A Ordem Astrum Argentum – Com Alan Willms

Bate-Papo Mayhem 193 – Com Alan Willms – A Ordem Astrum Argentum

https://projetomayhem.com.br/

O vídeo desta conversa está disponível em: https://youtu.be/DXN_41s28Z8

Bate Papo Mayhem é um projeto extra desbloqueado nas Metas do Projeto Mayhem.

Todas as 3as, 5as e Sabados as 21h os coordenadores do Projeto Mayhem batem papo com algum convidado sobre Temas escolhidos pelos membros, que participam ao vivo da conversa, podendo fazer perguntas e colocações. Os vídeos ficam disponíveis para os membros e são liberados para o público em geral três vezes por semana, às terças, quartas e quintas feiras e os áudios são editados na forma de podcast e liberados duas vezes por semana.

Faça parte do projeto Mayhem:

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/a-ordem-astrum-argentum-com-alan-willms

Casos pesquisados pela OPUs

A Organização de Pesquisas Ufológicas (OPUs) foi fundada em 19 de janeiro de 1999 e foi formada por pessoas com um grande interesse no fenômeno OVNI (Objetos Voadores Não Identificados). Tratou-se de uma organização sem fins lucrativos, mantida por contribuições de seus membros. A entidade não possuiu vínculos de caráter religioso, político, filosófico, racial ou social. Seus principais objetivos foram:

1. Estudar a hipótese de presença extraterrestre em perspectiva social, histórica e psicológica, considerando sua relação com a mídia, os avanços científicos e os processos mentais individuais e coletivos.

2. Divulgar de maneira crítica e objetiva os fatos relacionados à hipótese de presença extraterrestre.

3. Esclarecer, quando possível, relatos e ocorrências que possam ter explicações em fenômenos naturais, tecnológicos (aviões, satélites, etc) e psicológicos.

A OPUs encerrou suas atividades em julho de 2007. O atual web site [http://www.ufologia.org/], que reúne seus artigos, alguns casos investigados e a colaboração de cientistas e acadêmicos, é atualmente mantido na Internet por Rodolpho Gauthier e Fernando Caldas.

Caso do Balão estratosférico

Investigação de um OVNI

Araraquara, 21 de março de 2001. Uma quarta-feira ensolarada. Três horas da tarde. Um objeto luminoso não identificado é avistado sobre a cidade. A informação é confirmada pelo aeroporto local, de onde também pode ser visto. O mistério aumenta. De acordo com o Jornal O Imparcial, sua presença não era detectada pelos radares da Aeronáutica em Pirassununga. Mas desta base militar vem também a possibilidade de se tratar de um balão meteorológico.

Em colaboração com a reportagem d´O Imparcial, o pesquisador da OPUs Tiago Vital entra em contato com o IPMet – Instituto de Pesquisas Meteorológicas da Unesp, em Bauru e o mistério é solucionado. Trata-se mesmo de um balão estratosférico. O web site deste instituto contém dados detalhados sobre o projeto, rota e lançamento do artefato.

Abaixo, fotos do balão a mais de 30 km de altitude (Reportagem do Jornal O Imparcial)

Abaixo, o mesmo balão em terra, sendo preparado para subida (Grupo de Lançamento de Balões do IPMet – Instituto de Pesquisas Meteorológicas ligado a UNESP, em Bauru – SP)

Interessado em conhecer mais sobre balões meteorológicos?

Visite a página do Grupo de Lançamento de Balões (GLB) do IMPMet: www.ipmet.unesp.br/glb/index.htm

Conclusão: Artefato de tecnologia humana (balão estratosférico)

Pesquisador: Tiago Vital, em colaboração com a reportagem do jornal O Imparcial (Araraquara – SP)

Relatório elaborado por: Fernando Caldas


OVNIs na estrada Batatais-Franca

1. Relato (caso ocorrido em junho de 2001)

O avistamento ocorreu no início da estrada que vai de Ribeirão Preto a Franca, próximo a Batatais. Eram 17h30min e o tempo estava bom. Não havia vento. A testemunha viajava de carro.

Iniciou-se um trecho curto, de aproximadamente 3 km, no qual havia uma chuva fraca. Ali o tempo ficou bem nublado, com nuvens bem densas. A testemunha reduziu a velocidade e ligou o pára-brisa no temporizador, devido a pouca chuva. Fora da área chuvosa na qual o OVNI foi avistado (incluindo também o trecho à frente na estrada), havia sol.

O objeto estava à direita da pista, abaixo do topo de um grupo de eucaliptos, estando posicionado atrás destas árvores. Parecia um avião agrícola, como se estivesse pousando (visto de frente, com os faróis acesos). Tinha forma discóide, com luzes nas extremidades.

A testemunha não parou o carro. Seguiu em velocidade reduzida passando pelas árvores à sua direita. Observando melhor, percebeu que o objeto tinha o tamanho aproximado de um ônibus no comprimento (porém era mais fino). Estava a cerca de 50m da estrada. As luzes das extremidades eram claras. Não eram faróis, mas sim constituíam o corpo do OVNI. Na parte central não havia nenhuma luz, mas a superfície parecia levemente reflexiva como os papéis laminados de ovos de páscoa. Também foram observadas certas nuvens de vapor ou coisa parecida que encobria a forma exata do objeto.

À medida em que o carro se deslocava (passava ao lado), o objeto começou a girar sobre o próprio eixo central, enquanto se elevava lentamente.

A testemunha relatou o nervosismo que sentiu. Quando chegou a um posto de gasolina mais à frente, telefonou para a esposa. Contou o avistamento a um frentista.
Ouviu “Não é o primeiro”.

1. A testemunha concorda com a ilustração, com relação à posição do Sol, do veículo em que trafegava e do OVNI;

2. Da Nova Enciclopédia Ilustrada Folha vol 1 – pág 62: “os arco-íris só podem ser vistos quando se está de costas para o Sol e de frente para as gotas de chuva iluminadas”;

3. O horário e as posições relativas do Sol, observador e do OVNI, favoráveis à observação de um arco-íris, coincidem com as da ilustração;

4. Mesmo quando passava ao lado do OVNI, as posições relativas do Sol, observador e OVNI ainda eram as mesmas da ilustração, devido à posição da estrada no mapa do Estado de São Paulo;

5. No final do 4º parágrafo do relato, a testemunha descreve “nuvens de vapor”. Chovia pouco (o limpador do para-brisa estava apenas no temporizador);

6. Sabe-se “que cada observador vê seu próprio arco-íris”. No 5º parágrafo “À medida em que o carro se deslocava (passava ao lado), o objeto começou a girar sobre o próprio eixo central, enquanto se elevava lentamente.”. Não estaria a testemunha visualizando outros ângulos do mesmo arco-íris? Como o carro se deslocava devagar, o OVNI “girava” devagar;

3. Conclusão

As considerações sobre a possibilidade de tratar-se de um fenômeno meteorológico ainda permanecem no terreno das hipóteses. A posição atual para este caso é não conclusivo.

Caso Santa Lúcia – Araraquara

1. Relato (caso ocorrido em julho de 2001)

A ilustração abaixo apresenta a trajetória de um OVNI avistado durante um percurso de carro na estrada que liga as cidades de Santa Lúcia e Araraquara. Era noite e a esposa, que viajava no banco dianteiro do passageiro, viu “uma luz que piscava prateado, mudando para verde, vermelho, prata, piscando várias vezes. Pelo tamanho, parecia uma estrela. Este ponto luminoso voava baixo, aproximadamente na altura que anda um helicóptero, mas não emitia nenhum ruído”. Dentro da cidade de Américo Brasiliense, perderam o OVNI de vista, voltando a vê-lo na estrada para Araraquara.

