Necronomicon: da origem até nossos dias

O Necronomicon (literalmente: “Livro de Nomes Mortos”) foi escrito em Damasco, por volta de 730 d.C., sendo sua autoria atribuída a Abdul Alhazred. Ao contrário do que se pensa vulgarmente, não se trata de um grimoire (ou grimório), livro mágico de encantos, mas de um livro de histórias. Escrito em sete volumes no original, chegou à cerca de 900 páginas na edição latina, e seu conteúdo dizia respeito à coisas antigas, supostas civilizações anteriores à raça humana, numa narrativa obscura e quase ilegível.

Abdul Alhazred nasceu em Sanaa, no Iêmen, tendo feito várias viagens em busca de conhecimento, dominando vários idiomas, vagou da Alexandria ao Pundjab, na Índia, e passou muitos anos no deserto despovoado ao sul da Arábia. Embora conhecido como árabe louco, nada há que comprove sua insanidade, muito embora sua prosa não fosse de modo algum coerente. Alhazred era um excelente tradutor, dedicando-se a explorar os segredos do passado, mas também era um poeta, o que lhe permitia certas extravagâncias na hora de escrever, além do caráter dispersivo. Talvez isso explique a alinearidade do Necronomicon.

Alhazred era familiarizado com os trabalhos do filósofo grego Proclos (410-485 d.C.), sendo considerado, como ele, um neo-platônico. Seu conhecimento, como o de seu mestre, inclui matemática, filosofia, astronomia, além de ciências metafísicas baseadas na cultura pré-cristã de egípcios e caldeus. Durante seus estudos, costumava acender um incenso feito da mistura de diversas ervas, entre elas o ópio e o haxixe. As emanações desse incenso, segundo diziam, ajudavam a “clarear” o passado. É interessante notar que a palavra árabe para loucura (majnum) tem um significado mais antigo de “djinn possuído”. Djilms eram os demônios ou gênios árabes, e Al Azif, outra denominação para o livro de Alhazred, queria dizer justamente “uivo dos demônios noturnos”.

Como Determinar o Limite Entre a Loucura e a Sabedoria?

Semelhanças entre o Ragnarok, mito escandinavo do Apocalipse, e passagens do Al Azif sugerem um vínculo entre ambos. Assim como os djinns árabes e os anjos hebraicos, os deuses escandinavos seriam versões dos deuses antigos. Ambas as mitologias falam de mundos sendo criados e destruídos, os gigantes de fogo de Muspelhein equivalem aos anjos e arcanjos bíblicos, ou aos gênios árabes, e o próprio Surtur, demônio de fogo do Ragnarok, poderia ser uma corruptela para Surturiel, ou Uriel, o anjo vingador que, como Surtur, empunha uma espada de fogo no Juízo Final. Da mesma forma, Surtur destrói o mundo no Ragnrok, quando os deuses retornam para a batalha final. Embora vistas por alguns com reservas, essas ligações tornam-se mais fortes após recentes pesquisas que apontam o caminho pelo qual o Necronomicon teria chegado à Escandinávia. A cidade de Harran, no norte da Mesopotâmia, foi conquistada pelos árabes entre 633 d.c. e 643 d.c. apesar de convertidos ao islã, os harranitas mantiveram suas práticas pagãs, adorando a Lua e os sete planetas então conhecidos. Tidoa como neo-platônicos, escolheram, por imposição, da religião dominante, a figura de Hermes Trimegisto para representa-los como profeta. Um grupo de harranitas mudou-se para Bágdá, onde mantiveram uma comunidade distinta denominada sabinos. Alhazred menciona os sabinos. Era uma comunidade instruída, que dominava o grego e tinha grande conhecimento de literatura, filosofia, lógica, astronomia, matemática, medicina, além de ciências secretas relativas às culturas árabe e grega. Os sabinos mantiveram sua semi-independência até o século XI, quando provavelmente foram aniquilados pelas forças ortodoxas islâmicas, pois não se ouve mais falar deles à partir do ano 1000. No entanto, por volta de 1041, o historiador Miguel Psellus conseguiu salvar uma grande quantidade de documentos pertencentes aos sabinos, recebendo-os em Bizâncio, onde vivia. Quem levou esses documentos de Bagdá para Bizâncio permanece um mistério, mas é certo que o fez tentando preservar uma parte da cultura dos sabinos da intolerância religiosa da época. Psellus, que além de historiador era um estudioso de filosofia e ocultismo, juntou o material recebido num volume denominado “Corpore Hermeticum”. Mas haviam outros documentos, inclusive uma cópia do Al Azif, que ele prontamente traduziu para o grego.

Por essa época, era costume os imperadores bizantinos empregarem guarda-costas vikings, chamados “varanger”. A imagem que se tem dos vikings como bárbaros semi-selvagens não corresponde à realidade, eram grandes navegadores que, já no ano mil, tinham dado inicio a uma rota comercial que atravessaria milhares de quilômetros, passando pela Inglaterra, Groenlândia, América do Norte e a costa atlântica inteira da Europa, seguindo pela Rússia até Bizâncio. Falavam grego fluentemente e sua infantaria estava entre as melhores do mundo.

Entre 1030 a 1040, servia em Bizâncio como varanger um viking chamado Harald. Segundo o costume, sempre que o imperador morria, o varanger tinha permissão para saquear o palácio. Harald servia à imperatriz. Zoe, que cultivava o hábito de estrangular os maridos na banheira. Graças a ela, Harald chegou a tomar Varie em três saques, acumulando grande riqueza. Harald servia em Bizâncio ao lado de dois companheiros, Haldor Snorrason e Ulf Ospaksson. Haldor, filho de Snorri, o Padre, era reservado e taciturno. Ulf, seu oposto, era astuto e desembaraçado, tendo casado com a cunhada de Harald e tornado-se um grande 1íder norueguês. Gostava de discutir poesia grega e participava das intrigas palacianas. Entre suas companhias intelectuais preferidas estava Miguel Psellus, de quem Ulf acompanhou o trabalho de tradução do Al Azif, chegando a discutir o seu conteúdo como historiador bizantino. Segundo consta, foi durante a confusão de uma pilhagem que Ulf apoderou-se de vários manuscritos de Psellus, traduzidos para o grego. Ulf e Haldor retornaram à Noruega com Harald e, mais tarde, Haldor seguiu sozinho para a Islândia, levando consigo a narrativa do Al Azif. Seu descendente, Snorri Sturluaaon (1179-1241), a figura mais famosa da literatura islandesa, preservou essa narrativa em sua “Edda Prosista”, a fonte original para o conhecimento da mitologia escandinava. Sabe-se que Sturlusson possuía muito material disponível para suas pesquisas 1ítero-históricas e entre esse materia1certamente estava o Al Azif, que se misturou ao mito tradicional do Ragnarok.

Felizmente, Psellus ainda pôde salvar uma versão do Al Azif original, caso contrário, o Necronomicon teria sido perdido para sempre. Ao que se sabe, não existe mais nem um manuscrito em árabe do Necronomicon, o xá da antiga Pérsia (atual Irã) levou à cabo uma busca na Índia, no Egito e na biblioteca da cidade santa de Mecca, mas nada encontrou. No entanto, uma tradução latina foi feita em 1487 por um padre dominicano chamado Olaus Wormius, alemão de nascença, que era secretário do inquisidor-mor da Espanha, Miguel Tomás de Torquemada, e é provável que tenha obtido o manuscrito durante a perseguição aos mouros. O Necronomicon deve ter exercido grande fascínio sobre Wormius, para levá-1o a arriscar-se em traduzí-lo numa época e lugar tão perigosos. E1e enviou uma cópia do livro a João Tritêmius, abade de Spanhein, acompanhada de uma carta onde se lia uma versão blasfema de certas passagens do Livro de Gênese. Sua ousadia custou-lhe caro. Wormius foi acusado de heresia e queimado numa fogueira, juntamente com todas as cópias de sua tradução. Mas, segundo especulações, ao menos uma cópia teria sido conservada, estando guardada na biblioteca do Vaticano.

Seja como for, traduções de Wormius devem ter escapado da Inquisição, pois quase cem anos depois, em 1586, o livro de Alhazred reapareceria na Europa. O Dr. John Dee, famoso mago inglês, e seu assistente Edward Kelley, estavam em Praga, na corte do imperador Rodolfo II, traçando projetos para a produção de ouro alquímico, e Kelley comprou uma cópia da tradução latina de um alquimista e cabalista chamado Jacó Eliezer, também conhecido como, “rabino negro”, que tinha fugido da Itália após ser acusado de práticas de necromancia. Naquela época, Praga havia se tornado um ímã para mágicos, alquimistas e charlatões de todo tipo, não havia lugar melhor para uma cópia do Necronomicon reaparecer.

John Dee (1527-1608), erudito e mago elisabetano, pensava estar em contato com anjos e “outras criaturas espirituais”, por mediação de Edward Kelley. Em 1555, já fora acusado, na Inglaterra, de assassinar meninos ou de deixá-los cegos por meio de mágica. É certo que Kelley tinha grande influência sobre as práticas tenebrosas de Dee, os anjos com os quais dizia comunicar-se, e que talvez só existissem em sua cabeça, ensinaram a Dee um idioma até então desconhecido, o enoquiano, além de outras artes mágicas. Se tais contatos, no entanto, foram feitos através do Necronomicon, é coisa que se desconhece. O fato é que a doutrina dos anjos de Dee abalou a moral da época, pois pregava entre outras coisas, o hedonismo desenfreado. Em 1583, uma multidão enfurecida saqueou a casa de Dee e incendiou sua biblioteca. Após tentar invocar um poderoso espírito que, segundo o vidente, lhes traria grande sabedoria, Dee e Kelley se separaram, talvez pelo fracasso da tentativa. Em 1586, Dee anuncia sua intenção de traduzir o Necronomicon para o inglês, à partir da tradução de Wormius. Essa versão, no entanto nunca foi impressa, passando para a coleção de Elias Ashmole (1617-1692), estudioso que transcreveu os diários espirituais de Dee, e finalmente para a biblioteca de Bodleian, em Oxford.

Por cerca de duzentos e cinquenta anos, os ensinamentos e escritos de Dee permaneceram esquecidos. Nesse meio tempo, partes do Necronomicon foram traduzidas para o hebreu, provavelmente em 1664, circulando em forma de manuscritos e acompanhados de um extenso comentário feito por Nathan de Gaza. Nathan, que na época contava apenas 21 anos, era um precoce e brilhante estudante da Torah e Talumud. Influenciado pelas doutrinas messiânicas judaicas vigentes na época, ele proclamou como o messias esperado a Sabbatai Tzavi, um maníaco depressivo que oscilava entre estados de transcendência quando se dizia que seu rosto parecia reluzir, e profunda frustração, com acessos de fúria e crueldade. Tais estados de ânimo eram tidos como o meio pelo qual Sabbatai se comunicava com outros planos de existência, como um Cristo descendo aos infernos, ou Orfeu, numa tradição mais antiga. A versão hebraica do Al Azif era intitulada Sepher há’sha’are ha-Da’ath, ou o “Livro do Portal do Conhecimento”. Tratava-se de um comentário em dois capítulos do livro de Alhazred. A palavra para conhecimento, Da’ath, foi traduzida para o grego na Bíblia como gnosis, e na Cabala tem o significado peculiar de “não-existência”, sendo representada às vezes como um buraco ou portão para o abismo da consciência. Seu aspecto dual parece indicar uma ligação entre o mundo material, com sua ilusão de matéria física e ego, e o mundo invisível, obscuro, do conhecimento, mas que seria a fonte da verdadeira sabedoria, para aqueles que pudessem suportá-la. Isso parece levar ao Astaroth alquímico e à máxima da magia, que afirma que o que está em cima (no céu) é como o que está em baixo (na terra). A ligação entre os dois mundos exigiria conhecimento do Abismo, abolição do ego e negação da identidade. De dentro do Abismo, uma infinidade de portões se abre. É o caos informe, contendo as sementes da identidade.

O propósito de Nathan de Gaza parece ter sido ligar o Necronomicon à tradição judaica da Cabala, que fala de mundos antigos primordiais e do resgate da essência sublime de cada ser humano, separada desses mundos ou submergida no caos. Ao lado disso, criou seu movimento messiânico, apoiado em Sabbatai Tzevi, o qual criou cisões e conflitos na comunidade judaica, conflitos que persistiram por pelo menos um século. Há quem afirme que uma cópia do Sha’are ha-Da’ath ainda existe, em uma biblioteca privada, mas sobre isso não há qualquer evidência concreta.

O ressurgimento do Necronomicon é constantemente atribuído ao escritor Howard Phillip Lovecraft, que fez do livro a base de sua obra literária. Mas não se explica como Lovecraft teve acesso ao livro de Alhazred. O caminho mais lógico para esse ressurgimento parece indicar o mago britânico Aleister Crowley (1875-1947). Crowley tinha fama de charlatão, proxeneta, toxicômano, promíscuo insaciável e bissexual, além de traidor da pátria e satanista. Tendo se iniciado na Ordem do Amanhecer Dourado em 1898, Crowley aprendeu práticas ocultas no Ceilão, na Índia e na China. Mais tarde, ele criaria sua própria ordem, um sistema mágico e uma nova religião, da qual ele seria o próprio messias. Ao que tudo indica, essa religião denominada “Lei de Thelema” se baseava nos conhecimentos do “Livro da Lei”, poema em prosa dividido em três capítulos aparentemente ilógico, que segundo ele, lhe havia sido ditado em 1904 por um espírito chamado Aiwass.

Sabe-se que Crowley pesquisou os documentos do Dr. John Dee em Bodleian. Ele próprio se dizia uma reencarnação de Edward Kelley, o que explica em parte, seu interesse. Apesar de não mencionar a fonte de seus trabalhos, é evidente que muitas passagens do Livro da Lei foram plagiadas da tradução de Dee do Necronomicon. Crowley já era conhecido por plagiar seu mestre, Allan Bennett (1872-1923), que o iniciou no Amanhecer Dourado, mas há quem sustente que tais semelhanças foram assimiladas inconscientemente seja como for, em 1918 Crowley viria a conhecer uma modista chamada Sônia Greene. Aos 35 anos, judia, divorciada, com uma filha e envolvida numa obscura ordem mística, Sônia parecia ter a qualidade mais importante para Crowley naquele momento: dinheiro. Eles passaram a se ver durante alguns meses, de maneira irregular.

Em 1921, Sônia Greene conheceu H.P. Lovecraft. No mesmo ano, Lovecraft publicou o seu primeiro romance “A Cidade Sem Nome”, onde menciona Abdul Alhazred. Em 1922, no conto “O Cão de Caça”, ele faz a primeira menção ao Necronomicon. Em 1924, ele e Sônia Greene se casam. Nós só podemos especular sobre o que Crowley contou para Sônia Greene, e não sabemos o que ela contou a Lovecraft, mas é fácil imaginar uma situação onde ambos estão conversando sobre uma nova história que ele pretende escrever e Sônia comenta algumas idéias baseadas no que Crowley havia lhe contado, sem nem mesmo mencionar a fonte. Seria o bastante para fazer reluzir a imaginação de Lovecraft. Basta comparar um trecho de “O Chamado de Cthulhu” (1926) com partes do Livro da Lei, para notar a semelhança.

«Aquele culto nunca morreria… Cthulhu se ergueria de sua tumba e retomaria seu tempo sobre a Terra, e seria fácil reconhecer esse tempo, pois os homens seriam livres e selvagens, como os “antigos”, e além do bem e do mal, sem lei ou moralidade, com todos gritando e matando e rejubilando-se em alegria. Então os “antigos” lhes ensinariam novos modos de gritar e matar e rejubilar-se, e toda a Terra arderia num holocausto de êxtase e liberdade» (O Chamado de Cthulhu).

«Faz o que tu queres, há de ser tudo da lei… Todo homem e toda mulher é uma estrela… Todo homem tem direito de viver como quiser, segundo a sua própria lei… Todo homem tem o direito de matar quem se opuser aos seus direitos… A lei do forte, essa é a nossa lei e alegria do mundo … Os escravos servirão»(Lei Thelemita).

Não há nem uma evidência que Lovecraft tenha visto o Necronomicon, ou até mesmo soube que o livro existiu. Embora o Necronomicon que ele desenvolveu em sua obra esteja bem próximo do original, seus detalhes são pura invenção. Não há nem um Yog-Sothoth ou Azathoth ou Nyarlathotep no original, por exemplo. Mas há um Aiwass…

O Que é o Necronomicon:

O Necronomicon de Alhazred trata de especulações antediluvianas, sendo sua fonte provável o Gênese bíblico e o Livro de Enoch, além de mitologia antiga. Segundo Alhazred, muitas espécies além do gênero humano tinham habitado a Terra, vindas de outras esferas e do além. Alhazred compartilhou da visão de neoplatoniatas que acreditavam serem as estrelas semelhantes ao nosso Sol, cada qual com seus próprios planetas e formas de vida, mas elaborou essa visão introduzindo elementos metafísicos e uma hierarquia cósmica de evolução espiritual. Aos seres das estrelas, ele denominou “antigos”. Eram sobre-humanos e podiam ser invocados, desencadeando poderes terríveis sobre a Terra.

Alhazred não inventou a história do Necronomicon. Ele elaborou antigas tradições, inclusive o Apocalipse de São João, apenas invertendo o final (a Besta triunfa, e seu número é 666). A idéia de que os “antigos” acasalaram com os humanos, buscando passar seus conhecimentos para o nosso plano de existência e gerando uma raça de aberrações, casa com a tradição judaica dos nephilins (os gigantes de Gênese 6.2-6.5). A palavra árabe para “antigo” deriva do verbo hebreu para “cair” (os anjos caídos). Mas o Gênese é só um fragmento de uma tradição maior, que se completa, em parte, no Livro de Enoch. De acordo com esta fonte, um grupo de anjos guardiões enviados para observar a Terra viu as filhas dos homens e as desejou. Duzentos desses guardiões formaram um pacto, saltando dos ares e tomando as mulheres humanas como suas esposas, gerando uma raça de gigantes que logo se pôs a pecar contra a natureza, caçando aves, répteis e peixes e todas as bestas da Terra, comendo a carne e bebendo o sangue uns dos outros. Os anjos caídos lhes ensinaram como fazer jóias, armas de guerra, cosméticos, encantos, astrologia e outros segredos. O dilúvio seria a consequência das relações entre os anjos e os humanos.

«E não vi nem um céu por cima, nem a terra firme por baixo, mas um lugar caótico e horrível. E vi sete estrelas caírem dos céus, como grandes montanhas de fogo. Então eu disse: “Que pecado cometeram, e em que conta foram lançados?” Então disse Uriel, um dos anjos santos que estavam comigo, e o principal dentre eles: “Estes são os números de estrelas do céu que transgrediram a ordem do Senhor, e ficarão acorrentados aqui por dez mil anos, até que seus pecados sejam consumados”».(Livro de Enoch).

Na tradição árabe, os jinns ou djinns seriam uma raça de seres sobre-humanos que existiram antes da criação do homem. Foram criados do fogo. Algumas tradições os fazem sub-humanos, mas invariavelmente lhes são atribuídos poderes mágicos ilimitados. Os djinns sobrevivem até os nossos dias como os gênios das mil e uma noites, e no Corão eles surgem como duendes e fadas, sem as qualidades sinistras dos primeiros tempos. Ao tempo de Alhazred, os djinns seriam auxiliares na busca de conhecimento proibido, poder e riquezas.

No mito escandinavo, hoje bastante associado à história do Necronomicon, os deuses da Terra (aesires) e o gênero humano (vanas) existiam contra um fundo de poderes mais velhos e hostis, representados por gigantes de gelo e fogo que moravam ao norte e ao sul do Grande Girnnunga (o Abismo) e também por Loki (fogo) e sua descendência monstruosa. No Ragnarok, o crepúsculo dos deuses, esses seres se ergueriam mais uma vez num combate mortal. Por último, Siurtur e ou gigantes de fogo de Muspelheim completariam a destruição do mundo.

Essa é essencialmente a profecia de Alhazred sobre o retorno dos “antigos”. É também a profecia de Aleister Crowley sobre o Àeón de Hórus. Os gigantes de fogo de Muspelheim não diferem dos djinns, que por sua vez se ligam aos anjos hebraicos. Como Surtur, Uriel carrega uma espada de fogo, e sua sombra tanto pode levar à destruição quanto a um renascimento. Assim, tanto os anjos e seus nephilins hebraicos quanto os “antigos” de Alhazred poderiam ser as duas faces de uma mesma moeda.

Como os Antigos São Invocados

É inegável que o sistema enochiano de Dee e Kelley estava diretamente inspirado em partes do Necronomicon, onde há técnicas de Alhazred para a invocação dos “antigos”. Embora o Necronomicon fosse basicamente um livro de histórias, haviam algums detalhes práticos e fórmulas que funcionavam quase como um guia passo a passo para o iniciado entrar em contato com os seres sobre-humanos. Dee e Kelley tiveram que preencher muitas lacunas, sendo a 1inguagem enochiana um híbrido que reúne, basicamente, um alfabeto de 21 letras, dezenove “chaves” (invocações) em linguagem enochiana, mais de l00 quadros mágicos compostos de até 240l caracteres além de grande quantidade de conhecimento oculto. É improvável que esse material lhes tivesse sido realmente passado pelo arcanjo Uriel. Bulwer Lytton, que estudou a tradução de Dee para o Necronomicon, afirma que ela foi transcrita diretamente do livro original, e se eram ensinamentos de Uriel, o mais provável é que ele os tenha passado a Alhazred.

A ligação entre a linguagem enochiana e o Livro de Enoch parece óbvia. Como o livro de Enoch só foi redescoberto no século XVII, Dee só teria acesso à fragmentos do mesmo citados em outros manuscritos, como o Necronomicon de Alhazred, o que mais uma vez reafirma sua provável fonte de origem. Não há nenhuma dúvida que Alhazred teve acesso ao livro de Enoch, que só desapareceria no século IX d.C., sendo até então relativamente conhecido. Outra pista para essa ligação pode ser a chave dos trinta Aethyrs, a décima nona das invocações enochianas. Crowley chamava-a de “a maldição original da criação”. É como se o próprio Deus a enunciasse, pondo fim à raça humana, à todas as criaturas e ao mundo que ele próprio criara. Isso é idêntico ao Gênese 6.6, onde se lê: “E arrependeu-se o Senhor de ter posto o homem sobre a Terra, e o lamentou do fundo de seu coração”. Esse trecho segue-se à descrição dos pecados dos nephilins, que resulta na destruição do mundo pelo dilúvio. Crowley, um profundo conhecedor da Bíblia, reconheceu nisso a chave dos trinta Aethyrs, estabelecendo uma ligação. Em resumo, a chave (ou portão) para explorar os trinta Aethyrs é uma invocação no idioma enochiano, que segundo Dee seria o idioma dos anjos, e esta invocação seria a maldição que lançou os nephilins (ou “antigos”) no Abismo. Isto se liga à práticas antigas de magia negra e satanismo: qualquer meio usado pelo mago no passado para subordinar uma entidade pode ser usado também como um método de controle. Tal fórmula existe em todo grimoire medieval, em alguns casos de forma bastante explícita. A entrada no trigésimo Aethyr começa com uma maldição divina porque esse é um dos meios de afirmar controle sobre as entidades que se invoca: o nephilin, o anjo caído, o grande “antigo”. Isso demonstra, além de qualquer dúvida, que o sistema enochiano de Dee e Kelley era idêntico, na prática e em cadência, ao sistema que Alhazred descreveu no Necronomicon.

Crowley sabia disso. Uma das partes mais importantes de seu trabalho mágico (registrou-o em “A Visão e a Voz”) era sua tentativa de penetrar nos trinta Aethyrs enochianos. Para isso, ele percorreu o deserto ao norte da África, em companhia do poeta Winner Neuberg. Ele já havia tentado fazê-lo no México, mas teve dificuldade ao chegar ao 28º Aethyr, e decidiu reproduzir a experiência de Alhazred o mais proximamente possível. Afinal, Alhazred levou a cabo seus estudos mais significativos enquanto vagava pela região de Khali, uma área deserta e hostil ao sul da Arábia. O isolamento o ajudou a entrar em contato com os Aethyrs. Para um plagiador como Crowley, a imitação é o primeiro passo para a admiração, não é surpresa essa tentativa, além do que ele também pretendia repetir os feitos de Robert Burton, explorador, aventureiro, escritor, lingüista e adepto de práticas obscuras de magia sexual. Se obteve sucesso ou não, é desconhecido pois jamais admitiu suas intenções quanto à viagem, atribuindo tudo ao acaso.

Onde o Necronomicon Pode Ser Encontrado:

Em nenhum lugar, com certeza, seria a resposta mais simples, e novamente somos forçados a suspeitar que a mão de Crowley pode estar metida nisto. Em 1912 ele conheceu Theodor Réuss, o 1íder da Ordo Templi Orientis alemã (O.T.O.) e trabalhou dentro daquela ordem por dez anos, até ser nomeado sucessor do próprio Réuss. Assim temos Crowley como líder de uma loja maçônica alemã. Entre 1933-1938, desapareceram algumas cópias conhecidas do Necronomicon. Não é segredo que Adolf Hitler e pessoas do alto escalão de eu governo tinham interesse em ocultismo, e provavelmente apoderaram-se dessas cópias. A tradução de Dee desapareceu de Bodleiam, roubada em 1934. O Museu Britânico também sofreu vários saques, sendo a edição de Wormius retirada de catálogo e levada para um depósito subterrâneo, em Gales, junto com as jóias da Coroa, onde permaneceu de 1939 a 1945. Outras bibliotecas simplesmente perderam cópias desse manuscrito e hoje não há nenhuma que apresente em catálogo uma cópia, seja em latim, grego ou inglês, do Necronomicon. O paradeiro atual do Al Azif original, ou de suas primeiras cópias, é desconhecido. Há muitas fraudes modernas, mas são facilmente desmascaradas por uma total falta de imaginação e inteligência, qualidades que Alhazred possuía em abundância. Mas há boatos de um esconderijo dos tempos da 2º Guerra, que estaria localizado em Osterhorn, uma área montanhosa próxima à Salzburgo, onde haveria uma cópia do manuscrito original, escrita pelos nazistas e feita com a pele e o sangue de prisioneiros de campos de concentração.

