A Menina do Corredor

O caso da foto da Menina do Corredor é um dos casos mais famosos das histórias de fantasma contadas na Internet.

Ninguém sabe ao certo o que é verdade (nem mesmo a procedência exata da foto, sendo que o fotografo que a enviou preferiu ficar no anonimato), mas também é fato que após o ocorrido no jornal Folha de SP a foto vem sido difundida e muitas outras pessoas criarão outras estórias sobre ela.

Porém Os parapsicólogos acreditam que a energia carregada nesta foto tráz juntamente a energia da menina que ainda não desencarnou e isso pode trazer vários fenômenos anamnésicos e materiais às pessoas e aos lugares onde está sendo observada (e isso explica as advertências no inicio do e-mail).”

Origem da foto

“Indonésia, durante os tumultos. Um fotógrafo estava fazendo uma cobertura dos tumultos em um dos prédios localizados na vizinhança da “cena do crime”, que também é, por coincidência, um dos locais onde eles tiveram um massacre imenso. Ele estava tirando uma foto de um corredor vazio e isto apareceu quando os negativos foram revelados.”

 

Fatos:

– O fotografo que tirou a foto resolveu envia-la para estudos;

– Um fotografo ficou louco tentando estudar a foto por muito tempo;

– O jornal FOLHA DE SP tentou imprimir para utiliza-la em uma reportagem, nada saiu além de um corredor com uma figura borrada e irreconhecível;

– Fotógrafos especialistas dizem que que é um caso raro de fotespelhotefacto onde, dependendo do foco, torna disforme outras partes da foto;

– Parapsicólogos dizem que é um caso (que nem é muito raro) de Foto da Além Vida, onde podemos ver claramente a forma ainda viva de um espectro (fantasmas para nós leigos).

Comentários

– Várias pessoas dizem que não vêem nada além de um corredor vazio;

– Outras dizem que vêem várias outras figuras (muitas dessas pessoas morreram);

– Outras juram que viram a figura fazendo um sinal como se desse adeus;

– Outras ainda dizem que a figura os chamam.

 

[…] Postagem original feita no https://mortesubita.net/espiritualismo/a-menina-do-corredor/ […]

Postagem original feita no https://mortesubita.net/espiritualismo/a-menina-do-corredor/

A Loira do Banheiro

Esta historia é muito contada em escolas e não há criança que nunca tenha ouvido. Existem inúmeras versões para esta Lenda Urbana:
Uma delas é que uma garota muito bonita de cabelos loiros com aproximadamente 15 anos sempre planejava maneiras de matar aula. Uma delas era ficar ao banheiro da escola esperando o tempo passar.
Porém um dia, um acidente terrível aconteceu. A loira escorregou no piso molhado do banheiro e bateu sua cabeça no chão. Ficou em coma e pouco tempo depois veio a morrer.

Mesmo sem a permissão dos pais, os médicos fizeram autópsia na menina para saber a causa de sua morte.

A menina não se conformou com seu fim trágico e prematuro. Sua alma não quis descansar em paz e passou a assombrar os banheiros das escolas. Muitos alunos juram ter visto a famosa loira do banheiro, pálida e com algodão no nariz para evitar que o sangue escorra.

Outra versão para a história da Loira do Banheiro é que a loira teria sido morta e esquartejada no banheiro de um colégio e o assassino, após ter jogado seus restos na privada, teria limpado o sangue com algodão.

Ainda uma outra versão que é a mais dieferented e todas é que encontrada em banheiros de escolas, hospitais e shopping centers, a bela loira de olhos fundos costuma surgir no reflexo do espelho.
Triste e só, a Loira do Banheiro procura companhia. Caso ela sorria, como se desejasse ser amiga, é preciso afastar-se rapidamente da imagem. E, se ela jogar um beijo do fundo do espelho, com um olhar apaixonado, pior ainda.

Quando a loira escolhe uma vítima, costuma assombrá-la, surgindo em reflexos nos piores momentos possíveis, como durante uma prova ou uma noite de insônia.

Segundo a lenda, a loira tem predileção por garotos tímidos. Para espantá-la, é preciso dar três descargas o mais rapidamente possível.

Rituais para chamar a Loira do Banheiro

Existem várias versões de rituais para chamar a Loira do Banheiro:

“Falar 3 palavrões, dar 3 chutes na porta e 3 vezes a descarga falando “Loira do banheiro, aparece”

“Apertar a descarga três vezes, girar no sentido anti-horário, pular com um pé só e assoviar.”

“Dar 3 vezes a descarga, por a tesoura sobre o ralo do banheiro e assibiar.”

” Dar a descaga três vezes, girar alguma coisa e ela aparece com uma faca na mão”

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A Heresia da Separatividade

Paulo Jacobina*

Excerto de A Senda Infinita

Tudo o que existe e o que não existe é uma forma manifesta do Absoluto, sendo uno com Ele e integrado de forma indissociável aos demais aspectos da manifestação.

Contudo, em decorrência do apego às formas ilusórias com as quais a manifestação se apresenta, tem-se origem a Heresia da Separatividade, a ilusória ideia de que a manifestação é separada de maneira autônoma do restante da manifestação, e, assim, tem origem todos os conflitos e sofrimentos ilusoriamente experimentados.

No Homem, é a Heresia da Separatividade que o faz utilizar, como fonte de conflitos, ilusões como raça, nacionalidade, regionalismo, posição social, estética física, origem étnica, ter ou não um determinado objeto etc. É ela a responsável por fazer com que alguns Homens se vejam como o ápice e que toda a manifestação tem de ter uma funcionalidade que lhes seja útil e não como parte integrante do Todo, ao invés de buscarem servir ao Todo.

Essa funcionalidade se manifesta das mais diversas formas possíveis, por exemplo, ao observar uma árvore se indaga para que ela serve. Alguns dirão que é para dar sombra; outrem, para dar oxigênio; aqueles, para servir de material para a fabricação de móveis; o próximo, para dar frutos, mas todos fazem uma análise baseada na serventia para a qual veem a árvore, e não para o que ela realmente serve, que é para ser árvore.

É o mesmo pensamento que faz com que alguns estabeleçam relacionamentos sociais, pois veem as demais Personas não como Personas em essência, mas como algo que lhes pode ocupar um espaço vazio na sua “coleção de itens”. Ao deixarem de cumprir determinada função, são descartados, fazendo com que se estabeleça uma relação pautada em aspectos menos sutis, como os manifestados exteriormente, a exemplo de possuir dinheiro e da atratividade física; ou aqueles relacionados ao que o outro pode lhe proporcionar na esfera psíquica, como lhe fazer bem[1]; ou o status de se estar em um relacionamento. É pensar “o que posso retirar disso?”, e não “o que posso contribuir para isso?”[2]. É não ter sentimento verdadeiro e sim um falso sentimento, que tem origem em autoindulgência, autoaprimoramento ou autoproteção.

É a Heresia da Separatividade que dá origem ao Ego, isto é, a vinculação do Eu com aspectos da manifestação menos sutis de forma a se confundir o Eu com esses aspectos, fazendo com que o Eu acredite que é o Corpo Físico e, por isso, busque por coisas relacionadas a este Corpo. Há, ainda, os que acreditem que são emoções e procurem por experiências relacionadas a elas; outros, o intelecto, e visem situações relacionadas ao conhecimento e à racionalidade. Contudo, ao compreender que é parte integrante do Todo, assume o comportamento de apenas ter experiências relacionadas ao Todo e, por isso, está no seu Dharma.

