Bases subterrâneas, Crianças Desaparecidas e Extraterrestres.

O que você precisa saber no futuro?
Depois de completar o meu ultimo artigo “M16 são os senhores do trafico de drogas mundial” eu terei de apresentar um panorama geral para que e usado o dinheiro da “intelligenza” mundial.
Farei isto por muitos motivos. A verdade terá que vir ao de cima e eu preciso de me proteger a mim e a minha família. Se algum de nos tiver um fim prematuro apenas irá dar mais credibilidade ao que digo. Como tal ao apresentar o seguinte estou a proteger-nos.
A pressão governamental e vigilância sobre a minha pessoa aumentarem desde que fui a público com o ultimo artigo. Acredito que isto se tornou um assunto de segurança nacional.
Tive em perigo de vida, homens situados num hotel em frente do meu apartamento tirando fotografias usando uma câmera de longo alcance de alta tecnologia que usa um laser azul, o meu telefone e o da mãe da minha namorada em escuta, as minhas informações hackeadas e retiradas de inúmeras páginas de Internet e e-mail oficiais do governo bloqueados.
Penso que isto se deve ao fato de eu andar a passar informações sobre projetos classificados como “ultra-secretos” os quais irei detalhar neste artigo. A intelligenza a liderar o tráfico de droga e apenas “secreto”.
Chamo-me James Casbolt e trabalhei na sombra para o M16 em operações de tráfico de cocaína com o IRA em Londres entre 1995 e 1999. O meu pai Peter Casbolt era também do M16 e trabalhou com a CIA e a máfia em Roma, em 1993 em operações sombra de tráfico de cocaína e heroína.
O tráfico de drogas internacional controlado por muitas facções da intelligenza mundial, em cooperação (MI6, CIA, MOSSAD etc.) vale no mínimo 500 bilhões de Libras a cada ano. É mais que o comércio de petróleo internacional. O M16 controla muitas outras secretas no mundo.
O M16 criou a CIA em 1947 e ainda os controla hoje em dia. O saldo destas operações de tráfico de narcóticos encoberta ou, em termos Orwelianos, “Fundos não apropriados” Do M16/CIA são usados por o governo para projetos militares classificados como “ultra-secretos”
Estas operações incluem um encobrimento mundial do fenômeno OVNI e a construção e manutenção de bases subterrâneas militares (D.U.M.B. S deep underground military bases)
Há muitas destas bases a nível mundial, mas está aqui uma pequena lista:
1- Dulce no Novo México
2-Brecon Beacons em Gales
3-Los Alamos no México
4- Pine Gap na Austrália
5- As “Snowy mountains” na Austrália
6- A área do Nyala na Africa
7- Oeste do Kindu na Africa
8- A seguir a fronteira da Líbia com o Egipto
9- Mount Blanc na Suiça
10- Narvik na Escandinávia
11- A ilha de Gottland na Suécia e muitos outros locais. Esses projetos são geridos por um corpo governamental, não eleito, com ligações as Nações Unidas.
Há pelo menos 1400 dessas D.U.M.B a nível mundial. 131 Nos EUA; neste momento com duas bases subterrâneas a serem construídas nos EUA a cada ano. A profundidade média das bases ronda 4 e ¼ de milha abaixo da superfície (algumas mais a superfície e outras mais profundas). O tamanho médio das bases em são o tamanho de uma cidade média.
Cada base DUMB a construir custa entre 17 a 26 bilhões de dólares os quais são patrocinados por o dinheiro do negócio do tráfico de narcóticos pela M16/CIA. Cada base emprega entre 10000 a 18000 trabalhadores. Uma escavadora a energia nuclear é usada para escavar o solo.
Esta escavadora atravessa rocha a uma media espantosa e literalmente derrete a rocha formando uma superfície lisa e espelhada à volta do túnel.
A 20 de Maio recebi pessoalmente informações de outro membro da NSA (National security agency) através de terceiros. Desejo proteger a identidade deste homem por isso chamar-lhe-ei G. É a primeira vez que esta informação vem a público.
G era um subcontratado pela NSA nos finais dos anos oitenta e trabalhou para a NASA até 1992. Era um Engenheiroº Eletrotécnico sênior na base subterrânea em Los Álamos no Novo México. G também trabalhou na base DUMB de Álamo Gordo no Novo México e numa base subterrânea no Havaí. Ele afirmou que a base de Los Álamos se projeta duas milhas abaixo da superfície e tem o tamanho de uma pequena cidade.
Enquanto lá esteve observou uma série de humanos enjaulados, extraterrestres altos tipo grey e grey réptilianos. G afirma que a NSA era dura com todos os subcontratados e que o pessoal de lá trabalhava em condições difíceis.
De acordo com G o Governo Federal dos EUA, a USAF e o DOE (department of energy) administravam a base DUMB no Havaí na qual ele trabalhava. Essa base está duas milhas abaixo da superfície e estende-se até ao Oceano Pacifico.
Foi lá que três homens musculados e muito altos tipo Nórdico (que de acordo com G eram híbridos Humano/Réptiliano porque os seus olhos conseguiam “mudar” tendo rasgos verticais como pupilas) perseguiram-no na auto-estrada ameaçando de o matarem, pois ele havia escutado estes a falarem sobre um aparelho de alta-tecnologia.
Compreensivelmente G ficou marcado emocionalmente com estas experiências e não gosta de falar às pessoas sobre elas.
Esta fonte também me contou a 23 de Maio que em Junho haveria uma quantidade enorme de terremotos provocados por HAARP na costa Este dos EUA e que os DUMBS já haviam sido evacuados e encerrados. Isto foi 100% preciso, pois em 21 e 28 de Junho houve pelo menos 400 terremotos na costa Este dos EUA.
Coloquei toda esta informação no fórum das produções God like na Internet e num espaço de horas o site foi hackeado e removido.
Por ordem do executivo a NSA está isenta de todas as leis que não especifiquem a NSA no texto da lei. O que significa que eles podem fazer o que bem lhes apetecer e não respondem a ninguém.
Isto acontece por causa da sua interação com espécies extraterrestres e as suas visões distorcidas que a população são como crianças e não suportariam a verdade.
Atualmente há uma Guerra interna a rugir nas secretas internacionais no que diz respeito à agenda extraterrestre. Entre facções a favor e contra. No meu entender uma das facções negativas é um grupo centrado à volta do M16 e da CIA, chamado Aquarius.
Este grupo anda a encobrir a verdade, mentindo descaradamente e desacreditando ou assassinando quem esteja demasiado próximo de expor o que se anda a passar. Há também um grupo centrado na Intelligenza naval chamado Comm 12 o qual anda a ventilar informações bastante precisas sobre a agenda extraterrestre no público.
Quando o míssil (não o avião) atingiu o Pentágono a 11 de Setembro, atingiu a secção da Secreta Naval no edifício. Isto foi parte da guerra interna entre Aquarius e o Comm 12 a ser visível no exterior.
Aquarius também nomeou a ajuda de Hollywood e o “Mainstream” da média para distorcerem os fatos da agenda extraterrestre e cegarem o publico a verdade. Sir Martin Wakefield Jacomb, o diretor dos jornais telegraph em 1986 também está relacionado com o M16 e as lavagens de dinheiro da droga através do Banco de Inglaterra. Jacomb foi diretor do Banco de Inglaterra entre 1987 e 1995.
O ex. diretor da CIA, William Casey foi também diretor do conselho do Media Network ABC. Muitos “insiders” referem-se à ABC como a “Rede CIA”
Os grey e os extraterrestres reptilianos trabalham em parceria com os militares em bases subterrâneas denominadas MIEC (military industrial extra- terrestrial complex). É uma organização malévola como poderá constatar na seguinte informação. Também há extraterrestres benignos neste planeta. Esses grupos não são partes do MIEC e provêm das Plêiades, Andrômeda, Lyra, Procyon, Tau Ceti, Sirius A e Ummo. Esses grupos trabalham em parceria numa espécie de “Federação” de protetora.
Em 20 de Fevereiro de 1954 uma delegação de um desses grupos encontrou-se com a administração Eisenhower num esforço infrutífero para chegarem a um acordo com os EUA acerca do programa de armas termonucleares. O bloqueio mais evidente às negociações foi o fato destes ET não estarem dispostos a providenciar a tecnologia que poderia ser usada por a as facções militares da administração Eisnhower.
Estas entidades amantes da paz e de “aspecto humano” recusaram ser integradas no emergente complexo militar industrial (MIEC) nos EUA, Reino Unido, Rússia e onde quer que fosse ao planeta.
Em Junho de 1934 o primeiro acordo com os grey de Orion aconteceu a bordo de um navio em Balboa. Este foi um dos mais importantes acontecimentos da história da humanidade porque nos forçou a ter um papel para o qual não estávamos preparados, no que diz respeito a sermos hospedeiros de uma raça extraterrestre malévola.
O governo federal dos EUA desrespeitou a constituição dos EUA ao fazê-lo sem contar à população. Foi aqui que o acordo foi pela primeira vez feita pelos grey representando os reptilianos de Orion e os representantes dos serviços secretos dos EUA.
O acordo rezava que em troca dos grey fornecerem alta tecnologia (anti-gravidade, metais e ligas, energia livre e limpa e tecnologia em nível de medicina) o governo permitiria os grey de procederem sem restrições a abduções a humanos. Isto seria aceite se uma lista de abduzidos fosse fornecida ao governo e os abduzidos regressassem sem mácula e com a memória apagada.
Em 1994 uma segunda extensão do tratado foi assinada mas disso sei muito pouco.
Em Maio de 1954 sob a administração Eisenhower uma terceira extensão do tratado foi assinada intitulando-se “O tratado de Greada”. Os Grey e os Reptilianos quebraram flagrantemente os termos do acordo, como mais tarde veremos neste artigo. O tratado de Greada foi acordado entre os Grey e a unidade “Ultra” do NSA, na base Holloman da força aérea no Novo México.
O documento original deste tratado e o material dos ET podem ser encontrados hoje em dia nas instalações chamadas “Blue Moon”, por baixo da base da força aérea, em Kirkland no Novo México. A entrada para esta base subterrânea são as montanhas Manzano.
Na realidade neste local fica a base tecnológica secreta do departamento de energia (DOE). Atualmente estão a ser desenvolvidos aparelhos de energia livre desenvolvidos com tecnologia Grey e Reptiliana para uso espacial na base DOE.
A 15 de Abril de 1964 dois funcionários da intelligenza encontraram-se estando sob o “project Plato” com os Grey, no deserto do Novo México, de modo a arranjarem um encontro a 25 de Abril na base aérea de Holloman no Novo México. O encontro tinha como objetivo retificar o tratado de novo numa tentativa de ganhar tempo de modo a resolver o problema dos Grey e dos Reptilianos.
Uma situação de verdadeiro pesadelo está-se agora a desenrolar. Phil Schneider era um geólogo do governo dos EUA e das Nações Unidas, engenheiro de estruturas e perito em túneis. Ele participou na construção de muitas DUMB na América do Norte e noutros países. Phil foi assassinado pela CIA em 17 de Janeiro de 1996 em Wilsonville em Portland, Oregon.
Em 1979 em Dulce, Novo México, Phil Schneider escavava no deserto, nesse preciso local, de modo a construir uma base auxiliar no lado Sul de Dulce, no topo de uma base subterrânea já existente. A base que já existia havia sido construída por o governo dos EUA em 1940 sob o comando da Operação Blue Note, mas depois havia sido tomada por grey e reptilianos. Durante um período de dois dias, Phil e a sua equipe haviam cavado quatro buracos no deserto cuja profundidade era de alguns milhares de pés.
Um dos orifícios continuava a trazer a superfície, pó, odores de podridão e partiu pedaços da máquina, os quais caíram no orifício. Máquinas de perfuração e lasers vinham danificadas quando eram enviados para lá. Uma sonda foi então enviada, mas não retornou. Eventualmente um grupo foi enviado. Phil foi o primeiro.
Foi baixado no túnel e quando chegou em baixo, estava a três metros de distância de dois grey com dois metros de altura. Ficou petrificado, mas conseguiu disparar um carregador inteiro da sua pistola nos grey.
