DNAlien & híbriDNA – Abduções e Híbridos

É consenso geral entre os ufólogos que a presença de Grays em nosso planeta não é recente. Ao longo de décadas, talvez séculos, pessoas alegam terem sido vítimas de abdução responsabilizando, na maioria das vezes, entidades extraterrenas chamadas por alguns de “Grays” ou “Cinzentos”. Os relatos são sempre narrados com riqueza de detalhes e seguem espontaneamente uma narrativa padronizada: Exames médicos, algumas vezes dolorosos, que teriam acontecido dentro de discos voadores.

Muitas dessas pessoas insistem em afirmar que tiveram óvulos ou esperma coletados e dessas, algumas ainda afirmam que seriam para a geração de criaturas que combinassem os DNAs das espécies Humana e Gray.Existe unanimidade (ou pelo menos esmagadora maioria) dos ufólogos sobre o termo “Híbridos”: Refere-se a seres que possuem características genéticas dos Grays incorporadas ao código genético humano.

Tais Híbridos combinam partes das características genéticas de ambas as espécies, geralmente com predominância da humana sobre a extraterrena. Humanos selecionados por um critério desconhecido por nós contribuem compulsoriamente com sua herança genética para este consórcio.

Os embriões assim obtidos seriam incubados em dispositivos semelhantes a gavetas para, meses depois, eclodirem (nascerem). Existem menções nunca confirmadas que arriscam ser a criatura composta por uma proporção de 75% Humano para 25% Gray. Mesmo com proporções de genes Gray menores, a criatura resultante não sobrevive por muito tempo ou é prematuramente abortada logo no início da gestação (ou maturação). Muitos casos já foram relatados e muito já se especulou a esse respeito, mas parece que realmente os Grays continuam a tentar outras recombinações de DNA com proporções diferentes, geralmente sem o sucesso almejado.

Algumas criaturas teriam sobrevivido em condições especiais e seriam de aparência até agradável e amigável, embora não alcançassem a idade adulta e fossem estéreis. Isto é compreensível quando se leva em conta que os Grays não são nem ao menos mamíferos, e que mesmo as técnicas de transgenia mais avançadas não poderiam recombinar os genes interespeciais (entre espécies diferentes) com proporções mais equilibradas.

Uma análise independente do código genético de um Híbrido ainda está para ser divulgada (Veja ilustração), mas a proporção mais provável (endossada por Yth) é aquela onde a porção Gray adicionada à Humana seja menor que 1%. Esta seria, por exemplo, a proporção aproximada que nos diferencia dos chimpanzés.

O objetivo final dessa reengenharia genética é a obtenção de Híbridos que sejam na verdade humanos com determinados genes Grays, capazes de conviver tanto com uma quanto com outra espécie. O papel dos Híbridos é assim o de poderem intermediar, quando necessário, as relações de entendimento entre as espécies. O nome mais apropriado para os Híbridos, segundo alguns deles, é o de “Herméticos”, numa alusão a Hermes (Mercúrio), semideus mitológico grego que era uma combinação da espécie humana com a “Espécie dos Deuses” e que atuava como mensageiro celeste, intermediando Homens e Deuses.

O próprio Homem teria sido produto de recombinação genética dos primatas superiores, e é verdade que temos fósseis que comprovam a evolução desde amebas até esses primatas superiores sem, no entanto, continuar até a espécie humana.

O Homem é separado da cadeia evolutiva por uma lacuna! Existe mesmo um lapso nas evidências da evolução continuada do Homem. É como se houvesse um salto evolutivo onde, de repente, surgissem os primeiros Homens. O tal “Elo Perdido” nunca foi descoberto ou explicado e permanece um mistério a transição entre o mais avançado primata ancestral e o primeiro Homem. A evolução do Homem é verdadeira, no entanto não é fortuita (ou regida pela seleção natural, como pensam os evolucionistas), mas sim o resultado de melhorias genéticas dirigidas para um objetivo específico, que NÃO É A ADAPTAÇÃO DA ESPÉCIE AO PLANETA.

De certa forma, somos todos Híbridos, já que nossa espécie foi manipulada geneticamente e acrescida de genes extraterrenos. O processo pode ser ilustrado quando juntamos animais para reprodução de RAÇAS diferentes, processo esse chamado de cruzamento, com seus descendentes denominados mestiços.

A continuidade desse processo de reprodução entre mestiços é chamada de Mestiçagem e se estende ao infinito. Porém, quando são juntados genes de dois animais de ESPÉCIES diferentes e se for possível encontrar a proporção para a obtenção de filhos desses dois, o procedimento é denominado de Hibridação (Veja foto de olho de feto híbrido).

Na natureza, podemos citar o caso da Hibridação interespecial entre uma égua e um jumento: Os descendentes possíveis (o burro e a mula) serão Híbridos estéreis. Observe que em Genética, o termo “Híbrido” significa apenas o produto de acasalamentos de indivíduos geneticamente diferentes, sem qualquer ligação com conceitos zoológicos ou zootécnicos, muito menos ufológicos. Descrever as vantagens evolutivas que um Híbrido Humano-Gray têm sobre os humanos implica em esclarecer um fenômeno chamado “Heterose” ou “Vigor Híbrido”.

O fenômeno da Heterose é mais acentuado quanto mais diferentes forem as espécies (este é precisamente o caso) e é o meio utilizado para apuramento de uma linhagem ou raça, dentro de certos limites, de melhoramento racial e maior vigor da descendência do Híbrido. No caso do Híbrido Humano-Gray, a Heterose se revela como um resultado final que geralmente combina as características comuns a todos eles, como:

 

1. Abdome estreito e comprido

2. Alguns sentidos humanos aguçados e outros limitados

3. Articulações ágeis

4. Boca pequena (tipicamente menor que 4 cm de largura)

5. Intelecto melhorado

6. Longevidade

7. Lucidez constante, mesmo durante o sono

8. Maior resistência a doenças em geral (inclusive genéticas)

9. Nitrobacs (veja matéria)

10. Palato mais alto

11. Pulmões largos

12. Regeneração celular acentuada

13. Relativa independência de comida e bebida

14. Traços de novos sentidos (telepatia e intuição, por exemplo)

15. Vigor geral acentuado

16. Outras

Algumas vezes apresentam alguns desses aspectos negativos:

1. Calvície prematura, corrigível com o aumento dos níveis de hormônios

2. Coloração acinzentada da pele, camuflável ao tornar a pele mais avermelhada artificialmente

3. Intolerância a determinados alimentos, como os de origem animal (Carnes, Aves, Peixes e Leite)

4. Menor fertilidade e até esterilidade, devido a problemas cromossômicos na Meiose

5. Menor resistência a determinadas doenças específicas

6. Outros

Todos esses fatores influenciam o comportamento dos diversos níveis de Híbridos de forma mais ou menos igual:

1. À aproximação de um desconhecido, instintivamente sondam seus pensamentos e analisam sua personalidade e intenções

2. Desprendidos de bens materiais

3. Evitam aproximar-se de animais (mesmo de estimação)

4. Sentem desconforto e têm impressões confusas sobre parentes e pessoas íntimas

5. Seu senso de moral e ética são substituídas por lógica e objetividade,

divergindo em muitos pontos do tradicional comportamento judaico-cristão ocidental

6. Tendem a se acautelar na presença de determinadas pessoas que possam vir a representar alguma ameaça

7. Outros

 

Fácil compreender, mas longe de ser banal, é que de certa forma somos todos Híbridos em maior ou menor escala, e que por isso temos algumas dessas características em maior ou menor intensidade.

Tanios Hamzo²°¹³

Postagem original feita no https://mortesubita.net/ufologia/dnalien-hibridna-abducoes-e-hibridos/

Discos Voadores, Propulsão e Relatividade

Resolva o problema de propulsão dos OVNIs e terá aberto ao homem todo o universo. Aqui está uma teoria que pode explicá-la.

Nos últimos anos temos sido visitados por um grande número de aeronaves estrangeiras. Na realidade, provavelmente estas visitas têm estado ocorrendo por um longo tempo, talvez pelo que chamamos de períodos de tempo geológicos. Entretanto, em 1947 ou um pouco antes, o número destas visitas se elevou muito. Desde 1947 um grande número de pessoas, em todo o mundo, tem visto os famosos discos voadores, ou objetos voadores não identificados (OVNIs) .

Durante os últimos anos os observadores têm notado a realização por parte destas naves de manobras acrobáticas de natureza assombrosa.

Aparentemente, a maioria dos discos não depende de qualquer sistema de propulsão familiar aos nossos conhecimentos científicos ou, pelo menos, aos conhecimentos científicos de até recentemente. Somente muito poucos têm sido observados com hélices e alguns com motores de reação ou de jato puro e muitos não dispõem nem mesmo destes. Na verdade, o disco voador típico flutua sobre a terra, sem meios visíveis de apoio, e então acelera a velocidades indescritíveis para alguma outra parte do globo.

A falta de qualquer sistema de propulsão conhecido capaz de tais efeitos tem levado muitas pessoas a imaginar que os donos dos discos voadores foram capazes de dominar a física gravitacional. O sistema de propulsão usado deve, de alguma maneira, aplicar o que é popularmente conhecido como antigravidade. Há dificilmente qualquer maneira, pelo menos tanto quanto os leigos e os especialistas possam ver, em que a sua capacidade de permanecer acima da terra, sem jatos nem hélices, nem dispositivos extensos de sustentação, possa ser explicada.

Entretanto, um enigma adicional, ainda que estritamente relacionado, é o da movimentação típica do disco. Pois tanto a gravidade quanto a inércia parecem ter sido conquistadas também. Muitas narrativas — algumas aparentemente autênticas falam de OVNIs aparecendo subitamente nos céus, vindos não se sabe de onde, e depois desaparecendo no que parece um instante. A menos que algum truque ótico esteja envolvido, os discos devem ser capazes de acelerações verdadeiramente extraordinárias. Relato típico sobre disco, como aparece nos jornais locais através do mundo, é do objeto visto cruzando a velocidade de umas poucas centenas de quilômetros por hora e então, subitamente, desaparecer a uma velocidade que parece ser de milhares de quilômetros por hora.

Além destas acelerações lineares extraordinárias, os discos parecem superar a inércia de outras maneiras. Parecem fazer ângulos retos perfeitos a velocidades elevadíssimas, sem resultados desastrosos à sua estrutura ou à sua tripulação — se é que esta existe. Pelo menos dois de meus amigos me disseram terem visto discos voadores que se moviam no céu a altíssima velocidade fazerem curvas em ângulo reto, instantaneamente.

Ainda um outro truque — eles aparecem capazes de se movimentar através da atmosfera a velocidades e em níveis de densidade do ar claramente incompatíveis com qualquer tecnologia do conhecimento público. Quando um objeto se move através do ar, a fricção das moléculas em atrito com a sua superfície faz com que o material se aqueça. Nos nossos interceptores a jato muito rápidos, são necessários sistemas de esfriamento. Sabemos todos como os meteoros penetrando na atmosfera e o nariz dos cones dos mísseis que reentram na atmosfera terrestre se aquecem a tal ponto que, em muitos casos, se desintegram ou se queimam completamente. Todavia, movimentando-se a velocidades comparáveis e em atmosfera mais densa, os OVNIs não parecem mostrar tais efeitos. Na verdade, aparece freqüentemente alguma luminosidade em volta deles — especialmente à noite — e ocasionalmente aparecem rastros de fumaça, mas a máquina propriamente dita parece sobreviver. Para os especialistas em mísseis isto é muito curioso.

Em todas estas manobras fica em jogo o nosso entendimento das inflexíveis leis da inércia, que governam o nosso mundo. Newton foi o primeiro a formulá-las claramente no seu princípio duplo de que um objeto em repouso tende a permanecer em repouso a menos que uma força lhe seja aplicada, e se uma força lhe é aplicada o objeto tende a se movimentar na direção da força aplicada e proporcionalmente a ela. Estas leis da inércia de Newton são ainda a base de muitos dos pontos de vista científicos do mundo. Entretanto, de acordo com estas leis combinadas às das forças de atração molecular da matéria, que são igualmente fixas na natureza — ou pelo menos assim o pensamos — torna-se muito difícil explicar o comportamento dos discos.

Quando os discos voadores aceleram da velocidade zero a muitos milhares de quilômetros por hora, em uns poucos segundos, por que será que sua maquinaria interna não fica toda quebrada e todos os membros de sua tripulação achatados?

Qualquer um que tenha feito uma curva a uma velocidade demasiado elevada sabe da tendência persistente do seu veículo em continuar na direção original em que vinha, contrariando a resistência dos pneus e do mecanismo de direção.

Da mesma maneira, quando um disco voador faz uma curva repentina, viajando a muitos milhares de quilômetros por hora, por que as moléculas ou cristais da sua estrutura metálica não se partem — devido à grande tensão imposta pelas leis da inércia?

E, finalmente, quando os discos disparam através da atmosfera, por que as moléculas desta se atritando contra o disco não fazem com que o aquecimento da fricção queime eventualmente o objeto?

São estes desempenhos notáveis que têm levado muitas pessoas a acreditar que os discos não são reais. Objetos materiais não podem se comportar desta maneira! Os discos devem ser luzes que se movimentam, ilusões de ótica, miragens, padrões de difração devidas às lentes formadas na atmosfera, ou, ainda para outros, fantasmas ou espíritos.

O Chefe do Serviço Secreto da Força Aérea advertiu vivamente, depois das grandes visões observadas no Aeroporto de Washington, há alguns anos, que a Força Aérea não tinha qualquer coisa com energia infinita e sem massa. Qualquer pessoa que conheça física não-relativística acredita que seria impossível para qualquer massa ponderável se comportar como os OVNIs o fazem. Todavia, a discussão desta dificuldade parece muito real, na verdade.

Pois os discos existem! Eles têm sido fotografados! Aparecem nas imagens do radar! De perto parecem muito com naves feitas de metal ou de material transparente como o plexiglas. Pondo de lado os seus truques fora do comum, parecem ter todas as características de objetos de material denso, que foram projetados, fabricados, manufaturados ou seja lá o que for.

Se os discos são veículos sólidos e reais devemos proceder a uma revisão de nossas idéias sobre a natureza, a um ou dois respeitos. Ou devemos concluir que o nosso conhecimento das leis que mantém unidos os átomos e moléculas é incompleto ou devemos revolucionar nossos conceitos sobre a inércia.

Caso ambas as alternativas estejam além do alcance da ciência moderna, não haverá razão para preferir uma em lugar da outra.

Entretanto, há de fato uma maneira perfeitamente boa de explicar os discos dentro da teoria física moderna. Para fazê-lo, todavia, devemos passar às alturas abstratas da física, em particular à Teoria Geral da Relatividade, de Albert Einstein. Entretanto, antes de ficarmos demasiado assustados, deixem-nos dizer que a Teoria Geral não é tão complexa e intrincada como algumas pessoas pensam. Sua fama de difícil vem do fato de que, para percebê-la, é necessário apreciar sob um novo conceito a maneira em que sentimos o mundo.

O conceito da inércia, de Newton, nos diz que um objeto permanece em repouso a menos que alguma força lhe seja aplicada e, quando isto ocorre o objeto se desloca de acordo com esta força. Newton tinha idéias algo confusas do porquê da existência da inércia. Num determinado ponto, no seu Principia, ela é quase parte inerente da matéria. Noutro ponto, as forças centrífugas ou inerciais vêm de alguma coisa chamada espaço absoluto. A persistência da matéria no seu estado, de acordo com Newton, vem de sua relação a um mundo absoluto de espaço, mais definitivo do que qualquer sistema material que possamos conceber.

Esta noção de Newton jamais foi satisfatória e, no final do século XIX, o filósofo e físico austríaco, Ernest Mach, dedicou suas críticas a ela. Mach, a quem todos conhecem pelos seus números Mach em aerodinâmica, foi também um precursor do Círculo de Viena, que desenvolveu o positivismo lógico. Para ele, qualquer coisa além da nossa capacidade de observação — como o espaço absoluto — era irreal. Daí ter ele proposto que a inércia fosse uma referência a toda a matéria do universo. Por toda a matéria do universo ele quis significar todas as estrelas fixas, ou nos dias de hoje, todas as galáxias, pois sabemos que o cosmos é constituído de um vasto número de estrelas reunidas num vasto número de galáxias. Para Mach, um objeto sujeito às leis da inércia o era em relação a todas as estrelas, ou, como diríamos hoje, a todas as nebulosas.