A ilustração abaixo mostra a trajetória do OVNI sobre a cidade de Araraquara.

2. Análise

2.1 Trajetória: as duas ilustrações mostram uma trajetória regular, compatível com a de uma aeronave. Não são relatados quaisquer movimentos bruscos ou incomuns.

2.2 Cores das luzes: a testemunha relata luz prateada, verde e vermelha. Considerando que a luz prateada poderia ser, na realidade, uma luz branca, estas cores (branca, verde e vermelha) podem estar presentes em aeronaves (fato confirmado à OPUs por um especialista em aeronáutica).

2.3 Ausência de ruído: considerando a possibilidade de uma aeronave, a direção do vento, o fato do casal estar dentro de um automóvel em movimento e até a distância do solo, podem ter dificultado a percepção de ruídos.

2.4 Velocidade: o objeto foi avistado durante todo o trajeto entre Santa Lúcia e Araraquara. Considerando uma velocidade do automóvel de cerca de 80 km/h, esta seria, teoricamente, a velocidade do OVNI.

2.5 Um especialista em helicópteros de Brasília consultado pela OPUs, após ouvir o relato, afirmou que tratou-se, com certeza, de um helicóptero de pequeno porte.

3. Conclusão

Provavelmente um helicóptero de pequeno porte. Buscamos junto ao especialista em helicópteros uma reconfirmação de que uma aeronave deste tipo poderia mesmo voar a uma velocidade tão baixa (80 km/h). Ele foi taxativo afirmando que sim.

OVNIs no Bairro Santa Júlia

Os dois casos abaixo foram relatados pela mesma pessoa, residente no bairro Santa Júlia em Araraquara-SP. A investigação dessas ocorrências só foi possível graças ao site Painel OVNI, que nos passou um dos casos. Ao webmaster do site, nosso necessário agradecimento.

1º Relato

Ocorido no quarto bimestre de 2001. Durante a noite, a testemunha estava deitada no chão do quintal observando as estrelas quando viu um “ponto de luz extremamente rápido” cruzar o céu. Chegou a pensar quer era um avião, mas percebeu que o OVNI não tinha luz piscante, estava muito alto e a uma velocidade maior que a um avião convencional. A trajetória do objeto parecia a de uma bexiga perdendo ar.

Análise

Mostramos a passagem de um satélite artificial à testemunha e ela concluiu que o que viu era isso. O movimento como o de uma bexiga perdendo ar, fazendo zigue-zague no céu pode ser explicado pelas variações na atmosfera que, nesse caso, confundiram o olho humano.

Conclusão: satélite artificial

2º Relato

O relator estava deitado no chão do quintal, brincando com a filha. As testemunhas viram dois objetos passando. O primeiro apareceu, cruzou o céu e desapareceu. Pouco tempo depois disso apareceu o outro. Se esses dois objetos deixassem um rastro seria formada uma cruz. Eles estavam a uma grande velocidade, “trocavam de cor às vezes” e não havia qualquer luz piscante. Em nossa primeira conversa a testemunha disse que tais objetos eram semelhantes aos do primeiro avistamento e que ele sempre eram vistos ali.

Análise

Segundo a testemunha, este caso “pode ter sido um satélite também”. O “cruzamento” das rotas não é um fato extraordinário, pois membros da OPUs já presenciaram satélites em circunstâncias parecidas. O fato de que “trocavam de cor às vezes” pode ser causado por variações atmosféricas.

Conclusão: satélite artificial

OVNI no Clube Náutico de Araraquara

1. Relato

Neste caso não há propriamente um relato. Trata-se de uma foto. A testemunha só percebeu a semelhança com um “disco-voador” depois da revelação. No momento, não observou nenhum movimento estranho ou qualquer tipo de ruído.

É importante enfatizar que houve perda de qualidade na imagem digitalizada. Na foto original, o OVNI destacado pela seta vermelha se parece muito com a forma típica de “disco-voador”. A seta amarela indica a direção aproximada dos raios solares (Araraquara, novembro de 2001, 16h30min, horário de verão – equivalentes a 15h30min no horário normal).

2. Análise

Na ampliação realizada por um amigo da testemunha fica mais clara a semelhança com um “disco-voador” (abaixo). Esta mesma pessoa tem bons conhecimentos de fotografia e analisou os negativos em busca de manchas, tendo descartado esta hipótese.

1. A parte interna está mais escura, o que indica uma maior concentração de água. As áreas externas da nuvem contém menos água (e são mais claras) devido à evaporação pela luz solar e convecção (das correntes de ar);

2. A maioria de regiões claras nesta nuvem ocorre na parte superior esquerda, lado pelo qual incide a luz solar e é natural que haja uma evaporação um pouco maior ali;

3. A nuvem aparece mais escura na foto porque, além de saturada, está em um ponto do céu onde pode estar recebendo sombra de outra nuvem (a que aparece à esquerda bem próxima à seta amarela, na foto mais ao alto);

4. Não são raras nuvens pequenas e carregadas no céu, aparecendo ao lado de outras maiores e mais claras. O curioso neste caso é que o contorno lembra um “disco voador”. Há certas nuvens que lembram animais ou objetos.

As fotos foram analisadas por um meteorologista que declarou não haver nada de anormal.

3. Conclusão

Tratava-se mesmo de uma nuvem com formato sugestivo de “disco-voador”.

Caso “Amor aos pedaços”

1. Relato

Aluguei o filme “Amor aos Pedaços” é um lançamentocomédia/romance tem em qualquer locadora, Bom no começo do filme acho que 15mim/20mim, quando a moça personagem principal começa a falar de seus relacionamentos, tem uma cena em que ela fica sentada com o cara que também é personagem principal num banco de praça que ao fundo mostra a cidade. Então aparece uma estrela cadente, e eu comentei da estrela, más ninguém viu!! Então voltei a fita para mostrar para os demais, foi ai que percebemos que não era uma estrela cadente.Bom não sei o que era más (sic) parece uma bola de luz, pequena que sai do Chão (sic) parte a 45 graus, depois muda para direita e muda de novo quando some na tela, numa felocidade (sic) incrível. Após ver varias vezes, não descobrimos o que era, más não era helicóptero, nem balão, nem dirigível, nem se lá!!! Acho que fale (sic) a pena alugar para ver!!! Se tiverem, alguma duvida do filme me fala que eu pego todos os dados e passo para vocês e se descrobrirem (sic) o que!

2. Análise

Na cena indicada, é noite e o casal protagonista se beija, sentados em um banco de jardim, com luzes da cidade ao fundo.

Nesta cena ocorre por duas vezes um efeito especial de “jogar” a imagem do casal “mais para longe” (abrindo o ângulo de enquadramento), mantendo por alguns instantes (décimos de segundos) a imagem anterior.

Durante toda a cena, a testa do rapaz está muito iluminada. Na segunda vez em que o efeito especial acontece, a luminosidade da testa do rapaz permanece ao fundo, combinada com as luzes da cidade, dando a impressão de um objeto luminoso deslocando-se no céu noturno.

3. Conclusão

Engano do observador ao interpretar imagens do filme.

