Magos Cristãos: a história da Magia no Cristianismo – Pedro Costa

Bate-Papo Mayhem #267 – 23/12/2021 (Quinta) – Com Pedro Costa – Magos Cristãos: a história da Magia no Cristianismo

Os bate-Papos são gravados ao vivo todas as 3as, 5as e sábados com a participação dos membros do Projeto Mayhem, que assistem ao vivo e fazem perguntas aos entrevistados. Além disto, temos grupos fechados no Facebook e Telegram para debater os assuntos tratados aqui.

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Conhecimento Exotérico e Esotérico

Existem duas espécies de conhecimento: exotérico e esotérico.

Vejamos o que significam estes termos. Segundo os dicionários, “Exotérico” vem do grego exoterikós e refere-se ao ensinamento que em escolas da Antiguidade grega era transmitido ao público sem restrições, por tratar-se de ensinamento dialético, provável e verossímil.

“Esotérico” vem do grego esoterikós e refere-se ao ensinamento que era reservado aos discípulos completamente instruídos nas escolas filosóficas da Antiguidade.

Por extensão, todo ensinamento ministrado a círculo restrito e fechado de ouvintes.

Em filosofia, diz-se dos ensinamentos ligados ao ocultismo.

Como vemos, o conhecimento exotérico diz respeito basicamente ao mundo dos fenômenos. É o conhecimento aprendido e acumulado pela raça humana, no mundo físico em que habita. É o conhecimento deste mundo físico, do meio ambiente mais imediato, da adaptação física ao mundo; é o conhecimento das leis que parecem se manifestar, como o movimento dos objetos no espaço, as marés, as mudanças de estações, a gravidade e inúmeras outras.

Por outro lado, todo o conhecimento que não pode ser isolado, confinado, ou descrito em termos de fenômenos físicos, é classificado como conhecimento esotérico.

Para aqueles que aceitam uma filosofia idealística, o conhecimento esotérico é um fato e as verdadeiras realidades do universo estão compreendidas no âmbito deste conhecimento. No entanto, é impossível encontrar prova ou confirmação da existência de qualquer forma de conhecimento esotérico, no mundo físico. Uma tal prova ou confirmação deve, necessariamente, provir de uma condição que transcende o físico. A validade deste conhecimento, segundo o idealista, e segundo os princípios da filosofia templária, depende de sua concordância ou conformação com o Absoluto.

O conhecimento exotérico ou conhecimento do mundo exterior é aquele que percebemos através dos sentidos físicos. Podemos ver, tocar, ouvir, provar pelo paladar e cheirar as coisas que formam o mundo que nos cerca. No entanto, se fizéssemos uma analise técnica da epistemologia, que é a ciência da natureza e validade do conhecimento, poderíamos levantar sérias dúvidas sobre a percepção do mundo real pelo homem. Será que percebemos realmente o mundo material, ou percebemos apenas impressões dele?

O âmbito deste discurso não nos permite tocar, senão de leve, neste assunto. Sabemos, por exemplo, que ao cheirarmos uma rosa, recebemos uma certa impressão; mas será esta impressão proveniente da própria rosa ou será ela resultante de certas reações químicas que ocorrem quando a rosa é aproximada à nossa faculdade sensorial do olfato? Cheiramos a rosa ou cheiramos a alteração química do ar causada pela rosa?

Desenvolvemos nossas atividades no mundo físico e, por isso, acreditamos que percebemos de maneira essencialmente correta aquilo que realmente existe.

Percebemos os objetos substancialmente como são, e a razão de assim acreditarmos é o fato de podermos lidar com eles, até certo ponto. Por conseguinte, nosso mundo de atualidade está relacionado com o nosso mundo de pensamento, pelos canais dos sentidos físicos.

Como decorrência de nossas percepções sensoriais, capacitamo-nos a tirar conclusões, em nossa consciência, sobre a existência, uso e aplicação que fazemos das coisas exteriores. A faculdade da percepção sensorial física, portanto, é o canal que nos une ao conhecimento exotérico, na qualidade de entidades pensantes.

O conhecimento esotérico, por sua vez, não pode ser percebido ou apreendido por meio dos sentidos físicos. Além disso, sabemos que o homem não se apercebe do conhecimento esotérico exclusivamente pelos processos da razão; a associação de ideias, embora seja um processo, uma faculdade do homem, com existência potencial em sua mente, não é, em si mesma, uma função criadora suficiente para produzir conhecimento novo.

A razão consiste na ordenação de uma sequência correta, ou o arranjo, numa certa forma, de conhecimentos obtidos pelos sentidos físicos. Isso nos leva a buscar uma outra fonte, caso desejemos obter conhecimento esotérico.

Esta fonte é a intuição. Em geral, considera-se a intuição como um meio direto, imediato e seguro de obter o conhecimento que dispensa tanto o fator dedução lógica, que está presente na razão, como o fator observação sensorial, associado com as nossas experiências do dia-a-dia. O conhecimento intuitivo existe fora do mundo dos fenômenos, devendo ser obtido por um meio capaz de transcender qualquer limitação física.

Um garoto preferiu jogar futebol em vez de ir à Escola Dominical. Quando voltou para casa, ficou surpreso ao encontrar sua mãe preocupada por ele não ter comparecido à escola. Sua mãe tivera um pressentimento, uma ideia, de que o garoto não fora à Escola, sem que nenhum sentido físico estivesse envolvido nesse pressentimento. A partir daquele dia, o garoto passou a olhar com muito respeito a forma de conhecimento chamada intuição.