Ao analisar a manifestação de forma separada e não como parte integrante de um processo, dá-se origem às dores e aos sofrimentos. A dor e o sofrimento têm origem na ilusória tentativa de se tornar imutável aquilo que é mutável.

A encarnação é um processo mutável e quando se tenta ilusoriamente torná-la imutável, nasce o sofrimento causado pela ideia da morte. A encarnação é composta por fases mutáveis, e quando se tenta ilusoriamente tornar uma dessas fases imutável, nasce o sofrimento causado pelo envelhecimento.

A posse de bens materiais é transitória pelas características físicas desses bens e por se tratar de uma posse e não da propriedade, e quando se tenta ilusoriamente transformar essa posse em propriedade, nasce o sofrimento decorrente da perda desses bens materiais ou da possibilidade dela.

A presença física é mutável, pois os Corpos Físicos se desfazem, bem como há a ilusão da distância física, e quando se tenta tornar a presença física imutável nasce o sofrimento causado pela saudade[3]. O descendente, que também se encontra encarnado, percorre as fases mutáveis da encarnação, e quando se tenta ilusoriamente tornar a sua infância perpétua, nasce o sofrimento provocado pela “síndrome do ninho vazio”, além dos sofrimentos sentidos pelo descendente, cuja essência não é vista pelos genitores.

A dor ou o sofrimento, quando finalizados, em regra, geram a sensação de Alívio e não o Prazer.

O Alívio é a sensação obtida com o término da causa da dor ou com o habituar-se àquela causa e não com a compreensão daquela realidade. Quando o objeto da saudade regressa fisicamente para perto do Eu, tem-se o alívio; quando se sente fome, comer gera alívio; quando se usa algo apertado, a sua retirada gera alívio; quando se perde alguma coisa, encontrá-la gera alívio; quando se sente sono, dormir traz o alívio; quando se deseja possuir algo, adquirir aquele bem causa alívio.

Enquanto o Prazer[4] só é experimentado quando há a evocação da essência da manifestação, se percebe o Absoluto e se desfaz o ilusório véu que oculta o brilho essencial de toda manifestação, galgando os degraus da Escada de Jacó e se tornando o Eu Superior, que compreende a Verdade.

A dor, o sofrimento, o conflito, bem como tudo aquilo que se rotula de prejudicial, têm origem no desconhecimento da Verdade, de que tudo o que existe e o que não existe é a forma manifesta do Absoluto. Ao se compreender que a separatividade é uma ilusão e que a unidade é a Verdade, o Eu se encontra no Samadhi, a Suprema Felicidade, na qual compreende que não é uma gota d’água no oceano, mas o próprio oceano.

Notas

[1] Em um Relacionamento, o outro irá fazer bem ao um. Contudo, esse receber o bem não é a finalidade do Relacionamento, mas algo que o compõe.

[2] A diferença entre as duas perguntas é o que separa um parasita, que vê o mundo como algo a lhe servir, de um simbionte, que se vê como algo que deve contribuir para o mundo. Sendo que este mundo pode se manifestar de infinitas formas, como o planeta em si, um país, um estado, uma cidade, um bairro, uma família, um grupo de amigos, um condomínio, uma sala de aula, um relacionamento etc.

[3] Ao se compreender que o estado de Consciência no qual se encontra é decorrente de todas as experiências pretéritas, situações vivenciadas junto a outros Eus, compreende-se que a saudade é uma ilusão, pois todos os Eus que já cruzaram a Senda Infinita percorrida pelo Eu, o marcaram de maneira indelével, contribuindo para ele se tornar Aquele que É. Assim, todos compõem o Eu e este, não importa o que aconteça, os terá eternamente em si.

[4] O Prazer ou Felicidade é a plenitude experimentada quando o Eu está no seu Dharma e, por isso, não é algo a ser alcançado, mas vivenciado. A Felicidade ou o Prazer não é um prêmio que se recebe, não é um fim a ser almejado, mas uma forma de se percorrer a Senda Infinita.


Paulo Jacobina mantêm o canal Pedra de Afiar, voltado a filosofia e espiritualidade de uma forma prática e universalis

Postagem original feita no https://mortesubita.net/espiritualismo/a-heresia-da-separatividade/

A Escada de Jacó

Paulo Jacobina

A alegoria da escada, na qual cada degrau corresponde a um nível de consciência, embora não represente realmente os diferentes estágios nos quais cada Eu se encontra, serve para ilustrar o conceito macro dessa ilusória divisão de estágios de consciência.

Assim, no primeiro nível da escada se encontram todos os Eus Inferiores; no último nível, os Eus Superiores; ao passo que nos infinitos degraus estão todos os estágios de consciência intermediários que o Eu pode experimentar, fazendo com que todos os Eus estejam alocados em seus respectivos degraus e que todos os infinitos degraus estejam ocupados pelo grupo de Eus que lhe corresponde.

Porém, diferentemente do que muitos acreditam, todos esses Eus espalhados por esses infinitos degraus encontram-se interligados, pois são parte integrante do Absoluto e, quer tenham consciência disso ou não, fazem parte de um intricado sistema de auxílio mútuo.

Aqueles que se encontram no mesmo degrau compartilham os mesmos tipos de situações, visando adquirir a experiência necessária para, por ressonância, alcançarem o degrau superior. Contudo, as situações nas quais se encontram não estão isoladas, fazendo parte de um sistema no qual recebem o auxílio daqueles que se encontram no degrau imediatamente superior, que, por intermédio, principalmente do exemplo, os orientam[1].

Conforme vão sendo orientados por aqueles que se encontram no degrau superior, também orientam aqueles que se encontram no degrau imediatamente inferior, criando um infinito fluxo de vitalidade e transmutação, com cada um desempenhando a sua função[2] e aprendendo com aqueles que se encontram no degrau superior, no inferior e no mesmo degrau.

Entretanto, como nenhum Eu se apresenta de forma monodimensional, uma vez que manifesta uma ampla gama de características decorrentes dos infinitos graus das polaridades dos atributos que nele atuam, ele não se encontra em apenas um degrau nessa escada alegórica, mas em tantos degraus quanto os números de características que manifesta, fazendo com que cada Eu seja único, de acordo com o Dharma que lhe é próprio.

Desta forma, o Eu se encontra em infindáveis escadas. Em cada uma delas, em um degrau diferente, interagindo com aqueles que se encontram nos mesmos degraus, sendo auxiliado por aqueles que se encontram nos degraus imediatamente superiores e auxiliando aqueles que se encontram nos degraus imediatamente inferiores.

A média desses infinitos degraus e a diferença entre os graus das polaridades dos atributos são o que estabelecem o Mundo de Existência no qual o Eu necessita estar para experimentar as situações indispensáveis para, por ressonância, se deslocar na Consciência.

[1] Muitos acreditam equivocadamente que auxiliar o próximo significa resolver a situação na qual o outro se encontra, como um pai que, ao invés de auxiliar um filho em seu dever de casa, simplesmente o resolve, sem deixar que o filho possa experimentar, pela tentativa e erro, alcançar a sua resolução. “Resolver” uma situação para o próximo lhe é extremamente prejudicial, pois, além de não aprender a resolver aquela situação, acaba por criar o conceito de que as situações, vistas como problemáticas de onde se encontra, podem ser solucionadas por outros e não por ele mesmo. Isso faz com que o “ajudado” permaneça estagnado naquele degrau, fadado a vivenciar aquela situação com roupagens diferentes, até encontrar a compreensão dentro de si e superá-la.

