Projeto Mayhem – 19 – Bruxaria Tradicional

Neste episódio, Pri Martinelli, Marcelo Del Debbio e Rodrigo Grola conversam com Katy Frisvold sobre Bruxaria Tradicional. Quais as origens destas tradições? Existem incorporações na Bruxaria? Quais as semelhanças com a Umbanda/Candomblé/Vodu? Existem Ordens Lunares e solares? Quais as comparações entre a Bruxaria e a Maçonaria? Como a bruxaria e a maçonaria serviram de base para a Wicca? A Essência do que é bruxaria e muito mais…

Podcast – Bruxaria Tradicional

Podcast do Projeto Mayhem
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#Podcast

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/projeto-mayhem-19-bruxaria-tradicional

Entrevistas e Palestras de Agosto/2020

Bate-Papo Mayhem #049 – Com Franz Meier – Kimbanda Malei
https://youtu.be/_EYT_pw_Gy8

Bate-Papo Mayhem #050 – Com Aluisio Cabianca (IFD) – A História do Martinismo
https://youtu.be/DYpaVzV5AkI

Bate-Papo Mayhem #051 – Com Claudio Ramos – A História da Bruxaria Moderna: Gardner, Doreen e Alexanders
https://youtu.be/OV8Efkub66Q

Bate-Papo Mayhem #052 – Com Samuel Souza de Paula – Espiritualidade Xamânica
https://youtu.be/-izFiFfhaGs

Bate-Papo Mayhem #053 – Com Vinicius de Mello Rosa – Todas as Magias são Magia do Caos
https://youtu.be/pOMG6yyYCqk

Bate-Papo Mayhem #054 – Com Anderson Silvério – Os Cavaleiros Templários e seu legado na Maçonaria
https://youtu.be/gCgPv-4sL1k

Bate-Papo Mayhem #055 – Com Frater Iskuros – A História da Ordo Saturni: O Caminho Saturniano
https://youtu.be/N22Bnbdgzss

Bate-Papo Mayhem #056 – Com Mario Filho – A Convivência de dois Mundos: Islamismo e a Umbanda Omoloko
https://youtu.be/kNHYJ44NtJ4

Bate-Papo Mayhem #057 – Com Samuel Aguilare Ibarra – Serenissimo Gran Maestro – Esoterismo e Maçonaria no México
https://youtu.be/JMJc5NGyp8Q

Bate-Papo Mayhem #058 – Com Chrystian Revelles – Saint Martin, Jacob Boehme: O Martinismo e a Alma do Mundo
https://youtu.be/deXzAtOPECU

Bate-Papo Mayhem #059 – Com Waldir Persona – Umbanda de Raiz
https://youtu.be/MZRDjpOQOLI

Bate-Papo Mayhem #060 – Com Cesar Mingardi – As Origens da Maçonaria na Vertente Inglesa
https://youtu.be/dr1lWmIOYLA

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/entrevistas-e-palestras-de-agosto-2020

Atabaques e Ilusões

O osirianismo (e.g religiões abraamicas) atualmente utiliza várias máscaras. Mostra-se mais facilmente visível no cristianismo e suas variações, mas, em Verdade vos digo, o osirianismo é bem aberto nas chamadas religiões Afro (Candomblé, Umbanda e Quimbanda). Os rituais, as festas, o comportamento das pessoas e dos sacerdotes.. Enfim, o osirianismo impregna a atmosfera destas religiões como uma pestilência infindável. Um exemplo disto é o fato de que em uma das etapas do processo iniciático dalgumas nações do candomblé, os participantes devem assistir uma missa.

Muitas pessoas iludem-se pela idéia de falsa liberdade que estas religiões transmitem, principalmente em torno da homossexualidade. Ao contrário de outros terrenos osirianos, as religiões Afro toleram bem manifestações diferentes de sexualidade. Isto incute nas pessoas uma idéia de falsa liberdade e de uma concepção de libertinagem extrema (que em muitos casos, se confirma).

As religiões Afro são religiões de imagem. Se o seu namorado não lhe quer mais, isto não é problema: fale com uma Pomba-Gira (uma entidade de Quimbanda, conhecida por muitos como o “lado negro” das religiões Afro) e em sete dias, depois de algumas oferendas para ela, ele volta cheio de amor e doçura. Se o problema é dinheiro, não tem erro: fale com um pai-de-santo que trabalhe com Oxum (uma entidade ligada à água doce e à riqueza material) e, sete quindins, uma bandeja de canjica amarela e uma galinha depois, tudo se resolverá.

E tenha certeza, as coisas acontecerão.