Qual o motivo para o fascínio em torno do Neconomicon? Afinal, é apenas um livro, talvez esperemos muito dele e ele não possa mais do que despejar um grão de mistério no abismo de nossos anseios pelo desconhecido. Mas é um mistério ao qual as pessoas aspiram, o mistério da criação, o mistério do bem e do mal, o mistério da vida e da morte, o mistério das coisas que se foram. Nós sabemos que o Universo é imenso, além de qualquer limite da nossa imaginação, mas o que há lá fora? E o que há dentro de cada um de nós? Seria o Universo um espelho para nós mesmos? Seriam os “antigos” apenas uma parte mais profunda de nosso subconsciente, o ego definitivo, o mais autêntico “eu sou”, que no entanto participa da natureza divina?

Sábios e loucos de outrora já se fizeram essas perguntas, e não temeram tecer suas próprias respostas, seus mitos, imaginar enfim. A maioria das pessoas, porém, prefere criar respostas seguras, onde todos falam a mesma língua, cultivam os mesmos hábitos, respeitam a diversidade,cada qual em sua classe. O Necronomicon, porém, desafia nossas certezas, pois não nos transmite qualquer segurança acerca do Universo e da existência. Nele, somos o que somos, menos que grãos de pó frente à imensidão do Cosmo e muitas coisas estranhas, selvagens e ameaçadoras estão lá fora, esperando pelo nosso chamado. Basta olhar em qualquer tratado de Astronomia ou Astrofísica, basta ler os jornais. Isso é para poucos, mas você sabe que é verdade.

Método Utilizado Por Nostradamus Para Ver o Futuro:

Recolha-se à noite em um quarto fechado, em meditação, sozinho, sentando-se diante de uma bacia posta sobre um tripé e cheia de água. Acenda uma vela sob a bacia, entre as pernas do tripé, e segure um bastão mágico com a mão direita, agitando-o sobre a chama do modo como se sabe, enquanto toca a água com a mão esquerda e borrifa os pés e a orla de seu manto. Logo ouvir-se-á uma voz poderosa, que causa medo e tremor. Então, esplendor divino; o Deus senta ao seu lado.

Incenso de Alhazred:

– Olibanum, storax, dictamnus, ópio e haxixe.

À partir de que momento uma pessoa deixa de ser o que ela própria e todos os demais acreditam que seja? Digamos que eu tenha que amputar um braço. Posso dizer: eu mesmo e meu braço. Se fossem as duas pernas, ainda poderia falar da mesma maneira: eu mesmo e minhas duas pernas. Ou os dois braços. Se me tirarem o estômago, o fígado, os rins, admitindo-se que tal coisa seja possível, ainda poderia dizer: eu mesmo e meus órgãos. Mas se cortassem a minha cabeça, ainda poderia falar da mesma maneira? O que diria então? Eu mesmo e meu corpo ou eu mesmo e minha cabeça? Com que direito a cabeça, que nem mesmo é um membro, como um braço ou uma perna, pode reivindicar o título de “eu mesmo”? Porque contém o cérebro? Mas existem larvas, vermes e muitas outras coisas que não possuem cérebro. O que se pode dizer a respeito de tais criaturas? Será que existem cérebros em algum outro lugar, para dizerem “eu mesmo e meus vermes”?

Por Daniel Low

Postagem original feita no https://mortesubita.net/lovecraft/necronomicon-da-origem-ate-nossos-dias/

Cristozofrenia: Perca a Cabeça. Ponha a de Cristo no Lugar

Imagine que você percebe que quer ir ao banheiro. Na verdade você não apenas quer, você precisa MUITO ir ao banheiro. No meio do seu sufoco você entra em um bar, o primeiro que aparece, e pergunta onde fica a porcelana. O atendente, percebendo que você não vai consumir nada, mas de bom humor aponta para uma portinha nos fundos. O que você faz?

A) Agradece, entra correndo, atravessa a porta e lá dentro se alivia.

B) Agradece, entra correndo, senta na frente da porta e fica lá no chão sentado esperando o tempo passar.

Antes de responder leia novamente as duas opções com calma porque em um primeiro momento ambas parecem ser exatamente a mesma coisa. Não são.

Jesus veio para a terra, ele conheceu gente, ensinou, fez milagres, falou de Deus, do reino dos Céus, prometeu o paraíso para um ladrão, morreu, voltou, andou por ai mais um pouco. Mais do que esperança, ele trouxe uma promessa para um mundo que estava atolado na merda. É como se ele dissesse: “Gente, isso aqui deveria ser simples e fácil! Até as pombas sabem viver bem, e vocês complicam tudo!” (Mateus 6:26) e outras coisas do gênero. Ele ensinou que tanto os cobradores quanto as dividas devem ser perdoados. Disse para não ter as pessoas como inimigos, mas para abraçar aqueles que lhe perseguem, e se no processo tomar uma bolacha, oferecer ainda a outra face. Mas ele também  amaldiçoava árvores (Marcos 11:13), chicoteava camelôs (João 2:13-16) e rasgava dinheiro (Lucas 20:25).

O motivo que levava Jesus a fazer e dizer essas coisas era simples. Jesus era completamente maluco. Louco, pinel, lélé da cuca, e não apenas isso, mas tinha uma loucura contagiante e queria todo mundo a ser loucos como ele. Se você está se sentindo ofendido com essa afirmacão ótimo, continue lendo, mas se quiser ir ao banheiro se segure mais um pouco, não pense nas águas do Jordão fluindo.

Para a razão do mundo, todo cristão é louco, e Jesus é o rei do hospício. Ele não joga pelas regras da natureza, mas trapaceia elas o tempo todo. Ele perverte a Lei da Selva e ensina leões a conviverem com cordeiros. Ele perverte a Lei do Forte e ensina que ser grande é ser pequeno (Mateus 18:1-4) e servir é governar (Mateus 23:11). Em Coríntios lemos que a loucura de de Deus é mais sábia do que a sabedoria dos homens, e Jesus nos mostra o caminho exato para chegarmos lá, ele nos diz: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. (João 14:6)

E aqui entra a resposta para a pergunta que fizemos acima. Se você precisa de alívio sente no trono. Se você se sentar na porta, tudo o que vai conseguir é dor de barriga, uma bexiga descolada e uma sujeira das grandes. Se Jesus diz eu sou o CAMINHO, a VERDADE, a VIDA e que ninguém, NINGUÉM vai ao Pai se não for através dele, por que então as pessoas criam igrejas e templos e ficam só repetindo o que ele disse e contemplando sua imagem ao invés de seguir o caminho, a verdade e a vida que ele nos mostrou?  Por que as pessoas ficam adorando a porta, mas não o lugar ao qual ela leva?

Cristo estava cercado de macacos, sempre esteve, sempre estará. Na verdade ele gostava tanto de nosso polegar opositor que fez a si mesmo como um macaco e viveu entre macacos e foi morto por macacos que o pregaram em uma árvore, bem ao estilo símeo. Ele sentiu e experimentou a vida macaca em toda sua plenitude. Ele sentiu fome (Lucas 4:2), sentiu sono (Lucas 8:23), cansaço (João 4:6) e tristeza (Mateus 26:37). A Bíblia não diz, mas provavelmente ele sentiu tesão, dor de barriga e provavelmente coçou o saco de vez em quando também – aquela região era quente pra dedéu e a roupa devia ficar colando o tempo todo.

E ele sabia o que é ser um macaco como eu e você, por isso tentou ser específico e simples ao extremo. Ele sabia que iria apontar para a lua e, ao invés de olhar para a lua, seus seguidores ficariam olhando para o seu dedo. Jesus então fez um sermão simples e direto onde explicou tudo o que fariam de errado em nome dele.

Sobre os templos evangélicos e igrejas barulhentas que seriam criadas, ele disse:

“E, quando orares, não sejas como os hipócritas; pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens.” (Mateus 6:5)

Sobre procurar se vestir bem ele disse:

“Por isso vos digo: Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida,[…] quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que o vestuário?”

Sobre o povo que perturba os outros nas praças ou visitando todo domingo para empurrar sua versão da bíblia goela abaixo:

“E, se ninguém vos receber, nem escutar as vossas palavras, saindo daquela casa ou cidade, sacudi o pó dos vossos pés.” (Mateus 10:14)

Sobre as pessoas que ainda pedissem dinheiro para qualquer projeto ligado à divulgação da palavra:

“de graça recebestes, de graça dai.” (Mateus 10:8)

E ainda sobre os futuros pastores, apóstolos, profetas e religiosos, padres e bispos ele disse:

“Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade.” (Mateus 7:22-23)

Jesus, falando pausadamente e sem palavras difíceis, simplesmente disse para que todo mundo apenas vivesse a própria vida (João 10.10), não incomodasse aos outros(João 8:7), não julgasse (Mateus 7:1), não se julgasse melhor (Mateus 18:1-4) e não usasse Deus como forma de ganhar o dinheiro do cafezinho (Mateus 10:7-10). E hoje vimos no que deu. Não porque todos os macacos, como eu e você, sejamos gananciosos e oportunistas, somos simplesmente burros e limitados. Mas a intenção de Jesus era nos libertar. Jesus sempre soube que onde não há ordem não há opressão. Ele veio não para trazer uma nova ordem, mas para acabar com qualquer tipo de ordem existente (Mateus 10:18-22 e 10:34), não nos trazer a sabedoria, mas nos inflamar com a loucura de Deus, assim como ele era inflamado.

E agora, você se levantará para usar a privada, ou continuará sentado na frente da porta do banheiro atrapalhando as outras pessoas que querem usar as instalações que nos foram prometidas? Jesus não é apenas o atendente que apontou para a porta do banheiro. Jesus é o banheiro.

I. Perdendo Nossa Cabeça

Não Alimente Dogmas, Eles São Prejudiciais

Jesus é nossa autoestrada para o paraíso. É o caminho reto e rápido para o reino dos céus. Mas quando os macacos viram aquela estrada tão bem pavimentada construíram pedágios por toda ela e exigiam alguns cachos de banana de qualquer um que tentasse usá-la. Estes pedágios são cobrados pelas instituições religiosas (Não confunda com a Igreja: a comunhão universal de todos os santos). Estas instituições, seja católica, ortodoxa, protestante, ou seja lá qual for a denominação que criem para se rotular, se auto-intitularam relações públicas de Cristo na terra, os porta vozes do porta voz de Deus,e convenhamos, todos tem feito um péssimo trabalho. Pense nas críticas que ouviu contra a religião, ou nas críticas que você mesmo tem em relação à religião, e pare para refletir se o que é ruim é a religião ou a religião institucionalizada. Quem é contra o sexo? A religião ou a religião institucionalizada? Quem é contra a liberdade? A religião ou a religião institucionalizada? Quem quer regularizar a diversão? A religião ou a religião institucionalizada? Quem quer o seu dinheiro? A sua submissão? O seu arrependimento?

Cristo transformava água em vinho, e não o contrário. Cristo mandava cada um cuidar da própria vida e não ficar tentando tomar conta da vida dos outros. Cristo fazia demônios entrarem em porcos, e não achava ruim quando alguma mulher passava óleo nos pés dele e espalhava usando os cabelos. Assim a primeira coisa que você tem que tirar da cabeça são os dogmas.

Mas Jesus sabia que os macacos adoram dogmas tanto quanto gostam de banana e de se esfregar uns nos outros. Toda sociedade constituida têm ou inventa seus próprios dogmas. Somos viciados em certezas. Ao ponto de que se não tivermos certeza de nada vamos inventar algumas nas quais acreditar, é o famoso “até que se prove o contrário…”. Estes dogmas tem sido usados para manter estruturas de poder por toda a história registrada e por aquela documentada através da tradição oral. Jesus sabia disso e assim nos deu um dogma no qual acreditar. Não um dogma qualquer, mas um dogma que é um “anti-dogma” capaz de nos salvar dos demais. O “Grande dogma” para acabar com todos os outros dogmas para sempre. A saber: Jesus morreu para pagar por seus erros. Quais erros? Todos eles. Não importa o quão devassa ou podre seja a sua vida, você está salvo, perdoado e livre dos pecados. Jesus foi humilhado, jogado de um lado par ao outro, torturado, humilhado de novo e finalmente pregado em uma cruz pra garantir isso. Você quer ter certeza de alguma coisa? Tenha certeza que você é livre.

Livre de tudo o que tentam empurrar para você como sendo aquilo que Deus quer. Procure na Bíblia uma condenação a se apaixonar, seja por pessoas do sexo oposto ou do mesmo sexo que você, a assistir televisão, a praticar sexo antes do casamento. Cristo disse: “ame ao próximo como eu vos amei”, e foi um amor que o levou a ser torturado e morto. Amor não é algo sutil e que pode ser escondido, Jesus nos amava tanto que suava sangue, ama a todos da mesma forma intensa e insana. Esse amor às vezes contagia os cristãos e os leva a querer fazer algo em retorno. Nada pode pagar um amor superdotado como o de Jesus, mas podemos ao menos declarar nossa gratidão. Isso tem sido feito desde aquela época em Jerusalém através do batismo.

Um balde de água fria.

O sentido original do batismo era a compreensão desta lavagem que Deus proporcionou a humanidade. Se você não foi batizado ainda, peça para um amigo cristão (qualquer cristão) derramar um pouco de água na sua cabeça e declarar que você está redimido em nome de Jesus. O ritual externo não é tão importante quanto o sentido interno que este ato tiver para você. O lance aqui é se livrar de toda culpa que nos impede de sermos como Cristo foi e de nos aproximarmos de Deus como ele se aproximou. E a culpa não é como piolho que sai da sua cabeça ao ser lavada, ela existe dentro da sua cabeça e para tirar ela você precisa perder a cabeça e colocar a cabeça de Cristo no lugar. Lembre-se que já fomos todos lavados do pecado com a morte dele na cruz, assim o batismo não tem nada a ver com pecado, é simplesmente uma forma de você aceitar que não tem mais culpas.

É impossivel amar Jesus na mesma medida que ele nos ama. O batismo é só uma forma tosca de expressar isso publicamente. É como aqueles cartões mal feitos do dia das mães, são tão baratos que com o dinheiro deles não conseguiríamos nem pagar o lanche do recreio quando mais tudo o que as mães fizeram e fazem por nós. Mas elas gostam de recebê-los mesmo assim.

Abra Sua Mente

Jesus nunca criou grupos de exclusão. Ele não dizia: apenas curem os justos! Ele dizia que Deus faz chover sobre os justos e os injustos! Ele não falava para julgarmos quem era justo ou injusto, ele falava para não julgarmos e ponto final. Jesus abraçava leprosos, curava gente à distância sem nem querer saber quem eram e o que faziam e ainda falava pra pessoas que putas também eram gente.

Ele pregava para pessoas de outras religiões, batia-papo com os guardas do Império que oprimia seu povo e não baixava a cabeça para o que os sacerdotes diziam que era certo. Você sabe o que é um Samaritano? Hoje “samaritano” é sinônimo de boa gente, boa pessoa. Na época de Jesus um samaritano era alguém para ser ignorado e desprezado. Mas Jesus conversava e ensinava eles. Ele amou tanto os samararitanos que mudou o sentido da palavra! Faça como ele, experimente culturas diferentes. Coexista com todos. Se Deus criou tudo, ele criou os budistas, os israelitas, os mulçumanos, os ateus e mesmo as stripers. Quando vemos um jardim com flores de várias cores damos glória a Deus, mas quando vemos um jardim com pessoas de várias cores amaldiçoamos as flores! Siga o exemplo de Cristo, conviva com todas culturas e veja como Deus é grandioso em sua diversidade, e como através de Sua diversidade conseguimos vê-Lo de forma mais completa.

Just say Wow!

Da mesma forma Jesus chamava sacerdotes de ateus hipócritas, pessoas que lucram com a fé eram açoitadas. Ele não engolia cargos criados pelos homens, ele adorava a liberdade criada por Deus. Faça o mesmo. Extravase toda a sua frustração com a maneira bizarra que as pessoas andam pregando a fé do amor, lembre-se “amar ao próximo e perdoar seus inimigos” não significa ser um idiota.

Era considerado pecado se trabalhar no Sábado. Jesus trabalhou. Era errado questionar as autoridades religiosas. Jesus questionou. Era considerado impureza andar entre doentes. Jesus andou. Ele sabia quebrar as regras do livro. Tente fazer o mesmo. Pegue sua Bíblia e a queime. Acha que vai ser castigado? Atrairá a fúria de Deus para você? Jesus não andava com a Torah debaixo do braço. Ele nunca disse que o homem deve se alimentar da palavra impressa no papel encadernado em couro, mas das palavras que saem da boca de Deus, e as palavras que saem da boca de Deus falam direto ao coração de cada um, não apenas aos olhos dos alfabetizados. Queime ou jogue fora sua Bíblia e veja como se sente. Lembre-se: Moisés pode ter trazido a Lei escrita em pedra, mas Jesus escrevia na areia (joão 8:8). Você acha que Pedro, Paulo ou qualquer outro apóstolo tinha uma Bíblia nas suas pastinhas? De forma nenhuma, eles nem tinham pastinhas. Jesus foi específico ao dizer que “Nada leveis convosco para o caminho, nem bordões, nem alforje, nem pão, nem dinheiro, nem tenhais duas túnicas.” (Lucas 9:3). Se na hora de se livrar do seu livro você se sentir estranho, não se preocupe, são as amarras se partindo, você pode achar que queimar a bíblia ou jogá-la fora é loucura, e espere só para ver, isso não chega perto das loucuras que você ainda vai cometer, quando terminar você estará caminhando sobre as águas de alegria. Uma bíblia de papel pode ser queimada, mas não a palavra no coração. Pois é ela que queima tudo o que toca.

Seja Herege e abrace a Heresia

Heresia é por definição “qualquer doutrina contrária àquela aceita como oficial”. Para entender melhor vamos dar um exemplo mais claro. Onde Cristo nasceu e viveu, o Judaismo era a doutrina oficial, entregue por Deus para os homens diretamente via Moisés. Assim, ir contra a religião que havia sido entregue aos homens era heresia. Se ao invés de apedrejar uma mulher adúltera você condenasse aqueles que queriam levar a cabo a Lei de Deus, você era um herege. Se você desrespeitasse um dia que era reservado apenas a orações, você é herege. Se você falasse, “pare de acreditar em Deus por causa dos milagres d’Ele, acredite em Deus porque você está de barriga cheia”, é um herege.

Jesus fez tudo isso, e muito mais. Ele chegou a um ponto de parar de tentar fazer os sacerdotes seguirem a lógica dele a passou apenas a dar respostas rápidas e malacas, apenas para se tocarem de como eram idiotas. No fim Jesus rasgou o véu do Templo mais sagrado. Como Jesus, pare de respeitar a fé alheia, e respeite aquilo que Deus fala em seu coração. Respeito é algo que deve ser conquistado, não dado de graça só porque alguém te diz que ele ou ela é a sua ligação com Deus. Se a pessoa que disser isso não for o próprio Cristo, então você não deve nada a ela, nem à obra que ela ergueu.

Quando falarem que por exemplo Homossexualismo é pecado, lembre às pessoas que Jesus teve dois pais. Quando falarem que sexo antes do casamento é errado diga que quem disse isso foi Paulo de Tarso e ele deixou claro que essa era a opinião dele, não de Deus. Quando falarem que você precisa ir orar na igreja porque está se desviando, diga que Cristo desprezava quem vai pra igreja orar, que depois você faz isso como ele fazia, no seu quarto, sem ficar se exibindo para os outros. (Mateus 6:5-15)

Higienize-se

Da mesma forma que você já se livrou da sua Bíblia, pare de ir ao seu culto ou à sua igreja. Evite também ir a comícios políticos ou a “encontros de estudo” organizados pelos líderes religiosos. Um pouco de isolamento pode fazer muito bem de vez em quando. Considere que mesmo Jesus ficou quarenta dias isolado no deserto para poder esclarecer as ideias antes de começar seu ministério.

A religião institucionalizada são responsáveis por grande parte da merda que a liberdade de hoje se tornou, mas não é a única. Se você não sabe tomar conta de si mesmo, aprenda. Não espere que os outros façam isso por você. Se não sabe pensar sozinho é melhor não pensar nada, com certeza sofrerá menos prejuízo do que se sair pedindo para os outros pensarem por você.  Marque um encontro com Cristo e passe um tempo em silêncio com ele. Se preciso jogue seus livros doutrinários fora ou os distribua  para os mendigos se aquecerem Melhor ainda passe uma noite com os mendigos, longe das influências do mundo que te cercam e te controlam. Lembre-se que faculdades e escolas devemo um objetivo, caso esteja estudando apenas por um diploma desista e compre um supositório. Pare de repetir o que vem sendo dito há séculos e milênios e comece a dizer coisas novas, era o que Jesus fazia.

Abrace o inimigo

Quando Jesus estava jejuando no deserto e o diabo apareceu, o que ele fez? Saiu correndo? Ficou gritando TE EXPULSO EM NOME DE DEUS? Ele ficou gritando: MENTIRAAAAAAAAAAAAAAAAA! pra tudo o que o diabo dizia? Não. Ele saiu para passear com ele e ouvir o que ele tinha a dizer.

Ele vencia as tentações em vez de fingir que elas não existiam. Se você acredita que o cirstianismo é a única maneira de se ter acesso à Palavra de Deus, lembre-se do que disse Jesus: “Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar.” ele não disse: Na casa de meu Pai há um único e enorme cômodo homogênio!

Se a verdade absoluta fosse tão importante, teríamos algumas partes da Bíblia falando dela. E temos! Mas vejamos qual é a a bordagem do Cordeiro de Deus:

“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” João 8:32. Ou seja, se a sua verdade está te escravizando, tornando você menor e mais fechado, então não é a Verdade da qual ele falava. A Verdade de Cristo era era ele mesmo (João  6:47, 8:58, 10:7, 17:17). Ele é aquele grande dogma que falamos acima e que realmente liberta.

Toda a crença forte em algo possui um crença oposta, que é tão forte e verdadeira. Isso é o resultado do dualismo em que nossa mente existe. E isso não acontece apenas com religião. Fale de socialismo a um capitalista, fale de gnose a um agnóstico. Fale de fé com um pseudo ateu. Se toda força cria uma força oposta de igual intensidade, então a sua crença, seja religiosa, política, sexual, ou do tipo que for, vai ser falha. No momento que você começa a enxergar Deus naquilo que se opõe à sua crença, vai descobrir a besteira que é achar que tudo tem um oposto. Homossexualismo é errado? Os mulçumanos deturpam a palavra? Stephen Hakiwns quer desviar todos os filhos do caminho de Deus? Aquela menina é vagabunda e invejosa?

Temos a tendência de dividir as pessoas entre amigos e inimigos. Em cada momento da história arranjamos uma boa desculpa: Romanos versus Bárbaros; Padres versus Bruxas; Templários versus Mouros. Jesus ensinou que isso é uma grande bobagem. Na época dele todo mundo já “amava seus amigos e odiava seus inimigos.” (Mateus 5:43-44). Mas ele ensinou que devemos fazer o bem até aos que nos odeiam e perseguem.

Pense no seguinte: se Deus nos ama, por que permite o sofrimento no mundo? Se sua crença é idiota e falha pode argumentar que o sofrimento serve para nos fazer crescer, ou que o sofrimento será recompensado de forma a não nos incomodar mais no paraíso, ou mesmo que Deus como todo bom pai que dá o livre arbítrio aos filhos não gosta de vê-los sofrer, mas também não impede que eles exerçam o livre arbítrio, apenas os consola no final das contas.

Se livre de uma mente lógica e dualista. Por que Deus permite que exista o sofrimento? Quem disse que existe o sofrimento. Se levar um choque cada vez que você coloca o dedo na tomada te incomoda e causa dor, pare de por o dedo na tomada e falar que a culpa é do eletricista ou que ele não existe, pois se existisse teria feito uma tomada que solta algodão doce e não correntes de elétrons.

Conheça Suas Necessidades

Deus criou seu corpo como criou. Foi ele que decidiu que o anus ficaria na altura do pênis e que nossos braços seriam suficientemente compridos para tocar em nossa genitália. Quando ele criou o primeiro casal ele NUNCA disse: isso pode fazer, aquilo não. A boca não foi criada para isso. POR MIM, EVA, ESSA POSIÇÃO ME OFENDE, PARE COM ISSO E NÃO FAÇA NUNCA MAIS! Ele fez as pessoas e as deixou para crescer e multiplicar, não deixou o guia moral de como exatamente crescer e se multiplicar.

Deus vê tudo, presente passado e futuro. Como vimos com José no egito, com Daniel, Ezequiel e João e todos os profetas, Deus dava dicas do futuro,  se Ele achasse inseminação artificial algo pavoroso teria dito: não deitarás tua semente num copinho para ser aproveitada posteriormente. Se achasse que sexo anal era errado teria feito o ânus quadrado e com dentes ou deixaria bem claro nas escrituras, sem que os teólogos tivessem que distorcer tanto a palavra, para achar alguma menção que pudesse ser usada para se passar essa mensagem. Se achasse que rock seria ofensivo a Ele mesmo, teria criado um universo onde guitarras elétricas não poderiam ser concebidas, como no nosso universo é impossível ser concebido um bispo Edir Macedo com um corpo de Gisele Bunchen com três pernas tortas. Se nudez fosse algo feio Deus não perguntaria para Adão e Eva: por que estão escondendo esses peitinhos? Ele teria criado eles e dado um guarda roupas na sequência.

Tudo o que o seu corpo precisa, ele precisa porque foi criado assim. Seu apetite, sua fome, seu desejo, suas aspirações, seu ódio, seu descontentamento. Jesus viveu de forma plena, pregando o respeito, mas nunca a submissão, e nem por isso foi um degenerado ou um pervertido, ele sabia do que gostava e fazia isso sem peso na consciência.

Saiba o que você precisa e corra atrás, e se não tiver como obter busque alternativas para satisfazer e canalizar essas emoções e desejos e apetites, não de reprimi-los ainda mais.