Entretanto, o princípio de Mach, como Einstein o chamou, apresentava uma dificuldade. Não fornecia qualquer ligação física entre as estrelas e o sistema inercial. Mach apenas substituiu o universo pelo espaço absoluto de Newton, como um sistema de coordenadas no qual os objetos existiam e se movimentavam. Ele não nos proporcionou qualquer esclarecimento adicional que nos mostrasse o que é a inércia, ou por que funciona do modo que o faz.

Talvez devêssemos dizer que ele adiantou muito pouco para nós, mas muito para Albert Einstein. Em 1916, Einstein propôs a Teoria  Geral  da Relatividade. Na realidade era uma teoria da gravitação universal e da inércia.  Einstein reduziu as duas forças à mesma coisa e expressou isto no seu famoso Princípio da Equivalência:   forças gravitacional e inercial são indistinguíveis e iguais.

Sua ilustração deste princípio é um homem num elevador, nas profundezas do espaço. O homem está afastado de qualquer objeto grande. Se o elevador se movimentar uniformemente em qualquer velocidade constante, desde as muito pequenas até as muito grandes, o homem parecerá quase sem peso. Não sentirá qualquer peso ou força de gravidade. Entretanto, se o elevador se acelerar, se for puxado por um cabo cósmico, no sentido da altura do homem, a uma velocidade que vá se acelerando, começará a sentir como se a gravidade estivesse agindo sobre ele. Quando for alcançada uma certa velocidade, equivalente nas medidas terrestres, a 9,75 metros por segundo, o homem imaginará que está de volta na Terra e que está submetido às forças da gravidade exatamente como  estava antes de deixar a Terra. Realmente, como é natural, não o está. Sua impressão errônea é meramente o resultado da inércia e da aceleração do elevador. Não há gravitação, ou deveríamos dizer mais corretamente, não há objeto grande na sua vizinhança. Assim, Einstein ilustrou o fato de que a inércia e a gravidade têm exatamente os mesmos efeitos sobre o observador e não podem ser distinguíveis na base de observações locais.

Ele foi mais além. Buscou explicar a gravidade e a inércia nos mesmos termos físicos. Enquanto o peso dos objetos sobre um grande corpo celestial como a Terra é causado pela atração gravitacional da última, o comportamento inercial do objeto é explicado pela atração gravitacional de toda a matéria, em todos os lugares.

Para usar uma analogia simples, o cachimbo sobre a mesa a minha frente permanece onde está principalmente porque todas as estrelas e nebulosas do cosmos o estão puxando, e o puxam em todas as direções imagináveis. É como se milhões e milhões de pequenos arames estivessem ligados ao cachimbo simetricamente, a toda a sua volta, e o estivessem puxando igualmente, ao mesmo tempo, em cada direção. Da mesma maneira, se atiro meu lápis através da sala ele segue numa linha reta (a parte da gravidade da Terra) porque está sendo puxado em ângulos retos a direção do seu vôo pela totalidade da matéria do universo, de todas as estrelas ou nebulosas. Assim, a inércia do mundo familiar é realmente gravitação, mas não a gravitação de cada partícula do universo; é o efeito da soma do empuxo, puxada, ou campo, dependendo de como se considere o mecanismo, todavia ilusório da gravitação.

Mas, se perguntará, como nos ajudará isto a explicar como os discos voam?

Se os donos dos discos tiverem sido capazes de inventar um meio revolucionário de antigravidade, como por exemplo uma rede eletromagnética que colocassem em torno de suas naves, isto quereria dizer que, da mesma maneira como a gravidade da terra é dominada, a inércia gravitacional de todo o resto do universo também o será. Se a gravitação, ou ultrapartículas, ou campos que respondem pela gravitação da Terra forem barrados, o efeito gravitacional do resto do universo será também evitado. Assim, os discos, com a sua rede antigravitacional, serão capazes de voar sobre a Terra e de ignorar também as leis da inércia. Eles estarão literalmente flutuando  dentro  de um pequeno envelope,  onde nem a gravidade nem a inércia terão qualquer influência. Se as criaturas que constituírem e tripulam os discos dominaram a gravidade, terão,  de acordo com Einstein, sobrepujado também a inércia.

A chave para as coisas bem estranhas que acabo de dizer é pensar como um átomo, ou uma molécula, ou um grupo delas que constituem um objeto, se comportará se a influência inercial não puder alcançá-lo. O cachimbo sobre a minha mesa voará através do quarto, agora, ao mais leve toque do meu dedo. Da mesma maneira, se agora atirar meu lápis através da sala, a brisa mais leve o levará em ângulo reto em direção ao outro lado. Em outras palavras, podemos presumir que os átomos e a matéria se tornarão quase totalmente independentes do seu ambiente, numa área livre  da inércia.  Podem  se movimentar em uma direção tão facilmente quanto em outra. Não têm tendência a permanecer numa predeterminada e rígida posição que a inércia normalmente conservaria; podem voar em qualquer direção a que as impedir a força mais leve.

Penso que isto explica como os discos podem acelerar de zero a milhares de quilômetros por hora e se desacelerarem na mesma razão, como podem empreender as dramáticas manobras relatadas. Uma vez que uma força, de qualquer tipo, os impulsione numa direção diferente da de sua linha de deslocamento, não há tendência para que os seus átomos e moléculas continuem se movimentando na direção primitiva. Assim, não há tensões sobre as estruturas das naves e as forças de atração molecular do seu material não são rompidas.

Também os seus ocupantes, se podem viver em tal mundo sem inércia, não são achatados de nenhuma maneira e nem mesmo perturbados pelos giros da superestrutura que lhes fica à volta. Presumivelmente, podem sentar lendo um livro sem tomar conhecimento de que seu aparelho estava realmente fazendo as acrobacias mais notáveis.

O conceito da rede antiinercial e antigravitacional pode também explicar por que os discos não se queimam quando atravessam a atmosfera a altíssimas velocidades. Considere a molécula ou átomo de um gás como batendo com força contra outros átomos na atmosfera, sujeito às leis de inércia, como qualquer coisa é, mas não ocasionando muito dano ou perturbação em virtude de sua pequena massa; um disco passa velozmente e a molécula passa para dentro da rede antigravitacional. Subitamente esta pequena molécula de ar fica completamente livre! Ela já não tem energia cinética; pode bater em qualquer coisa sem causar a mais leve fricção. Em outras palavras, ela entra na rede como um projétil mas bate no disco como uma pluma.

Entretanto, quando o disco continua velozmente, esta molécula de ar sai atrás da rede num estado muito agitado. Está de novo num mundo inercial e começa a bater fortemente em outras moléculas também muito agitadas. Seus pequeninos e diminutos impulsos são aumentados como resultado da fricção que não era antes possível e isto causa uma libertação de energia — a luminosidade vista à volta dos discos, especialmente à noite.

Chegados a este ponto talvez devêssemos proceder a uma revisão do que foi dito e do que não o foi.

Num sentido explicamos como os discos voam, mas não como é gerada a rede antigravitacional e antiinercial. Algumas vezes os discos voadores sob observação durante o dia, através de vidros polaróides, bem como algumas de suas fotografias, exibem um tipo de halo ou coroa a sua volta. Naturalmente, isto bem pode ser um indício físico da rede ou tela. Entretanto, o modo pelo qual é produzido é ainda um mistério, pelo menos para este escritor. É quase certo que, de alguma maneira, o campo envolve eletricidade e magnetismo, pois os efeitos de ambos têm sido notados em conexão com os discos voadores. Ê também provável que a energia nuclear seja usada na geração do processo porque aumentos nos níveis de radioatividade têm acompanhado os vôos dos OVNIs. Todavia, nada sabemos a respeito do mecanismo exato que produz a rede. As pesquisas nesta área são altamente sigilosas. A potência terrestre que primeiro desenvolver esta tecnologia terá uma vantagem militar imensa. Tornará não somente os aviões mas também os mísseis balísticos obsoletos.

Consideremos o que o domínio pelo homem da gravidade e da inércia pode significar para sua vida na Terra e seu progresso no espaço — se outras raças permitirem que faça algum. Em primeiro lugar, aqui embaixo na Terra, o controle da gravidade e da inércia pode bem transformar muito do nosso sistema econômico.

Podemos pensar imediatamente em aviões livres da gravidade com a vantagem adicional de serem capazes de controlar a inércia, que governa (e embaraça) tanto as nossas vidas.

Se a inércia puder ser controlada, uma criança de cinco anos de idade poderá embalar um elefante sobre seus joelhos; o trabalho do mundo poderá ser feito com quantidades diminutas de energia — dependendo, naturalmente, de quanto seja necessário para produzir a tela ou rede antigravitacional e inercial.

Poderemos ser capazes de mover montanhas com apenas a quantidade de energia necessária para iluminar uma casa. Todo o fenômeno da fricção pode ficar dentro da nossa capacidade de manipulá-lo; composições de estrada de ferro serão capazes de deslizar pelos trilhos, cobertas com uma rede antiinercial, movidos por motores com somente uma fração de cavalo.

A idéia de vôos livres da inércia abre possibilidades interessantes para as viagens pelo espaço. Com vôos livres da inércia, o espaço já não será uma barreira para viagens dentro do sistema solar!

Alguns astrônomos e físicos, chamando a atenção para as enormes quantidades de energia necessárias para acelerar até mesmo uma carga útil diminuta a velocidades próximas à da luz, de modo a fazer a viagem até as estrelas mais próximas dentro de um período razoável de tempo, têm mantido o ponto de vista de que a única comunicação que a humanidade jamais poderá ter com a vida inteligente, em qualquer outro lugar, é pelo rádio.

As distâncias entre as estrelas são medidas em anos-luz e somente um limitado número de estrelas está dentro da equivalência de 90 anos-luz. Assim, a necessidade de se aproximar da velocidade ótica em viagens interestelares torna-se óbvia. Todavia, mesmo ao aproximar-se dela, sob as velhas leis da inércia, é um assunto difícil, que alguns cientistas acreditam ser impossível.

O Dr. Frank Drake ilustra o problema calculando que para levar a Enciclopédia Britânica ao nosso vizinho estelar mais próximo seria necessário um foguete tão grande que o seu jato de arrancada queimaria todo o Estado da Flórida.

Outros cientistas, naturalmente, acreditam que as viagens interestelares sejam possíveis, mesmo sob as limitações de um mundo inercial. O grande físico alemão, Professor Singer, uma vez propôs um veículo interestelar capaz de varrer os átomos de hidrogênio do espaço, recolhendo-os numa rede gigantesca e convertendo-os em combustível durante a viagem.

Entretanto, se formos capazes de desenvolver uma rede antigravitacional e antiinercial poderemos nos aproximar da velocidade ótica com a necessidade de muito pouca energia.

Pode também significar que espécies mais elevadas, que há muito descobriram esta técnica, têm viajado entre as estrelas com regularidade. Por sua vez, isto aumentaria a verossimilhança de que o nosso sistema solar seja visitado por raças de outras estrelas.

por Raymond Bernard

Postagem original feita no https://mortesubita.net/ufologia/discos-voadores-propulsao-e-relatividade/

Conversas com Extraterrestres: Nove Estudos de Caso

Por Preston Dennett.

Um dos tipos mais raros de encontro de OVNIs é uma experiência a bordo ou um encontro cara a cara com um extraterrestre de verdade. Em meus vinte anos de investigação de OVNIs, descobri apenas alguns desses tipos de encontros muito próximos. Surpreendentemente, na grande maioria desses encontros, há pouca ou nenhuma conversa entre os humanos e os alienígenas.

Nos casos em que há conversa, ela é muitas vezes unilateral e limitada aos extraterrestres, dando banalidades às testemunhas assustadas. É a mesma frase repetidas vezes. Já a ouvi milhares de vezes. É quase como um disco quebrado. A primeira palavra que sai da boca dos extraterrestres (ou mentes) é invariavelmente: “NÃO FIQUE COM MEDO. NÓS NÃO LHE FAREMOS MAL”.

Enquanto os alienígenas são geralmente muito falantes, ocasionalmente eles envolvem as pessoas em breves conversas ou transmitem breves mensagens.

CASO UM: “Você não vai se lembrar disto”.

Meu primeiro caso envolvendo conversas entre humanos e ETs ocorreu com a família Robinson de Reseda, Califórnia. Em 1989, a família experimentou uma série de avistamentos e raptos por alienígenas do tipo grey (cinzento), culminando no que os investigadores de OVNIs chamam de “uma apresentação de bebê”.

A testemunha principal, Kelly Robinson, experimentou quatro visitas consecutivas durante um período de poucos meses. Durante cada encontro, ela foi capaz de conversar com os alienígenas.

No primeiro encontro, Kelly acordou para encontrar quatro ETs do tipo grey (cinzento) em pé ao redor de sua cama. Um falou telepaticamente, dizendo-lhe: “Não tenha medo. Venha conosco. Você não vai se lembrar disso”.

Kelly, no entanto, era uma garota de vinte anos, muito animada e independente, e como vinte por cento dos sequestrados, ela se lembrava. Ela se lembrou de ter sido levada para uma pequena sala redonda e colocada sobre uma mesa. Eles lhe disseram: “Nós vamos tirar sua memória. Você não se lembrará disto… Não tenha medo”. Nós não vamos machucá-la. Você não pode se lembrar disto”.

Kelly gritou para eles: “Sim, eu vou!”.

Esta discussão foi para frente e para trás, com os alienígenas dizendo a ela que ela não podia e não se lembraria, e Kelly gritando de volta que ela se lembraria.

Eles então cortaram o braço dela. Ela acordou na manhã seguinte e imediatamente olhou para seu braço. Uma bela cicatriz de duas polegadas estava exatamente onde ela se lembrava dos alienígenas que a cortavam.

Duas semanas depois, os alienígenas voltaram, dizendo a ela: “Vamos tirar sua memória”.

Kelly gritou para eles: “Não, você não vai. Eu vou contar”.

Eles disseram a ela: “Não, você não é…. Seus pais não iriam entender. É melhor não contar a eles, você sabe”.

Kelly gritou que contaria a seu pai.

Eles disseram: “Não, não, não! Você não pode”.

Algumas semanas depois, eles vieram novamente. Como sempre, eles tentaram apagar sua memória do incidente. Eles disseram a ela: “Você vai esquecer tudo”.

Entretanto, como de costume, Kelly teve alguma lembrança dos acontecimentos. Kelly disse: “Eu não sei especificamente o que eles me perguntaram. Eles estavam me perguntando coisas sobre o que fazemos, mas você sabe, não posso dizer especificamente. Eles [disseram] “isto vai acontecer e aquilo vai acontecer”. Acho que se trata do meu trabalho ou algo assim”.

Diz Kelly: “É difícil para mim lembrar. Eles dizem: ‘Você vai esquecer tudo’… É totalmente estressante: ‘Não vamos deixar você se lembrar disso’. Vamos tirar sua memória disto”.

Em seu encontro final, os alienígenas apareceram e disseram: “Precisamos falar com você. Venha conosco”.

Kelly resistiu e ameaçou contar a seu pai. Eles disseram: “Não, você não pode contar ao seu pai”.

Kelly disse: “Eu acho que eles são religiosos. Eles não estão querendo nos machucar. Eles estão querendo aprender. Mas eles têm medo que nos lembremos porque têm medo que nós contemos às pessoas sobre eles”.

CASO DOIS: “Eles têm tudo menos amor”.

A mãe de Kelly Robinson, Diane, teve uma experiência que ela chama de “sonho”, mas está claramente conectada com os encontros de OVNIs de sua família. Diane se lembra de ter sido levada para uma sala onde lhe foi mostrado bebês que foram geneticamente alterados. Revelados pela primeira vez pelo pesquisador Budd Hopkins, estes casos raros envolvem raptados que são instruídos a segurar e cuidar de bebês que parecem ser meio-alienígenas e meio-humanos. Na maioria dos casos, há pouca informação trocada. Diane, no entanto, recebeu uma breve explicação.

Ela se lembrou de ter sido levada a uma sala onde viu uma grande engenhoca em forma de árvore de Natal, mas ao invés de galhos, havia incubadoras cheias de bebês.

Diane foi aconselhada a escolher um bebê e segurá-lo. Ela recusou porque os bebês pareciam estar deformados. Diane diz: “Cada um deles tinha algo errado com eles”. E ela disse que era triste, porque não foi planejado dessa maneira, que eles tinham todas essas coisas erradas com eles…. Ela disse que eles tinham tudo menos amor. Ela disse: “É por isso que eu gostaria que você pegasse um e o adorasse…. Eles têm problemas. Eles são diferentes. Mas eles ainda precisam de amor”.

