Arte, Magia e Verdadeira Vontade – com Felipe Galvão (Monge)

Bate-Papo Mayhem 165 – gravado dia 22/04/2021 (Quinta) Marcelo Del Debbio bate papo com Felipe Galvão (Monge) – Arte, Magia e Verdadeira Vontade

Os bate-Papos são gravados ao vivo todas as 3as, 5as e sábados com a participação dos membros do Projeto Mayhem, que assistem ao vivo e fazem perguntas aos entrevistados. Além disto, temos grupos fechados no Facebook e Telegram para debater os assuntos tratados aqui.

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A Moralidade do Satanismo

Tradução por Diabolus Shugara

Revisado em 124yf

A essência da moralidade satânica – desde como o individuo Satanista é interessado – pode ser simplesmente expressa: um Satanista faz uma avaliação dos outros, julgando eles, e então decide se esses outros, em uma base individual, são vitimas convenientes. Se eles são convenientes, como vitimas, então o Satanista atua de acordo – e.g. manipulando eles, usando eles e outros. O julgamento é baseado no caráter – i.e. a pessoa que está sendo julgada possui um caráter fraco? Eles são escória, indignos? Se eles são julgados serem, pelo individuo Satanista, então eles são sujeitos convenientes.

É uma das metas do treinamento Satânico é cultivar julgamento Satânico em um nível individual. Entretanto, deve ser notado que há duas formas de julgamento Satânico – o pessoal, e o aeonico. O aeonico é um refinamento do pessoal, a pessoa sendo julgada não somente por seu caráter mas também por aeonicas, em termos de sua utilidade no alcance de metas sinistras de acordo com a dialética sinistra da história. Esse MS tem relação com o tipo pessoal de julgamento – outros MSS tratam do segundo tipo.

O cultivo de julgamento Satânico – a avaliação de outros – é uma qualidade essencial, e uma que o Adepto Satânico deve possuir. Esse cultivo é basicamente uma experiência de aprendizagem – às vezes, o noviço comete um erro, mas aprende com isso. Uma vez que um julgamento for feito a respeito de outra pessoa ou pessoas (e com experiência, isso se torna instintivo) o Satanista pode atuar cruelmente, se ação é necessária ou requerida – e.g. para alcançar um objetivo pessoal ou ajudar a dialética. O ato ou atos podem e envolvem o que outros [a fraca maioria] consideram atos imorais e/ou mal.

Algum caso dos arquivos secretos dos membros ilustrará melhor a moralidade Satânica, ainda que deva ser lembrado que esses (com uma exceção) representam o estagio de noviço de desenvolvimento Satânico. Como tal, eles representam primariamente uma experiência de aprendizado para o noviço Satânico em particular envolvido, ainda que tais ações frequentemente ajudem o sinistro em geral (como no primeiro exemplo).

(a) Um homem jovem deseja experimentar alguns dos prazeres da vida e então procura dinheiro para capacitá-lo para alcançar isso. Ele decide se envolver com o que é chamado ‘comércio de drogas’ – suprindo varias drogas para outros. Ele julga, muito corretamente a partir de um ponto de vista Satânico, que aqueles que usam tais coisas ou necessitam e tais coisas porque eles são viciados, são fracos – eles fizeram sua escolha. Eles são vitimas naturais da vida, e mostram por sua própria escolha e ações que eles são basicamente indignos. Nosso jovem noviço julga que se os usuários de drogas não tem a força de caráter para resistir de usar tais coisas, ou se eles se tornam viciados, eles são fracassados – uma cobrança Satânica muito obvia.

Consequentemente, ele faz contatos e após um tempo tem um negócio muito lucrativo. Assim, ele está hábil para indulgência na maioria dos prazeres da vida e então ajudar sua educação Satânica. Naturalmente, como um Satanista, ele é astuto e cuidadoso em seu negócio – ele é somente um meio para um fim. Além disso, ele está ciente que ajudando certas coisas, ele está promovendo o sinistro em geral – ajudando a dialética separando as ovelhas, e enfraquecendo a sociedade e talvez criando oposição e assim mudança criativa.

(b) Uma jovem noviça, recentemente mudada para uma nova cidade, encontra sua qualidade de vida destruída por vizinhos grosseiros e inquietos. Ela os taxa como escória. Sua primeira ação é tentar falar com eles – mas esse é um gesto que ela sabe que é provavelmente inútil. Ele é, mas ele condena seus vizinhos. Ela os ataca com magicka – querendo causar doença, ruptura, talvez uma morte. Isso tem algum efeito, mas não soluciona o problema [como acontece frequentemente na vida real quando noviços empregam magicka]. Então ela decide por uma ação mais drástica. Ela procura um parceiro conveniente, que ela atrai com sua malicia Satânica e usando sua sexualidade. Esse homem uma verdadeira pessoa desprazível e tem alguns amigos levemente menos desprezíveis. Nossa noviça é cuidadosa para não deixar seus vizinhos saberem de seu envolvimento – seu novo parceiro e amigos importunam seus inimigos continuamente, usando suas próprias táticas. Há algumas lutas, uns poucos ‘acidentes’ com a casa, o carros do lado de fora, e outros. Não é muito antes que seus inimigos decidam que tem tido o bastante e se mudam (um deles foi hospitalizado).

Essencialmente, a noviça controlou a situação, de inicio – ela usou e controlou outros, por meios Satânicos, para alcançar sua meta após fazer julgamentos.

(c) Um homem chegando a meia-idade, iniciado a um ano, conduz um pequeno negócio. Ele quer alcançar mais sucesso. Há uma firma rival – o proprietário é um típico homem de negócio arrogante, sem caráter que está tentando provocar o noviço e passar por cima do seu negócio. Então nosso noviço decide atuar – ele taxa seu rival como uma vitima conveniente. Essa taxação também inclui a esposa e a jovem filha do homem, os quais nosso noviço julga serem obnóxios, tendo experiência dos seus modos. Todos foram julgados e condenados por suas ações. Nosso noviço seduz a esposa do rival – e então sua filha, usando varias habilidades Satânicas e astúcias para alcançar isso. Ele então apresenta a filha para algumas pessoas, que mexem com drogas e prostituição – ela parece maliciosa o suficiente, e está logo envolvida com a ‘turma’, usando drogas e geralmente se comportando mal. Fotografias comprometedoras são tiradas e ela se vicia em drogas. Ela começa a roubar para pagar por seus hábitos, e então prostituição. Ela é presa. Isso distrai o pai dela. Nosso noviço infiltra algumas pessoas na firma de seu rival e eles criam alguma desordem – perdendo arquivos, perdendo alguns negócios, arruinando o quadro de funcionários. A esposa do seu rival é apresentada para outro, aparentemente homem romântico, e ela se rende ao seu encanto. Eles têm um breve caso. Mas ele a despreza [isso é tudo planejado pelo nosso noviço]. Ela começa a beber e tenta cometer suicídio.

Tudo isso se prova muito para o rival – seu negócio declina. Nosso noviço faz uma oferta, que é aceita. Então seu objetivo foi alcançado, por algum custo humano. Mas isso não causa abalo em nosso noviço – as vitimas foram vitimas de si mesmos, de suas próprias fraquezas.

(d) Uma Senhora da Terra que conduz um Templo de sucesso por muitos anos, deseja um opfer. Há um candidato a Iniciação que ela sente que pode ser conveniente – ele tem certos desejos que ele acha difícil de controlar, e mais propriamente um caráter fraco. Ela arranja para ele encontrar algumas pessoas envolvidas em distribuição de pornografia. Logo, ele está profundamente envolvido em certas coisas, de sua própria livre escolha. Ela dá a ele varias chances para fazer alguma coisa por causa de si mesmo, mas ele não as aproveita. Ela arranja vários testes para provar seu caráter – e ele falha em todos. Ela o avisa, mas ele finalmente rompe com ela e o Templo dela, cheio de auto-ilusão sobre suas habilidades. Assim, ele se torna um opfer em potencial…

 

Todos os exemplos (na maioria triviais) ilustram moralidade Satânica em ação em nível individual – i.e. eles tem relação com julgamento e com o Satanista atuando sobre esse julgamento para alcançar algum objetivo pratico que eles desejam. Isso é um aprendizado, uma expressão das forças sombrias presenciadas na Terra por atos Satânicos individuais, e assim a feitura, ou destruição, de noviços Satânicos e disso a criação de Adeptos Satânicos.

As ilustrações devem servir para mostrar que tal moralidade é individual, é única para o individuo Satanista.

Postagem original feita no https://mortesubita.net/satanismo/a-moralidade-do-satanismo/

Magia Sexual

A Magia Sexual, conhecida no Oriente como Tantra, é a prática ritualística desenvolvida através das energias canalizadas do corpo físico, da mente e do espírito humano. O ato de criar outras vidas através de relações sexuais e instituir uma força, ou um vínculo energético entre as pessoas envolvidas, é visto como místico e sagrado.

Como outras modalidades de Magia, a Magia Sexual também é um recurso usado como fonte do poder que fortalece as cerimônias ritualísticas e para obter o auto-conhecimento através da exploração do próprio corpo, psique e alma. A Magia Sexual é uma das faces mais importantes da Magia moderna.

Utilizada tanto nas escolas ocidentais como nas orientais, sua origem nos remete às práticas das crenças pré-cristãs, sendo que os primeiros registros datam de 3000 a.C.. A Antiga Religião da Europa baseava-se em ritos de fertilidade para assegurar a proliferação de animais, plantas e humanos. O conceito pagão da atividade sexual era saudável e natural. Era a mais poderosa energia que os humanos podiam experimentar através dos próprios sentidos, com a manifestação afetiva de um indivíduo ou simplesmente a ação de compartilhar prazer e desejo carnal com outra pessoa. Assim, mulheres consagradas serviam aos deuses em templos, o homossexualismo e o heterossexualismo eram apenas definições das preferências sexuais, etc.