Não Sinta Medo

A culpa é como um parasita alienígena ao corpo. Isso é tão verdade que sempre que você faz algo que geralmente gera a culpa e tenta ignorá-la, sofre uma onda de medo como mecanismo de defesa para impedir que você vá longe demais sem se entregar. Mais do que isso, é como um virus que se espalha contaminando as pessoas. E a coisa piora: as pessoas não culpam apenas a si mesmas, mas fazem questão de culparem umas as outras. Damos uma topada do dedo e se houver alguém próximo o bastante de nós, sentimos vontade de culpa-la por isso. “Olha o que você me fez fazer!”. É o nosso mantra natural.

Tente queimar sua Bíblia e diga que não sente o frio no estômago. Mande o pastor ir catar coquinho e tente se virar para sair sem a sensação de que um sapato voador está rumando para sua nuca. Se você não se culpar, sem dúvida alguém fará isso por você.

Se a culpa é como uma doença, Jesus é a cura. Viver como Jesus é dar a cara a tapa, receber o tapa e oferecer a outra face para um tapa ainda maior e não baixar a cabeça nunca. Se deixar a sanidade dos homens para trás é dificil, encarar uma vida como a de Cristo para chegar a Deus é mais difícil ainda, mas até ai, se isso fosse fácil não precisaríamos de Cristo aqui na terra para servir de exemplo. Sempre que o medo começar a se manisfestar lembre-se das palavras do maluco beleza por excelência: “Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus; Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa. Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós.”(Mateus 5:10-12)

Tenha em mente que o cominho para a glória e a iluminação da Loucura de Cristo não é um caminho fácil ou confortável. Você não pode ser louco e são e racional ao mesmo tempo. Judas ouviu os sacerdotes, tentou deixar a loucura para trás porque se incomodava com ela. Ele era muito racional. Achava que a libertação dos judeus só seria conseguida por uma oposição direta contra os romanos. Ele aceitou o dinheiro, para financiar sua lógica, teve uma crise, largou o dinheiro e então acabou se matando. Não tem preço, conforto, razão que possam com a insanidade daquele que acalmava tempestades quando queria atravessar o lago.

Parte II: Colocando a cabeça de Cristo no lugar

Deus nos fez à sua imagem e semelhança. Cada ser humano tem o potencial de Deus dentro de si, a fagulha divina, por assim dizer. Cristo relembrou as palavras do salmista (Salmos 82:6) e disse “Não está escrito na vossa lei: ‘Eu disse: Sois deuses?’” (João 10:34). Ele nos mostrou como transformar esse potencial em uma chama sem controle que não responde a ninguém senão ao Altíssimo. Colocar a cabeça de Cristo no lugar da sua é justamente aprender como atingir essa iluminação, como fazer essa chama que existe dentro de você se tornar uma estrela dançarina, como uma vontade de potência a se materializar.

Existem duas maneiras de enlouquecermos: uma lenta e gradual e a outra repentina. A maneira lente a gradual é aquela em que você descobre que se Deus criou tudo, está em tudo: da galáxia mais radiante ao macaco mais ignorante. No processo de perder a sua cabeça você segue este caminho gradual. A outra forma é simplesmente se iluminar de uma hora para outra.

Pense no seguinte:

A) Pode Deus criar uma pedra tão pesada que nem mesmo Ele possa erquê-la?

B) Se Deus sabe tudo o que você vai fazer, então existe mesmo o livre arbítrio ou todos os seus passos já foram dados?

C) Se Deus é bom por que prendi minha língua na máquina de escrever?

Cristo vivia em ligação direta com Deus – que é a maneira que Deus gostaria que cada um de nós vivêssemos – portanto ele saberia responder a essas três questões ao mesmo tempo que dividiria dois Big Macs para todo o acampamento do Movimento dos Sem Terra, e sem desviar os olhos do que estava fazendo.

A única maneira de você tentar compreender as respostas para essas questões é deixando a lógica dos macacos para trás e colocando a cabeça de Cristo no lugar da sua. Enlouqueça. Veja a Verdade – ao invés de tentar compreendê-la. E a Verdade o Libertará.

Até agora vimos como perder nossa cabeça. Se livre de suas certezas, medite/ore mais, em silêncio e sem a companhia de ninguém. Aprenda a ouvir o silêncio. Dê valor para uma mente vazia, não para um cabeça oca. Aprenda a enxergar a estrela que mostraria o local do nascimento do Cristo, como os sábios do oriente fizeram, e verá que ela paira sobre a sua cabeça.

Você pode fazer isso deixando o Espírito Santo agir sobre você. Quando os apóstolos foram visitados pelo Espírito Santo após a a crucificação e começaram a falar em várias línguas desconhecidas as pessoas acharam que eles estavam bêbados (Atos 2:13). Um irmão, durante um encontro freak ponderando sobre a primeira questão disse:

“Pensei: carregar pedra é característico de quem é incapaz, tipo escravos, operários e diretores de multinacionais. Quem tem que carregar pedra é porque não pode mudar ela de lugar sem ter que carregá-la. Então a pergunta real é: ‘Deus pode limitar a si mesmo para fazer o que um macaco faz?’ E a resposta é sim. O cristianismo conta que ele fez exatamente isso.  Deus se fez macaco para mostrar que os macacos podem ser campeões. Deus se fez fraco, incapaz de carregar uma cruz (Mateus 27:32) e nem por isso deixou de ser Deus, que podia erguer o universo com a pedra e a cruz que estava em cima dessa pedra junto com ele. Então ele SIM, pode criar uma pedra que não pode carregar. E logo depois pode SIM carregá-la.”

Isso faz sentido para você? Não deveria, isso não tem sentido, tem loucura.

Hoje o twitter se tornou uma febre mundial. Trancreva seus pensamentos e experiências em até 140 caracteres. Essa idéia pode ser fantástica, mas está defasada em pelo menos 3 séculos. Os mestres zen perceberam que é impossível tentar compreender algo que você ainda não compreende usando a sua mente naquele momento. Se fosse possível você já teria compreendido e não precisaria perguntar para o mestre. Ou seja usar uma lógica que você compreenda não serve de ponte para te levar ao que julga incompreensível. Uma vez perguntaram a um mestre zen o que era Buda, ele respondeu: “cinco libras de linho”! Você consegue compreender essa resposta? Jesus conseguiria, rindo da piada e respondendo outra ainda melhor, e ambos ririam juntos.

Esses atalhos para a iluminação são os koans zens, frases ou respostas curtas para perguntas, que aparentemente tão sem sentido e que só podem à iluminação caso a pessoa medite cobre ele até desligar sua razão tosca e expandir sua mente para além dos limites do comum – ou a chatice da sua vida de volta, sem custos adicionais. É como o gosto de uma lingua que se autosaboreia. Pense em duas mãos batendo palmas. Agora pense no som que faz apenas uma mão batendo palma.

Durante o seu processo de buscar a loucura você pode praticar um exercício rápido para dar um curto circuito no seu sistema lógico e se aproximar da Cristozofrenia em flashes. Imagine que você caminha em um lugar desconhecido em uma noite escura de tempestade. De repente, um relâmpago rasga o céu, iluminando tudo por um segundo, permitindo que naquele segundo você se localize e saiba em que direção seguir antes da escuridão engolfar a tudo novamente e você continue seguindo pelo caminho até a próxima iluminação repentina. Mather Luther King Jr. esse freak dos anos sessenta disse certa vez: “Suba o Primeiro degrau com fé. Não é necessário que você veja toda a escada. Apenas de o primeiro passo.”. Na cultura do movimento freak estes relâmpagos ganharam o nome de ‘Freakoans’. Prazer em conhecê-lo.

Jesus usava parábolas para tentar fazer os macacos de Jerusalém entenderem suas mensagens. Vá para uma missa e vai ver que até hoje a mensagem não foi entendida. C.S Lewis, um dos freaks mais bizarros do século XX uma vez disse: “O que não é eterno está fora de moda”. Concordando com isso, o movimento Jesus Freak, tentando atualizar essa forma de levar as pessoas à iluminação insana, deixou as parábolas de lado, por serem muito longas e às vezes chatas e depois de um tempo quem as está ouvindo nem se lembra mais da pergunta que fez, e as substituiu por Freakoans.

Outro irmão freak diante da segunda questão teve como resposta: “Da mesma forma que o que você come hoje influencia no que cagou ontem!”

Refletindo sobre o assunto ele escreveu:

“Se Deus é onipresente então não existe para Ele distinção entre presente, passado e futuro, apenas existe o Ser. Assim, ele saber o que você vai fazer amanhã afeta o seu livre arbítrio tanto quando aquilo que ele sabe que você fez ONTEM! Assim a onipresença de Deus não afeta o livre arbítrio de maneira nenhuma”

Faz sentido? É bom que não.

Frekoans são ferramentas que tem como único objetivo desligar o macaco que existe em você, desligar a lógica, o raciocínio, o senso comum – e tudo o mais que foi criado com o único objetivo de te fazer criar uma solução pra pegar uma banana dentro de uma fogueira sem se queimar – e te conectar diretamente, fisiologicamente e neurologicamente a Deus.

Sobre a terceira pergunta uma irmã que não bate bem da cabeça respondeu:

“Acreditar em Deus é acreditar no caráter de Deus. Se você está na pior, se está gravemente doente, sem um puto no bolso, isso não é por acaso. Você acha que quando um deficiente mental morre a alma dele continua deficiente mental? É claro que não. E talvez todos nós sejamos doentes mentais e só enxergaremos com clareza depois que formos para o outro lado. Até lá não podemos dizer com certeza o que é bom e o que é mal para nós. Qualquer reclamação com Deus é um ato ridículo de arrogância, é como dizer que sua mãe é pior do que Hitler porque ela te obriga a comer brócolis. Talvez sua vida seja muito melhor com a língua presa na máquina de escrever, já que tudo o que você fez a sua vida toda, seus pais fizeram a vida deles toda e os pais de seus pais fizeram a vida deles toda, resultaram no ponto presente em que você se encontra com a língua presa”

Nada coerente.

Para exemplificar ainda mais, vamos simular agora os Freakoans em ação. Veja uma conversa sem Freakoan, com um macaco de um lado e um macaco de outro:

Macaco1: Se Deus existe, por que ele não cura amputados?

Macaco2: Mas ele cura amputados, estrelas do mar e lagartixas regeneram partes amputadas.

M1: Não estou falando de animais, mas de pessoas que oram para ele pedindo para que o membro cresça novamente.

M2: Mas por que apenas as pessoas que oram deveriam ter os membros curados e regenerados? E as que rezam?

M1: Você sabe do que estou falando. Se Deus existe, ele deveria curar amputados.

M2: Mas se uma pessoa pára de ter uma vida saudável apenas porque perdeu um braço ou uma perna, ela não precisa de Deus, precisa de um psicanalista. A vida deveria ser mais do que apenas um braço ou uma perna.

M1: Isso não vem ao caso. Se Deus regenerasse uma perna, todos saberiam que ele existe, e a dúvida terminaria.

M2: Jesus e os apóstolos ressuscitavam pessoas, isso é curar a morte, na época que aconteceu ninguém levou a sério, hoje chamam isso de conto de fadas, porque acha que se Ele curasse amputados hoje, amanhã as pessoas seriam diferentes?

M1: Então por que Deus simplesmente não aparece, ou faz algo que tire a dúvida de todos? Ele não é Todo-Poderoso?

… conversa vai ao infinito e ninguém sairá com uma resposta, ninguém crescerá mentalmente, filosoficamente ou espiritualmente e não haverá satisfação na conversa.

Veja agora uma conversa com Freakoan, com um macaco de um lado e um macaco de outro:

Conversa 1

Macaco1: Se Deus existe, por que ele não cura amputados?

Macaco2: O sol do meio-dia não faz sombra!

M1: ???

M1: Viu? Dá respostas idiotas porque não consegue responder esse absurdo!

M2 segue sua vida, M1 segue sua vida, a conversa tem fim e os dois ganharam com isso.

Conversa 2

Macaco1: Se Deus existe, por que ele não cura amputados?

Macaco2: O sol do meio-dia não faz sombra!

M1: ???

M1: !!!

M1: ?!

Cristozofrênico: HAHAHAHAHAHAHAHAHA, MAS É CLARO! COMO NINGUÉM PENSOU NISSO ANTES? HAHAHAHAHAHAHA

A conversa tem fim e os dois ganharam com isso.

Agora que você já pegou a idéia, segue uma lista de questões comuns entre as pessoas e Freakoans com a resposta para elas. Medite de verdade sobre eles e veja o que acende dentro de sua cabeça:

1ª Se Deus é imutável, porque ele precisou “mudar as regras” enviando-se Jesus na Terra?

Freakoan: Falar com clareza não é problema da língua.

2ª Por que um Deus todo-poderoso teve que se tornar carne para poder se sacrificar em seu próprio nome, de modo a livrar sua criação de sua própria ira? Será que Deus, em sua sabedoria infinita, não teria uma solução menos primitiva?

Freakoan: Muitas vezes, para um computador voltar a funcionar, basta desligá-lo e religá-lo.

3ª Se tudo é “parte do plano de Deus”, como dizem os crentes, então Deus planejou todas as desgraças, todas as catástrofes e todos os nossos pecados e não precisamos sentir culpa por nada nem fazer nada para corrigir as coisas?

Freakoan: Se você devolver este livro após a data de devolução, será multado. Se você não devolver este livro após a data de devolução, será multado.

4ª Por que os teístas dizem que eu preciso vasculhar todos os lugares do universo e não achá-lo para dizer que Deus não existe, se eu só precisaria não encontrá-lo em apenas um lugar, visto que é onipresente?

Freakoan: Por que não?

5ª Cristãos dizem que se um bebê morrer, ele vai para o céu. Por quê então são tão contrários ao aborto, se isso privaria todas as crianças de irem para o Inferno?

Freakoan: A morte só mora onde reina a sombra do coração humano.

6ª Como Deus pode ter emoções (ciúme, raiva, tristeza, amor) se ele é onipotente, onisciente e onipresente? Emoções são uma reação, mas como Deus pode reagir a algo que ele já sabia que iria acontecer e até planejou?

Freakoan: Qual o som do silêncio?

7ª Por que Deus permite que uma criança nasça se ele já sabe que ela vai para o inferno? Onde está seu amor infinito?

Freakoan: Dizer que não existem cristãos não é o mesmo que dizer que não existe cristianismo.

8ª Por que a Bíblia não fala nada sobre dinossauros?

Freakoan: No jardim, uma margarida.

9ª Por Quê Deus Não Cura Os Amputados?

Freakoan: O sol do meio-dia não faz sombra!

10ª Por quê há tanta gente no nosso mundo Morrendo De Fome?

Freakoan: Nenhum caminho leva a lugar nenhum.

11ª Por que Deus ordena a morte de tantas pessoas inocentes na Bíblia?

Freakoan: As palmeiras existem dentro ou fora de sua mente?

12ª Por que coisas ruins acontecem com pessoas boas?

Freakoan: Sua pergunta já traz, em si, a resposta.

13ª Por que nenhum dos milagres de jesus na bíblia deixou alguma evidência?

Freakoan: Pedras que rolam não criam limo.

14ª Como explicamos o fato de Jesus nunca ter aparecido de fato para você ?

Freakoan: Cem palavras não valem mais do que uma única imagem, mas após ver o professor, aquela olhada nunca valerá mais do que cem palavras. Seu nariz erguido, ia alto. Mas ele era cego, afinal de contas.

15ª Por que os cristãos se divorciam na mesma proporção daqueles que não são cristãos?

Freakoan: Por que a Igreja é contra astrologia se Jesus era de capricórnio?

16ª Se Deus é onipotente e todo-poderoso, por que levou seis dias para criar tudo? Não poderia ter feito tudo simplesmente aparecer de uma vez?

Freakoan: Se nada existe, de onde veio esta questão?

17ª Como Noé consegui colocar os milhões e milhões de espécies que existem no planeta, aos pares, dentro de uma arca?

Freakoan: E morará o lobo com o cordeiro, e o leopardo com o cabrito se deitará.

18ª Se Noé colocou todos os animais dentro da arca por 40 dias e 40 noites, como é que os pinguins conseguiram ir do monte Ararate até o pólo do planeta, e como os Kolalas saíram de lá para chegar à Austrália sem eucaliptos para irem se alimentando no caminho?

Freakoan: Os últimos serão os primeiros, e os primeiros, os últimos.

19ª Deus que ser adorado e seguidos por todos, e quem se recusar será queimado no inferno eternamente. Isso não define Deus como um tirano megalomaníaco?

Freakoan: Qual era a tua natureza original, antes dos teus pais terem nascido?

20ª Se no princípio havia apenas Deus e Ele criou tudo o que há, porque Ele criaria anjos com a propensão de desafiá-Lo?

Freakoan: O caminho passa por fora da cerca.

21ª Se Deus criou tudo, por que Ele criou AIDS, ebola, antrax, a peste negra, etc? Isso é parte do plano de Deus?

Freakoan: Todo dia é um bom dia.

22ª Por que Deus responde as preces de um trabalhador de classe média, consegue ajudá-lo a conseguir um emprego e a dar um bom estudo para sua família, mas se recusa a responder as preces das pessoas que sofrem por doença, de fome e que vivem abaixo do nível da miséria?

Freakoan: Um cipreste no jardim.

23ª Se o Cristianismo é a única religião verdadeira, então por que encontramos praticantes de outras religiões se sentindo plenos e satisfeitos com suas próprias crenças?

Freakoan: O homem observa a flor, a flor sorri.

24ª Se Deus existe porque as pessoas fazem sofrer umas as outras?

Freakoan – Por que vocês fazem isso?

Criando Freakoans

Jesus Freak é um movimento individual, não acredita em igrejas ou templos, como era na época em que Jesus saiu pregando sua loucura e contagiando as pessoas com seu amor. Não espere encontrar um templo com um Freak que irá responder as suas perguntas, essa pessoas deve ser você mesmo, ou você mesma. Assim vejamos agora alguns exemplos de como você pode criar o seu Freakoan caso surjam novas dúvidas.

Exemplo 1: Ore a Deus pedindo entendimento. Em seguida lei a a Bíblia. Medite sobre a resposta que teve.

Exemplo 2: Sempre que a dúvida surgir, pergunte para a primeira pessoa da rua com quem cruzar aquilo que complica sua cabeça. Tome como freakoan a primeira coisa que ela responder, agradeça e dê um real para ela dizendo: Jesus paga um pau pra você! Medite sobre a resposta que teve.

Exemplo 3: Pegue revistas, livros ou a sua própria Bíblia antes de queimá-la e recorte aleatoriamente frases, palavras ou imagens. Quando tiver uns 50 ou 60 recortes, coloque em um saco ou numa caixa. Sempre que surgir uma dúvida relaxe, esvazie a mente e diga: “encara essa agora Jesus!”, e tire um papel do saco/caixa. Medite sobre a resposta.

Exemplo 4: Apenas medite sobre a resposta.

 

Por fim, um último aviso. De forma alguma deixe estes Freakoans se tornarem respostas decoradas a questões que você não entende. Uma mesma questão pode ser respondida por 300 Freakoans diferentes, lembre-se, eles não devem ter lógica. Tão pouco faça com que seja apenas uma forma de fugir das perguntas. Algumas perguntas são elas mesmas freakoans, por exemplo: “Quem é minha mãe? E quem são meus irmãos? ” Marcos 3:33. Aprenda a deixar o Espírito Santo falar por você, e não busque sentido. Você acha que depois de 40 dias meditando sem comer debaixo de uma árvore Jesus ancontrou alguma resposta que fizesse sentido? E mesmo assim ele deixou o Diabo puto, resmungando coisas sem sentido, para trás. Ore por isso. Nós estaremos no outro galho, da grande árvore da vida, comendo uma banana, orando por você.


Sentindo-se freak? Conheça Jesus Freak: o Guia de Campo para o Pecador Pós-Moderno


 

Postagem original feita no https://mortesubita.net/jesus-freaks/cristozofrenia-perca-a-cabeca-ponha-a-de-cristo-no-lugar/

Defumação e Incensos

Ninguém sabe quando a humanidade começou a usar as plantas aromáticas. Estamos razoavelmente seguros de que os sentidos do homem antigo eram bem mais aguçados, e o sentido do olfato foi crucial para sua sobrevivência. Há evidência do período Neolítico de que ervas aromáticas eram usadas em culinária e medicina, e que ervas e flores eram enterradas com os mortos. A fumaça ou fumigação foram provavelmente um dos usos mais antigos das plantas, como parte de oferendas rituais aos deuses. Era provavelmente notado que a fumaça de várias plantas aromáticas tinha, entre outros, efeitos alucinógenos, estimulantes e calmantes. Gradualmente, um conjunto de conhecimentos sobre as plantas foi acumulado e passado a centenas de gerações de xamãs.

As plantas aromáticas têm sido honradas de um modo especial desde os tempos antigos. Eram utilizadas em rituais religiosos e mágicos, assim como nas artes curativas. Estas três práticas eram fundamentais para a existência humana (ainda hoje continuam sendo).

A antiga civilização egípcia era devotada em direcionar os sentidos em direção ao Divino. O uso das fragrâncias era muito restrito. Inicialmente, sacerdotes e sacerdotisas eram as únicas pessoas que tinham acesso a estas preciosas substâncias. As fragrâncias dos óleos eram usadas em perfumes, na medicina e para uso estético, e ainda, para a consagração nos rituais, queimados como incenso. Sobre as paredes das tumbas dos templos antigos perdidos no deserto, podemos ver com freqüência uma fumaça que sai de um pote, ou um incensário horizontal muito parecido com os atuais. Quando o Egito se fez um país forte, seus governantes importaram de terras distantes incenso, sândalo, mirra e canela. Esses tesouros aromáticos eram exigidos como tributo aos povos conquistados e se trocavam inclusive por ouro. Os faraós se orgulhavam em oferecer às deusas e aos deuses enormes quantidades de madeiras aromáticas, gomas, resinas e perfumes de plantas, queimando milhares de caixas desses materiais preciosos. Muitos chegaram a gravar em pedras semelhantes façanhas.

Os materiais das plantas aromáticas eram entregues como tributos ao estado, e doados a templos especiais, onde se conservavam sobre altares como oferendas aos deuses e deusas. Todas as manhãs as estátuas eram untadas pelos sacerdotes com óleos aromáticos. Se queimava muito incenso nas cerimônias do templo, durante a coroação dos faraós e rituais religiosos. Se queimavam também em enterros, para neutralizar odores e afugentar maus espíritos.

Sem dúvida o incenso egípcio mais famoso foi o Kyphi. O Kyphi se queimava durante as cerimônias religiosas para dormir, aliviar ansiedade e iluminar os sonhos, e acreditava-se inclusive que pudesse reavivar a sexualidade dos mortos.

Sumérios e Babilônios

É difícil separar as práticas destas culturas distintas já que os Sumérios tiveram uma grande influência dos babilônios, e transcreveram muita da literatura dos seus antepassados para o idioma sumério. Sem engano sabemos que ambos os povos usavam o incenso. Os Sumérios ofereciam bagas de junípero como incenso à deusa Inanna. Mais tarde os babilônios continuaram um ritual queimando esse suave aroma nos altares de Ishtar.

Tudo indica que o junípero foi o incenso mais utilizado, eram usadas outras plantas também. Madeira de cedro, pinho, cipreste, mirto, cálamo e outras, eram oferecidas às divindades. O incenso de mirra, que não se conhecia na época dos Sumérios foi utilizados posteriormente pelos babilônios. Heródoto assegura que na Babilônia queimaram uma tonelada de incenso. Daquela época nos tem chegado numerosos rituais mágicos. O Baru era um sacerdote babilônio esperto na arte da adivinhação. Acendia-se incenso de madeira de cedro e acreditava-se que a direção que a fumaça levantava determinaria o futuro, se a fumaça movia-se para a direita o êxito era a resposta, se movia-se para a esquerda a resposta era o fracasso.

Hindus e Budistas

A Aromaterapia tem sido uma parte essencial do ritual religioso Hindu desde o tempo dos Vedas, cuja idade pode ser estimada em 5.000 a.C. O incenso favorece um estado meditativo, por isso ele também foi incorporado pelos budistas, que são naturalmente avessos a rituais externos. É usado na iniciação de Lamas e Monges, e é oferecido aos bons espíritos nos cultos diários.

Gregos e romanos

Estes povos acreditavam que as plantas aromáticas procediam dos deuses e deusas. Queimavam o incenso como obrigação e para proteção das casas. Em Roma usava-se nas ruas e em especial na adoração do Imperador. O povo chegou a consumir tantos materiais aromáticos que no ano de 565 foi decretada uma lei que proibia utilizar essências aromáticas pelas pessoas, com temor de não se ter suficiente incenso para queimar nos altares das divindades.

Nativos americanos

Os nativos americanos vivem em harmonia com a terra, reverenciam-na como geradora de vida. Desde muito eles conhecem as propriedades de cura das plantas de poder, usadas em tendas de suor, dança do tambor etc. Queima-se sálvia branca, cedro, pinho e resinas para limpeza de objetos de poder e rituais de adoração. É usada para a saúde e o bem-estar da tribo. Na América do sul resina aromática de copal é oferecida ainda hoje pelos descendentes Maias e Astecas para suas divindades ancestrais.

Judeus

De acordo com o Zohar, oferecer incenso é a parte mais preciosa do serviço do Templo para os olhos de Deus. A honra de conduzir este serviço é permitida somente uma única vez na vida. Diz-se que quem teve o privilégio de oferecer o incenso está recompensado pela sorte com riqueza e prosperidade para sempre, neste mundo e no seguinte.

Católicos

Como esquecer a historia maravilhosa dos três Reis Magos, que presentearam com o Líbano e Mirra o Mestre Jesus, quando ele nasceu? Essas resinas aromáticas são presentes mágicos, são incensos de alta importância e fragrância. Em varias igrejas católicas, misturas de incensos contendo resinas de Líbano e Mirra são queimados durante os rituais.

A fumaça aromática

Hoje percebe-se um aumento do interesse pelos incensos naturais de antigamente, e isso se deve ao fato que querermos que nossa casa seja um lugar mais aconchegante, convidativo e mais agradável. Infelizmente incensos comerciais raramente contém resinas ou óleos essenciais, e são feitos com essências sintéticas, carvão e derivados de petróleo que, na verdade, não trazem grandes beneficios. Prefira os feitos com sândalo (sandalwood) ou serragem (sawdust powder).