A jornada existencial não é cíclica, como muitos acreditam. Os ditos “problemas”, que nada mais são do que as situações vivenciadas em cada degrau, apenas se repetem enquanto o Eu ainda se encontra naquele degrau e, por isso, no mesmo nível daquela ilusória situação e pode vivenciá-la. Ao passo que se muda de degrau, aquela situação deixa de ser vivenciada e, consequentemente, deixa de existir para o Eu, mostrando-se como realmente é, uma ilusão com a capacidade de criar a experiência necessária para, por ressonância, se deslocar na Consciência.

[2] O desempenho da função que lhe corresponde para cada situação é o que faz com que tudo flua naturalmente, como, por exemplo, numa sala de aula, na qual o professor tem a função de conduzir a aula, e não de ensinar como muitos acreditam; enquanto os alunos têm a função de auxiliarem na condução da aula. Quando o professor conduz e os alunos auxiliam, a aula flui de forma com que todas as partes integrantes consigam absorver o conhecimento de que, naquele momento, necessitam.

~ Paulo Jacobina mantêm o canal Pedra de Afiar, voltado a filosofia e espiritualidade de uma forma prática e universalista.

Postagem original feita no https://mortesubita.net/espiritualismo/a-escada-de-jaco/

A cabeça e o coração na aventura iniciática

Jean DUBUIS

Já dissemos que o homem é um ser duplo. Para sustentar nossas palavras, na Cabala como no esoterismo, muitas vezes usamos a imagem de um grande rei, mestre de nossas estruturas invisíveis e espirituais, e a de um pequeno rei, mestre de nossas estruturas físicas e materiais. Cada um deles tem o poder de agir em seu próprio domínio, mas não pode agir no domínio do outro; com uma exceção feita para o grande rei que pode em caso de extrema urgência intervir brutalmente para fazer soar o apito do pequeno rei.

É o Centro do coração que serve de canal para que o grande rei transmita os impulsos do Invisível, em particular os do Amor Universal. É com o cérebro que o pequeno rei administra os assuntos deste mundo e que decide se comunicar ou não se comunicar com o grande rei.

Na segunda hipótese, ele entra no campo do irracional, sendo sua atividade essencialmente intelectual, e não tanto coração. Lembremos que o objetivo essencial de nossas aulas é fornecer ferramentas para abrir a porta entre o reino do grande rei e o reino do pequeno rei. O pequeno rei, em outras palavras “eu”, tem que estar disposto a levantar-se de seu trono para consultar e ouvir seu irmão mais velho que, “Ele” só pode agir de acordo com o Devir do ser. Isso implica que devemos deixar do lado de fora todas as nossas roupas velhas e estar prontos para usar novas.

Ao transmitir as ferramentas de “polimento” interno, nossos cursos (Alquimia, Cabala e Esoterismo) visam essencialmente à iniciação, mas a uma iniciação ritmada. Essa é uma iniciação ritmada em que as percepções despertam gradualmente e em que o cérebro da terra tem tempo para se acostumar com a nova norma que aparece.

Especifiquemos que é sempre necessário nestes momentos colocar as coisas em perspectiva entre o mundo da terra e os outros mundos. Com efeito, não é raro, após contatos internos durante a “Escola da Noite”, por exemplo, não sabermos mais, por falta de atenção, a origem dos conhecimentos adquiridos subitamente. Então, querendo descobrir de onde veio, começamos a percorrer em vão uma série de livros em que pensamos tê-lo descoberto.

O estudante do Caminho também deve saber que nem todas as iniciações são felizes. Mais algumas resultam em um despertar inconveniente descontrolado. Neste caso, o cérebro da terra fica deslumbrado pelo poder e pela luz transmitida do centro desperto e não pode mais verificar a origem da percepção sensorial. A consequência é que o sujeito vai se comportar de acordo com os dados do mundo interno e seu comportamento se torna inconsistente com o mundo da terra. A iniciação descontrolada, cujo efeito já não permite respeitar a separação de ambos os reinos ou distinguir o que pertence a qual, leva a numerosos transtornos mentais.

Postagem original feita no https://mortesubita.net/espiritualismo/a-cabeca-e-o-coracao-na-aventura-iniciatica/

A Alma é a Alma do Negócio

“Um corpo vivo e um corpo morto contém o mesmo número de partículas. Estruturalmente não há diferença discernível. Vida e morte são abstrações não quantificáveis, por que deveria me importar?”

– Dr. Manhatan, Watchmen

Basta olharmos para um corpo “morto” e percebemos de cara duas coisas: ele é exatamente igual a um corpo vivo, não há uma diferença entre alguém que acabou de falecer e alguém vivo; ao mesmo tempo ele é completamente diferente de um corpo vivo, algo estava lá, agora não está mais.

Essa diferença é percebida inclusive por animais, quem já conviveu com bichos sabe como eles lidam com a morte, podem não fazer funerais, ou passar a vida em preces ou homenageando o “colega que se foi”, mas eles sabem dizer quando o companheiro não está mais lá. Existem até mesmo relatos de que os elefantes africanos possuem uma espécie de rito fúnebre no qual se alinham e guardam silêncio frente a um companheiro morto.

Esse tipo de metáforas, inclusive, é curioso. “Não está mais lá”, “Foi desta para uma melhor”, etc. O que não está mais lá? Obviamente um corpo morto não está realmente morto, cabelos e unhas crescem. Ele pode ter convulsões, arrotar, peidar. Você pode massageá-lo e fazer com que ele se mova sozinho, assuma novas posições. O chamado Sinal de Lázaro pode fazer um paciente com morte encefálica mover os braços e o tronco via estímulo medular.

Segundo a polêmica pesquisadora Mary Roach, o mesmo princípio poderia, ao menos teoricamente, ser usado para dar um orgasmo ao cadáver, embora até hoje nenhum cientesta tenha passado pelo comitê de ética em pesquisa para provar isso experimentalmente. O fato é que o corpo não é como uma fotografia do corpo vivo, ele é dinâmico, continua mudando. Dê tempo e nova vida brota dele, vermes, fungos, etc. Talvez isso tenha sido o que primeiro fez com que as pessoas, muito tempo atrás, pensassem em algo que havia abandonado aquele corpo. Nada tão complexo quanto uma personalidade, ou um conjunto de conhecimento, mas a vida que habitava aquele invólucro de carne e o fazia se mover.

Esse algo foi identificado pela primeira vez pelos egípcios que lhe deram o nome de “Ka”. Mais tarde os hebreus o chamara de “nephesh”, ambos os termos podem ser traduzidos aproximadamente como sopro de vida. Quando perdemos esse sopro, nos tornamos apenas adubo. Esse termo, apesar do que possa parecer, não chegava a ser religioso, já que haviam outras palavras para espírito, como por exemplo “ruah”. Nephesh era algo muito mais etéreo, mais sutil, muito mais fundamental. Os gregos usavam a palavra “psyche”, derivada do verbo soprar, para nomear este princípio que animava os humanos e outros animais. A versão latina da palavra era “anima”. Nos povos de língua barbara a palavra usada era “sáwol”, derivada do gótico “saiwala”, do alemão antigo “sêula”, do antigo saxão “sêola”; os nórdicos diziam “sála” enquanto os lituanos a chamavam “siela”, dando origem ao “soul” moderno em inglês. Os gregos antigos usavam a mesma palavra para indicar algo vivo e algo que possuia uma “alma”, isso já nos mostra que a origem da vida estava ligada de forma inseparável a este “sopro”.