Seduzidas pela propaganda, pelo que vêem acontecer, muitas pessoas embarcam no sistema. Aí tem-se início o processo de vampirização que irá durar indefinidamente na vida do novo adepto. Cada vez mais escravo dos orixás que lhe dão as coisas que necessita, o adepto não percebe que está retroalimentando entidades sedentas de energia, da sua energia vital. Assim, obedece a elas que de certa forma, obedecem ao pai-de-santo (afinal, ele foi o intermediário entre a nova fonte doadora de energia e estes cascarões esfomeados) que – infeliz iludido – obedece aos orixás que lhe escravizaram. Enfim, um círculo vicioso de vampirização e subserviência.

Os sacerdotes (pais-de-santo/mães-de-santo) são os piores escravos deste sistema alienante e vampirizador. São completamente cegos por conta dos incontáveis caprichos de seus orixás, senhores absolutos de tudo o que refere-se à suas vidas. Escravizados pelas entidades, não hesitam em transmitir esta mesma situação aos “filhos-de-santo”. São “trabalhos” em praias, matos, campos, cachoeiras; rituais no mínimo uma vez por semana; festas homenageando orixás uma vez ou mais por mês (onde muitas vezes existe a necessidade imperiosa de confecções de roupas especiais); ajuda financeira para manter o terreiro; oferendas e “trabalhos de reforço” esporadicamente; paramentos (trajes, colares, instrumentos etc) elaborados; odediência inquestionável à autoridade do sacerdote e da (s) “entidade dona da casa” …

Tais entidades nada mais são do que cascarões esfomeados por energia vital fresca que assumem os nomes de outros cascarões já conhecidos. Baseio esta afirmação nos seguintes questionamentos:

1) Como pode existir ao mesmo tempo, por exemplo, um Xangô em um terreiro em Nova Friburgo (RJ), outro em Fortaleza (CE) e outro em Passo Fundo (RS)?

2) Partindo-se do pressuposto de que existisse uma só manifestação de cada orixá, como esta iria estar em todos os terreiros do Brasil quando fosse lá chamada em uma data especial, como por exemplo, no dia 23 de Abril (dia da tradicional festa de Ogum no Brasil)?

3) Se cada um dos orixás que existem é um ente singular, por que se perguntarmos a uma Pomba-Gira de um terreiro localizado em São Miguel do Oeste (SC) sobre todos os seus “filhos” ela só irá responder sobre o adepto em que está “baixada” naquele terreiro?

Experimente perguntar isto a um sacerdote ou adepto para ver o que ele lhe responde… Justamente pela falta de coerência das respostas de vários deles e pela observação e contato direto que já tive com esta religião é que faço minhas afirmações.

Iansã, Ogum, Nanã, Logun-Edé e outros não passam de cascarões com fome. São estes cascarões de nomes amigáveis que, alimentados a níveis estratosféricos de energia, adquirem uma força considerável. Esta força é o fator determinante e que permite a estas entidades interferirem diretamente nas vidas de seus seguidores. Desta forma é que ocorrem os famosos “castigos” àqueles que ousam abandonar a religião depois de algum tempo: indignadas pela perda de sua fonte de energia e já tendo adquirido uma força maior de atuação, as entidades fazem com que a vida destas pessoas torne-se um verdadeiro tormento.

E novamente vê-se a imagem agindo em conjunto com o medo impingido aos seguidores destas religiões mantendo “as coisas em seus lugares”. O medo que estes possuem de tudo perder caso questionem certas determinações que justificam-se por dogmas oriundos de uma mistura de catolicismo e antigo paganismo africano, é um ingrediente essencial para que esta situação subserviente das religiões Afro permaneça imutada. Medo este reforçado pela imagem daqueles que renegaram a religião, foram à bancarrota, voltaram para o sistema escravista e conseguiram “dar a volta por cima” (que não são poucos, diga-se de passagem).

Muitos podem dizer que as pessoas que isto fazem, o fazem por não terem escolha. Porém, todos nós sabemos que este é um juízo de valor equivocado. Há possibilidade de se evitar a auto-ilusão? Há, claro. Mas bem sabemos que o comodismo e a facilidade alienante de não ter que se preocupar com muita coisa são ótimo; e a imagem, quando bem trabalhada, é um forte argumento para derrubar dúvidas. Então, para quê questionar? Por que dizer não para um sacerdote Afro que vem com a velha história do “teu orixá está te chamando e se tu atenderes, tua vida com certeza vai melhorar”?