Quando estava a recarregar a arma, um dos grey atingiu Phil com uma espécie de arma de feixe de partículas a qual lhe deu uma alta dose de intoxicação por radiação, semelhante ao envenenamento por cobalto, mas o mais grave é que o pulmão de Phil estava queimado e ele tem agora uma longa cicatriz no peito a qual mostra nas suas aulas e que estão disponíveis nos vídeo do google. Os dedos da sua mão esquerda foram carbonizados, os ossos foram também carbonizados.
Ele foi, por assim dizer, “cozinhado” e esteve em isolamento de terapia por mais 400 dias. No túnel foi encontrada grande recipiente recheada de membros do corpo humano, de um modo geral glândula. Nestes recipientes foram encontrados aparelhos de mistura de alta-tecnologia que impediam o sangue de coagular.
Em Aztec no Novo México, a 13 de Fevereiro de 1948 um disco voador acidentado foi recuperado por os militares americanos. O aparelho tinha 30 metros de diâmetro e era feito numa liga semelhante a alumínio e continha corpos de ET reptilianos. Uma grande quantidade de partes de seres humana fora encontrada a bordo do aparelho.
A escotilha do “Ultra-Secreto” foi ainda mais fechada do que no caso Roswell de modo a não causar pânico em massa.
No dia seguinte, depois do acidente (o aparelho foi provavelmente abatido por os militares) o governo comprou a propriedade aos donos. Testemunhas em Aztec observaram colunas militares a entrarem e a saírem dessa área durante vários dias após o acidente.
O aparelho foi transportado para a base aérea de Wright Patterson, O disco incorporava grandes anéis de metal os quais giravam em torno de uma cabine central fixa. Não havia rebites, porcas, parafusos ou sinais de soldadura.
As pessoas em Aztec cuidadosamente mantiveram a sua palavra no que diz respeito aos rumores de um disco voador acidentado. Os habitantes de Aztec ainda hoje são monitorizados por os militares. Uma senhora de certa idade afirmou que o seu marido viu os caminhões a saírem e a entrarem desse local durante vários dias. Disse que estava muito nervosa acerca disso tudo e não queria falar sobre isso com outra pessoa que não o seu marido que viu os veículos militares.
Foi-lhe perguntado se acreditava que havia acontecido um acidente com um OVNI, a sua resposta foi; “Se algo não tivesse acontecido, porque razão os militares se apressaram a ir para lá… Porque razão os caminhões militares com encerado iam e vinham do desfiladeiro… porque negam ter estado lá… e porque compraram a área e a área envolvente onde o OVNI supostamente caiu?”.
No Camboja em 1972 no auge da Guerra do Vietnam, um grupo de operações especial dos EUA cruzou-se com um grupo de criaturas extraterrestres a carregarem vários corpos humanos em grandes contentores metálicos e a selarem-nos. Uma batalha séria seguiu-se, a qual resultou em fatalidades para ambos os lados. Enquanto os soldados se retiravam, os extraterrestres retiravam-se para o seu aparelho levando os corpos com eles. Como de costume um encobrimento foi rapidamente criado.
Um dos meus contactos em Wales, o qual chamarei de D para proteger a sua identidade, foi abordado por uma organização de elite secreta, chamada Group 5-8. Este grupo foi formado por Margaret Thatcher para operarem em locais de acidentes com aparelhos extraterrestres na Grã-bretanha. E a primeira vez que esta informação vem a público.
Mesmo que o grupo 5-8 tenha sido formado por Margaret Thatcher, e um grupo das Nações Unidas. Um homem do grupo 5-8 chamado George mostrou ao meu contacto, um cartão das Nações Unidas com um holograma nele. George então dirigiu D a um encontro clandestino numa área de serviço de auto-estrada.
Foi ai que George mostrou a D fotografias de mutilações em humanos que eles encontraram perto do fortemente guardado farol Breakon DUMB em Wales. Essas fotos foram tiradas numa área reservada e onde atividades OVNI têm lugar.
Essas fotos mostravam uma rapariga de 16 anos e um rapaz de 20 cujos genitais haviam sido removidos, os globos oculares removidos, os lábios e literalmente metade da sua pele tinha sido retirada, George disse que o grupo 5-8 costumava encontrar auto-caravanas nessa área cujos ocupantes haviam desaparecido.
Compreensivelmente D teve pesadelos durante dias depois deste encontro e foi de seguida perseguido por uma Van com luzes azuladas por baixo. Penso que fosse do NSA.
Alguns dias depois D foi ameaçado de morte no telefone. A chamada era anônima e disse que ele devia estar calado ou a sua casa ia arder com ele dentro. George telefonou a D e contou que a sua vida estava em risco e que ventilasse a noticia o mais rápido possível de modo a protegê-lo. No dia seguinte o homem do gás apareceu e mostrou a sua identificação, entrando no momento em que a porta estava aberta, e verificou o contador. Quando se retirou, um incêndio quase destruiu a casa, com D e a sua mulher dentro. A casa ficou destruída e os bombeiros afirmaram que o fogo teve início no compartimento no qual o homem do gás havia estado.
Depois disto D, outro indivíduo e eu próprio estávamos a investigar relatórios sobre uma DUMB e crianças desaparecidas perto da aldeia de Zennor em Cornwall. Havia muitos avistamentos de extraterrestres nesses desfiladeiros desde 1960 bem como de OVNI nessa área e imensos encobrimentos de atividades militares. Alguns OVNI haviam desaparecido no oceano de acordo com testemunhas.
Dois anos atrás teve lugar um projeto classificado de “secreto” pela polícia de Devon and Cornwall . Procedia-se à escavação de valas comuns de crianças pela polícia. Havia denúncias de crianças desaparecidas nessa área. Esta era informação secreta que D tinha em posse através dos seus contactos. Uma vez mais e a primeira vez que essa informação vem a público. Do que apurei a policia nunca encontrou corpos e a área de escavação foi fechada ao público.
Penso que a polícia andava a procura no local errado, pois a atividade parecia vir do subsolo. Quando o poeta D.H. Laurence ficou numa pequena casa de campo em Zennor ouvia explosões vindas do subsolo. E Aleister Crowley que era um agente do M16 passou muito tempo em Zennor. Como já foi dito os M16 e a CIA estão altamente envolvidos na agenda extraterrestre e acredita-se que Aleister Crowley estava até à ponta dos cabelos envolvida nisso.
Aleister Crowley havia realizado rituais satânicos na sua casa de campo em Zennor (parece haver uma relação entre Satanismo e os Grey e os Reptilianos). Nessa casa de campo, uma noite depois de Crowley ir embora uma mulher chamada Ka Cox morreu com um derrame cerebral e o seu marido ensandeceu ficando internado no Hospital Psiquiátrico de Bodmin.
O homem disse que um Reptiliano havia-se materializado na casa e acredita-se que Ka Cox morreu de medo depois de ver isto. Os arquivos da polícia contendo o motivo da sua morte foram roubados da esquadra depois disto.
Aleister Crowley estava também em Montauk em Nova Iorque quando o projeto estava em pleno desenvolvimento onde uma grelha de energia quântica vai desde Montauk a Zennor até às pedras antigas de Men An Tol .
Depois do incêndio na casa de D tudo esteve tranqüilo durante um par de anos. De repente dois dias depois da nossa investigação sobre crianças desaparecidas em Zennor, D teve homens no exterior da sua janela a projetarem luzes nesta. Esta e uma táctica de intimidação usada por as agencias secretas. Apenas mostrei a ponta do iceberg do que se esta a passar em Zennor, visto que não há espaço para expor tudo aqui. O panorama geral virá a publico em breve.
Então o que se passa com as mutilações em humanos e pessoas desaparecidas? A verdade nisto tudo é que os grey e os reptilianos se alimentam de secreções glandulares e hormonais através de osmose. Eis a razão pela quais os órgãos principais foram retirados das pessoas. A sua mente pode querer negar o que se anda a passar, mas se começar a procurar descobrirá que e tudo 100% verdade.
No site Crowed Skies há um vídeo retirado clandestinamente da base Dulce que mostra greys dentro de recipientes a absorver estas misturas sanguíneas através da sua pele.
Os investigadores Bill Hamilton e Tal Levesque (alias Jason Bishop) receberam relatórios de trabalhadores na base DUMB de Dulce, o qual trabalhou em meados dos anos 70 enquanto era gerida conjuntamente pela CIA, grey e reptilianos. Isto foi antes dos extraterrestres tomarem conta da base e expulsarem os humanos.
Os trabalhadores disseram que as instalações Dulce têm pelo menos sete níveis.
O nível seis, entre os trabalhadores, e em privado, é chamado de “Sala dos Pesadelos”. Todos contam acerca de experiências bizarras e de humanos com varias pernas que se assemelham o meio humano, meio polvo, humanóides reptilianos, criaturas peludas com mãos humanas e que choram como bebes imitando palavras humanas. Também uma imensa mistura de humanos lagartos em jaulas. Algumas jaulas com humanos alados, criaturas semelhantes a morcegos de um metro a dois de altura e criaturas semelhantes a gárgulas.
No nível sete está um rol de milhares de humanos e misturas genéticos humanos armazenados no frio, recipientes com embriões humanos em vários estágios de desenvolvimento. Outros viram cenas ainda mais aterrorizadoras, mas recusam-se a falar sobre elas. Um trabalhador disse a Bill Hamilton que “frequentemente encontro humanos em jaulas, normalmente atordoados ou sob efeito de narcóticos, às vezes choram e pedem ajuda”.
Disseram-nos que eram loucos e envolvidos em testes de alto risco com drogas para curarem a insanidade. Foram ditos para nunca lhes dirigirmos a palavra. Ao princípio acreditamos na história. Finalmente em 1978 um grupo descobriu a verdade.
Thomas Castello era um dos seguranças nas instalações da Dulce. Thomas trabalhou sete anos para a Rand Corporation na Califórnia. Foi transferido para a Dulce em 1977. Estimou que houvesse mais de 18000 Grey pequenos na Dulce e também viu Reptilianos altos.
Thomas sabia de sete níveis, mas disse que poderia haver mais, Disse que os extraterrestres estavam no nível 5, 6 e 7. Quando mais para baixo se vai maior é o nível de segurança exigido. O único sinal em Inglês diz “Para Los Álamos”. O shuttle do túnel viaja a mach 2.7.
Muitos dos sinais nas instalações do Dulce estão em linguagem extraterrestre e em simbologia universal, entendida por ET e humanos, Thomas afirma que outras ligações do shuttle vão para Page Arizona, Área 51 Nevada, Taos Carlsbad, Datil Novo México, Colorado Springs e Creede Colorado. Thomas também disse que um vasto número de túneis e conexões de shuttle nos EUA tem ligações ao sistema de túneis global e a bases noutros países.
Thomas Castello disse que por baixo do nível 2 de Dulce todos são pesados nus e são dados uniformes. Todas as mudanças de peso são anotadas e se há uma mudança de peso em cerca de 3 onças ou mais, as pessoas terão que ir ao raio. Na entrada para áreas mais reservadas existem balanças tendo o peso destas que combinar com o que diz a sua identificação e código para terem acesso.
Thomas Castello conseguiu subtrair muitas coisas das instalações da Dulce antes de escapar, incluindo 27 fotos em formato 8×10 de criaturas alienígenas e criaturas em recipientes. Uma fita cassete da câmera de vigilância, que começa mostrando computadores e depois recipientes, varia filmagens da “Sala dos Pesadelos”, dois grey e uma do terminal que diz “Para Los Álamos” e trinta segundos do Shuttle a chegar.
* 25 paginas de diagramas, formulas químicas, esquemas e equipamento ET.
* Uma copia do tratado Governo/ET com assinaturas.
Duas páginas de documentos originais assinados por Ronald Reagan (então Governador da Califórnia). Cada página tem a assinatura de Ronald Reagan, de outros políticos e de quatro extraterrestres.
* A “flash gun” de Thomas Castello (uma arma laser usada por agentes de segurança na Dulce).
* Thomas colocou os itens numa caixa de plástico duro e livre de oxigênio. Cinco cópias estão em cinco diferentes caixas, em cinco locais distintos e guardadas por cinco indivíduos conhecidos apenas por Thomas Castello.