Várias pessoas associam incensos com rituais religiosos ou espiritualidade; realmente varias religiões usam fumaça aromática em seus rituais e suas cerimônias. A fumaça que sai do incenso é usada para santificar, purificar ou abençoar, e acredita-se que a fumaça é o mensageiro para o reino dos céus. Nossos ancestrais faziam uso de incensos em suas casas porque pensavam que podiam protegê-los das pragas e doenças. Essa teoria possui alguma verdade: incensos feitos de ervas, incluindo tomilho e capim limão, há muito são usados por suas propriedades anti-sépticas e curativas. Estas e outras ervas eram queimadas em quartos de doentes, em hospitais, antes da descoberta dos antibióticos. Quando queimamos incensos naturais, moléculas de óleos essenciais são soltas no ar. Então elas acham seu próprio caminho, pelo sistema olfativo ou pelos poros da pele, e atuam no cérebro, onde se processam efeitos químicos que podem mudar seu ânimo, evocar boas memórias e lembranças. Essa fumaça aromática pode relaxar, estimular e aumentar nossa energia, nos levando para um momento de paz e tranquilidade.

Umbanda

A defumação é essencial para qualquer trabalho num terreiro de Umbanda, bem como nos ambientes domésticos. Este ritual é praticado com o objetivo de purificar o ambiente (terreiro/residência), bem como o corpo do mediúm e a assistência (pessoas que irão participar da gira), retirando as energias negativas e preparando o local para que a gira possa ocorrer em harmonia.

Pode-se aproveitar o know-how pego pela Umbanda para fazer uma limpeza em sua própria casa. Para fazer uma defumação correta só precisa de carvão em brasa, dentro de um turíbulo (incensório pequeno, geralmente feito de barro). Jogue as ervas secas dentro (ou na parte de cima, dependendo do modelo de incensório) e vá defumando toda a casa: Se for para limpeza espiritual, defume sempre de dentro para fora, se for para atrair bons fluidos e dinheiro, defume de fora para dentro. Os resíduos da defumação podem ser jogados no rio, no lixo, no terreno baldio, em qualquer lugar bem longe da casa, na encruzilhada, etc. (isto vai variar com a bula da defumação). Várias pessoas também aconselham a seguir a posição da lua. Ex: Para quebrar feitiços e limpeza em geral, fazer na lua minguante. Na lua nova, crescente ou cheia, fazer a defumação para prosperidade, amor, etc.

Existem dois tipo de defumação:

DEFUMAÇÃO DE DESCARREGO- Serve para afastar seres do baixo astral, e dissipar larvas astrais que impregnam qualquer ambiente, tornando-o carregado e ocasionando perturbações nas pessoas que neles se encontram. Ervas utilizadas:

ALECRIM DO CAMPO: Defesa dos males, tira inveja e olho gordo, protege de magias.
ARRUDA: Descarrego e defesa dos males, proteção e remove o efeito de feitiços.
BELADONA: Limpeza de ambientes
BENJOIM RESINA e CANELA: Limpa o ambiente e destrói larvas astrais.
CARDO SANTO: Defesa, quebra olho gordo
CIPÓ CABOCLO: Elimina todas as larvas astrais do ambiente
FOLHA DE BAMBU: Afasta vampiros astrais
GUINÉ: Atua como um poderoso escudo mágico contra malefícios.
INCENSO: Tanto a erva como a resina (pedra) são bons para limpeza em geral.
MIRRA: Descarrego forte, afasta maus espíritos
PALHA DE ALHO: Afasta más vibrações

Modo de usar: Varra a casa ou local a ser defumado, acenda uma vela para seu anjo de guarda, depois acenda um braseiro e coloque dentro do mesmo três tipos diferentes de ervas. Defume de dentro para fora, mantendo o pensamento firme de que está limpando sua casa, sua família e seu corpo.

DEFUMAÇÃO LUSTRAL- Além de afastar alguns remanescendes astrais que por ventura tenham se mantido após a defumação de descarrego, esta defumação atrai para o ambiente correntes positivas das entidades, que se encarregarão de abrir seus caminhos. Ervas usadas:

ABRE CAMINHO: Abre o caminho atraindo bons fluidos dando força e liderança.
ALFAZEMA: Atrativo feminino, deixa o lar mais suave, limpa, purifica e traz o entendimento
ANIS ESTRELADO: Atrativo. Chama dinheiro
COLÔNIA: Atrai fluidos benéficos
CRAVO DA ÍNDIA: Atrativo e chama dinheiro e dá força á defumação.
EUCALIPTO: Atrai a corrente de Oxossi
LEVANTE: Abre os caminhos do ambiente
LOURO: Abre caminho, chama dinheiro, prosperidade e dá energia ao ambiente
MADRESSILVA: Desenvolve a intuição e a criatividade, favorece também a prosperidade.
MANJERICÃO: Chama dinheiro
ROSA BRANCA: Paz e harmonia
SÂNDALO: Atrativo do sexo oposto e também ajuda a conectar com a essência Divina

Modo de usar: Esta defumação deve ser feita da porta da rua para dentro do ambiente.

Na limpeza, evite escolher ervas com funções diferentes, por exemplo: Levante, Louro e cardo santo, pois duas estão abrindo o caminho, e a terceira (cardo santo) é para limpeza. Isso pode não combinar, por isso primeiro defume a casa fazendo somente a limpeza, de dentro para fora, depois use as ervas para atrair coisas boas (de fora para dentro).

Quando for fazer defumação de café e açúcar, não faça com os 2 juntos; Primeiro defume de dentro para fora com café, jogue as brasas e os resíduos bem longe, depois defume de fora para dentro com açúcar.

Quando for usar Incenso, Mirra e Benjoim, pode-se usar uma quarta erva para limpeza.

Muitas pessoas não podem defumar a casa porque o marido, mulher ou vizinhos não gostam de defumação. Então, para uma defumação mais simples e funcional, faça-a com incensos, seguindo a orientação abaixo:

PARA LIMPEZA DE AMBIENTE COM INCENSOS

Encha um copo virgem (de vidro) de arroz cru, coloque 8 varetas de incenso, podendo ser de Arruda, Alecrim, Cânfora, Eucalipto, Madressilva ou Pimenta, passe este copo na casa inteira (começando de dentro para fora da porta de entrada) e quando chegar na porta de entrada, deixe-os queimando, no término, jogue todos os resíduos (arroz e o pó do incenso) na água corrente, e o copo guarde para a próxima defumação.

Tabela de incensos:

Limpeza: Olibano, elemi,copal,cravo da índia, junipero, louro cedro, lavanda alecrim, salvia branca, sangue de dragão, sweetgrass.
Coragem: Elemi, sangue de dragão, balsamo do peru, olibano, palusanto, louro, lavanda, cedro, pinho, junipero, salvia branca, tomilho.
Criatividade: Anis estrelado, copal, cravo da índia, mastic, elemi, breuzinho, olibano, capim limão, junipero.
Relaxar: Lavanda, sândalo, vetiver, sandarac, nardo.
Meditação & oração: Sândalo, mirra, olibano, mastic, copal, nardo, Ladano, sangue de dragão, damar, aloes madeira.
Sono: Sândalo, nardo, galbano, mirra, salvia branca, lavanda.
Sonhos: Aloés madeira, mastic, louro, lavanda.
Amor: Sândalo, aloés copal, bejoin, mirra, vetiver, cássia, nardo, rosa patchuli.

#Religiões

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/defuma%C3%A7%C3%A3o-e-incensos

O Ritual da Revelação: o ritual dos 144 dias

Por Robson Bélli

“Então ele sacou a chave de prata e fez movimentos e entonações cuja fonte ele só conseguia se lembrar vagamente. Alguma coisa foi esquecida? Ele sabia apenas que desejava cruzar a barreira para a terra desimpedida de seus sonhos e os abismos onde todas as dimensões se dissolviam no absoluto. ” _
ATRAVÉS DO PORTÃO DA CHAVE DE PRATA por H.P. Lovecraft

Apocalipse é a palavra grega para Revelação, e o propósito deste ritual é revelar ao aluno todos os aspectos da psique, do mais interno ao externo, e transformar o aluno em um veículo para a luz. Ao completar este ritual em sua totalidade, o aluno é um Ipsissimus que o trabalho em si mesmo é concluído. O termo para isso é transcendência. Este é o ponto mais alto para o qual uma alma pode evoluir enquanto ainda está encarnada em um corpo físico. É a identificação completa com aquela parte da consciência que sobrevive ao que chamamos de morte.

É aconselhável que o aluno tenha praticado o RITUAL MENOR DO PENTAGRAMA e a circulação do Corpo de Luz por meio do Ritual do Pilar do Meio por pelo menos uma semana ou mais antes de realizar este ritual. A quantidade de tempo gasto com os rituais não é crucial, mas o aluno deve ser proficiente neles e memorizá-los antes de realizá-los. O ritualista também deve ser proficiente em meditação. Se você tem doenças físicas que ignorou anteriormente, elas podem ficar agitadas após o chamado dos Governadores do ZAX (O Abismo). O ritualista deve fazer o que puder para lidar com os problemas, mas não interromper o ritual. Os efeitos negativos terminarão quando o ritual for concluído.

O resultado é uma compreensão completa da psique e do lugar do indivíduo no mundo. O ritualista também pode notar que ocorrem sincronicidades em sua vida durante o ritual e bem depois. É muito importante realizar este ritual exatamente como está escrito, a menos que seja instruído de outra forma. Este trabalho não deve ser empreendido levianamente. Uma vez concluído, o ritualista terá alcançado o estado conhecido como Transcendência. Isso é possível sem a ajuda de qualquer ordem, indivíduo ou outra agência externa.

1º dia:

  1. Realize o Ritual de Banimento Menor do Pentagrama
  2. Enfrentar Leste-Nordeste
  3. Invoque a 18ª Chave Enoquiana
  4. Medite sobre a força invocada.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

2º dia

  1. Realize o Ritual de Banimento Menor do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste.
  3. Invoque a 17ª Chave Enoquiana
  4. Medite sobre a força invocada.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

3º dia

  1. Realize o Ritual de Banimento Menor do Pentagrama
  2. Enfrentar Leste-Sudeste
  3. Invoque a 16ª Chave Enoquiana
  4. Medite sobre a força invocada.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

4º dia

  1. Realize o Ritual de Banimento Menor do Pentagrama
  2. Face Norte-Nordeste
  3. Invoque a 15ª Chave Enoquiana
  4. Medite sobre a força invocada.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

5º dia

  1. Realize o Ritual de Banimento Menor do Pentagrama
  2. Enfrente Norte-Noroeste
  3. Invoque a 14ª Chave Enoquiana
  4. Medite sobre a força invocada.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

6º dia

  1. Realize o Ritual de Banimento Menor do Pentagrama
  2. Vire para o norte
  3. Invoque a 13ª Chave Enoquiana
  4. Medite sobre a força invocada.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

7º dia

  1. Realize o Ritual de Banimento Menor do Pentagrama
  2. Fique de frente para o oeste
  3. Invoque a 12ª Chave Enoquiana
  4. Medite sobre a força invocada.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

 

 

8º dia

  1. Realize o Ritual de Banimento Menor do Pentagrama
  2. Enfrente Oeste-Noroeste
  3. Invoque a 11ª Chave Enoquiana
  4. Medite sobre a força invocada.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

9º dia

  1. Realize o Ritual de Banimento Menor do Pentagrama
  2. Enfrente Oeste-Sudoeste
  3. Invoque a 10ª Chave Enoquiana
  4. Medite sobre a força invocada.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

10º dia

  1. Realize o Ritual de Banimento Menor do Pentagrama
  2. Enfrente Sul-Sudeste
  3. Invoque a 9ª Chave Enoquiana
  4. Medite sobre a força invocada.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

11º dia

  1. Realize o Ritual de Banimento Menor do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 8ª Chave Enoquiana
  4. Medite sobre a força invocada.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

12º dia

  1. Realize o Ritual de Banimento Menor do Pentagrama
  2. Enfrente Sul-Sudoeste
  3. Invoque a 7ª Chave Enoquiana
  4. Medite sobre a força invocada.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

13º dia

  1. Realize o Ritual de Banimento Menor do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 6ª Chave Enoquiana
  4. Medite sobre a força invocada.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

14º dia

  1. Realize o Ritual de Banimento Menor do Pentagrama
  2. Vire para o norte
  3. Invoque a 5ª Chave Enoquiana
  4. Medite sobre a força invocada.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

 

 

15º dia

  1. Realize o Ritual de Banimento Menor do Pentagrama
  2. Fique de frente para o oeste
  3. Invoque a 4ª Chave Enoquiana
  4. Medite sobre a força invocada.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

16º dia

  1. Realize o Ritual de Banimento Menor do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 3ª Chave Enoquiana
  4. Medite sobre a força invocada.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

17º dia

  1. Realize o Ritual de Banimento Menor do Pentagrama
  2. Fique de frente para o noroeste
  3. Invoque a 2ª Chave Enoquiana
  4. Medite sobre a força invocada.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual

 

18º dia

  1. Realize o Ritual de Banimento Menor do Pentagrama
  2. Vire para sudeste
  3. Invoque a 1ª Chave Enoquiana
  4. Medite sobre a força invocada.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

19º dia

  1. Realize o Ritual de Banimento Menor do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr TEX (Teh.ah.tz)
  4. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

20º dia

  1. Realize o Ritual de Banimento Menor do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr RII (R.ee.ee)
  4. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

 

 

21º dia

  1. Realize o Ritual de Banimento Menor do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr BAG (B.ah.geh) Theroicus
  4. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

22º dia

  1. Realize o Ritual de Banimento Menor do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ZAA (Zod.ah.ah)
  4. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

23º dia

  1. Realize o Ritual de Banimento Menor do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr DES (Deh.ess) Practicus
  4. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões,

sentimentos ou informações que você recebe.

  1. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

24º dia

  1. Realize o Ritual de Banimento Menor do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr VTI (Veh.tee)
  4. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

25º dia

  1. Realize o Ritual de Banimento Menor do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr NIA (Nee.ah) Philosophus
  4. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

26º dia

  1. Realize o Ritual de Banimento Menor do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr TOR (Toh.reh)
  4. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

 

 

27º dia

  1. Realize o Ritual de Banimento Menor do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr LIN (Lee.ehn)
  4. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

28º dia

  1. Realize o Ritual de Banimento Menor do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Adeptus Minor de Aethyr ASP (Ah.ehs.peh)
  4. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

29º dia

  1. Realize o Ritual de Banimento Menor do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr KHR (Keh.reh)
  4. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

30º dia

  1. Realize o Ritual de Banimento Menor do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr POP (Poh.peh)
  4. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

31º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ZEN (Zod.eh.ehn)
  4. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

32º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr TAN (Tah.neh)
  4. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

 

 

33º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr LEA (Leh.ah)
  4. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

34º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr OXO (Oh.tz.oh)
  4. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

35º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr VTA (Veh.tah)
  4. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

36º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr LOA (Loh.ah)

Exemptus

  1. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

37º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ZIM (Zod.ee.ehm)
  4. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

38º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr IKH (Ee.keh.heh)
  4. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

 

 

39º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ZAX (Zod.ah.tz)
  4. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

40º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ZIP (Zod.ee.peh)
  4. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

41º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ZID (Zod.ee.deh)
  4. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

42º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr DEO (Deh.oh)
  4. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

43º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr MAZ (Mah.zod)
  4. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

44º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr LIT (Lee.teh)
  4. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

 

 

45º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr PAZ (Pah.zod)
  4. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

46º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama Magus
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ZOM (Zod.oh.ehm)
  4. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

47º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ARN (Ah.reh.neh)
  4. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

48º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama Ipsissimus
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr LIL (Lee.ehl)
  4. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

49º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Vire para East
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr DIAC (Dee.ahk)
  4. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

50º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr DIAC (Dee.ahk)
  4. Invoque o governador DIACMAR (Dee.ahk.mah.r) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

 

 

51º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr LIL (L.ee.ehl)
  4. Invoque o governador OCCODON (Occ.oh.doh.ehn) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

52º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr LIL (L.ee.ehl)
  4. Invoque o Governador PASCOMB (Pah.s.coh.ehm.beh) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

53º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr LIL (L.ee.ehl)
  4. Invoque o Governador VALGARES (Vah.l.gah.r.e.ss) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

54º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ARN (Ah.reh.neh)
  4. Invoque o Governador DOAGNIS (Doh.agg.niss) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

55º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ARN (Ah.reh.neh)
  4. Invoque o governador PACASNA (Pah.kah.sehn.ah) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

 

 

56º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ARN (Ah.reh.neh)
  4. Invoque o governador DIALIOA (D.ee.ah.l.ee.oh.ah) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

57º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ZOM (Zod.oh.ehm)
  4. Invoque o Governador SAMAPHA (Sah.mah.peh.hah) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

58º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ZOM (Zod.oh.ehm)
  4. Invoque o Governador VIROOLI (Vee.r.oh.oh.l.ee) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

59º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ZOM (Zod.oh.ehm)
  4. Invoque o governador ANDISPI (Ann.d.ee.s.pee) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

60º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr PAZ (P.ah.zod)
  4. Invoque o Governador THOTANP (Teh.hoh.tah.ehn.peh) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

 

 

61º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr PAZ (P.ah.zod)
  4. Invoque o governador AXZIARG (Ah.tz.zod.ee.ah.r.geh) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

62º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr PAZ (P.ah.zod)
  4. Invoque o Governador POTHNIR (Poh.teh.heh.ehn.ee.r) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

63º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr LIT (L.ee.tah)
  4. Invoque o Governador LAZDIXI (Lah.zod.dee.tz.ee) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

64º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr LIT (L.ee.tah)
  4. Invoque o Governador NOCAMAL (Noh.kah.mah.ehl) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

65º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr LIT (L.ee.tah)
  4. Invoque o governador TIARPAZ (Tee.ah.r.pah.zod) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

 

 

66º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr MAZ (Mah.zod) 4. Invoque o governador SAXTOMP (Sah.tz.toh.ehm.peh) vibrando seu nome.
  4. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

67º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr MAZ (Mah.zod)
  4. Invoque o Governador VAVAAMP (Vah.vah.ah.ehm.peh) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

68º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr MAZ (Mah.zod)
  4. Invoque o Governador ZIRZIRD (Zod.ee.reh.zod.ee.reh.d) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

69º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr DEO (Deh.oh)
  4. Invoque o Governador OPMACAS (Oh.peh.mah.kah.s) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

70º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr DEO (Deh.oh)
  4. Invoque o Governador GENADOL (Geh.nah.doh.ehl) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

 

 

71º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr DEO (Deh.oh)
  4. Invoque o Governador ASPIAON (Ah.s.pee.ah.oh.ehn) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

72º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ZID (Zod.ee.deh)
  4. Invoque o governador ZAMFRES (Zod.ah.ehm.fr.ess) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

73º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ZID (Zod.ee.deh)
  4. Invoque o Governador TODNAON (Toh.deh.nah.oh.ehn) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

74º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ZID (Zod.ee.deh)
  4. Invoque o governador PRISTAC (Pree.stah.k) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

75º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ZIP (Zod.ee.peh)
  4. Invoque o Governador ODDIORG (Oh.deh.dee.oh.ahr.geh) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

 

 

76º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ZIP (Zod.ee.peh)
  4. Invoque o Governador CRALPIR (Krah.ehl.pee.ahr) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

77º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ZIP (Zod.ee.peh) 4. Invoque o governador DOANZIN (Doh.ah.n.zod.ee.ehn) vibrando seu nome.
  4. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

78º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ZAX (Zod.ah.tz)
  4. Invoque o Governador LEXARPH (Ehl.eh.tz.ah.r.peh.heh) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

79º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ZAX (Zod.ah.tz)
  4. Invoque o Governador COMANAN (Koh.mah.nah.ehn) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

80º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o leste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ZAX (Zod.ah.tz)
  4. Invoque o Governador TABITOM (Tah.bee.toh.ehm) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

 

 

81º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ICH (Ee.keh.heh)
  4. Invoque o Governador MOLPAND (Moh.ehl.pah.ehn.deh) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

82º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ICH (Ee.keh.heh)
  4. Invoque o Governador USNARDA (Oo.seh.n.ah.r.dah) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

83º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ICH (Ee.keh.heh)
  4. Invoque o governador PONODOL (Poh.noh.doh.ehl) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

84º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr LOE (L.oh.eh)
  4. Invoque o Governador TADAMAL (Tah.dah.mah.ehl) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

85º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr LOE (L.oh.eh)
  4. Invoque o Governador GEDOONS (Geh.doh.oh.ehn.ehs) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

 

 

86º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr LOE (L.oh.eh)
  4. Invoque o Governador AMBRIOL (Amm.bree.oh.ehl) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

87º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ZIM (Zod.ee.ehm)
  4. Invoque o Governador GECAOND (Geh.kah.oh.ehn deh) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

88º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ZIM (Zod.ee.ehm)
  4. Invoque o Governador LAPARIN (Lah.pah.r.ee.ehn) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

89º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ZIM (Zod.ee.ehm)
  4. Invoque o governador DOCEPAX (Doh.keh.pah.tz) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

90º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr VTA (Veh.tah)
  4. Invoque o Governador TEDOAND (Teh.doh.ah.n.deh) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

 

 

91º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr VTA (Veh.tah)
  4. Invoque o Governador VIVIPOS (Vee.vee.poh.s) fazendo vibrar seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

92º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr VTA (Veh.tah)
  4. Invoque o Governador OOANAMB (Oh.oh.ah.n.ah.m.beh) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

93º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr OXO (Oh.tz.oh)
  4. Invoque o governador TAHAMDO (Tah.hah.m.doh) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

94º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr OXO (Oh.tz.oh)
  4. Invoque o Governador NOCIABI (Noh.kee.ah.bee) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

95º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr OXO (Oh.tz.oh)
  4. Invoque o Governador TASTOXO (Tah.s.toh.tz.oh) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

 

 

96º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr LEA (L.eh.ah)
  4. Invoque o Governador CUCARPT (Koo.kah.r.peh.teh) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

97º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr LEA (L.eh.ah)
  4. Invoque o Governador LAUACON (Lah.oo.ah.koh.n) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

98º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr LEA (L.eh.ah)
  4. Invoque o Governador SOCHIAL (Soh.kah.hee.ah.ehl) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

99º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr TAN (Tah.neh)
  4. Invoque o governador SIGMORF (S.ee.geh.moh.reff.) Vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

100º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr TAN (Tah.neh)
  4. Invoque o governador AVDROPT (Ah.veh.dr.oh.peh.teh) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

 

 

101º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr TAN (Tah.neh)
  4. Invoque o Governador TOCARZI (Toh.kah.r.zod.ee) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

102º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ZEN (Zod.eh.ehn)
  4. Invoque o Governador NABAOMI (Nah.bah.oh.mee) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

103º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ZEN (Zod.eh.ehn)
  4. Invoque o governador ZAFASAI (Zod.ah.fah.sah.ee) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

104º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ZEN (Zod.eh.ehn)
  4. Invoque o Governador YALPAMB (Yah.ehl.pah.m.beh) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

105º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr POP (Poh.peh)
  3. Invoque o Governador TORZOXI (Toh.r.zod.oh.tz.ee) vibrando seu nome.
  4. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

 

 

106º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr POP (Poh.peh)
  4. Invoque o Governador ABRIOND (Ah.bree.oh.n.deh) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

107º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr POP (Poh.peh)
  4. Invoque o Governador OMAGRAP (Oh.mah.grah.peh) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

108º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr KHR (Keh.reh)
  4. Invoque o Governador ZILDRON (Zod.ee.ehl.droh.ehn) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

109º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr KHR (Keh.reh)
  4. Invoque o Governador PARZIBA (Pah.r.zod.ee.bah) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

110º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr KHR (Keh.reh)
  4. Invoque o Governador TOTOCAN (Toh.toh.cah.n) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

 

 

111º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ASP (Ah.ehs.peh)
  4. Invoque o governador CHIRZPA (Keh.ee.r.zod.pah) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

112º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ASP (Ah.ehs.peh)
  4. Invoque o Governador TOANTOM (Toh.ah.n.toh.m) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

113º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ASP (Ah.ehs.peh)
  4. Invoque o Governador VIXPALG (Vee.tz.pah.eh.geh) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

114º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr LIN (Lee.ehn)
  4. Invoque o Governador OZIDAIA (Oh.zod.ee.dah.ee.ah) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

115º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr LIN (Lee.ehn)
  4. Invoque o Governador PARAOAN (Pah.rah.oh.ah.ehn) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

 

 

116º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr LIN (Lee.ehn)
  4. Invoque o Governador CALZIRG (Kah.ehl.zod.ee.r.geh) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

117º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr TOR (Toh.reh)
  4. Invoque o Governador RONOOMB (Roh.noh.oh.m.beh) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

118º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr TOR (Toh.reh)
  4. Invoque o governador ONIZIMP (Oh.nee.zod.ee.ehm.peh) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

119º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o sul
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr TOR (Toh.reh)
  4. Invoque o Governador ZAXANIN (Zod.ah.tz.ah.nee.ehn) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

120º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o oeste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr NIA (Nee.ah)
  4. Invoque o Governador ORCANIR (Oh.r.kah.n.eer) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

 

 

121º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o oeste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr NIA (Nee.ah)
  4. Invoque o Governador CHIALPS (Keh.hee.ah.l.peh.ehs) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

122º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama2. Enfrentar oeste
  2. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr NIA (Nee.ah)
  3. Invoque o Governador SOAGEEL (Soh.ah.geh.eh.l) vibrando seu nome.
  4. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

123º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o oeste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr UTI (Oo.tee)
  4. Invoque o Governador MIRZIND (Meer.zod.ee.ehn.deh) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

124º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o oeste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr UTI (Oo.tee)
  4. Invoque o Governador OBVAORS (Oh.beh.vah.oh.r.s) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

125º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o oeste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr UTI (Oo.tee)
  4. Invoque o Governador RANGLAM (Rah.n.glah.m) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

 

 

126º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o oeste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr DES (Deh.eh.s)
  4. Invoque o governador POPHAND (Poh.peh.hah.n.d) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

127º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o oeste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr DES (Deh.eh.s)
  4. Invoque o governador NIGRANA (Nee.grah.nah) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

128º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o oeste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr DES (Deh.eh.s)
  4. Invoque o Governador BAZCHIM (Bah.zod.keh.hee.ehm) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

129º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o oeste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ZAA (Zod.ah.ah)
  4. Invoque o governador SAZIAMI (Sah.zod.ee.ah.mee) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

130º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o oeste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ZAA (Zod.ah.ah)
  4. Invoque o Governador MATHULA (Mah.teh.hoo.lah) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

 

 

131º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o oeste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr ZAA (Zod.ah.ah)
  4. Invoque o governador ORPANIB (Oh.r.pah.bee.beh) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

132º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o oeste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o SACO Aethyr (Bah.geh)
  4. Invoque o Governador LABNIXP (Lah.beh.n.ee.tz.peh) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

133º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o oeste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o SACO de Aethyr (Bah.geh) 4. Invoque o governador POCISNI (Poh.kee.ehs.nee) vibrando seu nome.
  4. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

134º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o oeste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o SACO Aethyr (Bah.geh)
  4. Invoque o Governador OXLOPAR (Oh.tz.loh.pah.r) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

135º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o oeste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr RII (Ree.ee)
  4. Invoque o Governador VASTRIM (Vah.s.tree.ehm) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

 

 

136º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o oeste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr RII (Ree.ee)
  4. Invoque o governador ODRAXTI (Oh.drah.tz.tee) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

137º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Fique de frente para o oeste
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr RII (Ree.ee)
  4. Invoque o Governador GOMZIAM (Goh.m.zod.ee.ah.ehm) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

138º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Vire para o norte
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr TEX (Teh.tz)
  4. Invoque o Governador TAONGLA (Tah.oh.n.geh.lah) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

139º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Vire para o norte
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr TEX (Teh.tz)
  4. Invoque o Governador GEMNIMB (Geh.m.ehn.ee.ehm.beh) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

140º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Vire para o norte
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr TEX (Teh.tz)
  4. Invoque o Governador ADVORPT (Ah.deh.voh.r.peh.teh) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

 

 

141º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Vire para o norte
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr TEX (Teh.tz)
  4. Invoque o Governador DOZINAL (Doh.zod.ee.nah.ehl) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

142º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Vire para o norte
  3. Invoque a 19ª Chave Enoquiana e o Aethyr TEX (Teh.tz)
  4. Invoque o Governador LAXDIZI (Lah.tz.dee.zod.ee) vibrando seu nome.
  5. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  6. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

143º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Vire para o Leste
  3. 2ª. Chamada – Faça uma meditação e aguarde o contato
  4. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  5. Registre sua experiência em seu diário ritual.

