HermetiCAOS – Tradição, Ciência, Arte e Cultura

PARTE 1: TRADIÇÃO*

Você quer praticar Magia. Quer se tornar um Mago. Tomou a decisão e está determinado.

Ótimo, que bom pra você. Mas e agora? Qual o próximo passo?

Descobrir que diabos é “Magia” e como é que se pratica isso é, logicamente, o caminho a seguir. E daqui a pouco você vai entender por quê. O que interessa agora é que as respostas mais acessíveis — seja em livrarias, seja na internet — vão te levar, conforme aponta o mago inglês Alan Chapman, ao “quase impenetrável transcendentalismo de textos mágicos do início do século XX, o moralismo ambientalista do movimento Pagão moderno, o sentimentalismo ingênuo e popular da Nova Era e o materialismo prático e bobo de alguns autores pós-modernos”. A escolha é difícil. O que existe por detrás das cortinas da realidade que dá fundamento à Magia e se encontra na base de qualquer “Tradição”? E por que elas são tão diferentes entre si? Este é o primeiro de uma série de textos que buscarão responder a essas e outras perguntas.

Antes de mais nada, é preciso esclarecer um ponto: qualquer coisa que se diga a respeito do assunto aqui tratado é, no fim das contas, uma interpretação pessoal. Cada indivíduo vive a partir de uma perspectiva que foi construída nele/por ele/com ele durante toda a sua vida, como um conjunto de suas impressões psíquicas derivadas de experiências vividas. É aquilo que o psicólogo e romancista (e mago) discordiano Robert Anton Wilson chamou de “túnel de realidade”. As experiências com a realidade podem se dar de forma direta ou indireta: quando a porção de realidade experienciada vai além de nossa capacidade de traduzí-la, para nós mesmos, a partir de uma lógica que nos pareça coerente, estamos diante de uma experiência direta; a indireta acontece quando, por conta de paradigmas que adotamos (consciente ou inconscientemente), já experienciamos a realidade a partir de uma leitura, ou explicação, prévia do fenômeno observado, ou seja, antes de obtermos o resultado de nossa experiência, já sabíamos exatamente o que esperar dela.

Pois bem. Ocorre que, mesmo na forma direta, a experiência é interpretada com a linguagem que conhecemos. Parece-me que está além da capacidade humana viver uma experiência sem elaborar uma explicação para ela. Por que isso aconteceu? Como aconteceu? Quais são as condições de possibilidade dessa experiência? Tudo isso vai ser elaborado a posteriori, sempre a partir do jogo de linguagem da pessoa, para usar uma expressão do filósofo Ludwig Wittgenstein. Vamos analisar um exemplo qualquer.

Algo na vida de uma determinada pessoa vai muito mal. Pode ser em qualquer âmbito: financeiro/profissional, sentimental/amoroso, saúde física ou mental, ou sei lá mais o quê. Se a pessoa é cristã — e especialmente se for evangélica –, é bem provável que ela atribuirá a culpa dos seus males ao Diabo ou a alguns de seus demônios enviados à Terra para espalhar o Mal (aquele, com letra maiúscula). Se, entretanto, o indivíduo foi criado dentro da crença espírita (e concorda com ela, veja bem), então será natural que ela atribua a origem de seus males a algum espírito obsessor que se alimenta de seu sofrimento (o famoso “encosto”) e não passa de alguém que morreu, mas se encontra num estado de ignorância sobre sua condição e como melhorá-la, seja, como “evoluir espiritualmente”. Ainda existe a possibilidade, mais complexa e rara, do indivíduo em questão ser um psicólogo junguiano ou transpessoal; se for esse o caso, a chance é a de que ele compreenda as dificuldades que está passando como uma projeção externa de complexos inconscientes que se colocam como obstáculos ao processo de individuação.

Cada um deles pode ter tido a mesma experiência. Entretanto, a interpretam de forma radicalmente diferente. Por que essa volta toda? Para esclarecer que, mesmo em Magia do Caos, as diferentes explicações para os diferentes fenômenos podem variar em abordagem. Mais sobre isso será discutido em textos vindouros. O que interessa aqui é que, no tocante à palavra MAGIA, ela diz respeito, diretamente, a uma determinada tradição sagrada de ensinamentos sobre a Mente e o Universo, típica do Ocidente. Em seu famoso diagrama, Peter Carroll liga os Grandes Mistérios Antigos diretamente ao Xamanismo, supostamente o Pai de toda a Magia. A partir daí, passamos pelas Escolas de Mistérios do Egito, da Babilônia e da Grécia, como os Pitagóricos, Órficos, Elêusis e Essênios. As transformações seguem, com influência do Cristianismo Primitivo (Gnosticismo) e do Sufismo, uma doutrina derivada do Islã.

A partir daí, passa pela Idade Média, através dos Cavaleiros Templários e da Alquimia, escondendo-se nas sociedades secretas rosacruzes e maçônicas, até encontrar Aleister Crowley e Austin Osman Spare.

Essas associações procedem muito mais por uma relação temática do que propriamente com base em evidências históricas (exceto talvez nos documentos secretos das Ordens iniciáticas, acessíveis a poucos — mas isso, por óbvio, é mera especulação). Os conhecimentos do passado parecem nunca haver estado completamente à disposição de todas as pessoas; o poder estabelecido geralmente encontra uma forma de exterminar aqueles que tentem libertar o povo da ignorância, tão necessária ao exercício da dominação das massas. Na Modernidade, com o advento do Estado laico, o problema parece ter mudado: como aprendemos no filme Matrix, as pessoas carregam o Sistema dentro de si e lutarão por ele quando o perceberem ameaçado. As pessoas lutam para se manterem aprisionadas. Assim, os conhecimentos que foram ocultos em sociedades secretas e transmitidos por baixo dos panos para sobreviver aos períodos mais sombrios da civilização, agora estão mais acessíveis que nunca. Só não os alcança quem não quer.

Na essência dos ensinamentos está a compreensão de que nossa realidade é moldada pela nossa mente e, a partir daí, a utilização de fórmulas, símbolos, palavras, rituais, canto, música, meditação, dança e até mesmo substâncias psicoativas para provocar impressões na mente e obter mudanças de acordo com a Vontade. O que muda de uma Tradição para a outra é a escolha de que elementos serão utilizados e de que maneira. O que determina essa escolha? Os fatores variam e têm diferentes graus de complexidade. Os mais simples apontam para uma mera apreciação estética, ou seja, pratica-se a Tradição que se considera mais bonita; os mais complexos sugerem um comprometimento ideológico a partir da dinâmica da crença. Em textos futuros pretendo abordar a questão da crença, sua função e sua disfunção.

No fim das contas, qual a importância de se adotar uma determinada Tradição e como escolher entre elas? Esse é, afinal, o objetivo desse texto. O objetivo de uma Tradição é oferecer um conjunto de associações simbólicas coerentes, testadas ao longo do tempo por determinado grupo de pessoas e, por isso, com condições de oferecer ao praticante um método de alcançar a sabedoria. Não se comprometer com uma Tradição pode significar, em muitos casos, uma vida inteira de doloroso aprendizado no esquema tentativa-erro, sem nunca atingir um bom nível de proficiência em Magia.

Seguem minhas recomendações pessoais para uma boa decisão:

Primeiramente, escolha uma Tradição pela estética. Pode parecer um motivo superficial, mas é fundamental que você veja beleza na sua prática mágica. Isso influencia diretamente no quanto o seu ato mágico é capaz de te impressionar e provocar os efeitos desejados na sua mente. Em segundo lugar, certifique-se que sua relação com a Tradição escolhida não impossibilite que você experimente coisas que não se encaixam necessariamente no paradigma escolhido; ou seja, esteja aberto para a possibilidade de estar errado sobre o que quer que seja. Três: atente-se para a possibilidade de a Tradição te oferecer o devido amparo nos momentos de dificuldade, sem que ela precise te escravizar por isso. Busque conhecer os fundamentos da Tradição ANTES de se comprometer com ela. Se houver liderança do tipo “sacerdotal”, desconfie severamente. A enorme maioria dos sacerdotes busca um séquito de admiradores e bajuladores; preste atenção, por exemplo, à enorme quantidade deles que afirma que você vai se dar muito mal se abandonar aquela Tradição. Não se meta em nenhum grupo que tenta se promover desvalorizando outro.

E, por último, confie sempre na sua intuição e na sua experiência acima de qualquer dogma. O que significa dizer que, se a sua experiência contradiz o dogma da sua Tradição, o melhor a fazer é, geralmente, abandonar a Tradição.

Uma vez que você tenha escolhido, é necessário também fazer alguns apontamentos:

Leve a sério sua escolha; conduzí-la de forma leviana significa desrespeitá-la e desvalorizá-la. Se isso acontecer, ela não poderá fazer mais nada por você. Estude bastante; somente um conhecimento aprofundado te dará a segurança necessária para conduzir um ritual que produza os efeitos desejados. Não desconsidere nenhum requisito da sua Tradição até que entenda perfeitamente seu sentido e propósito; as consequências podem ser nefastas.

No mais, tudo o que você leu aqui eu aprendi com minhas próprias experiências e erros e acertos, com experiências de amigos e conhecidos e, também, com relatos de pessoas em quem eu aprendi a confiar. Nesse último caso, essas pessoas não sabem o quanto sou grato pela disposição que elas tiveram em compartilhar com o mundo (e comigo, por tabela) aquilo que aprenderam. Minha forma de expressar essa gratidão é passar o ensinamento adiante. Por isso, se a Tradição que você escolheu (ou vier a escolher) for a Magia do Caos ou o Hermetismo, apareça por aí toda segunda-feira que vai ter texto novo.

É minha Vontade que minhas palavras levem Luz. Assim seja!

* Essa é a Parte 1 do texto em 4 partes abordando a Magia enquanto Tradição, Ciência, Arte e Cultura. Cada conceito desse, um texto. Mas não sei se eles serão publicados em sequência, porque pode ser que segunda que vem eu escreva sobre outra coisa, se me der na telha.

Publicado originalmente no Blog HermetiCaos

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/hermeticaos-tradi%C3%A7%C3%A3o-ci%C3%AAncia-arte-e-cultura

Resultados da Hospitalaria – Fevereiro 2010

Fevereiro foi o recorde do projeto, com 35 mapas e 28 sigilos.

Entidades auxiliadas este mês:

– Lar Sagrado Coração de Jesus (Nova Andradina)

rua Walter Hubacher, 04 – chácara 96 – Nova andradina – MS

– APAE (Sumaré)

r. Salvador Lombardi neto, 630

– Ações filantrópicas do Capítulo de Petrópolis da Ordem Demolay

– Biblioteca Pública Municipal “Rômulo Campos DÁrace” (Pindamonhangaba)

– Laramara – Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual

Home

– ICI-RS – Instituto do Câncer Infantil – RS

R. Francisco Ferrer, 276 – Bairro Rio branco – Porto alegre
http://www.ici-rs.org.br/

– Centro Espírita Nosso Lar – Casas André Luiz
http://www.andreluiz.org.br

– Creche “Mãe Cristina” vinculada ao Grupo espírita “Cairbar Schutel” (Campinas)
http://www.crechemaecristina.org.br

– Instituição ABRAPEC (Tratamento de pessoas com Câncer) – Ribeirão

– Sociedade Beneficiente Espírita Bezerra de Menezes

– Instituição “Asas Brancas”
http://adhemaralmeida.sites.uol.com.br/asasbrancas/

– Federação de Resistência da Cultura Afro-Brasileira (FRECAB)

– Federação Espírita Brasileira (SP)

– Hospitalaria da Loja Madras, 3359

– Hospitalaria da Loja Aleister Crowley, 3632

Tivemos 4 doações de Sangue…

E ações internacionais !!!

– Cruz Vermelha Americana (American red Cross)

– UNICEF (Alemanha)

dos leitores do blog de outros países.

E pretendemos continuar o projeto de Hospitalaria. Quem estiver a fim de participar, é só seguir as instruções e pegar seu Mapa Astral ou Sigilo Pessoal via o TdC.

Se vocês puderem ajudar divulgando o blog e o projeto, eu agradeço.

Quem não tiver dinheiro para doar Cestas Básicas; vou aceitar doações de sangue para a fundação Pró-Sangue e outras (na mesma proporção: 2 doações para mapa ou sigilo, 3 para mapa+sigilo).

#Hospitalaria

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/resultados-da-hospitalaria-fevereiro-2010

Mapa Astral de Aleister Crowley

Aleister Crowley (12 de Outubro de 1875 – 1 de Dezembro de 1947), nascido Edward Alexander Crowley, foi um influente ocultista inglês, responsável pela fundação da doutrina Thelema. Ele é conhecido hoje em dia por seus escritos sobre magia, especialmente o Livro da Lei, o texto sagrado e central da Thelema, apesar de ter escrito sobre outros assuntos esotéricos como magia cerimonial e a cabala.

Libriano com Lua em Peixes, Ascendente em Leão e Caput Draconis em Áries. Uma pessoa que possui uma percepção dos outros e o íntimo em estreito contato com o Plano astral, que gosta de aparecer e de se mostrar e ao final de sua vida, terá se tornado um líder.

O gosto de Crowley pelo oculto vem da combinação forte de Júpiter em conjunção a Mercúrio (em Escorpião), que indica não apenas que a mente de Crowley procurava buscar o que há de mais profundo nos mistérios como seu facilitador natural também o impulsionava para tal. Mercúrio em Escorpião é a mente daqueles que desejam desvendar mistérios, encontrada tanto em céticos quanto em ocultistas.

O Planeta mais forte do Mapa de Crowley é Plutão (em Touro), que indica uma pessoa voltada para experimentar tudo o que a vida pode oferecer. Sua combinação com a Lua em Peixes (em sextil de 0,2 graus) faz com que ele canalize estas experiências para o Plano Astral e escapismo da realidade. Esta combinação é comum em viciados em jogos ou drogas (o caso do Crowley). Some-se esta energia com sua curiosidade e facilidade para buscar o que há de experiências mais profundas (Mercúrio e Júpiter em escorpião) e você tem um mapa de alguém que está disposto a testar todos os limites da experimentação.