Assim, por estar contaminada com esta pestilência osiriana é que considero inviável para um satanista realmente emancipado comungar com quaisquer destas religiões. Nenhum satanista irá procurar alguma espécie de consolo ou apoio nestes cascarões esfomeados para resolver seus problemas; ele próprio irá resolve-los satisfatoriamente. Enquanto isso, dia 02 de Fevereiro, os “africanistas” dirigem-se à praia usando vestes brancas e colares de contas azuis na esperança tola.de que seus problemas se esvairão ao pular sete ondas para Iemanjá…”

Por: Dark Velvet

Postagem original feita no https://mortesubita.net/satanismo/atabaques-e-ilusoes/

Dossiê Beatles

 

Volta e meia o mundo é sacudido por algum fato, história ou boato a respeito do ‘fenômeno’ Beatles. Nenhuma banda ou grupo, em tempo algum, conseguiu influenciar tanto, tantas gerações seguidas como os Beatles. Mesmo após terem se passado três décadas da separação da banda ainda se percebe vez ou outra alguma influência, seja nos sons, ritmo ou letras que lembram algo deles. A verdade é que o rock estava em declínio nos Estados Unidos, quando os Beatles surgiram, no início dos anos 60. Os principais líderes da revolução rock haviam saído de circulação. Elvis Presley estava no exército e Chuck Berry na prisão. Buddy Holly e Eddy Cochran haviam morrido. Enfim, a música pop, que havia surgido na década anterior apresentava evidentes sinais de desgaste. A banda foi, portanto, um dos maiores canais de divulgação das seitas orientais, do uso indiscriminado das drogas, principalmente as alucinógenas e da rebeldia deflagrada contra a sociedade já desgastada e de certa forma conservadora. O ‘gosto’ pelas mensagens subliminares começou depois de uma visita do ex-beatle George Harrison à India em 1967, quando foi iniciado na seita hindu conhecida como Hare Krishna, pelo guru Maharishi, tornando-se adepto do movimento e seu maior divulgador no mundo ocidental. O movimento Hare Krishna (Hare=modo imperativo do verbo Hara, que significa ‘vibrar’, e Krishna é o nome de um deus na India) cresceria a partir de então de maneira assustadora, através da influencia causada pelos conteúdos do movimento contidos nos discos do grupo, como frases ou mantras (mantra=frases ou cânticos que são utilizados como invocatórios de entidades, semelhantes as utilizadas na Umbanda, Candomblé, Vodu, etc.) Estas influências podem ser destacadas principalmente nos discos: My Sweet Lord (Meu doce senhor), Living in the Material World (Vivendo no mundo material), Within You, without You (Dentro de você, sem você), The Hare Krishna Mantra (O mantra Hare Krishna). O excesso no uso indiscriminado de drogas, o orgulho exacerbado devido à fama, status e muito dinheiro, foram pouco a pouco minando e desagregando a união do grupo, até a dissolução total, quando cada um seguiu sua carreira solo. Não custa lembrar a infeliz e ‘maldita’ declaração de Lennon, que eles, Beatles, eram mais populares que Jesus Cristo. E aí, o sonho acabou…

VAMOS ÀS MENSAGENS

Consumo de drogas:

A canção “Lucy in the Sky with Diamonds” tem como iniciais as letras L.S.D (sigla do ‘Acido Alisérgico’) droga muito difundida na década de 60. Caetano Veloso, no movimento contemporâneo aos Beatles no Brasil, chamado tropicália, repetiria a dose com a canção “Alegria Alegria”, que também tem a mesma sigla – L.S.D. A canção “Day in the life” diz respeito a uma atemorizante viagem psicotrópica. “Yellow Submarine”, grande sucesso do grupo, era na verdade uma gíria para drogas. A canção “Magical mystery tour” faz o seguinte convite: ‘…Arregace sua manga, arregace sua manga, a tournée e misteriosa vem para lhe arrebatar…’ A canção “Hey Jude”, que pode ser traduzida também como ‘Hey viciado’ faz uma alusão clara às drogas, mais especificamente à uma agulha debaixo da pele: ‘…Lembre-se de deixá-la entrar debaixo de sua pele, e então começara a sentir-se melhor’. A revista Time depois de analisar o álbum “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” (A Banda do Clube dos desamparados do Sargento Pimenta, gravado em 1967), descreveu o trabalho como ‘ensopado’ nas drogas.

Necrofilia:

Estive analisando o ‘Álbum Branco’ e certamente a música (se é que pode classificá-la desta forma) “Revolucion 9” é a mais estranha e misteriosa de todas as músicas que o grupo produziu. O que mais nos chamou a atenção, é que ela lembra uma alucinante viagem de ácido, e, dentre os sons de sirenes, gemidos de crianças, grunhidos de porcos, metralhadoras, etc., a única frase inteligível é “Number Nine”. Ora, isso nos levou quase que instintivamente a ouvir esta frase, em rotação contrária, e qual foi a nossa surpresa, a frase em ‘backward masking’ diz: “Turn me on DIED man” – Excite-me homem morto !

Ocultismo:

Na canção “Revolucion 9”, este número é repetido várias vezes nesta música. O número 9 é um dos números mais usados no ocultismo. As canções “Helter-Skelter” (Grande Confusão), “Blackbird” (Pássaro Negro), “Piggies” (Porcos), “Revolucion 1” e “Revolucion 9”, contém mensagens declaradamente ocultistas, contidas nas entrelinhas, ou seja – subliminares, e o mais interessante, estas cinco, fazem parte do “Álbum Branco”

Violência:

Uma das músicas que incitam ao crime é “Piggies”. A parte final desta música, descreve casais de Piggies (porcos) comendo bacon de garfo e faca. Na canção “Revolucion 9” nós observamos sons de metralhadora disparando e pessoas chorando, gritando ou morrendo.