Com a evolução do pensamento a alma não era apenas mais a origem da vida, mas um princípio maior que nos ligava a um mundo do qual estávamos conscientemente separados. O antigo poeta grego Pindarus (522-443 a.C.),  afirmou que a alma não tem vida alguma enquanto nossos membros estão ativos, mas quando dormimos, e a alma desperta, nos revela em sonhos, “uma recompensa de alegrias ou tristezas que se aproximam”. Logo que a alma se tornou uma constante na filosofia muitos acreditavam que ela não possuia vida por si própria, era apenas um princípio, assim que abandonava o corpo ia para o sub-mundo, o Hades, onde ficava presa sem chance de retornar ao corpo. Com Sácrates e Platão, ou o que Platão nos diz que Sócrates dizia, a alma se tornou a essência da pessoa, sendo a responsável pela maneira como a a pessoa se comportava, ela era considerada incorpórea e eterna, ocupando nosso ser, quando um corpo morria a alma pulava para outro.

Ainda na Grécia antiga a alma passou a ser, de acordo com Aristóteles, a primeira atualidade de um corpo organizado, o primeiro momento da formação de um corpo e não acreditava que ela tivesse uma existência independente do corpo.

Então a alma fugiu do controle. Passando por mulçumanos, cristãos, filósofos iluministas e psicólogos a alma foi se metamorfoseando, passando de algo real para um mero conceito. Mas será que essa metamorfose tem fundamento?

Basicamente a crença de cada geração é julgar que a geração passada pecava em sua inocência, ignorância e crença. Em qualquer momento presente a regra é acreditar que por sermos mais evoluidos, tecnologicamente ou socialmente, aquilo que sabemos no momento está muito mais próximo dos fatos, da verdadeira Verdade, do que as superstições que nossos antepassados criavam para explicar o que desconheciam. Esse é um comportamente até certo ponto sadio, o próprio Freud afirmava que o assassinato do pai fazia parte do desenvolvimento do filho, algo claramente, ou nem tão claramente assim, mostrado no mito de Édipo. Mas esse “assassinato” é uma fase, não um fim em si mesmo. Devemos avoluir, não enterrar qualquer coisa que não tenha sido defendida em nossa época, temos que ter em mente que seres humanos adora re-inventar a roda.

Com a atual moda de ateismo/agnosticismo/ceticismo mesmo as pessoas de mente mais aberta costuma ficar reticentes quando o assunto passa para o etéreo. Dificilmente alguém colocaria o próprio nome na reta ao se defender algo que não pode ser engarrafado ou não tem nem cheiro. Um peido é o resultado da formação de gases que sai pelo único caminho que tem acesso. E uma alma? De onde vem, onde fica? Para onde vai? Por onde sai?

Na era do animismo a alma era parte real e fundamental do mundo, um ingrediente que permeava não apenas seres vivos, mas tudo o que era real, quando foi substituído pela religião a alma passou a ser um elo com a força criadora do universo, o sopro da vida que nos distinguia de pedras e dos elementos. Quando surgiu a psicologia, a alma passou a ser parte de nossa mente, um aspecto do cérebro. No mundo moderno científico a alma assumiu o posto de mera superstição, mas podemos dizer que isso acontece simplesmente porque, em tese, ela não pode ser detectada. Isso mostra, talvez, mais a incapacidade de nossa tecnologia do que a comprovação da existência ou inexistência de algo, afinal ondas de rádio sempre existiram, mas nós só pudemos comprová-las quando inventamos aparelhos que as captassem e as traduzissem para uma “linguagem” que pudéssemos compreender, quando passamos a vê-las e ouvi-las. Assim talvez o que precisemos para comprovar a existência da alma são engenhocas que a percebam e a mostrem para nós de uma forma que possamos vê-la e ouví-la.

Diga “X”

Hipólito Baraduc, o médico francês do século XIX, afirmava que os campos magnéticos do corpo humano poderiam ser impressos em uma placa fotográfica sem a ajuda de uma câmera. Influenciado pelo Barão Dr. Karl Ludwig von Reichnbach, o típico gênio de época – era químico, geólogo, metalúrgico, naturalista, industrial e filósofo, membro conhecido da Academia Prussiana de Ciências – Baraduc acreditava ter descoberto evidências de uma força vital misteriosa dentro do corpo humano que ele descreveu como um tipo de névoa fluida. Reichnbach, nos seus últimos anos de vida, estava pesquisando um campo de energia que combinava eletricidade, magnetismo e calor, que emanava de todos os seres vivos que ele batizou de força Ódica. Inspirado pelo trabalho de Reichnbach e pelo próprio, Baraduc afirmou ser capaz de detectar cientificamente essa “força sutil” que ele afirmou emanar da alma humana.

Baraduc então criou um biômetro, um aparelho que poderia medir essa radiação causada pela alma. Seu aparelho foi confeccionado de materiais não magnéticos isotérmicos e isolantes, para descartar qualquer influência magnética, elétrica e térmica. Uma linha, dentro de um containar isolado, era ligada a uma agulha, feita de material que não seria afetoda por essas forças, e colocadas sobre uma tábua com graduações. Quando determinada pessoa colocava a mão sobre o container a agulha se movia e ele podia medir a intensidade do campo da alma da pessoa. Mas apenas medir a radiação e vibrações da alma não era o suficiente, por isso ele foi além. Em 1907 sua esposa, Nadine, adoeceu. Ele então passou a colocar chapas fotográficas e câmeras junto ao leito de sua esposa e a registrar o que quer que houvesse para ser registrado. Logo após a morte da esposa ele tirou fotos e conseguiu registrar três aglomerados nevoentos flutuando acima de Nadine. Quinze minutos após, Baraduc tirou outra foto e viu que as três formas de névoa haviam se aglomerado em uma grande bola branca luminosa – que não era visível aos nossos olhos. Logo em seguida a bola não estava mais presente.

Baraduc afirmou então que “não existe razão, a priori, para a alma não ser um corpo que ocupa um lugar no espaço, a não ser na tradição teológica. Até onde sabemos, a alma pode ser um ponto de força, que existe dentro e anima algum tipo de corpo etéreo, que corresponde, em tamanho e forma, a nosso corpo material”. Se Baraduc estivesse certo, ao ocupar um corpo etéreo nossa alma teria ao menos uma certa massa, algo que pudesse ser medida e quantificada,  ela poderia, livre do corpo, não ter exatamente nossa forma, seria como um gás que assume o tamanho e a forma do container que o contêm, mas teria um peso. Veremos na próxima seção, que ele estava certo.

