Yu Yu Hakusho

Quem tem mais de 30 anos lembra com carinho especial esse ótimo desenho animado japonês (Anime) que passava na falecida Rede Manchete, com uma dublagem excelente (e olha que eu odeio dublagem) e personagens carismáticos e profundos. Diria até que foi Yuyu que me fez expandir minha visão espiritual para além do mundo ocidental/espírita e lembrar que a interação com os mortos é algo tão comum para certas culturas que pode até passar despercebido pra alguém de fora.

Abaixo uma espécie de FAQ feito originalmente por Melinda Miller, que traduzi e adaptei em julho de 97 pra minha homepage. Considerando que o mangá está nas bancas, e (ao que parece) o desenho ainda passa em TV paga, serve como chamariz para as crianças irem se acostumando com o Reikai e os adultos com o Anime. 😉

O QUE O TÍTULO SIGNIFICA??

Consiste de 4 Kanji (Caracteres chineses), que não significam muito em sua disposição atual:

Yuu – tímido, pálido, fantasmagórico

Yuu – enclinar-se, relaxar, brincar

Hakusho – papel branco, relatar, informar

Pode ser traduzido como “Informe poltergeist”, mas “Relato de Atividades espirituais” parece ser mais adequado. (Nota: O primeiro yuu é o mesmo caractere do nome de Yuusuke Urameshi. Fantasmagórico, hein? 😉

TERMOS USADOS NO DESENHO:

Youkai – O que a nossa tradução chama de monstro (o que é um tanto agressivo) ou demônio, os japoneses usam para definir qualquer criatura sobrenatural (espírito não-exatamente-humano), sem nenhuma conotação pejorativa. You significa “encantador”, referindo-se ao encanto do sobrenatural; é uma palavra que pode ser usada junto a outros ideogramas que representem criaturas sobrenaturais simplesmente para reforçar essa natureza, ou pode ser usada como o adjetivo “sobrenatural”. Assim, temos You-kai = aparição, visão, fantasma ou espectro. Kai sozinho já significa “aparição/visão”, mas com You seu significado fica mais abrangente. As duas palavras referem-se a todos os espíritos e criaturas sobrenaturais, não apenas demônios.

Rei – Este Kanji basicamente significa “espírito; alma “. O Rei é parte da famosa arma “dedinho” de Yusuke, o Rei Gun. Também é o nome da espada do Kuwabara, o Rei Ken, e está presente também no chapéu da Genkai, em Kanji.

-Kai – Um sentido deste caractere é basicamente “mundo”. Aparece em “Rei-kai” (espírito + mundo = mundo espiritual), “Ma-kai” (demônio + mundo = inferno), entre outros.

O Mundo dos Humanos (Nin-gen-kai) é o que conhecemos. A Ki (energia) característica desse mundo é chamada de Ki Espiritual (Reiki).

O Mundo dos Demônios (Makai) representa as Trevas, Inferno, ou o que no espiritismo chamamos de umbral. Seu ambiente caótico é preenchido por uma Ki viciosa que exala uma fragrância pútrida, chamada de Ki Sobrenatural (You-ki).

O Mundo dos Espíritos ou Plano Astral (Reikai), por sua vez, representa a Luz. É um mundo de equilíbrio e ordem habitado por seres benevolentes. É a fonte da chamada Ki do Brilho Sagrado (Sei-kou-ki), o poder absoluto e pleno. É no Mundo dos Espíritos que os mortos dos planos materiais são julgados e enviados ao Inferno merecido (Ji-goku).

MITOLOGIA JAPONESA E ASPECTOS CULTURAIS:

Yuyu Hakusho faz diversas referências ao obscuro (pro ocidente) mundo da mitologia oriental. Sei que há muito mais referências no desenho do que as que eu explico aqui, mas creio que isso já é um bom começo:

KITSUNE: Raposa, em japonês. Nas lendas japonesas, as raposas são cheia de artimanhas e mestras da ilusão. Elas rapidamente se vingam de quem as faz mal ou as perturbam de algum modo. Entretanto, elas podem ser generosas com quem as fizer algum favor. No desenho, Kurama é um Youko (basicamente um espírito de raposa) que costumava ser um famoso ladrão, até que um dia um caçador o feriu seriamente, e ele teve que ir para o mundo dos humanos se recuperar. Lá, nasceu como uma criança humana (de nome Suichi Minami) e ficou eternamente grato à sua mãe terrena pelo carinho da acolhida, carinho esse que ele extendeu à raça humana. Kurama domina e transforma em armas mortais uma variedade de plantas, mas seu verdadeiro poder só se manifesta em ocasiões especiais, que nem mesmo ele controla. É quando Youko domina sua personalidade (antes pacífica e gentil) e se transforma em um poderoso combatente.

ONI: Nome atribuído a monstros sobrenaturais em geral, como ogros, duendes, trolls, fantasmas e demônios. Vampiro e Zumbi são palavras compostas por Oni mais alguns outros kanjis, que passa a ser pronunciado Ki. Um vampiro (como a Miyu) é chamado Kyuu-ketsu-ki (monstro sanguessuga) e zumbi fica Fu-ga-ki (monstro faminto pútrido) ou apenas Ga-ki (monstro faminto). Duende tem um nome específico: Obake. Em Yuyu os Onis geralmente aparecem em pele de tigre, possuem chifres, grande boca e garras afiadas. O ajudante de Koenma é um Oni. E também aquele primeiro monstro que o Yusuke derrotou, o bicho que roubou a bola ágape e que sugava a alma das criancinhas.

SUZAKU, SEIRYU, BYAKO e GENBU: Na mitologia Chinesa, esses quatro são as personificações das quatro grandes bestas. Essas bestas são: pássaro, dragão, tigre e tartaruga. Esses quatro dividem o céu e o Zodíaco entre eles. O pássaro no Sul, e sua cor é vermelha. O dragão no leste, azul; a tartaruga no Norte, preto; e o tigre no oeste, branco. Eles aparecem quando finalmente Yusuke, Hiei, Kuwabara e Kurama se juntam. Enquanto Botan cuida de uma infestação de insetos na terra, eles vão lutar contra as quatro bestas no mundo espiritual.

ESPELHO, ESPADA e JÓIA: Esses três itens fazem parte das insígnias reais. Nenhum imperador pode ser coroado sem estes três itens. Na lenda, o Espelho das Trevas (Ankoku Kyou) foi presenteado ao primeiro imperador japonês por Amaterasu, assim como a Gema do Fantasma Faminto (Gaki Dama). A Espada da Magia Rendedora (Kouma no Ken) foi tirada da cauda de um dragão, por Susanoo, e depois dada à família imperial. No desenho, estes foram os itens roubados por Kurama e Hiei, dissidentes do mundo espiritual, bem no começo da aventura. Tais elementos (e personagens) também foram usados no Anime Fushigi Yugi.

ENMA DAIOH: O senhor e juiz da morte, segundo a tradição japonesa. O nome Enma vem do chinês Yanmo, tradução antiga de Yama, que é o nome do Deus da Morte hindu. É o pai do baixinho Koenma, aquele nenezinho invocado 🙂

MONTE HIEI e MONTE KURAMA: Montanhas da área de Kyoto. Tudo o que eu sei sobre o Monte Kurama é que há um importante (mas não muito mencionado) festival que acontece lá em outubro. Muito mais é sabido sobre o Monte Hiei. É uma das mais importantes montanhas do Japão. Fica no Norte, e acredita-se que nela há um portal pelo qual os Youkais (“demônios”) entram no nosso mundo. Por causa disto, há um grande número de templos aos pés do monte, sendo o mais importante deles o Enryakuji.

#Arte

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/yu-yu-hakusho

RICH Economy: O Desemprego como Meta Econômica

“As pessoas podem gastar tanto tempo somente fazendo sexo, fumando drogas, e assistindo TV, que depois de um tempo elas ficam entediadas…”

Se há uma proposição que ultimamente ganha o consentimento de quase todo mundo, é que precisamos de mais empregos. “A cura para o desemprego” é prometida, ou convictamente buscada, por todo pensador desde Jimmy Carter até o Partido Comunista Americano, de Ronald Reagan até o cabeça do departamento de economia da universidade local, dos Birchers até a Nova Esquerda.

Eu gostaria de desafiar essa idéia. Eu não acho que exista, ou que venha a haver algum dia, uma cura para o desemprego. Proponho que o desemprego não é uma doença, mas o reflexo natural do bom funcionamento de uma sociedade tecnologicamente avançada.

A direção inevitável de qualquer tecnologia, e de qualquer espécie racional tal como o Homo sapiens, aponta rumo ao que Buckminster Fuller chama efemeralização, ou fazer-mais-com-menos.  Por exemplo, um computador moderno faz mais (lida com mais bits de informação) com menos hardware do que um protocomputador dos anos 40 e 50. Um trabalhador, com uma moderna máquina de escrever, faz mais em uma hora que mil escribas medievais copiando à mão pergaminhos em um século. A fissão atômica faz mais com um centímetro cúbico de matéria do que todos os engenheiros do século 19 poderiam fazer com uma tonelada, e nem preciso citar a fusão nuclear.