Caso São José I

1. Introdução

O caso a seguir foi relatado à OPUs pela mesma testemunha dos casos São José 2 e 3, que identificaremos por Sr. LF, residente no bairro São José, na cidade de Araraquara.

2. Relato

Em uma noite de céu limpo e claro, por volta de 21h30min, o Sr. LF estava dentro de sua casa quando resolveu ir até a varanda para fumar um cigarro. A testemunha tem o hábito de sempre olhar para o céu. Desta forma, quando olhou para o lado sul, avistou uma luz laranja, com luminosidade opaca, classificada – pela própria testemunha – como estranha.

A luz, de tamanho comparável ao tamanho da lua cheia, estava parada no céu e repentinamente começou a aumentar seu tamanho de modo rápido. Em menos de dez segundos, após crescer, a luz sumiu.

Do ponto de vista do observador, a luz não se movimentou, mas o Sr. LF disse que o desaparecimento sugeriu movimento no sentido oposto ao de sua observação: “não foi uma luz que apagou. Foi uma luz que se distanciou”.

3. Análise

No artigo Questão UFO 15, a OPUs explica que pontos luminosos no céu, avistados aproximadamente até 20h00min no horário normal e até 21h00min no horário de verão, podem ser satélites, ônibus espacial ou a estação espacial ISS.

Considerando a hora (21h30min) e também o fato de que o horário de verão, naquele ano, começou em 8 de outubro, portanto cerca de um mês depois do avistamento, pode-se descartar o avistamento incomum da luz de um artefato humano em órbita.

Não conhecemos relatos astronômicos de um corpo celeste que fosse avistado tão rapidamente aqui na Terra e tivesse o tamanho comparável ao de uma lua cheia.

Uma outra possibilidade de brilho incomum no céu noturno é o surgimento de estrelas supenovas. Mas este brilho geralmente não surge e desaparece tão rapidamente. Dura semanas ou meses.

4. Conclusão

Considerando a hipótese de que a testemunha não fez relatos fantasiosos ou teve um episódio de falsa memória, este caso permanece, até o momento sem explicação.

Caso São José II

 

1. Introdução

O caso a seguir foi relatado à OPUs pela mesma testemunha dos casos São José 1 e 3, que identificaremos por Sr. LF, residente no bairro São José, na cidade de Araraquara.

2. Relato

Em outubro de 2000, O Sr. LF, acompanhado de sua ex-esposa, estava sentado na varanda, por volta de 21:30 (aproximadamente no mesmo horário do relato do caso São José 1, como salientou a testemunha), quando avistou um objeto na parte sul do céu, com tamanho de uma lua cheia e com luminosidade “néon e opaca”, de cor laranja.

Além do tamanho que a impressionou, um outro fator que causou espanto à testemunha foi a velocidade do objeto em percorrer o trajeto relatado: a luz, proveniente da parte sul-leste, movimentou-se em linha reta, fez uma parada e passou a descrever um semi-círculo no céu, dirigindo-se novamente para o sentido sul-leste.

Todo o trajeto foi calculado pela testemunha em aproximadamente quinze segundos.

3 Análise

O Sr. LF não soube precisar o dia exato do ocorrido. Portanto não podemos determinar se o horário de verão daquele ano já tinha se iniciado.

No artigo Questão UFO 15, a OPUs explica que pontos luminosos no céu, avistados aproximadamente até 20h00min no horário normal e até 21h00min no horário de verão, podem ser satélites, ônibus espacial ou a estação espacial ISS.

De forma semelhante ao Caso São José 1, não conhecemos relatos astronômicos de um corpo celeste que fosse avistado tão rapidamente aqui na Terra e tivesse o tamanho comparável ao de uma lua cheia.

Uma outra possibilidade de brilho incomum no céu noturno é o surgimento de estrelas supenovas. Mas este brilho geralmente não surge e desaparece tão rapidamente. Dura semanas ou meses.

4.  Conclusão

Considerando a hipótese de que a testemunha não fez relatos fantasiosos ou teve um episódio de falsa memória, este caso permanece, até o momento sem explicação.

Caso São José III

1. Introdução

O caso a seguir foi relatado à OPUs pela mesma testemunha dos casos São José 1 e 2, que identificaremos por Sr. LF, residente no bairro São José, na cidade de Araraquara.

2. Relato

Dia 6 de janeiro de 2001. Costumeiramente, o Sr. LF acorda cedo. Neste dia, ao sair de casa, por volta de 5h30min da manhã, notou ao sul da cidade, do lado direito de uma aeronave que acabara de decolar, a presença de uma luz de cor laranja.

Segundo a testemunha, a luz não acompanhou a aeronave: simplesmente apareceu e logo em seguida sumiu rapidamente, sem esboçar qualquer tipo de movimentação.

3. Análise

O ponto de luz avistado pela testemunha sugere como explicação um avião.

Dado o horário e a forma como o Sr. LF descreveu o ponto luminoso (um ponto de luz laranja próximo ao avião), existe a possibilidade de ser um outro avião a uma distância vários quilômetros, movimentando-se no sentido oposto ao da observação, dando a impressão de estar parado no céu.

Próximo ao nascer do Sol e dependendo da altura da aeronave, é provável que esta tenha sido iluminada pela estrela. Dada a grande distância do provável avião e o sentido percorrido em relação ao observador, este poderia ter visto a aeronave apenas como um ponto de luz parado no céu.

Além disso, o fato de o céu estar limpo no dia favoreceria o avistamento das luzes pertencentes a uma possível aeronave.

4. Conclusão

Pela análise deste terceiro relato, a OPUs sugere que se tratou de um avião a vários quilômetros de distância.

Um episódio muito semelhante já foi devidamente esclarecido como sendo um avião. Na Amazônia, uma luz misteriosa, praticamente parada no céu, assustando moradores da região, era um Boeing 737 da Varig pousando em Porto Velho, a 32 km de distância do local do avistamento. Este caso foi apresentado em uma série de TV do jornalista Bill Curtis, no canal de TV por assinatura A&E Mundo.

Postagem original feita no https://mortesubita.net/ufologia/casos-pesquisados-pela-opus/

A Carbonária Portuguesa

A partir de 1890, com o Ultimatum, a revolta alia os portugueses sedentos de mudança. Segundo Luz de Almeida, fundador da Carbonária Portuguesa, “Estavam ainda longe as sociedades secretas, e os estudantes, nessa altura, não pensavam em tal assunto”. Esta frase define uma situação do conhecimento que exige ser corrigida, não só por ter havido estudantes maçons desde pelo menos os últimos trinta anos do século XVIII, na Universidade Reformada, como por a nossa investigação sobre a obra e percurso de alguns desses estudantes, os naturalistas, ter detectado a presença de sinais de reconhecimento nos seus textos que pertencem a organizações da Maçonaria Florestal.

Ainda estudante, Luz de Almeida ligou-se em 1896 aos grupos de jovens que militavam em favor da República, conhecidos pelo nome profano de Junta Revolucionária Académica. Esta Junta era a Maçonaria Académica, que ele refere como “Maç’.’ Académica”: os três pontos em forma de V, ao contrário dos da Maçonaria da Pedra.’., identificavam os carbonários. Compunham a Maçonaria Académica alunos da Escola Politécnica e dos liceus. Estes jovens agitavam o meio lisboeta em favor da República e estavam ligados a associações secretas de populares, intelectuais e militares. Contando com largo apoio popular, as choças e barracas proliferavam pelo país, mostrando nos nomes a orientação revolucionária que as dinamizava: República, Termidor, Marselhesa, Mocidade Operária, Companheiros da Independência, etc..