 

144º dia

  1. Realize o Ritual Menor de Banimento do Pentagrama
  2. Vire para o Leste
  3. Agradeça ao Senhor do Universo.

“Santo és Tu, Senhor do Universo!” Dê o sinal de projeção, diga:

“Santo és Tu, a quem a natureza não formou!” Dê o sinal de projeção, diga:

“Santo és Tu, o Vasto e o Poderoso!” Dê o sinal de projeção, diga:

“Senhor da Luz e das Trevas!” Dê o sinal do silêncio.

  1. 1ª. Chamada – Faça uma meditação e aguarde o contato e revelação.
  2. Medite sobre a força invocada, prestando atenção especial a quaisquer impressões, sentimentos ou informações que receba.
  3. Registre sua experiência em seu diário ritual.
  4. Faça um ritual de ação de graças.

Consegue algum alimento (pão e vinho), coma e beba com alegria

FIM DO RITUAL DA REVELAÇÃO


Robson Belli, é tarólogo, praticante das artes ocultas com larga experiência em magia enochiana e salomônica, colaborador fixo do projeto Morte Súbita, cohost do Bate-Papo Mayhem e autor de diversos livros sobre ocultismo prático.

 

 

 

 

Postagem original feita no https://mortesubita.net/enoquiano/o-ritual-da-revelacao-o-ritual-dos-144-dias/

Entrevista com Goddess Rosemary Sahjaza

Goddess Rosemary é uma bruxa, ocultista, artista de belas artes, modelo, empresária, pioneira da computação gráfica e matriarca da dinastia Sahjaza. Em 1976 fundou Black Rose Coven, grupo que se tornou referência dentro do mundo vampyrico. Conforme a organização evoluiu adotou outros nomes como Castle Cloud e Z/n Society nos anos 80’s e House Sahjaza nos anos 90’s. Em 2007 o grupo se estabeleceu como Temple House Sahjaza e, apesar da multiplicidade de nomes, a sociedade criada por Goddess Rosemary é reconhecida hoje como a mais longeva organização do seu tipo dentro do ocultismo.

Sahjaza vem do sânscrito “Nascidos Juntos”, um termo que denota como o lado diurno, a “Realidade Empírica” e o lado noturno, a “Realidade Transcendental” não são coisas independentes, mas coexistem desde o momento em que nascemos. Do despertar para o estado Sahjaza deriva o  equilíbrio entre os opostos, entre o “Zênite” e “Nadir”, o lado diurno e o noturno em todos os aspectos da vida.

Goddess descreve o Temple House Sahjaza como “um grupo explícito de indivíduos artísticos, criativos e literários interessados ​​em ciência e artes”, a maioria de seus ensinamentos contudo são privados e permanecem um mistério para aqueles não iniciados. No grupo se reúnem poetas, músicos, escritores, fotógrafos, dançarinos, performers e outros tipos criativos que optaram por se dedicar ao crescimento tanto místico como pragmático de si mesmos na medida em que promovem um terreno mútuo no qual esse crescimento pode ocorrer.

Em 2008 Goddess Rosemary escreveu o “The Sahjaza Book of Secrets” onde compilou as partes dos ensinamentos do Temple House Sahjaza que podem ser levadas ao grande público. Em 2019 foi formada a Academy of Gray Mystics onde divulga seus ensinamentos de auto-espiritualidade, poder pessoa e equilíbrio.

No Brasil a dinastia Sahjaza está presente por meio das muitas iniciativas de redevampyrica.com e do trabalho de Lord. A.’. e Xendra Sahjaza. A entrevista abaixo foi concedida a Dave Wolff, no Azine em setembro de 2016.

Você se descreve como uma Bruxa Eclética e uma Bruxa do Jardim, e parece ter um amplo conhecimento da Arte, do Deus e da Deusa e do Caminho Pagão. Retorne às origens do seu caminho e nos conte seu desenvolvimento ao longo dos anos…

Comecei meu interesse pelo ofício muito jovem, ou pode-se dizer que o ofício me encontrou. Eu sou uma bruxa nata; o ofício não é algo que você apenas aprende, é um caminho que você vive. Há muitos aspectos diferentes do ofício que exploro: adivinhação, incluindo o Tarot mais popular e mais conhecido até a menos conhecida adivinhação de nuvens e adivinhação de velas que temos na magia das velas. A magia em si está toda interconectada, então é difícil colocar um rótulo no que qualquer bruxa faz ou não faz. No Templo Sahjaza minha vida foi entrelaçada com Sahjaza, e antes disso no Temple of the Goddess como Z/n Society onde pude falar de Sahjaza como uma entidade viva, pois nos parece que talvez seja a melhor maneira de descrevê-la, pois é sempre um reflexo de seus membros em um determinado momento, bem como um vislumbre ou glamour da essência de quem atravessou as paredes da realidade ou à distância ao longo do acúmulo de anos desde sua concepção formal em 1976. Nós ainda estávamos descobrindo o que eramos em 1975 e nos tornamos um Coven formal em 1976. As origens do meu caminho estão no meu sangue, desde as eras em meus genes e em meu coração; é um caminho e é um chamado. Fiz pausas ao longo dos anos, mas sempre volto ao mesmo lugar. Está no meu estilo de vida, na minha arte e na minha decoração na decoração do meu ambiente no meu cenário e direção de arte assim como na minha jardinagem. Eu sempre soube que esse era o meu chamado antes mesmo de saber qual era. Não houve despertar, houve apenas iluminação. Meu próprio caminho pessoal é muito mais visual do que descrito em uma escrita formal. Não é o que eu faço, embora eu também escreva o pensamento livre mais canalizado meu forte é o visual, e mesmo meus trabalhos com o ofício e criação de rituais é uma forma muito visual de participar do ofício ou de ser uma bruxa praticante.

Conheço algumas pessoas que disseram que eram bruxas naturais. Qual é a sua definição pessoal de uma bruxa natural? Quão jovem você era quando descobriu as origens de seu caminho em sua linhagem? Que pesquisa você fez sobre essa descoberta?

Você nasce com “os dons”. Eles são uma parte natural do seu código genético, ou se preferir, você reteve essas informações passadas ao longo das eras e tem agora a habilidade natural de explorar isso. Você então passa o resto de sua vida trabalhando com métodos aperfeiçoados de ler essas informações ou procurando por outras pessoas que tenham esses mesmos dons compartilhados ou outros empatas que a ajudem a entender a si mesma e possam ensinar algo sobre seus dons e como usá-los. Há muita pesquisa para começar a mencionar; é o caminho e a jornada de uma vida.

Você foi atraída pelas várias formas de adivinhação que agora explora enquanto percorre seu caminho? Qual é a extensão de seus estudos no campo da adivinhação? Existem baralhos de tarô específicos que você acha que produzem os melhores resultados para você?

Eu uso o deck Waite Rider na maior parte. Eu tenho alguns outros, mas fico com o que tenho mais tempo e que funciona para mim. Quando não os uso, uso o que criei para mim. A adivinhação é um dom natural e você o tem na forma de premonição, P.E.S. ou outros aspectos de sua vida. Esta é uma progressão natural de dons como “a vidência”.

Você mencionou ser uma musa e artista sombria. Quais são as suas formas de arte e de ser uma artista e uma musa sombria, e como seu interesse nessas formas de arte coincidiu e progrediu com seu interesse na Arte e no Caminho Pagão?

Este é um modo de ser, um modo de pensar, pois tendo usado meu corpo para criar arte na fotografia e na dança, é lógico que evolui para me tornar uma musa sombria das artes e da própria feminilidade. Alguém é uma musa natural se abraça a própria feminilidade e todas as suas facetas, artimanhas e selvagerias. A sexualidade é algo que se esconde ou se abraça e energia sexual é energia artística para mim, e eu sou uma artista. Também faço fotografia e belas artes com canetas coloridas, lápis, acrílico, caneta e tinta, além de muitos outros meios. Não tenho um gênero que pinto; qualquer coisa está aberta para minhas telas ou criações.

Vejo que você é amiga da Goddess Sky Claudette da dança de fogo Eros Fire, que entrevistei para a edição 16 da AEA. Você é amiga íntima de Sky e seu parceiro Vlad Marco há algum tempo? Vocês colaboraram em algum projeto juntos?

Sou amigo de Sky Claudette e Vlad Marco há décadas. Ao mesmo tempo fui vizinha deles. Morávamos a um quarteirão de distância um do outro e muitas vezes eu via a limusine deles desfilar pelas ruas do Lower East Side. Compartilhamos alguns projetos e momentos criativos há muitos anos e sempre fomos próximos. Quando o Playboy Channel pediu que eu trabalhasse em um filme especial para eles eu sabia que Sky era a minha escolha para enfeitiçar olhos com sua beleza e encantos. Seja na Playboy ou qualquer outro evento artístico você sempre pode contar com eles para estar lá e serem profissionais. Eles estão muito envolvidos em Chiller, bem como em seus eventos  incêndiários, que são algo que ninguém deve perder. Sky, Vlad e eu compartilhamos o amor pela cidade de Nova York e lamentamos o jeito que está. Também compartilhamos o amor pelos animais e animais de estimação. Fomos apresentados em muitos clubes em Gotham City, bem como em eventos privados compartilhados. Seus fogos de artifício são impressionantes e eles compartilham um belo relacionamento único que se deve admirar. Eles são o tipo de amigos para mim onde eu sei os nomes de seus animais de estimação como se conhecesse os nomes de outras crianças e vice-versa. Vlad lia cartas de tarô, incluindo as minhas, durante as noites do clube e era cartomante nos dias dos primeiros eventos góticos da contracultura, bem como nas primeiras festas pagãs de vampiros.

Cite os outros clubes onde você e o Eros Fire estiveram envolvidos em funções públicas e privadas? Como eram aquelas festas de contracultura gótica e de vampiros? Descreva como foi o segmento de Sky no especial da Playboy Channel com Sky e Vlad… Discutimos em particular os clubes de Manhattan Vault e Hellfire. Houve eventos especiais que você organizou lá?

Me pediram para criar uma peça para o Playboy Channel que eu ia coreografar e sabia que a Sky seria perfeita nesse papel e então incluí a Sky na coreografia de uma peça de dança e arte performática que fizemos para o show deles em Sexettera. Sky e Vlad foram apresentados em outra parte desse mesmo segmento. Eu também montei e organizei a cenografia dos atores e aqueles que apareceriam nesta parte deste segmento, dirigi minha parte deste segmento que era um pedaço de um trabalho maior no show chamado Sexettera. Foi muito divertido com um elenco de personagens, incluindo Jerico of the Anglos, Sky, Vlad e outros. Minha boa amiga, a escritora Katherine Ramsland, também estava nesse segmento. Ela foi entrevistada em uma cadeira que montei projetada para apresentá-la em uma cadeira de encosto alto com luz de velas. Juntei-me a Katherine Ramsland no Chelsea Hotel, onde ela estava trabalhando no livro Ghost. Gostei da minha amizade e aventuras de caça aos fantasmas e vampiros com Katherine Ramsland. Estou em uma seção do livro Ghost, bem como em alguns de seus outros livros; Piercing The Darkness na edição de bolso, e alguns de seus outros trabalhos em que gostei de aparecer. Vivendo na cidade de Nova York ao longo dos anos, vi os clubes mudarem durante nossos anos no Limelight, o Saint, o Palladium, o Bank, o Clit Club que se tornou o Mothers e muito mais. Lembro-me de Vlad lendo cartões no Banco. Dei festas e eventos sob o rótulo de Z/n Society, por exemplo como o meu “Cirque De Erotique” que realizamos no clube The Vault e no Hellfire Club também. Eu costumava usar esses dois clubes que davam boas-vindas ao nosso entretenimento de suas multidões e tinham muito espaço, eram maravilhosos anfitriões para nossa criatividade e exploração na arte performática. Também fizemos alguns trabalhos no clube Paddles que estava aberto ao uso de suas instalações para eventos. Eu continuo grata a eles por sua hospitalidade para comigo.

Como você sente que tantos clubes que acolheram a contracultura fecharam desde o final dos anos 90 até o presente? Ainda existem clubes que compreendem uma cena gótica saudável e de vampiros hoje?

A gentrificação da cidade de Nova York destruiu a contracultura com suas leis “anti-ruído”, o aumento dos aluguéis e a queda de pequenos teatros e comércio. A “limpeza” da cidade também varreu os artistas e performers e aqueles que usavam pequenos orçamentos para criar. Como os artistas deixaram a cidade devido ao custo dos aluguéis subindo repentinamente com aqueles que antes preferiam os subúrbios se mudarem para a cidade de Nova York, eles se mudaram e a plataforma mudou, o clima mudou e a perda de tantos locais pequenos, bem como a a repressão ao ruído mudou para sempre a cena em tantos níveis e em todos os formatos de contracultura. Não tenho certeza de que nunca mais será o mesmo. Eu apenas me considero sortuda por ter estado lá “no passado”.

Você é a Alta Sacerdotisa Matriarca de Sahjaza no Templo Sahjaza. Este é um coven privado ou aberto? Descreva como você chegou a ser Alta Sacerdotisa.

Como o criadora do Templo, eu evoluí à medida que evoluímos. Ficou claro em algum momento que eu seria a Suma Sacerdotisa tendo sido a primeira Sacerdotisa sem nenhuma Suma Sacerdotisa acima de mim. Sou mais frequentemente abordada pelo meu título Goddess Rosemary ou apenas Goddess, como sou conhecida desde o final dos anos 1980. Eu me tornei a Alta Sacerdotisa quando outras Sacerdotisas entraram no Templo; era apenas a ordem natural. Como tem sido o caminho da minha vida, fica claro para mim que nasci para esta posição, e a posição me encontrou. Passei a maior parte da minha vida me dedicando ao Templo que evoluiu através de várias mudanças de nome; seja Sahjaza ou não. É um reflexo direto do que qualquer um de nós e todos nós colocamos nele. Nós somos as bruxas-vampiras vivas e cada uma de nós cria seu próprio caminho e papel dentro de um todo. Somos uma família com toda a dinâmica familiar. Temos uma política de adesão exclusiva, mas temos amigos do Sahjaza em todos os lugares. A Madame Webb se tornará Alta Sacerdotisa e estará na fila para essa posição quando eu não estiver mais administrando Sahjaza e assim nossa ordem continuará. Ela é uma líder maravilhosamente habilidosa e provou isso muitas vezes quando eu não consegui fazê-lo ao longo dos anos. Ela é de longe uma das mulheres mais interessantes e espiritualmente e intelectualmente poderosas que já conheci, e seu conjunto de habilidades fornece a ela todas as ferramentas necessárias para levar isso adiante para as gerações futuras. Ela é minha Nadja (aluna) há mais de uma década e como sua Adra (professora) sempre fico impressionada com seus trabalhos únicos e iluminados. É bom saber que o que começamos há tanto tempo continuará sob a orientação de Madame Webb, com a ajuda dos outros; há muitos para citar aqui neste artigo.

Enquanto no Temple Sahjaza você é conhecida como Goddess Rosemary, no Facebook atendepelo nome de SilkyRose…

Meu nome que eu uso no meu dia a dia é Goddess Rosemary ou Goddess. O nome SilkyRose é um pseudônimo que tenho usado na comunidade pagã por muitos anos escrevendo e ensinando o ofício. Eu também usei o nome Silky ao longo dos anos para uma variedade de projetos de dança e outros projetos artísticos.

Quais são alguns dos projetos artísticos para os quais você participou sob o nome de Silky Rose? Fotos ou clipes deles podem ser vistos na internet em qualquer lugar?

Tínhamos sites com mais de 10.000 membros no MSN, e quando os grupos foram removidos sem aviso prévio pelo MSN a maioria ou nossos anos e décadas de materiais foram perdidos. Estamos no processo de reconstruir o que perdemos. Os sites eram conhecidos como SistersAvalon, AvalonsWitches, Webwitch e Sahjaza. Estamos trabalhando para reconstruir décadas de informações, plataformas e contatos perdidos. Retornaremos e enviaremos um comunicado quando isso acontecer. Teremos isso em funcionamento no próximo ano, pois tivemos que trabalhar toda a nossa plataforma de baixo para cima. Teremos o painel completo de mídias sociais e eventos interativos, além de informações e muito mais sobre uma ampla variedade de questões que dizem respeito à nossa comunidade de bruxas vampiras pagãs e artistas, além de anúncios, conversas e informações sobre uma ampla variedade de assuntos e muito de surpresas na loja também. Incluindo leituras de tarô e cartomancia feitas pelo Elder Fae Sahjaza, bem como outros leitores. Então fique atento, em breve estaremos online novamente. Os anúncios serão postados nas páginas do Facebook com o mesmo nome; Templo (House) Sahjaza e vampytarot.com.

Descreva a política de associação do Temple Sahjaza e as responsabilidades que ela implica.

Somos uma sociedade secreta. Nossa associação não está aberta ao público; nem nossos detalhes. No entanto, nossos membros trabalham para criar um nível mais alto de consciência e nível de vibração, bem como nossa própria excelência individual e equilíbrio entre o lado noturno e o lado diurno. Somos uma plataforma para artistas, pensadores e outros se juntarem, discutirem e criarem, assim como uma verdadeira família, por isso apoiamos e encorajamos uns aos outros de todas as maneiras em todos os momentos.

O que é a Regra de Equilíbrio Sahjaza, de acordo com as crenças e práticas do Templo Sahjaza? Como essa regra surgiu e como ela é seguida pelos membros do coven?

O que é a Regra de Equilíbrio Sahjaza? É simples e complexa; o que antes era complexo torna-se simples com a prática com trabalho duro com perseverança. Com equilíbrio nunca se está muito escuro ou muito claro; há um ponto médio que se mantém no caminho certo. Garantir que seu lado diurno seja tão forte quanto seu lado noturno é o conceito básico de Z/n, o equilíbrio dos opostos. É o nosso jeito e nosso estilo de vida; um forte lado diurno cria um forte lado noturno.

No seu perfil do Facebook você tem muitas fotos que podem ser consideradas fotos de modelagem, em várias pastas diferentes. Essas fotos são tiradas principalmente profissionalmente ou em nível amador? Em que locais foram tiradas algumas das fotos. E de todas as fotos do seu perfil, quais você considera suas favoritas?

Minha página no Facebook é apenas minha página pessoal. Sou modelo fotógrafica há mais de vinte anos. Fiz uma série de imagens em velhas cidades fantasmas em Nevada viajando de uma ponta a outra do estado com o fotógrafo Bligh em um jipe ​​vermelho com um cachorro preto velho dele, de Lama Reade, de mim com minha limosine branca e o World Trade Center ao fundo. Fotos foram tiradas de mim ao redor do mundo; alguns com fotógrafos com quem trabalhei por mais de vinte anos, alguns apenas uma vez. São uma história em fotos que tenho, pois tenho mais de 80.000 fotografias em minha coleção e uma grande variedade de lugares, eventos e aventuras em fotos. Fui fotografada por Eric Kroll e estou no livro Fetish Girls By Kroll, assim como Alan Whitney, e adoro trabalhar com Tony Knighthawk, que exibe minhas fotos em seus eventos fotográficos e muito mais, pois estão incluídas em seu corpo de trabalhos. Fui fotografada por fotógrafos que vão desde Annie Sprinkle, Baird Jones e Andy Warhol, fui modelo de fotógrafos e modelo de arte na NYU e SVA em NYC e muito mais. Muitos outros artistas usaram minha imagem para pintar, incluindo Will Kramer, que criou a peça usando-me como modelo de vida chamado She Calls Ravens. muitos outros artistas que usaram minha imagem são Gunther Knop, Rex RexRode e Barbra Adleman. Barbra fez sua tese de mestrado em arte, que era um livro de arte e imagens minhas e da minha vida naquela época, e está em algum lugar no catálogo da Biblioteca de Referência em Nova York apenas no formato original. O meu perfil do Facebook tem algumas das minhas imagens favoritas e como a página é a minha página pessoal; um lugar para meus amigos pessoais virem e se encontrarem, conversarem comigo sobre os tempos antigos e compartilharem eventos atuais; há imagens que alguns dos meus amigos não viram antes ou podem não ter visto de um evento que compartilhamos, ou podem não ter visto há anos ou podem ter sido tiradas, pois muitos dos fotógrafos estão na minha página ou podem não as ter visto antes.

Quando eu estava olhando suas fotos, um nome que não parava de aparecer era Lady Ophelia. Ela é atriz ou modelo? Há quanto tempo você é amiga dela e em quais atividades você se envolveu com ela?

Sim Lady Ophelia, ela é minha Filha Espiritual; ela é uma Sacerdotisa Sahjaza e Mradu (guerreira), do Templo Sahjaza, você teria que perguntar a ela o que de sua vida ela desejava revelar (sorri). Por que você pergunta? As rotas e caminhos subsequentes foram introduzidos pela primeira vez na Sociedade Z/n, em 1985, pelo Élder DarkeRaven. Há “níveis”, como um caminho de trabalho e de foco e função de energia dentro de uma Família. cultura sob os nomes atuais de Mradu, (guerreiro), Ramkht e Kitra, e caminhos como Escriba Sagrado e Mestre de Runas. Temos muitos membros que estão conosco há tanto tempo que, à medida que evoluíram, o templo também evoluiu, como Marc / Violet e, como mencionei DarkeRaven, há outra geração que está conosco há muito tempo que começou a escrever formalmente nossos rituais e formas incluindo; A Madame Webb, Black Raven, Priestess Oscura, Lady Eden, Priestess Dahlia, Lady Ophelia, Elder Lord A Sahjaza e muitos mais. Há muitos membros ativos da nossa família Sahjaza que você verá por aí como; DarkeRaven Sahjaza, Akira Sahjaza, Lady Azraelina Sahjaza, Blues lady Sahjaza, Corvo Sahjaza, Pythia Truthseeker Sahjaza, Lucilla Sangmoreaux Sajhaza Amazon Victoira Sapphire, Elder Fae Hedgewitch e outros procuram por eles e eles estarão lá. Nós estamos em todo lugar. Apoiamos o Tribunal de Lázaro, muitos de nossos membros vão lá para seus eventos e são Cidadãos do Tribunal, assim como muitas outras organizações dignas de escolha de nossos membros.

O que você pode nos revelar sobre o Vampire Theatre e o projeto de filme intitulado Bloodlust que notei entre suas fotos?

O filme Bloodlust está em um cofre agora, pois os dois parceiros que fazem este filme de ação me apresentando como uma vampira estão em uma discussão entre os dois produtores e, portanto, permanece lá neste momento. Um dos sócios é Eric que criou a primeira arte para a personagem de quadrinhos conhecida como Lady Death. Quanto ao teatro de vampiros, acho que você deveria entrevistar meu bom amigo e membro do Z/n Sahjaza, o músico, escritor e dramaturgo Tony Sokol. La Commedia del Sangue: Vampyr Theatre (1992–1997) foi uma série de peças sobre o tema dos vampiros, apresentada pela primeira vez na cidade de Nova York. Foi iniciado pelo dramaturgo Tony Sokol. Às vezes o elenco tinha os mesmos atores e o público nunca sabia se os “verdadeiros vampiros” estariam na peça ou entre eles no teatro. A primeira apresentação do Vampyr Theatre foi no Le Bar Bat em maio de 1992. À medida que as peças foram elogiadas no New York Times e em outras publicações por seus diálogos nervosos e grande uso de adereços e truques de truques visuais de Tony Knighthawk, Sokol colocou algo da direção nas mãos do dramaturgo e cineasta Troy Acree, que é o talento sedento de sangue do Conde Orloc que divertiu e horrorizou o público. Tony Sokol tinha um anúncio na parte de trás da New York Press perguntando: “Você é um vampiro?” Assim, eventualmente, ele se tornou o líder mundial para vampiros e vampiros, bem como um dos principais especialistas em como encontrar as figuras culturais subterrâneas, pois passou muito tempo entrevistando centenas de vampiros autoproclamados. Eu tenho certeza de que alguns de nós estão em suas obras. Eu sei que sim, e algumas dessas entrevistas tornaram-se forragem para o sangue e a diversão das treze peças que ele escreveu para La Commedia del Sangue. Lamento o fim desta corrida e espero que um dia eles com um bom orçamento por trás voltem à vida mais uma vez. Por isso espero porque eles são dignos de uma peça de longa duração no formato de palco ou teatro de jantar. La Commedia del Sangue significava A Comédia de Sangue, e havia sangue com os maravilhosos efeitos especiais criados pelo fotógrafo e mágico Tony Knighthawk. Cada um deles é um talento que vale a pena explorar, foi necessária uma equipe inteira para criar essas peças e eles criaram seguidores e imprensa que não eram como nada antes ou depois neste local do Teatro Vampyr. Espero que algum dia haja apoio financeiro para ver essas peças preencherem a escuridão da noite mais uma vez.