Diane foi incapaz de superar sua repulsa e se recusou a segurar os bebês. Após esta experiência, todos os encontros de OVNIs da família Robinson terminaram.

CASO TRÊS: “Vai haver uma Rebelião”.

Durante minha pesquisa sobre a onda de OVNIs sobre Topanga Canyon, Califórnia (ver OVNIs sobre Topanga Canyon, Llewellyn, 1999), eu descobri vários casos envolvendo encontros face a face com extraterrestres. Novamente, na maioria dos casos, os alienígenas ou não falavam ou diziam apenas: “Não tenha medo, nós não lhe faremos mal”. No entanto, em alguns casos, foram dadas mensagens. Um caso é o da família Martin. Foi Sarah Martin, a mãe, quem realmente falou com os extraterrestres.

Os encontros de Sarah Martin ocorreram durante o pico da onda de OVNIs e envolveram vários avistamentos de perto e pelo menos um encontro a bordo. Sarah se lembra de estar dentro de uma pequena sala circular, rodeada de pequenas figuras vestidas. Diz Sarah: “Para ser honesta com você, não consigo me lembrar de seus rostos”. Só me lembro de falar com eles… e eles estavam falando comigo”. E foi isto que eles disseram: “Por que você está tão envolvido nesta campanha [de Ross Perot]? Por que você está perdendo seu tempo? Vai desmoronar, um a um, e quem quer que ganhe, não importa porque todo o sistema vai cair ao redor de todos. Vai haver uma rebelião. E você não faz parte disto, então não se envolva”.

Na época, Sarah estava fortemente envolvida na campanha presidencial de Ross Perot. Após a experiência, ela abandonou todas as suas atividades políticas. Diz Sarah: “Isto foi tão incrível”. Em minha mente, eu continuo repetindo o que eles disseram: “Você não faz parte disto, então não faça parte disto”. Afaste-se de tudo isso’…A outra coisa também é algo sobre um terremoto, um grande terremoto. Algo assim…mas a coisa que mais se destacou foi: “Por que você está tão envolvido? Por que você está deixando isso consumir seu tempo? Não vale a pena, e tudo isso vai desmoronar”.

Alguns anos depois, o devastador terremoto de Northridge atingiu, destruindo várias casas no Topanga Canyon.

CASO QUATRO: “Precisamos de bebês”.

Curiosamente, outra testemunha de Topanga recebeu avisos proféticos sobre o terremoto de Northridge na noite anterior, salvando-a assim de ferimentos graves ou até mesmo da morte. Marcellina X teve encontros durante toda sua vida, mas foi só quando se mudou para Topanga Canyon que ela começou a experimentar visitas cara-a-cara. Após o terremoto, ela teve um encontro com um extraterrestre de tipo grey (cinzento) em sua casa.

Durante o encontro, o ET falou com ela telepaticamente. Diz Marcellina: “Estava me dizendo que eles estavam tentando inventar maneiras de ter relações sexuais. Eles precisavam de bebês. Estava apenas me dizendo um monte de coisas telepaticamente. Haveria mais terremotos. E então você sabe, tivemos todos aqueles terremotos em todo o mundo…. Eu tinha mudado minha sala de estar após o terremoto com um monte de quadros que eu tinha pintado de planetas. E eles me disseram que não era exatamente assim…[eles disseram] que eu seria capaz de curar a mim mesmo e que seria capaz de curá-los. Se eles quisessem que eu os curasse, eu seria capaz de curá-los”.

Seguindo esta experiência, Marcellina experimentou a síndrome do feto perdido. Bem conhecida entre os investigadores de OVNIs, esta síndrome envolve mulheres que engravidam após um encontro com OVNIs e depois perdem misteriosamente o feto. Marcellina também experimentou subsequentes eventos paranormais de cura.

CASO CINCO: “Nossas Emoções são Diferentes das Suas”.

Pat Brown é fisioterapeuta da cidade de Panorama, Califórnia. Ela nunca havia pensado em OVNIs até 1992, quando uma viagem ao Arizona desencadeou uma série de encontros com extraterrestres do tipo grey (cinzento). Por um período de vários meses, Pat relatou terríveis visitas noturnas de ETs em seu condomínio. Então, uma noite, ela foi levada a bordo.

Para sua surpresa, ela achou a experiência agradável. Ela recebeu uma visita ao ofício e foi levada para conhecer “o mestre”. Foi então que ela recebeu várias mensagens de natureza espiritual. Pat diz: “Eu não sei tudo o que eles me disseram, mas me lembro deles me dizendo que havia algo que eu tinha a ver com minha aura”.

Ela ficou surpresa ao descobrir que a aparência do alienígena havia mudado para um homem humano de cabelo loiro. Ela perguntou: “Por que você tem esse aspecto?”.

O ET respondeu: “Porque é assim que você quer que eu me pareça”.

Pat foi retirada de seu corpo e lhe foi mostrado como era seu corpo astral. O ET lhe disse: “Essa é a sua alma”. Essa é a parte de você que passa por todas as vidas”.

Pat recebeu mais lições espirituais sobre vibrações e cura e foi então devolvida ao seu quarto.

Ela logo teve mais experiências e sofreu vários efeitos médicos como resultado de seus encontros. Seu caso também é apoiado por outras testemunhas. Sua obsessão com o assunto cresceu e Pat iniciou uma busca por informações e foi conduzida a um canalizador, alguém que alegava falar pelos ETs.

Pat perguntou ao canalizador se as pessoas que são sequestradas fazem um acordo em algum nível. O canalizador, falando em nome dos ETs, disse que sim, os sequestrados concordam, de fato, em ser sequestrados.

Pat disse: “Você pode fazê-los parar?”.

Os ETs responderam: “Não, você não pode fazê-los parar, mas se você se conscientizar conscientemente, você será tratado de uma maneira diferente… Você precisa entender porque você criou isto. Nós percebemos que estamos apoiando você em seu drama. Por que vocês criaram isto”?

Outro membro do público perguntou: “Você vem aqui e recebe espécimes. O que nós recebemos de você”?

“Você tem um começo de crescimento. Isso é o que nós lhe damos”.

Outro membro perguntou sobre as emoções e os ETs responderam: “Nossas emoções são diferentes das suas, mas temos emoções porque as aceitamos como importantes para nós”.

A conversa continuou até que Pat ficou brava e gritou com eles que não deveriam levá-la contra a sua vontade.

Os ETs responderam: “As experiências que você está recebendo desta distância superam as outras coisas que você está passando, e não há uma pessoa nesta sala que não troque de lugar com você”.

Pat continua a ter experiências, tanto positivas quanto negativas. Ela também continua sua busca para compreender as razões de seus encontros.

CASO SEIS: “Somos de um lugar que você ainda não conhece”.

Em 1995, um casal de meia-idade, William e Rose Shelhart, estavam dirigindo fora de Sedona, Arizona, tarde da noite, quando avistaram uma luz brilhante no céu, seguindo-os. Logo se tornou evidente que a luz estava jogando um jogo de gato e rato com eles enquanto os perseguia pela estrada e eventualmente pousou em um campo próximo a eles. Essa foi a última coisa de que eles se lembraram conscientemente.

A memória seguinte deles estava chegando a um hotel em Sedona, várias horas tarde demais. Percebendo que tinham perdido tempo, mais tarde procuraram um hipnotizador e se lembraram de uma incrível experiência a bordo de OVNIs. Eles se lembraram de terem sido levados a bordo da nave e examinados por extraterrestres quase humanos e uniformizados. Embora a lembrança de William tenha sido insignificante, Rose foi capaz de lembrar a maior parte do que aconteceu, incluindo uma conversa real que ela teve com os ETs.

De acordo com Rose, eles foram “convidados” a bordo e tratados com gentileza e respeito. Rose disse: “Eles [os extraterrestres] estavam apenas dizendo que nós estamos ajudando você. Eles me disseram que [William] estava em outra sala recebendo mensagens diferentes”.

Rose perguntou de onde eles vinham. Os extraterrestres deram uma resposta tipicamente enigmática e evasiva, respondendo: “Somos de um lugar que você ainda não conhece”.

Quando perguntados sobre seu propósito de vir aqui, sua resposta foi decididamente positiva. Rose disse: “Eles disseram que estão ajudando certas pessoas aqui porque ajudarão a humanidade. E algo do tipo, quanto mais nós ajudamos, mais eles nos ajudam”. Mas eles não podem interferir e simplesmente tomar o controle e consertar tudo”.

Rose não foi capaz de obter mais informações úteis. Ela e seu marido continuam a ter avistamentos e encontros, e William relata que ele foi curado da síndrome do túnel do carpelo como resultado de sua interação com os Ets.

CASO SETE: “Não se preocupe, nós não lhe faremos mal”.

Jack Stevens (pseudônimo), de Everett, Washington, tinha apenas doze anos quando foi sequestrado de um carro e levado para uma grande nave. A maior parte do evento foi envolta em amnésia até 1997, quando ele espontaneamente recordou o que aconteceu vinte e cinco anos antes. Sua memória revelou um terrível evento de sequestro de seis horas.

Jack lembrou-se de ser levitado dentro de um feixe de luz e colocado sobre uma mesa rodeado de figuras curtas. Quando ele estava sendo levado a bordo, os ETs lhe disseram: “Não se preocupe, nós não vamos machucá-lo”.

Enquanto o examinavam, Jack relata que os ETs conversavam entre si. “Lembro-me de dois deles indo e vindo, e foi como uma coisa de “polícia bom, polícia mau”. Um deles, por tudo que ele se importava, simplesmente me expulsou. Foi essa a impressão, apenas, de “tirá-lo daqui”. E o outro dizia: “Não, não vamos fazer isso”.

“Eu me lembro deles me dizendo para abrir minha boca”.

Jack ficou nervoso com sua mãe e seu irmão, que ainda estavam de volta ao carro. Os seres responderam: “Não se preocupem com isso, não os queremos… Não os queremos, não precisamos deles…. Nós não nos importamos com eles”.

A certa altura, um dos seres tentou relacionar uma mensagem complexa. Diz Jack: “Ele estava me dizendo todo tipo de coisas, mas não estava se afundando”. Eu não entendia o que ele estava me dizendo. Havia coisas de fórmula matemática e algo sobre muitos triângulos e círculos. Havia muita geometria jogada em mim. E eu estava ali sentado pensando, isto é muito legal, mas eu meio que quero ir para casa”.

Depois de vários outros procedimentos, a provação finalmente terminou. Quando Jack estava sendo colocado de volta em seu carro, uma troca final se seguiu. Jack disse: “Você não fez nada com minha mãe e meu irmão, certo?”.

Os seres responderam: “Certo, não se preocupe”.

O caso de Jack envolve provas físicas consideráveis e numerosas outras testemunhas. O caso ainda está em andamento.

OITAVO CASO: “Estamos aqui há muito, muito, muito tempo”.

Um caso muito incomum de contato extraterrestre ocorreu com uma garçonete chamada Maryann X, de Carpinteria, Califórnia. Uma noite, em 1992, após uma série de avistamentos de OVNIs, Maryann estava em sua casa assistindo TV quando se deu conta de uma presença. Embora ela não pudesse ver nada, no olhar de sua mente ela sentiu um ser estranho. A figura era fina, careca, com uma cabeça grande, pele cinza e olhos escuros em forma de amêndoa. Em outras palavras, o típico alienígena do tipo grey (cinzento).

Naquele momento, Maryann começou a experimentar o fenômeno da escrita automática. As mensagens que ela acreditava serem do extraterrestre começaram a ser transmitidas através dela.

Diz Maryann: “Ele está muito interessado em nosso interesse por ele e por sua raça. [Ele diz] que eles estão aqui há muito, muito tempo, mais tempo do que nós pelo que eu entendo…. Eles estão muito interessados em nós. Eles estão quase mais fascinados em nós do que nós estamos neles. Nós não pensamos da mesma forma que eles. Ele disse: “Vivemos nos oceanos”. Eles vivem no oceano, debaixo d’água. Seus navios estão debaixo d’água. Eles são muito benignos. Eles não têm ogivas nucleares [ou] este tipo de coisas”.

Como muitos contatos, Maryann recebeu informações sobre os próximos desastres naturais. “Ele estava me contando algo sobre terremotos. Ele não previu mais nada. Ele apenas disse que estamos diante de um grande tipo de desastre natural. Tenho a impressão, pensando no que ele me fala, é que eles estão quase aqui para nos avisar. Não de um tipo de desastre iminente, como se o mundo fosse explodir, mas eles não estão aqui para nos ferir. Eles estão aqui para observar”.

O alienígena disse a Maryann que sua raça é muito mais numerosa do que toda a humanidade. “Lotes e lotes e lotes. Isto não são apenas cinco ou dez ou vinte navios vagando por aí. Estamos falando – do que eu recebo dele – milhões e milhões destas pessoas. E eles já existiam antes de registrarmos o tempo e a história”.

O alienígena lhe disse que eles estavam conduzindo um programa para contatar pequenos grupos de pessoas em todo o planeta. “Esse é o entendimento que tenho”. Eles têm empregos como todos têm empregos aqui embaixo. Seu trabalho é encontrar pessoas que sejam receptivas o suficiente para conversar com ele. E ele estava realmente preocupado se eu estava ou não realmente assustado….I tenho a impressão de que não sou o único com quem ele fala. Na verdade, eu acho que é como um trabalho para eles. Essa é a impressão que eu tenho, é que eles meio que sondam pessoas diferentes. É como se seu trabalho fosse encontrar pessoas que sejam receptivas”.

Marianne fez contato com o estrangeiro em várias ocasiões, e recebeu muito mais informações.

CASO NONO: “É muito importante que façamos isto”.

Melinda Leslie de Los Angeles, Califórnia, é uma gerente de escritório e secretária que tem tido contato com ET durante toda sua vida. Ainda mais surpreendente é que Melinda tem sido capaz de recordar conscientemente muitas de suas experiências, sem a ajuda da hipnose. Ela é o que os pesquisadores de OVNIs chamam de um sequestrado consciente.

Embora ela tenha tido praticamente toda a gama de experiências com OVNIs, uma de suas mais dramáticas ocorreu em julho de 1991 enquanto conduzia com dois amigos pela floresta de Los Angeles. Todos os três experimentaram um sequestro de duas horas em uma nave metálica pilotada por ETs do tipo grey (cinzento).

Uma vez a bordo, eles foram despidos, examinados, separados e receberam mensagens separadas. Melinda Leslie foi capaz de relembrar todo o evento conscientemente. Ao ser colocada e examinada, ela martelou os alienígenas com perguntas, nenhuma das quais eles responderam.

Ela viu seu amigo sentado em uma cadeira com um fone de ouvido de aparência bizarra e gritou: “O que você está fazendo com ele?

Um dos alienígenas respondeu: “Tudo bem, estamos dando informações a ele”. Está tudo bem. Estamos educando ele”.

“Não o machuque”, disse Melinda.

“Não estamos fazendo mal a ele”. Ele está bem. Está tudo bem”.

Melinda continuou a deixar sair um fluxo de perguntas, no entanto, ela raramente foi respondida, e então, apenas de forma evasiva. Diz Melinda: “Eles não lhe dão respostas diretas”. Eles dizem: ‘Tudo bem’. Temos que fazer isto. Você entende”.”

A certa altura, os três amigos foram separados e colocados em salas diferentes. Melinda se viu em uma sala com uma dúzia de greys (cinzentos). Um se aproximou dela e disse: “Agora, vamos fazer alguma coisa”. Não tenha medo, mas isto é muito importante que façamos isto. Vamos colocar isto sobre sua cabeça”.

O que se seguiu foi um procedimento bizarro. Melinda foi imobilizada por um dispositivo colocado sobre sua cabeça. Os alienígenas ficaram em um círculo ao redor de Melinda e a empurraram para frente e para trás como um palhaço socador. Melinda sentiu que ia cair, mas cada vez que era apanhada e empurrada novamente. Finalmente, ela relaxou. Naquele momento, eles pararam e removeram o dispositivo. Um dos alienígenas disse: “Você precisava aprender que…. Você precisava aprender a confiar em nós”.

Enquanto isso, o amigo de Melinda, James, estava recebendo uma mensagem diferente. Diz Melinda: “James disse que quando eu estava fora da sala, eles vieram até ele e lhe mostraram um dispositivo, um monte de coisas”. Eles lhe disseram como fazer um detector de OVNIs e lhe deram a informação”. Ele disse, eles disseram porque queriam que ele as documentasse e gravasse em vídeo. Quando os avistamentos acontecem, eles lhe disseram que ele tem a missão de documentar estas coisas”.