Marte é o Planeta que mostra como a pessoa briga, planeja e executa suas ações. Marte em Capricórnio é o guerreiro-planejador-estratégico, muito encontrado em militares de carreira e também em jogadores de xadrez ou outros esportes que exijam calma, planejamento e disciplina (alpinismo, por exemplo).

Uma Aspectação interessante no Mapa de Crowley é a Oposição Urano em Leão (facilidade em exibir-se para os outros) e Saturno em Aquário (facilidade para organizar/controlar/estar responsável por grupos de pessoas). Com Sol e Vênus em Libra (diplomacia), fica fácil entendermos como Aleister conseguiu mesclar e utilizar todos estes recursos e se tornar “o homem mais perverso do mundo” segundo os jornais sensacionalistas…

Engraçado notar que, ao contrário de outros ocultistas como Arthur Waite (que tinha Marte/Vênus em Virgem) ou este que vos escreve (Marte/vênus em Virgem) que abordam o ocultismo de uma maneira mais enciclopédica (pesquisar, anotar, comparar, catalogar…) Crowley era um verdadeiro porra-louca, que precisava experimentar e testar tudo em sua própria pessoa para obter o conhecimento direto em primeira mão.

Acabou quebrado e falido, mas deixou seu legado para toda a posteridade.

#Astrologia #Biografias

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/mapa-astral-de-aleister-crowley

Curso de Tarot e História da Arte – Dezembro

Este é um post sobre um Curso de Hermetismo já ministrado!

Se você chegou até aqui procurando por Cursos de Ocultismo, Kabbalah, Astrologia ou Tarot, vá para nossa página de Cursos ou conheça nossos cursos básicos!

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Cursos de Hermetismo de Dezembro:

– Arcanos Maiores – 02/12 (Sábado) das 10h às 18h

– Arcanos Menores – 03/12 (Domingo) das 10h às 18h

– Magia Prática – 10/12 (Domingo) das 10h as 18h

No Curso de Tarot fazemos o estudo de 12 decks diferentes, comparando a simbologia de cada um dos Arcanos ao longo da História da Arte; desde os trionfi do século XIV até os mais modernos como o Rider-Waite, Thoth (Aleister Crowley) e Mitológico, passando por Marselha, Oswald Wirth, Tarô dos Boêmios, Tarô alquímico e Egípcio (Kier).

Informações e reservas: marcelo@daemon.com.br

#Cursos #Tarot

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/curso-de-tarot-e-hist%C3%B3ria-da-arte-dezembro

Bases subterrâneas, Crianças Desaparecidas e Extraterrestres.