Você escreveu um artigo de tributo sobre o falecido Herman Slater, o Sumo Sacerdote Wiccano e renomado autor ocultista que era o proprietário de uma loja de ocultismo em Nova York, a Magickal Childe. Conte aos leitores como você o conhecia e o que o levou a escrever o artigo comemorando sua vida.

Ele foi um dos primeiros personagens da contracultura que conheci quando vim para Nova York para viver como adulta. Ele era um pato estranho, mas ele era meu amigo. Muitas das primeiras pessoas da minha juventude já se foram, que eram todas minhas amigas maravilhosas e queridas; Reb Rebel Stout, David Aaron Clark, Andy Warhol, Alan Whitney, Baird Jones, Regent D’Drennan, Lenny Waller, Designer Kenny O’Brian, que criou uma jaqueta de couro e cristal uma para mim uma para a cantora de Blondie que ainda tenho. Houve tantos que nos deixaram, e tantos mais. Nós éramos uma multidão pré-internet, então há pequenos rastros de nós na rede ou na web, mas ainda estamos aqui e por aí. Aqueles que fizeram parte desse movimento clandestino abriram o caminho para que aqueles expressassem livremente que inauguramos na década de 1980.

Você também escreveu um poema ou dois em seu tempo. Discuta alguns deles que representam seu melhor trabalho.

Os primeiros trabalhos eram principalmente lamentos de energia artística reprimida, depois foi canalizada a espiritualidade ou apenas o pensamento e a consciência livres. Há seções do que eu gosto, há o lado diurno e o lado noturno ou talvez meu trabalho abranja ambos os lados da escrita, assim como minha arte. O assunto da maior parte da minha arte é criar uma resposta de melodia física de algum antigo acorde interno ou invocar a ideia ou ambiente de ritual, como o trabalho de galeria interativa que fiz na Galeria Andros no Carnage Hall chamado ‘minha web’ (que não se referia ao computador). Eu gosto tanto do escuro quanto do claro, então não tenho certeza se existe um “melhor trabalho”.

Que paixões de vida fora de Sahjaza e do Temple Sahjaza você perseguiu e continua perseguindo?

Minhas paixões incluem animais e arte. Estou muito envolvida na conservação de animais e afastando as pessoas do uso de produtos artificiais e químicos em seus gramados. Estou convencido de que esses produtos estão sujando nossa terra e as vias navegáveis ​​são responsáveis ​​pela alta contagem de câncer de pâncreas e outros, bem como altas taxas de câncer de pulmão e asma. Estou muito envolvida em arrecadar dinheiro para os habitats dos morcegos, pois cada um deles consomem 10.000 mosquitos por noite e mais de 200 podem ser alojados em uma única unidade da BatBox custando 300,00 com o poste sendo 150,00 e uma taxa simples de manutenção duas vezes por ano para limpar qualquer lixo que esteja entupindo as caixas. As defesas naturais serão encontradas como a única maneira eficaz de combater o Nilo Ocidental e outras doenças transmitidas por mosquitos, além de ser o controle natural de pragas. Os morcegos são nossos freios e contrapesos naturais para esses e outros insetos, assim como sapos, rãs e libélulas. Precisamos confiar mais na natureza para limpar a natureza. Não seríamos tão obesos se saíssemos para o gramado em uma noite quente de verão como eles faziam nos anos 50 para puxar as ervas daninhas do gramado com as próprias maos, limpássemos e o mantivéssemos livre de produtos químicos como uma unidade familiar. Quando os dentes-de-leão se tornaram o inimigo? Os seres humanos sobreviveram a eles em tempos difíceis e viveram para contar isso devido a essas plantas antioxidantes muito poderosas. Uma xícara de chá de dente-de-leão é uma ajuda poderosa para uma vida longa. Não venha e peça nenhum dos meus se você borrifou todos os seus com veneno. Estou envolvida no resgate de animais há anos e sou um grande fã do Facebook como uma ferramenta para conscientização de abrigos e apresentação de animais que seriam perdidos no sistema. É uma plataforma maravilhosa. Alguns estão salvos, muitos ainda estão perdidos, mas para aqueles que saem desses buracos infernais, se mesmo um só escapar vale a simples ação de pressionar um botão de compartilhar no Facebook. Sem essa ferramenta, tantos animais saudáveis ​​e vibrantes que de outra forma não teriam nome e rosto teriam perecido foram salvos devido ao compartilhamento desses animais com a criação da tecnologia. Antes do Facebook havia o Yahoo onde os animais eram resgatados e transportados via 5013c como Truckers-N-Paws, Pilots-N-Paws, Roads Of Hope e inúmeros voluntários que trabalham incansavelmente para salvar e levá-los para seus novos lares ou santuários em organizações de resgate ou lares adotivos. Castre e esterilize seus animais de estimação, pare o abate de todos esses animais indesejados. Não deixe seus animais se juntarem a esta lista de animais de estimação indesejados; faça sua parte para manter os números baixos sendo donos responsáveis ​​de animais de estimação. Precisamos renovar o sistema de abrigos neste país; se formos julgados pela forma como tratamos os animais, obteremos uma pontuação muito baixa. Acho que nem preciso dizer o quanto sou contra a caça ao lobo; se você o matar e pegar um animal, agradeça ao espírito do pássaro, peixe ou animal, e então use cada pedacinho dele. Muitas vezes me pergunto para onde foi nosso couro, usamos a mesma quantidade, se não mais, de gado no sistema alimentar, mas você não consegue mais encontrar um cinto de couro real. Para onde exatamente nosso couro está indo agora? Essas são as coisas que eu fico pensando até tarde da noite, e mais (risos).

Vivo como artista em todas as coisas que estou criando. Independentemente do que estou fazendo, é meu catalisador e minha motivação para criar. Em projetos grandes ou pequenos, gosto de criar atmosfera e explorar a estética, seja uma simples mesa ou um plano extenso para um jardim com gazebos, lareiras, treliças e caminhos ou cantaria. O impulso para o artístico está no meu sangue e é a minha paixão em tudo o que faço. Eu sou a arte e a arte sou eu. Adoro fazer filmes, pois nunca há espaço suficiente em qualquer tela para criar tudo o que procuro expressar como vejo através das lentes do artista. Eu adorava a direção de arte para filmes e usei minhas habilidades para criar o reino onde a ação aconteceria. Espero que esta entrevista sirva como um catalisador para que outros saiam e criem. Criatividade gera criatividade.

Quando começou seu interesse pela conservação animal e onde você pesquisou mais sobre os tópicos discutidos acima, sobre controles naturais e equilíbrio e os produtos químicos que colocam em risco o equilíbrio da natureza? Quais fontes da internet você recomendaria para as pessoas adquirirem mais informações sobre esses assuntos?
Esta é talvez uma questão multifacetada. Eu me interessei pela conservação de animais, começando com a observação na Cordilheira dos Andes do Peru, observando uma lagoa de girinos eclodindo aos sete ou oito anos. Eu gosto muito de ciência e animais, então a observação e observação deles veio naturalmente. Eu também estou no estudo do antigo, então eles estão todos ligados em um fio comum. Eu adoro animais de todos os tipos e tive muitos “animais de estimação” para contar, ou você poderia dizer que eles me tiveram. Atualmente estou levantando fundos para caixas de morcegos em toda a América para combater o vírus do Nilo Ocidental e outros problemas de mosquitos. Se você deseja doar para uma caixa de morcegos, pergunte-me sobre este projeto digno. Crie tais projetos e fundos em seu bairro. Temple Sahjaza tem informações sobre planos para construir e criar caixas de morcegos, bem como algumas dicas e truques para colocar os morcegos em suas caixas e manter uma caixa saudável.

Em relação à questão da obesidade desenfreada nos Estados Unidos, assisti a alguns documentários (como Food, Incorporated) sobre como o consumo em massa de animais em supermercados e redes de fast food contribuiu para o problema, que é chamado de epidemia em algumas áreas. Eu sou um daqueles consumidores que compram nas seções orgânicas dos supermercados e evitam os fast food agora. Quais são seus pensamentos pessoais sobre isso?

Não tenho certeza se a seção orgânica é melhor do que qualquer outra e é por isso: considere se nosso solo já está contaminado como o ar e eles pulverizam no campo próximo a essa cultura quem é que pode dizer se é realmente orgânico ou apenas mais caro? Quando pudermos escolher entre uma maçã com uma ou dois pesticidas ou uma com um buraco de minhoca que você mesmo cortou, seremos realmente orgânicos novamente. Não vejo nenhum produto “orgânico”, e você?
A obesidade é afetada por uma grande variedade de coisas. Nossos hormônios não estão funcionando direito devido à inatividade desde o ponto de partida. Nem toda pessoa com excesso de peso está comendo demais e eu fico cansada de ouvir que o peso é um distúrbio alimentar quando é genético e hormonal, bem como afetado por nossos alimentos. Não é algo que todas as pessoas possam mudar e superar; há pessoas que têm ossos grandes e a genética diz que sempre serão grandes. Nossa sociedade está muito focada na aparência, tanto na imagem corporal e na imagem do rosto, quanto no gênero e na idade. A obesidade pode ser afetada por alterações genéticas, herbicidas e pesticidas, além de injeções hormonais adicionadas à alimentação, não tanto pela alimentação e pela falta de capacidade física para malhar ou caminhar. Temos uma nação de shoppings, sem cidades centrais em todo o país. Precisamos sair e arrancar as ervas daninhas, não pulverizá-las. As ruas seguras estão desaparecendo na maioria das partes para as crianças poderem correr e brincar. A obesidade começa cedo, há muita atividade sedentária e pouca brincadeira imaginária lá fora. O fato de nossa cultura estar ligada agora às mídias sociais aumentará essa questão/problema nos próximos anos. Precisamos de saídas criativas para jovens e adultos. As academias são muito caras e clichês.

E você realmente tem que ter cuidado para levar em conta a genética e a construção do corpo, existem pessoas simples que são maiores que outras, é a maneira como seu corpo é criado, elas são tão bonitas quanto aquelas que são magras e cada um de nós tem um corpo diferente e poder ser saudável e feliz com o próprio peso normal é muito importante, assim como boas escolhas alimentares saudáveis ​​ou moderação. Eu hesito em chamar qualquer um na categoria de obesidade, pois existem alguns indivíduos que são apenas maiores, independentemente do que comem ou do quanto trabalham, não vão mudar a estrutura óssea. Este é um tema de discussão no País neste momento, mas devemos ter muito cuidado para não rotular cruelmente os indivíduos e olhar para o que é normal para eles.
Precisamos de alguns lugares onde possamos sair como fazíamos nos primeiros anos da juventude: clubes de dança, patins e clubes onde há música ao vivo real, além de horas de DJ. Volte para a nossa dança e movimento, faça um movimento, volte no tempo quando apenas dançávamos com bandas ao vivo. Naquela época eu estava na melhor forma. Eu vejo um pouco da obesidade simplesmente como tédio; precisamos libertar nossas mentes e nosso corpo.
Nossos Anciãos costumavam ser reverenciados e valorizados. Podemos aprender muito conversando e procurando os mais velhos em nossa comunidade e a população em geral. Não os deixe passar ou perca a oportunidade de aprender e aproveite o tempo para ouvir os Anciãos do mundo. Eu vejo esta sociedade como um ritmo acelerado e perdendo oportunidades, passando por elas enquanto ziguezagueamos quando realmente precisamos zaguear. Por exemplo, nossa capacidade de fornecer serviços básicos, como escolas de comércio e educação, nos forneceria isso e em breve não teremos ninguém que saiba como consertar coisas como um cano quebrado básico, porque todos estarão esperando por algum trabalho de tecnologia já que as habilidades básicas foram perdidas. A máquina conserta a máquina; onde você ouviu isso antes? Talvez o Google irá lembrá-lo.

Quais são alguns outros alimentos naturais que você recomendaria às pessoas para consumir de forma mais saudável e ajudar a preservar a natureza no processo?

Estou em tomar vitaminas específicas. Eu tomo um multivitamínico uma vez por semana, mas gosto de saber o que e quanto estou tomando e aprendi o que funciona para mim. Estou muito atrás de manter vitaminas sem receitas, o que é mega importante para mim, e equilibro tudo com exercícios, dança, artes marciais, ioga ou alongamento. Há um grande programa PBS chamado Sit And Be Fit. Você pode incorporar diretamente em seu escritório se não puder sair para malhar ou fazer muito durante uma pausa para o almoço no escritório. Use-os antes de comer e entre seus brainstorms no computador e ande ande ande; deixe o carro em casa e corra. Eu uso muito alho, gengibre e endro, bem como mel, limão e hortelã para evitar resfriados e gripes. Eu adoraria ter todos os alimentos rotulados, incluindo os pontos de origem. Tudo e qualquer coisa com moderação; ouça seu corpo e aproveite a vida.

Quais organizações de resgate de animais você atualmente apoia e divulga no Facebook e na internet, além de Truckers-N-Paws, Pilots-N-Paws e Roads Of Hope?

Você precisa encontrar lugares que visitou ou conhece para apoiar. Eu pessoalmente apoio e confio no Truckers-N-Paws (encontrado em grupos do Yahoo), Pilots-N-Paws, Roads Of Hope (por favor, use o site, não a página do Facebook) e um projeto especial 5013c chamado Animal Ark of Grangeville, Idaho . Existem outras organizações de resgate locais que você pode localizar em sua própria área.
O Facebook tem sido uma ferramenta para salvar animais individuais de abrigos de matança, que talvez seja a melhor ferramenta de internet que eu já vi. Não desconsidere o sucesso que tivemos com os grupos do Yahoo, porque eles fizeram milagres para animais desesperados, além de fornecer transporte para eles pelo país. Tenha cuidado com quem você confia em um transporte, use associações confiáveis, porque animais que são valorizados desaparecem ao longo da rota de transporte se você não estiver usando meios de transporte testados e comprovados. Cuidado, pois há pessoas por aí que procuram particularmente cães ou gatos que ainda não foram alterados. Uma das melhores maneiras de garantir que você não seja vítima de roubo do criador durante o transporte é usar métodos testados e honestos de transporte, como os que mencionei acima, e ter o animal castrado e esterilizado antes do transporte, se puder dar-lhes um pouco de tempo de descanso. Se o transporte não for muito longo e difícil mas isso, é claro, dependerá da condição inicial do animal, do seu meio de transporte e da distância que você está indo. Será necessário um exame veterinário. Nesta economia visite seu resgate local 5013c; você pode perguntar no seu abrigo local, ir visitá-los ou ligar para eles e perguntar o que está na lista de desejos deles, seja comida, suprimentos ou outros itens que você pode doar. Pode não haver resgate em sua área; trabalhe para obter as informações de cada animal do abrigo e mantenha as informações atualizadas e atualizadas, se você deseja criar o perfil de seu novo melhor amigo lá no Facebook.

Eu compartilho muitas páginas de animais de vários abrigos de todo o país que mantêm suas páginas atualizadas e as informações atualizadas, pois compartilhar no Facebook é uma maneira conhecida de divulgar histórias e rostos de animais individuais, bem como acolhimento e adoção de animais que estão em corredor da morte. Não apoio abrigos para matar; há muito poucos deles hoje. Há alguns animais vivem nestes lugares por muitos anos; considere procurar seu próximo animal de estimação lá. Um exemplo é o de Yonkers, NU

Quanto às instituições de caridade que a Sahjaza apoia, um dos nossos eventos oficiais de caridade é o DOV ou Dia dos Vampiros. O DOV começou no Brasil como um jogo de palavras. Isso está crescendo para se tornar um projeto mundial unificado de doação de sangue sincronizado que ocorre anualmente em 13 de agosto para retribuir à sua própria comunidade local e se divertir um pouco. O tema do vampiro é que você está vestido e todos vão juntos para doar sangue enquanto vestem fantasias ou vestem sua personalidade noturna. O Dia dos Vampiros é um projeto de sucesso e dever cívico um dia em que as almas criativas retribuem à comunidade vestidas com fantasias, por que retribuir à sua comunidade. Pergunte-nos sobre a criação de um Dia dos Vampiros em sua comunidade, podemos fornecer informações sobre a criação e coincidir seu evento com os outros que estão ocorrendo e ao redor do mundo. Este evento de sucesso foi criado anos atrás, criado pela renegada atriz de filmes de terror no Brasil Liz Marins e auxiliado por nosso próprio Elder Lord A. Sahjaza e Srta Xendra Sahjaza, (Elder Lord A. Sahjaza pode ser encontrado no Facebook como Axikerzus Sahjaza no Facebook ou pelo site https://redevampyrica.com/). Esta é uma causa tão digna, e como um de nossos atos oficiais de caridade, o que se trata é que todos se vestem com fantasias ou sua personalidade pessoal ou roupas noturnas e doam sangue para o banco de sangue local ou para a cruz vermelha. Este evento foi criado no Brasil e onde atualmente são cerca de 100 fortes todos os anos em Sahjaza Brasil guiado lá pelo Elder Lord A Sahjaza. Você pode encontrar seus eventos postados nas páginas do Temple Sahjaza no Facebook e mais sobre esses eventos pergunte-nos se você deseja criar um desses eventos consecutivamente em sua área, pois podemos ajudá-lo em como esse evento é feito. Eu apoio totalmente este evento, assim como Sahjaza. Meu primo de sangue Steven é um receptor de transplante de fígado e rim e eu sei como o dom da vida pode afetar a vida de uma família e indivíduos e o sangue que ele usou durante esta cirurgia tornou possível a doação de órgãos para realizar esta cirurgia complexa. Meu primo é um sobrevivente em sua nova vida há 3 anos e 3 meses agora agradeço ao meu Deus e Deusa todos os dias que ele sobrevive pelo dom da vida que foi dado a ele. Considere esta causa nobre ao criar seus planos para eventos. Podemos ajudá-lo a coordenar este evento. Deixe suas dúvidas em nossa página do Facebook Temple Sahjaza. Lord A está no twitter e pode ser contatado pela nossa página no Facebook.

Falando em caça ao lobo, li que atrizes como Ashley Judd se manifestaram contra a prática; ela muitas vezes foi contra a política Sarah Palin por seu apoio à caça ao lobo. Você acompanhou esse debate entre eles e está envolvido em alguma organização que se oponha à prática da caça ao lobo?

Eu acho que caçar lobos é nojento. Não sou a favor de nenhum tipo de manejo de lobos em relação à caça e encorajo todos a entrar em contato com seu Congresso e autoridades locais para desencorajar essa prática vulgar. Como é que gastamos dinheiro para repovoar só para matar depois. Quanto a este tópico, como podemos nos dar ao luxo de financiar países que nos odeiam e cortar orçamentos para jogar um pouco de feno de inverno para nossos próprios mustang selvagens americanos? Se você olhar para a literatura de Yellowstone, o parque está em um equilíbrio muito mais saudável após a introdução de matilhas de lobos no parque e as mudas uma vez pastadas estão retornando para criar um parque mais saudável para todos. O ecossistema está muito mais equilibrado; a informação está na ciência.

Nomeie os projetos artísticos e as atividades ambientais/de direitos dos animais que você planeja realizar no futuro? Qual a importância da criatividade nos próximos anos?

Tenho muitos projetos para nomear. Eu sou uma artista viva. Minha vida é uma tela como eu sou a vampira viva e a bruxa natural. Minha vida é arte como artista não há distinção entre o que é arte e o que é artista; estão todos combinados. Eu estaria totalmente perdida sem criatividade, porém as fontes de inspiração mudam e evoluem com o passar do tempo e dos tempos. Eu posso ser inspirada por qualquer coisa, desde algo simples até algo complexo. Meu filme The Elegant Spanking, que eu dirigi, coreografei, escrevi e fiz cenografia e, claro, estrelei, era tudo sobre arte e sonhos dentro de sonhos. Era a minha versão do banho, o antigo ritual que mostrava duas mulheres entre a aristocrata e a dona da casa, a deusa e a sacerdotisa. Este filme ganhou muitos prêmios ao redor do mundo em seu original, cuidadosamente editado para mostrar imagens fetichistas, e é atemporal, embora vários adereços venham de uma variedade de tempos diferentes não é uma peça de época, mas pode ser de qualquer momento. São minhas imagens artísticas em preto e branco de fetiche e fantasia, a relação entre níveis de elenco, a velha roda dentro da roda e um pouco do sonho dentro do sonho enquanto eles passam pelo antigo ritual. Eu gosto do uso de imagens em preto e branco como usei neste projeto. Vou lançar um livro de fotos de mesa de centro para o meu filme em algum momento deste ano.

Acabei de ajudar um pouco em alguns projetos de filmes, sendo um deles com meu bom amigo, escritor e cineasta Troy Acree, e estou ansioso para poder contar mais sobre esses projetos em breve. Agora eu não tenho a liberdade de revelá-los ainda.

Espero fazer uma exposição de arte em Nova York em algum momento no futuro próximo, talvez neste verão. Estou conversando com Behind the Blue Door sobre as possibilidades, o furacão Sandy interrompeu alguns de nossos trabalhos, por eu fazer algumas coisas no outono passado em Nova York e fui impedida por elas pelo clima, minhas orações ainda estão com aqueles que perderam tanto nesta tempestade. Estamos trabalhando na criação de projetos de financiamento para comunidades específicas, bem como para indivíduos específicos. Em seguida, há eventos virtuais e compras no futuro e muitas viagens são planejadas em conjunto com estas para uma cidade pitoresca nos EUA remotos e nevados. Há também viagens para NOLA, Toronto e, claro, para casa, Nova York.

Algumas palavras para encerrar?

Chegando no ano da Serpente, vemos o círculo de que tudo é eterno e, no entanto, tudo muda, cada passo na vida é um processo de iniciação. Temos pequenas mortes e renascimentos todos os dias. O velho eu morre e o novo e mágico eu renasce, remodela-se ou começa de novo. O mundo e todos nós nele estamos em um período de crescimento e transição. Para mim, cada dia é um rito de autodedicação ao Templo Sahjaza, ao meu eu espiritual, às minhas obrigações mundanas e, claro, à minha amada família. Viver dessa maneira em um fluxo de ritos de autodescoberta, criatividade e autodedicação requer um compromisso e dedicação ao caminho, meu próprio caminho que escolho compartilhar com os outros através de meus esforços de arte e espiritualidade. A arte é minha vida, como eu sou a arte, e como um sonho dentro de um sonho vivo como arte dentro da arte. Como Deusa Rosemary ou SilkyRose, Artista.

Procure TempleSahjaza.com que deve estar pronto e funcionando em breve e lá você encontrará mais notícias, ou encontre o Temple House Sahjaza no Facebook.

Fonte: https://www.tapatalk.com/groups/obsidiansylph/azine-interview-with-goddess-rosemary-sahjaza-by-d-t225.html

2 de setembro de 2016

Postagem original feita no https://mortesubita.net/vampirismo-e-licantropia/entrevista-com-goddess-rosemary-sahjaza/

Ser Falso Para agradar, ou Ser você mesmo?

Meus Caros Irmãos espalhados na superfície do Planeta,

Minhas Cordiais Saudações…

Hoje acordei com uma enorme vontade de escrever a respeito do nosso ser, ou, de não ser. O que eu quero dizer é que, quantas vezes por dia somos nós mesmos…Sem máscaras, sem hipocrisia, “Verdadeiro”, “Sincero”…

A sociedade diariamente cria um medo em nós mesmos: o medo de que alguém possa rir de você, o medo de perder algo, que percam o respeito por você, medo da rejeição… Porquê não permitimos que as pessoas sejam exatamente como elas são?

Você já reparou que quando você está acompanhado com alguém, você está mais preocupado com ele do que com você mesmo?

Já percebeu que quando você está sozinho você faz caretas, dança, canta, lê, viaja (pensa), quantas vezes você se torna uma criança? Mas se de repente você percebe que está sendo observado, volta a se render ao seu ego – sério, patético, sóbrio, exatamente como as pessoas esperam que você seja… Que pena, não é mesmo? Porquê temos medo deles? E eles de nós? Todo mundo tem medo de todo mundo. Todos se escondendo atrás de alguma coisa falsa. Incrível!

Você acha que agindo assim, você está vivendo? Ou estamos simplesmente representando?

Quando estamos representando, não estamos sendo desonestos e hipócritas, também com nós mesmos?

Bem, mas se por um acaso você em determinado momento deixar que sua felicidade se manifeste, através de uma dança, de um grito, de um amor, de uma atitude “não comum”… pronto! Você passa a ficar fora da sintonia com a multidão, ou passa a ser um maluco, pelo menos aos olhos das pessoas que estão te assistindo…

Mas já notaram que as pessoas que conseguem se destacar, permitiram que o seu “eu” se manifestasse? Sem ter vergonha ou medo.

Elas expressaram as suas maluquices, porque, mesmo que por alguns instantes, deixaram de ser miseráveis, não estavam ansiosas, sem medos, não se preocuparam com as trivialidades… Estavam simplesmente vivendo cada momento com totalidade e intensidade… Cheias de amor, fragrância, vida e riso.

Mas fique experto. Muitas pessoas que estão ao seu redor não aceitarão a idéia de que você alcançou alguma coisa, que na verdade elas perderam. E para que elas tirem a sua alegria, serão capazes das coisas mais horríveis, de modo que você possa voltar ao rebanho.