Existem dois canais de energia no corpo humano que estão associados ao sistema nervoso central e à medula espinhal, conhecidos no Ocidente como Lunar e Solar ou Feminina e Masculina (receptiva/negativa e ativa/positiva). Geralmente, entre os não-praticantes da Magia Sexual, apenas uma das correntes de energia está aberta e fluindo. Entre as mulheres, apenas a corrente lunar flui desimpedida. Entre os homens, apenas o canal solar está realmente livre. No caso dos homossexuais, essa situação está invertida. Em todas as situações, este fato causa um desequilíbrio e influencia negativamente várias esferas da vida humana.

Portanto, segundo este raciocínio, o estado sexual natural é a bissexualidade, em que ambas as correntes fluem juntas em harmonia. A alma que habita o corpo físico não é masculina nem feminina. Desse modo, o sexo é meramente uma circunstância física. O fluxo harmonioso das correntes no corpo é simbolizado pelo antigo símbolo do Caduceu.

Um dos maiores divulgadores da Magia Sexual contemporânea ocidental é Aleister Crowley, através da doutrina do Thelema. Posteriormente, diversas escolas iniciáticas a adotaram e adaptaram de acordo com a própria filosofia. Porém, os princípios básicos permanecem inalterados. Na Índia, ainda é uma das práticas mais utilizadas no hinduísmo.

Apesar de (teoricamente) compor vários sistemas mágicos, atualmente, a maioria das tradições não incorpora a Magia Sexual em suas atividades. Isto se deve a opção pessoal dos praticantes (inibição e preocupações com as doenças sexualmente transmissíveis) e a pressão social de uma cultura judaico-cristã, onde o sexo é visto como algo pecaminoso e polêmico. Deste modo, nos ritos sexuais modernos, são usadas representações simbólicas dos antigos elementos da fertilidade, sejam objetos que representem os genitais ou apenas uma dança ou encenação erótica.

Sagrado Feminino
Nas antigas crenças pagãs, os pólos femininos da criação eram reverenciados como sagrados e a mulher era vista como o principal canal gerador de vida. A Deusa era a divindade principal, responsável pela criação de todas as formas viventes. Dessa forma, os ritos que envolviam Magia Sexual, utilizavam-se de mulheres e do sangue menstrual como elementos principais do Altar Cerimonial.

O altar sagrado é formado por uma mulher que se deita de costas, nua, com as pernas dobradas e afastadas (de forma que os calcanhares toquem as nádegas). Um cálice é colocado diretamente sobre seu umbigo, ligando-o ao cordão umbilical etéreo da Deusa, a qual é invocada em seu corpo. Derrama-se o vinho sobre o cálice. O Sumo Sacerdote pinga três gotas de vinho, uma no clitóris e uma em cada mamilo, traçando uma linha imaginária que forma um triângulo no corpo feminino, tendo o útero como centro. Segue-se um beijo em cada ponto, enquanto a invocação é recitada.

Fluidos Mágicos
Os fluidos produzidos no corpo humano de forma natural ou através da estimulação sexual, também são utilizados nas cerimônias herdadas dos povos antigos que envolvem a Magia Sexual, e são empregados para um determinado objetivo.

O vinho ritual continha três gotas do sangue menstrual da Suma Sacerdotisa do clã, que unia magicamente os celebrantes nesta vida e nas próximas encarnações. Os caçadores e guerreiros eram ungidos com pinturas ritualísticas que continham sangue menstrual. Acreditava-se que ao unir o sangue de duas pessoas, criava-se um vínculo entre ambas. Ungir os mortos com o sangue era uma forma de assegurar o retorno à vida. O sêmen era considerado energia canalizada que vitaliza o praticante que o recebe. Ainda, o estímulo dos mamilos faz com que a glândula pituitária secrete um hormônio que ativa as contrações uterinas. Isso ativa o fluxo de certos fluidos através do canal vaginal.

Criança Mágica
A criança mágica é um termo utilizado na Magia Sexual ocidental para designar uma imagem no momento do orgasmo. Neste caso, a energia sexual não é liberada como no ato sexual tradicional, mas inibida por períodos prolongados e canalizada através da mente para que se manifeste numa forma de pensamento mágico, formando uma imagem astral durante o orgasmo.

Para esta atividade, é necessário que o praticante tenha desenvolvido a arte da concentra-ção/visualização e um controle firme sobre a própria força de vontade pessoal, de forma que no momento do orgasmo, não haja nada mais na mente que a imagem que deseja ver criada. Se estiver incompleta ou difusa, é possível que interferências negativas se manifestem e passem a consumir a energia sexual do praticante. Este conceito é uma das bases na crença dos Sucubus.

Pancha Makara
A corrente oriental da Magia Sexual, chamada Tantra, é dividida em cinco categorias de aplicações distintas conhecidas como Cinco M ou Pancha Makara, que em sua maioria, são canalizados no campo físico (Caminho da Mão Esquerda) e outro simbólico (Caminho da Mão Direita). O Pancha Makara recebe interpretações diferenciadas nas cerimônias praticadas nas correntes do Ocidente, ou em algumas situações, são adaptadas ou omitidas.

Madya Sadhana
A palavra Madya significa Licor e este princípio está relacionado à aplicação do Caminho da Mão Direita com uso adequado de estimulantes que ativam o sétimo chakra, Sahastrara, considerado o último nível de evolução da consciência humana e responsável pela integração dos outros chakras.

Mamsa Sadhana
O termo Mamsa pode ser traduzido como carne e significar que este princípio está associado ao uso ritualístico de carne. Também pode ser compreendido como fala (do verbo falar) e ser interpretado como uma invocação ou um mantra. Em quaisquer dos casos, está associado ao Caminho da Mão Esquerda (Físico).

Matsya Sadhana
Matsya significa peixe. Este princípio é usado tanto no aspecto físico como no simbólico. É visto como um fluxo psíquico que corre através dos canais da espinha dorsal, ou minoritariamente, como o consumo ritual de peixe num banquete ou Eucaristia.

Mudra Sadhana
Este é o mais conhecido fora dos círculos tântricos e é utilizado de maneira similar nos Caminhos Esquerdo/Direito. Representa o uso de posições específicas do corpo (especialmente da mão) para simbolizar ou encarnar certas forças, além de efetuar mudanças na consciência.

Maithuna Sadhana
A palavra Maithuna refere-se a união sexual. Este princípio, que atua tanto no aspecto físico como simbólico, está relacionado primitivamente com a atividade sexual. Porém, pode ser interpretado também como a atividade simbólica.

Por Spectrum

#MagiaPrática #Tantra

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/magia-sexual

Milho, uma planta de outro mundo

Faber – Kaiser

Se observamos o milho com mente analítica, planta da família das gramíneas, veremos que esta planta não é natural e sim um produto de laboratório, pois não se pode reproduzir sem a intervenção da mão humana. Qualquer produto vegetal natural se reproduz pelo pólen, transportado pelo vento, ou semente que cai ao chão, saindo do interior do seu fruto e transportado pela chuva, vento, insetos e até pássaros, germinando noutras áreas num ciclo de reprodução natural, não precisando que a mão de homem intervenha para que esta planta continue se reproduzindo. O milho é um produto que, sem a intervenção do homem não se reproduz.. Imaginando que um cataclismo acabe com o ser humano neste planeta (coisa bastante provável) a maioria das plantas continuaria seu ciclo natural de crescimento e reprodução. Continuariam a nascer novos pés de laranja, maçãs, figos, arroz, soja, etc. ,mas o milho estaria condenado a desaparecer juntamente com o homem.

Nos informa o Suplemento Cultural do jornal “O Estado de S.Paulo” de 04-12-77,conforme trabalho de Ernesto Paterniani, intitulado “O Mistério da Origem do Milho” , que este não pode sobreviver por si só na natureza. Enquanto outras plantas cultivadas pelo homem, se forem abandonadas à própria sorte conseguiriam se salvar, o milho somente poderia sobreviver quando cultivado pelo homem.

Alguém precisa arrancar as folhas de palha flexíveis, mas de consistência compacta, que envolvem o milho com o um manto protetor. Um penacho de fios avermelhados, que acabam na parte superior, se encarregam de fazer o papel de espantalho, afugentando insetos e pássaros. Estes cabelos são como o elemento de união ou argamassa entre as folhas de palha protetora e os grãos. Após arrancarmos a capa protetora e tirarmos os fios de cabelo entre estas e os grãos, encontraremos estes fortemente aderidos a uma armação central que chamamos de sabugo. Estes grãos de milho, agora já separados de seus cubículos naturais (o que não é nada fácil) poderão ser plantados para prosseguir o ciclo de novas reproduções. Sem esta operação, o milho não pode se reproduzir pois ao ficar maduro ou seco, cai no chão e apodrece totalmente, antes de poderem, seus grãos, descolarem-se do sabugo e fugir da capa protetora, o que impede assim sua germinação, já que dentro do seu invólucro natural não toma contato com a terra. Sua capa protetora e a armação central que aprisiona fortemente os grãos, impedem que estes sejam arrastados pelas águas ou pelo vento para se acolchoarem em terras distantes e se reproduzirem como fazem as outras plantas.

Se um pássaro atrevido e destemido do espantalho que se move pelo vento, conseguir furar com seu bico a capa de palhas entrelaçadas, chegará até o grão por sua parte da polpa, comendo-o, antes de arrancá-lo inteiro de sua armação central (o grão germina pelo bico encrustado no sabugo).

Já se fizeram testes em plantações experimentais imitando todas as possibilidades da natureza (insetos, pássaros, animais, etc.) mas sem a intervenção do homem inteligente o milho não consegue se reproduzir. Isto tudo nos leva a certas conclusões ; se o milho não se reproduz sem a intervenção do homem, possivelmente seja ele um produto de laboratório “inventado” por alguém, pois antes de existir o homem neste planeta não poderia existir o milho.

Sendo assim: quem inventou o milho ?