O que você precisa saber no futuro?
Depois de completar o meu ultimo artigo “M16 são os senhores do trafico de drogas mundial” eu terei de apresentar um panorama geral para que e usado o dinheiro da “intelligenza” mundial.
Farei isto por muitos motivos. A verdade terá que vir ao de cima e eu preciso de me proteger a mim e a minha família. Se algum de nos tiver um fim prematuro apenas irá dar mais credibilidade ao que digo. Como tal ao apresentar o seguinte estou a proteger-nos.
A pressão governamental e vigilância sobre a minha pessoa aumentarem desde que fui a público com o ultimo artigo. Acredito que isto se tornou um assunto de segurança nacional.
Tive em perigo de vida, homens situados num hotel em frente do meu apartamento tirando fotografias usando uma câmera de longo alcance de alta tecnologia que usa um laser azul, o meu telefone e o da mãe da minha namorada em escuta, as minhas informações hackeadas e retiradas de inúmeras páginas de Internet e e-mail oficiais do governo bloqueados.
Penso que isto se deve ao fato de eu andar a passar informações sobre projetos classificados como “ultra-secretos” os quais irei detalhar neste artigo. A intelligenza a liderar o tráfico de droga e apenas “secreto”.
Chamo-me James Casbolt e trabalhei na sombra para o M16 em operações de tráfico de cocaína com o IRA em Londres entre 1995 e 1999. O meu pai Peter Casbolt era também do M16 e trabalhou com a CIA e a máfia em Roma, em 1993 em operações sombra de tráfico de cocaína e heroína.
O tráfico de drogas internacional controlado por muitas facções da intelligenza mundial, em cooperação (MI6, CIA, MOSSAD etc.) vale no mínimo 500 bilhões de Libras a cada ano. É mais que o comércio de petróleo internacional. O M16 controla muitas outras secretas no mundo.
O M16 criou a CIA em 1947 e ainda os controla hoje em dia. O saldo destas operações de tráfico de narcóticos encoberta ou, em termos Orwelianos, “Fundos não apropriados” Do M16/CIA são usados por o governo para projetos militares classificados como “ultra-secretos”
Estas operações incluem um encobrimento mundial do fenômeno OVNI e a construção e manutenção de bases subterrâneas militares (D.U.M.B. S deep underground military bases)
Há muitas destas bases a nível mundial, mas está aqui uma pequena lista:
1- Dulce no Novo México
2-Brecon Beacons em Gales
3-Los Alamos no México
4- Pine Gap na Austrália
5- As “Snowy mountains” na Austrália
6- A área do Nyala na Africa
7- Oeste do Kindu na Africa
8- A seguir a fronteira da Líbia com o Egipto
9- Mount Blanc na Suiça
10- Narvik na Escandinávia
11- A ilha de Gottland na Suécia e muitos outros locais. Esses projetos são geridos por um corpo governamental, não eleito, com ligações as Nações Unidas.
Há pelo menos 1400 dessas D.U.M.B a nível mundial. 131 Nos EUA; neste momento com duas bases subterrâneas a serem construídas nos EUA a cada ano. A profundidade média das bases ronda 4 e ¼ de milha abaixo da superfície (algumas mais a superfície e outras mais profundas). O tamanho médio das bases em são o tamanho de uma cidade média.
Cada base DUMB a construir custa entre 17 a 26 bilhões de dólares os quais são patrocinados por o dinheiro do negócio do tráfico de narcóticos pela M16/CIA. Cada base emprega entre 10000 a 18000 trabalhadores. Uma escavadora a energia nuclear é usada para escavar o solo.
Esta escavadora atravessa rocha a uma media espantosa e literalmente derrete a rocha formando uma superfície lisa e espelhada à volta do túnel.
A 20 de Maio recebi pessoalmente informações de outro membro da NSA (National security agency) através de terceiros. Desejo proteger a identidade deste homem por isso chamar-lhe-ei G. É a primeira vez que esta informação vem a público.
G era um subcontratado pela NSA nos finais dos anos oitenta e trabalhou para a NASA até 1992. Era um Engenheiroº Eletrotécnico sênior na base subterrânea em Los Álamos no Novo México. G também trabalhou na base DUMB de Álamo Gordo no Novo México e numa base subterrânea no Havaí. Ele afirmou que a base de Los Álamos se projeta duas milhas abaixo da superfície e tem o tamanho de uma pequena cidade.
Enquanto lá esteve observou uma série de humanos enjaulados, extraterrestres altos tipo grey e grey réptilianos. G afirma que a NSA era dura com todos os subcontratados e que o pessoal de lá trabalhava em condições difíceis.
De acordo com G o Governo Federal dos EUA, a USAF e o DOE (department of energy) administravam a base DUMB no Havaí na qual ele trabalhava. Essa base está duas milhas abaixo da superfície e estende-se até ao Oceano Pacifico.
Foi lá que três homens musculados e muito altos tipo Nórdico (que de acordo com G eram híbridos Humano/Réptiliano porque os seus olhos conseguiam “mudar” tendo rasgos verticais como pupilas) perseguiram-no na auto-estrada ameaçando de o matarem, pois ele havia escutado estes a falarem sobre um aparelho de alta-tecnologia.
Compreensivelmente G ficou marcado emocionalmente com estas experiências e não gosta de falar às pessoas sobre elas.
Esta fonte também me contou a 23 de Maio que em Junho haveria uma quantidade enorme de terremotos provocados por HAARP na costa Este dos EUA e que os DUMBS já haviam sido evacuados e encerrados. Isto foi 100% preciso, pois em 21 e 28 de Junho houve pelo menos 400 terremotos na costa Este dos EUA.
Coloquei toda esta informação no fórum das produções God like na Internet e num espaço de horas o site foi hackeado e removido.
Por ordem do executivo a NSA está isenta de todas as leis que não especifiquem a NSA no texto da lei. O que significa que eles podem fazer o que bem lhes apetecer e não respondem a ninguém.
Isto acontece por causa da sua interação com espécies extraterrestres e as suas visões distorcidas que a população são como crianças e não suportariam a verdade.
Atualmente há uma Guerra interna a rugir nas secretas internacionais no que diz respeito à agenda extraterrestre. Entre facções a favor e contra. No meu entender uma das facções negativas é um grupo centrado à volta do M16 e da CIA, chamado Aquarius.
Este grupo anda a encobrir a verdade, mentindo descaradamente e desacreditando ou assassinando quem esteja demasiado próximo de expor o que se anda a passar. Há também um grupo centrado na Intelligenza naval chamado Comm 12 o qual anda a ventilar informações bastante precisas sobre a agenda extraterrestre no público.
Quando o míssil (não o avião) atingiu o Pentágono a 11 de Setembro, atingiu a secção da Secreta Naval no edifício. Isto foi parte da guerra interna entre Aquarius e o Comm 12 a ser visível no exterior.
Aquarius também nomeou a ajuda de Hollywood e o “Mainstream” da média para distorcerem os fatos da agenda extraterrestre e cegarem o publico a verdade. Sir Martin Wakefield Jacomb, o diretor dos jornais telegraph em 1986 também está relacionado com o M16 e as lavagens de dinheiro da droga através do Banco de Inglaterra. Jacomb foi diretor do Banco de Inglaterra entre 1987 e 1995.
O ex. diretor da CIA, William Casey foi também diretor do conselho do Media Network ABC. Muitos “insiders” referem-se à ABC como a “Rede CIA”
Os grey e os extraterrestres reptilianos trabalham em parceria com os militares em bases subterrâneas denominadas MIEC (military industrial extra- terrestrial complex). É uma organização malévola como poderá constatar na seguinte informação. Também há extraterrestres benignos neste planeta. Esses grupos não são partes do MIEC e provêm das Plêiades, Andrômeda, Lyra, Procyon, Tau Ceti, Sirius A e Ummo. Esses grupos trabalham em parceria numa espécie de “Federação” de protetora.
Em 20 de Fevereiro de 1954 uma delegação de um desses grupos encontrou-se com a administração Eisenhower num esforço infrutífero para chegarem a um acordo com os EUA acerca do programa de armas termonucleares. O bloqueio mais evidente às negociações foi o fato destes ET não estarem dispostos a providenciar a tecnologia que poderia ser usada por a as facções militares da administração Eisnhower.
Estas entidades amantes da paz e de “aspecto humano” recusaram ser integradas no emergente complexo militar industrial (MIEC) nos EUA, Reino Unido, Rússia e onde quer que fosse ao planeta.
Em Junho de 1934 o primeiro acordo com os grey de Orion aconteceu a bordo de um navio em Balboa. Este foi um dos mais importantes acontecimentos da história da humanidade porque nos forçou a ter um papel para o qual não estávamos preparados, no que diz respeito a sermos hospedeiros de uma raça extraterrestre malévola.
O governo federal dos EUA desrespeitou a constituição dos EUA ao fazê-lo sem contar à população. Foi aqui que o acordo foi pela primeira vez feita pelos grey representando os reptilianos de Orion e os representantes dos serviços secretos dos EUA.
O acordo rezava que em troca dos grey fornecerem alta tecnologia (anti-gravidade, metais e ligas, energia livre e limpa e tecnologia em nível de medicina) o governo permitiria os grey de procederem sem restrições a abduções a humanos. Isto seria aceite se uma lista de abduzidos fosse fornecida ao governo e os abduzidos regressassem sem mácula e com a memória apagada.
Em 1994 uma segunda extensão do tratado foi assinada mas disso sei muito pouco.
Em Maio de 1954 sob a administração Eisenhower uma terceira extensão do tratado foi assinada intitulando-se “O tratado de Greada”. Os Grey e os Reptilianos quebraram flagrantemente os termos do acordo, como mais tarde veremos neste artigo. O tratado de Greada foi acordado entre os Grey e a unidade “Ultra” do NSA, na base Holloman da força aérea no Novo México.
O documento original deste tratado e o material dos ET podem ser encontrados hoje em dia nas instalações chamadas “Blue Moon”, por baixo da base da força aérea, em Kirkland no Novo México. A entrada para esta base subterrânea são as montanhas Manzano.
Na realidade neste local fica a base tecnológica secreta do departamento de energia (DOE). Atualmente estão a ser desenvolvidos aparelhos de energia livre desenvolvidos com tecnologia Grey e Reptiliana para uso espacial na base DOE.
A 15 de Abril de 1964 dois funcionários da intelligenza encontraram-se estando sob o “project Plato” com os Grey, no deserto do Novo México, de modo a arranjarem um encontro a 25 de Abril na base aérea de Holloman no Novo México. O encontro tinha como objetivo retificar o tratado de novo numa tentativa de ganhar tempo de modo a resolver o problema dos Grey e dos Reptilianos.
Uma situação de verdadeiro pesadelo está-se agora a desenrolar. Phil Schneider era um geólogo do governo dos EUA e das Nações Unidas, engenheiro de estruturas e perito em túneis. Ele participou na construção de muitas DUMB na América do Norte e noutros países. Phil foi assassinado pela CIA em 17 de Janeiro de 1996 em Wilsonville em Portland, Oregon.
Em 1979 em Dulce, Novo México, Phil Schneider escavava no deserto, nesse preciso local, de modo a construir uma base auxiliar no lado Sul de Dulce, no topo de uma base subterrânea já existente. A base que já existia havia sido construída por o governo dos EUA em 1940 sob o comando da Operação Blue Note, mas depois havia sido tomada por grey e reptilianos. Durante um período de dois dias, Phil e a sua equipe haviam cavado quatro buracos no deserto cuja profundidade era de alguns milhares de pés.
Um dos orifícios continuava a trazer a superfície, pó, odores de podridão e partiu pedaços da máquina, os quais caíram no orifício. Máquinas de perfuração e lasers vinham danificadas quando eram enviados para lá. Uma sonda foi então enviada, mas não retornou. Eventualmente um grupo foi enviado. Phil foi o primeiro.
Foi baixado no túnel e quando chegou em baixo, estava a três metros de distância de dois grey com dois metros de altura. Ficou petrificado, mas conseguiu disparar um carregador inteiro da sua pistola nos grey.
Quando estava a recarregar a arma, um dos grey atingiu Phil com uma espécie de arma de feixe de partículas a qual lhe deu uma alta dose de intoxicação por radiação, semelhante ao envenenamento por cobalto, mas o mais grave é que o pulmão de Phil estava queimado e ele tem agora uma longa cicatriz no peito a qual mostra nas suas aulas e que estão disponíveis nos vídeo do google. Os dedos da sua mão esquerda foram carbonizados, os ossos foram também carbonizados.
Ele foi, por assim dizer, “cozinhado” e esteve em isolamento de terapia por mais 400 dias. No túnel foi encontrada grande recipiente recheada de membros do corpo humano, de um modo geral glândula. Nestes recipientes foram encontrados aparelhos de mistura de alta-tecnologia que impediam o sangue de coagular.
Em Aztec no Novo México, a 13 de Fevereiro de 1948 um disco voador acidentado foi recuperado por os militares americanos. O aparelho tinha 30 metros de diâmetro e era feito numa liga semelhante a alumínio e continha corpos de ET reptilianos. Uma grande quantidade de partes de seres humana fora encontrada a bordo do aparelho.
A escotilha do “Ultra-Secreto” foi ainda mais fechada do que no caso Roswell de modo a não causar pânico em massa.
No dia seguinte, depois do acidente (o aparelho foi provavelmente abatido por os militares) o governo comprou a propriedade aos donos. Testemunhas em Aztec observaram colunas militares a entrarem e a saírem dessa área durante vários dias após o acidente.
O aparelho foi transportado para a base aérea de Wright Patterson, O disco incorporava grandes anéis de metal os quais giravam em torno de uma cabine central fixa. Não havia rebites, porcas, parafusos ou sinais de soldadura.
As pessoas em Aztec cuidadosamente mantiveram a sua palavra no que diz respeito aos rumores de um disco voador acidentado. Os habitantes de Aztec ainda hoje são monitorizados por os militares. Uma senhora de certa idade afirmou que o seu marido viu os caminhões a saírem e a entrarem desse local durante vários dias. Disse que estava muito nervosa acerca disso tudo e não queria falar sobre isso com outra pessoa que não o seu marido que viu os veículos militares.
Foi-lhe perguntado se acreditava que havia acontecido um acidente com um OVNI, a sua resposta foi; “Se algo não tivesse acontecido, porque razão os militares se apressaram a ir para lá… Porque razão os caminhões militares com encerado iam e vinham do desfiladeiro… porque negam ter estado lá… e porque compraram a área e a área envolvente onde o OVNI supostamente caiu?”.
No Camboja em 1972 no auge da Guerra do Vietnam, um grupo de operações especial dos EUA cruzou-se com um grupo de criaturas extraterrestres a carregarem vários corpos humanos em grandes contentores metálicos e a selarem-nos. Uma batalha séria seguiu-se, a qual resultou em fatalidades para ambos os lados. Enquanto os soldados se retiravam, os extraterrestres retiravam-se para o seu aparelho levando os corpos com eles. Como de costume um encobrimento foi rapidamente criado.
Um dos meus contactos em Wales, o qual chamarei de D para proteger a sua identidade, foi abordado por uma organização de elite secreta, chamada Group 5-8. Este grupo foi formado por Margaret Thatcher para operarem em locais de acidentes com aparelhos extraterrestres na Grã-bretanha. E a primeira vez que esta informação vem a público.
Mesmo que o grupo 5-8 tenha sido formado por Margaret Thatcher, e um grupo das Nações Unidas. Um homem do grupo 5-8 chamado George mostrou ao meu contacto, um cartão das Nações Unidas com um holograma nele. George então dirigiu D a um encontro clandestino numa área de serviço de auto-estrada.
Foi ai que George mostrou a D fotografias de mutilações em humanos que eles encontraram perto do fortemente guardado farol Breakon DUMB em Wales. Essas fotos foram tiradas numa área reservada e onde atividades OVNI têm lugar.
Essas fotos mostravam uma rapariga de 16 anos e um rapaz de 20 cujos genitais haviam sido removidos, os globos oculares removidos, os lábios e literalmente metade da sua pele tinha sido retirada, George disse que o grupo 5-8 costumava encontrar auto-caravanas nessa área cujos ocupantes haviam desaparecido.
Compreensivelmente D teve pesadelos durante dias depois deste encontro e foi de seguida perseguido por uma Van com luzes azuladas por baixo. Penso que fosse do NSA.
Alguns dias depois D foi ameaçado de morte no telefone. A chamada era anônima e disse que ele devia estar calado ou a sua casa ia arder com ele dentro. George telefonou a D e contou que a sua vida estava em risco e que ventilasse a noticia o mais rápido possível de modo a protegê-lo. No dia seguinte o homem do gás apareceu e mostrou a sua identificação, entrando no momento em que a porta estava aberta, e verificou o contador. Quando se retirou, um incêndio quase destruiu a casa, com D e a sua mulher dentro. A casa ficou destruída e os bombeiros afirmaram que o fogo teve início no compartimento no qual o homem do gás havia estado.
Depois disto D, outro indivíduo e eu próprio estávamos a investigar relatórios sobre uma DUMB e crianças desaparecidas perto da aldeia de Zennor em Cornwall. Havia muitos avistamentos de extraterrestres nesses desfiladeiros desde 1960 bem como de OVNI nessa área e imensos encobrimentos de atividades militares. Alguns OVNI haviam desaparecido no oceano de acordo com testemunhas.
Dois anos atrás teve lugar um projeto classificado de “secreto” pela polícia de Devon and Cornwall . Procedia-se à escavação de valas comuns de crianças pela polícia. Havia denúncias de crianças desaparecidas nessa área. Esta era informação secreta que D tinha em posse através dos seus contactos. Uma vez mais e a primeira vez que essa informação vem a público. Do que apurei a policia nunca encontrou corpos e a área de escavação foi fechada ao público.
Penso que a polícia andava a procura no local errado, pois a atividade parecia vir do subsolo. Quando o poeta D.H. Laurence ficou numa pequena casa de campo em Zennor ouvia explosões vindas do subsolo. E Aleister Crowley que era um agente do M16 passou muito tempo em Zennor. Como já foi dito os M16 e a CIA estão altamente envolvidos na agenda extraterrestre e acredita-se que Aleister Crowley estava até à ponta dos cabelos envolvida nisso.
Aleister Crowley havia realizado rituais satânicos na sua casa de campo em Zennor (parece haver uma relação entre Satanismo e os Grey e os Reptilianos). Nessa casa de campo, uma noite depois de Crowley ir embora uma mulher chamada Ka Cox morreu com um derrame cerebral e o seu marido ensandeceu ficando internado no Hospital Psiquiátrico de Bodmin.
O homem disse que um Reptiliano havia-se materializado na casa e acredita-se que Ka Cox morreu de medo depois de ver isto. Os arquivos da polícia contendo o motivo da sua morte foram roubados da esquadra depois disto.
Aleister Crowley estava também em Montauk em Nova Iorque quando o projeto estava em pleno desenvolvimento onde uma grelha de energia quântica vai desde Montauk a Zennor até às pedras antigas de Men An Tol .
Depois do incêndio na casa de D tudo esteve tranqüilo durante um par de anos. De repente dois dias depois da nossa investigação sobre crianças desaparecidas em Zennor, D teve homens no exterior da sua janela a projetarem luzes nesta. Esta e uma táctica de intimidação usada por as agencias secretas. Apenas mostrei a ponta do iceberg do que se esta a passar em Zennor, visto que não há espaço para expor tudo aqui. O panorama geral virá a publico em breve.
Então o que se passa com as mutilações em humanos e pessoas desaparecidas? A verdade nisto tudo é que os grey e os reptilianos se alimentam de secreções glandulares e hormonais através de osmose. Eis a razão pela quais os órgãos principais foram retirados das pessoas. A sua mente pode querer negar o que se anda a passar, mas se começar a procurar descobrirá que e tudo 100% verdade.
No site Crowed Skies há um vídeo retirado clandestinamente da base Dulce que mostra greys dentro de recipientes a absorver estas misturas sanguíneas através da sua pele.
Os investigadores Bill Hamilton e Tal Levesque (alias Jason Bishop) receberam relatórios de trabalhadores na base DUMB de Dulce, o qual trabalhou em meados dos anos 70 enquanto era gerida conjuntamente pela CIA, grey e reptilianos. Isto foi antes dos extraterrestres tomarem conta da base e expulsarem os humanos.
Os trabalhadores disseram que as instalações Dulce têm pelo menos sete níveis.
O nível seis, entre os trabalhadores, e em privado, é chamado de “Sala dos Pesadelos”. Todos contam acerca de experiências bizarras e de humanos com varias pernas que se assemelham o meio humano, meio polvo, humanóides reptilianos, criaturas peludas com mãos humanas e que choram como bebes imitando palavras humanas. Também uma imensa mistura de humanos lagartos em jaulas. Algumas jaulas com humanos alados, criaturas semelhantes a morcegos de um metro a dois de altura e criaturas semelhantes a gárgulas.
No nível sete está um rol de milhares de humanos e misturas genéticos humanos armazenados no frio, recipientes com embriões humanos em vários estágios de desenvolvimento. Outros viram cenas ainda mais aterrorizadoras, mas recusam-se a falar sobre elas. Um trabalhador disse a Bill Hamilton que “frequentemente encontro humanos em jaulas, normalmente atordoados ou sob efeito de narcóticos, às vezes choram e pedem ajuda”.
Disseram-nos que eram loucos e envolvidos em testes de alto risco com drogas para curarem a insanidade. Foram ditos para nunca lhes dirigirmos a palavra. Ao princípio acreditamos na história. Finalmente em 1978 um grupo descobriu a verdade.
Thomas Castello era um dos seguranças nas instalações da Dulce. Thomas trabalhou sete anos para a Rand Corporation na Califórnia. Foi transferido para a Dulce em 1977. Estimou que houvesse mais de 18000 Grey pequenos na Dulce e também viu Reptilianos altos.
Thomas sabia de sete níveis, mas disse que poderia haver mais, Disse que os extraterrestres estavam no nível 5, 6 e 7. Quando mais para baixo se vai maior é o nível de segurança exigido. O único sinal em Inglês diz “Para Los Álamos”. O shuttle do túnel viaja a mach 2.7.
Muitos dos sinais nas instalações do Dulce estão em linguagem extraterrestre e em simbologia universal, entendida por ET e humanos, Thomas afirma que outras ligações do shuttle vão para Page Arizona, Área 51 Nevada, Taos Carlsbad, Datil Novo México, Colorado Springs e Creede Colorado. Thomas também disse que um vasto número de túneis e conexões de shuttle nos EUA tem ligações ao sistema de túneis global e a bases noutros países.
Thomas Castello disse que por baixo do nível 2 de Dulce todos são pesados nus e são dados uniformes. Todas as mudanças de peso são anotadas e se há uma mudança de peso em cerca de 3 onças ou mais, as pessoas terão que ir ao raio. Na entrada para áreas mais reservadas existem balanças tendo o peso destas que combinar com o que diz a sua identificação e código para terem acesso.
Thomas Castello conseguiu subtrair muitas coisas das instalações da Dulce antes de escapar, incluindo 27 fotos em formato 8×10 de criaturas alienígenas e criaturas em recipientes. Uma fita cassete da câmera de vigilância, que começa mostrando computadores e depois recipientes, varia filmagens da “Sala dos Pesadelos”, dois grey e uma do terminal que diz “Para Los Álamos” e trinta segundos do Shuttle a chegar.
* 25 paginas de diagramas, formulas químicas, esquemas e equipamento ET.
* Uma copia do tratado Governo/ET com assinaturas.
Duas páginas de documentos originais assinados por Ronald Reagan (então Governador da Califórnia). Cada página tem a assinatura de Ronald Reagan, de outros políticos e de quatro extraterrestres.
* A “flash gun” de Thomas Castello (uma arma laser usada por agentes de segurança na Dulce).
* Thomas colocou os itens numa caixa de plástico duro e livre de oxigênio. Cinco cópias estão em cinco diferentes caixas, em cinco locais distintos e guardadas por cinco indivíduos conhecidos apenas por Thomas Castello.
Compreendo que estes indivíduos podem estar assustados em revelar as provas, a mulher e a criança de Castello foram raptadas e desapareceram em Puerto Rico não muito depois disto acontecer (possivelmente estão mortos). Mas se algum de vocês está a ler isto então me contate anonimamente para podermos arranjar-vos uma cópia. Serei capaz de arranjá-la em muita quantidade. O meu e-mail será dado no fim do artigo.
Este é um excerto da entrevista com Thomas Castello antes deste desaparecer:
“Estou a dizer que há extraterrestres em varias bases subterrâneas neste país e coisas terríveis acontecem nesses locais. Se morrer antes de se poder provar, peçam ao governo para o admitir, se houverem pessoas suficientes para o exigirem eles terão que arranjar maneira de explicar a base ou porque razões a mantêm secreta. Muitas pessoas na Dulce conhecem-me.
Desafio os meus colegas a falarem anonimamente. Enviem uma carta a confirmarem o que expliquei, em nome dos homens corajosos, mulheres, crianças e extraterrestres que morreram tentando levar a público o que se passa nas instalações da Dulce. Exponham esse terrível lugar antes que milhares de pessoas sejam torturadas e morram inexplicavelmente.”
A Rand Corporation que esta envolvida na construção destas bases subterrâneas libertou o “Ropper report”. Este e um relatório de terceira geração que de acordo com a sua pesquisa diz que umas em cada dez pessoas foram abduzidas e colocados implantes por Grey e Reptilianos tendo retornado com as suas memórias apagadas. Esse relatório foi enviado para 110 clínicas psiquiátricas nos EUA.
O relatório Roper declara que há mulheres a serem violadas por ET devido ao programa genético a decorrer. Por mais fantástico que pareça isto e suportado por alguns dos mais reputados médicos psiquiatras como John Mack e outros mais. Existem cerca de 90 psiquiatras nos EUA que estão preocupados e interessados em formar uma organização que ponha cobro ao secretismo desta situação horrenda.
Eles dizem que devido aos tratados Governo/ET e tem em conta estes números que o governo patrocina violações. De acordo com o relatório Rope, 99.3% dos abduzidos utilizados neste projeto são fêmeas e 0.7 são machos.
Vi pessoalmente documentos secretos de estudos sobre o problema Grey e Reptiliano mostrando que estes estavam envolvidos em sabotagem genética de seres humanos. A agenda Grey e Reptiliana é lenta e de forma encoberta pretende tomar conta do planeta nos próximos 30 anos, reduzindo a população, controlando o planeta a partir do subsolo e usando a população à superfície como alimento para ser tomado como e quando eles quiserem.
O governo Britânico, Russo e o dos EUA estão a abater em média um aparelho Grey e Reptiliano por mês com feixes de partículas desenvolvidos com tecnologia Teslas.
Os russos tem áreas do tamanho de campos de futebol, repletas de engenhos ET. Se isto não é uma invasão a grande escala não sei o que será.
O governo Britânico, Russo e o dos EUA tornaram-se “irmãos de sangue” e grandes amigos devido à agenda extraterrestre. A guerra-fria entre russos e os EUA foi uma mascarada, uma hostilidade fingida para que os governos pudessem desviar as atenções sem explicar para que e que realmente desenvolviam os programas de armamento nuclear, não contra a Rússia, mas sim contra os Grey e Reptilianos.
O quartel do corpo governamental secreto em cargo com a questão de lidar com o fenômeno ET fica em Genebra na Suiça. O corpo administrativo é constituído por representantes dos governos envolvidos, bem como de membros do executivo do grupo conhecido como Bilderberg.
Como disseram, os governos Britânico, Americano e Russo trabalham em parceria devido à ameaça Grey/Reptiliana ao planeta. Apesar de a situação ser de tal modo horrendo que esses governos dividiram-se em facções com o pânico, algumas das quais se “venderam” e estão diretamente a ajudar os Grey e os Reptilianos.
De acordo com uma fonte credível e insider do governo dos EUA, William Cooper, as reuniões mais importantes deste governo secreto internacional são suportadas por o comitê político e têm lugar a bordo de um submarino por baixo das calotas polares.
O secretismo é de tal ordem que este é o único modo de se assegurarem que as reuniões não tenham escutas e que será o único local onde irão discutir os seus maiores segredos.
Seria errado e cruel da minha parte de apresentar esta informação sem revelar o panorama geral. Os Grey e os Reptilianos de Orion estiveram envolvidos numa guerra antiga entre os pacíficos Pleidianos e outros grupos. Os Pleidianos são uns grupos poderosos e são os guardiões do sistema solar.
Pessoalmente não acredito que eles deixarão a agenda Grey/Reptilianos ser completamente preenchida. Ajudaram-nos no passado, ajudam agora e ajudar-nos-ão no futuro.
Sei isto, pois tive muitas experiências para normais com ET desde a infância. Não há espaço para entrar em detalhes aqui, mas está documentada no “Above Top Secret” do jornalista de investigação Dave Starbuck. Digite ‘revelation audio visual-Dave star buck’ num motor de busca para encontrá-lo.
Tenho provas fotográficas claras de um benigno ET Pleidiano a materializar-se em minha casa e uma caixa de comunicações “canalizadas” com essas criaturas. Essas fotos passam na análise computadorizada para determinar a granulização, pois são 100% verdadeiras.
Não tenho conhecimentos e tecnologia para fabricá-las, Uma das fotos mostra claramente um rosto a materializar-se em frente a mim. Tenho também stress pos-traumático de abduções e contactos com entidades Reptilianas. Mais uma vez são descritas no “Above Top Secret”.
Há um número impressionante de crianças desaparecidas na Grã-bretanha, EUA e outros locais relacionados com essas bases subterrâneas. Os números na Grã-Bretanha parecem indicar pelo menos 20.000 crianças que desaparecem a cada ano. Em 1995 um relatório secreto da CIA e do DIA (defence intelligence agency) e do FBI, afirmava que nos EUA 100.000 crianças e um milhão de adultos desaparecem sem nunca serem encontrados a cada ano.
Se calhar esta a perguntar-se como é que se encobre isto. Tal como referi no principio do artigo, o mesmo grupo que trabalha com os Grey e Reptilianos que é o M16, a CIA e o MIEC, são proprietários e controlam o “mainstream” dos media.
Em 2001 a Scotland Yard revelou que haviam sido incapazes de encontrar 300 jovens negros com idade entre 4 a 7 anos que desapareceram de Londres num período de três meses. Os 300 rapazes foram dados como desaparecidos entre Julho e Setembro de 2001.
A jornalista Yinka Sunmounu é uma perita em desaparecimento de crianças e contou no programa Today da BBC que “As crianças estão aqui um dia e no outro desaparecem”.
Em 1989 Westchester em Nova Iorque foi palco de inúmeros avistamentos OVNI e testemunhos de abduções ao mesmo tempo. Mais de 3000 relatórios de crianças desaparecidas surgiram. Depois de uma extensa investigação por a polícia local as crianças não foram encontradas nos “red districts” ou em centros de acolhimento. Os pesquisadores e as forças da lei ficaram perplexos.
Há também o caso da CIA “finders case”. Isto envolveu facções negativas da CIA directamente envolvidas no rapto de crianças. Isto foi revelado em 1987 num relatório dos serviços de fronteiras. A polícia e os serviços de fronteiras fizeram uma busca num armazém de Washington D.C. que era utilizado pela CIA.
Aí encontraram um conjunto de instruções enviadas através de uma rede de computadores nos quais aconselhava a CIA a deslocar parte das crianças raptadas que haviam sido mantidas numa primeira instância no armazém (os serviços de fronteiras e a policia encontraram uma grande quantidade de fraldas e outras coisas nesse local) para continuarem a desloca-las para outras jurisdições.
Havia também instruções para inseminar adolescentes fêmeas e instruções para evitar a detecção das autoridades. O destino das crianças seria o Novo México.
O Albuquerque journal escreveu um artigo intitulado “Porque que é que o Novo México tem mais crianças desaparecidas quando comparado com os outros estados permanece um mistério”.
Um sobrevivente de sexo masculino do projecto Monarch de controlo de mente do M16/CIA descreve em “A fórmula Illuminati” de Fritz Springmeir, a base naval de China Lake em Ridgecrest, no deserto da Califórnia. Este anónimo diz que bandos de crianças, referindo um, dois e três mil eram mantidas em gaiolas e penduradas no tecto de enormes hangares. Ele afirma que essas gaiolas são chamadas de “Grelhas de Pica-Pau”. Essas eram electrificadas e as crianças torturadas com choques eléctricos.
Ainda hoje são transportadas para a base naval de China Lake por comboio, carro e ar. Uma das principais rotas de entrega de crianças para China Lake é por avião desde o aeródromo de Santa Rosa perto de Bohemia grove. O aeródromo de Santa Rosa é suposto estar fechado, no entanto há aviões a descolar noite e dia e não ligam as luzes excepto quando já vão a algumas milhas de distancia.
O geneticista Nazi e controlador de mentes Joseph Mengela “O anjo da morte” do campo de concentração de Auschwitz foi levado para os EUA depois da II Grande Guerra pelo M/16 e o OOS (mais tarde CIA) naquilo que ficou conhecido como projecto “Paper clip”. Muitos outros Nazi, peritos em controlo da mente, cientistas espaciais e geneticistas forma também levados para os EUA e Grã-bretanha a seguir à guerra.
Joseph Mengela ficou na base de China Lake e no Tavistock institute em Londres.
A base naval de China Lake está a fazer o mesmo que a de Lancaster na Califórnia. Foi em Lancaster que as valas comuns de crianças mutiladas foram encontradas.
Pela enorme quantidade de provas a única conclusão que pode ser tida como certa é que
algumas facções do governo da Grã-bretanha e dos EUA venderam as nossas crianças e a nós a ET mal intencionados através de tratados feitos nos bastidores. A situação e verdadeiramente assustadora. Vamos lá pessoal, e tempo de acordar! O governo único da Nova Ordem Mundial e as Nações Unidas são a estrutura rígida que controla e segura os povos do mundo num totalitarismo de modo a que nunca tenham de revelar nada acerca de extraterrestres.
Também creio que certos sectores da intelligenza mundial e o governo dos EUA e da Inglaterra estão a auxiliar directamente os Grey e os Reptilianos com a sua agenda de tomar o poder. Os factos parecem revelar que os ET prometeram a esses humanos determinados poderes quando isso acontecer. O nome do poderoso grupo “Comissão Trilateral” é retirado da conhecida bandeira dos Grey/Reptilianos conhecida como a insígnia Trilateral. Isto demonstra como a raça humana esta em perigo.
Existe agora apatia entre as pessoas no que diz respeito a acontecimentos mundiais que é mortal e contagiosa. Isto é especialmente verdade para os britânicos. Nós tornamo-nos realmente uma nação de carneiros.
Desafio-o a libertar-se dessa apatia e desafio o governo a dizer-nos a verdade. Por favor envie cópias deste artigo para os seus governantes e distribua-o entre os seus amigos e família. Esta informação precisa desesperadamente de ser revelada a grande escala mas não o posso fazer sozinho, preciso da sua ajuda.
Existe uma enorme pressão governamental para os governos virem a público com o cenário ET mas também há pressões para que não venham a público com essa revelação também.
É preciso exigir aos nossos governantes que nos digam a verdade sobre os extraterrestres e se não disserem teremos de os impedir de exercerem o cargo.
Se há governantes e oficiais da intelligenza que ainda tem consciência e gostariam de me providenciar com informações sobre esta ou outras áreas, por favor contactem-me através do e-mail em baixo. Estarei também disposto a encontrar-me cara a cara.
Se alguém tem alguma informação, feedback ou comentários, agradeço. Enviem-me e-mail. Lamento se não respondi aos e-mail de alguém depois do meu artigo mas muitos foram e são bloqueados. O melhor é enviarem e-mail para as duas caixas de correio a partir de agora de modo a que as receba. Recebi mais de 300 e-mail como tal estou agradecido pelo apoio. Se todos trabalharmos juntos poderemos ultrapassar este perigo.