Nas Capas:

Sgt. Pepper’s (1967) – Título da 1ªfoto: “Sgt. Pepper’s se tornou o hino oficial da cultura hippie” (S.Lawhead, Rock Reconsidered) Afirma-se que o grupo gastou cerca de 400 horas com a gravação deste álbum, das quais 200 foram empregadas na inserção de mensagens subliminares (Youth Aflame-out/82). Este álbum é caracterizado pela policromia modal (entrelaçamento de ritmos, utilização de recursos técnicos e música erudita). Este trabalho marca também a transição do rock tradicional para o rock progressivo. Esta capa está recheada de mensagens subliminares. Na verdade, todo o conjunto de elementos desta capa estão retratando uma espécie de funeral. Observe o esquife (caixão) coberto de flores vermelhas. Abaixo dele há um arranjo de flores amarelas, com a forma de um contra baixo, de canhoto, que seria de Paul ! (veja os comentários em ‘Abbey Road’).Veja que estranhas estas declarações de Paulo Coelho (As Valkirias-pag.127):

“…E as pessoas sempre respeitam mais aquele que diz coisas que ninguém entende. Do resto – Hare Krishna, Meninos de Deus, Igreja de Satã, Maharishi -, do resto todo mundo participava. A Besta – a Besta só para os eleitos ! “A lei do forte”, dizia um texto dela. A Besta estava na capa do Sargent Pepper’s, um dos mais conhecidos discos dos Beatles – e quase ninguém sabia. Talvez nem os Beatles soubessem o que estavam fazendo quando colocaram aquela fotografia lá.”

Paulo Coelho, ex-parceiro de Raul Seixas na composição de dezenas de músicas, neste trecho estaria fazendo uma citação ou referência a foto de Aliester Crowley, que estaria colocada nesta capa. Crowley (falecido em 1947), de quem eram discípulos indiretos, pois nem Raul, nem Coelho chegaram a conhecê-lo pessoalmente, é considerado o maior satanista deste século, e até hoje é cultuado por seus seguidores, e que usava também este nome “A Besta”. Conta-se que certa vez, durante um ritual satânico, sado-masoquista, Crowley fizera com que uma mulher praticasse uma relação sexual com um bode (o animal mais cultuado dentro do satanismo) e no momento do orgasmo, este teria imolado o animal, cortando seu pescoço. (Se você tiver interesse, estaremos abrindo uma biografia completa de Crowley, neste site)

“Abbey Road” Lançado em 26/set/69, cinco anos depois da suposta morte de Paul

É sem dúvida a capa mais polêmica de todas pesquisadas. Recentemente (21/out/00) a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, apresentou “Paul is Dead”. O filme revive o boato da morte do ex-beatle Paul McCartney, em 1966, quando a banda estava no auge. Segundo esse boato, Paul teria sido decapitado em um desastre de carro na Inglaterra e para evitar o choque que a notícia causaria nos fãs, um sósia foi colocado em seu lugar, e assim a banda deu seqüência à sua dominação mundial. John Lennon, que nunca engoliu a farsa, passou a espalhar pistas subliminares da morte do parceiro pelas famosas capas dos álbuns da banda. O filme é autobiográfico já que seu produtor conta a história exatamente como a conheceu: quando tinha 12 anos e ouviu-a no rádio. O filme é um trabalho de mestrado do diretor Hendrik Handloegten, 32, alemão formado na German Film and Television Academy. A verdade sobre a morte de Paul, teria vazado nos Estados Unidos, e divulgada por um DJ de uma rádio de Detroit. A noticia correu o mundo, virou obsessão de fãs-detetives durante anos, se transformou em livros, especiais de TV, sites e agora filme. (Folha de S.Paulo-20/out/2000). Alguns estudiosos realmente constatam diferenças nas músicas compostas antes e depois de 66, por Paul. O material de pesquisa desta pagina é do autor do site. Somente as relacionadas a Abbey Road, fazemos citação de Hendrik, e Lúcio Ribeiro (reportagem local) da Folha de S.Paulo (20/10/00). Se você tiver algum material, que possa acrescentar mais informações, mande seu email e a fonte, que estaremos publicando.

O Funeral – Os 4 Beatles, andando em fila, simbolizam a procissão de um enterro. John , de branco, seria o padre; Ringo, de preto, o agente funerário; Paul é o morto, e Harrisson seria o coveiro.

O Carro Na rua, um carro parece vir em direção a Paul. Ou, como os ingleses dirigem na mão esquerda, parece que o carro já atingiu Paul e segue em frente

O Carro de Policia- Um carro de policia, entre John e Ringo, esta parado. Parece estar atendendo a alguma ocorrência, como um acidente.