Da Maçonaria Académica irrompe a Carbonária Portuguesa, cujas principais figuras, ligadas à implantação da República, foram Luz de Almeida, Grão-Mestre, António Maria da Silva, representante da Venda Jovem Portugal (corpo legislativo) e Machado Santos, representante da Alta Venda (poder executivo).

Adstritas à Carbonária Portuguesa havia outras, entre elas a Loja Obreiros do Futuro, liderada por Heliodoro Salgado. Numerosos activistas encorajavam os grupos clandestinos de iniciação que forçaram o surgimento do movimento revolucionário, anti-clerical e não apenas anti-monárquico.

Desde a criação até ao fim, a Carbonária Portuguesa teve oito altas vendas, sempre com Luz de Almeida como Grão-Mestre. De todas a mais importante foi a Sexta, pois foram os seus elementos que participaram decisivamente no 5 de Outubro de 1910, na ausência de Luz de Almeida, então exilado em França.

Fonte: Venda das Raparigas

#Carbonária

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/a-carbon%C3%A1ria-portuguesa

A Rectificação do Calendário Thelêmico

O Evento tecnicamente conhecido como “Equinócio dos Deuses” ocorreu a 20 de março de 1904 e.v. Uma vez que o Calendário Thelêmico inicia a sua contagem a partir desta data conclui-se naturalmente que o período entre 20 de março de 1904 e.v. e a mesma data de 1905 e.v. corresponda ao ano I do Aeon de Hórus . Assim temos que:

20/03/1904 e.v. a 21/03/1905 e.v. = ano I
20/03/1905 e.v. a 21/03/1906 e.v. = ano II
20/03/1906 e.v. a 21/03/1907 e.v. = ano III
………………………………………………………….
20/03/1996 e.v. a 21/03/1997 e.v. = ano XCIII
20/03/1997 e.v. a 21/03/1998 e.v. = ano XCIV
20/03/1998 e.v. a 21/03/1999 e.v. = ano XCV

Existe, portanto, uma defasagem de um ano em relação ao Calendário em voga, que afirma encontrarmo-nos no ano XCIV do Aeon de Hórus quando uma contagem mais correta seria a de XCV, como acima demonstrado. Temos perfeita ciência de que nada expusemos no presente trabalho além de uma simples operação de aritmética ao alcance de qualquer um que possua o curso primário ainda que incompleto e, se existe algo de intrigante ou misterioso aqui, é como um raciocínio tão simples não terá ocorrido a ninguém em quase um século desde a Promulgação da Lei. Se isto não é um indício bastante claro da situação lastimável em que o movimento dito Thelêmico haverá mergulhado, sinceramente não sabemos o que poderá ser.

Por Frater Sinn

[…] Postagem original feita no https://mortesubita.net/thelema/a-rectificacao-do-calendario-thelemico/ […]

Postagem original feita no https://mortesubita.net/thelema/a-rectificacao-do-calendario-thelemico/

Mapa Astral de Claude Debussy

Claude-Achille Debussy (Saint-Germain-en-Laye, 22 de Agosto de 1862 — Paris, 25 de Março de 1918) foi um músico e compositor francês. A música inovadora de Debussy agiu como um fenômeno catalisador de diversos movimentos musicais em outros países. Na França, só se aponta Ravel como influenciado, mas só na juventude, não sendo propriamente discípulo. Influenciados foram também Béla Bartók, Manuel de Falla, Heitor Villa-Lobos e outros. Do Prélude à l’après-midi d’un Faune (“Prelúdio ao entardecer de um Fauno”), com que, para Pierre Boulez, começou a Música moderna, até Jeux (“Jogos”), toda a arte de Debussy foi uma lição de inconformismo.

Mapa Astral

O Mapa de Debussy possui Sol, Mercúrio e Ascendente em Leão-Virgem (Rei de Ouros); Lua em Câncer; Vênus em Câncer-Leão (Cavaleiro de Bastões); Marte em Áries; Júpiter em Virgem-Libra (Rainha de Espadas) e Saturno em Virgem. Seu Planeta mais forte é o Sol.

Muito de sua obra Impressionista reflete a influência forte do contraste de sua Lua canceriana com Saturno virginiano (sextil de 1,22 graus), chegando a um equilíbrio entre o emocional e o ritmo metódico. Este contraste harmônico ainda é ampliado pela relação entre Vênus em Câncer-Leão e Júpiter em Virgem-Libra, formando um sextil fortíssimo de 1,13 graus.

A Enciclopédia de Colúmbia descreve o impressionismo como: “Origina-se na França, caracterizada por sugestão e atmosfera, abstêm-se dos excessos emocionais da era Romântica. Compositores impressionistas preferiam composições com formas curtas como o nocturne, arabesque, e o prelúdio. Talvez a inovação mais notável usada pelos compositores impressionistas foram: o uso da escala de acordes de 7ª maior e a extensão de estruturas nos acordes com intervalos de 3ª à harmonias de cinco e seis partes. Um estilo musical, distinto e marcante, do período da música impressionista foi o efeito de planar sobre uma frase melódica. Claude Debussy, especialmente, foi mestre deste efeito”.

#Astrologia #Biografias

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/mapa-astral-de-claude-debussy

A Teoria da Conspiração por trás das duas Guerras do Golfo

Para quem acredita em Teoria da Conspiração, isto é fascinante; para quem não, será ao menos interessante e para os matemáticos representará toda uma explicação de como podem haver tantas casualidades numa mesma coincidência:

Existe uma imensa companhia chamada The Carlyle Group avaliada nuns 14 bilhões de dólares , a qual é propriedade de um grupo de poderosos e influentes republicanos de Washington DC. Esta companhia é basicamente uma holding que agrupa e tem enormes interesses financeiros em companhias dos ramos de engenharia civil, energia, hotelaria, defesa e operações…

Apenas citando as que nos interessam hoje, existem várias companhias dentro de Carlyle: The Bin Laden Group com sede em Riyadh, Arábia Saudita, e as companhias norte-americanas United Defense Industries (Virginia), Raytheon (Massachusetts) e Arbusto Energy Oil Co (Texas). Ainda que não tenha nada a ver com esta história, e apenas como curiosidade, mencionaremos outra muito famosa dentro da Carlyle: Enron.

Voltando ao tema: The Bin Laden Group é o gigante empreiteiro de engenharia civil do oriente médio. Recordemos que Osama Bin Laden amealhou grande parte de sua fortuna no negócio da construção, ainda que também, e isto não vem ao caso, mas como curiosidade, como o principal fornecedor de goma arábica para a Coca-Cola, com sede em Atlanta (talvez se tivessem pensado em não tomar Coca Cola não acontecesse a guerra?).

Enfim, dentro da Carlyle,as famílias Bush e Bin Laden têm sido oficialmente sócios comerciais desde 1989.O irmão mais velho de Osama bin Laden, Salem bin Laden e George Bush pai, criaram uma companhia petroleira no Texas em 1989, a Arbusto Energy Oil Co. (arbusto=bush), e foram sócios por vários anos até a morte de Salem com a queda do seu jato particular nas cercanias de Houston em 1993. George Bush pai é agora acionista majoritário dessa companhia, com investimentos multimilionários e interesses dentro do gigante petroleiro Chevron-Texaco.