Segundo James, “Eles me mostraram como fazer isso. E eles me explicaram tudo tecnicamente, e me deram a informação de como construí-las. Eles foram feitos e fizeram com que eu entendesse. E eu disse: ‘Sim, eu entendi’”.

O outro amigo de Melinda não conseguiu se lembrar de muitos detalhes além de ter sido levado a bordo e examinado. Melinda continua a ter experiências e tem dado amplas palestras sobre seus encontros.

CONCLUSÕES:

Há muitos outros casos em que alienígenas já conversaram com seres humanos. No entanto, os padrões são geralmente os mesmos. Na maioria das vezes, os extraterrestres não são apenas extremamente taciturnos; quando eles falam, são muitas vezes evasivos. Quando o raptado Travis Walton foi levado a bordo de um OVNI, ele fez inúmeras perguntas aos alienígenas, nenhuma das quais foi respondida. Quando a raptada Betty Hill perguntou a seus raptores de onde eles vieram, eles lhe disseram: “Você não entenderia”.

Mas como os casos acima mostram, os alienígenas às vezes revelam informações sobre si mesmos, seus sentimentos, suas intenções, seus desejos, seus medos e crenças. Juntando estes relatos, estamos começando a obter uma imagem mais clara de quem são os alienígenas e o que eles estão fazendo neste planeta. A principal mensagem revelada pelas conversas dos alienígenas é que eles têm um forte interesse na humanidade. Quer estejam removendo material genético, transmitindo conhecimento espiritual, prevendo desastres naturais ou estudando nossas emoções, os alienígenas estão obviamente fascinados pela humanidade. A conclusão é clara. Por qualquer razão, eles estão profundamente interessados em nós. E se os padrões revelarem algo, os alienígenas permanecerão aqui por um longo, longo tempo.

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Fonte:

Conversations with Extraterrestrials: Nine Case Studies, by Preston Dennett.

https://www.llewellyn.com/journal/article/474

COPYRIGHT (2003) Llewellyn Worldwide, Ltd. All rights reserved.

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Texto adaptado, revisado e enviado por Ícaro Aron Soares.

Postagem original feita no https://mortesubita.net/ufologia/conversas-com-extraterrestres-nove-estudos-de-caso/

Contatos Imediatos do Primeiro Grau: Red Rocks, Dezembro de 2000

Por Llewellyn.

Extraído de Messages (Mensagens), por Stan Romanek.

…[M]inha esposa Lisa e eu nos conhecemos on-line no verão de 2000 e logo estabelecemos uma amizade pela Internet, trocando mensagens eletrônicas quase diariamente. Eventualmente, eu queria levar nossa amizade ao próximo passo e me encontrar pessoalmente, mas como ela estava morando no Nebraska e eu estava no Colorado, tal encontro parecia muito improvável. No entanto, eu estava determinado a conhecê-la e, uma vez que ganhei coragem, decidi pedir-lhe que viesse me visitar. Agora este é um grande passo para alguém que só a conhece através de mensagens na Internet, então ela não estava inicialmente interessada na ideia. Além disso, ela só esteve no Colorado uma vez antes, e durante essa visita choveu quase o tempo todo, dando-lhe uma impressão menos que favorável do estado (que, curiosamente, ostenta uma média de trezentos dias de sol por ano. Lá se vai a propaganda da Câmara de Comércio). Não é de surpreender que ela não estivesse ansiosa para repetir a experiência – ou pelo menos, essa era sua desculpa.

Então, como convenceria Lisa a vir ao Colorado para uma visita? Ocorreu-me uma série de possibilidades antes que eu finalmente me acomodasse com a brilhante ideia de filmar alguns dos espetaculares cenários locais e enviá-los para ela. Uma vez que ela viu como as montanhas eram bonitas – e que o estado geralmente era banhado pelo sol – ela não pôde deixar de dizer que sim. Achei que era um plano brilhante e alguns dias depois do Natal de 2000, parti com a câmera de vídeo na mão.

Em minha mente, o melhor lugar para começar a filmar era o Red Rocks Amphitheater (Anfiteatro Rochas Vermelhas) perto de Morrison, Colorado – um marco conhecido aninhado na base das majestosas Montanhas Rochosas a oeste de Denver. Pensei que esta vista panorâmica emocionante da cidade seria o começo perfeito para o meu vídeo caseiro.

Tomando uma das estradas secundárias ao Red Rocks Park, logo estava na periferia da cidade e apenas começando a chegar ao sopé das montanhas. Logo que cheguei à estrada que me levaria a Red Rocks quando observei um número de carros encostados no acostamento e pessoas olhando para cima em direção às linhas de energia que corriam ao longo da estrada. É claro que as pessoas ao lado de seus carros apontando para o céu é sempre irresistível e eu olhava para cima para ver o motivo de toda a excitação. Quando o fiz, me assustei ao ver um objeto brilhante pairando acima das linhas elétricas, a não mais de cinquenta metros acima do solo. Meu primeiro pensamento foi que era algum tipo de balão de ar quente, mas quanto mais eu o observava, menos certo eu ficava. Rolando pela janela da minha van, eu diminuí a velocidade enquanto tentava ter uma visão melhor da coisa.

Estudando o objeto de perto, logo determinei que era algum tipo de nave metálica de forma estranha, segmentada em múltiplas esferas com o corpo principal arredondado na parte superior e com seis esferas menores girando lentamente no sentido anti-horário ao longo de sua parte inferior. Era altamente reflexivo, como o alumínio polido, e inclinava-se ligeiramente na direção em que se movia, mas talvez a coisa mais peculiar da nave fosse a área negra e estaladiça entre as esferas inferiores em rotação. Era o negro mais negro que eu já havia visto em minha vida, como se de alguma forma fosse capaz de sugar toda a luz ao seu redor. Me chamou a atenção que se alguém jogasse uma pedra neste vazio, ele simplesmente continuaria nele por infinito.

Eu estava ficando um pouco enervado enquanto passava lentamente, mas isso não era nada até que comecei a notar que a maldita coisa parecia estar andando na minha van! Fiquei tão assustado que pisei no acelerador e tentei acelerar antes de me lembrar de repente que tinha minha câmera de vídeo comigo. Resistindo à tentação de fugir, peguei minha câmera e encostei no ombro.

Quase imediatamente notei a sensação mais estranha em minha pele. Parecia que o ar estava cheio de eletricidade estática, fazendo com que os cabelos dos meus braços ficassem de pé na ponta. Era como se a própria atmosfera estivesse grávida de uma poderosa carga eletromagnética. Sem me deixar levar pela estranha sensação, apontei minha câmera de vídeo para o objeto e durante os segundos seguintes fiquei ali na estrada, filmando a coisa.

Curiosamente, parecia que quando o fiz, o ofício reagiu reorientando-se até ficar perfeitamente vertical. Então, com um “pop”, de repente voou direto para cima, criando um pequeno boom sônico que fez minha camisa vibrar contra minha pele. Ainda mais notável, ela parou tão rapidamente quanto havia voado para cima, forçando-me a duvidar dos meus sentidos. Não sou especialista em aviação, mas mesmo eu sabia que nenhum objeto tripulado era capaz de tal manobra, nem havia uma pessoa no mundo que pudesse sobreviver ao tipo de força G que tal manobra criaria se houvesse. Eu fiquei impressionado.

Depois de mais alguns segundos, o ofício finalmente se afastou em espiral e desapareceu no céu azul brilhante, deixando-me à beira da estrada com a sensação de que eu tinha acabado de ver algo mais surrealista do que real. Ainda muito abalado, voltei para a minha van e dirigi cerca de cem metros até onde mais algumas pessoas foram encostadas perto de um pequeno parque para passear cães. Enquanto conversávamos entre nós, todos olharam para cima e viram um par de caças a jato F-16 acelerando na direção de onde o OVNI tinha sido visto pela última vez. Houve risos quando uma das testemunhas disse: “Boa sorte em perseguir aquela coisa”. O fato de eu ter acabado de testemunhar esta nave exótica foi especialmente irônico, devido ao fato de que poucos dias antes eu tinha gozado com meu amigo Mark por acreditar nesta loucura de OVNI e agora eu tinha minha própria experiência para lidar com isso! Tudo o que eu sabia com certeza era que estava feliz por ter minha câmera de vídeo comigo.

Quando cheguei em casa naquela tarde, liguei imediatamente minha câmera de vídeo ao VCR para ver se tinha conseguido capturar o objeto bizarro em fita. Estava um pouco confuso e o objeto ousava precariamente enquanto eu tentava fixar minha câmera nela, mas eu a havia capturado! Não era o tipo de imagem nítida, clara, incontestável que eu esperava, mas era definitivamente algo incomum – “algo” que não podia ser facilmente explicado ou descartado. Ou ignorado.

Mesmo assim, momentos após o avistamento, minha mente parecia não querer que eu acreditasse no que havia acabado de acontecer, mas depois de ver a fita repetidamente, finalmente decidi que havia visto algo mais notável. Liguei para Lisa no Nebraska para dizer a ela que nunca tinha chegado a Red Rocks e por quê.

Suponho que eu deveria saber que ela seria um pouco cético, como eu teria sido se ela tivesse me chamado do nada e me contado uma história semelhante. Além disso, como só nos conhecíamos há alguns meses e ela ainda não estava bem certa sobre mim, o som de apreensão em sua voz era compreensível; tenho certeza de que ela não estava entusiasmada com a possibilidade de se envolver com um maluco! Sua incredulidade me fez lamentar as muitas vezes que eu descartasse ou ridicularizasse relatos semelhantes de OVNIs feitos por outros e pensasse: “Agora eu sei como as pessoas devem ter se sentido quando eu gozei com elas”.

De alguma forma eu tinha que provar isso a ela. Rapidamente baixei o arquivo de vídeo para o meu computador e enviei a ela uma cópia para ser reproduzida por ela. O plano funcionou e eu fiquei aliviado quando ela finalmente acreditou que eu estava dizendo a verdade. Infelizmente, embora eu tivesse conseguido convencer Lisa, como eu ia me convencer?

Meses depois, depois de ter tido a oportunidade de pensar no que tinha visto, sentei-me e desenhei um esboço a lápis do objeto. É claro que tentar estimar o tamanho e a distância de um objeto no céu nunca é uma coisa fácil de se fazer, mas esta era a aparência geral e as dimensões como melhor me lembro.

Provavelmente nunca saberei qual era o objeto, nem vi nada semelhante a ele desde então. Tudo o que sei é que o misterioso objeto prateado foi o prenúncio de uma cadeia de eventos que iriam alterar dramaticamente minha vida nos próximos anos, tanto de maneira boa quanto ruim.

Até hoje, ainda fico um pouco nervoso quando passo de carro pela área onde vi o objeto, percebendo com uma sensação de consternação que este era o local onde tudo começou.

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Fonte:

Close Encounter of the First Kind: Red Rocks, December, 2000, by Llewellyn.

https://www.llewellyn.com/journal/article/2070

COPYRIGHT (2009) Llewellyn Worldwide, Ltd. All rights reserved.

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Texto adaptado, revisado e enviado por Ícaro Aron Soares.

Postagem original feita no https://mortesubita.net/ufologia/contatos-imediatos-do-primeiro-grau-red-rocks-dezembro-de-2000/

Contato do Tipo Extraterrestre e Ultraterrestre

Por Philip J. Imbrogno.

Você ouve falar disso o tempo todo; está se tornando parte da experiência humana no século XXI. Não é uma moda, um novo videogame, um fast-food, ou um telefone celular de alta tecnologia. Esta nova moda são pessoas que reivindicam contato com uma inteligência alienígena.

Embora possa parecer que estou fazendo luz sobre esta experiência, este não é o caso. As experiências paranormais, especialmente aquelas que envolvem contato psíquico ou sequestro físico por uma suposta raça alienígena desconhecida, estão em ascensão.

Um dos tipos mais comuns de contato são as pessoas que afirmam estar em comunicação psíquica com uma raça “alienígena” mais velha e mais sábia. Essas pessoas têm reuniões pequenas a moderadas e canalizam ensinamentos espirituais do que dizem ser alguma irmandade alienígena do outro lado ou em outra galáxia. Ao longo dos anos, participei de muitas dessas sessões de canalização, muito mais do que eu me importo de lembrar. Na maioria dos casos, as informações individuais canalizam informações originárias de “nossos irmãos do espaço”.

Durante uma dessas sessões de “irmãos do espaço” com um homem de meia idade que canalizou um ser chamado Soltar, eu aparentemente saí da linha e perguntei: “Não há irmãs do espaço?” Eu não estava pronto para aceitar que o universo era dominado por homens. Apesar do canal não ter respondido à minha pergunta, ele provocou gargalhadas na plateia; muitas das participantes femininas bateram palmas ou gritaram “certo”. Como resultado, me pediram para sair e nunca mais fui convidado de volta. No entanto, o que foi bom deles é que me devolveram minha taxa de admissão; isso foi bom para mim, já que eu coloquei a taxa de $150 para melhor uso: Starbucks e gasolina no meu carro durante a semana.

O número de homens e mulheres que dizem canalizar “de uma fonte superior” está crescendo, e centenas (se não milhares) podem ser encontrados apenas nos Estados Unidos e no Canadá. Nos últimos quinze anos, investiguei muitas dessas reivindicações e participei de dezenas de sessões de canalização. Em mais de noventa e sete por cento de todos esses casos eu estava convencido de que a pessoa estava em contato com nada mais do que sua própria imaginação. E os outros três por cento? Embora eles representem apenas uma pequena fração do número total de canais que investiguei, eles me convenceram de que algo muito incomum estava acontecendo.

Nestes raros casos, os canais foram capazes de produzir diagramas técnicos, música, símbolos e uma linguagem desconhecida. Não havia mensagens demoradas sobre os irmãos do espaço ou ensinamentos espirituais. Estas pessoas não tinham audiência, nem cobravam uma taxa de admissão para ouvi-los canal. Em sua maioria, eles não entendiam o que estava acontecendo com eles e não queriam nenhuma publicidade ou atenção. Alguns poucos queriam apenas que as coisas voltassem ao normal para que pudessem continuar com suas vidas de uma maneira normal.

Em um caso, um vigia noturno que não tinha nenhum treinamento como engenheiro ou artista produziu trinta e dois diagramas coloridos de dispositivos técnicos que os cientistas de hoje estão apenas começando a entender. Os diagramas são totalmente coloridos e parecem ter sido feitos por um mestre desenhista. Eles têm que ser vistos para que se acredite neles. Este indivíduo alegou que uma ordem superior de seres ascendidos o contatou por telepatia e o instruiu a produzir os diagramas, dizendo que um dia eles iriam beneficiar a raça humana.

Em outro caso, o indivíduo foi capaz de canalizar uma linguagem desconhecida que é muito mais do que algaraviar. Uma análise do roteiro por vários especialistas linguísticos provou que se trata de um idioma real semelhante ao sumério, mas com mais de 250 caracteres. Nos últimos vinte e cinco anos tenho trabalhado nestes símbolos e acredito ter sido capaz de traduzir cerca de 30% do material.

Então, e quanto aos raptos por extraterrestres? Um conhecido psicólogo que tem sido meu associado ao longo dos anos me disse que acredita que o fenômeno dos raptos por extraterrestres é uma psicose dos tempos modernos. Esta pessoa, que é especializada em proporcionar terapia para experiências traumáticas, disse,

“É minha opinião, ao estudar os muitos casos que você me deu, que a coisa do rapto alienígena nada mais é do que pessoas tentando escapar da realidade de uma vida agitada. Em muitos casos eles usam a história do rapto alienígena para que não sejam responsáveis por responsabilidades na vida cotidiana”.

Embora eu concorde que algumas de suas conclusões são verdadeiras e corretas no alvo, elas não se aplicam a todos os casos. Sim, investiguei uma série de casos em que a alegação de um sequestro alienígena foi imaginária. No entanto, há também uma série de casos em que é minha opinião que a pessoa relatou o que ela considerava ser uma experiência real.

Em um caso, vários campistas observaram um objeto estranho descer do céu e pairar sobre uma base de árvores não muito longe do acampamento por volta das duas da manhã, armados apenas com lanternas e um binóculo, foram investigar, certos de que se tratava de algum tipo de helicóptero militar. Entretanto, o que os intrigou foi que o objeto tinha tantas luzes coloridas brilhantes e não fazia barulho.