A Mancada – A mancada maior, o cigarro na mão direita de Paul. Ele era canhoto. Erro do sósia?

Pés descalços Paul é o único beatle de pés descalços. Há um costume de ingleses ser enterrado de pés descalços. Detalhe: seus olhos também estão fechados.

A chapa de um fusca que aparece à esquerda traz a inscrição LMW 28IF. O LMW poderia significar a abreviação de “Linda McCartney Weeps” (Linda McCartney Chora) ou “Linda McCartney Widow” (Linda McCartney Viuva). O 28IF seria “28 years IF alive”, o mesmo que 28 anos SE vivo, se referindo à idade de Paul à época do disco, se não tivesse morrido. Paul, na verdade, tinha 27. Mas, era o dito, em religiões indígenas a idade de uma pessoa é contada a partir da gestação. Então ela já tem 9 meses quando nasce. Logo, Paul teria 28 anos, na época.

Charles Manson

A prova mais concreta dos efeitos das mensagens subliminares dos Beatles. Ninguém interpretou mais realisticamente e encarnou tão enlouquecidamente as mensagens contidas nas entrelinhas dos trabalhos dos Beatles, como Charles Manson, ou Charles The “Man’s Son” (Charles, o filho do Homem, maneira pela qual era chamado Jesus Cristo, no evangelho). Não assinava mais Charles Milles Manson, mas “Charles Will is Man’s Son” Charles era o líder e uma espécie de guru de um pequeno grupo de hippies chamado ‘A Família’, que viviam na periferia das cidades, vendendo drogas, praticando sexo grupal, roubando e realizando cerimônias ritualisticas. Ficavam ouvindo durante horas seguidas suas canções em busca de pistas e símbolos ocultos. Eram na verdade uma espécie de seita, destas apocalípticas de alucinados fanáticos que volta e meia aparecem na mídia atual. Quando os Beatles lançaram o ‘Álbum Branco’, ele gastou muito dinheiro (em cartões de crédito roubados, claro!) ligando para Londres e deixando recados como “Diga ao Paul e ao John que eu entendi tudo !”, como se as mensagens do disco fossem realmente dirigidas a ele. Em 9 de agosto de 1969, Manson começaria a ter notoriedade internacional como um dos ícones mais idolatrados deste século. Ex-presidiário, carismático e desesperadamente apaixonado pelos Beatles, Manson e a ‘família’ cometeriam um dos crimes mais hediondos da história. Cinco pessoas pagaram com a vida, as loucas interpretações das letras das músicas inspiradoras dos homicídios. Eles entraram na mansão em Beverly Hills, alugada pelo cineasta Roman Polanski (diretor de ‘O bebê de Rosemary’). Curiosamente uma das vítimas era sua esposa, a bela Sharon Tate, atriz promissora, com 26 anos de idade e que estava grávida de oito meses. Mesmo assim, ela não foi poupada, seu corpo foi perfurado 16 vezes pela longa lâmina de uma baioneta, e depois, enforcada. Os assassinos confessaram depois que gostariam de ter arrancado o bebe de sua barriga. Na noite seguinte, o grupo entraria em outra mansão e repetiria a tragédia com o casal Leno e Rosemary La Bianca, proprietários de uma rede de supermercados, considerados “piggies”, porcos, para Manson. Vicente Bugliosi, que foi designado pela justiça norte-americana como promotor para atuar nos casos Sharon e La Bianca, no final do processo escreveu um livro sobre o caso com a colaboração de Curty Gentry (Manson: Retrato de um crime repugnante. Tradução de A.B.Pinheiro Lemos. Editora Record-1978. R.Janeiro. 705 páginas). Vicente constatou a incrível semelhança da cena que viu, o casal morto com dezenas de golpes de garfos e facas e na parede, escrita com o próprio sangue, a frase “Death to Piggies” (morte aos porcos) com a música dos Beatles – “Piggies”. Segundo Manson, os brancos ricos eram os ‘piggies’ e a revolução negra era descrita em ‘Blackbird’ e ‘Revolucion 9’ virou ‘Revelacion 9’ como sinal de sua confusa ideologia, fazendo analogia ao Novo Testamento. Outra música que o levou a prática de crimes foi “Helter-Skelter”, onde se ouve grunhido de porcos e metralhadora disparando. Cria também que os Beatles eram os 4 anjos mencionados no livro do Apocalipse, último livro da Bíblia, e que ele, Charles era o quinto anjo do mesmo livro, ou o quinto beatle, Stuart Sutcliff, que em 1962, morrera na Alemanha. Se as teses de Vicente Bugliosi são infundadas, por que G.Harrison não permitiu as citações das letras do grupo em seu livro?