Raytheon, localizada em Massachusetts, (a umas 40 milhas a oeste de Boston), fabrica o sistema de guia para os mísseis Tomahawk (quem não viu as cenas nos noticiários destes mísseis decolando de barcos e atingindo alvos com precisão cirúrgica, como se fosse um vídeo game), sistemas de posicionamento global por satélite (GPS) e sistemas integrados de radar para todas as forças armadas dos EUA.

Outra das companhias dentro do grupo, é a United Defense, localizada na Virginia, em Washington DC, a qual fabrica sistemas de lançamento de mísseis (hardware e software) para a US Navy e a USAF. Para que entendamos: os mísseis Tomahawk da Raytheon, são lançados de plataformas fabricadas pela United Defense instalados em cada barco e submarino da marinha dos EUA e na maioria dos bombardeiros B-52,
B-1 Lancer e B-2 Spirit da força aérea.

O Bin Laden Group, foi o principal contratante civil para a reconstrução do Kuwait após a Guerra do Golfo e, como dissemos, é o maior contratante de engenharia civil no oriente médio atualmente.

A esta companhia também se ajudiciaram a construção e remodelação das bases aéreas para a USAF, RAF (Royal Air Force) e a RAAF (Royal Arabian Air Force) durante a guerra do Golfo na Arábia e nos Emirados Árabes Unidos, assim como a ampliação da base da USAF em Incirlik, Turquia.

Que benefícios há para The Carlyle Group, e suas associadas e seus acionistas com o início da guerra?: A Chevron-Texaco, e por conseguinte, Arbusto Energy obteriam cifras gigantescas quando a guerra disparasse o preço do petróleo e das ações destas companhias (direto para o bolso da família Bush).

A Raytheon e United Defense elevariam o valor de suas ações na NASDAQ e suas vendas poderiam quintuplicar- se com a guerra somente em um quarto do ano fiscal gerando lucros astronômicos para seus acionistas. De fato, e curiosamente, a United Defense acaba de colocar no mês passado na NASDAQ, 300 milhões de dólares em ações que foram praticamente arrebatadas por compradores prevendo a alta no seu preço (direto para o bolso da família Bush).

The Bin Laden Group sem dúvida alguma, seria o principal contratado civil para a reconstrução de Bagdá e a construção de bases militares e infra-estruturas para as mesmas, controladas pelos EUA no Iraque, fecharia contratos bilionários (direto para o bolso da família Bin Laden).

Dois dos executivos de maior porte no The Carlyle Group são George Bush pai, e John Major, ex – primeiro – ministro britânico, protagonistas principais da guerra no Golfo no início dos anos 90. O CEO de Carlyle e Frank C. Carlucci, ex-secretário de defesa durante a administração Reagan, ex-chefe da CIA, e ex-companheiro de escola de Donald H. Rumsfeld, atual secretário de defesa. Também é amigo pessoal de Dick Cheney, atual Vice – Presidente e ex-chefe Adjunto do Staff de George Bush pai durante a guerra do Golfo. Dick Cheney era o chefe direto do General Norman Schwarzkpoff, Comandante-em-Chefe das forças aliadas durante a guerra.

Ou seja, há 10 anos e hoje, são os mesmos personagens envolvidos na guerra contra o Iraque. George Bush filho, é só um títere neste circo.

Coincidência?? Afinal de contas, duas famílias permanecem unidas e ganhando cifras de 7 zeros com a guerra: Bush e Bin Laden. É por isso que ainda que o Iraque cumpra com todas e cada uma das resoluções da ONU, de qualquer forma haverá guerra. Há muito dinheiro envolvido. Dentro deste lodaçal, não é de se estranhar que o mesmo Saddam Hussein seja parte do teatro e possa obter benefícios com esta guerra pré-fabricada.

Outro dado de interesse geral:
PS.: Sabiam que a firma Morgan, Stanley, Dean, Witter & Co ganhou 1.2 milhões de dólares e a firma Merril Lynch ganhou 5.5 milhões de dólares mediante a execução de uma ferramenta burocrática chamada Put Option, com ações da American Airlines, duas semanas depois dos atentados de 11/09?…bom, e o que há de estranho?….resposta: a Put Option é uma opção que cobre riscos; se você compra uma ação a 1 dólar e uma semana depois ela regressa ao emissor e a ação vale 0.8, o emissor está obrigado a pagar os 0.2 de diferença mais o dólar que custou a ação.

Esta é uma ferramenta financeira usada por muitas companhias dentro de NASDAQ e a NYSE para manter seu capital fresco.

Aqui vai algo surpreendente: ambas companhias estavam localizadas nas torres gêmeas do WTC (uma em cada torre), ambas compraram ações da American Airlines entre o dia 6 e o dia 10 de setembro mediante Put Options e ambas se voltaram a vender a American Airlines mediante a execução do contrato entre o 29 de Setembro e o 10 de Outubro, quando o valor da ação havia caído quase uns 40%…..em 11/09, ninguém dos altos executivos de ambas companhias se encontravam em seus escritórios na hora dos atentados. Casualmente estavam em juntas de negócios na área do Central Park, no distrito financeiro de upper Manhattan.

Coincidência?Em ambas companhias, perderam-se as vidas de uns 350 empregados em ambas torres.

Outro dado curioso:
Atualmente, um dos irmãos menores de Osama bin Laden, está por concluir seus estudos na escola de leis de Harvard, em Boston, onde tem vivido por 5 anos. Por certo que de Boston, partiram os 2 aviões que derrubaram as torres gêmeas.Outra coincidência?

Este é o negocio da guerra!…

Toda a informação contida aqui, foi investigada e obtida e pode ser verificada nas seguintes fontes: The Carlyle Group, The Washington Post, The Baltimore Chronicle, The New York Times, CNN, CNN Money e em suas respectivas páginas na Internet. Isto não é um conto, é a pura realidade.

Interessante, não?

Traduzido por Patrick Berlinck.
Publicado originalmente por Sabo

[…] Postagem original feita no https://mortesubita.net/sociedades-secretas-conspiracoes/a-teoria-da-conspiracao-por-tras-das-duas-g… […]

Postagem original feita no https://mortesubita.net/sociedades-secretas-conspiracoes/a-teoria-da-conspiracao-por-tras-das-duas-guerras-do-golfo/

Z-Nation e a Kabbalah

z-nation-kabbalah

Um dos melhores seriados de Zumbis na atualidade, Z-Nation segue passo a passo a cartilha da Jornada do Herói. Tentarei ser bastante sucinto para não dar nenhum spoiler e vocês mesmos poderão fazer as comparações dos Personagens com as Sephiroth conforme forem avançando nos episódios.

MALKUTH é o mundo ordinário, que, no caso, é o Apocalipse Zumbi. As pessoas vivem suas vidas tentando sobreviver ao dia seguinte. Nesse ambiente inóspito e problemático, surge Alvin Murphy como TIFERET, o herói e provável salvador da humanidade (não explicarei por quê). Assim como Neo, em Matrix, é conduzido por Morpheus, The Murphy, o “Salvador da Humanidade” é conduzido e guiado em sua jornada por YESOD, na figura de Roberta Warren, que traz consigo as características de “mãe” da turma e ao mesmo tempo das deusas caçadoras como Ártemis e Diana (ela é uma das militares do grupo). 10K é o “aprendiz”, em HOD, o mais jovem, ágil e mais preocupado com a matemática (especialmente a contagem dos mortos) e assuntos de engenharia e balística do grupo; seu principal amigo e tutor é o Doc, que além de ser o mais velho e o psicólogo da turma, também atua como o pajé e curador do grupo, representando a Esfera de CHESED. O guerreiro “porrada” que representa GEBURAH é o agente do DEA Javier Vasquez, que forma um par não-declarado com Roberta. A “Musa” representando a beleza de NETZACH na equipe é Addy, que mesmo gata, é extremamente perigosa.