Ao se aproximarem do local onde o OVNI estava localizado, notaram um número de pequenos seres sob o objeto iluminados por um feixe de luz branca. Enquanto observavam com binóculos do que eles consideravam ser uma distância segura, olharam bem para os homenzinhos e ficaram chocados ao ver que não eram humanos. Então, sem aviso prévio, eles foram atingidos por um raio de luz que derrubou os três homens no chão e os deixou em estado de paralisia parcial.

A próxima coisa de que eles estavam cientes era de que cerca de uma dúzia de criaturas estavam ao seu redor, e eles estavam sendo levados para a direção do que eles sabiam agora que era algum tipo de navio.

O membro mais velho dos três tinha a maior lembrança; ele disse,

“As criaturas eram muito pequenas; eu diria que tinham menos de um metro e meio de altura. Eram muito magras, com pele cinza, cabeças grandes e olhos negros e redondos. Não tenho certeza, mas para mim alguns pareciam ter olhos oblíquos”.

Ao se aproximarem do raio de luz sob o navio, eles foram “transportados” para uma abertura no fundo. Quando isso aconteceu, ele ouviu um som estrondoso. Ele então se viu em uma mesa preta em uma sala oval. Ele notou que seus outros dois amigos estavam ao seu lado em mesas separadas, apesar de parecerem inconscientes. Ele também viu pelo menos dez outras mesas na sala e pessoas, tanto homens quanto mulheres, deitadas sobre elas aparentemente também não conseguiam se mover. Alguns estavam acordados enquanto outros pareciam estar dormindo. Ele tentou se levantar, mas não conseguia se mover; era como se algum tipo de força magnética poderosa estivesse segurando-o para baixo.

A sala estava desbotada por uma luz branca-acinzentada e era difícil ver as paredes ou se houvesse uma porta. Da escuridão surgiu um número incerto de seres. Alguns foram para as outras mesas e pareciam estar escaneando os corpos das pessoas nelas com algum tipo de dispositivo.

Um dos “alienígenas” então caminhou em sua direção; ele começou a entrar em pânico. O “alienígena” se posicionou perto do lado esquerdo de sua mesa e falou com ele em inglês, dizendo,

“Não se assuste; não lhe faremos mal nem a você nem aos outros”. Lamentamos que você não tenha dormido, mas outra raça, que não a nossa, colocou em você um dispositivo que impediu isto. Quando o liberarmos, você se lembrará desta vez, mas seus amigos e os outros não”.

O “alienígena” então lhe disse que seria muito perigoso remover o “dispositivo” em sua cabeça; eles não tentariam, já que fazer isso poderia causar sua morte.

Ele descreveu esta criatura como sendo alta, quase um metro e meio e muito magra, com uma cabeça oval grande e pele branca acinzentada. Ele estava vestindo um uniforme preto hermético e tinha dedos muito compridos. Era bem diferente na aparência dos “alienígenas” menores que os haviam levado até o feixe de luz.

O extraterrestre alto então acenou com um dispositivo sobre sua cabeça; quando ele abriu os olhos era dia e todos eles estavam de volta ao acampamento. Seus camaradas não se lembravam da experiência do sequestro. A última coisa que eles se lembravam era de ver as pequenas criaturas sob o objeto.

Este caso foi acompanhado por meu consultor psicológico. Após entrevistar os três homens em detalhes, a conclusão do médico foi que havia de fato o avistamento de um objeto que eles não conseguiam identificar. Ele sentiu que talvez fosse um helicóptero ou dirigível, pois antes do avistamento todos os três homens estavam envolvidos em histórias de criaturas alienígenas e avistamentos de OVNIs que haviam sido vistos no passado no local em que se encontravam. Na opinião do psicólogo, o “sequestro por alienígenas” foi um sonho ou relato imaginário que foi desencadeado pelo avistamento e pelas histórias de OVNIs sendo contadas ao redor da fogueira. O psicólogo também pensou que a experiência do sequestro por alienígenas foi então transferida pelo mais velho para os dois homens mais jovens, que em sua opinião eram “jovens e impressionáveis”.

Era difícil para mim acreditar que toda a experiência não era nada mais que um sonho resultante de ver luzes estranhas no céu. Os detalhes que a testemunha principal foi capaz de me dar em uma entrevista foram muito precisos demais. Apesar de várias sessões, ele nunca se desviou dos fatos de sua história e nunca a embelezou. Além disso, embora os outros dois homens não se lembrem de terem sido levados a bordo do navio pelos “alienígenas”, eles se lembram de ter visto uma série de “homenzinhos trabalhando” no raio de luz que foi projetado para baixo a partir de um objeto muito grande, que pairava sobre as árvores sem som.

Embora este caso tenha ocorrido há vários anos, hoje as três testemunhas não querem discutir o incidente que ocorreu e se esquivam de qualquer tipo de publicidade ou apresentações na mídia sobre o fenômeno OVNI. Este caso permanece sem solução em meus arquivos. É um dos muitos casos em que acredito que pessoas que são muito credíveis tiveram uma experiência incrível que as levou ao limite do que consideramos realidade.

A experiência de contato não se limita aos fenômenos de OVNI ou de canalização. Nos últimos dez anos, um número crescente de pessoas afirma ter sido visitado por figuras humanoides escuras que entram em seu quarto no meio da noite. Os fantasmas escuros são vistos entrando no quarto e às vezes, quando a testemunha acorda, são observados de pé aos pés da cama como se estivessem observando. Os investigadores paranormais chamaram estas visitas noturnas de “pessoas-sombra”. Acredito que são entidades de uma dimensão próxima que estão observando seres humanos selecionados, sendo o propósito desconhecido.

É claro que uma porcentagem desses contatos não humanos não são extraterrestres, mas de origem ultraterrestre. Se estivéssemos lidando apenas com um punhado de reivindicações, então poderíamos rejeitá-las como resultado de uma imaginação hiperativa. Mas o número de casos está aumentando a um ritmo alarmante, pois cada vez mais pessoas reivindicam algum tipo de contato com uma inteligência não-humana que não faz parte de nossa realidade.

A minha experiência tem sido que apenas cerca de dois a cinco por cento de todas as pessoas que têm este tipo de experiência paranormal alguma vez a relataram. A maioria tem medo de que outros possam considerá-los loucos. Alguns acham que a entidade visitante ou sequestradora não quer que outros saibam sobre o encontro. A testemunha sente fortemente que se violarem este código de silêncio, o ser poderá voltar para prejudicá-los. O que é perturbador é que tenho casos em meus arquivos em que a entidade voltou depois que o encontro foi relatado e atacou fisicamente a testemunha; talvez estes medos sejam bem justificados.

Pela primeira vez em mais de vinte anos, meus arquivos de casos sobre a experiência de contato estão sendo divulgados ao público. Meu livro, Ultraterrestrial Contact: A Paranormal Investigator’s Exploration Into The Hidden Abduction Epidemic (Contato Ultraterrestre: Uma Exploração de Um Investigador Paranormal na Epidemia de Abdução Oculta), documenta esta experiência.

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Fonte:

Contact of the Extraterrestrial and Ultraterrestrial Kind, by Philip J. Imbrogno.

https://www.llewellyn.com/journal/article/2163

COPYRIGHT (2010) Llewellyn Worldwide, Ltd. All rights reserved.

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Texto adaptado, revisado e enviado por Ícaro Aron Soares.

Postagem original feita no https://mortesubita.net/ufologia/contato-do-tipo-extraterrestre-e-ultraterrestre/

Conspiração por trás das guerras mundiais

Um ex-agente dos Serviços Secretos Britânicos, Willian Guy Carr, publicou em seu livro Paws in The Game (Peões no Jogo) parte da correspondência mantida entre 1870 e 1871 entre Giuseppe Mazzini e Albert S. Pike, que hoje se conserva nos arquivos da Biblioteca do British Museum, em Londres. Em uma das cartas, datada de 15 de agosto de 1871, Pike comunica a Mazzini o plano a ser seguido pelos Illuminati durante os séculos 20 e 21: “Fomentaremos 3 guerras que envolverão o Mundo inteiro: a primeira delas (1ª Guerra Mundial) permitiria derrotar o poder dos czares na Rússia e transformar esse país na Fortaleza do Socialismo ateu de Karl Marx, necessária como antitese na Teoria Dialética Hegeliana” (ver capítulo sobre Guerra Fria). Um Mundo esgotado pelo conflito não interferirá no processo de constituição da “Nova Rússia”, que futuramente será utilizada para “destruir outros governos e debilitar as religiões”.

O segundo conflito (2ª Guerra Mundial) seria desencadeado aproveitando as diferenças entre o nazi-fascismo e o movimento sionista judeu. Em primeiro lugar, seria dado apoio financeiro e político aos regimes europeus para que se transformassem em ditaduras férreas, opondo-se à Democracia e provocando uma nova convulsão mundial, cujo fruto mais importante será o estabelecimento do Estado de Israel na Palestina, como foi determinado pela ONU no pós-guerra, representando um evento que tem repercussões graves até hoje. As comunidades judaicas reivindicam este território desde há tempos imemoriais.

A terceira e definitiva guerra mundial (3ª Guerra Mundial), prognosticada por Pike, se desencadearia a partir dos enfrentamentos entre sionistas judeus e dirigentes muçulmanos (Judaismo X Islamismo). Este conflito deve orientar-se de tal forma que o Islã e o sionismo político destruir-se-ão mutuamente, obrigando outras nações a entrar junto na luta, até o ponto de haver esgotamento físico, mental, espiritual, financeiro e político absoluto no planeta. Ao final da terceira guerra, os Illuminati terão desencadeado o maior cataclisma social jamais visto no Mundo, lançando uma onda revolucionária que, comparativamente, reduzirá a Época do Terror na França a uma ingênua brincadeira de criança.

As massas, então, decepcionadas diante da ausência de reação das autoridades políticas e religiosas, serão levadas a um nível tal de desespero que destruirão o cristianismo e o ateísmo simultaneamente, destruirão o capitalismo e o socialismo, vagando sem direção em busca de um novo ideal. Somente ai então, segundo Pike, ” a verdadeira luz com a manifestação universal da doutrina pura de Lúcifer virá à tona. Os Illuminati apresentarão ao Mundo um novo líder capaz de devolver a paz e a normalidade ao planeta e todo o processo desembocará finalmente no Governo Síntese.

Nos últimos anos de sua vida, Mazzini se correspondeu com Albert S. Pike, advogado e general sulista durante a Guerra de Secessão. Mas sabemos que, além disso, foi um dos dirigentes máximos da maçonaria do rito escocês no novo continente e um membro ativo, com o cargo de chefe de justiça do Ku Klux Klan, ou Clã do Círculo. O KKK foi fundado por outro maçom, chamado Nathan Bedford Forrest. A importância de Pike entre as sociedades secretas do século XIX nos EUA é bem comprovada por alguns de seus títulos, como o de Soberano Pontífice da Maçonaria Universal ou Profeta da Franco-Maçonaria. Especialmente fascinado pela possibilidade de ver em vida um governo mundial, sua intensa atividade e sua eficácia o levaram, em 1859, a alcançar o cargo de responsabilidade máxima dos Illuminati.

Um documento de junho de 1889 e intitulado Associação do Demônio e dos Iluminados, em que Pike dirigia algumas instruções secretas aos 23 conselhos supremos da maçonaria mundial, traz alguns detalhes desse novo rito, partindo da primeira advertência a seus membros: “A vós, Instrutores Soberanos do Grau 33, os décimos: Tens que repetir aos irmãos de graus inferiores que veneramos um só Deus, a quem oramos sem superstição. Só nós, os iniciados do Grau Supremo, devemos conservar a verdadeira religião maçônica, preservando pura a doutrina de Lúcifer”.

No mesmo documento, Pike fala: Ele sim, Lúcifer, é Deus! Desgraçadamente, Adonai (referindo-se ao Deus judaico-cristão) também é Deus, porque segundo a lei eterna, não há luz sem escuridão, beleza sem feiura, branco sem preto. O absoluto só pode existir na forma de duas divindades diferentes, assim como a escuridão funciona como fundo para a luz, a estátua requer uma base e a locomotiva necessita de um freio”. E acrescentou: ” A verdadeira e pura religião é a fé em Lúcifer”. Essa é a fé Illuminati.

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Conexão ZosKia – Aliens

O contato imediato entre Magos e os seres de fora de nosso mundo é um fato há muito conhecido pelos interessados em Ocultismo. Quer seja o ser contatado do Espaço Sideral ou procedente de Espaços Interiores, eles representam em si aspectos da consciência que são a síntese do próprio Universo e que talvez seja o que há de perene nele: informação & dissolução, o velho jogo entre Thanatos e Eros. Sendo assim, cada magista que contata esses seres de outros mundos impregna de si a própria manifestação exterior do ser contatado. Isso explicaria o que seja popular e, digamos, erudito, em se tratando de contatos.

Essas visões e manifestações diferentes revelam também um pouco mais como a vida em seus diversos graus de evolução e consciência se dá como fenômeno e provam, talvez, que o próprio ser humano já fora alienígena à este mundo. Sejam deuses, anjos, demônios, gnomos, supermáquinas, todas estas visões foram se expressando de acordo com o lugar, época e pessoas que com elas fizeram contato. A interpretação que trata esses seres como Alienígenas, no atual sentido que compreendemos o termo, sempre existiu desde o antiqüíssimo passado. É o que vemos expressado, por exemplo, na Cabala e seu design de mundos interconectados; no Egito com seus deuses zoomórficos; no conhecimento sideral destes mesmos egípcios assim como dos Maias, dos Dogons da África, dos deuses astronautas dos Astecas, os seres divinos do Bön Po e da tradição Lamaista do Tibet relatado por Lobsang Rampa; assim como mais remotamente, na Suméria e sua tradição Tiphoniana.

Aleister Crowley e sua filosofia-mágicka, chamada Thelema, pertence à essa tradição Sumeriana, uma corrente mágicka que teve John Dee como antecessor direto de Crowley, como perscrutador de seus mistérios e busca de contato com seres ditos angelicais. E tanto Crowley como seus contemporâneos, principalmente aqueles que se engajaram nas fileiras renovadoras do que foi Thelema então, adentraram em uma verdadeira orgia de relações com seres alienígenas particularmente designadas então de “Inteligências Praeter-Humanas”.

No livro “Aleister Crowley e o Deus Oculto” Kenneth Grant escreve que Aleister Crowley “estava ciente da possibilidade de abrir portais espaciais e admitir a existência de uma corrente extraterrestre na onda vital do ser humano”, e que ao contrário do que outros iniciados de sua época chegavam a crer, essas forças não eram más e não queriam destruir a raça humana, mas investiam na expansão e evolução da consciência humana para torná-la cósmica, como salienta Robert Anton Wilson, que em seus escritos expõe tais conexões cósmico-consciência-thelemicas. Essa corrente leva consigo personagens como Ron Hubbard, Jack Parsons, Charles Stanfield Jones, Dion Fortune, Austin Osman Spare; assim como os expoentes mais recentes do ocultismo que inclui principalmente Kenneth Grant, Michael Bertiaux, tudo, pode-se dizer, seguidos de refrões de sucesso de Raul Seixas em parceria com Marcelo Motta.

Não podemos deixar de citar o background dos contos de H.P. Lovecraft que se interpenetra com H.P. Blavlastsk dando em J.J. Benitez, etc… Pensadores que fundiram espiritualidade e ufologia. Dentre todo o rol de magistas que tentaram contatos com seres extraterrestres, talvez aquele que tenha destilado a visão mais estranha destes seres alienígenas foi Austin Osman Spare. Encarando estes Aliens como seres interdimencionais, os quais viajam pelas frestas dos Universos, da matéria, do espaço, do tempo e da consciência, eles podem também podem possuir corpos como forma de traficar entre mundos sensações, conhecimento, energias e todo tipo de coisas que se pode trazer dos sonhos à carne e levar do Ser ao Não-Ser e vice-versa. A forma dos seres que se expressaram à Spare se aproxima bastante da descrição de entidades como o Mothman, que fora pesquisado por John Keel, ou como os alienígenas nomeados de Greys da casuística OVNI; seres extraterrestres que se relacionam intimamente no nível conciência-carne-medo-vácuo-matéria-caos… Seres sem nenhum vestígios de causalidade ou moral humana, seres que não podem ser compreendidos através da lógica, alcançando seus particulares objetivos somente se usando da loucura ou da crença cega que reflete a impotência da inteligência humana diante de tão dês-aforado lócus de ação por parte deles.