Por James Casbolt, ex-agente do MI6 – 4 de Julho, 2006

[…] Postagem original feita no https://mortesubita.net/ufologia/bases-subterraneas-criancas-desaparecidas-e-extraterrestres/ […]

Postagem original feita no https://mortesubita.net/ufologia/bases-subterraneas-criancas-desaparecidas-e-extraterrestres/

Resultados da Hospitalaria – Dezembro 2009

Ao todo, em Dezembro, foram 30 mapas e 17 sigilos.

Entidades auxiliadas este mês:

– Hospitalaria da Loja Maçônica “Meditação e Fé”

– GAACC (Grupo de Apoio à Criança com Câncer)

Home

– Educandário Romão Duarte (Camaquã)

– Instituto do Cancêr Infantil do Rio Grande do Sul
http://www.ici-rs.org.br/

– Instituição “Asas Brancas”
http://adhemaralmeida.sites.uol.com.br/asasbrancas/

– Federação de Resistência da Cultura Afro-Brasileira (FRECAB)

– Federação Espírita Brasileira (SP)

– Hospitalaria da Loja Madras, 3359

– Hospitalaria da Loja Aleister Crowley, 3632

E pretendemos continuar o projeto de Hospitalaria. Quem estiver a fim de participar, é só seguir as instruções e pegar seu Mapa Astral ou Sigilo Pessoal via o TdC.

Se vocês puderem ajudar divulgando o blog e o projeto, eu agradeço.

Em 2010, estou só vendo os detalhes para quem não tiver dinheiro para doar Cestas Básicas, vou aceitar doações de sangue para a fundação Pró-Sangue e outras (na mesma proporção: 2 doações para mapa ou sigilo, 3 para mapa+sigilo).

#Hospitalaria

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/resultados-da-hospitalaria-dezembro-2009

Aleister Crowley

1875 – 1947
“Faça o que quiseres pois é tudo da Lei.
O amor é a lei, amor sob a vontade.”

Edward Alexander (Aleister) Crowley nasceu dia 12 de Outubro de 1875, em Leamington Spa, Inglaterra. Seus pais eram membros do Plymouth Brethren, uma seita cristã muito estrita. Como resultado, Aleister cresceu com uma educação cristã muito forte, assim como um desdém muito forte pelo cristianismo.

Ele atendeu ao colégio de Trinity na Universidade de Cambridge, abandonando os estudos pouco antes de se formar. Pouco tempo depois ele foi apresentado a George Cecil Jones, que era membro da Ordem Hermética do Amanhecer Dourado (Hermetic Order of the Goldew Dawn). A Golden Dawn era uma sociedade oculta liderada por S. L. MacGregor Mathers, que ensinava magia (magick), cabala (qabalah), alquimia, taro, astrologia e outras matérias de interesse hermético. A ordem possuía muitos membros notáveis (entre eles A. E. Waite, Dion Fortune e W. B. Yeats), e sua influência no desenvolvimento do ocultismo ocidental moderno foi profunda.

Crowley foi iniciado na Golden Dawn em 1898, e iniciou muito rapidamente sua escalada através dos níveis de desenvolvimento. Mas em 1900 a ordem foi desmembrada pela separação dos membros em grupos que possuiam filosofias divergentes, e Crowley então abandonou a Inglaterra para viajar extensivamente através do Leste. Foi então, nessas viagens, que ele aprendeu e praticou disciplinas mentais de Yoga, suplementando seus conhecimentos de magia ritual de estilo ocidental, com métodos de misticismo Oriental.