Outro médico, desta vez um russo, Dr. Konstantin Korotkov sentiu-se obrigado a desenvolver sua própria tecnologia para estudar a alma, na mesma medida em que Galileu inventou o telescópio para estudar os planetas. As fotos Kirliam já eram amplamente conhecidas, mas ele decidiu que iria examinar suas manifestações em uma linha do tempo. Para isso ele e sua equipe desenvolveram uma câmera e um software que não apenas consegue fotografar campos de energia em plantas e animais, mas faz isso de maneira serial de modo que, segundo ele, pode ser usada como uma ferramenta de e feedback quanto à eficiência de remédios e tratamentos em condições específicas. O Chamado GDV faz as antigas fotos Kirlian parecer uma carroça comparada a uma bicicleta, e realmente foi criado a partir de vinte anos de pesquisa em cima desta tecnologia.

Em suas pesquisas para evitar cair em discussões religiosas, Dr. Karatkov chama o que suas câmeras registram de “Campo Biológico”. Ele os define nos seguintes termos: “Uma estrutura energética e informacional complexa composta por diferentes campos de diferentes naturezas e possivelmente diferentes origens. Incluindo os  campos eletro-magnéticos e gravitacionais, assim como campos para os quais não temos nenhum parâmetro conhecido. Assim, o Campo Biológico pode ser definido como uma campo ou aura que  envolve as coisas vivas, ele é invisível em sua estrutura e sua atividade é correlata ao comportamento de um sistema vivo único.”

A maior vantagem do sistema GDV sobre os sistemas anteriores, é a possibilidade de fazer registros e medições em tempo real. isso permitiu que o software desenvolvido pelo Dr. Korotkov registra-se em 2010 a primeira evidência em tempo real de uma “alma” ou “campo biológico” sumindo de um corpo no exato momento de sua morte.

Os instantes registrados na foto acima, foram retirados do monitoramento feito pelo sistema DGV e revelam dois momentos distintos: o primeiro imediatamente após a morte clínica do paciente e o segundo cerca de um minuto depois. Em um corpo vivo e saudável a área azul é dominante. No entanto no momento da morte há uma grande perda na região do abdômen. Essa perda súbita é seguida de uma gradual diminuição energética na região cerebral. por fim, o coração e a virilha são as ultimas partes a se apagarem.

 

Eu Fico Gorda Neste Corpo?

Em 1901 o Dr. Duncan “Om” MacDougall, médico na cidade de Haverhill, Massachusetts EUA, fez uma experiência interessante. Ele pegou uma balança industrial capaz de pesar até os gramas de objetos e sobre ela colocou uma cama. Nesta cama ele colocou pacientes que estavam no estágio final de tuberculose e esperou. Assim que o paciente morreu, a balança registrou uma perda no peso, muito pequena, mas perceptível. MacDougall repetiu o experimento com outro paciente, e novamente, no momento da morte, uma perda ocorreu. Ele repetiu a experiência mais quatro vezes e em todas elas a balança acusava a perda de peso.

O doutor então anotou os resultados, a variação de peso nos seis casos, e desenvolveu a hipótese de que a alma humana de fato tinha uma massa, e essa massa tinha um peso médio de 21 gramas. Ele partiu então para experimentos com animais, ratos e ovelhas, todos mostrando essa perda após a morte. É preciso destacar que está é uma perda súbida, onde o peso cai rapidamente, não podendo portando ser comfundida com a perda lenta e gradual causada pela evaporação que ocorre tanto nos vivos como nos mortos. MacDougall publicou o resultado de seus experimentos no Jornal da Sociedade Americana de Pesquisas Médicas em 1907, seguido por uma publicação no jornal Medicina Americana; não demorou muito até que ele se tornasse notícia no New York Times.

Curiosamente quando repetiu a experiência com cães, incluindo um pesado São Bernardo, a perda de peso não se mafestou, o que o levou a concluir que animais não tem alma. Contudo, pouco depois o professor La V. Twining, chefe do Departamento Científico da Escola Politécnica de Los Angeles, fez experimentos semelhantes com ratos e gatos, que encerrou em frascos de vidro hermeticamente fechados. Suas balanças eram as mais sensíveis de sua época, e comparativamente muito mais precisas que a usada por MacDougall, além disso foram colocadas dentro de uma grande câmara de onde foi extraída toda umidade. Observou-se então que todos os animais perdia peso quando morriam, embora numa escala bem menor que os humanos. Um rato pesando 12,886 gramas perdeu subitamente 3,1 gramas. Um gatinho perdeu 100 miligramas ao agonizar e mais 60 miligramas em seu momento final. Estes experimentos indicariam que a Alma, ou “Corpo Vital” dos animais é proporcionalmente mais leve do que a do ser humano.

Agora, se de fato a alma é um corpo com certa massa e ela “deixa” nosso corpo quando morremos, onde exatamente ela está localizada? Durante eras essa pergunta permaneceu sem resposta. Acreditava-se que a alma ocupava todo o espaço do corpo, ou que existia no coração. Mas com o tempo começaram a se questionar. Se uma pessoa perde um braço, ela perde parte da alma? O coração deixou de ser o receptáculo dos sentimentos e foi rebaixado a mero músculo que bombeia o sangue. E a mente ganhou um súbito destaque dentro do corpo. Logo o cérebro se tornou o lar de tudo o que nos torna únicos, nossa identidade, nossa personalidade, nosso conhecimento… nossa psiquê. Assim como o umbigo é o que nos liga a nossas mães através do cordão umbilical, nossa alma se tornou o umbilical que nos liga, através do cérebro, à vida.

 

É um Pássaro? Um Avião? Não! É o Último Filho de…

Cripton, ou criptônio é um dos elementos químicos presentes em nossa tabela periódica desde 1898, quando foi descoberto por William Ramsay e Morris Travers em resíduos da evaporação do ar líquido. Seu símbolo químico é Kr, possui 36 prótons, 36 elétrons e tem massa atômica igual a 83,8u. Como todo gás nobre ele possui uma baixa reatividade e não combinam com outros elementos. Também é usado principalmente na fabricação de lâmpadas incandescentes e fluorescentes. Outra característica do criptônio é que foi encontrado dentro do cérebro humano.

No córtex do terceiro ventrículo de nosso cérebro, na região exatamente sob nosso tálamo, forma detectados praticamente por acaso, átomos de criptônio, ao todo foram mapeados 86 conjuntos biatômicos – cada um formado por dois átomos – que giravam em órbitas comuns. Seus planos orbitais dispunham de um eixo comum que descrevia um movimento vibratório harmônico. Em uma temperatura ambiente de 35C graus centígrados, apresentava uma frequência e amplitude de 0,2 megaciclos. Encontrar tal gás no cérebro não é algo absurdo, já que desde que começaram a realizar experimentos de fecundação in vitro, muitos laboratórios encontraram o gás no interior de óvulos, na desoxirribose, nos extremos da cadeia helicoidal do ácido desoxirribonucleico. Assim a presença do gás não foi exatamente surpreendente, mas quando decidiram analisar a distribuição dos elétrons nos átomos as surpresas surgiram.

Para prosseguir vamos a uma brevíssima aula para relembrarmos como átomos funcionam. Elétrons são pequenas partículas atômicas que orbitam ao redor do núcleo do átomo, eles tem massa extremamente menores do que a dos prótons e tem carga elétrica negativa. Não é possível se saber onde os elétrons se encontram com precisão, eles ocupam posições instantâneas cuja função probabilística se rege pelo acaso. Esse é o princípio da incerteza da física quântica, o indeterminismo.

Agora, os átomos de criptônio apresentaram um sincronismo desconcertante.