A “Jornada” dos heróis começa em Nova York e (até agora) tenta chegar na Califórnia, passando por diversos obstáculos, inimigos e situações. Seu Anjo Guardião, que ao mesmo tempo em que possui todas as informações (HOCHMA), também é o restritor (BINAH) pois o time segue suas orientações e ele limita o caminho a ser percorrido é o Cidadão Z, que, por estar fisicamente afastado, atua atrás do Abismo.

O Objetivo? Salvação da humanidade… Z-Nation acaba de confirmar a terceira temporada, então ainda há muito o que acontecer… aguardemos os próximos capítulos.

Se você gostou do post mas não entendeu o que é a Jornada do herói ou a Kabbalah, recomendamos fazer o Curso em EAD de Kabbalah Hermética.

#Arte #Kabbalah

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/z-nation-e-a-kabbalah

A Construção de Companheiros Humanos Artificiais

Anton Szandor Lavey

Os meios pelos quais um humanoide pode ser construído são tão diversos quanto à escolha de materiais que permitirão tal feito. No passado, os seres humanos artificiais eram formados a partir de metais, as seções do corpo unidas como em uma armadura, ou então eram formados em tecido emborrachado ou em borracha real esticada sobre uma estrutura esquelética, com o mecanismo de acionamento do robô contido em seu interior.

O androide mais rudimentar precisava ser nada mais do que um substituto visualmente e palpavelmente convincente. Não há nada de errado com isso já que o apelo principal do humano ide reside na aproximação do comprador com sua “outra metade”. Como sua natureza era de nos fazer cair em “amor à primeira vista,” o que era visto com entusiasmo seria entusiasticamente melhor aceito. Companheiros artificiais que são agradavelmente ouvidos, cheirados e sentidos também constitu em pontos de venda positivos. Porém , é necessário que um companheiro artificial pareça certo ao seu comprador, isso é de primordial importância.

Em uma nova indústria estas coisas não possuem necessidade imediata de obsolescência planejada, já que a oportunidade de melhoria constante permanece como uma condição fresca e inexplorada. Quanto mais à concorrência entre as fábricas de produção de humanoides se desenvolvem, maior será a elaboração e a complexidade do androide .

Inicialmente, haverá alguma relutância em admitir o uso de androides, especialmente por parte das pessoas que mais precisam deles. Daí deve ser considerado o desenvolvimento inicial de humanoides. Apesar dos anúncios que se veem na televisão de bonecas infláveis realmente grotescas que acompanham cavalheiros em festas de piscina, duvida-se que os egos dos compradores desses anúncios tenham concretizado um nível de indiferença pública, brincalhões são a exceção. Muitos androides primeiramente serão relegados para a gaveta da cômoda, para as sapateiras ou para um espaço sob a bancada da garagem quando não estiver em em uso, somente trazidos para fora quando “ o caminho estiver livre ” e ninguém estiver vendo.

Antes de embarcar no projeto de construção de um humanoide, deve-se considerar as exigências do fabricante, as necessidades de sigilo, o talento e os materiais disponíveis. Se você quer companhia de natureza puramente visual, podem ser utilizadas técnicas empregadas por escultores modernos . Os valores podem ser esculpidos em madeira, blocos de isopor devidamente colados ou lançar moldes nas muitas variedades de plástico disponíveis. Se você escolher esse método, há vários livros excelentes no mercado que fornecem instrução sobre esculpir figuras em madeira e esculturas com várias resinas de plástico ou fibra de vidro. Papel machê, gesso e outros métodos são facilmente aprendidos. A principal desvantagem de fazer o seu androide a partir de tais materiais é a falta de maleabilidade e maciez, além de uma notável limitação de movimentos do corpo. Na pior das hipóteses, você vai gastar uma grande parte do seu tempo em uma criatura que será, essencialmente, um manequim para exposição quando concluído.

Se suas necessidades são em grande parte como voyeur, você vai economizar muito tempo obtendo um manequim descartado ou danificado em lojas para usar como base sobre aquele que você irá construir. Manequins são geralmente fundidos a partir de pessoas vivas, mas é improvável que você irá encontrar um corpo ideal para suas demandas estéticas. A maioria possui um a camada extremamente fina de modo que a roupa se encaixe melhor para a exibição nas vitrines , e muitos são anormalmente alongados no tronco, pernas, braços e pescoço. Manequins masculinos são, invariavelmente, mais finos do que o normal para facilitar o lojista quando vesti-los. Rostos das mulheres tendem a ser aquilinos ou estéreis, e os dos homens são extremamente sem-graça. Nenhuma loja quer uma mulher com rosto sedutor ou um homem com cara de obrigação em sua janela diminuindo a beleza da roupa pendurada em cima deles. A menos que o seu gosto vá para mulheres que só comem vagens e homens magros como placas, você terá que modificar qualquer manequim.

Apesar de um manequim ser uma base adequada para seu humanoide , seus movimentos são normalmente limitados quanto ao rearranjo de braços e mãos. Descobri para as partes que são intercambiáveis (braços, mãos, as metades superior e inferior do corpo), peças que aumentam sua flexibilidade de posicionamento. Meus primeiros humanoides foram construídos a partir de manequins que eu seccionei, separando os pedaços de pernas, braços, pescoço e torso, e envolvendo – os com fibra de vidro ou elástico , em seguida, adicionando um composto de resina e talco sobre áreas construídas com diversos materiais. Desta forma eu criei algumas pessoas grotescas e belas – assim com o são as pessoas reais.

Se você pretende limitar seu humanoide artificial como um companheiro puramente visual , não importa quão pedregosa seja sua superfície. Ele pode ser pintado, dependendo da sua habilidade, de maneira tão realista quanto qualquer ser vivo possa parecer.

Se você quer apertar a mão de sua criação ou dar-lhe um pequeno aperto, no entanto, é melhor você ter uma imaginação altamente desenvolvida ou sua bolha irá estourar . Flexibilidade e realismo táteis são evidentes através de melhorias na rigidez. Existem três métodos básicos que tenho empregado para atingir estes fins: a pele cheia de ar, uma pele com enchimento e uma substância moldada que é suave ao toque.

Vamos considerar o tipo difundido por empresas de sex-shops apresentando anúncios do que parecem ser criaturas extremamente glamorosas . O comprador animadamente abre o seu pacote para descobrir um vinil fino (PVC, não BVD) com vestido, calcinha rosa, e com uma máscara dura ligada ao seu topo. Ele , tremendo , retira o maiô de plástico da boneca e encontra uma válvula onde passa a soprar para enchê-la, até ficar tonto e sem ar . E ele é recompensado com uma glamorosa menina hidrocefálica e esquálida . Qualquer semelhança com uma donzela voluptuosa é puramente mental. Alguns modelos esportistas oferecem um orifício vaginal (do diâmetro de um relógio de bolso) entre as coxas , e algumas “ melhorias ” entre outras.