É preciso ter coragem. Dirão que você é maluco, que irá perder, que “isso ou aquilo”… Mas faça isso: Diga a elas que estão completamente certas; que você decidiu ser exatamente você mesmo: Loucura com alegria, com felicidade, com dança, com amor; diga que eles têm escolhido a sanidade com miséria, angústia, tristeza, falsidade e hipocrisia – Simplesmente nossas escolhas são diferentes – Não se sintam ofendidos, pois eu não me sinto ofendido com vocês…

É isso mesmo que vocês estão lendo. O que eu disse foi: Vivam na sua Luz completa e original! Abandone todas as suas falsidades!

Mas e a diplomacia?

Ora, ser diplomático significa ser outra pessoa. Quer melhor sinônimo para hipocrisia do que, diplomacia? Seja simplesmente você mesmo! Não seja desonesto com você mesmo. Você não merece!

Todas as pessoas no mundo querem ser verdadeiras, pois só por serem verdadeiras, isso já lhes traz muita alegria e uma abundância de felicidade. Por que alguém deveria ser falso? Você precisa ter coragem para chegar a um insight um pouco mais profundo: Por que você tem medo? O que o mundo pode fazer com você? As pessoas podem rir de você; isso fará bem para elas – rir é sempre medicinal, é saudável. As pessoas podem pensar que você é louco… Você não vai ficar louco só porque elas pensam que você está louco.

E se você é autêntico quanto à sua alegria, suas lágrimas, sua dança, o seu amor…– mais cedo ou mais tarde aparecerão pessoas que compreenderão você, que poderão começar a se juntar à sua caravana. Faça apenas aquilo que sente que estava vindo de seu coração.

A sua maior responsabilidade é com você mesmo, com o seu coração e não com as pessoas no mundo.

Perceba que as pessoas estão muito mais preocupadas com problemas delas, com o mundo delas.

Acredite, somente nos seus sentimentos originais, as suas experiências autênticas irão com você, mesmo depois da morte…Pois elas te pertencem…

Nem mesmo a morte poderá lhe tirar a dança, as suas lágrimas de alegria, a sua pureza, o seu silêncio, a sua serenidade, o seu amor, o seu êxtase. Aquilo que a morte não pode tirar de você é o único tesouro verdadeiro; e aquilo que pode ser tirado pelas outras pessoas não é um tesouro, é apenas tolice.

Só viver nem sempre é viver. Olhe para a sua vida. Você pode dizer que ela é uma benção? Você pode dizer que ela é um presente da existência? Você gostaria que essa vida lhe fosse dada repetidas vezes? Ela está tão vazia. Por causa de seu vazio, as suas preces são vazias. Você não consegue preencher suas preces com gratidão. Gratidão, por que? Você nada mais está fazendo senão representando papéis em uma novela, você não está sendo você mesmo.

Você é realmente você mesmo? Ou está apenas fingindo ser alguém que a multidão ao seu redor queria que você fosse?

Para mim, um buscador da verdade deveria começar por abandonar tudo o que é falso nele, porque o falso não pode buscar a verdade. O falso é a barreira entre você e a verdade. Se tudo o que é falso for abandonado, você não precisa buscar a verdade – a verdade virá até você. Na verdade, quando eu digo, ‘A verdade virá até você’, isto são apenas palavras. Quando tudo o que é falso é abandonado, você é a verdade.

Eu Sou,

Wagner Veneziani Costa

Bibiografia:

OSHO – The Hidden Splendor – Cap. 15

Visitem o fantástico Blog do Editor, da Madras.

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/ser-falso-para-agradar-ou-ser-voc%C3%AA-mesmo

A nova era satânica e a sua estupidez

Aspectos estúpidos-sociais em comum nessa Era

O florescimento do satanismo nos últimos anos trouxe consigo uma leva enorme de desinformação. Não é estranho percebermos que os satanistas atuais buscam cada vez mais serem “diferentes” da massa e mostrar o quão “fortes” são. De aí em diante uma série de mantras são religiosamente ditos pelos satanistas atuais, tais quais:

“Satã é um símbolo, não adoro ele”
“Lúcifer é o ‘portador da luz’, nada tem a ver com o mal”
“Demônios da goecia são partes do inconsciente”
“Satanismo é uma filosofia de vida”

Ou o mais comum, “sempre fui assim, me descobri no satanismo”.

Tais argumentos amplamente usados na década de 90 no brasil, somente mostra que os mesmos não tem capacidade criativa para gerar novos porquês de seguirem uma religião-filosofia, ou somente assumirem o que são. O satanismo mostrava um aspecto progressista desde a época de Crowley – Crowley escrevia textos referentes a liberdade e poder da mulher. LaVey por sua vez defendia travestis (vide The Devil Speaks) e toda forma de expressão sexual. Uma das grandes prescrições de Crowley foi a liberdade e que hoje, muitos intitulados satanistas não entendem a mesma. Eles querem destruir o cristianismo mas ainda querem o conservadorismo.  Querem ser uma “elite” por seu “conhecimento oculto”, adquirido em grande parte por sites como a Morte Súbita Inc. e outros blogs, autores e anônimos buscando atenção, mas tem medo da pratica.

A vontade de ser obscuro, criando perfis em redes sociais recheados de Baphomet, sigilos de goecia e nomes de demônios – alguns ainda colocam “frater X”, “soror Y” – reflete ainda uma necessidade de atenção desmedida, tentando ser o mais “trevoso” possível, talvez em busca de aceitação em “grupos” aonde os “satanistas mestres” ensinam. A burrice então, contaminando como um vírus, se espalha e mantem cativos pessoas que repetem “hail Lúcifer” e que limitam seu conhecimento ao que a vida traz – o contrario feito pelo seu próprio ídolo, que não espera o conhecimento vir, mas vai atras. O conhecimento sendo um dos aspectos mais importantes para definir um real satanista, deve ser amplo suficiente para cobrir diversas áreas. O satanismo é uma religião que luta profundamente contra a ignorância, e a repetição incessante do mesmo assunto, da mesma forma, sob mesmo angulo, é um contra senso praticado por diversos “satânicos”.

É interessante notar que tudo isso é um contra senso ao próprio Satanismo. LaVey era um exemplo de classe e discrição. Mesmo sendo teatral, trazendo publico para sua Igreja, ele incentivava a pratica de baixa magia, ou magia psicológica. A Baixa Magia era formalmente uma magia feita para atingir o psicológico das pessoas e então faze-las realizar suas vontades. Interessante notar que a baixa magia é uma pratica essencial no satanismo, sendo a discrição sua principal ferramenta.

É claro que seria ignorante de minha parte concluir que todos os praticantes modernos agem dessa forma. Mas para meu pesar a famigerada “elite” satânica é mais uma massa de manobra tão ignorante quanto os evangélicos. E também tem seus pastores.  As vezes me questiono também sobre a possibilidade de pastores satânicos conseguirem enriquecer nas costas dessa massa – e sinceramente, me inclino a acreditar nisso como uma possibilidade perigosamente real.

A magia satânica do Facebook

Como citado acima a magia satânica enfraqueceu a ponto de se tornar apenas simpatias. Sim, eu disse simpatias.

Há receitas tão toscas de “magia satânica” que pouco diferem de revistas wiccas. Os praticantes atuais parecem que limitam sua magia a sigilos, punhetas (intitulado magia sexual), e desculpas para os costumeiros fracassos da sua magicka. A magia satânica está tão estranha que misturam aspectos de umbanda no satanismo. Ou a famosa “qu/k/imbanda”.

Uma pratica real de mão esquerda, a quimbanda é perigosa e um potencial real. Porém seus praticantes atuais misturam tudo que podem e formam uma especia de “caosbanda” aonde o que vier é lucro. De exu Baal, exu Satã, e não me espantaria se encontrasse um “exu Cthulhu” aparecendo pelas vias. Isso me assusta por duas vias:

a) um desrespeito a tradição de quimbanda, as próprias entidades e também ao satanismo, aonde destrói ambas tradições.
b) uma via crescente de charlatões que pregam isso por redes sociais.

Qualquer praticante de magia pode misturar suas praticas e criar novas. É absolutamente comum, sempre foi feito. Porém precisa-se respeitar a tradição quando for ensinada e passar o conteúdo de forma mais pura possível. Quando se mistura praticas, você acaba descartando umas em prol a outras, e isso para você é bom. Mas para ensinar o próximo, a honestidade nos traz uma opção de respeito a tradição e aos espíritos da mesma. Ter bom senso para separar o que é tradição do que é invenção pessoal, é o passo mais digno para honrar uma linhagem magicka.

O charlatanismo cresce a cada dia. Eles misturam tudo que podem, criam videos para mostrar quão fortes, grandes e poderosos são seus templos. Criam orações, terços invertidos, imagens gigantes de bafomé/belzebu prometem mundos quando não conseguem arcar com as próprias vidas.

Satanismo requer responsabilidade para responsáveis.

Na pratica isso significa que nenhum satanista vai querer mostrar quão forte e poderoso é para o mundo, porque ele é consciente de que não é tudo isso, por mais que almeje. Por maior que seja seus resultados magickos, todo satanista tem problemas como qualquer outra pessoa, o que difere é a forma de se resolver esses problemas. O satanismo tem uma atitude empreendedora, aonde não dá espaço para o lamento. A verdadeira magia satânica, a alquimia negra, é feita quando se transforma sua forma de pensar. Se você conseguiu matar um inimigo, transar com alguma garota, conseguir um imóvel, você não é todo poderoso – você somente utilizou bem a sua magia.

E se você for um imbecil, pouco importa os seus resultados. Magia nunca salvou ninguém da própria estupidez.

por King

Postagem original feita no https://mortesubita.net/satanismo/a-nova-era-satanica-e-a-sua-estupidez/

Origens do Martinismo

A tradição do Martinismo pode ter sua origem à Martinez de Pasqualy .

O Martinismo moderno está disseminado em todo o mundo através destas três ramificações principais:

A ordem que está a mais próxima a Pasqualy é a Ordem dos Chevaliers Elus Cohens de l`Universe com 5 graus.

A ordem mais próxima a Willermoz é Os Cavaleiros Benfeitores da Cidade Santa, um rito maçônico antigo que foi reorganizado por ele em 1778.

E há então as Ordens próximas a Papus baseadas no trabalho de Saint Martin, e que foram nomeadas como A Ordem dos Filósofos Desconhecidos (Silencieux Inconnus de Ordre), mas que é mais conhecida como Ordem Martinista ( L`Ordre Martinisme).

Certamente os Elus-Cohen os Cavaleiros Benfeitores têm a relação mais forte com a maçonaria.

Não há historicamente documentos que comprovem que Saint-Martin fundou realmente uma ordem, entretanto existe um rito maçônico chamado Rito Retificado de Saint Martin, constituída de dez graus, que mais tarde foram reduzidos a sete a saber :

1. Aprendiz 2. Artesão ou journeyman 3. Mestre 4. Mestre Antigo 5. Mestre Eleito 6. Grande Arquiteto 7. Mestre Secreto 8. Príncipe de Jerusalém 9. Cavaleiro da Palestina

10. Kadosh

Posteriormente :

1. Aprendiz 2. Artesão ou journeyman 3. Mestre 4. Mestre Perfeito 5. Mestre Eleito 6. Escocês 7. Santo
Criação da Ordem dos Filósofos Desconhecidos

Quase todas as ordens Martinistas modernas são uma manifestação do bom trabalho de Papus (Dr. Gerard Encausse, 1865-1916), que criou ou se preferirem, revitalizou, o pensamento de Saint Martin durante o período de 1882-91. Recrutou diversos de seus irmãos em 1888 para dar forma ao primeiro conselho supremo Martinista, a fim de regularizar as diversas iniciações Martinistas livres da época. Em 1891 este conselho sob a direção de Papus deram forma a uma organização chamada Ordem Martinista ou Ordem dos Superiores Incógnitos com três graus, é reconhecido que esta Ordem Martinista que foi baseado em dois Ritos Maçônicos extintos : o Rito de Elus-Cohens (de Pasqually) e o Rito Retificado de Saint-Martin De características templárias dividiram a iniciação em três partes: S.I. – P.I. e L.I. Entretanto, com o tempo o grau S.I. (originalmente apenas um grau) foi dividido em quatro partes, como mostramos abaixo, e esta divisão causou muita confusão entre os diferentes ramos do Martinismo. Algumas ordens dividiram-no somente em três partes, e fizeram mais um grau o S.I.I ou Circulo dos Filósofos Desconhecidos. :

1) associado ou (S.I. I) 2) iniciado ou (S.I. II)

3) superior incógnito ou (S.I. III) 4) filósofo desconhecido (P.I.)(S.I. IV) 5) S.I.I. ( Filósofo Desconhecido; P.I.)

6) Livre Iniciador (L.I.)

Certamente alguns Martinistas preferiram continuar seus trabalhos de forma independente. Era Martinistas ” livres “. Ainda se tem noticias de que há ainda algum Martinistas livres , independentes não associados com as chamadas Ordens regulares.

As Ordens Sinarquica( Synarchy), Martinista (Ordre Martiniste), e a Ordem Martinista de Elus Cohen (Ordem de Martinist do lus Cohens) são consideradas theurgicas da linha de Martinez de Pasqually menos mística que as Ordens fundadas com a orientação em Louis Claude de Saint Martin. Há também outras ordens regulares menos conhecidas dentre as quais : ìRussianî que descende de Papus quando de sua visita à corte do Czar Nicholas e a Belgo/ Holandesa. As ordens as mais antigas em existência, derivando-se todas da ordem de Papus são estas : a Ordem Martinista Synarquica (Synarchy de Martinist), a Tradicional Ordem Martinista TOM (Tradicional de Martinist) e finalmente a Ordem Martinista ( Ordre Martiniste. )

As Ordens Martinistas em geral se reúnem em grupos , dependendo do número de participantes , cada uma possui um nome diferente :
Círculo (sete membros ou menos) , Heptada (sete Membros ou mais) , Loja (vinte e um membros ou mais) . Vale notar que a Tradicional Ordem Martinista somente possui um organismo previsto em sua constituição , a que chamamos de Heptada , que é constituída de no mínimo 21 membros de preferencia SI na sua fundação.

A base dos ensinamentos em todas as Ordens incluem Misticismo Cristão, Teosofia, Kabbalah, Hermetismo, e outros assuntos esotéricos semelhantes. A filosofia Martinista está inspirada no teosofismo clássico e nos trabalhos de Jacob Boehme, Swedenborg, além é claro em Martinez de Pasqually, Jean-Baptiste Willermoz e Louis-Claude de Saint Martin.

A maioria dos historiadores confirmam que foram membros Martinistas dos diversos segmentos proeminentes figuras do mundo esotérico, como: Papus, Arthur Edward Waite, Eliphas LÈvi, Margaret Peeke, Henri Delaage, Maria Desraimes e Gearges Martin, Helena Petrovna Blavatsky, Coronel Olcott, Annie Besant, James Ingall Wedgwood, Charles Webster Leadbeater e outros , e muitos Rosacruzes e Maçons da Inglaterra, Alemanha, Bélgica, França, e E.U.A..

Vamos agora tentar resumir o pensamento e a estrutura das maiores Ordens Martinistas no mundo .
Ordem Martinista de Papus (L`Ordre Martiniste)

É o nome da primeira ordem criado por Papus em Paris 1888. Papus foi o primeiro Soberano Grande Mestre de 1888 até a sua morte em 1916. O seu primeiro Conselho Supremo foi constituído dos seguintes Irmãos:

1. Papus (o Grande Mestre ) 2. Pierre Augustin Chaboseau 3. Paul Adam 4. Charles Barlet 5. Maurice Barres 6. Burget 7. Lucien Chamuel, 8. de Stanislas Guaita 9. LeJay 10. Montiere 11. Josephin Peladan 12. Yvon Le Loup (Sedir) 13. Eduoard

Maurice Barres e Josephin Peladan foram posteriormente substituídos por Marc e Emile Michelet. O Dr. Blitz de Edouard , Delegado Soberano no E.U.A., também era um membro do Conselho Supremo, entretanto ele é negligenciado freqüentemente na história do Martinismo, provavelmente porque ele deixou a Ordem, depois de uma controvérsia com Papus que não pretendia manter a subordinação maçônica em sua organização.

A sucessão de Papus na linhagem de Saint Martin era assim:

1. o Louis-Claude Saint Martin (1743-1803) 2. Jean-Antoine Chaptal (de Compte Chanteloup)(morto em 1832) 3. (?)X 4. Henri Delaage (morreu 1882) 5. Dr. Gérard Encausse

Porém, havia um elo ou melhor um vácuo (o X) na linhagem de Papus, assim em 1888, Augustin Chaboseau (um membro do Conselho Supremo original de 1888) e Gérard Encausse trocaram Iniciações pessoais para consolidar a sucessão. A Ordem Martinista se constituiu então de 2 linhagens espirituais, a que vimos acima e a seguinte :

1. o Louis-Claude de Saint Martin (1743-1803) 2. Abbe de la Noue (morreu 1820) 3. J. Antoine-Marie Hennequin (morreu 1851) 4. Adolphe Desbarolles (morto em 1880) 5. Henri la de Touche (Paul-Hyacinthe de Nouel de la Touche)(morto em 1851) 6. a marquesa de Amélie de Mortemart Boisse 7. Pierre Augustin Chaboseau .

Depois de morte de Papus , Charles Detré (nome místico Teder ) se tornou o Soberano Grande Mestre, ele decidiu limitar a afiliação à Ordem Martinista (L`Ordre Martiniste) para Mestres Maçons, especialmente do Rito de Memphis & Misraim. Claro que isto significou que as mulheres seriam excluídas do Martinismo, e isto também não estava de acordo à filosofia do Martinismo original. Naturalmente isto causou grande discordância entre os membros, e vários membros do Conselho Supremo original de 1891 deixaram a Ordem.
Ordem Martinista Martinezista (L’Ordre Martiniste-Martineziste de Lyons)

É o nome que Detré deu para a ordem em 1916, depois de ter mudado para Lyon e levado a Ordem com ele. Então, poderíamos considerar a Ordem Martinista original de Papus como morta, pelo menos até que depois de vários anos ela fosse reativada pelas inúmeras outras organizações que se fundaram. A linha de sucessão da Ordem Martinista-Martinezista é :

0. (Papus 1888-1916) 1. Charles DetrÈ (Teder) (1916-1918) 2. Jean Bricaud (1918-1934) 3. Constantin Chevillon (1934-1944) 4. Henri-Charles Dupont (1944-1958) A exigência maçônica de DetrÈ em 1916, foi a primeira causa da criação de todas as Ordens Martinistas modernas e mistas.
Ordem Martinista de Paris (L`Ordre Martiniste de Paris)

Fundado em 1951 por Philippe Encausse (o filho de Papus). Ele havia reunido vários Martinistas livres da França e formou a uma ordem baseada da constituição original. Phillipe Encausse sendo o Grande Mestre fundiu-se com a Federação das Ordens Martinistas , com A Ordem Martinista e Elus Cohen ( L`Ordre Martiniste e o Martinist Order do Elus Cohen de Robert Ambelain) e removeu a exigência da qualificação maçônica pela qual era determinada a pré afiliação. Ele resignou como Grande Mestre em 1971, e teve como sucessor Irénée Séguret . Philippe Encausse retomou a direção em 1975 e resigna finalmente em 1979. O Irmão Emilio Lorenzo encabeça atualmente a Ordem . A linhagem é:

1. Papus (morreu 1916) 2. o Charles Deter (ie. Teder, morreu em 1918) 3. Jean Bricaud (morreu em 1934) 4. Chevillon (morreu em1944) 5. Charles-Henry Dupont (morreu 1960) 6. Philippe Encausse (se aposentou em 1960) 7. IrÈnÈe SÈruget (1971-74) 8. Emilio Lorenzo (1979)
Ordem Martinista Belga (L’Ordre Martiniste Belge)

Criado em 1968 e encabeçada pelo astrólogo belga e membro anterior do Conselho Supremo da Ordem Martinista, Gustave-Lambert Brahy. Os membros de seu Conselho Supremo eram: Gustave-Lambert Brahy, Pierre-Marie Hermant, Stéphane Beuze e Maurice Warnon (que resignou em 1975 para trabalhar na Ordem Martinista dos países Baixos). Todos os quatro eram membros anteriores do Conselho Supremo da Ordem Martinista . Esta Ordem desapareceu praticamente com o falecimento de Gustave Brahy em 1991. Há só um Grupo permanecendo, sob a direção de Irmão Loruite.

Ambas as Ordens Martinista Belga e Países Baixos foram criadas a pedido de Philippe Encausse. A razão disto era a discordância interna na Ordem Martinista sobre qual afiliação religiosa a ordem deveria ter. Muitas religiões independentes e igrejas Gnósticas eram populares entre os Martinistas , mas alguns preferiam o silêncio a aderir a estas igrejas. Quando a Ordem Martinista ( L`ordre Martiniste) em 1968 confirma uma aliança com a igreja Gnóstica (fazendo dela a religião oficial da ordem), muitos membros objetaram a esta limitação da liberdade religiosa . Então, para permitir para os membros mantivessem a liberdade para adorar nas igrejas de sua escolha , eles ofereceram as duas outras ordens como uma alternativa.
Ordem Martinista dos Países Baixos (L’Ordre Martiniste de Pays-Bas)

Foi introduzido no Países Baixos em 26 de Setembro de 1968, o Presidente da Federação das Ordens Martinistas localizou em Paris Maurice H. Warnon de Bruxelas (um membro anterior do Conselho Supremo da L`Ordre Martiniste)ele foi designado por Philippe Encausse como Representante Nacional e Soberano para o Países Baixos, com a missão de esparramar as idéias Martinistas e iniciações naqueles países em particular.

Depois de trabalhar bem de perto na Ordem Martinista francesa, ficou evidente que os membros holandeses objetaram à relação íntima da Organização francesa com a igreja Gnostica e Apostólica, pois a maioria deles que é de origem protestante. Eles quiseram manter uma liberdade completa de religião. Philippe Encausse sugestionou a criação de um segundo ramo separada da árvore original .

A decisão pela independência começou em Setembro de1975, durante a reunião anual dos membros da Ordem no Países Baixos. Uma Constituição nova foi adotada e subseqüentemente, a ” Ordem des Martiniste Pagar-Bas ” foi fundado 12 de setembro do mesmo ano, pela transmissão dos poderes do Representante Nacional da Ordem Martinista francesa para o Conselho Supremo recentemente criado do Países Baixos. Os membros de seu Conselho Supremo eram: Maurice Warnon, Augustus Goetmakers, Bep Goetmakers, Femke Iken, Annie Iken e Joan Warnon-Poortman.

A Ordem Martinista dos Países Baixos não é uma jurisdição territorial, mas uma orientação específica do movimento de Martinista.
Ordem Martinista dos Elus Cohens (des Ordem Chevaliers Maçons Elus-Cohen de l’Univers)

Originalmente fundado por Martinez de Pasqually em 1768. Foi fundido com alguns ritos Maçons pelo discípulo dele e sucessor Jean-Baptiste Willermoz. O Dr. Blitz de Eduoard, um companheiro antigo de Papus, trabalhou com os Cavaleiros Benfeitores da Cidade Santa de Willermoz, nos E.U.A., e consequentemente mantinha a exigência de afiliação maçônica. Depois do Segunda Guerra Mundial, Robert Ambelain (Sar Aurifer),era seu Grande Mestre e mantinha rituais Elus Cohen que ele tinha obtido de várias fontes , reavivou a Ordem Martiniste des lus Cohens que praticava justamente esta forma operativa de teurgia. Ambelain também preservou somente esta Ordem aos Homens.

A Ordem original do Cohens Eleitos tinha trabalhado de 1767 a pelo menos até 1807. De lá para cá a linhagem está quebrada ou pelo menos incompleta. Estes são o iniciados principais da Ordem dos Cavaleiros Maçons Eleitos do Elus Cohen do Universo na França:

1. Martinez de Pasqually 1767-1774 2. Caignet Lestere 1774-1779 3. o Sebastian las de de Casas 1780 4. G.Z.W.J. 1807 de 1942-1967: 1. Robert Ambelain (Aurifer) 1942-1967 2. Ivan Mosca (Hermete) 1967-1968

No seguimento Italiano : 1. Krisna Frater 2. Francesco Brunelli

Os graus transmitidos nos Elus Cohen são assim:

1º grau – o Mestre Elus-Cohen 2º grau – Cavaleiro do Oriente 3º grau – o Chefe do Oriente 4º grau – RÈaux-Croix Outras fontes relatam assim: 1 – Ordem dos Cavaleiros de Elus-Cohen L’Univers 2 – ordem de Cavaleiros maçons 3 – Eleitos sacerdotes do Universo 4 – RÈaux-Croix

A ordem se fundiu com a Ordem de Martinista de Phillipe Encausse. Ambelain publicou uma declaração na revista de Martinista ´L’Initiation” em 1964 relatando o fechamento da ordem. 30 anos depois foi reavivado mais uma vez – novamente por Ambelain – que ainda parece estar morando em Paris.
Ordem Martinista Sinarquica (L’Ordre et de Martiniste Synarchique)

Esta ordem é a mais antiga das que tiveram uma existência ininterrupta desde sua fundação em 1918 por Blanchard (Sar Yesir). Originalmente era Blanchard que iria se tornar o sucessor de Detré como Grande Mestre da Ordem Martinista Martinezista. Blanchard desistiu disto, pois ele não estava a favor da exigência de afiliação maçônica no Martinismo. Assim em 1918 Blanchard reuniu o Conselho Supremo anterior de Martinistas e Martinistas independentes que não aderiram ou pertenceram às Ordens Martinistas maçônicas e formaram uma Ordem de Martinistas sob a constituição original que Iniciou homens e mulheres. Depois, em 1934 a Ordem de Blanchard mudou seu nome para Ordem Martinista e Sinarquica, e Blanchard foi elegido Soberano Grande Mestre Universal.

Com uma idade de 75 anos , Blanchard faleceu em 1953, em Paris. O Soberano Grão Mestre a substitui-lo foi Sar Alkmaion (Dr. Edouard Bertholet), da Suíça. Foi Sar Alkmaion, Soberano Grão Mestre da Ordem para as Lojas Inglesas que recebeu a Carta Constitutiva como Delegado Geral para a Grã Bretanha e a Comunidade britânica. A Grande Loja Britânica era governada por um comitê interno conhecido como o Tribunal Soberano do qual este era um dos membros permanentes: Presidente: Sar Sorath (também conhecido como Sar Gulion, ainda em vida)

No momento, a jurisdição principal desta ordem está na Inglaterra sob da liderança de Sar Gulion. Nos E.U.A. há uma filial da ordem que funciona regularmente com uma carta constitutiva da Inglaterra. Depois da morte de Fusiller, o sucessor de Blanchard, a Ordem Martinista dos Eleitos Cohens fundiu com o OMS e mantém o nome do posterior.