Particularmente em se tratando da criatura conhecida como Mothman que fez “fama” em suas aparições nos EUA no fim da década de 1960, é sabido que houve aparições deste em Londres nos idos do final do Século 19, mas precisamente na região de Piccadilly Circus Station, no centro de Londres. O que fazia lá, como fora atraído para o lugar, é como sempre uma questão que o pensamento humano comum não tem como responder, e talvez só se responda pela lógica da mística ou da própria loucura. Esses seres “entremundos” recordam-nos muito também os seres dos contos de Lovecraft, ligação que Kenneth Grant fez remetendo-se até a Anciã Paterson, iniciadora de Austin Osman Spare no culto da feitiçaria. Esses seres são feitos da mais pura essência do Necronomicon, o guia cósmico das aberrações interestelares. Seres, assim como a caracterização do Mothman feito por John Kell, parecem se alimentarem do próprio medo humano, vampiros psíquicos que se nutrem de emoções. Seres assim são citados inclusive pela tradição de alguns discípulos de Carlos Castãneda.

Tais parâmetros de contato e de seres, acrescido ao caráter especial de Austin Osman Spare, traz à tona o quanto mais tenebroso e intrínseco é o Fenômeno Alien e sua relação com o fator humano. É uma emanação que abarca Sexo, referência da lembrança humana de deuses, anjos e todo tipo de seres que desejaram e copularam com “as filhas dos homens”. Há também o congresso sempiterno da Carne que relembra o contato Alien carregado de mutilações e experiências cientificas com corpos humanos e animais, espécies de “êxtases feios”. Austin Osman Spare sempre aventa também o papel da Medicina, da Ciência, do Vírus, o que aproxima as referências aos agentes da desinformação no mundo OVNI, sempre munidos de tecnologia avançada e táticas de combate mental. Falamos dos misteriosos interventores conhecidos como Homens de Preto (MiB) e sua proximidade com os Irmãos Negros (Black Brothers), humanos que dedicam sua existência à construírem no Astral a engenharia necessária para a permanência indefinida de seu Ego (EU).

Em suas obras de arte, Spare retrata paisagens estranhas, de outros mundos onde habitam seres de uma estranheza inumana, parecendo seres vistos pela lente distorcida da mente que não os compreende em sua perfeição, uma carência estética humana talvez, ou simplesmente a distorção da compreensão máxima. Kenneth Grant escreve em “O Estranho Espírito de Zos vel Thanatos”, referente à Spare e o Culto de Zos Kia: “…Há um certo estado de consciência caracterizado por uma estranha perichoresis em que os sentidos mundanos, exaltados e infundidos com a Vontade magickamente carregada, i. e., dirigida, atraem influencias misteriosas do exterior.

A interação de elementos deste mundo com elementos de outro criam uma realidade ultradimensional Universo conhecido como Meon que só os artistas (ou Magos) mais sensíveis são capazes de responder de forma criativa…” Na obra que Spare busca representar aquilo que talvez seja o ponto de partida de sua inspiração místico-artística, tal obra é “Isis Sem Véu”, a figura dos mitos egípcios que representa o Infinito Espaço de Infinitas Estrelas, a morada dos Aliens. Enquanto que no livro-mor de Thelema, o Líber AL vel Legis (de 1904), já são explicitas as referências à alienígenas, outros mundos, tecnologia nuclear, et. al, já nos escritos de Spare tais referências são muitas das vezes subentendidas pelo véu da mística particular do Culto de Zos Kia. Assim podemos traçar uma linha de influência extraterrestre vindo através da Anciã Paterson, trazendo consigo a sabedoria de uma corrente mágicko-alienigena proveniente das paragens da América do Norte que fora herdada pelos nativos aos quais pertencia a anciã bruxa, tradição esta registrada pavorosamente nos escritos de Lovecraft e da qual Kenneth Grant pesquisou e descobriu ligações. A Sra. Paterson, como era usualmente chamada por Spare, migrou dos Estados Unidos para a Inglaterra, talvez fugindo do ambiente hostil de caça às bruxas das terras da outrora colônia, e então transmitiu ao jovem Spare essa diligência de outros mundos. Tal determinada espécie de conhecimento coincidentemente entraria novamente na vida de Spare quando mais tarde ele fora iniciado na Aurora Dourada e no pensamento de Thelema de Crowley. Conta-se que Spare só veio a aceitar de fato a revelação de “Líber AL” no fim de sua vida, mas Grant também nos revela que em certa fase de sua vida, Spare esteve totalmente devotado em fazer contato com seres alienígenas, buscando para isso os meio adequados. E esses meio segundo Grant, se revelam além dos grimórios que são cada uma de suas obras de arte e sigilos, mas também, e principalmente como sendo através da “Postura de Morte” como uma espécie de meio mediúnico para o contato interrealidades, uma forma de levar a consciência às plataformas de lançamento cósmicas para alcançar seres dispostos ao contato com os homens.

Dois parênteses: Primeiro, tais espécies de contatos a nível mediúnico, de forma mais tradicional, foram mais tarde efetuados com sucesso também pelo dito Grupo Rama nos Andes para contatar alienígenas e programar então avistamentos e até contatos do terceiro grau também. E segundo, em plena atividade nos dias de hoje, Michael Bertiaux, sacerdote Voodoo, identificou e em contatou, usando das mais diversas tecnologias mágickas-mediúnicas, os chamados Voltigeurs, seres esses que são caracterizados como reptilianos que saltam de mundo em mundo e que abarcam uma mística da lua. Parece-nos então que Austin Osman Spare foi um vetor muito especial de contatos com aliens, e seu Culto de Zos Kia então não poderia deixar de ser também um poderoso vortex que converge para si os portais de contato yóguicos da flexão da carne e da mente, uma espécie de crença astral e para o astral.

Com a influência Ameríndia através da Anciã Paterson e a influência Sumeriana via Aleister Crowley e Thelema, onde talvez o ponto de convergência seja não só o Necronomicon, mas também a própria ancestralidade humana neste mundo, que Spare explorou através da flexão dos atavismos, onde se pode perceber um verdadeiro rememoramento de “nomes mortos”. Então, do Oriente provém a Tradição Sumeriana via a síntese abrangente de Thelema, do Ocidente os eflúvios dos Mitos de Cthulhu, no meio de tudo isso o Greenwich de Zos Kia Cultus: a corrente xamânica que leva direto aos Alienígenas que sempre estiveram próximos ao seres humanos, em corpo, alma & Discos Voadores.

De todas estas escassas aproximações e fantásticos desdobramentos, a mente recua, mas as cartas estão na mesa. Anjos, Demônios ou Alienígenas, Inteligências Praeters-humanas, irradiações do subconsciente ou radiação do espaço sideral. Código Morse das estrelas refletida no DNA. Homens possuídos por deuses usando tecnologia e irremediando a realidade com vislumbres de outros mundo incapazes de habitarmos por simples leis físicas… Nikola Tesla pisou neste mundo… Heinrich Reich pisou nestas terras, Albert Einstein viveu aqui… Austin Osman Spare habitou aqui e lá, mas não viveu nem por isto e nem por aquilo. Ele traficou interrealidades através de uma arte alienígena a tudo, pois concretizou em caos e tinta sentimentos que não poderiam nunca coabitar com os homens sem pedir o pagamento do engrandecimento da visão humana que tem do vislumbre que é estar-aqui e do que está lá. A Ciência de mais baixa tecnologia que poderia haver abriu todos os canais de comunicação que poderiam existir com o Além/Alien, e essa ciência foi Arte, a expressão mais ferrenha e sem mentiras que possamos juntos fluir do Zos Kia Cultus.

Postagem original feita no https://mortesubita.net/magia-do-caos/conexao-zoskia-aliens/

Conexão Ayahuasca-Alien

Pablo César Amaringo e Luis Eduardo Luna, Ph.D.

Trechos de Visões da Ayahuasca

Voar é um dos temas mais comuns do xamanismo em qualquer lugar. O xamã pode se transformar em pássaro, inseto ou ser alado, ou ser levado por um animal ou ser para outros reinos. Os xamãs contemporâneos às vezes usam metáforas baseadas em inovações modernas para expressar a ideia de voar. Assim, não é estranho que o motivo UFO, que faz parte do imaginário moderno – talvez, como proposto por Jung (1959), até mesmo uma expressão arquetípica de nossos tempos – seja usado pelos xamãs como um dispositivo de transporte espiritual para outros mundos.

O motivo da nave espacial tem um lugar importante nas visões de Pablo. Como vimos anteriormente, quando a curandeira que curou sua irmã lhe deu ayahuasca, Pablo viu um enorme disco voador fazendo um barulho tremendo que o deixou em pânico (Visão 7). Don Manuel Amaringo, irmão mais velho de Pablo, tem uma história parecida. Ele me disse – com lágrimas nos olhos – que o principal ícaro que ele empregou para curar muitas pessoas ele aprendeu com uma fada chamada Altos Cielos Nieves Tenebrosas, que veio em uma espaçonave azul:

Ela me perguntou: ‘Você quer ouvir minha música?’ Ela cantou e essa música eu sempre guardei no meu coração.

Apesar da frequência com que Pablo retrata as naves espaciais, ele é esparso em seus comentários sobre elas. Pablo diz que esses veículos podem ter várias formas, atingir velocidades infinitas e podem viajar debaixo d’água ou debaixo da terra. Os seres que neles viajam são como espíritos, tendo corpos mais sutis que os nossos, aparecendo e desaparecendo à vontade. Eles pertencem a civilizações extraterrestres avançadas que vivem em perfeita harmonia. Grandes civilizações ameríndias como os Maias, Tiahuanaco e Inca tiveram contato com esses seres. Pablo conta que viu em suas jornadas com ayahuasca que os maias sabiam dessa bebida, e que partiram para outros mundos em algum momento de sua história, mas estão prestes a retornar a este planeta. Na verdade, ele diz que alguns dos discos voadores vistos pelas pessoas hoje são pilotados por anciões maias.

Uma ideia semelhante foi relatada pela antropóloga alemã Angelika Gebhart-Sayer. Em 1981, enquanto fazia trabalho de campo em Caimito, um pequeno assentamento Shipibo às margens do rio Ucayali, seus amigos índios estavam preocupados com estranhos fenômenos de luz que testemunhavam há meses e que interpretaram como uma nova tática dos brancos para penetrar em seus territórios tribais. Quando se aproximaram das luzes, elas desapareceram. Em várias ocasiões, a própria Gebhart-Sayer viu luzes amareladas silenciosas do tamanho de uma bola de futebol, movendo-se cerca de 400 metros de distância e cerca de um metro acima do solo. Ela não conseguiu encontrar nenhuma explicação lógica para o que viu. José Santos, o xamã, acalmou as pessoas, explicando que em uma visão de ayahuasca ele entendeu o que era: uma nave dourado com grandes lâmpadas e assentos lindamente decorados. ‘O piloto, um distinto Inca, sai. Às vezes ele usa as roupas modernas dos brancos, às vezes uma preciosa cushma inca (roupa tradicional masculina). Nós nos curvamos um ao outro, mas não falamos, porque conhecemos os pensamentos um do outro. Então ele se retira. Ainda não chegou a hora de ele falar. Os incas querem se aliar a nós, para derrotar o branco e o mestiço, e estabelecer um grande império no qual viveremos nossa vida tradicional e possuiremos as mercadorias dos incas e dos brancos. Em breve chegará o tempo em que ele trará presentes e dará orientações. (Gebhart-Sayer 1987:141-2)

O historiador finlandês Martti Parssinen gentilmente me indicou um texto escrito pelo padre Francisco de San Jose sobre um fenômeno que o missionário testemunhou na confluência dos rios Pozuzo e Ucayali em 8 de agosto de 1767. Padre Francisco e outros missionários foram cercados à noite por um grupo de Conibos hostis, que atiravam neles suas flechas, ao que responderam com tiros. Ele escreve:
Estávamos no meio dessa batalha quando algo aconteceu que vale a pena ser lembrado. Vimos, tanto cristãos como gentios, um globo de luz mais brilhante que a lua que sobrevoou as linhas dos Conibos e iluminou o campo do tempo. Não sei se os índios viram algum mistério no evento, mas só sei que abandonaram suas flechas… (San Jose 1767:364)

Os extraterrestres estão em contato com as nina-runas (pessoas do fogo) que vivem no interior dos vulcões. Eles se comunicam telepaticamente entre si. Sob os efeitos da ayahuasca pode-se ver esses seres e seus veículos, mas poucos vegetalistas realmente têm contato com eles, apenas os escolhidos, a quem os extraterrestres ensinam canções de poder e dão informações úteis para ajudar a curar seus pacientes.

A antropóloga francesa Françoise Barbira-Freedman, que fez um extenso trabalho entre os Lamistas da província de San Martin, me disse que entre seus informantes xamãs avistamentos de naves espaciais com ayahuasca eram comuns. Quando visitei Don Manuel Shuna, tio de Pablo, um vegetalista de mais de 90 anos, mostrei suas várias fotografias de pinturas de Pablo. Apontando para o disco voador em uma das fotos, ele me disse com entusiasmo, quase com estresse, que nos últimos dois anos ele havia sido assombrado por pessoas saindo de máquinas como aquela. Ele disse que essas pessoas voam um pouco acima da superfície da água. Don Manuel descreve suas máquinas como tendo cerca de 50 metros de comprimento, com luzes que tornam a noite tão clara quanto o dia. Quando em repouso, eles nunca tocam o solo ou a água, mas permanecem suspensos no ar. Às vezes, os seres a bordo destas máquinas derrubam e levam árvores inteiras com eles.

Dom Manoel disse: “Eles sabem quando estou tomando ayahuasca. Eles vêm e cantam todo tipo de música, e os icaros que eu canto. Eles também sabem orar. Eles querem ser meus amigos, porque tem coisas que essas pessoas não sabem. Eles querem me levar com eles, mas eu não quero ir porque essas pessoas comem umas às outras. Eles tentaram me assustar movendo a terra ou derrubando grandes árvores. Quase me deixaram louco. Mas eles não chegam mais perto porque eu soprei tabaco neles.

É claro que é muito difícil saber o que fazer com esse tipo de relatório. Parece que os xamãs estão constantemente se apropriando simbolicamente de todas as inovações que vêem ou ouvem, usando-as em suas visões como metáforas vívidas para explorar ainda mais os reinos espirituais, aumentar seu conhecimento ou se defender de ataques sobrenaturais. Os xamãs shipibos recebem livros nos quais podem ler a condição dos pacientes, ter farmácias espirituais ou viajar em aviões cobertos com desenhos geométricos significativos até o fundo dos lagos para recuperar a caya (alma) de seus pacientes (Gebhart-Sayer 1985:168,172; 1986:205;1987:240); Canelos Quichua recebem dos espíritos máquinas de raios X, aparelhos de pressão arterial, estetoscópios e grandes luzes cirúrgicas brilhantes (Whitten 1985:147); um xamã Campa aculturado usa em suas canções de cura frequências de rádio para se comunicar com os espíritos da água (Chevalier 1982:352-3); Os xamãs Shuar, que adquirem de várias plantas, animais, pedras ou outros objetos flechas mágicas (tsentsak) para curar ou defender-se, também as obtêm de um witrur (do espanhol vitrola, fonógrafo) (Pellizzaro 1976:23,249); Don Alejandro Vazquez, um vegetalista que vive em Iquitos, me disse que além de anjos com espadas e soldados com armas, ele tem um caça a jato que usa quando é atacado por feiticeiros fortes (Luna 1986:93; ver também Pellizzaro 1976:47); Don Fidel Mosombite, um ayahuasquero de Pucallpa, me disse que em suas visões ele recebeu chaves mágicas, para que pudesse dirigir belos carros e aviões de vários tipos.

Os discos voadores, seres extraterrestres e civilizações intergalácticas que aparecem nas pinturas de Pablo não devem necessariamente ser considerados incomuns ou estranhos ao xamanismo amazônico; podem ser manifestações de motivos antigos. Descrições de viagens xamânicas sob a influência da ayahuasca e outras plantas psicotrópicas, mesmo entre tribos amazônicas culturalmente isoladas, frequentemente incluem a ideia de um xamã ascendendo ao céu para se misturar com pessoas celestiais ou, inversamente, seres celestiais descendo ao local da cerimônia. (cf. Gomez 1969; Reichel-Dolmatoff 1971:43,173; Vickers & Plowman 1984:19; Ramirez de Jara & Pinzon 1986:173-4; Chaumeil 1982:40; Cipoletti1987;etc.).