Até então, tais séries ordenadas de átomos só tinham sido detectadas nas células germinais de homens e animais pluricelulares, embora, com o passar do tempo, a descoberta se alargasse ao resto das células. Os átomos homólogos nas cadeias do criptônio dos vários espermatozóides investigados apresentavam uma distribuição semelhante e sincrônica, como se fossem relógios que funcionassem sincronizados, ligados, aparentemente, por algum tipo de emissão até então não detectadas que estimulassem esse comportamento. Era como se um misterioso fenômeno de ressonância obrigasse todos os elétrons a regerem-se seguindo o mesmo padrão. A princípio pensaram-se que era a proximidade das células em estudo que estavam provocando tal efeito de ressonância. Mas então descobriram, com idêntica surpresa, que todos os seres vivos se comportavam nas suas cadeias de átomos de criptônio de maneira idêntica.

Chega a parecer que este fenômeno é universal e que o código genético encerrado no DNA não é mais que um dos elos dessa cadeia de fatores que explicam o comportamento da matéria animada pela vida. Em um experimento buscando observar possíveis alterações quânticas por prováveis transferências energéticas outra descoberta foi feita. Um dos voluntários estudados jazia numa câmara especialmente preparada da qual tinham sido eliminados todos os resíduos do gás nobre.

Ele tinha uma série de sondas fixadas na zona parietal direita de seu crânio e embora tivesse sido submetido a anestesia local, os seus mecanismos reflexos e conscientes não se encontravam inibidos. Em um computador colunas com cifras e parâmetros com as leituras era mostrada em um monitor. Cada um desses dígitos refletia a situação probabilística de cada elétron. Quando uma cifra saltava de uma coluna para outra registrava-se um salto quântico para outro nível energético. De repente notaram que os dígitos mantinham uma relação sequencial, ou seja, apresentavam-se distribuídos harmonicamente, segundo uma função periódica. Os elétrons que deveriam se localizar nos seus níveis energéticos de um modo anárquico pareciam ultrapassar o teórico e obrigatório caos, regulando a sua função probabilística e rompendo assim com a suposta lei imutável do referido indeterminismo quântico. Repetiram a experiência em inúmeros outros voluntários, o resultado foi sempre o mesmo: os movimentos harmônicos dos elétrons corticais coincidiam com os impulsos nervosos emitidos pelo córtex cerebral dos voluntários, ou seja com os movimentos conscientes dos seus braços, pés, mãos, fala, etc. Por outro lado, o mesmo não acontecia com os movimentos chamados reflexivos ou com os impulsos emitidos pelo sistema neurovegetativo. Um ano mais tarde verificaram uma nova descoberta: aqueles movimentos harmônicos PRECEDIAM a conduta voluntária dos homens e mulheres sujeitos à experiência, o avanço, em questão oscilava à volta de um milionésimo de segundo sobre as reações neurofisiológicas do organismo.

Era como se aqueles elétrons ditassem as ordens e nosso corpo as obedeciam.

Os experimentos foram repetidos então em outros seres orgânicos unicelulares e pluricelulares, incluindo-se vírus e compostos orgânicos auto-reproduzíveis, mas os resultados foram negativos. Detectaram-se átomos isolados de néon e xenonônio em muitos seres vivos e milhões de átomos de gás hélio nos sinais dotados de estruturas nervosas superiores. Mas as suas nuvens, de criptônio moviam-se segundo a função probabilística habitual no resto dos átomos na Natureza.

 

Quem Enxerga Aquilo que Seus Olhos Vêem?

Os experimentos de Baraduc, Twining e MacDougall – assim como toda a filosofia metafísica sobre a alma – apontam para algo que apesar de estar, de certa forma, preso ao corpo físico, também pode se desprender dele. Se a evidência coletada a partir da observação dos átomos de criptônio do cérebro aponta para o seu cérebro “saber” que você vai fazer algo mesmo antes que você faça não pode indicar que na verdade a alma é apenas algum efeito colateral neurológico? Apenas uma ilusão causada graças ao próprio comportamento do cérebro?

Bem, existem inúmeros relatos de indivíduos em determinadas situações que falam de uma percepção de consciência existindo àparte do cérebro e do corpo físico. Geralmente este tipo de relato está associado com duas experiências distintas as Experiências de Quase-Morte (EQM) e Experiências Fora do Corpo (EFC). A ciência moderna não tem como explicar este tipo de fenômeno e acaba o classificando como delírios, alucinações ou simplesmente como mentiras, o problema é que a ciência moderna também não sabe como explicar a consciência “normal” “dentro” do cérebro. Hoje temos uma compreensão detalhada de como funcionam nossos neurônios e nossas transmições sinápticas relativas a funções cognitivas não relacionadas à conciência, mas nada que diga respeito a uma consciência de nossa consciência ou livre arbítrio ou seja lá como você queira chamar. Não sabemos nada sobre a neurologia das percepções experienciadas, como a vermelhidão, a textura e a fragrância de uma rosa. E é essa incapacidade de encontrar o foco de nossa consciência que faz com que a ciência moderna simplesmente ignore qualquer tipo de experiência que não envolva o corpo, inclusive rejeitando a possibilidade de sua realidade.

Mas a ciência possui algumas ferramentas para medir atividades de nosso cérebro que se correlacionam com a consciência, um exemplo é a eletroencefalografia sincronizada de alta frequência (EEG) do padrão gama (sincronia gama). Um uso desse processo é garantir que um paciente anestesiado não esteja apenas paralisado mas consciente da operação, ou seja, consciente do que estão fazendo com seu corpo. São utilizados monitores “BIS” que registram e processam a eletroencefalografia (EEG) frontal e produzem um “index bi-espectral”, também chamado de número BIS, em uma escala entre 0 e 100. Um BIS 0 significa silêncio no EEG e um BIS 100 é o valor esperado de um adulto completamente alerta e consciente. Os valores recomendados que indicam um bom nível de anestesia geral está entre 40 e 60. Como era de se esperar, recentemente, esses monitores passaram a ser usados para outras coisas além de auxiliar anestesistas. Começaram a ligá-los a pacientes que estavam para morrer ou naqueles que já se encontravam em um processo irreversível de morte. Os resultados foram surpreendentes, para dizer o mínimo.

Em um estudo publicado no Jornal de Medicina Paliativa foram descritos 5 experimentos onde 7 pacientes em estado crítico tiveram seus sistemas de prolongamento artificial de vida desligados, permitindo que morressem em paz. Por causa do protocolo todos eles foram monitorados com um monitor cerebral BIS. Antes do suporte ser desligado os pacientes estavam neurologicamente intactos, mas sob sedação pesada, seus números BIS próximos de 40. Assim que foram desconectados os números BIS dos pacientes caiam, indo para menos de 20 e se mantinham nesse nível por vários minutos, até o momento que a morte cardíaca ocorria – marcada pela completa ausência de pressão sanguínea ou inexistência de batimentos cardíacos. Então após a confirmação da morte cardíaca nos sete pacientes houve uma explosão de atividade no cérebro, fazendo o número BIS pular para 60, 80 e em alguns casos mais. Os períodos desta atividade duravam entre um e vinte minutos e então os números caiam para quase 0.