A linhagem de OMS atual: 1. Papus & Chaboseau (linhagem dobro) 2. Charles DetrÈ (Teder) 3. Georges de de BogÈ LagrËze (Mikael) 4. Auguste Reichel (Amertis) 5. V. Churchill (Sar Vernita) 6. Sar Gulion/Sorath (o Grande Mestre Inglês)

O OM&S independente do Canadá, tem estas linhagens; 1. Papus & Chaboseau (linhagem dobro) 2. Charles DetrÈ (Teder) 3. Georges de BogÈ LagrËze (Mikael) 4. Auguste Reichel (Amertis) 5. V. Churchill (Sar Vernita) 6. Sar Sendivogius 7. William Pendleton 8. Sar Parsifal/Petrus ( morto, 1994)

O tribunal de OM&S no Canadá, 1965, era compostos de,: 1. Sar Resurrectus, Presidente (iniciado por Pendleton) 2. Sar Sendivogious, 3. Sar Petrus

A Jurisdição canadense se declarou independente. Sar Resurrectus se tornou o Grande Mestre, Sar Sendivogius se retirou das atividade da OMS para se concentrar nos Elus Cohen , e Sar Petrus se tornou Grande Mestre.
Tradicional Ordem Martinista (L’Ordre Martiniste Traditionnel)

Certamente é dispensável discorrermos a respeito de nossa própria organização uma vez que existem um sem número de documentos e literatura e este respeito, dentro e fora de nossa Ordem. Entretanto alguns comentários são importantes.

A Tradicional Ordem Martinista permanece como a maior e mais fechada Ordem Martinista em atividade no mundo, para tanto conta com a aliança fraterna com a Ordem Rosacruz AMORC , é a organização Martinista que possui o maior número de Heptadas tradicionalmente constituídas e é a que possui a melhor organização administrativa

A sucessão da Tradicional Ordem Martinista possui vários ramos a saber :1. V.E. Michelet 2. Augustin Chaboseau (Sar Augustus) 3. Ralph Maxwell Lewis (Sar Validivar) 4. Gary L. Stewart 5. Cristian Bernard (Phenix)

Sucessões iniciáticas : 1. Papus & Chaboseau (linhagem em dobro) 2. o Charles Deter (Teder) 3. Blanchard 4. H.S.Lewis

1. Papus & Chaboseau (linhagem em dobro) 2. Charles Deter (Teder) 3. Georges de BogÈ LagrËze (Mikael) 4. Ralph Lewis

O atual Grande Mestre é o Irmão Charles Vega Parucker ( Vega). O Soberano Grande Mestre da Tradicional Ordem Martinista é o Ir Cristian Bernard ( Phenix) que possui duas linhagens:

1. Ralph Lewis 2. Sepulcros de Orval 3. Cristian Bernard e

1. Ralph Lewis 2. Cecil UM. Poole 3. Gary L. Stewart 4. Cristian Bernard.

O intuito desta compilação é o de fornecer informações históricas sobre o Martinismo através dos séculos. Como todo Martinista deve saber , não se julga um irmão pela riqueza ou pobreza do berço que o embalou e sim pela fraternidade que une dois seres que possuem gravados em seus íntimos a mesma iniciação e a mesma paternidade espiritual. Este é o elo que nos une.

Monte Cristo SI

in “HERMENUBIS” ANO 7 NÚMERO 1

TOM – CAMPINAS

#Martinismo

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/origens-do-martinismo

O Casamento Maldito

Para algumas pessoas, ler “casamento amaldiçoado” é o mesmo que ler “deserto do Saara”, ou “subir para cima”. Não importa o quanto elas pensem no assunto, não existe lógica em se casar. Diabos, se um casamento fosse algo positivo, não precisaria de testemunhas.

Por outro lado existem aquelas pessoas que praticamente vivem para o dia de suas bodas, o casamento acaba se tornando um dos momentos mais importantes que vão participar, e não apenas porque tecnicamente elas vão, naquele dia, criar laços eternos com quem julgam ser o amor de suas vidas mas sim porque serão o equivalente dos Irmãos Gibbs durante um show dos BeeGees. Todos os convidados, especialmente arrumados para a ocasião, irão testemunhar o espetáculo que a pessoa protagonizará, aguentarão horas se sentando e se leventando, e observando a pessoa e no final, se tiverem a chence, irão correndo comprimentá-la. Não é de se admirar que para essas pessoas o dia do casamento é algo que pode ser comparado apenas com uma viagem ao inferno. Será que vai dar tudo certo? Será que os convidados vão se comportar? Meu futuro marido vai ficar bêbado e se pegar com aquela vagabunda do Buffet? E se eu me cagar subindo ao altar?

A única coisa que podemos dizer para essas pessoas que talvez possam reconfortá-las é que não importa o que dê de errado ou o quão bêbado o padre apareça para realizar a cerimônio ou a cara que as pessoas façam quando a noiva resolver chamar todos para dançar a macarena, nenhum casamento vai ser pior do que o de Maria Vittoria dal Pozzo, a 6a princesa della Cisterna.

Assim que o Príncipe Amedeo de Savoy anunciou que pretendia se casar com Maria, o Rei Victor Emmanuel II, da Itália, logo de cara se mostrou contra o casamento por diversos motivos. Para começo de conversa ele achava que seu elegante herdeiro poderia ter arrando algo melhor do que se tornar o consorte de uma duquesa. Em segundo lugar, a esposa escolhida por seu filho não era de origem real. Podemos ver de cara que o Rei Victor era um cara de altos padrões.

Mesmo assim, como todo bom filho rebelde, o Príncipe Amedeo I se casou com a Princesa Maria no dia 30 de Maio de 1867 em um evento que pode ser chamado, sem falsa modéstia, de o mais amaldiçoado casamento em toda a história humana!

Se fôssemos fazer um registro do dia do casamento ele seria mais ou menos assim:

30 de Maio, Dia do Casamento

Logo cedo descobrimos que a mulher responsável pelo vestido da adorável noiva cometeu um erro, ao invés de pendurar o vestido para que ele estivesse fresco para a cerimônio ela se dependurou pelo pescoço, morrendo logo em seguida. A noiva parece tensa e está pedindo para se casar usando outro vestido.

Resolvemos o problema do vestido e partimos do castelo para a igreja onde a cerimônia aconteceria, pena que no caminho o coronel que liderava a procissão de membros da corte e da família real caiu de seu cavalo, o sol forte que julgávamos ser uma bênção para o casal acabou por matar o pobre homem de insolação.

Arranjamos um novo homem para guiar a corte e a família, infelizmente os portões do palácio, por algum motivo, se recusam a se abrir. Estamos procurando o porteiro real, responsável pelo portão.

O porteiro real foi encontrado. Infelizmente ele estava morto, caido em uma enorme poça de sangue, presumivelmente seu próprio sangue. As pessoas estão começando a ficar nervosas.

O casamento foi maravilhoso, todos ficaram emocionados, ninguém realmente entendeu porque o padrinho então resolveu, na frente de todos, disparar um tiro contra a própria cabeça. Ainda bem que isso aconteceu depois da cerimônia, não sei se conseguiríamos encontrar uma segunda igreja caso a noiva novamente implicasse em ter alguém morto envolvido diretamente com o casamento.

Uma pena a morte do padrinho, isso fez com que a festa terminasse de forma prematura, todos rumaram para a estação de trem então, o problema é que o cavalheiro que preparou a papelada do casamento sofreu de um ataque apoplético. Ataque apoplético é apenas a maneira educada de se dizer “hemorragia interna massiva”, que geralmente ocorre no cérebro. Não é preciso dizer que esse tipo de ataque quase sempre resulta na morte de quem o sofre. Acredito que isso poderia chocar a todos, mas como logo em seguida o responsável pela estação de trem foi atropelado pela carruagem real não houve muito tempo para lamentarmos a morte do escriturário.

Acredito que o Rei Victor tenha tomado a decisão sábia de simplesmente cancelar a viagem coletiva de trem, mandando que todos voltassem para suas casas. Ele também acabou saindo de fininho, talvez com medo de que os deuses percebessem que ainda havia alguém que tivessem se esquecido de matar.

Acredito que cinco mortes no dia do casamento é algo horrivel de se lembrar, mas não tão horrível quanto 6 mortes, já que logo após o episódio na estação o infeliz Conde Cagliostro também acabou se enfiando debaixo da carruagem real. Os médicos apenas disseram que as rodas “esmagaram sua nova Anunciação de Ordem em seu peito, ferindo-o além de qualquer esperança”. Poucas pessoas imagina que isso simplesmente significa que ele teve seu medalhão enfiado a força coração a dentro.

Assim termina este dia de casamento, que Deus tenha piedade de nós.

Claro que tanta desgraça com certeza não iria parar por ali e assim, dez anos depois a Princesa Maria acabou morrendo, aos 29 anos, de complicações do parto de seu bebê.

Postagem original feita no https://mortesubita.net/realismo-fantastico/o-casamento-maldito/

Astaroth

Uma Breve Introdução ao Conceito da definição do Ser.

Há muito que se aprender sobre determinadas Inteligências, só que, é sabido pela grande maioria dos estudiosos do Ocultismo, seja este em qualquer ramificação das religiões da mão esquerda, que os detentores dos poderes políticos das religiões de massa e escravistas, fizeram de tudo para que esses conhecimentos não chegassem até nós, nos dias de hoje. Infelizmente a religião judaico-cristã contribuiu para a destruição quase que total de toda fonte verossímil acerca de tais saberes.

O que podemos ainda contar, mas não em grande veracidade são com alguns Grimórios (livro de conhecimentos mágicos, a grosso modo falando), que em 90% dos casos estão propositalmente alterados pela religião, a fim de distorcer, denegrir e ocultar a Gnose ou Sabedoria, como queira, acerca de determinadas Inteligências.

Não usarei de delongas explicando o que é um demônio, pois o Portal Morte Súbita está repleto de informações riquíssimas sobre os mesmos, somente abrirei um parêntese sobre a etimologia do vocábulo a fim de sustentar a minha posição de utilizar Inteligência neste texto em vez de Demônio. É praxe que até a expressão “demônio, foi demonizada” por quem muito astutamente não queria que todos tivessem acesso a estes seres brilhantes e ajudadores em via de regra da humanidade. “Demônio” deriva da língua grega daimónion, ou daimon que quer literalmente dizer Gênio, ramificando-se para a língua árabe, a palavra se dimana para “djjins” que significa gênio. Daí surgira o mito do “Gênio da Lâmpada”, como todos conhecem.

Um Deus, uma Deusa, um Demônio ou uma Inteligência?

Neste caso, o uso da palavra Inteligência tem a denotação de atribuir toda à Sabedoria que um Ser Superior, diferente dos homens, possui em sua totalidade. Pois bem, mais a frente, tentarei sucintamente atribuir Astaroth em relação à sua Esfera Cabalística e em relação à sua Qliffot (sem adentrar a fundo no conceito de Kabbalah), pois se encontram também aqui no Portal, bons materiais que abordam o assunto, mas é através destes textos cabalísticos que Astaroth é mais profundamente conhecido como um Arquedemônio com poderes inimagináveis!
Em 1458, em alguns fragmentos de escritos hebraicos relacionados a demonologia, pode-se encontrar, por exemplo, no Livro de Abramelin,  Astaroth sendo o primeiro conhecido demônio do “sexo masculino” além de Satã, Beelzebuth, dentre outros, o que se popularizou ainda mais nas escritas de outros grimórios ao longos dos séculos conseguintes.

A antiga cidade da Cananéia, ademais de “pertencer” ao povo hebreu, de origem monoteísta, (hoje compreendida entre parte da Faixa de Gaza, talvez a Cisjordânia e a Jordânia) incluíram em suas adorações aos deuses pagãos o culto a esta Divindade como uma Deusa chamada Astarote. Na demonologia antiga, esta Inteligência pôde ser chamada de Astaroth, Astarote, Astarot e Asteroth, todas significando a sua coroação de um Príncipe no Inferno.

Alguns teóricos em demonologia afirmam veementemente que somente a partir do segundo milênio a.C. que o nome Astaroth fora reconhecido, e que fora derivada da Deusa fenícia Astarte, também anteriormente como a sumeriana Ianna e equivalente a babilônica Ishtar.
Ademais disso também temos a questão da antropomorfização, onde queremos atribuir questões inimagináveis ao que imaginável, do impalpável para o palpável, fora as questões culturais da época em relação principalmente do povo hebreu com questões machistas, que não aceitavam nem em suas relações interpessoais que mulheres tivessem algum valor, quanto mais atribuir a uma Deusa, digamos assim, o poder de trazer algum tipo de benção, seja lá qual fosse a este povo. Todavia, deixando de lado o estereótipo sobre a “sexualidade” da Inteligência, daremos curso ao nosso pequeno estudo.

Astaroth e a Bíblia

Astharthe (singular) e Astharoth (plural) vem da tradução da Bíblia Vulgata Latina, tradução essa possivelmente da Deusa Ashtart ou Astarté, conforme dito no tópico anterior.

No livro de Juízes, no capítulo 2, dos versos 11 ao 13 é clara a insatisfação dos hebreus com seu Deus Iavé, o que os faz, quase que repentinamente, e, por toda a bíblia, repetidamente abandoná-lo e seguir aos outros Deuses.

“Então fizeram os filhos de Israel o que era mau aos olhos do senhor; e serviram aos baalins.

E deixaram ao senhor, deus de seus pais, que os tirara da terra do Egito, e foram-se após outros Deuses, dentre os Deuses dos povos, que havia ao redor deles, e adoraram a Eles; e provocaram o senhor à ira.

Porquanto deixaram ao senhor, e serviram a Baal e a Astarote.”

A insatisfação também toma conta do dito Rei mais sábio de Israel Salomão em 1 Reis 11:5:

“Porque Salomão seguiu a Astarote, deusa dos sidônios, e Milcom, a abominação dos amonitas”.

Em guerras entre Filisteus e Hebreus: em 1 Samuel 31:8-10:

“Sucedeu, pois, que, vindo os filisteus no outro dia para despojar os mortos, acharam a Saul e a seus três filhos estirados na montanha de Gilboa. E cortaram-lhe a cabeça, e o despojaram das suas armas, e enviaram pela terra dos filisteus, em redor, a anunciá-lo no templo dos seus ídolos e entre o povo. E puseram as suas armas no templo de Astarote, e o seu corpo o afixaram no muro de Bete-Seã.”

O Deus dos hebreus com crises de ciúmes e consciência em 1 Reis 11:33 :

“Porque me deixaram, e se encurvaram a Astarote, deusa dos sidônios, a Quemós, deus dos moabitas, e a Milcom, deus dos filhos de Amom; e não andaram pelos meus caminhos, para fazerem o que é reto aos meus olhos, a saber, os meus estatutos e os meus juízos, como Davi, seu pai.”

De novo? Em Juízes 10:6:

“Então tornaram os filhos de Israel a fazer o que era mau aos olhos do SENHOR, e serviram aos baalins, e a Astarote, e aos deuses da Síria, e aos deuses de Sidom, e aos deuses de Moabe, e aos deuses dos filhos de Amom, e aos deuses dos filisteus; e deixaram ao SENHOR, e não o serviram.”

Astaroth e a Goétia

Segundo a Arte Goétia (tema bastante controverso e polêmico, particularmente falando), tentarei aqui, ser ao máximo imparcial, apenas apontado relatos de crença e histórico. Através de “A Chave Menor e As clavículas de Salomão”, é “possível” ao magista através de “triângulos” com os nomes de anjos e nomes do deus hebreu, através de um suposto anel com símbolos judaicos, “submeter” esta Inteligência, e, até mesmo sujeitá-la a interrogatórios para diversos fins de proveito próprio, como a arte adivinatória, os segredos da Criação, questões que envolvem o passado, o presente e o futuro, sabedoria ilimitada nas artes liberais e eticétera. Ainda pela Goétia, temos conhecimento de que Astaroth é na contagem dos 72 “Demônios” é o 29º, que aparece montado sobre uma besta, semelhante a um Dragão Infernal, tem a fisionomia de um anjo medonho, e, ainda reina sobre 40 legiões, além de ser um demônio poderosíssimo!


Selo de Astaroth segundo a Goétia

Esta é a descrição de Astaroth segundo o Dicionário Infernal: Usa uma coroa reluzente, vêm sempre montado em sua besta-fera-dragão, que possui uma cauda de serpente e asas, e vem despido, aparentemente tendo algumas penas (provavelmente asas). Outra versão de aparições bem semelhante é a de que Astaroth propriamente é um homem desnudo com asas, possui mãos e pés de dragão e segura uma serpente em uma das mãos, vindo cavalgando sobre um lobo ou cachorro gigante. A possibilidade do livro do Apocalipse estar fazendo menção à Astaroth é segundo ainda outras aparições, onde Ele é um Cavalheiro Negro montado em um grande escorpião.

Existe uma teoria extremamente controversa de que Ele tem como seu principal adversário o “santo” Bartolomeu, porque este último resistiu as suas “tentações” e pode ajudar a quem rogá-lo. Segundo remonta a história, as tentações vencidas foram nada mais nada menos que: a preguiça, a vaidade e as filosofias racionalizadas, isso também é relatado por Sebastien Michaelis.

Já segundo Francis Barret e outros demonologistas do século 16, Astaroth é um dos principais acusadores e inquisidores, onde no mês de Agosto os ataques ao homem por esse demônio são extremamente fortes. Pode ser que o mito da frase: “Agosto o mês do desgosto” tenha alguma relação com o fato narrado.

Outros que afirmam que tiveram contato direto ou indireto com esta inenarrável Inteligência passaram a terem uma desenvoltura absurdamente ampla nas ciências da matemática, no artesanato, na pintura, conseguiram desvendar segredos indecifráveis, além de encontrarem tesouros escondidos por magos e feiticeiros, e, até mesmo a tão almejada arte da invisibilidade. Além de terem recebido poderes para enfeitiçarem serpentes de todos os tipos.

A Influência desta Inteligência em nosso presente século é absurdamente inconfudível!

Astaroth e as Artes

Na Música:

  • Referência na música da Banda de Back Metal Mercyfull Fate – “No som do sino do demônio”.
  • Referência na música da Banda de Doom Metal Candlemass – “Anão Negro”.
  • Referência na música da Banda de Doom Metal Draconian – “Embrace the Gothic” e Serenade of Sorrow”
  • A Banda Testament contém uma referência à Astaroth na música “Alone in the Dark”
  • A Banda Behemoth de Death Metal menciona-O na canção “Mate os Profetas Ov Isa”
  • Em  “Abrahadabra” de Dimmu Borgir o selo de Astaroth está lustrado  na capa do álbum.
  • Astarte é uma Banda feminina de Black Metal grega, formada em 1995 – aonde um dos hits que mais fizeram sucesso foi uma louvação própria a esta Inteligência – nome da música: Mutter Astarte – do Álbum Demonized, de 2007.
  • Mägo de Oz é uma banda espanhola de folk metal – diante de muitas músicas, possui uma de Adoração Explícita à Astaroth, inclusive informações de como invocar a Inteligência.
  • Dentre muitas outras bandas…

No Cinema:

  • Uma Filha para o Diabo de 1976 – O filme é sobre um duelo entre um escritor de livros sobre ciências ocultas e o demônio, com quem a filha de um casal de amigos fez um pacto. A chave do mistério está nos códigos de Astaroth, num livro satânico.
  • Der Golem, wie er in die Welt Kam  de 1920, Adaptado por Heinrik Galeen e Paul Wegener é sobre uma lenda do gueto de Praga. O rabi Low, para proteger o seu povo de uma ameaça dá vida a uma estátua de barro com a ajuda das forças das trevas. Mas, depois de cumprida a sua missão, o “demônio” é de novo animado para satisfazer a vingança de um rapaz apaixonado pela filha do rabi, e destrói tudo à sua volta. Este é um dos mais famosos títulos do cinema alemão dos anos 10 e 20, de que se fizeram várias versões. A de 1920 é a segunda representação do cinema. Livros esotéricos de consultoria surgiram posteriormente para encontrar o segredo de como criar o tal “monstro de barro”, que segundo muitos apreciadores da obra, atribuem este ser “criado” advindo do submundo a Astaroth.
  • Em 1971 Bedknobs e Broomsticks, é um filme musical onde “A Estrela de Astaroth ‘é um artefato que os protagonistas começam a utilizar a partir da cena da “Ilha de Naboombu”.

Na TV:

  • Num episódio de um seriado chamado “Não ao Exorcista”, no primeiro episódio aparece um demônio que possuía um adolescente, e este demônio “foi” Astaroth.
  • Na 3ª temporada de Friday the 13th: The Series o episódio chamado “As Profecias”, quem está incumbido de abrir a porta de entrada de Lúcifer para a Terra, contada em seis profecias, é Astaroth que aparece como um dos “anjos caídos”.
  • Em Blood Ties, o selo de Astaroth aparece magicamente tatuado nos pulsos da personagem principal.
  • Em “Trials of the Demon”, episódio de Batman: The Brave and the Bold, Astaroth aparece como um demônio, a fim de buscar as almas que tentam escapar de suas mãos.
  • Dentre muitas outras aparições, que tornaria exaustivo a explanação completa aqui.

Nos Games:

  • O Arquidemônio Astaroth é o “chefe” final no game original Ghosts ‘n Goblins e um “chefão” em Ghouls e Super Ghouls ‘n Ghosts . Um personagem similar em aparência e ataque a Ele também aparece como um chefe mediano em Rosenkreuzstilette Freudenstachel .
  • Em MapleStory , Astaroth é um chefe no final do desafio das aventuras
  • No Never Dead , o principal vilão é Astaroth, que mata seu amado e das lágrimas de seus olhos, faz um Demônio Lord Imortal que vai sofrer por toda a eternidade.
  • Em Dungeons & Dragons jogo RPG, Astaroth aparece como uma divindade para aqueles de alinhamento com o “mal caótico”.
  • No game Castlevania: Portrait of Ruin, Astaroth aparece como um nobre egípcio.
  • Em Soul Calibur série de jogos de games, um demônio chamado Astaroth é um personagem jogável.
  • E assim, continua…

Na Literatura:

  • Astaroth aparece como um demônio brevemente no Warhammer 40.000 em Daemonifuge (quadrinhos).
  • É a personagem de Luigi Pulci ‘s Renascença, Épico de Morgante .
  • É o nome de um Romance escrito pelo croata escritor Ivo Brešan .
  • Astaroth aparece como um personagem de apoio / vilão de Marlon Pierre-Antoine de Wandering Stars .
  • É o vilão de Henry H. Neff na Tapeçaria (série).
  • Fez várias aparições como um demônio na história em quadrinhos Hellboy .
  • Dentre outras muitas dezenas de relatos.

Segundo um segmento religioso da “mão esquerda”, Astaroth possui:

  • Posição no Zodíaco de 10 a 20º de Capricórnio
  • Dias concernentes à Inteligência: de 31 de Dezembro a 09 de Janeiro
  • Dentro das Cartas de Tarô é o Ás de Copas
  • Planeta associado: Vênus
  • Cor de vela predileta: Marrom ou Verde
  • Metal: Cobre
  • Elemento: Terra
  • Hierarquia: Grão-Duque das Regiões Ocidentais do Inferno.

 

De todas as informações “colhidas” e expostas em nível de conhecimento e até mesmo como objeto de estudo e verificação anterior, ademais das muitas linhas de raciocínio e compreensão desta Inteligência, sem querer ser pretensioso, o ponto de vista a seguir explanado, é o que tem maior coerência, pois tem extrema relação e compromisso com a Verdade na qual é compreendido Astaroth, Ele pertence e tem relação com a Esfera Planetária de Júpiter, a Porta Obscura associada às suas Evocações chama-se Abbadon e sua Esfera Cabalística é a de Gha´aghsheblah.

Sigilo de Gha´aghsheblah

Os favores daqueles que comungam a verdadeira essência deste Magnífico Deus são:

Misantropia, Aristocracia Satânica, Inteligência, Filosofia, Sabedoria, Riqueza, Luxúria Sangrenta e Fatal, a Manipulação, a Divulgação do Suicídio, a Sorte, a Honra e Descoberta de Novos Aliados, assim como a Canalização das Energias “Sinistras” e a Abertura do “Olho do Holocausto”.

Ele habita / está composto no Quarto Ângulo de Sitra AHRA, simploriamente falando sobre as esferas Qliffóticas da “Árvore da Morte”.
Devido o Seu Portal Obscuro ser Abbadon, Astaroth também é capaz de abrir a 3ª visão e dar poderes de Clarividência ao Magista que o busca, além de fortalecê-lo cada vez mais, a fim de que as falsas luzes demiúrgicas sejam cada vez mais diminuídas, e o adepto da Religião da Mão Esquerda recebe mais ascensão na Luz Negra.

Esses “novos aliados” citados acima, tanto podem ser seres humanos quanto espirituais (espíritos familiares e/ ou daemons), e, a sabedoria não deriva somente da humana, mas também a Satânica (Emancipação do Intelecto), e, quem se aproxima desta Inteligência com o intuito de contemplá-la e não somente usufruir de seus Incontáveis Poderes, poderá ter neste Deus um Verdadeiro amigo, companheiro, e uma fonte inenarrável de Gnose e avanços em amplos sentidos na vida.


Sigilo de Astaroth segundo a Tradição Anticósmica da Corrente dos 218

“Astaroth Nisa Chenibranbo Calevodium Barzotabrasol!”

Hail Astaroth!

Bibliografia: Wikipédia, a enciclopédia livre, A Chave Menor de Salomão, As Clavículas de Salomão, Bíblia Sagrada – Versão Corrigida e Atualizada, Joy of Satan, MLO (Misantropic Luciferian Order), T.O.T.B.L (Templo of the Black Light) e o Liber Azerate – O Livro do Caos Irado 2002.

 

Bruxo Του Βάαλ – A’ arab Zaraq

Postagem original feita no https://mortesubita.net/demonologia/astaroth-2/