Se nossos índios da antigüidade, de quem herdamos o milho, não possuíam condições tecnológicas, nem laboratórios para fazer isto, e não estamos nos referindo a Maias, Incas e Astecas, e sim a outros muito antes deles, pois nem agora com nossos laboratórios genéticos conseguimos alguma coisa semelhante (ainda que não duvidamos que logo se conseguirão coisas fantásticas pela ciência biogenética ), podemos facilmente chegar à conclusões que perturbam nossa mente. Se não fomos nós terrestres os “inventores” do milho, alguém trouxe este produto de fora. Ou não ?. Alguém ensinou a um grupo de raças nas Américas da pré-história, a mecânica da reprodução do milho, seu grande teor alimentar e suas aplicações. É bom lembrar de passagem que, numa das pedras gravadas de ICA (Perú) está gravado um pássaro portando no seu bico uma espiga de milho. E segundo estudos, esta pedra teria sido gravada há perto de cem milhões de anos. Que raça superior, com altos conhecimentos científicos, poderia ter oferecido este presente alimentício a nossos antepassados ?”

Antes da chegada dos espanhóis ao continente americano, o milho era desconhecido no Velho Mundo (como também não se conhecia a batata e outros produtos vegetais tipicamente Incas, Astecas ou Maias. Infelizmente também nos chegou das Américas o tabaco ou fumo. A primeira vez que o homem civilizado (“civilizado”?) teve contato com o milho foi no dia 5 de Novembro de 1492.

Entre os cereais é o que consegue produzir a maior quantidade de alimentos por área, sendo, por isto, que o milho representa a maior dádiva que o homem recebeu das antigas civilizações das Américas, representando hoje uma das maiores fontes de alimento para a humanidade. Os antigos Maias disseram (e continuam dizendo) que o milho tinha sido trazido pelos DEUSES QUE VIERAM DAS ESTRELAS, ensinando-lhes como se plantava e como se colhia. Claro que os espanhóis, como era de esperar, entre bravos conquistadores e “sábios” sacerdotes que os acompanhavam na conquista, não entendiam muito bem isto de que o milho “TINHA SIDO TRAZIDO PELOS DEUSES QUE VIERAM DAS ESTRELAS”, considerando-o mais uma superstição dos “índios”.

O nome científico do milho é “Zea-Mays”, ou simplesmente como denominado pelos espanhóis,os primeiros europeus a conhecer esta planta, com o nome de Maiz e isto, conforme Paterniani, porque os índios chamavam esse grão com um nome que soava como “mais”, ainda que outros autores defendam que o nome maia do milho era “Ixim”.

Os Maias consideravam o milho como uma planta já desenvolvida, segundo Victor W. Von Hagen no seu livro “Los Mayas”, onde continua dizendo que “na crença dos Maias sempre existiu algo sagrado no cultivo desta gramíneas, representado por um jovem e belo Deus denominado Yum Kaax. “O milho era o epicentro do mundo aia e, se observamos com cuidado, notaremos que tudo o que fazem e falam estes índios se relaciona com o milho”(documento do século XVI)

Nos diz o Prof. António Porro, (nosso colega de trabalho e particular amigo)especialista em cultura Maia, que” durante milhares de anos o “laboratório” do camponês foi a horta. Portanto não é necessário recorrer ao espaço externo para explicar aquilo que qualquer índio ou camponês sabe fazer ” Sentimos discordar frontalmente deste nosso particular amigo mas, até agora, não sabemos ( e desculpe nossa ignorância) de algum camponês, seja índio ou não, que tenha “inventado”, pela domesticação ou coisa que o valha, alguma coisa parecida com o milho. Até seria interessante encontrá-lo para encomendar-lhe alguma planta semelhante ao milho para acalmar a fome que se aproxima em nosso planeta. O Prêmio Nobel o está esperando !!

Assim mesmo tudo nos leva a crer que o milho seja uma planta oferecida pelos extraterrestres (encarregados de alimentar as cobaias de suas experiências no setor das Américas que nada tinham a ver com outros extraterrestres, de outros setores, em outras partes do planeta). Nossos ilustres cientistas, como sempre, quando se trata de propostas com pano de fundo extraterrestre, ou se fazem de surdos e cegos, ou ainda combatem estes estudos como sendo produto da “ignorância” dos que encontram em tudo a mão dos viajantes cósmicos na pré-história.

Nos parece que aos dignos representantes da ciência oficial falta-lhes bastante imaginação. Isto me faz lembrar aquelas palavras de Sax Rohmer quando disse: -“se puséssemos todos os arqueólogos da Ciência Oficial a ferver e se fosse destilado o líquido assim obtido, não se extrairia nem um micrograma de imaginação ”

” Ainda que o milho tenha sido objeto de intensos estudos por parte de muitos cientistas, pois é altamente atrativo e desafiador o seu estudo, sempre nossos “esclarecidos cientistas” ou não encontram solução digerível para sua origem ou o máximo que nos disseram foi que: “não está totalmente esclarecido” Parece-me que ao milho lhe acontece o mesmo que ao homem: “Sua origem não está totalmente esclarecida”, e com estas sábias palavras fica tudo “esclarecido”. Se o homem não é descendente de um simpático casal de nudistas chamados Adão e Eva , conforme nos conta a desprestigiada lenda bíblica, nem seus ancestrais foram uns brutos e peludos macacos, conforme a “prova” anti-científica da teoria de Darwin, ficamos na estaca zero sem saber a nossa origem. E cuidado com apresentação de soluções extraterrestres porque nossos bitolados cientístas gritarão a coro que isto não é verdade, sem porém nos dar outra qualquer solução.. Assim chegamos à conclusão que o homem deste planeta é órfão de pai e mãe.

Ao milho lhe acontece a mesma coisa: É órfão de pai e mãe. E não é por falta de estudos e pesquisas. Nos diz Paterniani que “inúmeros estudos tem sido conduzidos procurando desvendar o mistério da origem do milho. Assim ,por exemplo, comparações taxonómicas , citológicas e genéticas tem sido feitas entre os representantes dos “Maydeae” que são os tipos mais afins do milho, com as quais, após muitas dificuldades e técnicas

não se conseguiu resultados satisfatórios. Estudos arqueológicos tem revelado a antigüidade do milho em 8.500 anos.

Umas amostras encontradas em escavações na cidade de México, formada por grãos de pólen idênticos aos do milho, demonstram sua antigüidade estimada em 60.000 anos. Examinados todos os fatos e evidências disponíveis, foram elaboradas várias hipótese sobre a origem do milho, destacando-se duas dentre elas: a origem comum e a descendência do teosinte. No que se refere à primeira, denominada também como “evolução divergente”, indica apenas que o milho, ol teosinte e o trisacum se desenvolveram a partir de um ancestral comum, através de um processo

de “evolução divergente”. Este ancestral comum seria uma gramínea hoje extinta ( O elo perdido), A segunda hipótese

denominada “descendência da teosinte”,se baseia na semelhança genética e citológica entre o milho e o teosinte, principalmente porque as sementes do teosinte estouram como pipocas. Segundo os cientístas esses processos de cruzamento de onde nasceu o milho devem ter ocorrido há entre 8 mil e 10 mil anos. Existem controvérsias e muitos pontos obscuros que ainda precisam ser elucidados. ”

Observem como é semelhante a solução científica sobre o estudo da origem do milho e a mesma solução para a origem do homem. Lemos acima que existem duas hipóteses sobre a origem do milho, a origem comum e a descendência do teosinte, que poderiamos parodiar para o caso do homem, como a origem bíblica (comum) e a descendência do macaco (teosinte). . Na primeira hipótese,para o milho, (origem comum ou evolução divergente) a responsabilidade seria de uma gramínea hoje desaparecida. É o”elo”perdido para o caso do homem ?

Quando não se consegue encontrar um ponto de união ou ponte, os cientístas nos vem com a eterna canção do “elo” perdido. Tudo menos reconhecer a intervenção extraterrestre. Para a segunda hipótese denominada “descendência do visitante”, que se baseia principalmente no fato do teosinte estourar como a pipoca não pode ser menos consistente. Grande descoberta ! Só porque ambas estouram pipocando pretende-se que o milho seja descendente do teosinte. Igualzinho aos homens: Só porque o macaco possui algumas características que remotamente (remotamente mesmo )se assemelham ao homem, nos fizeram seus descendentes, sem se importar, entre outras coisas, com a grande diferença nos seus cromossomos. Em verdade, para nossa ciência, tanto o milho como o homem são os grandes órfãos da história (ainda que la cima tenha alguém reclamando sua paternidade).

Claro que meus opositores poderiam apresentar inúmeros livros e textos de estudiosos no assunto, os quais, nem de longe, aceitariam uma remota possibilidade ou hipótese extraterrestre para o milho (nem para o milho nem para nada). Autores, todos devidamente bitolados pela ciência oficial e que por isto não merecem nenhum crédito de minha parte, pois alguém que recebe um salário para pesquisar ou ensinar o sistema da estrutura oficial e o que ela determina que se ensine e divulgue, está PROSTITUIDO a quem paga seu salário a cada mês. E, não sendo ainda suficientemente ousado para rasgar suas vestiduras como se fazia antigamente, renunciando a seu cargo para pregar a verdade, ainda que por isto seja crucificado, não merece crédito, pois como um papagaio, repete o que se vem repetindo por centenas de anos. Finalizando, não consigo reter a tentação de transcrever o pensamento de Paul- Emile Victor:- “Os verdadeiros cientistas são poetas e imaginativos, sem eles não existiria a ciência. Os demais são contadores e tendeiros: não descobrem nada”

 

Separata das páginas 161 a 164 do livro do mesmo autor

Postagem original feita no https://mortesubita.net/realismo-fantastico/milho-uma-planta-de-outro-mundo/

A Origem das Espécies, de Charles Darwin

As Edições Textos para Reflexão trazem a você a obra que mudou o mundo, A Origem das Espécies de Charles Darwin, exclusivamente para o seu Amazon Kindle.

Esta obra, apesar de essencialmente acadêmica, mudou para sempre a nossa concepção da vida e da natureza, e serve até hoje de alicerce primordial para ramos científicos como a biologia e a genética, que desabariam sem a teoria da seleção natural. Você já pode começar a ler em poucos minutos, pelo preço de um café:

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À seguir, trazemos alguns trechos selecionados de nossa edição digital:

[Cap. 6]

É certamente verdadeiro que se veem raramente aparecer num indivíduo novos órgãos que parecem ter sido criados com um fim especial; é mesmo o que demonstra o velho axioma de história natural de que se tem exagerado um pouco a significação: Natura non facit saltum [a natureza não dá saltos].