Em um dos pacientes a análise dos dados coletados revelou que a explosão de atividade cerebral pós morte cardíaca, apresentava sincronia gama, o que indica o surgimento de uma consciência. Isso fez com que os médicos levantassem a possibilidade de que a atividade mental pós morte cardíaca possam se relacionar com as experiências de EQM e EFC. Infelizmente como os pacientes morreram não há como confirmar se eles tiveram consciencia de algo.

Outro estudo, publicado no Jornal de Anestesia e Analgesia, descreve três pacientes que sofreram lesão cerebral que também tiveram o apoio médico removido e suportes artificiais de vida desligados, suas famílias autorizaram a doação de seus órgãos e nesses casos o suporte é removido para que os pacientes morram de morte natural e então tenham os órgãos removidos. Seus cérebros estavam irremediavelmente danificados, mas não estavam mortos. Antes de desligarem os aparelhos, os números BIS dos pacientes estavam abaixo dos 40, um deles próximo de 0. Após a retirada dos equipamentos, quando estavam próximos do momento da morte cardíaca o número BIS disparou para aproximadamente 80, nos três casos, e permaneceram lá por um tempo que variou de 30 a 90 segundos e então abruptamente retornaram para quase 0, quando foram levados para a remoção dos órgãos.

Que conclusões podemos tirar dessas experiências? Não há como afirmar que esse pico de consciência dentro do cérebro tem algo a ver com as EQM e EFC, nem que isso indique que a alma deixou o corpo. Nem mesmo podemos afirmar com que frequência isso ocorre, apesar de ter ocorrido em dez dos dez casos estudados. Mas podemos tentar entender o que dispara essa atividade no cérebro. Como essa atividade de fim-de-vida pode ocorrer em um tecido cerebral que está metabolicamente morto, um tecido que já não recebe mais sangue ou oxigênio. Os números BIS, que indicam o nível de consciência estão próximod do 0 e então uma explosão de atividade bi-frontal cerebral coerente e sincronizada acontece, aparentemente com sincronia gama – um indicador de auto-consciência (perceber conscientemente algo, não apenas estar “desperto”). Os números chegam próximos do 80 ou mais e então, abruptamente, caem para quase 0.

Foi proposto que a atividade de fim da vida cerebral é não funcional, generalizada e despolarizada. O primeiro estudo sugere que o excesso de potássio extra-celular causam o último pico de espasmos dos neurônios através do cérebro. Mas isso não explica a coerência global, a sincronia e a organização. Também foi sugerido que a indução com cálcio de morte dos neurônios poderia causar a disrupção dos micro-túbulos cistoesqueletais dentro dos neurônios e isso seria um dos fatores que causariam o fenômeno. Mas novamente, como explicar a coerência da sincronia bifrontal?

Talvez essa atividade de morte cerebral tenha relação com as EQM e EFC conscientes, uma consciência que habita o nosso corpo mas não está presa a ele, mas nos casos documentados a parte “quase”, de quase morte, foi removida, os pacientes não foram ressuscitados. Assim as descrições de flutuar para longe do corpo, de observar tudo ao redor, túneis de luz, paz interior, presença de entes queridos mortos seriam experiências reais da consciência, que neste caso não puderam ser recontadas. Existem os céticos – sempre existirão – que sugeram que essas experiências são alucinações ou ilusões, manifestação de um cérebro sofrendo isquemia ou hipoxia, o problema é que pacientes isquêmicos ou hipóxicos, se conscientes, se encontram em um estado de confusão, de agito e não conseguem criar memórias.

Algo que deve ser considerado é porque esse tipo de atividade ocorre quando o corpo está morto e o cérebro pára de funcionar. Uma possibilidade é que a consciência humana seja um processo de baixa energia quântica e neste caso uma dinâmica molecular muito baixa pode limitar uma descoerência térmica criando assim uma janela para um aumento de estados quânticos coerentes e uma explosão de consciência aprimorada. E uma base quântica para a nossa consciência cria a possibilidade científica de um pós vida, de uma alma real abandonando o corpo e persistindo como emaranhados de flutuações na geometria do espaço-tempo quântico.

Suzan McPussy

[…] Postagem original feita no https://mortesubita.net/espiritualismo/a-alma-e-a-alma-do-negocio/ […]

Postagem original feita no https://mortesubita.net/espiritualismo/a-alma-e-a-alma-do-negocio/

‘Técnicas para sair do corpo

Luiz V:.

O desdobramento astral, projeção astral ou simplesmente a experiência fora do corpo, e um assunto que qualquer estudante das artes ocultas deveria dominar. Este é um manual concreto e objetivo destinado a estas pessoas interessadas em viver experiências fora do seu corpo físico.

Índice

Notas Preliminares à Projeção Astral

A Barreira do Medo

Relaxamento

Estado de Vibração

Controle das Vibrações

O Processo de Separação

Projeção Astral,

Sonho Lúcido

Apoio Tecnológico, Idoser

 

 

Postagem original feita no https://mortesubita.net/espiritualismo/tecnicas-para-sair-do-corpo/

‘O Plano Astral

A primeira edição deste livro apareceu em Londres em 1895, e portanto, numa época em que William Crooks. com a sua imensa autoridade de profundo cientista, abalava o materialismo ortodoxo dos cientistas com as suas pesquisas psíquicas, cujos resultados expunha na Royal Society de Londres, pelos métodos racionais preconizados pela Ciência.

O autor, consumado clarividente, leva as palmas de haver sido o primeiro investigador psíquico abalizado a apresentar ao mundo uma obra deste estilo, expondo suas observações diretas do mundo astral por métodos objetivos rigorosamente científicos. E tão feliz e bem acabada foi a sua exposição que, segundo nos relata o eminente teósofo e escritor hindu C. Jinarajadasa na Introdução, um dos grandes Mestres da Sabedoria solicitou do autor o manuscrito original para figurar nos arquivos perpétuos da Grande Fraternidade Branca. Só este gesto, partido de quem partiu, bastaria para aquilatar-se o alto valor de tão pequeno livro, que no início o autor nem sequer pensava em publicar, pois escrevera a matéria com endereço certo: para ser exposta a um reduzido auditório de sua Loja teosófica em Londres. Desde então muitas outras edições e traduções se seguiram e muitas outras obras sobre o mesmo assunto foram escritas por muitos autores.

Porém até hoje, na chamada era científica, O Plano Astral conserva a sua primazia original, destacando-se como uma obra clássica na matéria, sintética, clara e de fácil assimilação, e tida por muitos principiantes como um valioso vademé-cum para uma introdução no mundo astral e seus mistérios. Consta o livro de um prefácio da Dra. Annie Besant, que conhecia bem de perto a seriedade e rigor das pesquisas do autor; uma introdução por C. Jinarajadasa, que datilografou as anotações feitas pelo mesmo autor, e depois se seguem cinco capítulos: Apreciação Geral, o Cenário, os Habitantes vivos e mortos (humanos, nãohumanos, e seres artificiais); os Fenômenos Astrais, e finalmente a Conclusão. O autor finda o livro considerando normal o desenvolvimento das faculdades psíquicas no ser humano, sendo, porém, imprescindível

Prefácio

Poucas palavras bastam para oferecer este livrinho ao mundo. Visa atender à demanda pública de uma exposição simplificada dos ensinamentos teosóficos. Têm-se queixado alguns que nossa literatura é, ao mesmo tempo, excessivamente abstrusa, técnica e dispendiosa para o leitor comum. Com esta obra esperamos lograr suprir tão evidente necessidade. A Teosofia não se destina apenas a eruditos, mas a todos. Talvez entre os que nestas páginas obtenham vislumbres de seus ensinamentos, haja uns poucos que serão por eles guiados a penetrar mais profundamente em sua filosofia, sua ciência e sua religião, abordando os seus mais abstrusos problemas com o zela do estudante e o ardor do neófito. Todavia, esta obra não foi escrita apenas para o estudante sequioso, que nenhuma  dificuldade inicial pode deter, mas também para os homens e mulheres envoltos nos afazeres cotidianos do mundo. A todos eles procura explicar algumas das grandes verdades que tornam a vida mais agradável e a morte menos temível. Escrita por um dos servos dos Mestres, que se dizem os “irmãos Mais Velhos” de nossa raça, seu único escopo é servir a humanidade.