Desemprego não é uma doença, logo não possui “cura”.

Esta tendência em direção à efemeralização – ou fazer-mais-com-menos – é baseada em dois fatores principais:

A incrementação-associativa, um termo cunhado pelo engenheiro C.H.Douglas, que simplesmente significa que quando nós combinamos nossos esforços nós podemos fazer mais do que a soma do que cada um de nós faria separadamente. Cinco pessoas interagindo sinergéeicamente podem levantar um pequeno carro, mas se cada um dos cinco tentasse separadamente, o carro não se moveria. Como a sociedade se desenvolveu de pequenos bandos, para grandes tribos, para federação de tribos, para cidades-estados, para nações, para alianças multinacionais, o incremento-associativo cresce exponencialmente. Um caçador da idade da pedra não poderia construir o Parthenon; uma cidade-estado renascentista não poderia colocar Neil Armstrong na Lua. Quando o incremento-associativo cresce, dentro de grandes unidades sociais, o fazendo-mais-com-menos se torna crescentemente possível.

e

O próprio conhecimento é inerentemente auto-argumentativo. Cada descoberta “sugere” novas descobertas; toda inovação provoca mais inovações. Isso pode ser visto concretamente, nos arquivos do Cartório de Patentes de qualquer país, onde você encontrará mais patentes registradas em dado ano do que patentes no ano anterior. O que vemos é uma curva em ascensão que parece ir ao infinito. Se o inventor A pode fazer uma cadeira, com 20 partes moveis, o inventor B poderá construir uma com 10 partes. Se a tecnologia de 1900 pode lidar com 100 ergs de Qualquercoisisse, a tecnologia de 1950 pode lidar com 1000. Novamente, a tendência é sempre em direção a fazer-mais-com-menos.

O desemprego é diretamente causado por essa capacidade tecnológica de fazer mais com menos. Milhares de padres foram tecnologicamente desempregados por Gutenberg.  de ferreiros foram tecnologicamente desempregados pelo Modelo T da Ford. Cada aparelho que faça-mais-com-menos faz do trabalho humano muito menos necessário.

Aristóteles disse que a escravidão só poderia ser abolida quando as máquinas fossem construídas para se auto-operarem. Trabalhos em troca de salários, o equivalente moderno para escravidão – muito precisamente chamado “escravidão assalariada” pelos críticos sociais – está em processo de serem abolidos justamente por tais máquinas autoprogramáveis. De fato, Nobert Wiener, um dos criadores da cibernética, alertou nos idos de 1947, que poderia haver um desemprego massivo uma vez que a revolução dos computadores realmente comece.

É argumentável, e eu como qualquer um posso também argumentar, que a única razão para o qual a predição de Wiener ainda não foi completamente realizada – embora nós estajmos vivendo um cenário onde o desemprego está em ascensão contínua – é que as grandes uniões, as corporações e o governo trabalham juntos para atrasar o passo da “cibernetização”, para retardar seus passos e manter o pé no freio da economia. Isto acontece porque todos eles ainda consideram o desemprego como uma “doença”, e não conseguem imaginar uma “cura” para o índice quase absoluto de desemprego que uma cibernetização criará.

Suponha, por um momento, que nós desafiemos esta conjectura calvinista. Vamos considerar o trabalho assalariado – como a maioria das pessoas, de fato, considera – como uma maldição, um retardamento, uma irritação, uma barreira que permanece entre nós e o que nós realmente gostaríamos de fazer. Neste caso, seu emprego é uma doença e o desemprego é a cura.

“Mas sem trabalho assalariado todos nós ficaríamos famintos até a morte! Não ficaríamos?”

Não realmente. Muitos pensadores sociais visionários sugeriram planos inteligentes e plausíveis para se adaptar a uma sociedade de crescente desemprego. Aqui estão alguns exemplos.

 

O Dividendo Nacional

Isso foi inventado pelo engenheiro C.H.Douglas e foi revivido com algumas modificações pelo poeta Ezra Pound e pelo designer Buckminster Fuller. A idéia básica (Embora Douglas, Pound e Fuller diferem nos detalhes) é que cada cidadão deveria ser declarado como acionista na nação, e deveria receber dividendos do Produto Nacional Bruto pelo ano contado. Estimativas diferem no quanto cada cidadão deveria receber, mas com o nível atual do PIB é bem conservador dizer que estes dividendos seriam bem maiores do que os previdenciários recebem – pelo menos umas cinco vezes maiores.

Críticos reclamam que isso causaria uma super-inflação. Defensores do Dividendo Nacional retrucam que o dividendo só seria inflacionário se a distribuição for maior do que o PIB; e eles estão apenas propondo a distribuição de um valor igual ao PIB.

 

A Renda Anual Garantida.

Esta idéia foi instigada pelo economista Robert Theobald e outros. O governo poderia simplesmente estabelecer um pagamento acima da linha de pobreza e garantir que nenhum cidadão receberia menos; se seus salários caírem abaixo desse nível, ou você não tiver salário, o governo banca a diferença. Este plano irá definitivamente custar menos do que o atual sistema de Seguridade Social, com todas as suas redundâncias burocráticas: um ponto muito considerado pelos conservadores – que estão sempre reclamando sobre os altos custos da previdência. Isto também pouparia os recebedores de humilhação, degradação e desumanização, que fazem parte do presente sistema de Seguridade Social: um ponto para os liberais considerarem. Um sistema que é mais barato do que a Seguridade Social e também menos degradante aos pobres, me parece, não deveria encontrar oposição de ninguém, a não ser de sádicos hardcore.

Renda Básica de Cidadania

Neste cenário, cada cidadão teria direito a uma renda custeada pelo estado, mesmo se não quer trabalhar de forma remunerada, e ainda sem levar em consideração se é rico ou pobre e independentemente de outras possíveis fontes de renda. (Isso já existe e no Brasil é defendido com unhas e dentes pelo senador Eduardo Suplicy.)

O Imposto de Renda Negativo

Foi primeiramente planejado pelo economista vencedor do premio Nobel Milton Friedman, é uma variação menos radical das idéias acima. O imposto de renda negativo estabeleceria um mínimo de renda para cada cidadão; alguém que tivesse uma renda abaixo deste nível receberia uma quantia necessária para trazê-lo ao padrão. Friedman, que é algumas vezes chamado de conservador, mas prefere se chamar de libertário, aponta que isso custaria “ao governo” (i.e.aos contribuintes) menos que o atual sistema de Seguridade Nacional, assim como a renda anual de Theobald. Isto também acabaria com a última gota de humilhação associada com a “caridade” governamental, já que quando você embolsa um cheque do Imposto de Renda, ninguém (nem mesmo o gerente do banco onde você tem conta) terá como saber se o dinheiro era uma renda suplementar devida ao pobre ou uma restituição devida sobre pagamento das taxas do último ano.

 

The RICH Economy.

Isto foi arquitetado pelo inventor L. Wayne Benner (co autor com Timothy Leary de Terra II) em colaboração com este autor. È um programa de 4 estágios para reorganizar a sociedade para um futuro cibernético e de exploração espacial na qual estamos rapidamente adentrando. RICH significa (Rising Income through Cybernetic Homeostasis – Aumentando a Renda Através da Homeostase Cibernética)

Estágio I:
Reconhecer que a cibernetização e o desemprego massivo são inevitáveis e portanto encorajá-las. Isto pode ser feito oferecendo, por exemplo R$ 500.000,00 de recompensa para qualquer trabalhador que possa desenhar uma máquina que substituirá a si próprio e a todos que realizem o mesmo trabalho. Em outras palavras, ao invés de ser arrastado para a era cibernética gritando e socando tudo pela frente, nós deveríamos marchar à frente bravamente, considerando a Sociedade Sem-Trabalho como o maior acerto Utópico que a humanidade já viu.

Estágio II:

Estabelecer um ou outro, tanto o Imposto de Renda Negativo ou a Renda Anual Garantida. Desta forma o desemprego massivo causado pelo estágio I não atirará hordas de pessoas à degradação do atual sistema de previdência.

Estágio III:  

Gradualmente, experimentalmente, erguer a Renda Anual Garantida para o nível do Dividendo Nacional sugerido por Douglas, Bucky Fuller, e Ezra Pound, o qual deverá dar a cada cidadão o padrão de vida confortável próximo ao da classe média. A razão para que se faça isso gradualmente é em medida para pacificar aqueles economistas conservadores, que afirmam que o Dividendo Nacional é “inflacionário”, ou que poderiam destruir o sistema bancário por diminuir o valor dos juros para próximo de zero. E é argumento nosso que isso não acontecerá enquanto o total de dividendos distribuídos para a população não ultrapasse o valor do PIB, mas desde que isto é uma idéia revolucionária e controversa, seremos prudentes, nos permitimos aproximá-lo a passos curtos, levantando uma renda mínima talvez de 5 centavos por ano pelos primeiros dez anos. E depois que o desemprego massivo causado pela cibernetização – estágio I – ter produzido um excesso de consumismo, experimentalmente aumentar mais e mais rapidamente em direção ao Dividendo Nacional verdadeiro.
 