Compreendo que estes indivíduos podem estar assustados em revelar as provas, a mulher e a criança de Castello foram raptadas e desapareceram em Puerto Rico não muito depois disto acontecer (possivelmente estão mortos). Mas se algum de vocês está a ler isto então me contate anonimamente para podermos arranjar-vos uma cópia. Serei capaz de arranjá-la em muita quantidade. O meu e-mail será dado no fim do artigo.
Este é um excerto da entrevista com Thomas Castello antes deste desaparecer:
“Estou a dizer que há extraterrestres em varias bases subterrâneas neste país e coisas terríveis acontecem nesses locais. Se morrer antes de se poder provar, peçam ao governo para o admitir, se houverem pessoas suficientes para o exigirem eles terão que arranjar maneira de explicar a base ou porque razões a mantêm secreta. Muitas pessoas na Dulce conhecem-me.
Desafio os meus colegas a falarem anonimamente. Enviem uma carta a confirmarem o que expliquei, em nome dos homens corajosos, mulheres, crianças e extraterrestres que morreram tentando levar a público o que se passa nas instalações da Dulce. Exponham esse terrível lugar antes que milhares de pessoas sejam torturadas e morram inexplicavelmente.”
A Rand Corporation que esta envolvida na construção destas bases subterrâneas libertou o “Ropper report”. Este e um relatório de terceira geração que de acordo com a sua pesquisa diz que umas em cada dez pessoas foram abduzidas e colocados implantes por Grey e Reptilianos tendo retornado com as suas memórias apagadas. Esse relatório foi enviado para 110 clínicas psiquiátricas nos EUA.
O relatório Roper declara que há mulheres a serem violadas por ET devido ao programa genético a decorrer. Por mais fantástico que pareça isto e suportado por alguns dos mais reputados médicos psiquiatras como John Mack e outros mais. Existem cerca de 90 psiquiatras nos EUA que estão preocupados e interessados em formar uma organização que ponha cobro ao secretismo desta situação horrenda.
Eles dizem que devido aos tratados Governo/ET e tem em conta estes números que o governo patrocina violações. De acordo com o relatório Rope, 99.3% dos abduzidos utilizados neste projeto são fêmeas e 0.7 são machos.
Vi pessoalmente documentos secretos de estudos sobre o problema Grey e Reptiliano mostrando que estes estavam envolvidos em sabotagem genética de seres humanos. A agenda Grey e Reptiliana é lenta e de forma encoberta pretende tomar conta do planeta nos próximos 30 anos, reduzindo a população, controlando o planeta a partir do subsolo e usando a população à superfície como alimento para ser tomado como e quando eles quiserem.
O governo Britânico, Russo e o dos EUA estão a abater em média um aparelho Grey e Reptiliano por mês com feixes de partículas desenvolvidos com tecnologia Teslas.
Os russos tem áreas do tamanho de campos de futebol, repletas de engenhos ET. Se isto não é uma invasão a grande escala não sei o que será.
O governo Britânico, Russo e o dos EUA tornaram-se “irmãos de sangue” e grandes amigos devido à agenda extraterrestre. A guerra-fria entre russos e os EUA foi uma mascarada, uma hostilidade fingida para que os governos pudessem desviar as atenções sem explicar para que e que realmente desenvolviam os programas de armamento nuclear, não contra a Rússia, mas sim contra os Grey e Reptilianos.
O quartel do corpo governamental secreto em cargo com a questão de lidar com o fenômeno ET fica em Genebra na Suiça. O corpo administrativo é constituído por representantes dos governos envolvidos, bem como de membros do executivo do grupo conhecido como Bilderberg.
Como disseram, os governos Britânico, Americano e Russo trabalham em parceria devido à ameaça Grey/Reptiliana ao planeta. Apesar de a situação ser de tal modo horrendo que esses governos dividiram-se em facções com o pânico, algumas das quais se “venderam” e estão diretamente a ajudar os Grey e os Reptilianos.
De acordo com uma fonte credível e insider do governo dos EUA, William Cooper, as reuniões mais importantes deste governo secreto internacional são suportadas por o comitê político e têm lugar a bordo de um submarino por baixo das calotas polares.
O secretismo é de tal ordem que este é o único modo de se assegurarem que as reuniões não tenham escutas e que será o único local onde irão discutir os seus maiores segredos.
Seria errado e cruel da minha parte de apresentar esta informação sem revelar o panorama geral. Os Grey e os Reptilianos de Orion estiveram envolvidos numa guerra antiga entre os pacíficos Pleidianos e outros grupos. Os Pleidianos são uns grupos poderosos e são os guardiões do sistema solar.
Pessoalmente não acredito que eles deixarão a agenda Grey/Reptilianos ser completamente preenchida. Ajudaram-nos no passado, ajudam agora e ajudar-nos-ão no futuro.
Sei isto, pois tive muitas experiências para normais com ET desde a infância. Não há espaço para entrar em detalhes aqui, mas está documentada no “Above Top Secret” do jornalista de investigação Dave Starbuck. Digite ‘revelation audio visual-Dave star buck’ num motor de busca para encontrá-lo.
Tenho provas fotográficas claras de um benigno ET Pleidiano a materializar-se em minha casa e uma caixa de comunicações “canalizadas” com essas criaturas. Essas fotos passam na análise computadorizada para determinar a granulização, pois são 100% verdadeiras.
Não tenho conhecimentos e tecnologia para fabricá-las, Uma das fotos mostra claramente um rosto a materializar-se em frente a mim. Tenho também stress pos-traumático de abduções e contactos com entidades Reptilianas. Mais uma vez são descritas no “Above Top Secret”.
Há um número impressionante de crianças desaparecidas na Grã-bretanha, EUA e outros locais relacionados com essas bases subterrâneas. Os números na Grã-Bretanha parecem indicar pelo menos 20.000 crianças que desaparecem a cada ano. Em 1995 um relatório secreto da CIA e do DIA (defence intelligence agency) e do FBI, afirmava que nos EUA 100.000 crianças e um milhão de adultos desaparecem sem nunca serem encontrados a cada ano.
Se calhar esta a perguntar-se como é que se encobre isto. Tal como referi no principio do artigo, o mesmo grupo que trabalha com os Grey e Reptilianos que é o M16, a CIA e o MIEC, são proprietários e controlam o “mainstream” dos media.
Em 2001 a Scotland Yard revelou que haviam sido incapazes de encontrar 300 jovens negros com idade entre 4 a 7 anos que desapareceram de Londres num período de três meses. Os 300 rapazes foram dados como desaparecidos entre Julho e Setembro de 2001.
A jornalista Yinka Sunmounu é uma perita em desaparecimento de crianças e contou no programa Today da BBC que “As crianças estão aqui um dia e no outro desaparecem”.
Em 1989 Westchester em Nova Iorque foi palco de inúmeros avistamentos OVNI e testemunhos de abduções ao mesmo tempo. Mais de 3000 relatórios de crianças desaparecidas surgiram. Depois de uma extensa investigação por a polícia local as crianças não foram encontradas nos “red districts” ou em centros de acolhimento. Os pesquisadores e as forças da lei ficaram perplexos.
Há também o caso da CIA “finders case”. Isto envolveu facções negativas da CIA directamente envolvidas no rapto de crianças. Isto foi revelado em 1987 num relatório dos serviços de fronteiras. A polícia e os serviços de fronteiras fizeram uma busca num armazém de Washington D.C. que era utilizado pela CIA.
Aí encontraram um conjunto de instruções enviadas através de uma rede de computadores nos quais aconselhava a CIA a deslocar parte das crianças raptadas que haviam sido mantidas numa primeira instância no armazém (os serviços de fronteiras e a policia encontraram uma grande quantidade de fraldas e outras coisas nesse local) para continuarem a desloca-las para outras jurisdições.
Havia também instruções para inseminar adolescentes fêmeas e instruções para evitar a detecção das autoridades. O destino das crianças seria o Novo México.
O Albuquerque journal escreveu um artigo intitulado “Porque que é que o Novo México tem mais crianças desaparecidas quando comparado com os outros estados permanece um mistério”.
Um sobrevivente de sexo masculino do projecto Monarch de controlo de mente do M16/CIA descreve em “A fórmula Illuminati” de Fritz Springmeir, a base naval de China Lake em Ridgecrest, no deserto da Califórnia. Este anónimo diz que bandos de crianças, referindo um, dois e três mil eram mantidas em gaiolas e penduradas no tecto de enormes hangares. Ele afirma que essas gaiolas são chamadas de “Grelhas de Pica-Pau”. Essas eram electrificadas e as crianças torturadas com choques eléctricos.
Ainda hoje são transportadas para a base naval de China Lake por comboio, carro e ar. Uma das principais rotas de entrega de crianças para China Lake é por avião desde o aeródromo de Santa Rosa perto de Bohemia grove. O aeródromo de Santa Rosa é suposto estar fechado, no entanto há aviões a descolar noite e dia e não ligam as luzes excepto quando já vão a algumas milhas de distancia.
O geneticista Nazi e controlador de mentes Joseph Mengela “O anjo da morte” do campo de concentração de Auschwitz foi levado para os EUA depois da II Grande Guerra pelo M/16 e o OOS (mais tarde CIA) naquilo que ficou conhecido como projecto “Paper clip”. Muitos outros Nazi, peritos em controlo da mente, cientistas espaciais e geneticistas forma também levados para os EUA e Grã-bretanha a seguir à guerra.
Joseph Mengela ficou na base de China Lake e no Tavistock institute em Londres.
A base naval de China Lake está a fazer o mesmo que a de Lancaster na Califórnia. Foi em Lancaster que as valas comuns de crianças mutiladas foram encontradas.
Pela enorme quantidade de provas a única conclusão que pode ser tida como certa é que
algumas facções do governo da Grã-bretanha e dos EUA venderam as nossas crianças e a nós a ET mal intencionados através de tratados feitos nos bastidores. A situação e verdadeiramente assustadora. Vamos lá pessoal, e tempo de acordar! O governo único da Nova Ordem Mundial e as Nações Unidas são a estrutura rígida que controla e segura os povos do mundo num totalitarismo de modo a que nunca tenham de revelar nada acerca de extraterrestres.
Também creio que certos sectores da intelligenza mundial e o governo dos EUA e da Inglaterra estão a auxiliar directamente os Grey e os Reptilianos com a sua agenda de tomar o poder. Os factos parecem revelar que os ET prometeram a esses humanos determinados poderes quando isso acontecer. O nome do poderoso grupo “Comissão Trilateral” é retirado da conhecida bandeira dos Grey/Reptilianos conhecida como a insígnia Trilateral. Isto demonstra como a raça humana esta em perigo.
Existe agora apatia entre as pessoas no que diz respeito a acontecimentos mundiais que é mortal e contagiosa. Isto é especialmente verdade para os britânicos. Nós tornamo-nos realmente uma nação de carneiros.
Desafio-o a libertar-se dessa apatia e desafio o governo a dizer-nos a verdade. Por favor envie cópias deste artigo para os seus governantes e distribua-o entre os seus amigos e família. Esta informação precisa desesperadamente de ser revelada a grande escala mas não o posso fazer sozinho, preciso da sua ajuda.
Existe uma enorme pressão governamental para os governos virem a público com o cenário ET mas também há pressões para que não venham a público com essa revelação também.
É preciso exigir aos nossos governantes que nos digam a verdade sobre os extraterrestres e se não disserem teremos de os impedir de exercerem o cargo.
Se há governantes e oficiais da intelligenza que ainda tem consciência e gostariam de me providenciar com informações sobre esta ou outras áreas, por favor contactem-me através do e-mail em baixo. Estarei também disposto a encontrar-me cara a cara.
Se alguém tem alguma informação, feedback ou comentários, agradeço. Enviem-me e-mail. Lamento se não respondi aos e-mail de alguém depois do meu artigo mas muitos foram e são bloqueados. O melhor é enviarem e-mail para as duas caixas de correio a partir de agora de modo a que as receba. Recebi mais de 300 e-mail como tal estou agradecido pelo apoio. Se todos trabalharmos juntos poderemos ultrapassar este perigo.