A maior parte dos naturalistas experimentados admitem a verdade deste adágio; ou, para empregar as expressões de Mine Edwards, a natureza é pródiga em variedades, mas avara em inovações. Para que haverá, na hipótese das criações, tantas variedades e tão poucas novidades reais? Por que é que todas as partes, todos os órgãos de tantos seres independentes, criadas, como se supõe, separadamente para ocupar um lugar distinto na natureza, estiveram tão ordinariamente ligadas umas às outras por uma série de gradações? Por que não teria passado a natureza simultaneamente de uma conformação para outra? A teoria da seleção natural faz-nos compreender claramente porque não sucede assim; a seleção natural, com efeito, atua apenas aproveitando leves variações sucessivas, não pode pois jamais dar saltos bruscos e consideráveis, só pode avançar por graus insignificantes, lentos e seguros.

[Cap. 15]

A disposição semelhante dos ossos na mão humana, na asa do morcego, na barbatana do golfinho e na perna do cavalo; o mesmo número de vértebras no pescoço da girafa e no do elefante; todos estes fatos e um número infinito de outros semelhantes explicam-se facilmente pela teoria da descendência com modificações sucessivas, lentas e ligeiras. A semelhança de tipo entre a asa e a perna do morcego, ainda que destinadas a usos tão diversos; entre as maxilas e as patas do escaravelho; entre as pétalas, os estames e pistilos de uma flor, explica-se igualmente em grande escala pela teoria da modificação gradual das partes e dos órgãos que, num antepassado afastado de cada uma dessas classes, eram primitivamente semelhantes. Vemos claramente, segundo o princípio de que as variações sucessivas não sobrevêm sempre numa idade precoce e apenas são hereditárias na idade correspondente, porque os embriões de mamíferos, de aves, de répteis e de peixes, são tão semelhantes entre si e tão diferentes no estado adulto. Podemos cessar de nos maravilhar de que os embriões de um mamífero de respiração aérea, ou de uma ave, tenham fendas branquiais e artérias em rede, como no peixe, que deve, por meio de guelras bem desenvolvidas, respirar o ar dissolvido na água.

[…] Não é possível supor que uma teoria falsa pudesse explicar, de maneira tão satisfatória, como o faz a teoria da seleção natural, as diversas grandes séries de fatos de que nos temos ocupado. Tem-se recentemente objetado que está nisto um falso método de raciocínio; mas é o que se emprega para apreciar os acontecimentos ordinários da vida, e os maiores sábios não têm desdenhado em o seguir. É assim que se chega à teoria ondulatória da luz; e a crença da rotação da Terra no seu eixo só recentemente encontrou o apoio de provas diretas. Não é uma objeção valiosa dizer que, no presente, a ciência não lança luz alguma sobre o problema bem mais elevado da essência ou da origem da vida. Quem pode explicar o que é a essência da atração ou da gravidade! Ninguém hoje, contudo, se recusa a admitir todas as consequências que ressaltam de um elemento desconhecido, a atração, posto que Leibnitz tivesse outrora censurado Newton de ter introduzido na ciência “propriedades ocultas e milagres”.

Não vejo razão alguma para que as opiniões desenvolvidas neste volume firam o sentimento religioso de quem quer que seja. Basta, além disso, para mostrar quanto estas espécies de impressões são passageiras, lembrar que a maior descoberta que o homem tem feito, a lei da atração universal, foi também atacada por Leibnitz, “como subversiva da religião natural, e, nestas condições, da religião revelada”. Um eclesiástico célebre escrevia-me um dia, “que tinha acabado por compreender que acreditar na criação de algumas formas capazes de se desenvolver por si mesmas noutras formas necessárias, é ter uma concepção bem mais elevada de Deus, do que acreditar que houvesse necessidade de novos atos de criação para preencher as lacunas causadas pela ação das leis estabelecidas”.

[…] O resultado direto desta guerra da natureza que se traduz pela fome e pela morte, é, pois, o fato mais admirável que podemos conceber, a saber: a produção de animais superiores.

Não há uma verdadeira grandeza nesta forma de considerar a vida, com os seus poderes diversos atribuídos primitivamente pelo Criador a um pequeno número de formas, ou mesmo a uma só? Ora, enquanto que o nosso planeta, obedecendo à lei fixa da gravitação, continua a girar na sua órbita, uma quantidade infinita de belas e admiráveis formas, saídas de um começo tão simples, não têm cessado de se desenvolver e desenvolvem-se ainda hoje!

(Charles Darwin; tradução de Joaquim Dá Mesquita Paul)

#Ciência #eBooks #Evolução #Kindle

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/a-origem-das-esp%C3%A9cies-de-charles-darwin

As 9 experiências psicológicas mais relevadoras da ciência

Psicologia é o estudo da mente humana e do processo mental em relação ao comportamento humano. Sutil como é, raramente a psicologia é encarada como uma ciência estritamente falando, sendo inclusive tratada com certo desprezo pelos especialistas das ciências exatas. No entanto no meio de tantas teorias e hipóteses não refutáveis Morte Súbita inc selecionou 9 fatos da psicológia experimental. Experimentos replicáveis e reveladores que mostraram aspectos interessantes e concretos da mente humana.

Alguns desses experimentos abriram caminhos para novas explorações da mente humana, outros por si só fornecem um conhecimento valiosíssimo. Nas chamadas ciências humanas experimentos são um artigo raro que merecem ser valorizados. Vejamos alguns dos mais importantes:

1. Cachorros de Pavlov: Reflexos condicionados

Descrito em 1903 por um médico russo, Ivan Petrovich Pavlov, o reflexo condicionado resulta de um condicionamento comportamental influenciado por acontencimento externos e que portanto podem ser manipulados. O experimento original foi feito com cachorros. Ele tocava uma sineta e, em seguida, oferecia comida ao cachorro. No início, apenas depois que a comida era oferecida ocorria produção de saliva pelo cachorro; depois de algum tempo, ao som da sineta já ocorria a salivação mesmo sem a comida ser oferecida. Reações deste tipo recebem o nome de reflexo condicionado e estudos posteriores provaram que funcionam igualmente bem com seres humanos.

Lição: Respostas comportamentais podem ser induzidas por meio de reflexos incondicionados.

2. O Senhor das Moscas: Teoria da Identidade Social

O experimento proposto por Robbers Cave é um clássico da psicologia social e foi conduzido inicialmente com dois grupos compostos por meninos de 11 anos no parque estadual de Oklahoma para quem eram dadas tarefas a cumprir. Ele demonstrou quão facilmente se forma a identidade de um grupo fechado e quão rapidamente este grupo desenvolve preconceitos e antagonismos com quem é de fora.

O pesquisador Muzafer Sherif conduziu uma série de 3 experimentos. No primeiro os grupos se reúnem para combater um inimigo em comum. No segundo os grupos se uniram contra os pesquisadores! No terceiro foi fácil para os pesquisadores fazer os grupos se voltarem uns contra os outros.

Lição: Grupos fechados tendem ao antagonismo

3. Experimento da prisão de Stanford: O Poder Corrompe

Este infame experimento para explorar as raízes da maldade na mente humana acabou afetando tanto seus pesquisadores como seus pesquisados. O Psiscólogo Philip Zimbardo dividio os participantes em dois grupos rotulados ‘prisioneiros’ e ‘guardas’. Eles foram conduzidos a uma réplica de prisão na universidade de Stanford. Os prisioneiros foram sujeitos a prisão, revista de pertences, desapropriação de bens, raspagem de cabelo e outros abusos. Os guardas foram levados a algo próximo a um clube de campo.

Os prisioneiros se rebelaram no segundo dia e a reação dos guardas foi brusca e brutal. Em pouco tempos os prisioneiros estavam submissos em obediência cega, enquanto os guardas abraçaram seus papéis se impondo e abusando da autoridade. Este experimento é a comprovação científica de que a autoridade tende a perversão. O experimento planejado para 14 dias foi encerrado em 6 dias devido ao crescente nível de abusos

Lição: O poder corrompe.

4. Sindrome de Nuremberg: A capacidade humana para a crueldade

Em 1963 o psicólogo Stanley Milgram desenvolveu um teste para medir a propensão das pessoas a obedecer uma autoridade quando ordenados a ferir outra pessoa. O mundo ainda tentava entender o horror que havia acontecido na Alemanha durante a segunda guerra.

As cobaias foram separadas em ‘Professores’ e ‘Alunos’. Os professores fora instruídos a dar um pequeno choque elétrico nos alunos a cada resposta errada. E a cada resposta errada o choque deveria ter a intensidade aumentada. Independente dos gritos e contorções doa alunos (que eram na verdade atores contratados), os professores continuavam a aplicar choques cada vez mais severos, enquanto o instrutor do experimento continuasse ordenando. Os ‘professores’ continuavam a tortura mesmo após os alunos simularem a inconsciência!

Lição: A moral é posta de lado frente a uma autoridade.

5. Efeito Manada. A lei da conformidade

Da teoria da identidade social psicólogos quiseram descobrir por meio de dinâmicas quão natural é para um grupo estabelecer conformidade entre seus integrantes. em 1951 Solomon Asch conseguiu determinar como o julgamento individual é influenciado pelo grupo.

Em um ambiente controlado cobaias eram colocadas em uma roda em meio a uma maioria de atores contratados. As pessoas eram então inquiridos para responderem perguntas simples como ‘Qual é a cor do Mar?” “Quem é o atual presidente?” Os atores eram instruídos a dar respostas deliberadamente erradas. 50% das pessoas deram a mesma resposta quando chegou a sua vez. Apenas 25% do teste se recusaram a ser guiados pelo falso julgamento dos outros enquanto 5% sempre seguia a maioria. A maior descoberta contudo foi que um terço das pessoas vai ignorar o que sabe ser verdadeiro e dar uma resposta errada em um grupo que insiste que a resposta errada é a verdadeira.

Lição: Estar junto é mais importante do que estar certo.