Se quiser fazer seu próprio companheiro inflável você pode fazer um trabalho melhor, cortando folhas de vinil em partes e soldando eletricamente as costuras no local desejado. Par a obter um valor razoável, fixe o vinil em um modelo vivo da maneira que uma costureira marca no modelo onde as costuras e articulações serão. Remova os pinos (certifique-se que eles estão fora das linhas que você marcou ) e corte-o, de seguida soldando o vinil. As áreas mais problemáticas neste tipo de construção são a cabeça, mãos e pés. A cabeça e pescoço devem ser construídos separadamente e, em seguida, montados de forma perfeita , em especial na abertura da garganta da pele de vinil , e colado com uma cola especial de cimento plástico para assegurar uma vedação que estanque completamente o ar. Se você tentar fazer a cabeça pelo mesmo método que o resto da figura, ela vai parecer ou hidro ou microcefálica .

O mesmo com as mãos e pés. Eles não devem se assemelhar à presuntos de piquenique ou pequenas nadadeiras. Pare a construção nos pulsos e tornozelos e insira tornozelos rígidos e pés, além de mãos separadas , juntando-as nos pulsos. Estes podem ser moldados a partir de uma pessoa viva ou através de um manequim. Vede as articulações, como você fez com o pescoço. Se você tiver cuidado, as articulações serão quase imperceptíveis, já que as folhas de vinil são extremamente finas . Em um lugar conveniente (eu prefiro a parte de trás do pescoço, já que uma peruca vai cobri-lo) coloque a válvula utilizada para a inflação ou através de solda elétrica ou cimento plástico usado para reparar brinquedos de praia. Qualquer departamento de brinquedos irá produzir um brinquedo inflável barato no qual a válvula pode ser facilmente removida, e assim você poderá arranjar válvulas facilmente em brinquedos como estes.

Não desanime se suas primeiras tentativas não cumprir em com as suas expectativas, pois a experimentação e a inovação serão os seus melhores professores. A principal desvantagem do androide inflável é a sua incapacidade de permanecer em qualquer posição fixa, devido à distribuição igual de ar dentro dele . O corpo humano é constituído por diversos graus de densidade e de tónus musculares , para não mencionar um quadro engenhoso conhecido como o esqueleto. Tendões seguram membros e superfícies, assim o peso é distribuído adequadamente para as ações humanas.

O seguinte método de construção com uma pele preenchida com enchimento permite alguns destes fatores. Sua principal desvantagem é a dificuldade de ocultação . Uma boneca inflável pode ser armazenada em uma pequena caixa, gaveta ou levada em uma sacola de compras até onde seja necessário – um atributo que falta às pessoas reais . Uma figura “ recheada ” ocupa tanto espaço quanto um ser humano genuíno.

Ao contrário do tipo de manequim com superfície rígida, este que você poderá fazer é flexível o suficiente par a comprimi – lo um pouco, mas ainda assim deve ser considerado se você está preocupado com as instalações de armazenamento ou não. Um androide enchido pode ser construído com ou sem um esqueleto, embora uma estrutura interna vá elimi nar a problemática da aparência pouco natural inerente a um produto inflado.

Um esqueleto de base pode ser construído a partir de cavilhas ou de metal , ou também através de um tubo de plástico. Juntas de quadris, cotovelos, joelhos, etc, podem ser formados por rasgos e fixações ou com articulações comercialmente disponíveis . Dois ganchos para a aproximação dos ombros e para a região pélvica podem ser cortados a partir da madeira, a partir do qual os braços e as pernas estarão suspensos. Técnicas de construção de Marionetes são de valor inestimável e deve m ser estudada s da maneira que se estuda a anatomia humana. Descobri que o substituto mais facilmente obtido e eficiente para a coluna vertebral é um comprimento de tubagem flexível, tal como é utilizado para candeeiros ou cabos eléctricos. Uma das extremidades é fixada à placa pélvis e o topo final passa pela placa do ombro direito para dentro da cabeça. Assim, o torso e a cabeça podem ser posicionados em qualquer forma desejada.

A pele exterior pode ser de qualquer tipo de material que possa ser cosido ou colado, como folhas de vinil eletricamente soldadas . No vinil , porém, falta a resiliência da pele humana que as folhas de borracha ou tecido s elásticos proporcionam. Corte o padrão para a parte superior do tronco separado do tronco e das pernas inferiores. Tal como acontece com a boneca inflável, esqueça a cabeça e as mãos até mais tarde, uma vez que esta s podem ser áreas problemáticas. Feche o pescoço e os pulsos com uma extensão que será adicionada a cabeça e às mãos. Tal como acontece com humano ides infláveis, eu descobri que é melhor inserir pés e tornozelos pré – formados rígidos.

Ao construir uma figura de pelúcia, isso deve á ser feito antes do enchimento ser inserido, empurrando os pés que estão ligados às extremidades dos “ossos” dentro da pele exterior que foi formada , sendo esta muito parecida com os pés dormentes das crianças. Eu tenho usado um zíper (ou velcro) para prender as duas secções do corpo, mantendo – a juntas na cintura. Este método não só permite que seja inserido com uma maior facilidade o enchimento em ambas as seções, fechando o zíper gradualmente até que modele bem , mas fornece acesso às entranhas de sua criação, se você desejar adicionar vários “órgãos”, ou algo menos sofisticado. É impressionante o que pode ser feito usando um pouco de criatividade.

Faces podem ser modeladas a partir de pessoas vivas usando procedimentos estabelecidos pela técnica de moulage . A máscara de látex flexível pode ser atada a uma cabeça sem rosto, a peruca escondendo qualquer amarra . Assim, se você está cansado de um rosto ou expressão básico demais , você pode simplesmente substituí – lo por outro com a mesma facilidade como amarrar os sapatos. Se o seu homem ideal ou a mulher ideal não está disponível para fundição, esculpa – o em argila, fazendo um molde e não precisará procurar mais. Perucas podem ser presas à cabeça com fita adesiva dupla – face ou velcro.

Plásticos, que sã o altamente tóxicos, são trabalhados por um amado r com instalações de ventilação e podem ser empregado s em condições industriais. No entanto, a espuma de poliuretano flexível com célula aberta ou fechada é facilmente disponível em folha o u em bloco e pode ser empregada como forma realista da “carne”. E nrole a armadura ou o esqueleto com ele ou com blocos laminados inteiros , e esculpa o molde com uma faca elétrica. Ao corpo acabado pode ser dado uma “pele” de PVC aplicada com fita dupla – face ou recoberto com um órgão de preenchimento adequado.

A eletrônica pode ser facilmente incorporada . Mecanismos de voz não são nenhum desafio. Eu escondi em meus humanoides pequenos gravadores na cabeça, com a abertura do alto – falante sob a peruca. Cassetes pré – gravado s inseridos numa ranhura sob a linha fina proporcionam um efeito audível convincente. Os odores associados com os seres humanos são simples de se fornecer, usando perfumes, colônias ou algo pior.

E todo o congresso de pênis, vulvas, vaginas, saco escrotal, seios, mamilos, etc, podem ser encontrados em qualquer loja de artigos sexuais ou catálogos das mesmas . Com poucas exceções, todos esses objetos são sem corpos . Vamos juntá-los para as formas humanas a que pertencem.

Tenho grande respeito por aqueles pioneiros que fizeram seus próprios companheiros humanos artificiais não importando o quão difícil inicialmente pareceu ser . Eles percorreram um pequeno passo e chegaram o mais perto possível de brincar de ser Deus e criar o homem ou a mulher de acordo com sua imagem deseja da. Com uma saída criativa envolta em tabus antigos como esta, a inovação pode agora correr desenfreada – no ritmo de novas artes de modelagem humana que vê m a ser conhecidas.