Por James Casbolt, ex-agente do MI6 – 4 de Julho, 2006

[…] Postagem original feita no https://mortesubita.net/ufologia/bases-subterraneas-criancas-desaparecidas-e-extraterrestres/ […]

Postagem original feita no https://mortesubita.net/ufologia/bases-subterraneas-criancas-desaparecidas-e-extraterrestres/

A Luz que é Negativa

Kenneth Grant, extrado do livro THE NIGHSIDE OF EDEN

Publicado pela Frederick Muller, Londres, 1977 e ©Skoob Books, Londres, 1994.

“Escuridão é ausência de luz, uma ausência que faz possível a presença de tudo que parece ser. O Não-ser, do qual o símbolo é escuridão é a fonte do Ser, e entre esses dois terminais está a solução de continuidade representada pelo Abismo que separa o mundo numenal de Kether, com seus dois terminais gêmeos[1], do mundo fenomenal de Malkuth. O ponto exato de descontinuidade é marcado pelo Pilão de Daäth no meio do Abismo. Daäth é conhecimento do mundo fenomenal refletido para baixo através dos Túneis de Set na parte de trás da Árvore. Esse conhecimento, ou Daäth, é a morte do Ser. Isso representa o estágio primário em que as mortalhas são tecidas sobre a múmia que entra no Amenta no Deserto de Set. Ela aparece na frente da Árvore com o semblante aparentemente vivendo do ego com que se identifica em sua descida gradual na matéria (Malkuth). Seu despertar para a consciência mundana é em realidade um sono e uma morte do qual o original Princípio da Consciência pode ser recuperado apenas ao viajar pelos Caminhos de Amenta no sentido inverso. Esta viagem para trás através dos Túneis de Set começa no Tuat, a passagem preliminar ou 32º Caminho que leva de volta de Malkuth (consciência mundana) às esferas astrais de Yesod”.

Nota do Autor:

[1] Chokmah (sujeito) e Binah (objeto).     

Texto adaptado, revisado e enviado por Ícaro Aron Soares.

Postagem original feita no https://mortesubita.net/thelema/a-luz-que-e-negativa/

A Função do Ogã e da Música na Umbanda – Com Severino Sena

Bate-Papo Mayhem 162 – Com Severino Sena – A Função do Ogã e da Música na Umbanda

O vídeo desta conversa está disponível em: https://youtu.be/y-jiVgDtuJw

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Entendendo a Anti-Maçonaria

José Maurício Guimarães.

As antimaçonarias são movimentos formados por fundamentalistas religiosos, políticos radicais e ex-maçons voltados para a crítica à Maçonaria. Sendo a Ordem Maçônica estruturada numa filosofia libertária, não condenamos a priori essas críticas. Entendemos que todo homem e toda associação (desde que se mantenham nos limites da lei) têm o direito ao livre pensamento. Todavia, analisando os fatos que deram origem à crítica sistemática, o estudioso acaba encontrando aspectos curiosos e relevantes dessa intolerância. Daí, prefiro colocar o termo antimaçonaria em itálico – e possíveis aspas! – uma vez que não existe bom-senso nem contraditório no radicalismo e na intolerância.

O primeiro ensaio para a criação de uma antimaçonaria foi perpetrado pelo escritor e jornalista francês Marie Joseph Gabriel Antoine Jogand Pagès, mais conhecido pelo nickname Léo Taxil. Esse Taxil tornou-se conhecido na Europa entre 1870 e início do século XX por ter enganado as hierarquias eclesiásticas com falsas publicações (ditas “confissões”) sobre os maçons. A principal dessas “confissões” consistia no relato das desventuras de uma suposta Diana Vaughan perante uma imaginária “seita maçônica”. O livro de Taxil causou grande repercussão entre o clero católico e, apesar das sábias considerações e advertências do bispo de Charleston, denunciando as falcatruas e invencionices de Taxil, o Papa Leão XIII recebeu o falsário em audiência e acabou acreditando nele… Só mais tarde descobriu-se que Marie Joseph Gabriel Antoine Jogand Pagès – aliás Léo Taxil, aliás Paul de Régis, aliás Adolphe Ricoux, aliás Samuel Paul, aliás Rosen, aliás Dr. Bataille… – era o esperto e oportunista, diretor do jornaleco “La Marotte” proibido na França por violar a moral e, por causa disso, Léo Taxil fora sentenciado a oito anos de prisão. Era o mesmo Adolphe Ricoux que publicava livros anti-católicos pintando a hierarquia eclesiástica como hedonista e sádica. Esse homenzinho de nome grande e de vários nomes confessara muito mais em 1885: com carinha de anjo, dizia-se convertido ao catolicismo para ser solenemente recebido no seio da Igreja. Era o mesmo nanico moral Gabriel Antoine Jogand que, neste mesmo ano!, ludibriara uma Loja Maçônica a aceitá-lo como Aprendiz – grau do qual ele nunca progrediu – e onde tentou utilizar a boa-fé dos irmãos Maçons para conseguir dinheiro e promover uma imprensa anticlerical. Um homem de mil caras esse Taxil. No ano seguinte Taxil achou por bem tornar-se o autor oficial da antimaçonaria promovendo a venda indiscriminada de novos livros e jornais sobre o assunto. Tomava dinheiro de uns para escrever e publicar contra outros. Taxil foi o mestre da cizânia. Aproveitou as alucinações de Eliphas Lévi (aliás abade Alphonse Louis Constant) e endereçou novas “acusações” contra a Ordem que inadvertidamente o iniciara. Despejou entre os franceses o café requentado da época dos Templários: os maçons seriam satanistas e adoradores de um ídolo com cabeça de bode chamado Baphomet. Essa reinvenção do absurdo ficou conhecida como “Jogo de Taxil” ressuscitando a malfadada figura do bode como ícone (maldito) da Maçonaria. Entre 1886 e 1887, doente e com medo da morte, constantemente assombrado pelo diabo que ele mesmo criara – trêmulo diante da perspectiva do Juízo Onipotente – Taxil acabou por confessar suas fraudes. O nanico estava cansado de ludibriar as pessoas. Mas era tarde demais, o mal estava feito: a calúnia é semelhante à história daquele homem que subiu no alto de uma torre e espalhou um saco de penas sobre a cidade – impossível recolher todas… impossível recompor…

No século XX as bases das antimaçonarias assentaram-se em três elementos: as fantasias de Léo Taxil, o fanatismo religioso e os movimentos políticos totalitaristas: o salazarismo, o fascismo, o nazismo e o stalinismo. Quanto ao comunismo, o Quarto Congresso da III Internacional (novembro de 1922) estabeleceu “a incompatibilidade entre a Maçonaria e o Socialismo” tido como evidente na maioria dos partidos da anterior II Internacional. A Maçonaria foi considerada como “organização do radicalismo burguês destinada a semear ilusões e a prestar seu apoio ao capital organizado em forma de Estado”. Em 1914 o Partido Socialista Italiano expulsou os maçons de suas fileiras e o Quarto Congresso recomendou ao Comitê Central do Partido Comunista francês a tarefa de liquidar, antes de 1º de janeiro de 1923, todos os vínculos do partido com alguns de seus membros e de seus grupos com a Maçonaria. Todo aquele que antes de 1º de janeiro de 1923 não declarasse abertamente e a público, através da imprensa do partido, sua ruptura total com a Maçonaria ficaria automaticamente excluído do Partido e sem direito a reafiliar-se no futuro. Felizmente esse tipo de oposição foi revisto na segunda metade do século XX: a Maçonaria tem hoje mais de 300 Lojas em Cuba (Gran Logia de Cuba fundada antes da revolução – em 1859 – e mantida por Fidel Castro). Além disso, desde 1995 a Grande Loja da Rússia prossegue em seus trabalhos com Lojas sediadas em Moscou, St. Petersburg, Voronezh, Vladivostok, Yaroslavl, Kaliningrad, Novosibirski, Beliy Ritzar, Voronezh, Stavropal, etc… (fonte: List Of Lodges, Pantagraphprinting).

Em 1945 o nazismo impedira o funcionamento das Lojas Maçônicas na Alemanha. Nos países ocupados as Lojas foram queimadas e todos seus arquivos confiscados e queimados. O prejuízo para a história da Ordem foi incalculável. Os líderes da Maçonaria alemã foram sumariamente assassinados sob o pretexto de que a maçonaria mantinha ligações “ilícitas” com o judaísmo internacional. Outros foram mandados para campos de concentração, juntamente com suas famílias. Nossos irmãos eram obrigados ostentar nas vestes a estrela de seis pontas que é, ao mesmo tempo, judaica e maçônica (Estrela de Davi).