Estágio IV: Um massivo investimento em educação para adultos, por duas razões:

 

    1. As pessoas só conseguem gastar algum tempo vivendo de sexo, drogas e Televisão, depois de um tempo elas ficam entediadas. Esta é a principal objeção psicológica para uma sociedade sem trabalho, a resposta para isso é educar as pessoas para funções mais cerebrais do que foder, fumar maconha, ou assistir TV, ou a maioria dos trabalhos idiotas com que as pessoas estarão se entretendo.
    2. Haverá uma vasta quantidade de desafios e oportunidades nos confrontando nas próximas três ou quatro décadas, das quais as mais notáveis são aquelas colocadas por Tim Leary em seu slogan SMI²LE – Space Migration, Intelligence Increase, Life Extension – Migração Espacial, Aumento da Inteligência , e Extensão da Vida. A humanidade está para entrar em uma relação evolucionária completamente nova com relação ao espaço, tempo, e consciência. Nós não iremos mais estar limitados a um planeta, a uma vida curta que dure menos de um século e para o processo mental estereotipado e robótico pelo qual a maioria das pessoas são governadas. Todos merecem a chance, se eles quiserem, de participar do salto evolucionário chamado por Leary de “mais espaço, mais tempo, e mais inteligência para aproveitar espaço e tempo”.

Se acha essas propostas um tanto quanto “inocentes” ou “sonhadoras, tenha em mente que o PIB do Brasil é, de acordo com o FMI, é de 4,14 trilhões de reais – calculado em Abril de 2013. De acordo com o censo de 2011, o brasil tem 194.000.000 de habitantes.

Dividindo o PIB pelos nossos habitantes, você teria hoje um salário anual de pelo menos R$21.340,2 – ou um salário mensal de 1.778,35 (sem direito a 13º) para viver sem um emprego.

Pesquise os ARQUIVOS GALÁTICOS para um divertido conto sobre o futuro: “O primeiro passo do Presidente Hubbard em estabelecer a economia RICH foi oferecer uma recompensa de 50.000 por ano para qualquer trabalhador que possa desenhar uma maquina que poderá substituí-lo”.

O que eu estou propondo, em resumo, é que a Ética do Trabalho (encontre um Senhor para empregá-lo por salários, ou viva uma pobreza esquálida) é obsoleta. Uma nova Estética do Trabalho terá de surgir para substituir esta síndrome pré-histórica do escravo, do camponês, do servo, da prole, do trabalhador assalariado – a máquina humana de trabalho que não é exatamente mais uma pessoa mas, como Marx disse, “uma ferramenta, um autônomo”. Uma vez libertos dos papéis de “coisa” e “robos”, as pessoas aprenderão a se tornar completamente desenvolvidas, no senso do potencial de desenvolvimento humano. Eles não procurarão por trabalho por causa de necessidades econômicas, mas por necessidades psicológicas – como uma válvula de escape para seu potencial criativo.

(“Criatividade Potencial” não é uma ganeralização. Estou me referindo para a vontade inata de brincar, pensar, explorar e experimentar, demonstrada por toda a criança em seu processo mental antes de ser tolhida por uma educação autoritária e de ser condicionada a se tornar um robô programado a perseguir salários)

Como Bucky Fuller disse: o primeiro pensamento das pessoas, uma vez que elas são libertas do salário escravocrata, será ‘O que era aquilo em que eu estava tão interessado quando jovem, antes que me dizerem que eu deveria começar a viver?’ A resposta para essa questão, vinda de milhões e então de bilhões de pessoas livres de seu trabalho mecânico, fará a renascença parecer uma feira de ciências ou uma demonstração de arte na Vila Greenwich”.

Título Original: The RICH Economy. Do livro The Illuminati Papers.

Robert Anton Wilson. Tradução: Matheus Raszl

Postagem original feita no https://mortesubita.net/mindfuckmatica/rich-economy-o-desemprego-como-meta-economica/

Levítico: pedras não faltarão

Em agosto de 2011, na véspera da Parada do Orgulho Gay de Ribeirão Preto, a Justiça mandou retirar da rua um outdoor considerado homofóbico. O outdoor foi feito pela Casa de Oração de Ribeirão Preto e continha citações bíblicas, entre elas uma do livro de Levítico: “se também um homem se deitar com outro homem, como se fosse mulher, ambos praticaram coisa abominável…”.

Em sua decisão, o juiz que julgou o caso afirmou que “a Constituição Federal protege a conduta do réu de expor suas opiniões pessoais, mas, ao mesmo tempo, também protege a intimidade, honra e imagem das pessoas quando violadas”. Um dia antes da realização da parada gay em Ribeirão Preto, o outdoor foi retirado.

Nos diversos portais de notícias onde essa informação foi divulgada, podemos observar a habitual animosidade entre os defensores dos homossexuais, e os pretensos “defensores da liberdade de expressão”. Esses últimos costumam afirmar algo mais ou menos assim – o que pode se estender não somente para este caso, como para inúmeros outros:

Da mesma maneira que o homossexual tem o direito de viver sua vida como lhe apraz e os simpatizantes dessa conduta demonstrarem sua simpatia, também aqueles que não apoiam esse comportamento devem ter direito a voz e opinião, é simples assim, um peso e uma medida para todos. Parada gay pode, mensagem bíblica em outdoor não pode?

Costumam simpatizar com esse ponto de vista todos aqueles que pensam que “está na moda ser gay”, ou que “defender os gays agora é o politicamente correto”; ou ainda que “precisamos agora é de uma Parada do Orgulho Hetero!”. Se você por acaso também pensa assim, me desculpe, mas acho que precisará rever um pouco os seus conceitos…

Abra a bíblia, e leia

O Levítico é o terceiro livro do Antigo Testamento, cujo autor supostamente é Moisés, inspirado diretamente por Javé (Deus). Basicamente é um livro teocrático, isto é, seu caráter é legislativo; possuí ainda o ritual dos sacrifícios, as normas que diferenciam o puro do impuro, a lei da santidade e o calendário litúrgico entre outras normas e legislações que regulariam a religião. Obviamente, se trata de uma legislação compatível com um povo parcialmente nômade que sobrevivia nos desertos do Oriente Médio há mais de 2 mil anos atrás.

Se reparar bem, a mensagem do outdoor de Ribeirão Preto está incompleta, o versículo completo se lê assim: Quando também um homem se deitar com outro homem, como com mulher, ambos fizeram abominação; certamente morrerão; o seu sangue será sobre eles (Le 20:13).

Como podem ver, no deserto não haviam prisões e, infelizmente, o Deus de Moisés determinava que essas e outras “faltas” fossem punidas com a morte – não se sabe ao certo se pela mão dos homens, ou do próprio Deus.

Ocorre que, esta não é a única “falta” passível de tal punição. Existem muitas, muitas outras…

Algumas “faltas”, segundo o Levítico

– Tatuagens, nem pensar… Pelos mortos não dareis golpes na vossa carne; nem fareis marca alguma sobre vós (Le 19:28).

– É preciso muito cuidado com a forma que cortamos o cabelo… Não cortareis o cabelo, arredondando os cantos da vossa cabeça, nem danificareis as extremidades da tua barba (Le 19:27).

– A cada menstruação, passados 8 dias será necessário sacrificar dois pombos para a purificação da mulher… Quando, pois, o que tem o fluxo, estiver limpo do seu fluxo, contar-se-ão sete dias para a sua purificação […] E ao oitavo dia tomará duas rolas ou dois pombinhos, e virá perante o SENHOR, à porta da tenda da congregação e os dará ao sacerdote (Le 15:13-14).

– Comer carne de porco? Deus me livre… Também o porco, porque tem unhas fendidas, e a fenda das unhas se divide em duas, mas não rumina; este vos será imundo (Le 11:7).

– Muito cuidado antes de consultar um “feiticeiro” [1]… Quando alguém se virar para os necromantes e feiticeiros, para se prostituir com eles, eu porei a minha face contra ele, e o extirparei do meio do seu povo (Le 20:6).

– Mulher casada? Sai fora… Também o homem que adulterar com a mulher de outro, havendo adulterado com a mulher do seu próximo, certamente morrerá o adúltero e a adúltera (Le 20:10).

– Se por acaso acha sua sogra bonitinha, tire imediatamente este pensamento da cabeça… E, quando um homem tomar uma mulher e a sua mãe, maldade é; a ele e a elas queimarão com fogo, para que não haja maldade no meio de vós (Le 20:14).