Em 1903, Crowley se casou com Rose Kelly e então seguiu para o Egito para a lua-de-mel. Ao retornar ao Cairo, em meados de 1904, Rose (que até esse ponto não havia demonstrado nenhum interesse ou familiaridade com o oculto) passou a experienciar estados de transe e a dizer ao marido que o deus Horus estava tentando entrar em contato com ele. Finalmente Crowley levou Rose ao Museu Boulak e pediu a ela para mostrar a ele a imagem de Horus. Ela passou por inúmeras imagens conhecidas de do deus e levou Aleister diretamente a um tablete funerário de madeira da 26a dinastia, mostrando Horus recebendo o sacrifício dos mortos, de um sacerdote chamado Ankh-f-n-khonsu. Crowley ficou especialmente impressionado pelo fato dessa peça ter sido marcada pelo museu pelo número 666, um número com o qual ele se identificava desde a infância.

O resultado foi que ele começou a ouvir Rose, e, seguindo suas instruções, nos três dias consecutivos, a partir de 8 de Abril de 1904, ele entrou em seu estúdio e escreveu o que lhe foi ditado por uma presença envolta em sombras que permanecia atrás dele. O resultado foram os três capítulos conhecidos como Liber AL vel Legis, ou O Livro da Lei. Esse livro foi o mensageiro do despertar da nova era de Horus, que seria governada pela Lei de Thelema. “Thelema” é a palavra grega que significa “vontade”, e a Lei de Thelema é comumente citada como: “Faça o que for da sua vontade”. Como profeta desta nova era Crowley passou o resto de sua vida desenvolvendo e estabelecendo a filosofia Thelêmica.

Em 1906 Crowley reencontrou George Cecil Jones na Inglaterra, onde juntos iniciaram a tarefa de criar uma ordem mágica para continuar de onde a Golden Dawn havia parado. Eles chamaram essa ordem de A.’. A.’. (Astron Argon ou Astrum Argentium ou Estrela de Prata), e ela se tornou o principal veículo de transmissão do sistema de treinamento mágico baseado nos princípios do Thelema de Crowley.

Então em 1910 Crowley foi contatado por Theodore Reuss, o líder de uma organização de base na Alemanha chamada Ordo Templi Orientis (O.T.O.). Esse grupo, composto de maçons dos altos níveis, clamava ser o descobridor do segredo supremo da magia prática, que era ensinado em seu mais alto grau. Aparentemente Crowley concordou, se tornando membro da O.T.O. e eventualmente tomando o lugar como líder quando Reuss morreu em 1921. Crowley reformulou os rituais da O.T.O. para adaptá-los à Lei do Thelema, e investiu à organização o propósito maior de estabelecer o Thelema no mundo. A ordem se tornou independente da Maçonaria (apesar de terem sido mantidos os mesmos padrões) e permitiu a associação de mulheres e homens que não estivessem ligados à Maçonaria.

Aleister Crowley morreu em Hastings, Inglaterra, no dia 1 de Dezembro de 1947. Mas seu legado ainda vive na Lei do Thelema trazida por ele à humanidade (juntamente com dúzias de livros e escrituras em magia e outros assuntos místicos), e nas ordens A.’. A.’. e O.T.O. que continuam a seguir e desenvolver os princípios do Thelema até os dias de hoje.

 

[…] Postagem original feita no https://mortesubita.net/biografias/aleister-crowley/ […]

Postagem original feita no https://mortesubita.net/biografias/aleister-crowley/

A Lua na Astrologia segundo Aleister Crowley

Por Aleister Crowley
Tradução e Nota: Frater Goya (Anderson Rosa)

Um dos epítetos favoritos da deusa Lua entre os romanos era Trivia, a de três formas, porque tinha três formas. É uma mulher, como mãe e como menina; esta dupla capacidade completa esse conceito de sexo feminino, do qual Vênus, que foi descrita mais acima, é apenas uma parte. Há, sem dúvida, um certo aspecto sinistro da vida de uma mulher e para compreende-lo devemos novamente retornar ao exame dos povos primitivos. Nas primeiras comunidades, uma mulher que já não pudesse ter filhos era uma mulher inútil, quaisquer que tivessem sido seus serviços à comunidade, estes eram esquecidos. Ela caía em desprezo e no ódio, o qual ela naturalmente devolvia, pondo em uso a sublimação das artes, que havia aprendido a tratar com os homens para molesta-los. Inclusive nos dias atuais, na Índia, o mesmo que em outras comunidades sobre as quais é desnecessário entrar em detalhes, as mulheres velhas são vistas com medo e aborrecimento. Supõe-se que passam o tempo inteiro causando algum dano. Entre as pessoas supersticiosas, adquiria portanto, e de maneira bastante óbvia, a reputação de ser uma bruxa. A Lua minguante foi, portanto, tomada como um símbolo de toda classe de diabruras. É Hécate, a Rainha das Estrígias*. Uma descrição moderna e bastante aproximada nos é dada em Macbeth.

O terceiro aspecto da Lua é aquele sugerido pelos ocorridos na natureza, seu rápido curso pelo céu e seu aspecto mutável lhe dá inconstância e instabilidade. Isso se relaciona com a variabilidade e a falta de atenção que observamos nas crianças. Deve-se, por conseguinte, considerar estes principais aspectos. Primeiro, representa a vida da mulher exatamente da mesma maneira que o Sol representa a vida do Homem. Segundo, representa a mulher em seu aspecto como mãe em oposição à esposa, e também representa o menino em seus primeiros anos, antes que a mente, que é Mercúrio, esteja totalmente desenvolvida, e a criaturinha não seja mais que um conjunto de desejos, estados de ânimo e emoções. Terceiro, representa na mulher em grande medida o que Saturno representa para o Homem, mas isso somente quando está aflita e na minguante. A consideração desses aspectos permitirão ao estudante compreender bastante bem o que os astrólogos querem dizer ao falar da influência de nosso satélite.

Há outros dois aspectos que devemos assinalar no Horóscopo aos quais nos referimos anteriormente. Hoje em dia, alguns astrólogos se descuidam, dizendo que a influência que lhes é atribuída por investigadores mais antigos das estrelas foram explicadas pelo descobrimento de Urano e Netuno, mas temos visto Horóscopos nos quais sua influência é extremamente notória, e cremos que não irá complicar de forma indevida o assunto, se dedicamos brevemente suas funções e natureza.

São os Nódulos Lunares, que são os pontos nos quais a Lua cruza a eclíptica. São chamados na astrologia de Caput Draconis e Cauda Draconis, a cabeça e a cauda do dragão. A influência da cabeça do dragão combina de maneira peculiar, repentina e violenta os efeitos de Sol e Júpiter, e é portanto favorável para iniciar qualquer operação importante. É especialmente proveitoso para o estudo das mais sublimes e mais puras classes de ciências ocultas, e presta grande força ao estudante de tais materiais. A cauda do dragão, que está na direção oposta à cabeça, possui a influência oposta. É utilizada para terminar um assunto, mas implica em perdas repentinas, da mesma forma que a cabeça indica ganhos súbitos. É pouco apreciada para o estudantes de tipos mais físicos e práticos do ocultismo.

Nem a cabeça nem a cauda do dragão formam aspectos com os planetas. Sua única importância é sua posição no Horóscopo.

* Estrígia – Ser mitológico que temos conhecimento a partir de Antonio de Torquemada, que nos descreve o mesmo como sendo uma “Ave noturna, que de noite produz grande barulho, e quando pode entrar onde estão os bebês, lhes retira o sangue do corpo, e o bebe“. Por causa disso, as bruxas também são chamadas Estrígias, pois fazem a mesma coisa, que é sugar o sangue de tudo que podem alcançar, principalmente crianças pequenas. Em Latim, Strix=Ave Noturna, de onde surge o termo para bruxa na língua Italiana, Strega. (Plural=Streghe, Masculino=Stregone)

Postagem original feita no https://mortesubita.net/thelema/a-lua-na-astrologia-segundo-aleister-crowley/

Satanismo de LaVey / O Verdadeiro Satanismo

Depois dessa pequena jornada, finalmente chegamos ao Post que trata do VERDADEIRO Satanismo. Depois de percorrermos esse caminho, tratando de como surgiu a primeira concepção de Satanismo, na época da Idade Média, e de suas bases primordiais (na época do Renascimento), chegamos ao século XX.

Muito se produziu na história desde o fim do Renascimento até os dias atuais.

O Iluminismo foi o movimento mais importante que veio a seguir, no século XVII (em 1650). Dele surgiram (já no século XVIII) os primeiros movimentos empiristas (que se baseavam, exclusivamente, na “autoridade” da experiência) e, os primeiros movimentos Ateístas – que, até aquele momento, não existiam.

Não existiam movimentos que pudessem questionar, abertamente, a existência de Deus – e esse foi um dos passos mais importantes para a libertação intelectual do homem. O próprio surgimento da Maçonaria Moderna (em 1717) foi reflexo desse cenário.

No século seguinte (XIX) surgem outras Ordens, de caráter mais Ocultista, como o Martinismo e a Teosofia, que abrem caminho para que,  a partir desse desenvolvimento ocultista, surgisse o Satanismo de Anton Lavey, no século seguinte.

Não vou tomar muito tempo falando sobre quem foi Anton LaVey, já que, futuramente, haverá um post dedicado a ele. Basta saber, nesse momento, que Anton LaVey foi um grande estudioso do Ocultismo de Aleister Crowley e dos estudos da “Golden Dawn”.

Outros estudos de seu interesse envolviam a filosofia pouco convencional de Friedrich Nietzsche e do Objetivismo, de Ayn Rand. Essas correntes de pensamento o ajudaram a formular melhor os conceitos dessa religião que ele viria a fundar.

Antes de mais nada, é importante deixar bem claro que, apesar dos conceitos ideológicos do Satanismo ficarem bem claros, nas obras de LaVey, existe uma lacuna nos preceitos ocultistas.

Essa lacuna consiste no fato de ocorrerem claras citações e afirmações, sobre as correntes ocultistas, que LaVey partia do pressuposto que o leitor já conhecia. Ele demonstra admitir, como verdade, aquelas premissas – mas não dedica tempo algum para explicá-las.

Pode não parecer, a primeira vista, mas essas doutrinas e correntes de pensamento estão ligados a um caminho, que é chamado de “Caminho da Mão-Esquerda” – que será um assunto bem explorado nesse blog.

Terminamos o último post Satanismo e o Renascimento, falando sobre Shaitan ser a personificação do Humanismo, que era a corrente de pensamento onde o homem era tido como o centro do universo, sendo ela a “doutrina libertária” da época.

Essa é a raiz do Satanismo. Mas vamos entender como tudo isso funciona, a partir do que já vimos até aqui.

Como já foi abordado no Satanismo na Idade Média, nunca existiu a idéia de um Demônio Cristão, até aquele momento – quando foi criado pela Igreja Católica.

Na época do Renascimento passou-se a questionar o verdadeiro Deus, momento em que surge o Humanismo – onde Shaitan já pode ser visto como exemplo, e até, como símbolo.

Nos dias de hoje, no verdadeiro Satanismo, Lúcifer precisa ser o próprio homem (apenas para esclarecer, vou usar o termo Lúcifer, mesmo tendo explicado-o, no Post anterior, por preferência pessoal).

A ideia principal é que o homem esteja liberto e o questionamento esteja sempre presente em seu julgamento. O homem também deve centrar-se primeiro em si, depois nos outros e, por fim, no universo. Ele também deve buscar ser sempre o senhor de si, através da sua vontade (que pode produzir efeito a partir do plano físico e a partir do plano metafísico). Por fim, o homem deve ser o seu próprio Deus.

Sobre o princípio do questionamento, característica fortíssima do personagem Lúcifer, LaVey fala:

Tem sido dito “a verdade vos libertará”. A verdade sozinha não tornará ninguém livre. É somente a dúvida que trará a emancipação mental. Sem o maravilhoso elemento da dúvida, o vão por onde a verdade se move seria firmemente fechado e impenetrável – Anton LaVey

A questão ideológica sobre “o homem ser o seu próprio Deus” também é muito simples de se entender. O Satanista crê que toda personalidade, atribuída aos Deuses até hoje, não são mais do que características exaltadas do próprio homem – e de como ele desejaria ser.  Ou seja, a partir disso, não seria mais fácil venerar a si mesmo do que venerar um Deus que foi criado de acordo com as próprias necessidades emocionais do homem?

Além disso, alguns chegam a questionar porque não utilizar outro nome, ao invés de “Satanismo”?

LaVey fala sobre isso em sua Obra “A Bíblia Satânica”:

“Satanismo é baseado numa filosofia muito sadia”, diz o emancipado. “Mas por que chamá-lo de Satanismo? Porque não chamá-lo de algo como Humanismo ou um nome que poderia ter a conotação de um grupo de magos, ou algo um pouco mais esotérico – algo menos barulhento”.

Há mais de uma razão para isto. Humanismo não é religião. É simplesmente um modo de vida sem nenhuma cerimônia ou dogma. Satanismo tem ambos, Dogma e Cerimônia. Ambos, como  já foi explicado, são necessários.

E o Satanismo é exatamente isso porque não existe, nem nunca existiu, qualquer motivo para que a sociedade acreditasse que existem pessoas que veneram o demônio cristão. Ele foi um personagem criado pela Santa Igreja e foi dessa forma que ele se desenvolveu: Como um personagem!

A partir dessas características é que surgiu essa grande ideologia, na forma de religião, que é o Satanismo.

A concepção de universo, no Satanismo, não é o da existência de um Deus pessoal, porém, também não é a concepção Ateísta.

Para o Satanismo, Deus – ou seja lá o nome que você quiser dar – é uma força poderosa – e impessoal – que permeia e equilibra o universo que, por ser impessoal, não teria como se preocupar com a felicidade ou a tristeza das criaturas que habitam esse planeta.

E a definição não vai muito longe disso. Afinal, eles admitem essa ideia porque admitem a existência de forças metafísicas e de “agentes mágicos” (e essas forças não estão no mundo físico). Portanto, não há porque “povoar” o mundo espiritual com muitos personagens, basta uma força de equilíbrio para o universo.