Enquanto isso, nas fileiras da resistência permaneceram maçons ingleses, americanos, franceses, dinamarqueses, tchecos e poloneses. Este é um fato que a atual antimaçonaria parece desconhecer… Sir Winston Churchill, líder e principal vitorioso da 2ª Grande Guerra, era maçom – iniciado em 24 de maio de 1901 na “Studholme Lodge nº 1591” e conduzido ao Grau de Mestre, em 25 de março de 1902, na “Rosemary Lodge nº 2851” de Londres.

Para entendermos as antimaçonarias é necessário ressaltarmos que a Ordem apresenta duas correntes principais: a Regular e a Paralela. Maçonaria regular é a de origem judaico-cristã (católico-protestante) surgida como “Operativa” por volta de 1356 e tornada “Especulativa” em 1717(*). Essa Maçonaria sempre conviveu com a Igreja Católica ou com os Anglicanos e/ou Protestantes quando o Vaticano lhes fez oposição. A outra, chamada “maçonaria paralela”, é a que supostamente possui elementos “contraditórios” com as teses da Maçonaria regular, por exemplo: a aceitação em seu meio de místicos exacerbados, pagãos e outras correntes esotéricas e similares. Essa dicotomia não afeta os laços de fraternidade dentro da Ordem como um todo. Mas, os inimigos da Maçonaria se aproveitam da convivência pacífica entre essas correntes e “colocam todas as laranjas no mesmo saco”.

Quanto ao fanatismo religioso, torna-se mais difícil analisá-lo nos dias de hoje. Muitos de seus “baluartes” estão na internet ocultos em matérias e sites anônimos. Do outro lado, a falta de estudo e pesquisa em vários segmentos da Ordem Maçônica propicia a esses adversários a formação de redes descontínuas e propositadamente confusas onde se misturam fatos e preconceitos. Apesar de assentarmos os trabalhos das Lojas sobre cânones da literatura sagrada (em nossa caso a Bíblia), o fanatismo religioso usa esses mesmos textos para condenar e desacreditar as instituições iniciáticas e o trabalho que realizamos em benefício da sociedade. Apegam-se num ou noutro deslize, numa ou noutra falha humana para condenar uma ideologia inteira que vem sobrevivendo dignamente durante séculos, com enormes sacrifícios e mesmo com a vida de seus membros. Isto sem falar no auxílio que dispensamos às demais instituições (religiosas e iniciáticas) e na defesa que lhes prestamos sempre que sintam ameaçadas.

– A Maçonaria é uma organização de homens sujeitos aos mesmos erros e imperfeições que acometem nossos detratores. Com uma diferença: não pretendermos ser infalíveis nem ocultamos nossos atos sob a capa da religiosidade.

________________________________

(*) – Maçonaria operativa é o ofício de pedreiro (mason em inglês ou maçon em francês = pedreiro); por outro lado, Especulativa é a Maçonaria que averigua minuciosamente os fatos das Ciências Sociais em busca da verdade; que observa, indaga, pesquisa, cogita e reflete no seu campo de AÇÃO que é o homem e a sociedade. A Maçonaria Especulariva data do século XVIII, portanto, não é apropriado o uso do termo operativo para designar um Maçom dos dias atuais (a não ser que ele exerça a profissão de alvanel = pedreiro).

#ICAR #Maçonaria

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/entendendo-a-anti-ma%C3%A7onaria

As Muralhas de Paraúna em Goiás

Ruínas de paredes colossais nas faldas de uma serra, uma muralha com cerca de 15 quilômetros , toda construída com paralelepípedos de pedra-ferro, um sistema de túneis com seções de 4 metros de diâmetro, cavados no interior de uma rocha, esculturas zoomorfas e antropomorfas e uma gruta repleta de símbolos das civilizações clássicas do Oriente Médio de há quatro ou cinco mil anos; por incrível que pareça , todas essas coisas existem em Paraúna , no Sudeste de Goiás! O acervo arqueológico existente neste município , transcende toda e qualquer formulação hipotética porque a complexidade dos seus elementos embaraça o observador que procure situa-los no tempo ou no espaço.

O estilo da “grande muralha” possui conotações com alguns aspectos das edificações pré-incaicas do rio Santa no litoral peruano . As esculturas da serra da Arnica lembra certas formas estilísticas, enquanto a gruta do rio ribeirão Encanado apresenta desenhos e relevos que nada tem a ver com qualquer civilização pré-colombiana da América, e sim , com a simbólica das tradições egípcias e judaica!

A muralha de Paraúna se encontra no vale da serra da Portaria , a 35 quilômetros da sede do município. Construída com paralelepípedos de pedra-ferro, ela se desenvolve num alinhamento retilíneo, avançado do paredão principal da serra até o altiplano situado no outro lado do vale. Em alguns pontos, apresenta uma média de 4 a 4,5 m de altura , o que é coerente para a sua largura média que não ultrapassa 1,30 m. Nestes trechos , constata-se pela relação altura-largura que a edificação se encontra intacta , o que não ocorre em outros pontos onde só podemos observar o seu afloramento rente ao solo.

Como o terreno da região é arenoso, não se sabe se a superfície aflorada corresponde ao alicerce ou se se trata do topo , onde o corpo da muralha se encontra soterrado pela sedimentação. Escavações sistemáticas precisariam ser feitas para que se pudesse chegar a uma conclusão definitiva . Os blocos retangulares de pedra , empregados na construção , se apresentam nitidamente trabalhados com encaixes e entalhamentos que traduzem com uma elevada técnica de arquitetura lítica , fato que vem derrubar frontalmente o conceito de que no Brasil pré-histórico , nunca existiram povos construtores em pedra.

A serra da Portaria é um tabuleiro de arenito que apresenta paredões abruptos de 100 ou 120 metros de altura . Seu nome deriva justamente da presença de estranhos portais em vários pontos da escarpa que se encontram como que lacrados com blocos de outros tipos de rocha . Um desses portais , entretanto , não está bloqueado e a sua forma oval se destaca no cenário com uma enorme janela. Aproximando do local , verificamos que se trata de uma abertura de iluminação que converge para um túnel vertical que liga o topo da montanha a uma enorme galeria cavada no interior do rochedo . Desta galeria , tem origem um terceiro túnel obliquo ( mais ou menos 60º de inclinação zenital ) que vai terminar também no platô da grande elevação . Um notável portal , cerca de 25 metros abaixo da “janela de iluminação” completa o conjunto que parece corresponder a um sistema decorredores que suscita analogia com os que existem nas pirâmides egípcias.

Situada a mais ou menos 20 quilômetros do local onde se encontram a muralha e os túneis , existe a “cidadela da serra da Arnica” , assim por nós denominada em face da incrível multiplicidade de remanescentes arquitetônicos concentrados numa área inferior a um hectare.

Enormes blocos de pedra se acham sobrepostos dando a nítida impressão de ruínas de ciclônicas construções . Numa delas , constatamos o delineamento de uma incrível figura zoomorfa, um grande felino ou talvez uma esfinge. outras esculturas também surpreendem , como a “cabeça de touro” onde se notam detalhes como olhos e orelha e que se encontram em um grande pedestal trabalhado. Uma cabeça humana em estilo maia domina o panorama de um dos paredões, sugerindo mesmo uma possível relação entre as singularidades ali existentes e os magníficos tesouros daquela civilização centro-americana.

Na serra da Arnica também existem curiosas colinas como que “feitas de escamas” , muito parecidas com formações encontradas em Sete Cidades no Piauí.

Nos contrafortes da serra dos Caiapós, na fronteira de Parauna com o município de Ivolândia, existe um monumento estranhíssimo que melhor do que sob um prisma arqueológico deve ser apreciado pelo angulo mágico. Uma pequena caverna em um bloco de arenito . Uma pequena caverna em um bloco de arenito vermelho, aparentemente sem nenhuma importância e que no entanto encerra um enigma colossal: toda uma simbologia hermético-cabalistica em pleno sertão brasileiro!

Seria inútil a tentativa de qualquer explicação “racional” para o fato. As imagens ali registradas não oferecem a mínima possibilidade de estarem relacionadas com qualquer índice cultural que se quisesse propor para “um possível povo que tivesse habitado a região”. O conjunto simbólico agrupado num painel situado no teto da gruta surpreende e intriga porque as imagens apresentam traços clássicos e o cinzelamento dos relevos retratam elementos numismáticos do antigo Egito e símbolos cosmo lógicos da Alta Cabala hebraica!

Daí não se poder abordar o enigma com as armas habituais no nosso convencionalismo cultural. No “painel mágico” de Paraúna estão desenhadas as quatro formas da esfinge, o homem , o leão , a águia e o touro e por mais absurdo que possa parecer , todas as 22 figuras do Tarô, algumas exatamente de acordo com as descrições de Eliphas Levy no seu Dogma e Ritual da Alta Magia. Mais do que isto : imagens da demonologia tal como foram concebidas e classificadas pelos magistas da Idade Média.

Curiosamente , debaixo do teto onde se encontra o painel , existe um cavalo , uma espécie de pilão que apresenta as paredes polidas , como que vitrificados e onde se pode anotar a presença dos “florões cabalísticos” , semi-esferas simetricamente em seu interior.

Os elementos existentes nesta gruta podem , com toda a certeza , representar indícios experimentais de uma realidade supranormal, um ponto de partida para uma revisão supranormal, um ponto de partida para uma revisão conceptual sobre o comportamento da natureza em certos locais , pois nos parece , sinceramente, que as figuras desta caverna são naturais , frutos de um processo fenomenal que escapa ao entendimento da ciência moderna e que no entanto se constituía na remota antigüidade como fato sobejamente conhecido e destrinçado pelos iniciados.

A força do conjunto de imagens não possibilita de modo algum qualquer juízo em que se faça um apelo para o termo “coincidência”. Não se pode considerar a existência de dezenas de figuras conhecidas simbolicamente , todas agrupadas num mesmo sistema, como o capricho de uma casualidade . . . Concordamos que é mais provável que os desenhos e os relevos não tenham sido elaborados por mãos humanas, porém , se o fenômeno é natural , não o é num sentido em que a natureza se comportou de maneira exaltada , revelando particularidades insólitas pertencentes a um outro angulo da sua realidade , “criações” não cogitadas pela chamada “Ciência Oficial”, porém , perfeitamente conceptíveis pelos que estão familiarizados com os temas do naturalismo esotérico.

As referencias do ocultismo sobre “o trabalho dos espíritos elementais” muito tem a ver com os traços e o cinzela mento da gruta de Paraúna , mas é provável que em virtude do fantástico simbolismo ali existente , haja algo mais profundo e mais importante.

Depois de observar , comparar e constatar minuciosamente as relações de cada símbolo com as representações hieráticas e mitológicas da antigüidade , nos ocorreu a idéia de que os pentáculos mágicos , tão zelosamente ocultados pelos responsáveis do Santuário da Certeza , talvez tenham sido compilados diretamente de certas revelações espontâneas da natureza , tal como ocorre em Paraúna.