Um exemplo interessante da cosmologia cuna foi relatado por Gomez:

As estrelas são as luzes de um conjunto habitacional de natureza intermediária entre os corpos sólidos e o ar. Essas moradias são habitadas por belas mulheres que à noite fiam algodão iluminado por lamparinas semelhantes às dos brancos.

Eles se reproduzem pela vontade de Paptummatti {literalmente, o Grande Pai} sem a intervenção dos homens, sempre dando à luz fêmeas. Passam de uma casa a outra por meio de pires dourados com os quais também viajam para outros mundos, ocasionalmente descendo a qualquer um deles para transportar em seus veículos aquelas pessoas que são dignas do favor divino.

Em seguida, o autor acrescenta a seguinte nota de rodapé:

Na mitologia cuna, existem inúmeras referências a esses discos voadores em suas narrações sobre heróis culturais. Essa noção passou para o folclore, e descrições desses discos ocorrem na vida cotidiana. (Gomes 1969:67)

Tanto Valle (1979) quanto Meheust (1988) perceberam o paralelismo que pode ser encontrado entre motivos folclóricos, viagens xamânicas e abduções de discos voadores. Como em outras partes do mundo hoje, a Amazônia é constantemente bombardeada por novas imagens e símbolos exóticos que rapidamente se misturam às crenças tradicionais.
Por outro lado, a conexão entre OVNIs e alucinógenos de triptamina foi apontada por Terence McKenna, que verificou por questionário que o contato com OVNIs é o motivo mais frequentemente mencionado por pessoas que tomam psilocibina recreativamente, usando doses uficientes para liberar todo o espectro de efeitos psicodélicos (cf. McKenna 1984,1989).

Já ouvi falar dessas histórias de ocidentais que tomaram ayahuasca, psilocibina cubensis ou dimetiltriptamina pura. Como Valle (1979:209-10) apontou, os OVNIs são manifestações físicas que não podem ser compreendidas à parte de sua realidade psíquica e simbólica. O tema OVNI é um assunto que não deve ser negligenciado por antropólogos cognitivos, psicólogos profundos e pessoas interessadas nas mitologias do homem moderno.

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Conectando-se com os Arcturianos

Por David K. Miller.

Arcturus é um sistema solar localizado a 37 anos-luz do planeta Terra. É a estrela mais brilhante da constelação do Boieiro. Seus habitantes são os arcturianos; esses seres extrafísicos estão bastante atuantes neste momento de transformação que vivemos, da terceira para a quinta dimensão, em que é necessária uma mudança de consciência de toda a nossa cultura planetária.

Os arcturianos nos ofereceram um enfoque fundamental para a aceleração da consciência do mundo. Eles apresentaram o conceito de ascensão em grupo por meio da criação de Grupos de Quarenta. Existem milhares de pessoas ao redor do mundo formando Grupos de Quarenta, ativos na Austrália, assim como na Europa, incluindo Alemanha, Romênia e Grã-Bretanha. Grupos na América do Sul incluem Brasil, Argentina e Chile. Também há muitos grupos nos Estados Unidos e no Canadá.

Muitos falaram sobre o processo de ascensão, mas poucos realmente compreendem o que isso significa. Quem está realmente lá fora? Para onde estamos indo? Quais são nossas escolhas? O que precisa ser feito a fim de se preparar para esse evento? Todos estão ascendendo para o mesmo lugar? O que aconteceu com a quarta dimensão? Como podemos compreender a quinta dimensão? Como ela é? Como ela funciona? Como são os seres da quinta dimensão? Como eles vivem? Os arcturianos nos oferecem uma visão clara sobre a quinta dimensão. Essa nova realidade é muito diferente da nossa existência atual na terceira dimensão.

Mensagem Introdutória:

Saudações. Eu sou Julian, e nós somos os arcturianos. Estamos contentes porque as energias, os pensamentos e as técnicas espirituais arcturianos têm sido tão bem recebidos pelas sementes estelares. Tem sido uma missão importante para nós interagir e trazer uma nova tecnologia espiritual a este planeta.

Há muito tempo, éramos um planeta da terceira dimensão. Nosso planeta passou por polarizações e transtornos. Alguns desses transtornos foram muito dolorosos e, por vezes, nossos líderes espirituais perderam a esperança de que encontraríamos nosso caminho para uma consciência mais elevada. No entanto, mesmo em nossos tempos mais sombrios, havia líderes espirituais superiores que conseguiam se conectar com mestres dimensionais. Nós também tínhamos a importante capacidade de nos conectar com a quinta dimensão.

Nosso planeta passou por tempos sombrios. Enfrentamos problemas para encontrar o caminho da luz e da consciência superior, mas tivemos êxito. Nosso planeta passou por esses momentos difíceis, e nós superamos nossas diferenças e conflitos. Trabalhamos com todos os habitantes de nosso planeta para desenvolver um planeta verdadeiramente inspirador e espiritualmente unificador.

Tivemos experiências pessoais muito semelhantes ao que está acontecendo atualmente na Terra, mas também existem diferenças. A Terra é um planeta único. Vocês possuem muitas línguas, religiões e raças diferentes. Seu planeta tem uma história e uma singularidade próprias que são do conhecimento dos historiadores galácticos e dos mestres ascensionados. O que a Terra está enfrentando atualmente pode ser considerado como um drama cósmico. Quando digo que a Terra está encenando um drama cósmico atualmente, estou ciente de que pode haver incerteza quanto ao desfecho dessa história da Joia Azul (o nome arcturiano para a Mãe Terra).

Há forças externas envolvidas que estão fora dos ciclos de encarnação na Terra. Existem diferentes sistemas estelares que fecundaram raças na Terra. Há, inclusive, histórias na Bíblia que se referem a alguns desses seres estelares como nefilins. As referências indicam que o DNA e os códigos genéticos da humanidade estão imbuídos de raças externas de origem extraterrestre. Esse é um fato importante ao tentar analisar as visões e energias conflitantes que estão se revelando na Terra.

Esse drama cósmico que pode ser observado na Terra foi vivenciado em outros sistemas planetários. Ainda existem raças e civilizações pela galáxia que contêm essa energia de domínio, controle e violência. Esse tipo de situação ou drama planetário aconteceu em outros planetas. Atualmente está acontecendo na Terra, e com consequências muito perigosas.

Neste momento na Terra, o sistema imunológico de muitos grupos de pessoas está se enfraquecendo. Isso significa que há mais susceptibilidade a doenças e enfermidades em massa. O vírus Zika é um exemplo de infecção em massa. Outro exemplo é o vírus Ebola. Ambos representam ameaças perigosas ao sistema imunológico humano e são capazes de destruir a vida de um grande número de pessoas.

Decidimos que uma de nossas missões como seres da quinta dimensão deve ser nos conectarmos com os seres da Terra em busca de uma consciência e de uma compreensão superiores. De certa forma, reconhecemos que a única solução possível para evitar uma catástrofe assim é por meio da conexão e do trabalho com o pensamento da quinta dimensão.

Vemos as nossas principais incumbências na Terra como: (1) tornar as pessoas conscientes de uma realidade e de uma dimensão superiores que transcendem os conflitos atuais e (2) informar a humanidade de que ela pode evoluir durante essa crise evolutiva.

A Terra já demonstrou ser capaz de se modificar intensamente. Suas mudanças evolutivas na tecnologia nos últimos cem anos têm sido impressionantes. Um grande exemplo é o uso da tecnologia da computação. Vocês observaram muitos avanços e aprimoramentos na tecnologia que eram inimagináveis há 50 ou 60 anos. Agora, a humanidade é capaz de realizar um progresso espiritual.

A humanidade deve realizar um avanço na consciência de uma maneira tão intensa quanto realizou um avanço na tecnologia. O avanço evolutivo pode ser chamado de consciência da quinta dimensão e ser vivenciado em diversos níveis. O primeiro nível é que as pessoas devem vivenciar uma consciência da quinta dimensão. Um dos objetivos de nossos ensinamentos é tornar as pessoas conscientes da existência dessa dimensão superior.

O segundo nível – igualmente importante – é aprender como integrar e transferir a consciência da quinta dimensão na realidade da terceira dimensão. Vocês têm observado por experiência direta como é complicado e difícil manifestar o pensamento da quinta dimensão na terceira dimensão. Na realidade, até mesmo seus grandes líderes religiosos, como Moisés, Buda, Jesus e Maomé, tiveram de lutar para conseguir fazer isso. Manifestar e transferir a consciência da quinta dimensão no planeta estimulará novas soluções e energia em um nível quântico, a fim de trazer as mudanças necessárias para equilibrar este planeta novamente.

O pensamento da quinta dimensão pode ajudar a solucionar muitos dos problemas da Terra; isso inclui problemas de radiação e de poluição dos oceanos. Muitas ideias e sistemas complexos podem ser facilmente transferidos da quinta dimensão. Esse processo requer um número essencial de pessoas para ajudar a conexão com a energia superior.

Nós permanecemos confiantes nas habilidades das sementes estelares, e estamos otimistas quanto à habilidade da Terra em se transformar. Acreditamos que, principalmente entre as pessoas mais jovens, há uma aceitação maior da consciência superior. Os dolorosos acontecimentos que vocês presenciam nesta realidade estão relacionados à crise que existe em toda a espécie humana. Uma crise é sempre necessária para um avanço na evolução. Essa é uma das leis da natureza.

Desde a primeira publicação de Conectando-se com os Arcturianos, em 1998, continuamos a trazer novas tecnologias espirituais, incluindo um trabalho com Cidades de Luz Planetárias, biorrelatividade e projetos de cura pessoal e planetária. Vamos continuar a oferecer esses ensinamentos para despertar muitas sementes estelares. Não se preocupem se são ou não arcturianos, pleiadianos ou andromedanos, pois todos esses sistemas possuem mestres da quinta dimensão. Este é um momento extraordinário, no qual os mestres da quinta dimensão podem alcançar muitas pessoas interessadas.

A energia da quinta dimensão está próxima, e o acesso à informação e à energia superiores continua a ser transferido. Como mestres ascensionados, estamos aprendendo como ajudá-los da melhor forma. Pode parecer estranho para vocês quando digo que ainda estamos aprendendo como transferir a energia da quinta dimensão para a terceira dimensão. Até mesmo um grande líder espiritual como Jesus enfrentou dificuldades com o processo de transferência da quinta dimensão neste planeta. Estamos modificando nossos métodos e ensinamentos. Além disso, estamos utilizando tecnologias mais recentes para alcançar mais pessoas. Chegou um momento em que sentimos a necessidade de expandir nosso trabalho e nossos ensinamentos. A receptividade que vocês sentiram por nós está estimulando nossos mestres arcturianos a oferecerem mais ajuda e luz para a Mãe Terra.

A Missão Arcturiana na Terra:

Os arcturianos estão conectados com a Terra e com a raça humana em diversas capacidades há 150 mil anos. Estão muito envolvidos com os assuntos do planeta Terra há 20 mil anos. Nós não estivemos diretamente envolvidos nas mudanças evolutivas humanas e na reestruturação genética. Esses assuntos ficaram a cargo dos pleiadianos e dos sirianos. Outros grupos extraterrestres também fizeram isso. Nossa missão atual na Terra é muito ampla. É uma missão de amor, de envolvimento espiritual e de aprendizado. É uma missão de conexão e, mais especificamente, de infusão de energia.

A Terra está passando por uma transição interdimensional. Os bloqueios nos reinos da terceira dimensão estão sendo desfeitos não apenas para vocês, mas também para a Terra. Queremos ajudá-los a elevar seu nível de consciência a um ponto em que possam adentrar os corredores dimensionais que estão se abrindo agora. Vocês podem usar esses corredores dimensionais para se comunicar e interagir conosco. Podemos treiná-los para atuarem em espaços interdimensionais e se projetarem pelos corredores até nossas naves e, então, até o sistema arcturiano. Podemos ajudá-los a se projetarem até os templos interdimensionais localizados nas belas montanhas de Arcturus.

Também é nossa missão auxiliá-los em sua purificação. Venham até nós em sua consciência, e saibam que iremos auxiliá-los a se purificar e limpar, de forma que possam elevar a si mesmos e a seu planeta a um nível superior. Sabemos como ajudá-los a purificar seus padrões de pensamento. Percebemos há muito tempo que, quando vocês refinarem seus padrões de pensamento, estarão no caminho para o nascimento espiritual.

Somos uma raça espiritualizada e nos comunicamos telepaticamente. Somos especialistas em conduzir a vocês a luz espiritual superior e em utilizar câmaras de cura para auxiliá-los. Nós conduzimos a vocês um raio de luz azul-dourado. Essa luz irradia raios muito poderosos que vão adentrar seu chacra coronário. Nós recebemos pessoalmente cada um de vocês com essa explosão de energia. Recomendamos que obtenham essa energia do seu chacra coronário e expandam sua consciência para além do conhecimento crescente dos arcturianos.

Bênçãos a todos vocês.

Eu sou Julian.

Trecho do livro Conectando-se com os Arcturianos, de David K. Miller.

Texto revisado e enviado por Ícaro Aron Soares.

Postagem original feita no https://mortesubita.net/ufologia/conectando-se-com-os-arcturianos/

Casos pesquisados pela OPUs

A Organização de Pesquisas Ufológicas (OPUs) foi fundada em 19 de janeiro de 1999 e foi formada por pessoas com um grande interesse no fenômeno OVNI (Objetos Voadores Não Identificados). Tratou-se de uma organização sem fins lucrativos, mantida por contribuições de seus membros. A entidade não possuiu vínculos de caráter religioso, político, filosófico, racial ou social. Seus principais objetivos foram:

1. Estudar a hipótese de presença extraterrestre em perspectiva social, histórica e psicológica, considerando sua relação com a mídia, os avanços científicos e os processos mentais individuais e coletivos.

2. Divulgar de maneira crítica e objetiva os fatos relacionados à hipótese de presença extraterrestre.

3. Esclarecer, quando possível, relatos e ocorrências que possam ter explicações em fenômenos naturais, tecnológicos (aviões, satélites, etc) e psicológicos.

A OPUs encerrou suas atividades em julho de 2007. O atual web site [http://www.ufologia.org/], que reúne seus artigos, alguns casos investigados e a colaboração de cientistas e acadêmicos, é atualmente mantido na Internet por Rodolpho Gauthier e Fernando Caldas.

Caso do Balão estratosférico

Investigação de um OVNI

Araraquara, 21 de março de 2001. Uma quarta-feira ensolarada. Três horas da tarde. Um objeto luminoso não identificado é avistado sobre a cidade. A informação é confirmada pelo aeroporto local, de onde também pode ser visto. O mistério aumenta. De acordo com o Jornal O Imparcial, sua presença não era detectada pelos radares da Aeronáutica em Pirassununga. Mas desta base militar vem também a possibilidade de se tratar de um balão meteorológico.

Em colaboração com a reportagem d´O Imparcial, o pesquisador da OPUs Tiago Vital entra em contato com o IPMet – Instituto de Pesquisas Meteorológicas da Unesp, em Bauru e o mistério é solucionado. Trata-se mesmo de um balão estratosférico. O web site deste instituto contém dados detalhados sobre o projeto, rota e lançamento do artefato.

Abaixo, fotos do balão a mais de 30 km de altitude (Reportagem do Jornal O Imparcial)

Abaixo, o mesmo balão em terra, sendo preparado para subida (Grupo de Lançamento de Balões do IPMet – Instituto de Pesquisas Meteorológicas ligado a UNESP, em Bauru – SP)

Interessado em conhecer mais sobre balões meteorológicos?

Visite a página do Grupo de Lançamento de Balões (GLB) do IMPMet: www.ipmet.unesp.br/glb/index.htm

Conclusão: Artefato de tecnologia humana (balão estratosférico)

Pesquisador: Tiago Vital, em colaboração com a reportagem do jornal O Imparcial (Araraquara – SP)

Relatório elaborado por: Fernando Caldas


OVNIs na estrada Batatais-Franca

1. Relato (caso ocorrido em junho de 2001)

O avistamento ocorreu no início da estrada que vai de Ribeirão Preto a Franca, próximo a Batatais. Eram 17h30min e o tempo estava bom. Não havia vento. A testemunha viajava de carro.