Mesmo cumprindo prisão perpétua numa penitenciária, Manson continua fazendo discípulos na música pop. Um dos casos mais recentes foi o de Axl Rose, da banda Guns N’Roses. “The Spaghetti Incident” seria apenas mais um disco da banda, se entre as músicas não houvesse a “Look at your game, girl” de ninguém menos que Charles Manson. Axl que durante muitos shows da banda também desfilou com a imagem de Manson estampada numa camiseta, tentou justificar a escolha da canção de Manson, um dos assassinos mais frios que o mundo conheceu, porque a música tinha uma letra ‘interessante’. O mais novo fã usa o nome de Manson junto com o de Marilyn Monroe, no seu nome artístico. Trata-se de Marilyn Manson, andrógino, bissexual, satanista assumido que chega a assustar até mesmo metaleiros pesados, fãs de Iron Maiden, Ozzy e companhia. Anton La Vey, autor da Bíblia satânica e fundador da Igreja de Satã, nos Estados Unidos (já falecido), consagrou Marilyn sacerdote satanista antes de falecer.

Postagem original feita no https://mortesubita.net/musica-e-ocultismo/dossie-beatles/

Os Diferentes tipos de Golpes dentro do Ocultismo – Gilberto Strapazon

O Boteco do Mayhem (Marcelo Del Debbio, Thiago Tamosauskas, Rodrigo Elutarck, Ulisses Massad, Jesse Puga e Robson Belli) conversam com Gilberto Strapazon sobre golpes diversos que ocorrem nos grupos de ocultismo, maçonaria, umbanda e magia.

Os bate-Papos são gravados ao vivo todas as 3as, 5as e sábados com a participação dos membros do Projeto Mayhem, que assistem ao vivo e fazem perguntas aos entrevistados.

Além disto, temos grupos fechados no Facebook e Telegram para debater os assuntos tratados aqui.

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Assentamentos e Firmezas

O candomblé não tem imagens para representar os orixás, o que representa um orixá é o seu Igbá (assentamento), ao olharmos um Igbá é como se estivéssemos olhando para o Orixá. Existem representações em forma de desenhos e esculturas mas que são frutos apenas de criatividade de artistas e não tem uso litúrgico.

Um dos principais usos que se dá a ele é receber os Ebós, que são sacrifícios de todo o tipo (entendendo que o sentido de sacrifício na religião não envolve o uso de sangue em si. Um sacrifício por ser qualquer oferenda que vai se converter em axé).

 Assentamento de Orixá no Candomblé

 O assentamento de Orixá é uma representação do orixá no espaço físico, no mundo, no aiê (terra).  Dessa maneira, cada Assentamento representa um Orixá através de um recipiente e seu conteúdo.

O Assentamento é feito usando materiais que estão ligados ao Orixá que ele representa. Assim o material e o seu conteúdo ajudam a estabelecer a relação, devendo ser utilizados sempre elementos completamente afins com o Orixá e que traduzem a matéria original do Orun. Conhecer essas relações e afinidades é parte do aprendizado do iniciado.

Esses recipientes podem ser de porcelana, barro ou madeira de acordo com o orixá que ele representa. São usados elementos físicos comuns, como tigelas, sopeiras, gamelas e alguidares.

Sua função não é trazer o orixá para o médium, até porque os orixás já estão presentes em nossa vida o tempo todo. O assentamento é, de fato, um dos elementos mais importantes e significativos por traduzir a contínua relação entre o Orun e o Aiê. Ele representa o reconhecimento da existência do espaço espiritual, o Orun, e a ligação perene que existe entre os 2 espaços (Orun e Aiê) na forma de um contínuo duplamente alimentado e da circulação, transformação e reposição de axé. Dessa maneira o seu valor não está somente na sua existência como instrumento ritualístico, mas também no que ele representa.

Sempre junto ao Assentamento fica uma quartinha contendo água pura, que deverá estar sempre sendo renovada a cada ativação.

 Como fazer o Ossé:

O Ossé deve ser feito pelo próprio médium, dentro da casa dos orixás, e sem a presença de nenhum outro médium a não ser algum dos Pais e Mães da casa.

  1. Preparar 2 bacias com água limpa e uma com o amaci do orixá.
  2. Colocar uma esteira no chão com as bacias sobre ela.
  3. Recomenda-se rezar para o Orixá durante o Ossé.
  4. A partir deste ponto o médium deve permanecer em respeitoso silêncio, ou então cantando baixinho pontos para seu orixá.
  5. Remover o assentamento do local onde está pedindo licença ao Orixá e colocar também sobre a esteira.
  6. Na primeira bacia colocar um pedaço de sabão da costa e uma “buchinha” feita de palha da costa.
  7. Remover um a um os elementos contidos no assentamento e ir colocando-os na primeira bacia.
  8. O excesso dos elementos líquidos do assentamento pode ser despejado num recipiente a parte para serem despachados posteriormente.
  9. É importante neste momento tomar cuidado para não deixar nenhum elemento para trás junto com o que será despachado.
  10. Cada elemento deve ser lavado com sabão da costa e esfregado com sabão da costa; depois lavado na segunda bacia (com água limpa); e por fim colocado na bacia com o amaci.
  11. Após todos os elementos serem limpos, a louça do assentamento deve ser igualmente limpa.
  12. Depois que todos os elementos e as tigelas estiverem devidamente limpos o assentamento deve ser remontado.
  13. Atenção neste momento para colocar a Otá na mesma posição em que estava antes.
  14. Em seguida o assentamento deverá ser novamente ativado com os elementos líquidos apropriados (mel, azeite doce, azeite de dendê, etc.) de acordo com o orixá.
  15. Por fim, o Assentamento deve ser colocado de volta no seu lugar juntamente com uma vela acesa.