Neste caso , não seria absurdo estabelecer-se também uma relação entre estes símbolos naturais e os “símbolos inerentes” da concepção de Carl Jung sobre as imagens do inconsciente coletivo e os seus afloramentos nos estados oníricos.

Quem sabe se a natureza em sua sabedoria e em seu mutismo não se coloca em intima relação com a subconsciencia humana através de um “método ” ideográfico, atualmente perdido , e que no remoto passado se estabelecia como ponto de partida de todos os oráculos?

Quem sabe se o simbolismo clássico das tradições mágicas outra coisa não é senão as próprias formas criadoras de uma ponte entre a inteligência humana e a inteligência das causas segundas?

Em meados do século 18 , um ocultista francês chamado Oswaldo Crólio lançou a obra O Livro das Assinaturas , em que, com rara originalidade, desenvolveu a tese de que em todos os aspectos da criação , desde as formas de uma constelação às reentrâncias do mais singelo calhau , o principio criador deixou os traços indeléveis do seu pensamento; em outras palavras : interpretando toda a sabedoria da ciência dos magos , Oswaldo Crólio admitia que nada escapa a um sentido teleológico ( de finalidade ) e que em todos os objetos e em todas as formas , existem os sinais de uma correspondência cosmotelúrica.

De acordo com as suas observações ,toda a realidade seria absolutamente clara e precisa para o entendimento humano e o que hoje consideramos como mistério não seria mais do que a conseqüência de uma ausência : a perda da linguagem espontânea da natureza que fez com que o homem precisasse trilhar os caminhos da especulação dedutiva, para , de outro modo , reencontrar a luz.

A natureza não se comportaria segundo as conceituações mecanicistas da nossa cosmovisão “racional” ; para Crólio , nem mesmo uma folha que cai ou uma lasca de pedra , que se desprende do bloco rochoso , teria um sentido arbitrário : tudo acontece de forma integrada e em todos os acontecimentos existe a revelação do aspecto sensível e inteligente da natureza , para ele o “egrégoro planetário” ou “o espirito da Terra”,

Gaffarel , célebre astrólogo , também francês desenvolveu por sua vez a mesma questão com outra obra notável : De Como Observar o Oculto , em que , com uma linguagem menos clara porém mais profunda do que a de entre as formas de certas constelações e os traços de certas rochas e as nervuras de certas folhas com caracteres ideográficos e fonéticos do antigo alfabeto hebraico , base simbológica da cabala clássica.

Para Gaffarel , a origem das letras sagradas teria sido a compilação de sinais da natureza por parte de mestres de incomparável intuição , mestres que teriam visto naqueles sinais os fundamentos de uma linguagem que facultava ao homem o dialogo com a natureza em nível consciente ; da inteligência para inteligência , de ente sensível para ente sensível .

E Gaffarel completou afirmando que “uma vez de posse da compreensão sintética desses sinais e com o consequente alargamento da clarividência simbológica , tudo deixa de ser oculto e incompreensível ; a natureza se abre como o botão que se transforma em flor e se identifica com o iniciado na mesma proporção com que está identificado com o pensamento divino”.

Extraído de um texto de Alódio Továr – cartógrafo, escritor e jornalista – 1976

[…] Postagem original feita no https://mortesubita.net/realismo-fantastico/as-muralhas-de-parauna-em-goias/ […]

Postagem original feita no https://mortesubita.net/realismo-fantastico/as-muralhas-de-parauna-em-goias/

A Psicologia das Religiões – Com Maycon Rodrigo Torres

Bate-Papo Mayhem 124 – Com Maycon Rodrigo Torres – A Psicologia das Religiões.

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A Ciência do Sonho Lúcido: Entrevista com Dr. Keith Hearne

Dr Keith Hearne é um psicólogo britânico conhecido como a primeira pessoa a conseguir provar cientificamente a existência de sonhos lúcidos. Nesta entrevista exclusiva, ele fala sobre como fez para conseguir sua prova, bem como as descobertas fisiológicas e psicológicas que o seguiram até a conquista do seu PhD sobre sonhos lúcido

Pergunta: Como foi que você conseguiu captar sinais vindos de uma mente desperta dentro de um corpo que dorme?

Ninguém antes tinha testemunhado o que vi naquele laboratório de pesquisas do sono da Universidade de Hull, Inglaterra. Era por volta de 08:00 da manhã do dia 12 de abril de 1975.

Na noite anterior, eu havia conversado o voluntário, um indivíduo chamado Alan Worsley que relatara ter com muita frequência os chamados sonhos lúcidos (nos quais o sonhador se torna plenamente consciente e tem faculdades cognitivas completas). Esse indivíduo foi instruído para que fizesse sete movimentos com os olhos no sentido esquerda-direita, no momento em que despertasse dentro do sonho.

Entenda, ao dormir nosso sistema nervoso desliga certas funções motoras para que não saiamos andando ou nos mexendo demais. Esse estado é conhecido como atonia do sono, mas não afeta nosso controle do diafragma nem dos olhos. Além disso, tenha em mente que o período do sono em que os sonhos ocorrem é conhecido como REM (Rapid Eye Movement) e se caracteriza justamente pelo movimento errático dos globos oculares.

Disso eu inventei o método de sinalização em uma tentativa de contornar a profunda paralisia corporal e assim criar um meio de comunicação entre o mundo dos sonhos e o mundo real. O indivíduo foi também equipado com registradores encefálicos gráficos sensíveis que garantiram que ele estava dormindo e registradores capazes de captar e registrar o movimentos dos olhos.

Com grande expectativa, eu observei cada um dos  vários períodos REM que ele teve durante a noite. E então pouco antes das 8:00 o indivíduo já tinha entrado em vários REM ‘s e sonhado por cerca de meia hora.

Houve então uma explosão de um longo período de REM, quando, de repente, fora da aleatoriedade esperada deste estado, houve uma seqüência deliberada de sete grandes movimentos de zig zag dos olhos da direita para a esquerda, exatamente como combinado. O movimento foi registrado graficamente por nossos equipamentos:

 

A sequencia dos sinais oculares no sentido direita e esquerda está em exposição na Liverpool University.
EEG – Eletroencefalograma
EOG – Eletroftalmograma (movimento dos olhos)
EMG – Eletromiograma (atividade muscular)

 

Ao acordar, o indivíduo confirmou o fato e descreveu como ele, de repente, percebeu que estava sonhando e então conscientemente fez os sinais esperados. E assim foi que temos hoje a prova, já repetida em laboratório de que é realmente possível tornar-se plenamente consciente enquanto se está sonhando.

Para mim foi como receber sinais do SETI de inteligências de outro sistema solar. Eu estava em êxtase, mas tive que manter a calma para não acordar o sujeito! Foi uma situação incrível. Eu estava testemunhando a primeira comunicação de uma pessoa que estava dormindo em outro quarto, sonhando, em seu próprio mundo mas perfeitamente consciente e capaz de interagir. Ele estava em sua realidade e eu estava em minha realidade. Mas fizemos um canal de comunicação entre estas duas realidades.

O registro gráfico original, assim como minha Máquina dos Sonhos2 estão agora em exposição permanente no Museu de Ciência de Londres. A propósito , toda a tese de PhD e meu livro The Dream Machine pode ser baixado gratuitamente no meu site KeithHearne.com.

 

 

Dr Keith e seu protótipo da Máquina do Sonho

 

A técnica abriu uma porta para toda uma nova área na pesquisa. Um sonhador foi capaz de enviar informações em tempo real e portanto podia agora realizar experimentos conduzidos no estranho ambiente do seu universo particular.

Poucos meses depois, ganhei meu próprio laboratório de pesquisas do sono na Universidade de Liverpool, com o qual três anos depois descobrimos vários fenômenos fisiológicos e psicológicos básicos por trás dos sonhos lúcido que culminou em meu PhD1.

Entre estas descobertas estão:

  • Os sonhos lúcidos são reais.
  • Os sonhos lúcidos ocorrem durante o a fase REM (até então essa era apenas uma hipótese).
  • Os eventos do sonhos lúcidos acontecem em tempo real (descobrimos isso comparando o testemunho dos indivíduos pesquisados com os registros gráficos do maquinário)
  • A lucidez  nos sonhos é geralmente precedido por uma explosão REM.
  • Experimentos podem ser realizados dentro dos sonhos e os resultados enviados para fora do sonho. (Inclusive realizei o primeiro experimento em telepatia no laboratório do sono em minha pesquisa de doutorado).
  • Muitos fenômenos físicos estão correlacionados com o sonho lúcido e foram revelados a partir dos dados fisiológicos coletados e questionários.
  •  A criação da “máquina dos sonhos”, capaz de produzir estímulos artificiais nos sonhos e induzir a lucidez onírica
  • A descoberta do ‘efeito interruptor de luz “(abordado no filme seminal de Richard Link, Waking life3).

Enviei o resumo da minha descoberta a dois bem conceituados pesquisadores do sono: Professor Allan Rechtschaffen da Universidade de Chicago, e Professor William Dement na Universidade de Stanford. Rechtschaffen enviou uma resposta bastante encorajadora. Em 1978 uma outra pesquisa realizada em Standford confirmou minhas conclusões. Estou muito honrado aquele 12 de abril está agora está sendo reconhecido por algumas pessoas como o Dia do Sonho Lúcido como uma forma de marcar esta pesquisa sem precedentes.  Curiosamente assim como Alan Worsley mandou seu sinal em 1975, em outro 12 de abril, em 1961, Yuri Gagarin foi o primeiro ser humano a se comunicar de fora do nosso planeta Terra.

P: Você pode nos contar um pouco sobre o seu trabalho paralelo sobre premonições?

Sou fascinado por premonições. Ao lado de meu trabalho principal com sonhos lúcidos eu já havia realizado alguns experimentos em parapsicologia com equipamentos bem avançados aos quais tive acesso com o laboratório. Estes porém sempre no muito artificial ambiente do laboratório – e mesmo assim já tinha alguns resultados interessantes – até que um dia tive uma experiência na “vida real”.

Eu estava prestes a fazer uma viagem de rotina bastante familiar pela Humber quando eu “soube” com toda a certeza que algo desagradável ia acontecer naquele navio. Eu nunca tinha tido essa sensação antes. Parei e pensei, mas decidiu ir a bordo. Na viagem ficou escuro, e depois houve um grito de ‘Homem ao mar! ” Alguém tinha realmente caído na água. Depois de um longo tempo de busca, o passageiro foi arrastado a bordo. Eu assisti reanimação sendo realizada. O evento me estimulou a investigar premonições da vida real. Mais tarde, eu escrevi um livro sobre minha pesquisa bastante extensa chamado Visions of the Future4.

Na análise dos casos identificamos um sub-grupo de premonições que parecem ser muito preciso, que eu denominei ‘Tipo de Anúncio de Mídia’ – ou seja anúncios feitos pela TV, rádio, jornal que são vistos ou ouvidos antes do evento inesperado. Um desses casos dizia respeito à Flixborough o desastre fábrica de produtos químicos no Reino Unido. Estes tipos são bastante interessantes pois por sua natureza são sempre documentados e registrados.

Essas anomalias devem ser considerados em nossas tentativas de dar sentido a esse incrível mundo em que nos encontramos. Explicações simples não são mais suficientes.