6. Memória Seletiva: Você realmente sabe o que viu?

Em 1974 pesquisadores criaram um experimento capaz de testar a facticidade da memória, e se ela pode ou não se manipulada. 45 pessoas assistiram um filme de um acidente de trânsito. Nove destas pessoas foram questionadas s quão rápido o carro corria ao bater. Quatro outras pessoas receberam a mesma pergunta só que em vez da palavra ‘bater’ os termos, ‘esmagou’, ‘colidiu’, ‘tocou’

Aqueles que foram perguntados com a palavra esmagou estimaram que o carro ia a 10mph mais rápido do que os que ouviram a palavra ‘tocou’. Uma semana depois os participantes foram questionados sobre os vidros quebrados (indicativo de acidente sério), e aqueles a quem palavras fortes firam usadas relataram janelas estourando, embora não houvesse vidros no filme. Uma simples escolha de palavras pode manipular a memória de longo prazo.

Lição: A Memória pode ser mudada.

7. Cultura do Pânico: Guerra dos Mundos

Calcula-se que a adaptação de Orson Wells do livro “Guerra dos Mundos” de H.G. Wells feita via rádio em 1938, causou pânico em aproximadamente 3 milhões dos 6 milhões de ouvintes. Psicólogos de Princeton posteriormente entrevistaram 135 residentes de New Jersey sobre suas reações.

Um número surpreendente de pessoas não se preocupou nem por um instante em checar a validade das informações e mutos dos indivíduos de educação superior acreditaram que tratava-se de fatos simplesmente porque a rádio era uma “autoridade”. É confortável pensar que hoje em dia somos menos ingênuos, mas isso não é verdade, a manipulação midiática de nossas emoções e desejos é uma forma de arte atualmente.

Lição: Autoridades nunca estão erradas

8. A Mesa de Negociação: Ameaças não funcionam

Felizmente, o comportamento individual é menos irresponsável e violento do que as ‘normas’ do grupo. Na área de diplomacia entre indivíduos ou grupos, tendem a querer concessões dos outros. Usualmente sem a necessidade de desistir de muitas coisa em troca. Em 1962, os pesquisadores Morgan Deutsch e Robert Krauss testaram dois fatores importantes da negociação entre humanos: comunicação e ameaças.

Esse complexo experimento econômico, mostrou que relações cooperativas entre negociadores é mais benéfica para ambos do que a baseada em ameaças, sejam elas unilaterais ou bilaterais. Reagindo emocionalmente as pessoas tendem a sacrificar seus próprios ganhos para prejudicar o ameaçador.

Lição: Ameaças são punidas com má vontade.

9. Comportamento de Risco: Perder ou não ganhar?

Falando em economia, o pesquisadores Daniel Kahneman e Amos Tversky estudaram o processo de tomada de decisões em situações de risco e desenvolveram uma teoria sobre isso que lhes valeu o prêmio Nobel pois desde então tem sido usada para planejamentos econômicos governamentais e influenciado campanhas de marketing ao redor do mundo.

Basicamente trata-se de como problema é apresentado. Pessoas se comportarão diferentemente dependendo de como a situação de risco é apresentada. Se considerados em termos de perdas, as pessoas aceitarão correr mais riscos. Elas no entanto evitarão correr correr riscos em situações que forem apresentadas em termos do que elas deixarão de ganhar. Parece uma afirmação que vai contra o senso comum, mas tenha em mente isso da próxima vez que estiver em uma mesa de poker.

Lição: Não ganhar é pior do que perder

Postagem original feita no https://mortesubita.net/psico/as-9-experiencias-psicologicas-mais-relevadoras-da-ciencia/

Último dia para apoiar o Financiamento Coletivo da História da Magia Ocidental !

O projeto

Dos mesmos editores de Kabbalah Hermética, da Enciclopédia de Mitologia, dos Livros Sagrados de Thelema, do Tarot Hermético, do Equinox e dos Livros Essenciais da Cabalá.

Apoie Já! https://www.catarse.me/historiadamagia

Reunimos neste projeto livros essenciais em várias áreas do Hermetismo, Thelema e Filosofia para definir a Magia no século XX e XXI. Este nosso vigésimo quinto projeto traz os livros que editaremos no segundo semestre de 2022, com previsão de entrega para Novembro. A grande vantagem de participar de um Financiamento Coletivo é que pretendemos publicar grimórios extras que serão entregues como presentes para os apoiadores conforme as metas estipuladas forem sendo batidas, como fizemos nos últimos dez projetos.

A HISTÓRIA DA MAGIA
A compreensão histórica da Tradição Esotérica Ocidental é o ponto de partida fundamental para todos aqueles que pretendem estudá-la e praticá-la, bem como a rota que deve nortear a nossa caminhada no seio da Tradição. Se não sabemos de onde viemos e onde se encontra cada um dos pensadores e movimentos que constituem o arcabouço do Esoterismo Ocidental, iremos correr o risco de, à moda New Age, colocar todos esses pensadores e movimentos em um único plano e compará-los como que se fizessem parte de um mesmo momento e, deste modo, incorrendo em erros primários. Um destes erros é olhar o passado como se ele fosse glorioso e o presente como um estado decadente; no outro extremo, faltar alinhamento, consonância ou correspondência com o momento histórico que iremos nos debruçar também é problemático. Compreendendo as raízes do movimento no qual decidimos trilhar a Senda da Iniciação, podemos segui-lo com mais segurança, consciência e mesmo como continuadores e perpetuadores da Tradição, nos tornarmos células vivas dela, acrescentando os nossos passos. Com tal objetivo, a obra História do Esoterismo Ocidental foi construída como uma introdução e roteiro a esse assunto tão importante ao Esoterismo Ocidental, mas, infelizmente, negligenciado. Originalmente concebida para ser um curso para os postulantes à Iniciação no seio da Irmandade dos Filósofos Desconhecidos, essa obra tomou proporções maiores e entendeu-se que ela precisaria ser disponibilizada para o benefício de todos os buscadores.

TREINAMENTO MÁGICO
Ao contrário do pensamento cada vez mais difundo na contemporaneidade, temos insistido de maneira muito categórica em que a Ordem Martinista, uma expressão da Escola Francesa da Tradição Esotérica Ocidental, é completa em si mesma. Com isso, queremos dizer que um buscador realmente implicado em sua busca encontrará tudo o que é necessário para seu crescimento espiritual dentro da Ordem Martinista. A respeito da obra que o leitor tem em mãos, ela nasceu no transcurso da pandemia de 2020. Nesse período, os conventículos martinistas das diferentes Heptadas espalhadas pelo Brasil foram suspensos e, ao contrário do que se poderia imaginar, tal situação proporcionou uma grande aproximação entre todos membros desses diversos corpos martinistas. Sob essa particular circunstância, atravessada pelo isolamento social e pela sensação de vulnerabilidade que proporcionaram uma busca mais intensa e urgente pelo aprofundamento no conhecimento e no desenvolvimento espiritual, o Treinamento Mágico que ora publicamos foi aplicado em âmbito nacional, entre estudantes de diferentes vocações e estágios no treinamento tradicional. Evidentemente, um treinamento como o que é aqui proposto exige do praticante disciplina e constância. Dentre os disciplinados que mantiveram a constância no Treinamento, destacou-se a compreensão de que um dos grandes méritos dele foi o de propor algo realmente possível de ser introduzido e realizado no cotidiano independentemente da agenda de cada qual, pois implica no máximo 15 minutos diários. Estamos enormemente satisfeitos por saber que, por meio desta publicação, muitos buscadores terão acesso ao nosso Treinamento Mágico e que poderão comprovar, por eles mesmos, a eficácia e a grandeza do que aqui é proposto. Por fim, frisamos que o nosso Treinamento Mágico não traz práticas restritas a iniciados martinistas, nem tampouco se limita ao “espírito” da Escola Francesa da Tradição Esotérica Ocidental.

THEOSOPHIA PERENNIS
Nestes artigos, ensaios e exposições, o autor Daniel Placido guiará o leitor por um passeio através de assuntos como mito, imaginário, Santo Graal, sufismo, gnosticismo, neoplatonismo, teosofia, prisca theologia, Vedanta, filosofia da natureza, esoterologia, antroposofia, Nova Era, acompanhados por expoentes ocidentais e orientais clássicos da sabedoria perene como Fílon, Plotino, Shankara, Sohravardî, Ibn ‘Arabî, Marsílio Ficino, Jacob Boehme, Emanuel Swedenborg, William Blake, Ramana Maharshi, sem falar de pensadores mais contemporâneos como N. Berdiaev, Henry Corbin, M. Eliade, F. G. Bazán, entre outros.

Subjacente à diversidade de temas e autores, existe a concepção de Theosophia Perennis (Teosofia Perene): uma sabedoria divina pertinente às diferentes tradições filosófico-esotéricas do Ocidente e do Oriente, sem negar a pluralidade e dissonância dentro dela, como uma árvore cheia de galhos e ramificações.

GNOSTICISMO THELÊMICO
Poucas palavras foram tão combatidas e incompreendidas através dos séculos do que Gnose e Gnosticismo. Sua história é longa e remonta aos primeiros anos da Era Comum, ou da Era Cristã, quando as mensagens ainda eram transmitidas majoritariamente de forma oral, através dos viajantes e comerciantes que circulavam pelo Império Romano, em uma época em que sequer o Cristianismo, como nós o conhecemos hoje existia, ele ainda engatinhava para tomar forma nos séculos seguintes, através de tratados e concílios.

No século XX o gnosticismo (ou neo gnosticismo) se aproximou de Thelema, uma lei ou filosofia que ganhava as luzes do mundo graças ao trabalho daquele que seria considerado o “O homem mais ímpio do mundo”, Aleister Crowley. A espiritualidade, porém, não para, e tanto o Gnosticismo quanto Thelema continuaram a caminhar e a se desenvolver, dentro daquilo que hoje, no século XXI, reconhecimentos como Gnosticismo Thelemico.

AUTO-INICIAÇÃO NA MAGIA ENOCHIANA
A magia enochiana é, sem duvida, um dos sistemas mágicos mais cobiçados pelos praticantes de magia cerimonial desde a Ordem Hermetica da Aurora Dourada, sendo considerada por muitos como um dos sistemas mágicos mais poderosos do mundo, rivalizando com os mais populares sistemas de magia Salomônica.