Bem, acho que já deu para ter uma ideia do “problema” não? Repare, inclusive, que as 3 últimas “faltas” da lista acima foram retiradas praticamente da mesma página onde se encontra o versículo do outdoor.

Você pode dizer que eu estou apenas citando versículos fora de contexto, que não tenho “a exegese necessária para a interpretação da bíblia”, mas então eu lhe pergunto: e por acaso os versículos do outdoor não estavam mais fora de contexto ainda?

Pois, me parece que numa interpretação mais aprofundada, não seriam somente os homossexuais que mereceriam a morte, mas no mínimo também os adúlteros, os que se consultam com “feiticeiros” e, quem sabe, até mesmo aqueles que comem carne de porco na churrascaria…

Atire a primeira pedra…

No entanto, estranho de se pensar, no mesmo Levítico encontramos ensinamentos do tipo: “Não oprimir os estrangeiros” (Le 19:33); “Não amaldiçoar os deficientes” (Le 19:14); “Não se vingar” e “Amar o próximo como a si mesmo” (Le 19:18).

Não quero aqui discutir se Moisés conseguiu ou não receber as leis de Javé na forma correta, ou ainda se era o próprio Javé quem parecia ter algum problema em elaborar leis que fizessem algum sentido, mas, antes, lembrar do doce Rabi da Galiléia, que nos disse:

Atire a primeira pedra quem não houver pecado.

Será mesmo que o temos escutado? Será mesmo que temos sido cristãos, ou ainda estamos perambulando pelas tribos de Israel, ainda mais no “olho por olho, e dente por dente”, do que no “ama ao próximo de todo o teu coração”?

Errar o alvo

Podemos interpretar as “faltas” mencionadas acima como pecados, sem dúvida.

A origem etimológica da palavra “pecado” remete a um conceito até mesmo bastante simples: errar o alvo. Errar o alvo! Sim, como quem gostaria muito de estar agindo acertadamente mas, seja por ignorância do bem, ou do que quer que seja “o certo”, ainda tem errado o alvo…

Agora, eu te pergunto: quem será que tem errado o alvo por uma distância maior? Aqueles que se dizem cristãos, mas que se aventuram em cruzadas e guerras santas, esquartejando infiéis e fendendo grávidas, ou os pacíficos que atendem a “feiticeiros”? Aqueles que se dizem cristãos, mas traem as esposas, e às vezes até humilham e batem nas esposas, ou os pacíficos que, embora em relações homossexuais, procuram adotar crianças necessitadas? Aqueles que se dizem cristãos, mas julgam “pecadores e condenados a queimar eternamente num lago de enxofre” todos aqueles que cometem às menores faltas, embora não vejam as inúmeras traves a obstruir a própria visão, ou os pacíficos que valorizam a liberdade acima de tudo, e deixam que cada um leve sua própria vida da forma que achar melhor?

Antes de atirar a primeira pedra, cerifique-se de que você mesmo não esteja a errar o alvo – ainda mais do que aqueles a quem as pedras estão endereçadas… Pode ser que mude de ideia, e opte por deixar a pedra cair ao chão, inofensiva. Se, no entanto, não mudar, que Deus tenha piedade de nós, pois pedras não faltarão, e nem alvos.

Você não precisa viver pensando nas “faltas alheias”

Sobretudo, ao encontrar com um homossexual, lembre-se que ele não passa metade da vida fazendo sexo… Mas, ainda que fosse o caso, isso não o impediria de lidar com ele de forma civilizada (supondo, é claro, que ele também seja civilizado): você não precisa apertar a mão de um homossexual imaginando onde ele a tem colocado; você não precisa sentar ao lado de um homossexual imaginando onde ele tem sentado; você não precisa abraçar um homossexual imaginando quaisquer espécies de práticas sexuais “heterodoxas”, pois um abraço é um ato amoroso, e não sexual; e, sobretudo, você não precisa passear na rua próxima a uma Parada Gay – haverão inúmeras outras oportunidades no ano para tal.

Os estrangeiros

Voltando ao Levítico: não oprimais os estrangeiros. Sejam os estrangeiros de sua terra, sejam os estrangeiros de sua cultura, sejam os estrangeiros de sua raça, sejam os estrangeiros de sua crença, sejam os estrangeiros de sua opção sexual.

Se Javé é mesmo o Senhor, ele é o Senhor de todos nós.

Eu sou heterossexual, casado há quase uma década… Não me preocupo nem um pouco com o que homossexuais fazem ou deixam de fazer em suas camas, mas me preocupo com as pessoas que os acham “abomináveis”, verdadeiros estrangeiros de si próprias, quase como se fossem demônios ou seres a parte… Como deve ser complicado viver cruzando com demônios imaginários em todos os cantos!

***

Obs (1): Você pode conferir facilmente todas as citações de versículos do Levítico na Bíblia Online.

Obs (2): Há um consenso atual, mesmo entre os defensores dos direitos homossexuais, de que a Parada Gay se tornou uma espécie de “micareta de carnaval” no Brasil (e provavelmente em boa parte do Ocidente), que retrata os homossexuais como “fanáticos sexuais em busca de sexo fácil e go-go-boys”, não exatamente como a maioria deles realmente é: casais como quisquer outros, que as vezes até criam crianças adotadas, e a noite vão a restaurantes e não a casas de swing. Porém, ainda assim na Parada Gay não há violência, e qualquer manifestação popular onde não haja violência ou depredação do patrimônio público deve ser respeitada em um estado democrático. Ou, em outras palavras, as mesmas críticas que cabem a promiscuidade em uma Parada Gay, cabem igualmente a promiscuidade dos bailes de Carnaval e afins (onde a maioria é heterossexual).
[1] Existem inúmeras discussões acerca do que “feiticeiros e necromantes” significavam exatamente no contexto da época. Em todo caso, é bastante conveniente para os que interpretam a bíblia ao pé da letra considerar “feiticeiros” praticamente qualquer praticante de uma religião situada (teoricamente) fora do cristianismo.

***

Crédito das imagens: [topo] Agência O Globo (este é o outdoor vetado pela Justiça em Ribeirão Preto); [ao longo] Ted Horowitz/Corbis.

O Textos para Reflexão é um blog que fala sobre espiritualidade, filosofia, ciência e religião. Da autoria de Rafael Arrais (raph.com.br). Também faz parte do Projeto Mayhem.

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#homossexualidade #Preconceito #Bíblia #sexo #Jesus

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Crie Sua Própria Mandala Erótica

Os círculos mágicos, ou mandala, são símbolos que fazem parte do conhecimento que você precisa para acessar a magia do erotismo. De acordo com a filosofia tântrica, era uma vez, os deuses encontraram uma energia sem nome que vibrava de forma perfeita entre os céus e a terra. Eles a chamavam de mandala, que significa círculo ou circuito em hindu.

A Mandala Tao: Ying e Yang

A leitura e o estudo nos permitiram revelar os segredos milenares da magia sexual. Todos os mistérios foram interpretados e explicados de maneira prática, como exercícios a serem realizados em um certo tempo e de maneira simples, com o objetivo de elevar nosso nível de consciência sexual e espiritual através das diferentes técnicas.

As Mandalas são círculos que alimentam o campo eletromagnético de nosso corpo e mente, concentrando neles todas as imagens ou símbolos das diferentes dimensões ou culturas. Devido ao alto grau de mudança química no nível celular que ocorre durante o ato sexual, os circuitos cerebrais são acelerados de tal forma que, às vezes, eles nem mesmo permitem que o ato sexual seja bem sucedido. Isto pode ser desbloqueado através da criação e meditação com mandalas.

O modelo circular da mandala é um elemento integrador, pois o círculo é onde todas as formas geométricas estão unidas, o triângulo, o quadrado, e todas as variações sobre estas formas. Quando se cria uma mandala, é possível incluir outras figuras dentro do círculo:

– O círculo representa a unicidade e a origem divina

– O triângulo está relacionado com o feixe divino da criação

– O quadrado representa a matéria e, portanto, a materialização de tudo dentro de nós.

Para criar uma mandala, lembre-se que as polaridades devem ser expressas – femininas e masculinas – como são expressas em todos os outros laços vitais. Um dos círculos mágicos mais populares do mundo é o Tao mandala Ying e Yang, simbolizando o equilíbrio entre o universo masculino e o feminino; a metade escura, Ying, corresponde ao princípio feminino enquanto a metade branca, Yang, corresponde ao masculino. Os seguidores do Tao usam esta mandala como um símbolo do caminho perfeito.