P: O que sua investigação lhe disse sobre a interpretação dos sonhos não-lúcidos?

Eu acho que os sonhos comuns pode ser efetivamente entendidos como “metáforas em movimento” (5,6,7) uma maneira pela qual inconsciente fornecer informações úteis para o sonhador.

Eu recomendaria os leitores o livro The Dream Oracle8 que escrevi com David Melbourne. David veio com essa técnica extraordinária, que é baseado nas letras do alfabeto, e fornece um método completamente novo – facilitando em muito a comunicação.

P: Como um compositor prolífico você encontra inspiração musical em seus sonhos?

Gosto de escrever música – e me diverti muito compondo a música para um ballet de longa-metragem chamado a Princesa do Povo, em conjunto com Dame Gillian Lynne (que coreografou fantasma de Andrew Lloyd Webber de The Opera e Cats). Algumas peças foram gravadas para um CD pela Orquestra Sinfônica de Moscou.

Outras composições incluem um Requiem completo, um musical, uma concerto de guitarra, uma peça Memorial do Holocausto, um hino para a Arménia, e várias músicas (incluindo peças religiosas separadas do Requiem – Ave Maria, Pie Jesu, Nunc Dimittis, Magnificat, Nosso Pai), e um concerto para ‘Cello’. Atualmente estou trabalhando em uma ópera bastante emocionante.

Algumas das minhas músicas originam-se da fonte maravilhosamente criativa que é o mundo dos sonhos. Ao acordar, eu corro para o sintetizador para gravar o fragmento que me veio!

P: O que fez você se interessar pela imaginação e sonhos?

Eu sei exatamente o gatilho que despertou o meu interesse por isso. Quando ainda uma criança de cerca de seis anos, minha professora me disse: “Você sabe quando sonha acordado, Keith e vê imagens …”. Fiquei intrigado com o que ela estava dizendo, porque eu nunca tinha isso e não tinha nenhuma imagem visual (em vigília) Outras crianças, porém, diziam “Sim senhorita!”. Percebi naquele idade precoce que existem grandes diferenças individuais nas pessoas.

A ideia ficou na minha mente. Mais tarde, quando uma irmã mais velha estava na faculdade, ela trouxe livros para casa de Freud, Jung, etc. Eu os li avidamente, de modo isso também cimentou meu interesse em sonhos.

Como estudante de graduação na Universidade de Reading, na Inglaterra, eu desenvolvi uma técnica de “rastreamento” que permita pessoas em hipnose, externalizar o que viam. Chamei o método de Hipno-Onirografia”

A pessoa se senta na frente de uma grande mesa de desenho em hipnose, e é instruída a ter um sonho hipnótico vívido (ou mesmo para explorar uma ‘vida passada’). As imagens dos sonho é interrompida por um comando e então o sujeito abre seus olhos, a imagem fica enquadrada-congelada na mesa e o desenho é feito. As cores são descritas, e depois as pintamos. Sequencias de imagens congeladas podem revelar cenas de toda uma experiência imagética.

A ‘Efeito Mudança de Cena” foi imediatamente descoberto assim. Parece que os ‘pixels’ da imagem anterior é quase sempre re-arranjada na formação de nova cena, como que seguindo uma “lei do mínimo esforço”. Este efeitos ocorrem em sonhos comuns também. Eu gostaria de ver o meu efeito em um filme de Hollywood!

 

Exemplo do Efeito Mudança de cena usando a Hipno-Onirografia

P: Existe alguma coisa que você gostaria de compartilhar com os interessados em sonhos lúcidos?

Quando alguém é pioneiro em um novo campo, alguns indivíduos muito entusiasmados vão tentar “pegar o bonde andando’, e fazer reivindicações de associação e até mesmo prioridade. Então, algumas pessoas (principalmente na América) têm uma ideia completamente errada sobre o início da pesquisa do sono em laboratório em sonhos lúcidos, e ignoram meu trabalho pioneiro. Jornalistas preguiçosos têm perpetuado sem querer esse tipo de desinformação.

As coisas estão mudando agora, tenho o prazer de dizer. A Internet tem sido boa para isso – toda a informação está lá, para que todos poderem ver. Esses novos escritores modernos que exigem mais precisão na história da ciência (como Daniel Amor) estão superando esse passado.

P: Com o que você está trabalhando agora?

Estou escrevendo um livro importante agora, que introduz novos conceitos. Ele vai perturbar algumas pessoas. Além disso, estou compondo uma ópera dramática baseado em uma pessoa real da história. Eu também estou contribuindo para a tradução em Inglês do livro marco Hervey St Denys ‘no sonho lúcido, um projeto chamado Traduzindo Sonhos, que está agora em fase de captação de recursos no Kickstarter. Eu tenho ainda algumas invenções que eu gostaria de trabalhar, também – mas preciso racionar o meu tempo!

Referências

1. Hearne, KMT (1978) Lucid-sonhos: um estudo eletrofisiológico e psicológica. Tese de doutorado da Universidade de Liverpool (Reino Unido). Submetido maio de 1978.
2. Hearne, K. (1990) The Dream Machine. Aquarian Press. Reino Unido
3. Hearne, KMT (1981) Um fenômeno Light-chave em sonhos lúcidos. Journal of Mental Imagery, 5 (2): 97-100.
4. Hearne, K. (1989) Visões do futuro. Aquarian Press. Reino Unido
5. Melbourne, D. & Hearne, K. (1997) Interpretação de Sonhos: The Secret. Blandford Press. Reino Unido
6. Melbourne, D. & Hearne, K. (1999) O significado dos seus sonhos. Blandford Press.
7. Hearne, K. & Melbourne, D. (2001) entendimento dos sonhos. New Holland Press.
8. Melbourne, D. & Hearne, K. (2002) The Dream Oracle. Foulsham Publishers. Reino Unido
9. Hearne, K. (1990) The Dream Machine. Aquarian Press. Reino Unido. Páginas 69-72.

Por Rebecca Turner. Tradução Tamosauskas

[…] aspectos do sonho, e até mesmo mover-se de lugar em lugar dentro dele. Hoje conhecemos isso como sonho lúcido, mas o termo não estava em uso quando Lovecraft sonhou com Cthulhu, Nyarlathotep, Yuggoth e o […]

[…] Postagem original feita no https://mortesubita.net/psico/a-ciencia-do-sonho-lucido-entrevista-com-dr-keith-hearne/ […]

Postagem original feita no https://mortesubita.net/psico/a-ciencia-do-sonho-lucido-entrevista-com-dr-keith-hearne/

Espiritualidade Xamânica – Com Samuel Souza de Paula

Bate-Papo Mayhem #052 – Com Samuel Souza de Paula – Espiritualidade Xamânica

https://projetomayhem.com.br/

O vídeo desta conversa está disponível em: https://youtu.be/-izFiFfhaGs

Bate Papo Mayhem é um projeto extra desbloqueado nas Metas do Projeto Mayhem.

Todas as 3as, 5as e Sabados as 21h os coordenadores do Projeto Mayhem batem papo com algum convidado sobre Temas escolhidos pelos membros, que participam ao vivo da conversa, podendo fazer perguntas e colocações. Os vídeos ficam disponíveis para os membros e são liberados para o público em geral duas vezes por semana, às segundas e quintas feiras e os áudios são editados na forma de podcast e liberados uma vez por semana.

Faça parte do projeto Mayhem:

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/espiritualidade-xam%C3%A2nica-com-samuel-souza-de-paula-1

A multiplicidade do pensamento mágicko no Hermetismo – Com Nino Denani

Bate-Papo Mayhem 152 – Com Nino Denani – A multiplicidade do pensamento mágicko no Hermetismo

O vídeo desta conversa está disponível em: https://youtu.be/_B8JHfYMHZo

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Música, Fibonacci e o Diabo

Um dos meios para expandir a consciência e modificar e transformar o indivíduo em seu aspecto psicomental e espiritual é a música. Na prática da Magia e da Filosofia a música tem sido utilizada de diversas maneiras, e na Via Draconiana ela é especialmente importante em seus aspectos mais ocultos.

A música sempre esteve presente em todas as culturas e épocas do mundo e foi se desenvolvendo ao longo do tempo, sendo usada para diversas finalidades. Os antigos povos de quase todos os lugares pensavam que a música fosse um presente dos deuses, e, especialmente para os gregos, um presente das deusas: as musas, e mais especificamente a musa Euterpe.

Agora, se a musa da música é quem estruturou todos os elementos musicais, ninguém sabe ao certo… Mas como se sabe, a música é caracterizada basicamente pelos seguintes elementos: melodia, harmonia e ritmo. Melodia pode ser definida como uma sequência de notas dentro de uma escala, uma após a outra (são os solos instrumentais e as linhas vocais ou instrumentais); harmonia é a combinação de notas que são vibradas simultaneamente; e ritmo é marcação do tempo e o que faz a melodia e a harmonia fluírem. Além desses, a boa música ainda apresenta dinâmica (volume e intensidade dos sons), timbres, etc. Para que uma música possa ser diferente da outra, esses elementos característicos devem ser compostos e arranjados de modos diferentes e com o feeling e a “pegada” pessoal de cada músico/compositor/instrumentista. E essas características e elementos apresentam certa variedade: diversos modos/tonalidades de escalas) que são a base para as harmonias (acordes de diferentes tipos); e diversos modos rítmicos.

E o que Fibonacci tem a ver com isso? Bom, toda essa variedade dentro da música, que existe essencialmente na matemática, está relacionada à sequência numérica de Fibonacci, que também está relacionada a diversas áreas do conhecimento. Fibonacci, ou Leonardo de Pisa, foi um matemático italiano da Idade Média (1170-1240) que descobriu uma sequência numérica em que o número seguinte é sempre a soma dos dois anteriores, assim: 0, 1, 1, 2, 3, 5, 8… Na música, essa sequência está presente nos intervalos musicais, ou seja, na relação entre duas notas, formando as escalas que são a base para as melodias e para os acordes (harmonia). Esses intervalos procedem em graus a partir da primeira nota ou tônica. Por exemplo, a escala básica e simples é formada por intervalos de terça (3º grau), quinta (5º grau) e oitava (8º grau) a partir da tônica (1º grau), ou seja, a sequência Fibonacci: 3, 5, 8. Essa sequência na escala natural, de tonalidade dó maior (ou C, em notação cifrada), apresentará, então, as notas mi (3º grau), sol (5º grau) e dó (8º grau) a partir da tônica dó (1º grau) – em cifras, E, G e C, respectivamente.

Entretanto, há outros números na série Fibonacci, antes e depois dos números 3 e 8. O número zero obviamente “expressa” pausa (ou silêncio), usada na música; o número 1 é a tônica; o outro número 1 é o uníssono, quer dizer, dó e dó, de mesmo grau e altura (ou frequência). Os números depois de 8 apresentam outros intervalos com notas da escala natural (no caso de dó maior) que entram na formação de outros acordes dessa tonalidade, repetindo as notas em oitavas, infinitamente. Quando se tratar de outras tonalidades/escalas, os mesmos intervalos são transpostos para a tonalidade em questão, mantendo-se a série Fibonacci inalterada.