Iniciou-se um trecho curto, de aproximadamente 3 km, no qual havia uma chuva fraca. Ali o tempo ficou bem nublado, com nuvens bem densas. A testemunha reduziu a velocidade e ligou o pára-brisa no temporizador, devido a pouca chuva. Fora da área chuvosa na qual o OVNI foi avistado (incluindo também o trecho à frente na estrada), havia sol.

O objeto estava à direita da pista, abaixo do topo de um grupo de eucaliptos, estando posicionado atrás destas árvores. Parecia um avião agrícola, como se estivesse pousando (visto de frente, com os faróis acesos). Tinha forma discóide, com luzes nas extremidades.

A testemunha não parou o carro. Seguiu em velocidade reduzida passando pelas árvores à sua direita. Observando melhor, percebeu que o objeto tinha o tamanho aproximado de um ônibus no comprimento (porém era mais fino). Estava a cerca de 50m da estrada. As luzes das extremidades eram claras. Não eram faróis, mas sim constituíam o corpo do OVNI. Na parte central não havia nenhuma luz, mas a superfície parecia levemente reflexiva como os papéis laminados de ovos de páscoa. Também foram observadas certas nuvens de vapor ou coisa parecida que encobria a forma exata do objeto.

À medida em que o carro se deslocava (passava ao lado), o objeto começou a girar sobre o próprio eixo central, enquanto se elevava lentamente.

A testemunha relatou o nervosismo que sentiu. Quando chegou a um posto de gasolina mais à frente, telefonou para a esposa. Contou o avistamento a um frentista.
Ouviu “Não é o primeiro”.

1. A testemunha concorda com a ilustração, com relação à posição do Sol, do veículo em que trafegava e do OVNI;

2. Da Nova Enciclopédia Ilustrada Folha vol 1 – pág 62: “os arco-íris só podem ser vistos quando se está de costas para o Sol e de frente para as gotas de chuva iluminadas”;

3. O horário e as posições relativas do Sol, observador e do OVNI, favoráveis à observação de um arco-íris, coincidem com as da ilustração;

4. Mesmo quando passava ao lado do OVNI, as posições relativas do Sol, observador e OVNI ainda eram as mesmas da ilustração, devido à posição da estrada no mapa do Estado de São Paulo;

5. No final do 4º parágrafo do relato, a testemunha descreve “nuvens de vapor”. Chovia pouco (o limpador do para-brisa estava apenas no temporizador);

6. Sabe-se “que cada observador vê seu próprio arco-íris”. No 5º parágrafo “À medida em que o carro se deslocava (passava ao lado), o objeto começou a girar sobre o próprio eixo central, enquanto se elevava lentamente.”. Não estaria a testemunha visualizando outros ângulos do mesmo arco-íris? Como o carro se deslocava devagar, o OVNI “girava” devagar;

3. Conclusão

As considerações sobre a possibilidade de tratar-se de um fenômeno meteorológico ainda permanecem no terreno das hipóteses. A posição atual para este caso é não conclusivo.

Caso Santa Lúcia – Araraquara

1. Relato (caso ocorrido em julho de 2001)

A ilustração abaixo apresenta a trajetória de um OVNI avistado durante um percurso de carro na estrada que liga as cidades de Santa Lúcia e Araraquara. Era noite e a esposa, que viajava no banco dianteiro do passageiro, viu “uma luz que piscava prateado, mudando para verde, vermelho, prata, piscando várias vezes. Pelo tamanho, parecia uma estrela. Este ponto luminoso voava baixo, aproximadamente na altura que anda um helicóptero, mas não emitia nenhum ruído”. Dentro da cidade de Américo Brasiliense, perderam o OVNI de vista, voltando a vê-lo na estrada para Araraquara.

A ilustração abaixo mostra a trajetória do OVNI sobre a cidade de Araraquara.

2. Análise

2.1 Trajetória: as duas ilustrações mostram uma trajetória regular, compatível com a de uma aeronave. Não são relatados quaisquer movimentos bruscos ou incomuns.

2.2 Cores das luzes: a testemunha relata luz prateada, verde e vermelha. Considerando que a luz prateada poderia ser, na realidade, uma luz branca, estas cores (branca, verde e vermelha) podem estar presentes em aeronaves (fato confirmado à OPUs por um especialista em aeronáutica).

2.3 Ausência de ruído: considerando a possibilidade de uma aeronave, a direção do vento, o fato do casal estar dentro de um automóvel em movimento e até a distância do solo, podem ter dificultado a percepção de ruídos.

2.4 Velocidade: o objeto foi avistado durante todo o trajeto entre Santa Lúcia e Araraquara. Considerando uma velocidade do automóvel de cerca de 80 km/h, esta seria, teoricamente, a velocidade do OVNI.

2.5 Um especialista em helicópteros de Brasília consultado pela OPUs, após ouvir o relato, afirmou que tratou-se, com certeza, de um helicóptero de pequeno porte.

3. Conclusão

Provavelmente um helicóptero de pequeno porte. Buscamos junto ao especialista em helicópteros uma reconfirmação de que uma aeronave deste tipo poderia mesmo voar a uma velocidade tão baixa (80 km/h). Ele foi taxativo afirmando que sim.

OVNIs no Bairro Santa Júlia

Os dois casos abaixo foram relatados pela mesma pessoa, residente no bairro Santa Júlia em Araraquara-SP. A investigação dessas ocorrências só foi possível graças ao site Painel OVNI, que nos passou um dos casos. Ao webmaster do site, nosso necessário agradecimento.

1º Relato

Ocorido no quarto bimestre de 2001. Durante a noite, a testemunha estava deitada no chão do quintal observando as estrelas quando viu um “ponto de luz extremamente rápido” cruzar o céu. Chegou a pensar quer era um avião, mas percebeu que o OVNI não tinha luz piscante, estava muito alto e a uma velocidade maior que a um avião convencional. A trajetória do objeto parecia a de uma bexiga perdendo ar.

Análise

Mostramos a passagem de um satélite artificial à testemunha e ela concluiu que o que viu era isso. O movimento como o de uma bexiga perdendo ar, fazendo zigue-zague no céu pode ser explicado pelas variações na atmosfera que, nesse caso, confundiram o olho humano.

Conclusão: satélite artificial

2º Relato

O relator estava deitado no chão do quintal, brincando com a filha. As testemunhas viram dois objetos passando. O primeiro apareceu, cruzou o céu e desapareceu. Pouco tempo depois disso apareceu o outro. Se esses dois objetos deixassem um rastro seria formada uma cruz. Eles estavam a uma grande velocidade, “trocavam de cor às vezes” e não havia qualquer luz piscante. Em nossa primeira conversa a testemunha disse que tais objetos eram semelhantes aos do primeiro avistamento e que ele sempre eram vistos ali.

Análise

Segundo a testemunha, este caso “pode ter sido um satélite também”. O “cruzamento” das rotas não é um fato extraordinário, pois membros da OPUs já presenciaram satélites em circunstâncias parecidas. O fato de que “trocavam de cor às vezes” pode ser causado por variações atmosféricas.

Conclusão: satélite artificial

OVNI no Clube Náutico de Araraquara

1. Relato

Neste caso não há propriamente um relato. Trata-se de uma foto. A testemunha só percebeu a semelhança com um “disco-voador” depois da revelação. No momento, não observou nenhum movimento estranho ou qualquer tipo de ruído.

É importante enfatizar que houve perda de qualidade na imagem digitalizada. Na foto original, o OVNI destacado pela seta vermelha se parece muito com a forma típica de “disco-voador”. A seta amarela indica a direção aproximada dos raios solares (Araraquara, novembro de 2001, 16h30min, horário de verão – equivalentes a 15h30min no horário normal).

2. Análise

Na ampliação realizada por um amigo da testemunha fica mais clara a semelhança com um “disco-voador” (abaixo). Esta mesma pessoa tem bons conhecimentos de fotografia e analisou os negativos em busca de manchas, tendo descartado esta hipótese.

1. A parte interna está mais escura, o que indica uma maior concentração de água. As áreas externas da nuvem contém menos água (e são mais claras) devido à evaporação pela luz solar e convecção (das correntes de ar);

2. A maioria de regiões claras nesta nuvem ocorre na parte superior esquerda, lado pelo qual incide a luz solar e é natural que haja uma evaporação um pouco maior ali;

3. A nuvem aparece mais escura na foto porque, além de saturada, está em um ponto do céu onde pode estar recebendo sombra de outra nuvem (a que aparece à esquerda bem próxima à seta amarela, na foto mais ao alto);

4. Não são raras nuvens pequenas e carregadas no céu, aparecendo ao lado de outras maiores e mais claras. O curioso neste caso é que o contorno lembra um “disco voador”. Há certas nuvens que lembram animais ou objetos.

As fotos foram analisadas por um meteorologista que declarou não haver nada de anormal.

3. Conclusão

Tratava-se mesmo de uma nuvem com formato sugestivo de “disco-voador”.

Caso “Amor aos pedaços”

1. Relato

Aluguei o filme “Amor aos Pedaços” é um lançamentocomédia/romance tem em qualquer locadora, Bom no começo do filme acho que 15mim/20mim, quando a moça personagem principal começa a falar de seus relacionamentos, tem uma cena em que ela fica sentada com o cara que também é personagem principal num banco de praça que ao fundo mostra a cidade. Então aparece uma estrela cadente, e eu comentei da estrela, más ninguém viu!! Então voltei a fita para mostrar para os demais, foi ai que percebemos que não era uma estrela cadente.Bom não sei o que era más (sic) parece uma bola de luz, pequena que sai do Chão (sic) parte a 45 graus, depois muda para direita e muda de novo quando some na tela, numa felocidade (sic) incrível. Após ver varias vezes, não descobrimos o que era, más não era helicóptero, nem balão, nem dirigível, nem se lá!!! Acho que fale (sic) a pena alugar para ver!!! Se tiverem, alguma duvida do filme me fala que eu pego todos os dados e passo para vocês e se descrobrirem (sic) o que!

2. Análise

Na cena indicada, é noite e o casal protagonista se beija, sentados em um banco de jardim, com luzes da cidade ao fundo.

Nesta cena ocorre por duas vezes um efeito especial de “jogar” a imagem do casal “mais para longe” (abrindo o ângulo de enquadramento), mantendo por alguns instantes (décimos de segundos) a imagem anterior.

Durante toda a cena, a testa do rapaz está muito iluminada. Na segunda vez em que o efeito especial acontece, a luminosidade da testa do rapaz permanece ao fundo, combinada com as luzes da cidade, dando a impressão de um objeto luminoso deslocando-se no céu noturno.

3. Conclusão

Engano do observador ao interpretar imagens do filme.

Caso São José I

1. Introdução

O caso a seguir foi relatado à OPUs pela mesma testemunha dos casos São José 2 e 3, que identificaremos por Sr. LF, residente no bairro São José, na cidade de Araraquara.

2. Relato

Em uma noite de céu limpo e claro, por volta de 21h30min, o Sr. LF estava dentro de sua casa quando resolveu ir até a varanda para fumar um cigarro. A testemunha tem o hábito de sempre olhar para o céu. Desta forma, quando olhou para o lado sul, avistou uma luz laranja, com luminosidade opaca, classificada – pela própria testemunha – como estranha.

A luz, de tamanho comparável ao tamanho da lua cheia, estava parada no céu e repentinamente começou a aumentar seu tamanho de modo rápido. Em menos de dez segundos, após crescer, a luz sumiu.

Do ponto de vista do observador, a luz não se movimentou, mas o Sr. LF disse que o desaparecimento sugeriu movimento no sentido oposto ao de sua observação: “não foi uma luz que apagou. Foi uma luz que se distanciou”.

3. Análise

No artigo Questão UFO 15, a OPUs explica que pontos luminosos no céu, avistados aproximadamente até 20h00min no horário normal e até 21h00min no horário de verão, podem ser satélites, ônibus espacial ou a estação espacial ISS.

Considerando a hora (21h30min) e também o fato de que o horário de verão, naquele ano, começou em 8 de outubro, portanto cerca de um mês depois do avistamento, pode-se descartar o avistamento incomum da luz de um artefato humano em órbita.

Não conhecemos relatos astronômicos de um corpo celeste que fosse avistado tão rapidamente aqui na Terra e tivesse o tamanho comparável ao de uma lua cheia.

Uma outra possibilidade de brilho incomum no céu noturno é o surgimento de estrelas supenovas. Mas este brilho geralmente não surge e desaparece tão rapidamente. Dura semanas ou meses.

4. Conclusão

Considerando a hipótese de que a testemunha não fez relatos fantasiosos ou teve um episódio de falsa memória, este caso permanece, até o momento sem explicação.

Caso São José II

 

1. Introdução

O caso a seguir foi relatado à OPUs pela mesma testemunha dos casos São José 1 e 3, que identificaremos por Sr. LF, residente no bairro São José, na cidade de Araraquara.

2. Relato

Em outubro de 2000, O Sr. LF, acompanhado de sua ex-esposa, estava sentado na varanda, por volta de 21:30 (aproximadamente no mesmo horário do relato do caso São José 1, como salientou a testemunha), quando avistou um objeto na parte sul do céu, com tamanho de uma lua cheia e com luminosidade “néon e opaca”, de cor laranja.

Além do tamanho que a impressionou, um outro fator que causou espanto à testemunha foi a velocidade do objeto em percorrer o trajeto relatado: a luz, proveniente da parte sul-leste, movimentou-se em linha reta, fez uma parada e passou a descrever um semi-círculo no céu, dirigindo-se novamente para o sentido sul-leste.

Todo o trajeto foi calculado pela testemunha em aproximadamente quinze segundos.

3 Análise

O Sr. LF não soube precisar o dia exato do ocorrido. Portanto não podemos determinar se o horário de verão daquele ano já tinha se iniciado.

No artigo Questão UFO 15, a OPUs explica que pontos luminosos no céu, avistados aproximadamente até 20h00min no horário normal e até 21h00min no horário de verão, podem ser satélites, ônibus espacial ou a estação espacial ISS.

De forma semelhante ao Caso São José 1, não conhecemos relatos astronômicos de um corpo celeste que fosse avistado tão rapidamente aqui na Terra e tivesse o tamanho comparável ao de uma lua cheia.

Uma outra possibilidade de brilho incomum no céu noturno é o surgimento de estrelas supenovas. Mas este brilho geralmente não surge e desaparece tão rapidamente. Dura semanas ou meses.

4.  Conclusão

Considerando a hipótese de que a testemunha não fez relatos fantasiosos ou teve um episódio de falsa memória, este caso permanece, até o momento sem explicação.

Caso São José III

1. Introdução

O caso a seguir foi relatado à OPUs pela mesma testemunha dos casos São José 1 e 2, que identificaremos por Sr. LF, residente no bairro São José, na cidade de Araraquara.

2. Relato

Dia 6 de janeiro de 2001. Costumeiramente, o Sr. LF acorda cedo. Neste dia, ao sair de casa, por volta de 5h30min da manhã, notou ao sul da cidade, do lado direito de uma aeronave que acabara de decolar, a presença de uma luz de cor laranja.

Segundo a testemunha, a luz não acompanhou a aeronave: simplesmente apareceu e logo em seguida sumiu rapidamente, sem esboçar qualquer tipo de movimentação.

3. Análise

O ponto de luz avistado pela testemunha sugere como explicação um avião.

Dado o horário e a forma como o Sr. LF descreveu o ponto luminoso (um ponto de luz laranja próximo ao avião), existe a possibilidade de ser um outro avião a uma distância vários quilômetros, movimentando-se no sentido oposto ao da observação, dando a impressão de estar parado no céu.

Próximo ao nascer do Sol e dependendo da altura da aeronave, é provável que esta tenha sido iluminada pela estrela. Dada a grande distância do provável avião e o sentido percorrido em relação ao observador, este poderia ter visto a aeronave apenas como um ponto de luz parado no céu.

Além disso, o fato de o céu estar limpo no dia favoreceria o avistamento das luzes pertencentes a uma possível aeronave.

4. Conclusão

Pela análise deste terceiro relato, a OPUs sugere que se tratou de um avião a vários quilômetros de distância.

Um episódio muito semelhante já foi devidamente esclarecido como sendo um avião. Na Amazônia, uma luz misteriosa, praticamente parada no céu, assustando moradores da região, era um Boeing 737 da Varig pousando em Porto Velho, a 32 km de distância do local do avistamento. Este caso foi apresentado em uma série de TV do jornalista Bill Curtis, no canal de TV por assinatura A&E Mundo.

Postagem original feita no https://mortesubita.net/ufologia/casos-pesquisados-pela-opus/