APROXIMANDO-SE DE BABALON
Aproximando-se de Babalon apresenta uma série de ensaios explorando a Deusa Babalon, o Divino Feminino, a Madona Negra e o circuito sempre revolvente do Sexo e da Morte, que se encontra no centro dos Mistérios.
Uma visão geral e uma introdução à Deusa Babalon que toma um caminho diferente daquele de Crowley e seus seguidores, Aproximando-se da Babalon se baseia nos insights de Thelema, Magia Cerimonial, Teoria Crítica, Teologia da Libertação e dos Decadentes para tecer sua poética magico-teológica.

Centralizando o corpo e a experiência corporal, a autora rejeita os misticismos patriarcais que buscam fugir do corpo e do mundo e se deslizar na pura luz branca do tédio racionalista celestial. Inspirador, erótico e profundamente poético, o texto atinge dimensões extasiantes ao oferecer uma visão caleidoscópica de magia, sexualidade, espiritualidade, ritual e do corpo no tempo do apocalipse.

A FADA DO DENTE
Dente é uma palavra que, entre outras coisas, é tradução para o português da letra hebraica שׂ (Shin). Nos tarôs tradicionais, essa letra é relacionada ao Arcano do Louco, mas no Tarô de Thoth é ligada ao arcano do Aeon, uma das mais belas lâminas pintadas por Lady Frieda Harris e um dos maiores rompimentos deste para com as cartas de tarô criadas anteriormente. E aqui temos uma chave interessante, porque o Louco e o Aeon seriam uma forma apropriada para o tarô descrever o livro que você está prestes a ler.

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/%C3%BAltimo-dia-para-apoiar-o-financiamento-coletivo-da-hist%C3%B3ria-da-magia-ocidental

A Roda do Ano

Existem oito datas principais na Wicca, conhecidas como Festivais ou Sabás. Nos Festivais, os Wiccans fazem rituais de adoração e agradecimento aos Deuses.  Uma vez por mês, durante a Lua Cheia, nós também nos reunimos nos chamados Esbas. Esses encontros são usados para se discutir assuntos referentes ao grupo, para a realização de feitiços e rituais extraordinários, bem como para estudos e realização de exercícios de relaxamento, visualização, etc. Um Coven deve ser como uma grande família, portanto, ele também pode se reunir para passear, viajara, ir ao cinema, ao futebol, simplesmente para jogar conversa fora, ou para obras de melhoria do nosso Planeta, como trabalho em favor da Ecologia, dos Animais, dos Direitos Humanos ou de pessoas carentes. No fim desta obra é dada uma lista com endereços e sugestões de trabalho.

A Roda do Ano – Representada pelos oito Sabás, tem por objetivo sincronizar a nossa energia com as Estações do Ano, ou seja, com os ciclos do Planeta terra e do Universo. Ela descreve o caminho do Sol durante o ano, representando as várias fases do Deus: seu nascimento, crescimento, união com a Deusa, e, finalmente, seu declínio e morte. Da mesma forma que o Sol nasce e se põe todos os dias, e da mesma forma que a primavera faz a Terra renascer após o Inverno, o Deus nos ensina que a Morte é apenas um ponto no ciclo infinito de nossa evolução para podermos renascer do Útero da Mãe.

Para algumas tradições da Wicca, o ano se inicia no Solstício de Inverno. Outras consideram a noite do dia 31 de Outubro como início do ano. Essa data é conhecida como Halloween ou Dia das Bruxas, mas seu nome tradicional é Samhain, que significa “Sem Sol”, referindo-se ao tempo de Inverno. Essa época também é correspondente ao Ano Novo Judaico.

Yule – Solstício de Inverno (21 de Dezembro)

É desta data antiga que se originou o Natal Cristão. Nesta época, a Deusa dá à Luz o deus, que é reverenciado como CRIANÇA PROMETIDA. Em Yule é tempo de reencontrarmos nossas esperanças, pedindo para que os Deuses rejuvenesçam nossos corações e nos dêem forças para nos libertarmos das coisas antigas e desgastadas. É hora de descobrirmos a criança dentro de nós e renascermos com sua pureza e alegria. Coloque flores e frutos da época do altar. Se quiser, pode fazer uma árvore enfeitada, pois está é a antiga tradição “pagã”, onde a árvore era sagrada e os meses do ano tinham nomes de árvores. Esta é a noite mais longa do ano, onde a Deusa é reverenciada como a Mãe da Criança Prometida ou do Deus Sol, que nasceu para trazer Luz ao mundo. Da mesma forma, apesar de todas as dificuldades devemos sempre confiar em nossa própria luz interior

Candlemas – Festa do Fofo ou noite de brigit (02 de fevereiro)

Este Sabá é dedicado à Deusa Brigit, Senhora da Poesia, da Inspiração , da Cura, da Escrita, da Metalurgia, das Artes marciais e do Fogo. Nesta noite os Wiccans ceebram e cultuam estes pontos todos e colocam velas cor de laranja ao redor do círculo , e uma vela acesa dentro do caldeirão.  Se o ritual é feito ao ar livre, pode-se fazer tochas e girar ao redor do círculo com elas. o Wiccan mais jovem da Assembléia pode representar Brigit, entrando por último no círculo para acender, com sua tocha, a vela do caldeirão, ou a fogueira, se o ritual for ao ar livre, o que representaria a Inspiração sendo trazida para o círculo pela Deusa. Os membros do Coven devem fazer poesias, ou cantar em homenagem a Brigit. Pedidos, agradecimentos ou poesias devem ser queimados na fogueira ou no caldeirão em oferenda, no fim do ritual. o Deus está crescendo e se tornando mais forte, para trazer a Luz de volta ao mundo. É hora de pedirmos proteção para todos os jovens, em especial da nossa família de do Coven. Devemos mentalizar que o Deus está conservando sempre viva dentro de nós a chama da saúde, da coragem, da ousadia e da juventude. O altar deve ser enfeitado com flores amarelas, alaranjadas ou vermelhas. A consagração deve ser feita pelos membros mais jovens do Coven.

Equinócio de Primavera – Ostara (21 de Março)

Ostara é o Festival em homenagem à Deusa Oster, senhora da Fertilidade, cujo símbolo é o coelho. Foi desse antigo festival que teve origem a Páscoa. Os membros do Coven usam grinaldas, e o Altar deve ser enfeitados com flores da época. É um costume muito antigo colocar ovos pintados no Altar. Eles simbolizam a fecundidade e a renovação. Os ovos podem ser pintados crus e depois enterrados, ou cozidos e comidos enquanto mentalizamos nossos desejos. Nesse caso, não utilize tintas tóxicas, pois podem provocar problemas se ingeridas. Use anilinas para bolo, ou cozinhe os ovos com cascas de cebola na água, o que dará uma bela cor dourada. Antes de comê-los, os membros do Coven devem girar de mãos dadas em volta do Altar para energizar os pedidos. Os ovos devem ser decorados com símbolos mágicos, ou de acordo com a sua criatividade. Os pedidos devem ser voltados à “fertilidade” em todas as áreas.

Beltane – A Fogueira de Belenos, Festa da Primavera (01 de Maio)

Beltane é o mais alegre e festivo de todos os Sabás. O Deus, que agora é um jovem no auge da sua fertilidade, se apaixona pela Deusa, que em Beltane se apresenta como a Virgem e é chamada “Rainha de Maio”. Em Beltane se comemora esse amor que deu origem a todas as coisas do Universo. Beleno é a face radiante do Sol, que voltou ao mundo na Primavera. Em Beltane se acendem duas fogueiras, pois é costume passar entre elas para se livrar de todas as doenças e energias negativas. Nos tempos antigos, costumava-se passar o gado e os animais domésticos entre as fogueiras com a mesma finalidade. Daí veio o costume de “pular a fogueira” nas festas juninas. Se não houver espaço, duas tochas ou mesmo duas velas podem ter a mesma função. Deve-se ter o maior cuidado para evitar acidentes! Uma das mais belas tradições de Beltane é o MAYPOLE, ou MASTRO DE FITAS. Trata-se de um mastro enfeitado com fitas coloridas. Durante um ritual, cada membro escolhe uma fita de sua cor preferida ou ligada a um desejo. Todos devem girar trançando as fitas, como se estivessem tecendo seu próprio destino, colocando-nos sob a proteção dos Deuses. É costume em Wicca jamais se casar em Maio, pois esse mês é dedicado ao casamento do Deus e da Deusa.

Litha – Solstício de Verão (21 de Junho)

Nesse dia o Sol atingiu a sua plenitude. É o dia mais longo do ano. O deus chega ao ponto máximo de seu poder. Este é um dia de grande poder mágico e é tradicionalmente usado para o lançamento de rituais de ajuda, engrandecimento  e compaixão. É hora de pedirmos coragem, energia e saúde. Um dia de celebração do próprio senso de humor.
Mas não devemos nos esquecer que, embora o Deus esteja em sua plenitude, é nessa hora que ele começa a declinar. Logo Ele dará o último beijo em sua amada, a Deusa, e partirá no Barco da Morte, em busca da Terra do Verão. Da mesma forma, devemos ser humildes para não ficarmos cegos com o brilho do sucesso e do Poder. Tudo no Universo é cíclico, devemos não só nos ligarmos à plenitude, mas também aceitar o declínio e a Morte. nesse dia, costuma-se fazer um círculo de pedras ou de velas vermelhas. Queimam-se flores vermelhas ou ervas solares (como a Camomila) juntamente com os pedidos no Caldeirão.