Mas as músicas compostas com a escala natural (dó maior) e suas transposições para outras tonalidades que sempre estarão nos intervalos correspondentes à série Fibonacci em geral são bastante consonantes, “agradáveis”, estáveis em sua vibração, como a grande parte das composições musicais fáceis de digerir pela maioria das pessoas. Músicas ou meros sons consonantes são literalmente harmônicos, segundo o conceito geral e senso comum predominante. Refletem a harmonia comum e “perfeição” do mundo como ele deveria se manifestar para a grande maioria dos seres humanos e segundo o que esses humanos pensam sobre o que é harmonia. Os sons consonantes expressam, de modo geral, a harmonia universal segundo os padrões rígidos de estética, beleza e, até mesmo, alguns tipos de religiosidade. As escalas e intervalos consonantes e a série Fibonacci seguem padrões tradicionais que refletem um mundo/universo organizado segundo regras relativamente restritas. Mas, certamente, existem muitas obras musicais relativamente consonantes excelentes e realmente inspiradas, em diversos gêneros, e que podem levar o ouvinte a um grau de êxtase.

Agora, o que o capeta tem a ver com tudo isso? Simples. Antigamente, quando a religião mandava no mundo ocidental, controlando até mesmo a produção cultural, certos tipos de combinações de notas musicais, ou intervalos, eram proibidos e categorizados como coisas do Diabo. O mais famoso desses intervalos era conhecido como diabolus in musica, que era um intervalo dissonante de quarta aumentada (4º grau mais meio tom, a partir da tônica dó, por exemplo, que resulta na combinação entre as notas dó e fá sustenido) ou de quinta diminuta, ou seja, dó e sol bemol, sendo o sol bemol igual ao fá sustenido. Esse intervalo também era chamado de trítono porque era feito de três tons inteiros. No nosso exemplo, contando-se do dó (C) e indo até o fá sustenido (F#), temos três intervalos inteiros: 1) dó ao ré; 2) ré ao mi; e 3) mi ao fá sustenido. Não seria trítono se a partir da nota dó o intervalo fosse apenas fá natural; do mi ao fá natural há meio tom e não um tom inteiro. Logo, o “maldito” intervalo diabolus in musica é dó com fá sustenido, podendo ainda ser combinado com outros intervalos que podem ou não estar na série Fibonacci. É claro que esse e outros intervalos dissonantes são bastante usados em diversos gêneros musicais, mas apreciado somente por uma minoria se comparada às grandes populações ao redor do globo. Está claro que os intervalos dissonantes “perturbam” a ordem das coisas, se o leitor já estiver entendendo…

Note que o “som do capeta”, o intervalo de quarta aumentada, não faz parte da série Fibonacci! Quando se quebra a consonância com a dissonância, abre-se um outro universo musical (e não somente musical), mais rico e multifacetado; quando essa sequência numérica sofre alteração, a harmonia estável das coisas é quebrada e a “rebelião” é instalada na ordem das coisas, advêm as transformações, as mudanças, o progresso, novas regras (ou ausências de regras), novas experiências, novas percepções, novos mundos… E esses mundos, na Filosofia Oculta, são aqueles que as pessoas comuns, das consonâncias demasiadamente açucaradas e das regras restritas, não se atrevem a explorar. As dissonâncias subvertem as tradições e as regras inúteis e restritivas e provocam a inquietação do espírito, geram inquietudes pelo crescimento, por descobertas, pela evolução psicomental e espiritual. A dissonância na música é equivalente ao surrealismo, nas artes plásticas; à poesia “maldita” e romântica e aos poemas sem métricas exatas, na literatura; aos sabores “estranhamente” condimentados, agridoces e apimentados, na gastronomia; etc.

Se um intervalo trítono subverte as escalas comuns de sete notas – correspondentes aos sete planetas “tradicionais” e às sete cores –, a dissonância, na Via Draco-Luciferiana, subverte os sistemas mágico-ocultistas tradicionais (e os sistemas sociorreligiosos dogmáticos), obviamente, propiciando ao magista experiências sinestésicas, psicomentais e espirituais incomuns e gratificantes. A música dissonante em contextos filosófico-ocultos pode trazer experiências muito além do que se vive cotidianamente. Som, cor e sabor se fundem numa única entidade que “encarna” a essência de determinada vibração, e comunicações podem ser feitas. O som funde-se ao indivíduo, e este pode literalmente sentir o sabor de uma combinação de notas, pode ver o som em cores correspondentes às notas em suas progressões dinâmicas dentro de uma escala. As notas se mostram como entidades vivas e inteligentes e como som musical sem palavras, mas que podem se tornar palavras inteligíveis. O diabolus in musica pode trazer à tona atavismos da subconsciência e resolver problemas psicológicos – ou piorá-los, dependendo da vontade, compreensão e discernimento de cada um –, pois cada tonalidade, cada modo de escala, cada tipo de ritmo e cada tipo e timbre de instrumento tem suas características psicomentais e espirituais.

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Como mencionado, as notas estão relacionadas aos planetas da tradição oculta e alquímica e às cores, como seguem:

 

  • Saturno/nota si/cor preta;
  • Júpiter/nota dó/cor azul;
  • Marte/nota ré/cor vermelha;
  • Sol/nota mi/cor amarela;
  • Vênus/nota fá/cor verde;
  • Mercúrio/nota sol/cor laranja;
  • Lua/nota lá/cor violeta.

Os antigos egípcios sabiam disso e faziam invocações musicais para convocar esses sete planetas (na Filosofia Oculta, o Sol e a Lua são considerados planetas). Assim, uma sinfonia cósmica consonante é a conjunção e o ritmo próprio desses planetas, formando harmonias que alguns consideravam celestes. Uma conjunção entre Júpiter e Vênus faz um intervalo musical entre dó e fá, por exemplo. Quando uma dissonância surge nessa harmonia cósmica plácida e estável (e estabilidade demais provoca monotonia e tédio), os planetas revelam seu lado oculto, sombrio, sinistro, impetuoso e impulsivo, porém necessário para as transformações do universo, assim como conhecer o subconsciente (considerado “demoníaco”) é essencial para o crescimento e evolução espiritual de alguém. A dissonância faz brilhar as cores das notas sobre o fundo negro das trevas, pois sem esse contraste não é possível “extrair” a luz e o conhecimento. Quando o diabolus in musica se manifesta na experiência do indivíduo, com a nota “intrusa” “quebrando” a sequência da escala convencional, a dissonância faz uma ruptura, um buraco negro na sequência Fibonacci, e as notas dó e fá sustenido (em nosso exemplo aqui) abrem um portal para o qual a consciência é “sugada”, entrando assim na dimensão aberta sinistra e rica de Júpiter, conhecida na Via Draconiana como a qlipha jupiteriana (“concha”). De um modo geral, se a combinação de notas for maior, a experiência e expansão da consciência também se ampliarão.

Todos os planetas do sistema setenário planetário da Filosofia Oculta têm seu lado escuro, mais oculto e secreto que pode ser acessado por meio de seus trítonos. A nota tônica de cada planeta com sua quarta aumentada gera o vórtice energético para o lado oculto, para o “lado negro da força” planetária, para a qlipha correspondente ao plano planetário da nota tônica; a quarta aumentada é que cria a fenda para o “Outro Lado” (Sitra Ahra). Além disso, o intervalo de quarta justa (4J), em cada tonalidade, vibra os quatro elementos (Ar, Fogo, Água e Terra) no planeta correspondente a determinada tônica. A quarta aumentada “demoníaca” (4+), portanto, vibra o Espírito oculto e sombrio sobre esses elementos, a Sombra (junguiana) inacessível e secreta do Logos individual.

Assim, temos os trítonos de cada planeta, de cada vibração espiritual e frequência consciencial:

 

Nota tônica (1º grau) Quarta aumentada (#4º ou 4+) Qlipha planetária
Si (B) Mi sustenido = fá (E#=F) Saturno
Dó (C) Fá sustenido (F#) Júpiter
Ré (D) Sol sustenido (G#) Marte
Mi (E) Lá sustenido (A#) Sol
Fá (F) Si (B) Vênus
Sol (G) Dó sustenido (C#) Mercúrio
Lá (A) Ré sustenido (D#) Lua

 

Em termos práticos, e num contexto apropriado e em conjunto com outras “ferramentas”, a vibração sustentada e não resolvida dos trítonos deve ser feita de maneira correta e de acordo com a natureza de cada planeta/plano de consciência, por meio de certos procedimentos, concentração e vontade. Esse som dissonante juntamente com o ritmo sincopado é o buraco negro do universo mágico, aberto na superfície da consciência comum. Basicamente, a síncope é um deslocamento do tempo normal, da nota do acento rítmico para a batida fraca, que pode se prolongar até a batida forte (acento rítmico), abrindo um buraco no andamento rítmico (como um deslocamento de ar, ou o deslocamento da mente para outro “mundo”). A síncope “quebra” o ritmo, causando a sensação de vazio e de queda, e de queda no vazio; nesse “vazio”, o diabo in musica vibra e um portal pode ser aberto para a consciência. Quando a síncope e o trítono são contextualmente aplicados numa prática meditativa ou ritualística (simples ou complexa), pode-se atingir certo grau de êxtase correspondente à vibração planetária em questão. Se o êxtase for demais, o indivíduo pode ele mesmo ter uma síncope, ou seja, “apagar” temporariamente, com a consciência “vazia”.

Pelo que precede, o “diabo intruso” é o guardião do portal para a senda da autoconsciência expandida. O intervalo de quarta aumentada e a síncope vão além do conceito “tradicional”, comum e corrente do que seja divino (o que é muito relativo no próprio nível da vida cotidiana). O trítono sincopado rompe a tal “harmonia divina” para ir mais além da ordem estabelecida e das muitas regras inúteis da existência, para mais além do cosmos como é manifestado, para o “Outro Lado” (Sitra Ahra), para o Universo B, além de nosso universo pretensiosamente conhecido.

Pois é, parece que Fibonacci e o Diabo viviam em desarmonia antigamente, em tempos terríveis de dominação dogmática quando a Inquisição via o mal em tudo e categorizava coisas, animais e pessoas como sendo obras do Diabo, segunda sua visão distorcida, tendenciosa e realmente perversa. Tendo a música autêntica e honesta sido inspirada pela musa ao longo da história, fica evidente sua relação com feminino e sua forte influência. A musa Euterpe era também considerada a doadora dos prazeres, dos deleites e da alegria. Daí o controle da produção musical (e de todos os prazeres do povo) pelas instituições sociorreligiosas repressoras e opressoras, já que a religião/estado também controlava, perseguia e eliminava o feminino por essas e outras infinitas e estupidamente absurdas razões…


Adriano
Camargo Monteiro
é escritor de Filosofia Oculta, Draconismo, Mão Esquerda e é estudioso de simbologia e mitologia comparadas. É membro de diversas Ordens e possui diversos livros publicados. Escreve também para a Revista Universo Maçônico, para o Jornal Madras, para o Projeto Morte Súbita, para o Zine Lucifer Luciferax e para blogs pertinentes.

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Por Adriano C. Monteiro

[…] Postagem original feita no https://mortesubita.net/mindfuckmatica/musica-fibonacci-e-o-diabo/ […]

Postagem original feita no https://mortesubita.net/mindfuckmatica/musica-fibonacci-e-o-diabo/