Entender a concepção de universo do Satanismo é bem simples. Você só precisa lembrar de duas coisas:

Que existe uma força – ou energia – de equilíbrio no universo

Que é possível provocar mudanças no universo através da Vontade

No próximo Post sobre Satanismo vamos entender, mais a fundo, os princípios do Satanismo. Por hora, espero que tenha ficado claro as características essenciais do Satanismo e porque ele é dessa forma.

Dúvidas ou Sugestões? Comente abaixo…

Até a próxima!

#satanismo

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/satanismo-de-lavey-o-verdadeiro-satanismo

Ciência e Budismo

Aleister Crowley

O propósito deste ensaio é traçar uma comparação exata entre as concepções da ciência moderna sobre o Fenômeno e suas explicações, onde elas existam, e as antigas idéias dos Budistas; mostrar que o Budismo, tanto em teoria quanto na prática, é uma religião científica e uma superestrutura lógica, com base na verdade experimentalmente verificável; e que o seu método é idêntico ao da ciência. Nós devemos certamente excluir as características acidentais de ambos, especialmente as do Budismo; e, infelizmente, em ambos os casos, nós temos que lidar com desonestas e vergonhosas tentativas de se impingir a ambos opiniões das quais nenhum deseja ser fiador. Professor Huxley lidou com uma destas tentativas em seu “Pseudo-Científico Realismo”; Professor Rhys Davids demoliu outra neste certeiro comentário sobre o “Budismo Esotérico”, afirmando que ele ““não era Esotérico e certamente não era Budismo”. Mas ainda há alguma lama Teosófica que se gruda na carruagem do Budismo; e ainda existem pessoas que acreditam que a ciência sã tem ao menos uma saudação amigável para o Ateísmo e o Materialismo, em suas formas mais grosseiras e militantes.

Que seja entendido, portanto, desde o início, que se eu incluo na Ciência a metafísica, e no Budismo práticas de meditação, eu não me inclino nem para os reducionistas ou “reconciliadores”, por um lado, e nem para os prestidigitadores Animistas, pelo outro. À parte do entulho Teosófico, encontramos Sir Edwin Arnold escrevendo:

“Quaisquer que digam que Nirvana é cessar, Diga a tais que mentem.”

Mentir é uma palavra muito forte, e deveria ser lida como “traduzir incorretamente”.

Eu suponho que assim o poema não fosse metrificar, nem rimar: mas Sir Edwin é a última pessoa que se deteria por uma coisa pequena como esta.

Dr. Paul Carus também, no “Evangelho de Buda”, se satisfaz em apresentar o Nirvana como um paralelo ao Céu dos Cristãos. Será suficiente se eu reiterar a unanime opinião dos estudiosos competentes, de que não há um fragmento de evidência suficiente em qualquer livro canônico para se estabelecer tais interpretações no cerne da tradição e da prática Budistas; e que qualquer pessoa que persista em tocar o Budismo em sua própria harpa Judia desta forma, está arriscando a sua reputação, tanto intelectual quanto de boa fé. Homens científicos são bastante comuns no Ocidente, se os Budistas não o são; e eu posso seguramente deixar em suas mãos a tarefa de castigar os gatunos da área científica.

As características essênciais do Budismo foram resumidas pelo próprio Buda. Para mim, é claro, o que o Buda realmente disse ou não não importa; algo é verdadeiro ou não, não importa quem o tenha dito. Nós acreditamos no Sr. Savage Landor quando ele afirma que Lhasa é uma cidade importante do Tibete. Aonde apenas probabilidades são referidas nós somos sem dúvida influenciados pelo caráter moral e pelas capacidades mentais do informante; mas aqui eu não estou lidando com nada incerto.

Existe um teste excelente para o valor de qualquer passagem em um livro Budista. Nós estamos, é claro, justificados ao descartar estórias que são claramente ficções Orientais, assim como o criticismo moderno, embora secretamente Teísta, descarta a Estória de Hasisadra ou de Noé. Em justiça ao Budismo, não vamos sobrecarregar as suas escrituras com a tarefa Sisífeana de defender seriamente a interpretação literal de suas passagens obviamente fantásticas. Que os nosso zelotes Budistas sejam alertados pelo destino da ortodoxia Inglesa fora de moda! Mas quando o Budismo condescende em ser científico; em observar, classificar, pensar; eu considero que devemos levar o assunto com seriedade, e conceder uma investigação razoável a suas afirmações. Exemplos desta concisão e claridade podem ser encontrados nas Quatro Nobres Verdades; nas Três Características; nos Dez Grilhões; e existe claramente uma teoria sobre a idéia do Karma. Tais idéias são básicas, e são como uma linha na qual as contas do rosário das Mil e Uma Noite Árabes são colocadas.

Eu proponho portanto lidar com estes e alguns outros pontos menores da metafísica Budista, e traçar suas analogias com a Ciência, ou, como ainda mais espero demonstrar, suas não raras identidades.

Primeiramente vamos examinar o grande Sumário da Fé Budista, as Quatro Nobres Verdades.

As Quatro Grandes Verdades

1. Sofrimento: Existência é sofrimento. Isto significa que “nenhuma forma de Existência é separável do Sofrimento”. Esta verdade é atestada por Huxley, quase que com as mesmas palavras, em Evolução e Ética. “Não era menos claro para alguns destes filósofos antigos do que para os pais da filosofia moderna, que o sofrimento é a insígnia de toda a tribo dos seres sensíveis; ele não é um acompanhamento acidental, mas um constituinte essencial do Processo Cósmico.” E, no mesmo ensaio, embora ele esteja disposto a negar qualquer coisa além de rudimentos de consciência às formas inferiores de vida, ele é bastante claro no fato de que a dor varia diretamente (colocando de forma superficial) com o grau de consciência. Cf. também “Automatismo Animal”, pg.236-237.

2. A Causa do Sofrimento: A causa do sofrimento é o desejo. Eu considero aqui desejo como incluindo fenômenos tais como a tendência de duas moléculas de hidrogênio e cloro se combinarem sob certas circunstâncias. Se a morte é dolorosa para mim, ela o é presumivelmente para uma molécula; se nós representamos uma operação como agradável, a oposta presumivelmente é dolorosa. Embora eu não esteja consciente da dor individual das incontáveis mortes envolvidas em meu ato de escrever, elas podem estar lá. E o quê eu chamo de “fadiga” pode ser o eco na minha consciência central do grito de uma angústia periférica. Aqui nós deixamos o domínio do fato; mas ao menos até onde o nosso conhecimento vai, todas ou quase todas as operações da Natureza são vaidade e vexação de espírito. Considere a comida, cujo desejo surge periodicamente em todos os seres conscientes.

A existência desses desejos, ou melhor, necessidades, as quais eu percebo serem minhas, é desagradável. É o desejo, inerente a mim, por um estado de consciência contínuo, que é o responsável por isto tudo; e isto nos leva à Terceira Nobre Verdade.

3. O Cessar do Sofrimento: A cessação do desejo é a cessação do sofrimento. Esta é uma simples inferência lógica da segunda verdade, e não precisa de comentário.

4. A Nobre Senda Óctupla: Há um caminho, a ser considerado adiante, para se realizar a Terceira Verdade. Mas nós devemos, antes de percebermos a sua possibilidade, por um lado, ou a sua necessidade, por outro, formar uma clara idéia sobre quais são os princípios Budistas sobre o Cosmos; e, em particular, sobre o homem.

O Nobre Caminho Óctuplo

O Nobre Caminho Óctuplo oferece simplesmente um guia prático para o desenvolvimento das habilidades que devem ser cultivadas se o praticante desejar alcançar o objetivo final de extinguir os desejos que levam ao sofrimento:

  1. Ponto de Vista Correto
  2. Pensamento Correto
  3. Fala Correta
  4. Ação Correta
  5. Meio de Vida Correto
  6. Esforço Correto
  7. Atenção Correta
  8. Concentração Correta

O nobre caminho óctuplo pode ser didaticamente dividido em três grupos:

Prajna, sabedoria

1. Ponto de Vista Correto – Conhecer e compreender as Quatro Verdades Nobres acima citadas.
2. Pensamento Correto – querer renunciar os pensamentos que levem ao desejo ou nasçam dele.

Shila, ética

3. Fala Correta – Surge do pensamento correto. Não mentir, não usar linguagem pesada, não falar mal dos outros, não falar frivolamente mas sim de maneira honesta, reconfortante e significativa.
4. Ação Correta – Surge também do pensamento correto. É a prática de ações éticas e a renuncia as ações anti-éticas. Não matar, não roubar, não se viciar, não cometer adultério mas sim proteger e cuidar de todos os seres.
5. Meio de Vida Correto. Surge da fala e ação correta. Seus hábitos e modo de sustento e trabalho também devem ser éticos.

Samadhi, comtemplação

6. Esforço Correto – Dedicar-se constante e assíduamente ao nobre caminho óctuplo produzindo e aumentando o que é bom e prevenindo e eliminando o que é mal de sua vida
7. Atenção Correta – É a contemplação do corpo, sentimentos, mente e fenômenos tais como realmente são sem apego paixões, desejos e ilusões.
8. Concentração Correta – Refere-se aos Dhyanas ou prática meditativa, por meio do qual os outros pontos se fortalecem.

As Três Características

As três características (as quais nós podemos predicar de todas as coisas existentes conhecidas):

  • Mudança. Anikka.
  • Sofrimento. Dukkha.
  • Ausência de Ego. Anatta.

Esta é a Afirmação Budista. O que diz a Ciência?

Huxley, “Evolução e Ética”: “Assim como nenhum homem vadeando um córrego ligeiro pode mergulhar seu pé duas vezes na mesma água, nenhum homem pode, com exatidão, afirmar de qualquer coisa no mundo sensível que ela é. Assim que ele pronuncia as palavras, não, assim que ele as pensa, o predicado deixa de ser aplicável. O presente se tornou o passado; o “é” deveria ser “era”. E quanto mais aprendemos sobre a natureza das coisas mais evidente fica o fato de que o que chamamos de repouso é apenas atividade imperceptível; que a paz aparente é silenciosa mas tenaz batalha. Em toda parte, a todo momento, o estado do cosmos é a expressão de um transitório ajustamento de forças em luta, uma cena de conflito, na qual todos os combatentes caem na sua vez. O que é verdade para cada parte é verdade para o todo. O conhecimento Natural tende mais e mais para conclusão de que “todo o coro dos céus e todas as coisas da terra” são formas transitórias de parcelas da substancia cósmica movendo-se pela estrada da evolução, partindo da nebulosa potencialidade, através de infindáveis desenvolvimentos de sol e planeta e satélite, através de todas as variedades da matéria; através de infinitas diversidades de vida e pensamento, possivelmente através de modos de ser dos quais nós não temos nenhuma idéia, e sequer somos competentes para imaginar, e voltando à indefinida latência da qual surgira. Portanto o mais óbvio atributo do cosmos é a impermanência. Ele assume o aspecto não tanto de uma entidade permanente quanto o de um processo modificante, no qual nada permanece a não ser o fluxo de energia e a ordem racional que o pervade.”

Este é um admirável sumário da doutrina Budista.

Veja acima sobre a Primeira Nobre Verdade.

Esta é a grandiosa posição que Buda defendeu contra os filósofos Hindus. Em nosso próprio país é o argumento de Hume, seguindo Berkeley a um ponto que Berkeley certamente não pensou em ir — um curioso paralelo da maldição de Cristo sobre Pedro (João, xxi). O Bispo demole a idéia do substratum da matéria, e Hume segue aplicando processo idêntico de raciocínio ao fenômeno da mente.
Vamos considerar a teoria Hindu. Eles classificam o fenômeno (aqui bom e ruim não importam), mas o representam como presente em, mas sem a afetar, uma certa existência imutável, onisciente, bem-aventurada chamada Atman. Mantendo o Teísmo, a existência das forças malignas os forçam a uma posição Fichteana na qual “o Ego põe o Não-Ego”, e nós aprendemos que afinal nada realmente existe além de Brahma. Eles então distinguem entre Jivatma, a alma condicionada; e Paramatma, a alma livre; a primeira sendo a base da consciência normal; a segunda da consciência Nirvikalpa-Samadhi; esta sendo a única condição pela qual a moral, a religião, e as oferendas aos sacerdotes podem continuar. Pois o Teísta tem apenas que avançar a sua idéia fundamental para ser forçado a um círculo vicioso de absurdos.

O Budista faz uma clara varredura de todo este tipo de bobagem. Ele analisa o fenômeno da mente, adotando o paradoxo de Berkeley de que “a matéria é imaterial”, de uma maneira sã e ordenada. O “Filósofo do senso comum”, a quem eu deixo a ruminar as amargas folhas do ensaio do Professor Huxley “Sobre a sensação e a unidade da Estrutura dos Órgãos Sensíveis”, observa , ao levantar o seu braço, “Eu ergo o meu braço”. O Budista examina a proposição rigorosamente, e começa:

“Há o levantar de um braço.”

Por esta terminologia ele evita as discussões Teutônicas relativas ao Ego e o Não-Ego. Mas como ele sabe que a proposição é verdadeira? Através da sensação. O fato, portanto, é:

“Existe a sensação de se levantar um braço.”

Mas como ele sabe disto? Através da percepção. Portanto ele diz:

“Existe a percepção de uma sensação, etc..”

E como [ele tem] esta percepção? Através da tendência inerente.

(Note-se cuidadosamente o ponto de vista determinista envolvido na enunciação desta Quarta Skandha; e que ela vem abaixo de Vinnanam.)

“Existe uma tendência a perceber a sensação, etc..”

E como ele sabe que existe uma tendência? Através da consciência. A análise final diz:

“Existe uma consciência da tendência de se perceber a sensação do levantar de um braço.”

Ele não vai, por não ser possível, além disto. Ele não irá supor, sem nenhum tipo de evidência, o substratum do Atman unindo consciência à consciência através da sua eternidade, ao mesmo tempo em que estabelece um grande espaço entre elas através de sua imutabilidade. Ele atesta o conhecível, atesta-o acuradamente, e o abandona. Mas existe uma aplicação prática desta análise da qual eu vou tratar mais adiante (veja “VIII. Mahasatipatthana”).