Lamas – Lughnasad ou Festa da Colheita (01 de Agosto)

Lughnasad era tipicamente uma festa agrícola, onde se agradecia pela primeira colheita do ano. Lugh é o Deus Sol. na Mitologia Celta, ele é o maior dos guerreiros, que derrotou os Gigantes, que exigiam sacrifícios humanos do povo. A tradição pede que sejam feitos bonecos com espigas de milho ou ramos de trigo representando os Deuses, que nesse festival são chamados Senhor e Senhora do Milho. Nessa data deve-se agradecer a tudo o que colhemos durante o ano, sejam coisas boas ou más, pois até mesmo os problemas são veículos para a nossa evolução. O outro nome do Sabá é Lammas, que significa “A Massa de Lugh”. Isso se deve ao costume de se colher os primeiros grãos e fazer um pão que era dividido entre todos. Os membros do Coven devem fazer um pão comunitário, que deverá ser consagrado junto com o vinho e repartido dentro do círculo. O primeiro gole de vinho e o primeiro pedaço de pão devem ser jogados dentro do Caldeirão, para serem queimados juntamente com papéis, onde serão escritos os agradecimentos, e grãos de cereais. O boneco representando o Deus do milho também é queimado, para nos lembrar de que devemos nos livrar de tudo o que é antigo e desgastado para que possamos colher uma nova vida.
Porém a parte mais importante desse dia é que é momento de cobrar a dívida com rituais de destruição, maldições e vingança.
A pessoa ou o grupo de pessoas que tem sido um obstáculo e uma malefício terá hoje um dia especial para receber a vingança a moda Wiccan, Por meio de rituais seremos o lei do três voltando para quem a quebrou, só desta forma estaremos livre de mal retornos. Rituais especificos serão dados mais adiantes porem devem sempre ser usados com a consciencia da justiça, ou o feitiço voltará para você multiplicado por três. O Altar é enfeitado com sementes, ramos de trigo, espigas de milho e frutas da época.

Mabon – Equinócio de Outono (21 de Setembro)

No Panteão Celta, Mabon, também conhecido como Angus, era o Deus do Amor. Nessa noite devemos pedir harmonia no amor e proteção para as pessoas que amamos. Está é a segunda colheita do ano. O Altar deve ser enfeitado com as sementes que renascerão na primavera. O chão deve ser forrado com folhas secas. O deus está agonizando e logo morrerá. este é o Festival em que devemos pedir pelos que estão doentes e pelas pessoas mais velhas, que precisam de nossa ajuda e conforto. Também é nesse festival que homenageamos os nossos Antepassados, queimando papéis com seus nomes no Caldeirão e lhes dirigindo palavras de gratidão e bênçãos. Os feitiços de ajuda social e amorosa são especialmente feitos nesta noite.

Samhain – Halloween ou Dia das Bruxas (31 de Outubro)

Este é um dos mais importante de todos os Festivais, pois, dentro do círculo, marca tanto o fim quanto o início de um novo ano. Nessa noite, o véu entre o nosso mundo e o mundo dos mortos se torna mais tênue, sendo o tempo ideal para nos comunicarmos com os que já partiram. os Wiccans não fazem rituais para receber mensagens dos mortos e muito menos para incorporar espíritos. O sentido do Halloween é nos sintonizarmos com os que já partiram para lhes enviar mensagens de amor e harmonia. A noite do Samhain (pronuncia-se SOUEN) é uma noite de alegria e festa, pois marca o início de um novo período em nossas vidas, sendo comemorado com muito ponche, bolos e doces. A cor do sabá é o negro, sendo o Altar adornado com maçã, o símbolo da Vida Eterna. O vinho é substituído pela sidra ou pelo suco de maçã. deve-se fazer muita brincadeiras com dança e música. Os nomes das pessoas que já se foram são queimados no Caldeirão, mas nunca com uma conotação de tristeza! No Altar e nos Quadrantes não devem faltar as tradicionais Máscaras de Abóbora com velas dentro.Antigamente, as pessoas colocavam essas abóboras na janela para espantar os maus espíritos e os duendes que vagavam pelas noites do Samhain. Essa palavra significa “Sem Luz”, pois, nessa noite, o Deus morreu e mundo mergulha na escuridão. A Deusa vai ao Mundo das Sombras em busca do seu amado, que está esperando para nascer. Eles se amam, e, desse amor, a semente da luz espera no Útero da Mãe, para renascer no próximo Solstício de Inverno como a Criança da Promessa.

Conclusão

Candlemas, Beltane, Lammas e Samhain são Grandes Sabás, enquanto os Solstícios e Equinócios são Pequenos Sabás. A Roda continua a girar para sempre. Assim, não há motivo para tristezas, pois aqueles que perdemos nessa vida irão renascer, e, um dia, nos encontraremos novamente, nessa jornada infinita de evolução. Lembran

As datas fornecidas acima são do Hemisfério Norte. Muitas pessoas preferem adaptá-las ao nosso hemisfério, mudando a ordem dos Sabás. Outras já acham que se deve manter a tradição e seguir as datas da Europa. Isso depende do gosto de cada um, mas, no Brasil, não existem quatro estações, sendo que muitas regiões têm um Verão permanente ou uma estação chuvosa, o que torna bem difícil adaptar os Sabás aos aspectos da Natureza. Eu prefiro seguir as datas tradicionais e homenagear certos s aspectos da Natureza no Altar. Por exemplo, se eu comemoro o Equinócio do Outono em Setembro, que para nós seria Primavera, eu coloco algumas flores da época no Altar em homenagem à Natureza, mas sigo os aspectos do Equinócio de Outono durante o Ritual. Para dizer a verdade, eu acho muito estranho se comemorar Beltane em 31 de Outubro, quando é dia das Bruxas, mas isso depende da vontade de cada um. Eu penso que os Wiccans comemoravam esses Sabás na mesma data há milhares de anos! Já pensou se cada país comemorasse o Natal num dia? Se perderia a Universalidade da data! O Lugar onde realizamos nossos rituais é um espaço consagrado entre os mundos, portando, dentro dele podemos criar o tempo e o espaço que quisermos!

 

Postagem original feita no https://mortesubita.net/paganismo/a-roda-do-ano/

Feliz Ano Novo, Rosacruzes!

Nesse dia 20 de março de 2017, iniciou-se um novo ciclo para os Rosacruzes de todo planeta. O sol em sua trajetória pelo zodíaco cruza a Linha do Equador Terrestre, e assinala o equinócio de outono no hemisfério sul, e o equinócio da primavera no hemisfério norte e marca a saída do signo de Peixes, o último do Zodíaco, para o de Áries, o primeiro.

Os raios do Sol incidem nos hemisférios Norte e Sul de forma igual (daí o nome “equinócio”) e o dia e a noite se equilibram, tendo 12 horas cada.

Este momento de harmonia da Natureza, que dá fim ao Inverno no Norte e ao Verão no Sul, marca o Ano Novo Zodiacal. É como se fosse um réveillon astrológico, ideal para você começar uma nova fase com o pé direito. Um grande número de sociedades, mantém a milenar tradição de comemorar o Ano Novo no mês de março, ocasião em que tomam deliberações para o período seguinte, e em singular cerimônia, assumem o compromisso de manter os elevados ideais, bem como o de servir altruisticamente à humanidade.

A comemoração do ano novo é feita através do ritual de Ano Novo Rosacruz, que faz parte do Calendário Anual Permanente de Cerimônias Especiais Rosacruzes e deve celebrado na Convocação Ritualística mais próxima do Equinócio.

A cerimônia é organizada em duas partes. A primeira comemora o simbolicamente a vida, e a segunda, instala os novos oficiais ritualísticos e administrativos, para a nova gestão.

A todos os novos oficiais, os nossos mais sinceros votos de sucesso, que o Deus do nosso coração vós ilumine com luz, vida e amor.

E para todos os Rosacruzes, nossos votos são para que neste novo ano, possamos todos evoluir e que o caminhar na Senda nos traga mais sabedoria, saúde e amor.

Com os mais sinceros votos de paz,

A Paz mais Profunda,

Quero desejar para todos, Rosacruzes ou não,

Raul Tabajara

#rosacrucianismo #Rosacruz

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/feliz-ano-novo-rosacruzes

KalaKakra: magia sexual em grupo

Excerto de Magia Moderna de Donald Michael Kraig

Tradução: Yohan Flaminio

Você pode ter ouvido falar do KalaKakra e seu ritual de magia sexual em grupo. Se você e alguns amigos têm praticado o material destas lições e desejam experimentar o ritual que apresentarei a seguir, você pode adotar a atitude dos tântricos. É muito improvável que todos vocês pareçam ter saído das páginas da Playboy ou da GQ. Você deve ser capaz de ver a beleza, a Divindade, a “semelhança de Deus ou Deusa” dentro de todos nós. Devido à sociedade e ao impacto do cinema e da televisão, é duvidoso que um grupo de dez homens e mulheres pudesse fazer isso. Portanto, sugiro começar com este exercício preliminar.

Este exercício deve ser feito com um mínimo de três homens e três mulheres. Cinco ou mais de cada sexo seriam preferíveis. Em uma grande sala, deixe estar uma das mulheres e todos os homens. Deve haver uma cadeira confortável no centro, onde se senta a mulher. Os homens sentam-se em almofadas em círculo ao redor da mulher. Todos deveriam estar nus. As outras mulheres devem sentar-se fora do círculo no escuro e podem ou não estar vestidas.

Por predeterminação, deixe uma pessoa fazer o RMBP e outra fazer o RBH. Rituais semelhantes, embora de sabor hindu, eram praticados pelos antigos tântricos. Agora, um de cada vez, deixe cada homem adorar a mulher no centro do círculo. Pois ela, como todas as mulheres, é a personificação do aspecto feminino do Divino. Cada um pode adorá-la à sua maneira. Você pode dançar ou cantar em sua homenagem. Você pode lavar suas mãos e pés ou acariciá-la. E sim, isso implica tocar ou beijar os seios e genitais. No entanto, deve ser tratado na forma de adoração e reverência, não mero sexo. Outras formas de adoração incluem cantar seu nome repetidamente, dar-lhe presentes, dar-lhe comida, esfregá-la com óleos perfumados, etc. Se ela ficar sexualmente excitada, isso deve ser visto como um sinal de favor da deusa que ela é. Feche com o RMBP.

Agora, sem dizer nada, repita todo o exercício com um dos homens no centro e todas as mulheres, agora nuas, na roda. Ele deve ser adorado como o aspecto masculino do Divino. O resto dos homens pode esperar na escuridão fora do círculo, como as mulheres faziam antes. O homem não deve ser o namorado, amante regular, companheiro ou marido da mulher que estava anteriormente no meio do círculo.