Cores eróticas:

Você pode criar sua própria mandala, e uma diferente para cada dia também. Você pode fazê-lo por conta própria ou com seu parceiro, se o que você procura é aumentar a magia sexual. A seguir estão as cores dentro do círculo ou cada figura geométrica dentro dele:

– Vermelho: Simboliza o poder sexual. Aumenta o erotismo, e traz força e resistência. Preenche o sangue com oxigênio e o limpa de toxinas. Após um exercício de relaxamento ou de visualização, o corpo equilibra as secreções glandulares.

– Laranja: Com efeitos calmantes, atua diretamente sobre o sistema nervoso central. Aumenta os poderes de concentração durante a meditação, e é por isso que você deve usar esta cor para o centro da mandala energética.

– Amarela: Um estimulante natural das emoções, faz maravilhas para harmonizar e materializar desejos e ambições pessoais.

– Branco: Usado em rituais de purificação porque está associado à limpeza antes do ato sexual ou do amor. Ele rompe situações negativas e aumenta a fé espiritual.

– Azul claro: Um grande gerador espiritual, magnetiza o ambiente e atrai grandes estados de paz, proteção e segurança.

– Azul: Frio, e como tal, contribui para o nivelamento da ansiedade e o controle da atração sexual obsessiva encaixa.

– Violeta: A cor da transformação das emoções negativas. Funciona como um processador de pensamentos negativos porque representa o espírito manifesto.

– Cor-de-rosa: Preserva o amor durante o ato sexual, quaisquer que sejam os sentimentos dos amantes. Integra o amor e a paixão erótica.

– Cinza: A cor neutra por excelência, pode ser usada para neutralizar e criar ambientes adequados para entender o que está acontecendo de um ponto de vista mais distante.

– Verde: Associado à natureza e à energia viva, suas vibrações são hipnóticas e proporcionam uma calma total em todo o sistema vital do corpo, pois ele age diretamente sobre a psique.

– Marrom: Associado à constância e à amizade daqueles que nos ajudam em nosso crescimento espiritual. Pode ser usada para melhorar uma relação sexual muito conflituosa. Também é útil para atrair dinheiro e amizade.

– Preto: Absorve a luz. Associado à energia feminina, o lado escuro do Tao, embora seus efeitos possam ser diferentes, dependendo de como é aplicado.

O que você precisa para desenhar uma Mandala:

Criar uma mandala é uma maneira de descobrir seu mundo interior, onde o círculo se torna um recipiente para ideias e emoções. Antes de começar, medite por um tempo, para que você possa produzir as imagens que então aparecerão em sua mandala. O primeiro passo é organizar seus pensamentos em torno de um tema central. Expresse sua criatividade usando os símbolos, formas geométricas e cores que lhe vêm à mente. A mandala pessoal, ao mesmo tempo, capta e liberta um momento de sua vida. Lembre-se que desenhar uma mandala é como desenhar seu próprio espelho, um espaço que você está refletindo. Você vai precisar:

– Lápis de cera coloridos;
– Aquarelas;
– Afiador e apagador;
– Réguas e transferidor;
– Bússola;
– Marcadores fluorescentes;
– Cortador e tesoura;
– Triângulos, círculos, semicírculos, quadrados e outras formas que você pode querer acrescentar à sua mandala, como uma colagem;
– Régua “omnigrid” e modelos de formas geométricas. Você pode obtê-los em qualquer papelaria ou loja de artes gráficas.

O Poder do Círculo:

As mandalas têm uma função psíquica e estão envoltos no fluxo de energia atuando durante o exercício de visualização. Você deve meditar concentrando-se em um ponto da mandala, no centro, até que o magnetismo dessa imagem se integre à sua mente. Então, você deve expandir sua atenção para longe do centro.

A meditação com as diferentes mandalas irá desbloquear a energia que bloqueia uma relação sexual bem sucedida. Cada mandala tem sua harmonia única, como uma canção de amor. Se você quiser criar sua própria mandala para meditar, você pode fazê-lo murchar por conta própria ou com seu parceiro.

As técnicas de meditação com as mandalas, suas cores e formas; os exercícios de meditação consciente com seu parceiro ou os exercícios especialmente desenhados serão os componentes de sua nova vida, uma nova vida surpreendente cheia de amor, magia, sabedoria e poder.

Para mais informações sobre esta técnica, veja o livro Sex & the Erotic Lover (O Sexo e o Amante Erótico).

***

Fonte:
IAM, Mabel. Create Your Own Erotic Mandala. The Lllewellyn’s Journal, 2005. Disponível em: <https://www.llewellyn.com/journal/article/926>. Acesso em 9 de março de 2022.

COPYRIGHT (2005). Llewellyn Worldwide, Ltd. All rights reserved.

Postagem original feita no https://mortesubita.net/magia-sexual/crie-sua-propria-mandala-erotica/

Anjos Enochianos versus Demônios Infernais: Quem ganha na Porrada?

Projeto Mayhem 024 – Anjos Enochianos versus Demônios Infernais: Quem ganha na Porrada?

Neste episódio, Pri Martinelli, Rodrigo Grola e Marcelo Del Debbio conversam com Ulisses P. Massad e com o Bruxo Fagundes a respeito das semelhanças e diferenças dentro das evocações Enochianas e Infernais.

O que são Anjos Enochianos? O que são Demônios? Como eles se comunicam? O que querem?

O que é o Bem e o que é o Mal ?

Faça parte do Projeto Mayhem!

https://www.catarse.me/tdc

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Charles Darwin, Silvia Saint e Abraham Lincoln

Dia 12 de Fevereiro é a data de nascimento de um dos maiores doutrinadores da religião ateísta, Charles Darwin. Também é a data de nascimento daquele que é considerado um dos maiores homens que o mundo já conheceu: Abraham Lincoln. Mas vocês irão ler esta matéria por causa da Silvia Saint…

#Astrologia #Biografias

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/charles-darwin-silvia-saint-e-abraham-lincoln

Aloogenes (Biblioteca de Nag Hamad)

(falta 5 linhas)

… pois são indivíduos perfeitos e habitam todos juntos, unidos à mente, e ao guardião que eu providenciei que te ensinou (sg.). E é o poder que existe dentro de você que muitas vezes se estendeu como palavra do Triplo-Poderoso, aquele de todos aqueles que realmente existem com o Imensurável, a Luz eterna do Conhecimento que apareceu, o Jovem virginal masculino, o primeiro dos Aeons de um único Aeon triplo-poderoso, o Triplo-Poder-Uno que realmente existe, pois quando ele se acalmou, foi estendido e quando ele foi estendido, ele se tornou completo e recebeu poder de todos eles. Ele conhece a si mesmo e ao perfeito Espírito Invisível. E ele veio para um Aeon que sabe que ela o conhece. E ela se tornou Kalyptos, que atuou naqueles que ela conhece. Ele é um Protophanes-Harmedon perfeito, invisível e noético. E capacitando os indivíduos, ela é um Tripo-Macho. E sendo individualmente…

(falta 5 linhas)]

… individual por um lado, eles estão juntos por outro, já que ela é uma existência deles, e ela vê todos eles também verdadeiramente. Ela contém os divinos Autogenes.

Quando ela conheceu sua Existência e quando ela se levantou, ela trouxe Este (masc.), já que ele viu todos eles existindo individualmente como ele é. E quando eles se tornarem como ele é, eles verão o divino Tríplice Macho, o poder que é maior que Deus. Ele é o Pensamento de todos estes que existem juntos. Se ele os pondera, ele pondera o grande […] macho noético Protophanes, a procissão destes. Quando o vê, vê também aqueles que realmente existem e a procissão dos que estão juntos. E quando ele viu isso, ele viu o Kalyptos. E se ele vê um dos escondidos, ele vê o Aeon de Barbelo. E quanto à descendência não-gerada d’Aquele, se alguém vir como ele vive…

(4 linhas faltando)…

você certamente já ouviu falar sobre a abundância de cada um deles.