Nos é ensinado que a memória é uma prova de algum “Eu” real. Mas como é traiçoeira esta área! Um evento passado da minha vida não ocorreu porque eu o esqueci? A analogia da água do rio dada acima é extremamente válida! Eu que escrevo isto não sou o eu que o relê e corrige. Será que desejo brincar com soldadinhos de chumbo? Sou eu o aborrecido velho inválido que precisa ser paparicado e alimentado com uísque, pão e leite? E a minha diferença em relação a estes é tão menos notável do que a ao corpo morto, do qual os que o virem dirão: “Este foi Aleister Crowley”?

Que idiotice é supor que uma substância eterna, sensível ou não, onisciente ou não, dependa para a sua informação de uma série tão absurda de corpos quanto os agrupados sob este “Crowley”!

Entretanto, o Budista encara todos os argumentos de ordem espiritual com uma simples afirmação a qual, se não é certa, ao menos não é improvável. Existe, ele dirá a você, um mundo “espiritual”, ou, para evitar qualquer (bastante injustificado) mal-entendido, digamos um mundo de matéria mais sutil do que o visível e tangível, que tem as suas próprias leis (análogas, se não idênticas, às leis da matéria as quais estamos acostumados) e cujos habitantes mudam, e morrem, e renascem tanto quanto os seres mortais comuns. Mas, como eles são de matéria sutil, seu ciclo é menos rápido.

Como um nominalista, eu espero não ser mal interpretado quando eu comparo isto a relativa mutabilidade do indivíduo e das espécies. Nós temos bastantes exemplos livres desta possibilidade de má interpretação em nossos próprios corpos. Compare a logevidade do osso com a de um corpúsculo. Mas é este “Substratum” universal, o qual não deve ser confundido com o substratum, cujo argumento para a sua existência Berkeley tão completamente destruiu, que poderia conservar a memória por um período muito maior do que o de um de seus avatares particulares. Por isso o “Jataka”. Mas a doutrina não é muito essencial; seu principal valor é mostrar que sérias dificuldades nos confrontam, e fornecer uma razão para o esforço por um estado melhor. Pois se nada sobrevive à morte, o que isto tudo significa para nós? Por que deveríamos ser tão altruístas a ponto de evitar a reencarnação de um ser em todos os pontos diferente de nós? Como disse o menininho, “O que a posterioridade fez por mim?”. Mas algo persiste; algo mudando, embora mais lentamente. Qual a evidência que nós temos, afinal, de que um animal não recorda a sua encarnação humana? Ou, como Levi diz, “Nos sóis eles recordam, nos planetas eles esquecem”. Eu penso (talvez) de maneira diferente, mas, na total ausência de evidência a favor ou contra — ao menos em relação a última hipótese! — eu suspendo o meu julgamento, deixo a questão entregue a si mesma, e avanço para pontos mais práticos do que os que nos são oferecidos por estas interessantes, mas pouco úteis, especulações metafísicas.

Karma

A lei da causação é formalmente idêntica a esta. Karma significa “aquilo que é feito”, e eu creio que devia ser considerado com estrita acuidade etimológica. Se eu coloco uma pedra no telhado de uma casa, é certo que ela irá cair mais cedo ou mais tarde; ou seja, assim que as condições o permitirem. Também, em sua fundação, a doutrina do Karma é idêntica ao determinismo. Sobre este assunto muita sabedoria, com um infinito amontoado de bobagem, foi escrita. Eu, portanto, o encerro nestas pouca palavras, confiante de que a identidade estabelecida não possa nunca ser abalada.

Os Des Grilhões ou Sanyoganas

 

  1. Sakkaya-ditthi. Crença em uma “alma”.
  2. Vikikikkha. Dúvida.
  3. Silabbata-parâmâsa. Confiança na eficácia dos ritos e cerimônias.
  4. Kama. Desejos corporais.
  5. Patigha. Ódio.
  6. Ruparanga. Desejo pela imortalidade corporal.
  7. Aruparaga. Desejo pela imortalidade espiritual.
  8. Mano. Orgulho.
  9. Udhakka. Auto-justificação.
  10. Avigga. Ignorância.

(1) Pois isto é uma petitio principii.

(2) Isto, para o cientista, é aparentemente um anátema. Mas apenas significa, eu penso, que se nós não estamos assentados em nossas mentes, não podemos trabalhar. E isto é inquestionável. Imagine um químico que começa a trabalhar para determinar o ponto de ebulição de uma nova substância orgânica. Ele para no meio da experiência, paralisado pelo receio de que o seu termômetro seja impreciso? Não! Ele, previamente, a não ser que seja um idiota, já o testou. Nós temos que ter nossos princípios fixados antes de poder executar o trabalho de pesquisa.

(3) Um cientista dificilmente requer convicção neste ponto!

(4) Você pensa em combinar Newton com Calígula? As paixões, quando livres para dominar, interferem com a concentração da mente.

(5) Ficar pensando em seus desafetos contribui para uma observação acurada? Eu admito que a controvérsia pode movê-lo a realizar prodígios em seu trabalho, mas enquanto você está realmente trabalhando você não permite que se interfira com a concentração da sua mente.

(6 & 7) Este grilhão e o próximo são contigentes a se perceber o sofrimento de todas as formas de existência consciente.

(8) Não precisa de comentário. Orgulho, assim como humildade, é uma forma de ilusão.

(9) Da mesma forma, só que no campo moral.

(10) O grande inimigo. Apenas os Teístas tiveram a infame audácia de exaltar os méritos desta insígnia da servidão.

Nós vemos, portanto, que o cientista irá concordar com esta classificação. Não precisamos discutir a questão de se ele acharia outras para adicionar. O Budismo pode não ser completo, mas, até onde ele vai, é acurado.

A Relativa Realidade de Certos estados de Consciência

Se nós adotamos o dictum de Herbert Spencer de que o testemunho primário da consciência é para existência da exterioridade, ou não; se nós voamos ou não para e posição idealista extrema; não existem dúvidas de que, para o nosso estado normal de consciência, as coisas como elas se apresentam — excluindo-se a ilusão óbvia, se mesmo nós ousamos excepcioná-la — são inegáveis para a apreensão imediata. Qualquer coisa que diga a este respeito a nossa razão, nós agimos precisamente como se Berkeley nunca tivesse existido, e o hérculeo Kant tivesse sido estrangulado ainda no berço pelas serpentes gêmeas de sua própria perversidade e terminologia.

Quais os critérios que devemos aplicar para as realidades relativas da consciência normal e onírica? Por que eu tão confiantemente afirmo que o estado onírico é transitório e irreal?

Neste estado eu estou igualmente certo de que meu estado de consciência normal é inválido. Mas como os meus sonhos ocupam uma porção relativamente pequena do meu tempo, e como a lei da causação parece suspensa, e como a sua vividez é menor do que a da consciência normal, e, acima de tudo, como na grande maioria dos casos eu posso mostrar uma causa, originária das minhas horas acordado, para o sonho, eu tenho quatro fortes razões (a primeira explanatória em parte para a minha aceitação das demais) para concluir que o sonho é fictício.

Mas e quanto ao estado “sem sonhos”? Para o sonhador suas faculdades normais e a memória surgem em alguns momentos, e são consideradas como fragmentárias e absurdas, assim como as lembranças de um sonho para o homem desperto. Não podemos conceber uma vida “sem sonhos”, da qual nosso sonhos são a vaga e perturbada transição para a consciência normal? A evidência fisiológica não nos serve literalmente para nada neste caso. Mesmo se fosse provado que o aparato recipio-motor do sonhador “sem sonhos” é relativamente tranqüilo, isto traria algum argumento válido contra a teoria que sugeri? Sugeri, pois admito que a nossa presente posição é completamente agnóstica a esse respeito, uma vez que não temos nenhuma evidência que traga luz sobre o assunto; e o estudo do tema parece mero desperdício de tempo.

Mas a sugestão é valiosa por prover-nos de uma possível explanação racional, em conformidade com a opinião do homem desperto, e à qual o sonhador iria indignadamente rejeitar.

Suponha, entretanto, um sonho tão vívido que o homem acordado sente-se diminuído diante de sua memória, que a sua consciência dele pareça mil vezes mais real do que a das coisas ao seu redor; suponha que toda a sua vida é moldada para acomodar os novos fatos assim revelados a ele; que ele de bom grado renunciaria a anos de vida normal para obter alguns minutos desta vida sonhada; que o seu senso de tempo é abalado como nunca antes, e que estas influências são permanentes. Então, você diria, delirium tremens (e intoxicação por haxixe, que afeta particularmente o sentido de tempo) nos fornecem um paralelo. Mas o fenômeno do delirium tremens não ocorre nos saudáveis. E quanto à sugestão de auto-hipnose, a memória do “sonho” é uma réplica suficiente. De qualquer forma, o simples fato de se experimentar esta realidade aparentemente superior — uma convicção inabalável, inépuisable[1] (pois o Inglês não tem a palavra adequada), é teste suficiente. E se nós condescendemos em o debater, é por prazer, e aparte do fato vital; trata-se uma escaramuça, e não de uma batalha arrojada.

O “sonho” que eu descrevi é o estado chamado Dhyana pelos Hindus e Budistas. O método de se alcançá-lo é sensato, saudável e científico. Eu não me daria ao trabalho de descrever este método, se iletrados, e muito freqüentemente defensores místicos da prática, não tivessem obscurecido a grandeza simples do nosso edifício com jimcrack pinnacles of stucco — como alguém que cobrisse o Taj Mahal com lâmpadas de feira e panos de chita.

É simples. A mente é compelida a fixar sua atenção em um único pensamento, enquanto o poder de controle é exercido e uma profunda vigília é mantida para que o pensamento não se perca por um instante. A última parte é, para mim, a essencial. O trabalho é comparável ao de um eletricista que precisa sentar por horas com seu dedo em uma delicadamente ajustada caixa de resistência, enquanto mantém o seu olho no marcador luminoso de um galvanômetro, encarregado da tarefa de manter o marcador parado, ou ao menos sem se mover além de um determinado número de graus, e de anotar os detalhes mais importantes da experiência. Nosso trabalho é idêntico em design, embora feito com meios mais sutis. O dedo na caixa de resistência nós substituímos pela Vontade, e o seu controle se estende até a Mente; o olho nós substituímos pela Faculdade Introspectiva, com a sua precisa observação da menor perturbação, enquanto o marcador luminoso é a própria consciência, o ponto central da escala do galvanômetro, o objeto pré-determinado; e as demais figuras da escala são outros objetos, conectados com o primário por ordem e grau, algumas vezes de maneira óbvia, outras de forma obscura, talvez até mesmo indetectável, de forma que nós não temos nenhum direito real de predicar a suas conecções.

Como alguém pode descrever este processo como enganoso e doentio está além da minha compreensão; que algum cientista possa fazê-lo implica em uma ignorância da sua parte quanto aos fatos.

Eu devo acrescentar que é estritamente necessário para se iniciar esta prática uma perfeita saúde de corpo e mente; o ascetismo é severamente desencorajado, tanto quanto a indulgência. Como poderia o eletricista fazer o seu trabalho após o Banquete Guidhal? O esforço de observar seria demasiado, e ele pararia para dormir. Assim com o meditador. Se, por outro lado, ele estivesse sem comer por vinte e quatro horas, ele poderia — de fato, tem sido assim feito com freqüência — realizar prodígios de trabalho no período necessário; mas uma reação de igual severidade deverá seguir. Ninguém pretende que o melhor trabalho seja feito em inanição.

Para tal observador, certos fenômenos se apresentam mais cedo ou mais tarde, os quais tem as mesmas qualidades do nosso “sonho” imaginário, precedido por um estado de transição muito semelhante ao de uma total perda da consciência. Serão estes fenômenos de fadiga? Será que esta prática, por algum motivo desconhecido, estimula algum nervo central especial? Talvez; o assunto requer investigação, e eu não sou um fisiologista. Aparte qualquer coisa que o fisiologista possa dizer, é claro ao menos que, se este estado é acompanhado por uma intenso e desapaixonado êxtase além de qualquer coisa que o homem normal pode conceber, e não é acompanhado do menor prejuízo para a saúde física e mental, ele é extremamente desejável. E para o cientista ele apresenta um magnífico campo de pesquisa.

Sobre as teorias metafísicas e religiosas que foram construídas sobre os fatos aqui apresentados, eu não direi nada agora. Os fatos não estão a disposição de todos; sobre a natureza do objeto cada homem deve ser a sua própria testemunha. Eu fui uma vez ridicularizado, por uma pessoa de mentalidade medíocre, pelo fato de que, se a minha posição não podia ser demonstrada em laboratório, eu deveria, portanto, ser um místico, um ocultista, um teosofista, um mercador do mistério, e não sei mais o quê. Eu não sou nada disso. O criticismo acima se aplica a todo psicólogo que já escreveu, e a todo homem que critica por criticar. Eu posso apenas dizer: “Você tem o seu próprio laboratório e aparato, a sua mente; e se o local está sujo e a aparelhagem mal arrumada, não é a mim que você deve culpar”.

Os fatos sendo de importância individual, então há pouca utilidade em se detalhar os resultados de minha própria experiência. E a razão para esta reticência — pois eu me culpo pela reticência — é que explicá-la iria danificar o mesmo aparato cujo uso eu estou defendendo. Pois se eu disser que tal e tal prática leva alguém a ver um porco azul, a sugestão será suficiente para fazer com que toda uma classe de pessoas veja um porco azul onde nenhum existe, e outra negue, ou suspeite, quando o porco azul realmente aparecer, embora a última alternativa seja improvável. O fenômeno da consciência, e o do êxtase, são de uma natureza tão estupenda e bem definida, que eu não posso imaginar nenhuma idéia preconcebida poderosa o suficiente para diminuí-los apreciavelmente. Mas por causa da primeira classe eu seguro a minha língua.