O mundo crepuscular e bizarro do ventríloquo, o boneco e seu mestre, talvez possa ser entendido melhor por outras pessoas do que pelas mentes dos psicólogos. O elemento esquizoide aceitável em todos nós – aquele que seleciona nossos companheiros – tem um portal fresco, novo e aberto a se cruzar . Através de substitutos , a raça humana sobreviverá .

Anton Lavey. Excerto de “Devil’ s Notebook ”, 1992 – Tradução: Nathalia Claro

[…] Postagem original feita no https://mortesubita.net/satanismo/a-construcao-de-companheiros-humanos-artificiais/ […]

Postagem original feita no https://mortesubita.net/satanismo/a-construcao-de-companheiros-humanos-artificiais/

A Vida exige Leveza

“De quanto menos eu preciso mais livre sou. A liberdade traz consigo a leveza do espírito”, me disse um velho e sábio xamã do Povo Nativo do Caminho Vermelho sentado ao redor de uma fogueira em uma noite às vésperas do Pothlach. Canção Estrelada, como passou a ser conhecido depois que descobriu seu dom de iluminar o caminho das pessoas do seu clã através da palavra, cantada ou não, como uma lanterna de proa que mostra as ondas que estão por vir, explicava com paciência, para mim, a cerimônia do dia seguinte, onde cada um doaria objeto que lhe fosse precioso.

O despego a bens materiais é um bom exercício para ajudar na renovação de ideias e conceitos que, às vezes, por estarem obsoletos, nos atrapalham na jornada. O simbolismo do ritual consiste em que cada um veja e entenda a necessidade de se renovar emocional, intelectual e espiritualmente. Ao abrir mão de algo de que somos apegados, aprendemos a transformar sentimentos e pensamentos que, por guardarmos inutilmente, se tornam pesados e atrapalham a caminhada. Entendemos que tudo pode ser diferente. A vida exige leveza.

Para seguir adiante na infinita e fantástica estrada da vida temos que entender o seu fluxo para nunca o interromper. Ou nos tornaremos amargos ao perceber os demais seguindo viagem enquanto nos aprisionamos no emaranhado de importantes desnecessidades.

“Oferecer um objeto que não seja de fato valioso é manchar a própria dignidade, fraudar o ritual e a vida. É como fingir um sentimento. Pode-se enganar a um irmão, mas jamais enganamos o Universo, que em resposta nos nega permissão para prosseguir adiante até que o erro seja desfeito. Viver é aprender, transformar, compartilhar e seguir. Dividir o que se tem de melhor é a única forma de se preparar para as novas riquezas que a vida tem a te ofertar”.

Provocar a si próprio para se desfazer de um objeto que lhe seja caro é preparar a transformação do olhar. Alinhar os desejos primários do ego com as necessidades sutis da alma exigem desapego e coragem; sabedoria e amor. É pura luz.

“Nosso verdadeiro tesouro é apenas aquilo que dividimos. Não se pode dar o que não se tem e o anseio em acumular demostra apenas o medo em relação a eterna generosidade e capacidade de amor incondicional do Grande Mistério. Fazemos o nosso melhor e entregamos o amanhã em Suas mãos, assim como não nos preocupamos se o sol vai raiar no dia seguinte”, explicou o sábio ancião enquanto tragava o bom cachimbo com fornilho de pedra.

Talvez por perceber meu olhar perdido nas labaredas do fogo que crepitava e aquecia a noite, Canção Estrelada continuou com sua fala mansa a explicar que o Pothlatch também traz a lição de que a única coisa que nós verdadeiramente possuímos é o amor. “É fundamental para encerrar a lição da cerimônia que o objeto seja oferecido com generosidade. Você dá amor ou não estará oferecendo nada que de fato seja seu. Todos os bens materiais apenas estão emprestados pelo Grande Espírito para serem usados como ferramentas de evolução de todos os povos. Já estavam aqui e ficarão aqui, ao cuidado de outros irmãos, quando partirmos com o vento para cavalgar com nossos ancestrais. Apenas o amor que você compartilha poderá ser levado em sua sacola sagrada. Todo o resto é secundário”.

Sacola sagrada? Nunca tinha ouvido a expressão. “A sacola sagrada que carrega no peito e rufa como um tambor”, explicou Canção Estrelada e após uma pequena pausa, concluiu. “É o seu coração”.

“Não que a ajuda material seja irrelevante, ao contrário, ela é importante”, continuou o ancião, “pois quem tem frio anseia por um cobertor. Mas qualquer irmão da Terra que esteja acossado pelo vento gelado do abandono carece, ainda mais, ser agasalhado pelo divino manto do abraço amoroso de outro irmão. A compaixão espiritual é infinitamente mais profunda e valiosa do que a material”.

“Só assim conseguiremos Caminhar em Beleza”, encerrou o velho sábio enquanto observávamos a noite lentamente virar dia.

Publicado originalmente em http://yoskhaz.com/pt/2015/06/19/a-vida-exige-leveza/

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/a-vida-exige-leveza

Consciências entre Lincoln x Kennedy

Quem reparou nesses detalhes em comum entre esses presidentes nos faz agora pensar que quem matou Kennedy bolou um belo plano pra escapar do real motivo sobre esse assassinato

Se você acha que coincidências não existem, depois de ler o texto abaixo você não irá mais “achar”, irá ter certeza.

* Abraham Lincoln foi eleito para o congresso em 1846.
* Jonh F. Kennedy foi eleito para o congresso em 1946.

* Abraham Lincoln foi eleito presidente em 1860.
* J.F.K. foi eleito presidente em 1960.

* Os nomes Lincoln e Kennedy tem sete letras.

* Ambos estavam comprometidos na defesa dos direitos civis.

* A esposa de ambos perderam filhos enquanto viviam na Casa Branca.

* Ambos os presidentes foram baleados numa sexta feira.

* A secretaria de Lincoln se chamava Kennedy.
* A secretaria de Kennedy se chamava Lincoln.

* Ambos os presidentes foram assassinados por sulistas.

* Ambos os presidentes foram sucedidos por sulistas.

* Ambos os sucessores se chamavam Johnson.

* Andrew Johnson que sucedeu a Lincoln, nasceu em 1808.
* Lyndon Johnson que sucedeu a Kennedy, nasceu em 1908.

* Jonh Wilkes Booth, que assassinou Lincoln, nasceu em 1839.
* Lee Harvey Oswald, que assassinou Kennedy, nasceu em 1939.

* Ambos os assassinos eram conhecidos pelos seus três nomes.

* Os nomes de ambos os assassinos tem 15 letras.

* Booth saiu correndo de um teatro e foi apanhado em um deposito.
* Oswald saiu correndo de um deposito e foi apanhado em um teatro.

* Booth e Oswald foram assassinados antes de seu julgamento.

E a parte mais estranha:

* Uma semana antes de Lincoln ser morto, ele estava em Monroe, Maryland.
* Uma semana antes de Kennedy ser morto, ele estava em Monroe, Maryland.

* Lincoln foi morto na sala Ford, do teatro Kennedy…
* Kennedy foi morto num carro Ford, modelo… Lincoln

Postagem original feita no https://mortesubita.net/realismo-fantastico/consciencias-entre-lincoln-x-kennedy/