Assim que terminar, deixe que todos se vistam e, em seguida, reúnam-se em um círculo e discutam seus sentimentos. Atenção

 

especial deve ser dada aos sentimentos, expressões e ações das pessoas que estavam na cadeira, representando os papéis da deusa e do deus, e seus parceiros românticos regulares (se houver). Existe ciúme ou raiva? Essas emoções estão escondidas logo abaixo da superfície? Se for assim, essas pessoas devem trabalhar seus sentimentos ou aceitar que atualmente não foram feitas para este tipo de trabalho mágico. Na semana seguinte, esse exercício ritual deve ser repetido com um homem e uma mulher diferentes. Eventualmente, isso deve ser feito com cada uma das mulheres e homens do grupo.

Os antigos tântricos não tinham nada exatamente como isso, mas tiveram anos de treinamento sob o olhar atento do professor e mestre tântrico. Somente quando o professor decidiu que um aluno estava pronto para participar do ritual KalaKakra esse aluno teria permissão para participar. Como você provavelmente não tem um mestre de Tantra por perto, o exercício acima ajudará a eliminar aqueles que não estão emocionalmente preparados para o trabalho em grupo. Isso não os torna maus ou imaturos. Significa meramente que neste momento eles não estão psicologicamente e / ou emocionalmente prontos para realizar este tipo de trabalho mágico. Se um membro de um casal não estiver pronto para participar, ambos devem ser excluídos.

Vamos supor que você tenha cinco homens e cinco ou mais mulheres prontas para fazer o ritual KalaKakra. Pode haver mais mulheres, visto que são vistas como iniciadoras e instrutoras e podem ajudar os casais no ritual. Tenha um quarto sem móveis, mas cheio de travesseiros e mantas. Se for inverno, certifique-se de que a sala tenha bastante calor. Que haja incenso, luz de velas e flores, comida, vinho e água fria. Que haja também brinquedos eróticos, como óleos perfumados, penas e coisas peludas e macias. Deixe todos os alimentos em pedaços pequenos. Deixe a música suave encher o ar.

Que haja dois outros quartos, um vestiário para as mulheres e outro para os homens. Deixe cada um mudar para roupas especiais. Para os homens, camisas camponesas largas e grandes e calças com elástico gastas ou com cordão são excelentes. Anéis e colares são apropriados, assim como pequenos sinos nas roupas e nas joias. O mesmo é verdade

 

para as mulheres. Roupas transparentes também são apropriadas. Homens e mulheres podem aplicar maquiagem e até pinturas corporais exóticas para exagerar sua sexualidade. Um exemplo disso pode ser adicionar um pouco de cor vermelha às aréolas ao redor dos mamilos. Hoje, muitos homens e mulheres fazem a barba ou aparam os pelos púbicos e talvez você queira fazê-lo. Use também pequenas gotas de diferentes óleos perfumados em vários pontos do corpo, de modo que um nariz viajante possa encontrar diferentes aromas onde quer que vagueie. Todas as mulheres devem usar sapatos macios que sejam facilmente identificáveis entre si.

Deixe os homens entrarem primeiro na sala principal e fazerem o RMBP e o RBH. Depois de fazer isso, um homem deve pegar a faca usada para o RMBP e tocar sua ponta no chão à direita da porta pela qual as mulheres entrarão. Ele deve então elevar a lâmina o mais alto que puder alcançar e movê-la por cima da porta e descer até o chão à esquerda da porta. Ele, portanto, “abriu uma porta” no círculo mágico para permitir a entrada das mulheres. Uma batida na porta será um sinal para que o façam e, uma vez que entrem no círculo, as ações do homem com a faca devem ser revertidas para que o círculo seja fechado.

Os homens devem sentar-se perto da borda do círculo. As mulheres devem caminhar ou dançar no sentido horário ao redor do círculo. Eles podem rir, falar ou cantar – o que quiserem. Os homens não podem usar as mãos de forma alguma. As mulheres podem alimentar os homens, beijá-los, dar-lhes vinho ou água para beber, mas os homens não podem usar as mãos. Isso geralmente leva a muitas risadas e frivolidade, um presente agradável dos deuses do Tantra. As mulheres não devem ficar muito tempo com nenhum homem.

Isso pode durar o tempo que você quiser, embora quanto menor o número de participantes, mais curto será. Normalmente, há um mínimo de meia hora. Em seguida, as mulheres devem tirar um dos sapatos e colocá-lo no centro da área. Outros artigos também podem ser usados, como brincos, sutiãs, etc. Desde que a mulher possa identificá-lo como seu e que todas as mulheres ponham o mesmo tipo de objeto: ou seja, não se deve colocar calçado se todos os outros vão colocar brincos. Ao

 

fazer isso, as mulheres devem formar um pequeno círculo em torno de sua coleção de itens para que os homens tenham dificuldade em identificar quais mulheres colocam o quê. Em seguida, todos os itens devem ser misturados. Ao terminar, as mulheres devem encontrar lugares para se sentar na borda do círculo enquanto os homens se levantam.

Agora que as mulheres se divertiram, é a vez dos homens. Eles também circulam pela roda alimentando as mulheres e dando-lhes vinho ou água para beber. Quando isso termina, os homens vão para o centro do círculo e olham para fora enquanto dão as mãos. Uma mulher bate palmas enquanto os homens andam em círculo no sentido horário em torno dos itens deixados pelas mulheres (mais sobre a mulher que bate palmas, mais tarde). Quando as palmas param, cada homem chega atrás de si e, sem olhar, pega um item da coleção. Então, mais uma vez, os homens percorrem o círculo tentando determinar de quem são os itens. As mulheres podem, de brincadeira, tentar esconder o fato de que um item pertence a elas, e os homens podem tentar descobrir de forma divertida se um item pertence a uma determinada mulher. Isso pode ser especialmente divertido se o item for um sutiã ou calcinha de mulher. Mas não deve haver força ou violência. Finalmente, quando o homem descobrir a quem pertence o item, ele deve se sentar à direita dela.

Assim se formam os casais. Eles devem agora, como pares, alimentar um ao outro, conversar, brincar e rir e, eventualmente, beijar- se com ternura e amor, embora não muito apaixonadamente. Depois de algum tempo nisso, o homem finalmente diz a sua parceira,

Deusa, você é minha esta noite.

Tu és minha esposa até amanhecer.

Ao que ela responde,

Deus, tu és meu, esta noite.

Tu és meu marido até amanhecer.

 

Agora, os beijos e carícias e o uso de brinquedos eróticos podem aumentar e as roupas podem gradualmente se soltar. A partir daqui, há três alternativas:

  1. Quando a relação sexual começa, o casal deve assumir uma postura confortável e não forçar. Eles devem sincronizar sua respiração até que tenham a experiência do MahaTantra e atinjam o
  2. Percebendo que as divindades do Tantra apreciam as energias do amor, o casal pode ter relações sexuais ativas prolongadas (com muitas investidas) em homenagem aos
  3. Quando terminar, cada casal pode dormir ou descansar juntos e pode repetir a opção 1 ou 2 até que esteja claro lá Ao amanhecer, o RMBP e o RBH devem ser repetidos e todos devem retornar aos vestiários, se vestir e voltar para suas casas.
Notas sobre este ritual
  1. Deve começar à meia-noite e terminar ao
  2. A menos que você escolha seu parceiro regular para o ritual KalaKakra, você não deve procurar seu marido / esposa por uma noite para encontros sexuais futuros, a menos que ambos estejam
  3. Tradicionalmente, pode haver mulheres extras no círculo. Elas podem orientar as coisas (uma delas pode ser a mulher que bate palmas para marcar o tempo dos homens) e também ajudar os casais trazendo comida, bebida e brinquedos eróticos. Elas também podem acariciar e beijar os casais enquanto eles mantêm relações sexuais. No entanto, elas não mantêm relações sexuais com os casais, nem os casais devem procurar acariciar ou beijar essas No início do ritual elas são tratadas como as outras mulheres enquanto os homens circulam pela roda, alimentando as mulheres e brincando com elas.
  4. O método de escolha de parceiros fornecido aqui é tradicional. Outra maneira é fazer com que as mulheres formem um círculo

 

permanente dentro de um círculo formado pelos homens. Então, uma mulher bate palmas, enquanto os círculos se movem em direções opostas – as mulheres se movem no sentido horário e os homens no sentido anti-horário, ou vice-versa. Quando as palmas param, cada pessoa se torna um casal com o membro do sexo oposto mais próximo dela.

  1. Na Índia, era ilegal fazer sexo com outra pessoa que não fosse seu cônjuge. Para contornar isso e ainda ter uma escolha aleatória e livre de parceiros, eles se declarariam casados por uma
  2. Embora isso seja baseado em um antigo ritual tântrico, nem todos os tântricos o Da mesma forma, a maioria dos protestantes não adora da mesma forma que os católicos. Portanto, se alguém lhe disser que é tântrico e não pratica esse tipo de ritual, pode ser verdade. Mas descubra a tradição tântrica a que pertencem e quem os iniciou no tantra. Provavelmente, eles falam com pouco conhecimento.

Este é um ritual muito perigoso! Muitos bons relacionamentos terminaram por causa disso. Ou, mais apropriadamente, muitos relacionamentos que pareciam bons terminaram após esse ritual porque o relacionamento não era realmente estável, nem seguro, nem pronto para lidar com a liberdade do KalaKakra. Devido a este possível perigo, se você ou qualquer leitor tentar este ritual, nem o autor, editor ou distribuidores deste curso serão responsáveis pelo resultado.

Se você tiver alguma dúvida depois de tentar o exercício preliminar, não faça este ritual! O ritual do KalaKakra foi incluído principalmente para fins de completude e para pessoas que são capazes de lidar com tanta liberdade.

Mas assim como aqueles de vocês que praticaram magia cerimonial em um grupo, sem dúvida descobriram que um número maior de pessoas aumenta o poder do ritual, então, também, aqueles que praticam esta versão do ritual KalaKakra encontrarão a proximidade de outros fazendo sexo, a magia aumentará suas próprias habilidades e sucesso.

Postagem original feita no https://mortesubita.net/magia-sexual/kalakakra-magia-sexual-em-grupo/