Mas a respeito do invisível e espiritual triplo-poderoso, ouça! Ele existe como um Invisível que é incompreensível para todos eles. Ele os contém todos dentro de si, pois todos eles existem por causa dele. Ele é perfeito, e ele é maior que perfeito, e ele é abençoado. Ele é sempre Um e existe em todos eles, sendo inefável, inominável, sendo Aquele que existe através de todos – aquele a quem, se alguém o discernisse, não desejaria nada que exista antes dele entre aqueles que possuem existência, pois ele é a fonte de onde todos foram emitidos. Ele é anterior à perfeição. Ele era anterior a toda divindade, e é anterior a toda bem-aventurança, pois provê todo poder. E ele é uma substância não-substancial, pois é um Deus sobre o qual não há divindade, cuja grandeza e beleza transcendem…

(falta 5 linhas)

… potência. Não é impossível para eles receberem uma revelação dessas coisas, se elas se juntarem. Como é impossível para os indivíduos compreender o Uno Universal situado no lugar que é mais alto que o perfeito, eles apreendem por meio de um Primeiro Pensamento – não como Ser sozinho, mas é junto com a latência da Existência que ele confere o Ser. Ele fornece tudo para si mesmo, pois é ele que virá a ser quando se reconhecer. E ele é Aquele que subsiste como causa e fonte do Ser, e um material imaterial e um número inumerável e uma forma informe e uma forma informe e uma impotência e um poder e uma substância insubstancial e um movimento imóvel e uma atividade inativa. No entanto, ele é um provedor de provisões e uma divindade da divindade – mas sempre que eles apreendem, eles participam da primeira Vitalidade e de uma atividade indivisa, uma hipóstase do Primeiro daquele que realmente existe. E uma segunda atividade […] porém, é a […]. Ele é dotado de bem-aventurança e bondade, porque quando é reconhecido como o atravessador da imensidão do Espírito Invisível que nele subsiste, ela (a ilimitação) o volta a ele (o espírito invisível) para que saiba o que é dentro dele e como ele existe. E ele estava se tornando salvação para todos, sendo ponto de partida para aqueles que realmente existem, pois por meio dele perdurava seu conhecimento, pois é ele quem sabe o que é. Mas eles não trouxeram nada além de si mesmos, nem poder, nem posição, nem glória, nem aeon, pois todos são eternos. Ele é Vitalidade e Mentalidade e Isso-Que-É. Pois então Aquilo-Que-É constantemente possui sua Vitalidade e Mentalidade, e a Vida tem Vitalidade possui não-Ser e Mentalidade. A mentalidade possui Vida e Isso-Que-É. E os três são um, embora individualmente sejam três.

Agora depois que eu ouvi essas coisas, meu filho Messos, eu fiquei com medo, e me virei para a multidão […] pensamento […] dá poder àqueles que são capazes de saber essas coisas por uma revelação que é muito maior . E eu era capaz, embora a carne estivesse sobre mim. Eu ouvi de você sobre essas coisas e sobre a doutrina que está nelas, pois o pensamento que está em mim distingiu as coisas que estão além da medida, bem como o incognoscível. Portanto, temo que minha doutrina possa ter se tornado algo além do que é adequado.

E então, meu filho Messos, o Todo-Glorioso, Youel, falou comigo novamente. Ela fez uma revelação para mim e disse: “Ninguém é capaz de ouvir essas coisas, exceto os grandes poderes, ó Allogenes. Um grande poder foi colocado sobre você, o qual o Pai do Todo, o Eterno, colocou sobre você antes de você vim para este lugar, para que você possa distinguir as coisas que são difíceis de distinguir e as coisas que são desconhecidas da multidão que você conhece, e para que você possa escapar (em segurança) para Aquele que é seu, que foi o primeiro salvar e quem não precisa ser salvo…

(falta 5 linhas)

… para você uma forma e uma revelação do invisível, espiritual, triplo-poderoso, fora do qual reside um conhecimento indiviso, incorpóreo e eterno.

Como todos os Aeons, o Aeon de Barbelo existe também dotado dos tipos e formas daqueles que realmente existem, a imagem de Kalyptos. E dotado da Palavra intelectual destes, ele carrega o noético Protophanes masculino como uma imagem, e age dentro dos indivíduos, seja com habilidade ou habilidade ou com instinto parcial. Ele é dotado dos divinos Autogenes como uma imagem, e conhece cada um deles. Ele age separada e individualmente, continuando a retificar as falhas da natureza. Ele é dotado do divino Homem Triplo como salvação para todos eles, em cooperação com o Espírito Invisível. Ele é uma palavra de um conselho, <ele> é o Jovem perfeito. E essa hipóstase é uma…

(faltam 6 linhas)

… minha alma se afrouxou, e fugi e fiquei muito perturbado. E me virei e vi a luz que me cercava e o Bem que estava em mim, tornei-me divino.

E a Todo-Gloriosa, Youel, me ungiu novamente e ela me deu poder. Ela disse: “Já que sua instrução se tornou completa, e você conheceu o Bem que está dentro de você, ouça sobre o Triplo-Poder essas coisas que você guardará em grande silêncio e grande mistério, porque elas não são ditas a ninguém, exceto aqueles que são dignos, aqueles que são capazes de ouvir: nem é apropriado falar a uma geração sem instrução sobre o Universal que é mais alto que perfeito. em bem-aventurança e bondade, Aquele que é responsável por tudo isso.

“Existe dentro dele muita grandeza. Na medida em que ele é um em um…

(falta 5 linhas)

… do Primeiro Pensamento, que não se afasta daqueles que habitam na compreensão e no conhecimento e na compreensão. E Aquele Movia-se imóvel naquilo que governa, para não afundar no ilimitado por meio de outra atividade da Mentalidade. E ele entrou em si mesmo e apareceu, sendo todo-abrangente, o Universal que é mais alto que perfeito.

“De fato, não é por mim que ele é tão anterior ao conhecimento. Enquanto não há possibilidade de compreensão completa, ele é (no entanto) conhecido. E isso por causa do terceiro silêncio da Mentalidade e da segunda atividade indivisa que apareceu no Primeiro Pensamento, isto é, o Aeon de Barbelo, junto com o Indivisível das semelhanças divisíveis e o Triplo-Poder e a Existência não-substancial.”

<Então> o poder apareceu por meio de uma atividade que está em repouso e silenciosa, embora emitisse um som assim: zza zza zza. Mas quando ela (Youel) ouviu o poder e ela se encheu…
(falta 5 linhas)

… “Tu és […], Solmis! […] de acordo com a Vitalidade que é tua, e a primeira atividade que deriva da divindade. Tu és grande, Armedon! Tu és perfeito, Epifânio!

“E de acordo com essa tua atividade, o segundo poder e a mentalidade que deriva da bem-aventurança: Autoer, Beritheus, Erigenaor, Orimenios, Aramen, Alphleges, Elelioupheus, Lalameus, Yetheus, Noetheus, tu és grande! Um Universal! Tu és Um, tu és Um, Aquele que é bom, Aphredon! Tu és o Aeon dos Aeons, Aquele que é perpetuamente!”

Então ela elogiou o Universal, dizendo “Lalameus, Noetheus, Senaon, Asine[us, …]riphanios, Mellephaneus, Elemaoni, Smoun, Optaon, Aquele que é! Tu és Aquele que é, o Aeon dos Aeons, o Incriado , que és superior aos não-gerados (os), Yatomenos, tu sozinho para quem todos os não-nascidos foram gerados, o Inominável! … (10 linhas faltando) … conhecimento.”

Agora, depois de ouvir essas coisas, vi as glórias dos indivíduos perfeitos e dos todos-perfeitos que existem juntos, e dos todos-perfeitos que estão diante dos perfeitos.

Novamente o grandemente glorioso, Youel, me disse: “Ó Allogenes, em um conhecimento desconhecido, você sabe que o Triplo Poderoso existe antes das glórias. Eles não existem entre aqueles que existem. Eles não existem junto com aqueles que existem nem aqueles que realmente existem, mas todos eles existem como divindade e bem-aventurança e existência, e como existência não-substancial e não-ser”.

E então orei para que a revelação me ocorresse. E então o todo-glorioso, Youel, me disse: “Ó Allogenes, é claro, o Triplo-Macho é algo além da substância. Ainda que ele fosse insubstancial…

(9 linhas faltando)

… aqueles que existem em associação com a geração daqueles que realmente existem. Os autogerados existem com o Triplo-Macho.

“Se você buscar com uma busca perfeita, então você conhecerá o Bem que está em você; então você também conhecerá a si mesmo, (como) aquele que deriva do Deus que realmente preexiste. Pois depois de cem anos haverá venha a você uma revelação Daquele por meio de Salamex e Sêmen e […] os Luminares do Aeon de Barbelo. E que além do que é adequado para você, você não saberá a princípio, para não perder sua E se assim for, então quando você recebe uma concepção d’Aquele, então você é preenchido com a palavra até a perfeição. Então você se torna divino, e você se torna perfeito. Você os recebe…
(4 linhas faltando)

… a busca […] a Existência […] se ela apreende alguma coisa, é apreendida por aquele e por aquele que é compreendido. E então torna-se maior aquele que compreende e sabe do que aquele que é compreendido e conhecido. Mas se ele desce à sua natureza, ele é menor, pois as naturezas incorpóreas não estão associadas a nenhuma magnitude; tendo esse poder, eles estão em toda parte e em parte alguma, pois são maiores que toda grandeza e menores que toda exiguidade”.

Agora depois que o Todo-Glorioso, Youel, disse estas coisas, ela se separou de mim e me deixou. Mas não me desesperei com as palavras que ouvi. Eu me preparei para isso e deliberei comigo mesmo por cem anos. E regozijei-me muito, pois estava em uma grande luz e um caminho abençoado, porque aqueles que eu era digno de ver, bem como aqueles que eu era digno de ouvir (são) aqueles a quem convém que somente as grandes potências… (5 linhas faltando) … de Deus.

