois que perderam suas utilidades. Para algumas pessoas a presença deste ser nefasto em nosso planeta foi de fato a origem de todos os mitos de deuses malignos, desde Ahrimam e Seth até o inexplicavelmente mal Diabo cristão. Sem dúvida,  Nyarlathotep é o deus mais perverso, malicioso e maldoso de todo panteão lovecraftiano.

Azathoth

Azathoth é conhecido na mitologia lovecraftiana por ser o mais poderoso dentre todos os deuses. Azathoth é tão reconhecidamente poderoso, que os mais versados nas narrativas lovecraftianas estranharão ele não estar no topo de nossa lista. Peço que tenham um pouco de paciência. Conheçamos esta terrível entidade cósmica.

Este deus é descrito como o Caos Nuclear, não porque tenha qualquer coisa relacionada com energia atômica, mas porque na palavra nuclear está implícita a palavra núcleo, ou seja, principal, essencial. Diz-se que ele criou acidentalmente o universo e quando despertar o destruirá com a mesma facilidade com que lhe originou.

Criado em 1919, Azathoth apareceu pela primeira vez em uma simples nota de papel de lovecraft, onde escreveu Azathoth – o nome horrível. Era óbvio que lovecraft havia tido uma ideia para uma história que alguns anos depois viraria seu livro “A busca onírica por Kadath”.

A posição de Azathoth está sem sombra de dúvida acima de todas as outras, inclusive de todos os outros Grandes Antigos, sendo descrito como “O motor principal do caos, a antítese da criação, o Sultão retardado de todos os demônios. Aquele que morde, geme e baba no centro do vazio final e absoluto.”

É descrito como um Deus idiota pela simples razão de que carece de qualquer raciocínio. Assim, as vezes, é difícil descrevê-lo como uma deidade, pois se trata de uma força suprema do cosmos e assim é chamado de o Caos Criativo e Infinito do Universo. O Deus Supremo dos mitos de Cthulhu não faz a mínima ideia do que está fazendo. É perturbador como isso explica melhor o cosmos indiferente e insano que vemos daqui de baixo.

Dizem que ao seu redor dançam o resto dos deuses mais antigos, seguindo as suas dementes melodias, entre eles ninguém menos que Shub-Niggurath e Nyarlathotep. A presença de Azathoth vem acompanhada do som de uma flauta, que sem dúvida tocará a melodia que causará o fim, não apenas da desprezível raça humana, mas de toda a criação.

Yog-Shothoth

Sendo que o universo é uma sopa intragável criada por acidente por um ente cósmico chamado Azathoth, o que pode sobrar de mais poderoso para um deus lovecraftiano? Bom, esta é uma questão de opinião, mas não se confundam, o deus que está em primeiro lugar é extremamemente poderoso. Após conversar com pessoas versadas na mitologia lovecraftiana, comparar dados, pesquisar e ponderar muito não tenho dúvida que o primeiro lugar deve ir a Yog-Shothoth.

Criado em 1927 pelo mestre Lovecraft, nascendo na obra “O Caso de Charles Dexter Ward”, Yog-Shothoth é descrito com as seguintes palavras, que não deixam nenhum espaço para dúvidas sobre sua posição de destaque: “Ele é a Chave e a Porta.”, “Além do mais além.” “O morador do Umbral” e o “Um em tudo e o tudo em um.”

Descrito como um conglomerado de esferas de esplendor maligno que podem ser tanto do tamanho da abobada celeste, ou de tamanhos infinitos, é uma entidade que representa o Espaço e o Tempo, o Infinito, e que assim pode existir para além deste mesmo Universo

Yog-Shothoth tudo vê e tudo sabe. Ele enxerga com clareza não apenas todos os universos, mas também todos os pontos de vista de cada um destes universos. Desta era, das eras passadas, das eras antes dos tempos e de todas as que estão por vir. Não se sabe se os cultistas que tentam agradá-lo, realmente o agradam mediante rituais ou se levam a cabo experimentos praeter-naturais e tem vislumbres de coisas muito além da capacidade de entendimento humano
Yog-Shothoth é transcedente a tudo que existe, inclusive possui alguns deuses que são como apêndices de Yog-Shothoth ou avatares menores,  como é o caso de Zathog, que tem o poder de viajar livremente pelo espaço e pelo tempo. Em  O horror de Dunwich,  Lovecraft como um narrador onisciente, descreve este ente supremo como “A porta, o guardião da porta e a chave dela mesma”, “O passado, o presente e o futuro convergem a ele.. Ele sabe como e quando tudo acontece, sabendo inclusive como foi o princípio de tudo. Isso não é pouco, mas não é tudo. Ele sabe também como e quando será o final e quantos ciclos de tudo e nada houveram antes e haverão depois.

Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=mKtlvdQnn_E

DrossRotzank

Postagem original feita no https://mortesubita.net/lovecraft/4-deuses-lovecraftianos-mais-poderosos-que-cthulhu/