Ativando o Assentamento de Orixá:

  1. Colocar somente o necessário, dos elementos líquidos (mel, dendê, etc.) sem exageros.
  2. Transmita a ele somente energias positivas.
  3. Não colocar NADA dentro do seu assentamento que não diga respeito ao material inicial que foi usado para prepará-lo (papéis com nomes inclusive).
  4. Não colocar sob o assentamento nomes de terceiros mesmo que seja com a melhor das intenções.
  5. Evite que outras pessoas zelem por ele, a obrigação é sua.
  6. Limpar apenas o local onde ele estiver colocado. O Assentamento assim como seus elementos internos devem ser limpos através do Ossé, seguindo a ritualística apropriada.

 Assentamentos de Exu:

No caso dos assentamentos de Exu a preparação (uso de elementos ligados à entidade) é bem semelhante, variando alguns elementos de acordo com a área de atuação do Exu (cemitério, estrada ou encruzilhada) e de acordo com alguma solicitação da própria entidade.

Normalmente na Umbanda não existem assentamentos para os Exus (entidades) sendo usadas tradicionalmente imagens masculinas com referências ao diabo cristão e seus equivalentes femininos.

Na SEMAV (Sociedade Espiritualista Mata Virgem) optamos por utilizar assentamentos semelhantes aos do candomblé, pois não aceitamos esse “sincretismo” dos nossos exus com o diabo cristão; e nem a associação das pombo-giras com imagens de mulheres seminuas ou desrespeitosas.

Os assentamentos de Exu diferem do assentamento dos Orixás pois tratam-se não só de referência à energia do local de trabalho dos mesmos, mas também de verdadeiros Para-Raios onde as entidades descarregam determinadas energias.

As entidades costumam colocar em seus assentamentos papéis com pedidos e nomes de pessoas que precisam de ajuda.

Junto ao assentamento de Exu podem ser oferecidas flores, bebidas, fumo, incenso de acordo com a preferência da entidade.

A ativação é feita sempre com cachaça e dendê (ou mel em alguns casos).

Junto ao assentamento também fica uma quartinha contendo água pura, que deverá estar sempre sendo renovada a cada ativação.

Firmezas:

Podemos entender por firmezas os assentamentos coletivos.

Estes são cuidados pelos Pais e Mães da casa ou por um Cambono de Terreiro que é um médium preparado para esta atividade.

A função de uma firmeza e atrair para si energias positivas e distribuí-las para todos ou, atrair para si e eliminar todas as energias negativas que possam chegar até o local.

Exemplos de Firmezas:

Nas casas de umbanda, temos firmezas na tronqueira, no Ogum de Ronda e também no centro do terreiro no alto. (Consagrada à Iansã no nosso caso).

Alguns médiuns podem ter também em suas casas por solicitação dos guias firmezas para a proteção do seu lar.

Em alguns casos firmezas também são solicitadas para estabelecimentos comerciais para proteção e atração de energias positivas, facultando prosperidade dos mesmos.

Ás vezes as entidades também pedem firmezas em escritórios ou locais de reuniões como forma de buscar equilíbrio e boas relações entre os funcionários e participantes.

Fonte: Assentamentos e Firmezas. Curso de Umbanda, Sociedade Espiritualista Mata Virgem,

Texto revisado e enviado por Ícaro Aron Soares.

Postagem original feita no https://mortesubita.net/cultos-afros/assentamentos-e-firmezas/

Dia de Nanã

“ HOJE É DIA DE FESTA…

O TERREIRO TODO ENFEITADO,

COM FLORES DE MANACÁ, VIOLETAS, ROSAS

OLHO PRO CÉU.

CAI UMA CHUVA GOSTOSA E MIUDA.

A CHUVA ACONCHEGANTE E ACOLHEDORA,

A CHUVA DE NANÃ

CONFIRMANDO SEUS FILHOS…

QUE COISA TÃO LINDA!

QUE COISA TÃO BELA!