ANNIE BESANT

Índice

 

Postagem original feita no https://mortesubita.net/espiritualismo/o-plano-astral/

‘O Livro dos Espíritos

Allan Kardec, em 1860

Anunciamos, na primeira edição desta obra, a publicação futura de uma parte suplementar. Seria composta de todas as questões que não encontraram lugar naquela edição, ou que circunstâncias ulteriores e novos estudos tivessem originado. Como, porém, são todas relativas a uma ou outra das partes nela já tratadas, das quais são o desenvolvimento, sua publicação isolada não teria feito nenhuma sequência. Preferimos, assim, esperar a reimpressão do livro, para fundir tudo num mesmo conjunto. É o que agora fazemos. Aproveitamos para conferir à distribuição das matérias uma ordem bem mais metódica, ao mesmo tempo em que suprimimos tudo o que estava repetido. Esta reimpressão pode, pois, ser considerada uma obra nova, embora os princípios não tenham sofrido nenhuma alteração, com um pequeno número de exceções, que são antes complementos e esclarecimentos do que verdadeiras modificações. A coerência dos princípios expostos, não obstante a diversidade das fontes em que os buscamos, representa fato importante para o estabelecimento da ciência espírita. Nossa correspondência mostra que comunicações idênticas em todos os pontos, ao menos quanto ao fundo, foram obtidas em diferentes localidades, e isso mesmo antes da publicação de nosso livro. Ele veio confirmá-las e dar-lhes corpo regular. A história, por sua vez, prova que a maioria desses princípios foram proferidos pelos mais eminentes homens dos tempos antigos e modernos, trazendo-lhes, assim, a sua sanção.

O ensino relativo às manifestações dos Espíritos, propriamente ditas, bem como aos médiuns, forma uma parte distinta da filosofia espírita, podendo constituir objeto de um estudo especial. Havendo recebido desenvolvimentos bastante expressivos em consequência da experiência adquirida, acreditamos ser nosso dever fazer dele um volume separado, contendo as respostas dadas a todas as questões concernentes às manifestações e aos médiuns, além de numerosos comentários sobre o Espiritismo prático. Essa obra será a continuação ou complemento do Livro dos Espíritos.

PARTE I – DAS CAUSAS PRIMÁRIAS

PARTE II – DO MUNDO DOS ESPÍRITOS

PARTE III – DAS LEIS MORAIS

PARTE IV – DAS ESPERANÇAS E CONSOLAÇÕES

Postagem original feita no https://mortesubita.net/espiritualismo/o-livro-dos-espiritos/

‘Manual dos Caça Fantasma

As pessoas têm o péssimo hábito de morrer.

Este é um costume tão enraizado na humanidade que antes de inventarmos as igrejas, a ciência e a arte, as pessoas já faleciam aos montes, um hábito que permanece até os dias de hoje. Não demorou muito para aqueles que ainda estavam vivos começassem a questionar o que acontecia com quem deixava este mundo. E assim que começaram a surgir formas de entretenimento sociais como a religião, o teatro, livros e as megaproduções de Hollywood, este assunto foi explorado ao extremo; não é de se espantar que pessoas tenham se especializado nele e o transformado não apenas em uma área de estudo, mas também em uma profissão. Talvez uma das profissões mais antigas da história, já que raramente o xamã local tinha que caçar a própria comida.

A morte e seu principal subproduto, os fantasmas, inflamam a imaginação do ser humano desde que este se entende como tal, e não demorou muito para que ele voltasse seus meios de estudo e sua compreensão para tentar entender aquelas coisas translúcidas que eram capazes de atravessar as paredes. A religião, a filosofia, o ocultismo e finalmente a ciência foram usadas para tentar se compreender e analisar esses eventos que nem os mais cínicos conseguem ignorar por muito tempo. O fenômeno é tão comum que dificilmente alguém não tem uma história pessoal para contar.

Mas como classificar essas atividades chamadas de paranormais, que envolvem a aparição e interação de fantasmas com os vivos? Existem milhares, talvez mesmo milhões, de registros mecânicos e digitais de espíritos dignos de confiança. Alguns deles vêm sendo estudados há décadas sem que tenha surgido uma evidência sequer de fraude. Mas mesmo assim aqueles que se utilizam do método científico e jornalístico não estão mais próximos de explicarem o fenômeno do que o velho xamã preguiçoso.

O filme Os Caça-Fantamas, de 1984, e depois uma série de outros filmes e seriados televisivos, acabaram excitando a curiosidade de muitas pessoas e as incentivou a sair também coletando seus dados e evidências em busca de uma prova de que a existência do ser persiste além da morte física e com o tempo se criou um processo mais ou menos aceito por muitos como a forma correta, ou mais eficaz, de se buscar não apenas espíritos mas também atividades fantasmagóricas e muitos outros tipos de eventos desconhecidos. Mais recentemente, na era do Reality Show seriados como Ghost Hunters tem registrado o procedimentos de profissionais do ramo, levando os casos do fundo do porão para a sala de estar das pessoas.

O que você tem em mãos agora é o resultado do trabalho da Morte Súbita Inc. de se criar um manual prático, baseado na experiência de alguns de seus membros, para que os interessados possam se equipar e sair buscando suas próprias experiências. Este manual contém itens didáticos que tornam possível que a pessoa, mesmo sem nenhuma experiência prévia, possa identificar aquilo com que está lidando, até dicas de como encontrar locais assombrados para pesquisar, como criar um arquivo de casos, equipamentos necessários e um guia prático de como se conduzir uma pesquisa de campo.

Este é um campo de pesquisa e estudos que não possui ainda um currículo necessário, ou seja, qualquer um com uma base boa pode fazer parte dele, a única coisa que servirá para dizer se você é um bom caçador de fantasmas ou não são suas próprias experiências. Por isso se prepare, tome notas e boa sorte.

Agradecimentos

Agradecimentos

Este trabalho é uma homenagem a memória de Octávio Castelani, (Frater Abel 93) falecido em agosto de 2009 e Jaime Garcias, (Frater EctoZ) falecido em abril de 2010, pioneiros do projeto Morte Súbita Inc. no ramo de caçadas fantasmas. Estamos atrás de vocês, camaradas 🙂

Índice

PARTE I – Fantasmagoria teórica:

PARTE II – A Fauna Espectral

PARTE III – Arsenal

PARTE IV – A Rotina da Caça

PARTE V – Administração e Orientações Gerais:

Postagem original feita no https://mortesubita.net/espiritualismo/101-manual-dos-caca-fantasma/