Quando a conclusão dos cem anos se aproximava, isso me trouxe a bem-aventurança da esperança eterna cheia de auspiciosidade. Eu vi o bom divino Autogenes; e o Salvador, que é o jovem e perfeito Menino Triplo; e sua bondade, o perfeito noético Protophanes-Harmedon; e a bem-aventurança dos Kalyptos; e a origem primária da bem-aventurança, o Aeon de Barbelo, cheio de divindade; e a origem primária daquele sem origem, o espiritual, invisível, Triplo-Poderoso, o Universal que é mais elevado que perfeito.

Quando eu fui tirado pela luz eterna do manto que estava sobre mim, e levado para um lugar santo cuja semelhança não pode ser revelada no mundo, então por meio de uma grande bem-aventurança eu vi todos aqueles sobre os quais eu tinha ouvi. E eu louvei todos eles e eu permaneci no meu conhecimento e me inclinei para o conhecimento dos Universais, o Aeon de Barbelo.

E eu vi poderes sagrados por meio dos Luminares do macho virginal Barbelo me dizendo que eu seria capaz de testar o que acontece no mundo: e, buscando a si mesmo, retire-se para a Vitalidade que você verá se mover. E embora seja impossível para você ficar de pé, não tema nada; mas se você quiser ficar de pé, retire-se para a Existência, e você a encontrará de pé e em repouso depois a semelhança daquele que está verdadeiramente em repouso e (que) abraça tudo isso silenciosa e inativa. E quando você recebe uma revelação dele por meio de uma revelação primária do Desconhecido – Aquele que se você o conhecesse, ignorante dele – e você fica com medo naquele lugar, retire-se para trás por causa das atividades. E quando você se tornar perfeito naquele lugar, fique quieto. E de acordo com o padrão que habita em você, saiba também que é assim em todos esses (assuntos) após este tapinha andorinha E não se dissipe mais, para que possa ficar de pé, e não deseje ser ativo, para que não caia de forma alguma da inatividade em você do Desconhecido. Não o conheça, pois é impossível; mas se por meio de um pensamento iluminado você deve conhecê-lo, ignore-o.”

Agora eu estava ouvindo estas coisas enquanto aqueles as falavam. Havia dentro de mim uma quietude de silêncio, e ouvi a bem-aventurança pela qual eu conhecia meu próprio eu.

E eu me retirei para a Vitalidade enquanto eu buscava a mim mesmo, e me juntei a ela, e fiquei, não com firmeza, mas em silêncio. E eu vi um movimento eterno, intelectual e indiviso que pertence a todos os poderes sem forma, (que é) ilimitado por limitação.

E quando quis ficar firme, retirei-me para a Existência, que encontrei parada e em repouso, como imagem e semelhança do que me é conferido por uma revelação do Indivisível e do que está em repouso. Eu estava cheio de revelação por meio de uma revelação primária do Incognoscível. Como se eu o ignorasse, eu o conhecia e recebi poder por ele. Tendo sido permanentemente fortalecido, eu conheci Aquele que existe em mim, e o Triplo-Poder, e a revelação de sua inconsistência. E por meio de uma revelação primária do Primeiro Incognoscível para todos eles, o Deus que está além da perfeição, eu o vi e o Triplo-Poder que existe em todos eles. Eu estava procurando o Deus inefável e Incognoscível – que se alguém o conhecesse, ele seria absolutamente ignorante dele – o Mediador do Triplo-Poder que subsiste em quietude e silêncio e é incognoscível.

E quando eu fui confirmado nestas coisas, os poderes dos Luminares me disseram: “Cessa de impedir a inatividade que existe em você, procurando coisas incompreensíveis; antes, ouça sobre ele na medida do possível por meio de um primeiro revelação e uma revelação.”

“Agora ele é algo na medida em que ele existe no que ele existe e se tornará, ou age ou sabe, embora ele viva sem Mente ou Vida ou Existência ou Não-Existência, incompreensivelmente. E ele é algo junto com seu próprio ser. não sobra de alguma forma, como se ele entregasse algo que é ensaiado ou purificado ou que recebe ou dá. ele tem qualquer desejo de si mesmo ou de outro; isso não o afeta. Antes, ele não dá nada por si mesmo, para que não se torne diminuído em outro aspecto; nem por isso ele precisa da Mente, ou da Vida, é de fato algo em Ele é superior aos Universais em sua privação e incognoscibilidade, isto é, a existência do não-ser, pois é dotado de silêncio e quietude para que não seja diminuído por aqueles que não são diminuídos.

“Ele não é nem divindade, nem bem-aventurança, nem perfeição. Pelo contrário, (esta tríade) é uma entidade incognoscível dele, não aquilo que lhe é próprio; antes, ele é outro superior à bem-aventurança e à divindade e à perfeição. Pois ele não é perfeito, mas é outra coisa que é superior. Ele não é ilimitado, nem é limitado por outro. Ao contrário, ele é algo superior. Ele não é corpóreo. Ele não é incorpóreo. Ele não é grande. Ele não é pequeno, não é um número, não é uma criatura, nem é algo que existe, que se possa conhecer, mas é outra coisa de si mesmo que é superior, que não se pode conhecer.

“Ele é a revelação e o conhecimento primários de si mesmo, pois só ele se conhece. Como ele não é um dos que existem, mas é outra coisa, ele é superior aos superlativos, mesmo em comparação com o que é seu e não seu. Ele não participa da idade nem participa do tempo. Ele não recebe nada de mais nada. Ele não é diminuído, nem diminui nada, nem é indefinível. Mas ele é autocompreensível, como algo tão incognoscível que ele excede aqueles que se destacam na incognoscibilidade.

“Ele é dotado de bem-aventurança e perfeição e silêncio – não <a bem-aventurança> nem a perfeição – e quietude. Em vez disso (esses atributos) é uma entidade dele que existe, que não se pode conhecer, e que está em repouso. Em vez disso, eles são entidades dele incognoscíveis para todos eles.

“E ele é muito mais belo em beleza do que todos aqueles que são bons, e ele é, portanto, incognoscível para todos eles em todos os aspectos. E através de todos eles ele está em todos eles, não apenas como o conhecimento incognoscível que lhe é próprio. E ele está unido à ignorância que o vê. Quer se veja de que maneira ele é incognoscível, ou o veja como ele é em todos os aspectos, ou diga que ele é algo como conhecimento, ele pecou contra ele, sendo sujeito a julgamento porque não conheceu a Deus. Ele não será julgado por Aquele que não está preocupado com nada nem tem qualquer desejo, mas (julgamento) vem de si mesmo, porque ele não encontrou a origem que realmente existe Ele era cego, fora o olho da revelação que está em repouso, o (um) que é ativado, o (um) do Triplo-Poder do Primeiro Pensamento do Espírito Invisível. Este, portanto, existe de …
(falta 15 linhas)
… algo […] fixado firmemente no […], uma beleza e uma primeira emergência de quietude e silêncio e tranquilidade e grandeza insondável. Quando ele apareceu, ele não precisou de tempo nem <participou> da eternidade. Em vez disso, ele é insondavelmente insondável. Ele não se ativa para ficar quieto. Ele não é uma existência, para que não passe necessidade. Espacialmente, ele é corpóreo, enquanto propriamente é incorpóreo. Ele tem existência de não-ser. Ele existe para todos eles para si mesmo sem qualquer desejo. Mas ele é um cume maior de grandeza. E ele é mais alto que sua quietude, para que…

(falta 15 linhas)

… ele os viu e os capacitou a todos, embora eles não se preocupem com Aquele, nem, se alguém receber dele, ele recebe poder. Nada o ativa de acordo com a Unidade que está em repouso. Pois ele é incognoscível; ele é sem laço de infinitude. Já que ele é ilimitado e impotente e inexistente, ele não estava dando o Ser. Em vez disso, ele contém tudo isso em si mesmo, estando em repouso (e) destacando-se daquele que permanece continuamente, uma vez que apareceu uma Vida Eterna, o Espírito Invisível e Triplo-Poder que está em todos estes que existem. E envolve todos eles, sendo mais alto do que todos eles. Uma sombra …

(falta 15 linhas)

… ele estava cheio de poder. E ele estava diante deles, capacitando-os a todos, e encheu a todos”.

E a respeito de todas essas coisas você certamente ouviu. E não procure mais nada, mas vá. Não sabemos se o Incognoscível tem anjos ou deuses, ou se Aquele que está em repouso continha algo dentro de si, exceto a quietude, que é ele, para que não seja diminuído. Não é apropriado gastar mais tempo procurando. Era apropriado que você (pl.) soubesse, e que eles falassem com outro. Mas você vai recebê-los…

falta 5 linhas)

… e ele me disse: “Escreve as coisas que eu te direi, e das quais eu te lembrarei, por causa daqueles que serão dignos depois de você. E você deixará este livro sobre uma montanha e você vai adjurar o guardião: “Vem Terrível”.