VER NANÃ …

ELA É A MÃE MAIS VELHA,

NOS ABENÇOE MINHA VELHA…

SALUBÁ NANÃ,

SALUBÁ NANÃ BURUKÊ ”

#Candomblé #Umbanda

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/dia-de-nan%C3%A3

Reverenciando os Mortos

Por Gilberto Antônio Silva

No próximo mês entraremos no sétimo mês lunar, quando ocorre o Festival dos Fantasmas Famintos. Essa festividade (Zhongyuan Jie) ocorre durante um mês (em 2017 será entre 22 de agosto e 19 de setembro), dentro do qual os Portões do Inferno se abrem e liberam os atormentados que estão por lá. É uma festividade muito importante para taoistas e também budistas, pois se trata da oportunidade de ajudar aqueles que já se foram a encontrar a paz e o caminho ao qual pertencem.

Nessa época do ano as pessoas fazem preces pelos falecidos e celebram rituais e oferendas para que tenham mais conforto e sigam seu caminho. Aquelas almas que não têm parentes ou alguém que possa fazer as oferendas para eles perambulam de templo em templo em busca de suas necessidades. Daí o adjetivo “faminto”, pois são espíritos que possuem alguma necessidade, ainda imersos no mundo de desejos e atados aos apegos que impedem sua entrada na roda de transmigração. Findo o festival, eles retornam a Fengdu, o Mundo Subterrâneo, para cumprir o que resta de sua sentença. As principais cerimônias ocorrem no 15º dia do 7º mês lunar (este ano, em 5 de setembro).

É um dos cinco festivais mais importantes da cultura chinesa. Música e apresentações da ópera chinesa são executadas ao ar livre. Comidas e bebidas são oferecidas à noite nos portões, nas calçadas ou praças, para manter os fantasmas fora das casas. Lanternas e velas são acesas para chamar sua atenção. É muito similar às oferendas da Umbanda e do Candomblé, ocorrendo também em cemitérios. Também queimam “dinheiro espiritual”, um fac-símile de dinheiro feito geralmente de papel jornal, para que o fantasma tenha algum dinheiro em Fengdu. A queima transforma o físico em etéreo e permite a esses espíritos a sensação da posse material de que tanto anseiam. Hoje estão mais modernos e também queimam automóveis, celulares e cartões de crédito de papel – a pessoa pode ficar mais rica na morte do que foi em vida. À primeira vista parece uma superstição tola, mas se pararmos para pensar que o espírito do falecido está desorientado justamente por ter muito apego, esses produtos-fantasma realmente podem lhe conceder algum conforto e facilitar sua compreensão. Somado às orações, mantras e cerimônias, isso pode ajudar bastante. Nesta festividade também entram homenagens aos ancestrais, que como sabemos é arte importante das crenças chinesas.

Esse importante festival se iniciou na Dinastia Liang (502-557) e se desenvolveu até os dias de hoje. Existem duas teorias para sua origem: uma afirma que nasceu como uma cerimônia taoista em homenagem a Di Guan, o Deus da Terra, em agradecimento às dádivas da terra e depois se expandiu para dar oferendas também aos fantasmas necessitados; outra versão afirma que tem origem budista, com um discípulo de Buda chamado Mu Lina. Sua mãe aprontou algumas em vida, incluindo homicídio, e quando morreu foi parar no 18º nível de Fengdu, lá no fundo. Compadecido de seu sofrimento, ele tentou ajudar sua mãe e levar-lhe alimento, mas falhou. Então pediu ajuda a Buda, que recomendou-lhe efetuar cerimônias com muita sinceridade no 15º dia do 7º mês e oferecer comida a todos os fantasmas. Estes ficaram tão agradecidos e tocados com essa bondade que liberaram sua mãe.

O Taoismo popular possui muitas festividades e cerimônias importantes que marcam a divulgação desta religião, especialmente no Sudeste da Ásia. É parte integrante e inseparável da Tradição Taoista.

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Gilberto Antônio Silva é Parapsicólogo, Terapeuta e Jornalista. Como Taoista, atua amplamente na pesquisa e divulgação desta fantástica cultura chinesa através de cursos, palestras e artigos. É autor de 14 livros, a maioria sobre cultura oriental e Taoismo. Sites: www.taoismo.org e www.laoshan.com.br

#Tao #taoísmo

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A Magia do Fogo – Marco Vazquez

Bate-Papo Mayhem 213 – 31/07/2021 (Sabado) Com Marco Vazquez – A Magia do Fogo

Os bate-Papos são gravados ao vivo todas as 3as, 5as e sábados com a participação dos membros do Projeto Mayhem, que assistem ao vivo e fazem perguntas aos entrevistados. Além disto, temos grupos fechados no Facebook e Telegram para debater os assuntos tratados aqui.

Livros do Marco Vazquez: https://clubedeautores.com.br/livros/autores/marco-vazquez

Espaço Agni Sagrado: https://www.agnisagrado.com.br/

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#Batepapo #hermetismo #UmbandaSagrada

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