Eu creio que agora está perfeitamente claro, se as minhas declarações foram aceitas — e eu posso apenas assegurar o mais seriamente possível que honestos experimentos de laboratório as verificarão em cada detalhe — que quaisquer argumentos apresentados contra a realidade de Dhyana, aplicam-se com muito maior força ao estado normal, e é evidente que negar o último seriamente é ipso facto deixar de ser sério. Aonde o testemunho normal possa ser atacado de cima, insistindo-se na realidade superior de Dhyana — e a fortiori do Samadhi, o qual eu não experimentei, e do qual consequentemente não trato, contentando-me em aceitar as afirmações altamente prováveis daqueles que o afirmam conhecer, e que até agora não me decepcionaram (i.e. quanto a Dhyana), trata-se de uma questão que não cabe ao presente argumento discutir. Eu irei, entretanto, sugerir certas idéias na seção seguinte, na qual eu me proponho a discutir a mais famosa das meditações Budistas (Mahasatipatthana), seu método, objetivo, e resultados.

Mahasatipatthana

Esta meditação difere fundamentalmente dos métodos Hindus comuns pelo fato de que a mente não é restrita a contemplação de um único objeto, e não há interferência com as funções naturais do corpo, como, por exemplo, em Pranayama. É essencialmente uma prática de observação, a qual assume um aspecto analítico em relação a pergunta “O que é realmente observado?”.

O Ego-idéia é resolutamente excluído desde o início, e assim o Sr. Herbert Spencer não terá nada para objetar (“Princípios de Psicologia”, ii.404). A respiração, movimentos de andar, etc., são meramente observados e anotados; por exemplo, pode-se sentar quietamente e dizer: “Há um entrar da respiração”, “Há uma expiração”, etc. Ou, caminhando-se, “Há o erguer do pé direito”, e assim por diante, assim que o fato acontece. É claro que o pensamento não é rápido o suficiente para notar todos os movimentos ou as suas causas sutis. Por exemplo, nós não podemos descrever as complicadas contrações musculares, etc.; mas isto não é necessário. Concentre-se em uma série de movimentos simples.

Quando, através do hábito, isto se tornar intuitivo, de forma que o pensamento for realmente “Há um erguer”, ao invés de “Eu ergo” (este último sendo na realidade uma complexa e amadurecida idéia, como os filósofos freqüentemente notaram, até Descartes cair na armadilha), deve-se recomeçar a analisar, conforme explicado acima, e o segundo estágio será “Há uma sensação (Vedana) de um erguimento”, etc. As sensações são depois classificadas de agradáveis e desagradáveis.

Quando este for o verdadeiro, intuitivo, instantâneo testemunho da consciência (de forma que “Há um levantar”, etc. é rejeitado como sendo uma mentira palpável), passamos para Sañña, percepção.

“Há uma percepção (agradável ou desagradável) de um erguer, etc..”

Quando isto tiver se tornado intuitivo — ora! aqui está um estranho resultado! as sensações de dor e prazer desapareceram. Elas estão sub-incluídas na skandha inferior de Vedana, e Sañña é livre disto. E, para aquele que pode viver neste terceiro estado, e assim viver para sempre, não há mais dor; apenas um intenso interesse, semelhante ao que permitiu a homens de ciência observar e anotar o progresso de sua própria agonia de morte. Infelizmente, o viver neste estado é condicionado a uma firme saúde mental, e é interrompido pela morte ou pela doença a qualquer instante. Se assim não fosse, a Primeira Nobre Verdade seria uma mentira.

Os dois estágios seguintes Sankhara e Viññanam seguem a análise até o seu limite, “Há uma consciência da tendência para se perceber a (agradável ou desagradável) sensação de se erguer o pé direito” sendo a forma final. E eu suponho que nenhum psicólogo de qualquer linha irá questionar isto. O raciocínio, de fato, leva a esta analise; o Budista vai além somente até poder derrubar o andaime do processo de raciocínio, e assimilar a verdade atual do assunto.

É a diferença entre o garoto de escola que dolorosamente constrói “Balbus murum aedificavit”[2], e o Romano que anuncia este fato histórico sem sequer pensar em sua gramática.

Eu chamei esta meditação de a mais famosa das meditações Budistas, por quê é atestado pelo próprio Buda que se alguém a pratica com honestidade e diligência o resultado é certo. E ele não diz isto de nenhuma outra.

Eu pessoalmente não encontrei tempo para me devotar de forma séria a esta Mahasatipatthana, e as afirmações aqui feitas derivam da razão e não da experiência. Mas eu posso dizer que a irrealidade dos estados mais grosseiros (rupa) em relação ao mais sutil Vedana e ao ainda mais sutil Sañña torna-se rapidamente aparente, e eu posso apenas concluir que com tempo e esforço o processo deve continuar.

O que ocorre quando alguém atinge o estado final de Viññanam, e não encontra nenhum Atman além dele? Certamente o estágio de Viññanam será logo visto como tão irreal quanto o anterior pareceu. É inútil especular; mas se eu devo escapar da acusação de explicar o obscuro pelo mais obscuro, eu posso sugerir que tal pessoa deve estar muito próxima do estado chamado Nirvana, o que quer que seja indicado pelo termo. E eu estou convencido, em minha própria mente, que o Ananda (êxtase) de Dhyana irá surgir muito antes de alguém passar mesmo a Sankhara.

E, quanto à realidade, será um bravo gracejo, meus senhores, atirar de volta aos materialistas esta terrível troça de Voltaire aos mercadores de mistérios de sua época: “Ils nient ce qui est, et expliquent ce qui n’est pas”[3].

Nota à Seção VIII – Realismo Transfigurado

Não gastarei o meu tempo e o dos meus leitores com uma longa discussão sobre o “Realismo Transfigurado” do Sr. Herbert Spencer. Não colocarei em muitos detalhes como ele propõe, por uma cadeia de raciocínios, derrotar as conclusões que ele admitem serem as da razão.

Mas a sua afirmação, de que o Idealismo não é verbalmente inteligível, é, para o meu propósito, a melhor coisa que ele poderia ter dito.

Ele erra ao dizer que os idealistas são confundidos pela sua própria terminologia; o fato é que, as conclusões idealistas são apresentadas diretamente à consciência, quando esta consciência é Dhyanica (cfe. Seção XI).

Nada está mais claro para a minha mente, do que o fato de que a maior dificuldade, geralmente experimentada pela mente normal na assimilação da metafísica, deve-se à atual falta de experiência, na mente do leitor, do fenômeno discutido. Eu irei tão longe ao ponto de dizer que talvez, o próprio Sr. Spencer é tão amargo por não ter, ele mesmo, nenhuma experiência de “Realismo Transfigurado” como um fenômeno diretamente presente; pois se ele supõe que a mente saudável e normal pode perceber o que ele percebe, os argumentos de Berkeley devem lhe parecer mera e frívola estupidez.

Eu classifico a filosofia Hindu junto com o Idealismo, e a Budista com a do sr. Herbert Spencer; a grande diferença entre elas sendo que os Budistas reconhecem claramente estas (ou similares) conclusões como sendo fenômenos, e o sr. Spencer, bastante inconsistentemente, apenas como verdades verificadas por um raciocinar mais alto e mais correto do que o dos seus oponentes.

Nós reconhecemos, com Berkeley, que a razão nos ensina que o testemunho da consciência é inverídico; é absurdo, com Spencer, refutar a razão; ao invés disto, tentamos trazer à consciência o sentido de sua improbidade. O nosso diagnóstico (empírico) é o de que é a dissipação da mente a principal responsável por sua inconfiabilidade. Buscamos (também por meios empíricos, é claro!) controlá-la, concentrá-la, e observar, mais acuradamente — será que esta fonte de possível erro foi suficientemente reconhecida? — o que o seu testemunho realmente é.

A experiência me ensinou, até onde fui capaz de ir, que a Razão e a Consciência se encontram; Apreensão e Análise se beijam. A reconciliação (de fato, lembrem-se, e não em palavras) é ao menos tão perfeita que eu posso, confiantemente, predizer que uma futura busca nesta (empiricamente indicada) senda irá certamente levar a uma unificação ainda mais alta.

A realização das esperanças mantidas pela hipótese é, portanto, de claro e evidente valor no apoio desta mesma hipótese, empírica como ela era, e é. Mas, com o crescimento e a reunião, classificação, e criticismo dos nossos fatos, nós estamos no caminho certo para erguer uma estrutura mais segura sobre uma base mais ampla.

Agnosticismo

Deve ser claramente entendido, e bem relembrado, que, através de todas estas meditações e idéias, não há nenhum caminho marcado que leve a qualquer tipo de ontologia ortodoxa. Em relação ao caminho da salvação, nós não contamos com o Buda; a mentira viciosa da expiação delegada não encontra lugar aqui. O próprio Buda não escapa da lei da causação; se isto é metafísica, então até aqui o Budismo é metafísico, mas não mais do que isto. Ao mesmo tempo em que nega mentiras óbvias, ele não estabelece dogmas; todas as sua afirmações são passíveis de prova — uma criança pode perceber as mais importantes. E isto é Agnosticismo. Nós temos aqui uma religião científica. Até onde Newton teria ido se tivesse aderido a Tycho Brahe como o Guia? Até onde o Buda, se tivesse reverenciado os Vedas com fé cega? Ou até onde podemos prosseguir, mesmo a partir da verdade parcial, se não mantermos uma mente aberta a seu respeito, conscientes de que novos fenômenos podem derrubar as nossas hipóteses mais fundamentais! Me dê uma prova sobre uma existência (inteligente) que não esteja sujeita ao sofrimento, e eu jogarei a Primeira Nobre Verdade aos cães sem nenhuma dor. E, sabendo disto, quão esplêndido é ler as grandes palavras proferidas a mais de dois mil anos atrás: “Portanto, ó Ananda, sejam lâmpadas para si mesmos. Sejam um refúgio para si mesmos. Não recorram a nenhum refúgio externo. Busquem sem tardar a verdade como a uma lâmpada. Busquem sem tardar a verdade como a um refúgio. Não busquem refúgio para ninguém além de si mesmos.” (Mahaparanibbana Sutta, ii.33) E a tais buscadores apenas o Buda promete “a mais elevada Altura” — se eles apenas forem “ansiosos em aprender”. Esta é a pedra fundamental do Budismo; podem homens científicos negar a sua aprovação a estas palavras, quando olham para trás, na história do Pensamento no ocidente: a tortura de Bruno, a vergonha de Galileo, o obscurantismo dos Escolásticos, o “mistério” dos padres opressores, as armas carnais e espirituais da fogueira e da tortura, os labirintos de mentiras e vis intrigas pelos quais a Ciência, a criança, era deformada, distorcida, atrofiada, no interesse da proposição contrária?

Se vocês me perguntarem por que deveriam ser Budistas, e não indiferentes, como agora são, eu respondo que venho, talvez desmerecidamente, tomar a espada que Huxley manejou; eu digo que o Opressor da Ciência em sua infância ainda está trabalhando para violentar a sua virgindade; que uma hesitação momentânea, por comodismo, seguramente pode nos tirar da posição tão arduamente ganha. Não iremos ainda mais a frente, além disto? Devem ainda às nossas crianças serem ensinadas como fatos as estúpidas e indecentes fábulas do Velho Testamento, fábulas que o próprio Arcebispo de Canterbury iria indignadamente repudiar? Devem as mentes serem pervertidas ainda cedo, o método científico e a imaginação reprimidas, a faculdade lógica frustrada — milhares de trabalhadores perdidos a cada ano para a Ciência?

E o caminho para tudo isto não é apenas através no senso comum da indiferença; organizem-se, organizem-se, organizem-se! Pois uma bandeira nós oferecemos a vocês, a imaculada insígnia da lótus de Buda, em defesa da qual nenhuma gota de sangue jamais foi, e jamais será, derramada; uma bandeira sob a qual vocês juntarão forças com quinhentos milhões de companheiros. E vocês não serão soldados rasos no exército; para vocês os mais altos postos, os lugares de liderança, aguardam; quando se diz respeito aos triunfos do intelecto, é para a Ciência ocidental que olhamos. Suas realizações destruíram a ordem de batalha do dogma e do despotismo; suas colunas avançam com poder triunfante através das brechas da falsa metafísica e da lógica sem base; vocês lutaram a batalha, e os louros estão em suas testas. A batalha foi lutada por nós a mais de dois mil anos atrás; a autoridade dos Vedas, as restrições de casta, foram esmagadas pela invulnerável espada da verdade na mão de Buda; nós somos seus irmãos. Mas na corrida do intelecto nós ficamos um pouco para trás; não terão vocês interesse em nós, que fomos seus camaradas? O Budismo clama pela Ciência: Lidera-nos, reforme-nos, dê-nos idéias claras sobre a Natureza e suas leis; dê-nos a base da lógica irrefutável e o amplo conhecimento de que precisamos, e marchem conosco rumo ao Desconhecido!

A fé Budista não é uma fé cega; suas verdades são óbvias para todos os que não estão cegos pelos espetáculos de bibliolatria e ensurdecidos pelo clamor dos padres, presbíteros, ministros: qualquer nome que eles escolham para si mesmos, nós podemos ao menos colocá-los de lado em uma grande categoria, a dos sufocadores do Pensamento; e estas verdades são as que nós a muito tempo aceitamos e que vocês recente e duramente conquistaram.

É para homens do seu talhe, homens de pensamento independente, de fino êxtase amoroso pelo conhecimento, de treinamento prático, que o Buddhasanana Samagama apela; é hora do Budismo reforma-se por dentro; embora sua verdades tem se mantido impolutas (e mesmo isto não ocorre em toda parte), seus métodos, sua organização, estão em triste necessidade de reparos; buscas devem ser feitas, homens devem ser aperfeiçoados, o erro deve ser combatido. E se no Ocidente uma grande sociedade Budista for construída por homens de intelecto, homens em cujas mãos está o futuro, haverá então um despertar, uma verdadeira redenção, dos desgastados e esquecidos impérios do Leste.

– Notas –

[1] Em Francês, no original.

[2] Em Latim, no original.

[3] Em Francês, no original.

Crowley, Aleister. Tradução: Dajjal (Fra.)

[…] Postagem original feita no https://mortesubita.net/asia-oculta/ciencia-e-budismo/ […]

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