E depois que ele falou essas (coisas), ele se separou de mim. Mas eu estava cheio de alegria e escrevi este livro que foi designado para mim, meu filho Messos, para que eu pudesse revelar a você as (coisas) que foram proclamadas diante de mim na minha presença. E a princípio eu os recebi em grande silêncio, e fiquei sozinho, preparando-me. Estas são as coisas que me foram reveladas, ó meu filho Messos…
(falta 13 linhas)

… proclame-os, ó meu filho Messos, como o selo para todos os livros de Allogenes.

 

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Postagem original feita no https://mortesubita.net/jesus-freaks/aloogenes-biblioteca-de-nag-hamad/

ARLS Madras, Maçonaria, Umbanda e Candomblé – Com Fábio Atori

Bate-Papo Mayhem 183 – Com Fábio Atori – A – ARLS Madras, Maçonaria, Umbanda e Candomblé

O vídeo desta conversa está disponível em: https://youtu.be/bRXvp7ksiyg

Bate Papo Mayhem é um projeto extra desbloqueado nas Metas do Projeto Mayhem.

Todas as 3as, 5as e Sabados as 21h os coordenadores do Projeto Mayhem batem papo com algum convidado sobre Temas escolhidos pelos membros, que participam ao vivo da conversa, podendo fazer perguntas e colocações. Os vídeos ficam disponíveis para os membros e são liberados para o público em geral três vezes por semana, às terças, quartas e quintas feiras e os áudios são editados na forma de podcast e liberados duas vezes por semana.

Faça parte do projeto Mayhem:

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/arls-madras-ma%C3%A7onaria-umbanda-e-candombl%C3%A9-com-f%C3%A1bio-atori

Faixas Vibracionais

Paulo Jacobina*

Excerto de A Manifestação

As faixas vibracionais são aquelas que “paralelamente” se apresentam de aspecto círculo-ondulatório e se encontram divididas em sete cores:

Mais próximas do centro da imagem, as faixas vibracionais possuem a coloração vermelha, simbolizando o espectro vermelho da luz, ao passo que as mais distantes do centro possuem a coloração violeta, simbolizando o espectro violeta. No espaço interior da mais interna faixa vibracional vermelha, existem infinitas faixas vibracionais, representadas pelo espectro infravermelho, tal qual ocorre com o espaço exterior ao da externa faixa vibracional violeta, que corresponde às infinitas faixas representadas pelo espectro ultravioleta.

As faixas vibracionais apresentam superfície ondulatória visando simbolizar o comportamento apresentado pelas partículas[1] que a compõem.

Por se tratar de um ciclo, cada faixa vibracional se apresenta circularmente. Entretanto, para fins didáticos, pode ser aberta em um plano, representando um mundo existencial. Assim, a junção de todas as faixas vibracionais representaria o Orbe ou Mundo de Existência[2].

As faixas vibracionais mais internas, como as de coloração vermelha, representam os planos mais densos da Manifestação, ao passo que as faixas vibracionais mais externas, como as de coloração violeta, representam os planos mais sutis.

A diferença de sutilidade entre as faixas pode ser constatada ao se verificar a diferença de frequência de cada uma delas. As faixas mais internas possuem frequências maiores do que as externas e, numa imagem em duas dimensões, como a apresentada, parecem menores do que as faixas mais externas. Entretanto, por mais que possa parecer que existe diferença de comprimento[3] entre as faixas, deve-se ter em mente que as faixas interiores são mais densas, ou seja, possuem medidas espaciais concentradas, mas que, caso fossem distendidas, atingiriam o mesmo comprimento das demais.

Exemplificativamente, caso fosse estabelecida uma reta saindo do centro da imagem até a sua parte mais externa, e essa reta percorresse a imagem em sentido circular, tal qual o ponteiro de um relógio analógico, verificar-se-ia que, por mais que o ponto em que a reta toca uma faixa vibracional mais externa pareça se deslocar a uma velocidade maior do que a de um ponto da mesma reta que toque uma faixa vibracional mais interna, essa percepção de velocidade seria ilusória. Tal ilusão é provocada pelo fato de que os dois pontos se deslocam no mesmo período de tempo, bem como o espaço percorrido por ambos é o mesmo, posto que, enquanto a faixa vibracional mais externa possui a sua “linha” mais distendida, a mais interna se encontra mais concentrada, mas com a mesma medida espacial que a outra. Assim, ambos os pontos se deslocam na mesma velocidade.

Em que pese cada faixa vibracional representar um ciclo da manifestação, elas são formadas por ciclo menores. Por exemplo, a porção da faixa vibracional localizada no período compreendido por um signo, também forma um ciclo. E a junção dos ciclos de cada um dos doze signos compõe o ciclo da manifestação correspondente àquela faixa vibracional.

Da mesma forma que o ciclo é composto por ciclos menores, correspondentes aos signos, cada ciclo referente a um signo também é composto por ciclos menores, e assim sucessivamente.

Embora na imagem apenas algumas faixas vibracionais sejam caracterizadas, também existem infinitas faixas vibracionais entre as que foram representadas, além daquelas que não foram ilustradas, mas que se encontram na parte mais externa e na mais interna da figura. Todas essas faixas vibracionais, as representadas e as não representadas na imagem, se encontram tão próximas a ponto de inexistir vazio entre elas.

Devido à proximidade existente entre as faixas vibracionais, torna-se possível que um ponto localizado em uma determinada faixa se desloque para outra faixa vibracional. Entretanto, para isso, dois fatos são necessários.

O primeiro é que um outro ponto deve ocupar o seu lugar na faixa da qual está se retirando, uma vez que inexiste o vazio e a Manifestação é um sistema integral.

Já o segundo fato está associado à necessidade de adequação ao padrão de sutilização da nova faixa vibracional. Assim, caso o ponto se desloque para o sentido exterior da imagem, ele deve liberar energia na faixa na qual se encontrava. Da mesma forma que, caso se desloque para o sentido interior, deve absorver energia existente na faixa vibracional de destino.

A essa mudança de faixas vibracionais, costumeiramente, dá-se o nome do Processo de encarne e desencarne, sendo, o Encarne, o processo de densificação, isto é, do deslocamento de uma faixa mais externa para uma mais interna; e, o Desencarne, o processo oposto, de sutilização, no qual há o deslocamento de uma faixa mais interna para uma mais externa. Ambos os processos sempre ocorrem acompanhados da liberação ou absorção de energia na faixa vibracional mais densa[4].

Ao se tomar o processo de desencarne como exemplo, verifica-se que o núcleo de consciência[5] que anima um corpo, desloca-se para uma faixa vibracional mais sutil do que aquela na qual o corpo se encontrava. Nesse processo, o núcleo de consciência se desloca e necessita de liberar a energia, que se encontrava armazenada no corpo, na faixa vibracional correspondente a este. Esta energia será utilizada por outros núcleos de consciência que animam corpos naquela faixa vibracional, uma vez que os sistemas energéticos de cada faixa vibracional são fechados, isto é, não há criação ou perda de energia, apenas a sua transformação.

Embora o núcleo de consciência seja o responsável por animar os corpos, ele não é composto pelo mesmo padrão vibracional daquele corpo e, por isso, consegue transitar entre as faixas vibracionais sem modificar a quantidade de energia que compõe cada faixa vibracional.

Da mesma forma, ao realizar o processo de encarne, o núcleo de consciência necessita de absorver a energia disponível na nova faixa vibracional de forma a construir o corpo existencial correspondente àquela faixa vibracional ou mundo existencial[6], dando forma ao corpo que fará uso em sua jornada por aquele mundo.

Notas:

[1] Partícula é um “campo de energia condensada” ou “campo de matéria”, que se propaga de modo similar ao de uma onda, no que se conhece como “dualidade onda-partícula” ou “dualidade onda-corpúsculo” ou “dualidade matéria-energia”.

[2] Para mais detalhes sobre o Orbe ou Mundo de Existência, verifique o capítulo 3 da obra “A Senda Infinita”.

[3] Comprimento aqui não deve ser confundido com comprimento de onda, medida entre dois picos, mas entendido como a medida total da onda, numa medição da onda em si.

[4] Processo simbolizado na imagem menor inferior esquerda – Encarne e Desencarne.

[5] Tal qual a partícula é um “campo de energia condensada, que se propaga de forma ondulatória”, o Núcleo de Consciência é um “campo de partículas elementares condensada, que se propaga de forma ondulatória”.

[6] Na imagem menor superior esquerda – Corpo – constata-se que cada corpo existencial, conforme visto na obra “A Senda Infinita”, possui a mesma frequência do Mundo Existencial que o corresponde.


Paulo Jacobina mantêm o canal Pedra de Afiar, voltado a filosofia e espiritualidade de uma forma prática e universalis

Postagem original feita no https://mortesubita.net/espiritualismo/faixas-vibracionais/