Parece-nos inútil negar a existência deste tipo de conhecimento. Ocorrem continuamente inúmeros exemplos que confirmam sua existência, incontáveis experiências em que as pessoas adquiriram um conhecimento não originado do funcionamento dos sentidos físicos.

Aprendemos muitas coisas pelo meio direto e imediato da intuição, por se tratar de uma forma de percepção, um processo no qual o conhecimento vem à consciência diretamente e, com certeza, é opinião de muitos que tal conhecimento existe e chega à nossa consciência através de um sexto sentido.

Muitos psicólogos concordarão com o fato de que muitas pessoas recebem a solução de um problema por inspiração. Mas eles tendem a negar que esta percepção constitui prova suficiente da existência de uma faculdade intuitiva especial, mesmo não podendo negar o fato de que o conhecimento inspirado veio realmente à consciência.

Há uma relação íntima entre intuição e misticismo. Visto que o misticismo é a base fundamental da filosofia templária, devemos sempre, em última análise, correlacionar qualquer princípio que consideramos como filosofia com o conceito básico do misticismo.

A intuição, que conforme sabemos, funciona em diferentes tipos de situações cognitivas, é, em seu significado geral, aquilo que diz respeito ao súbito sentimento que uma pessoa tem de um certo conhecimento, para o qual não há nenhuma prova aparente, além do poder que a convicção estabeleceu no interior da consciência.

Muitos exemplos da função da intuição ocorreram com notáveis figuras históricas, por meio de visões, iluminação interior, vozes interiores e outras experiências deste gênero. Comumente, essa intuição tem o efeito de transformar repentinamente os conceitos metafísicos, morais e religiosos da pessoa. Em muitos casos, esses incidentes provocaram uma completa reorganização de toda a vida. Em todas as épocas e lugares, incidentes desta natureza têm sido experimentados por muitas pessoas.

Em um famoso trecho de “O Simpósio”, afirma Platão que, após tentar laboriosamente ascender ao reino de ideias que existe no Absoluto, pela disciplina de várias formas terrenas de existência, tornou-se capaz de alcançar uma visão da beleza eterna que transcende toda a beleza física.

Sócrates e Joana D’Arc, muito diferentes em suas crenças, cultura, época e lugar onde viveram, ouviram vozes interiores em momentos críticos da vida, e encontraram um caminho para a realidade através do conhecimento assim revelado. São Paulo teve uma visão na estrada para Damasco que o transformou, de perseguidor da cristandade, em seu melhor defensor.

Estas formas de intuição caracterizam a maneira como o conhecimento está relacionado com a experiência mística.

Qualquer um de nós pode experimentar a intuição, e efetivamente nós a experimentamos, em muitas e diferentes situações da vida. Os exemplos históricos foram dados apenas como ilustração, pois a intuição é um fenômeno universal e nos permite resolver os mais variados problemas, além de nos dotar do conhecimento esotérico que nos eleva e refina.

O místico é a pessoa capaz de elevar sua consciência ao ponto em que transcende o mundo físico em que vive, a ilusão do mundo, e alcança a percepção de que existe uma realidade divina com a qual pode sentir-se uno. Para o místico, o conhecimento consiste na capacidade de perceber o Absoluto, de se relacionar com Deus, de se elevar acima das limitações do mundo dos fenômenos físicos e entrar em contato, individualmente, com o reino do conhecimento esotérico.

Entre o conhecimento exotérico e esotérico, qual o mais importante? Em certo ponto, é mais importante obtermos o conhecimento esotérico. Não podemos esquecer, entretanto, que estamos destinados a viver num mundo físico e alcançar a compreensão dos princípios que o regem. O universo não foi criado por Deus para divertimento e espanto de Suas criaturas. O agnóstico pode reconhecer que existe uma realidade e ao mesmo tempo afirmar que o homem nunca poderá conhecê-la.

Há um véu, entre o homem, em seu estado atual, e Deus; esse véu, porém, pode ser levantado, o santuário pode ser visitado, o incognoscível pode se tornar cognoscível. O caminho para o incognoscível desenvolve-se pelo conhecimento. É por meio da ilusão daquilo que parece ser a realidade que podem nos aproximar do conhecimento da verdadeira realidade, e apreendê-la. O homem não passa de um espelho do universo, um pequeno mundo no interior do grande mundo. Mas mesmo este pequeno mundo faz parte integrante da realidade e de tudo aquilo que a criou.

Se aceitarmos a existência do conhecimento esotérico e o ponto de vista da filosofia idealística proposta pelos templários, compreendemos que somos entidades existentes no interior de um mundo físico, lutando para nos libertar dele para alcançar a completa e final fusão com o Real. Para a pessoa comum, que não costuma pensar, pode parecer que tudo seja realidade e ilusão.Ou seja, ela tende a presumir que tudo que pode perceber é realidade e tudo mais é ilusão. Essa pessoa pode presumir que apoia um conceito religioso ou uma filosofia básica, mas na verdade acredita que tudo que não pode ser comprovado fisicamente pertence puramente ao mundo da ilusão.

Este conceito será invertido para a pessoa que verdadeiramente busque o conhecimento esotérico. Ela verificará que vivemos num mundo de ilusão (que todo o mundo físico existe apenas como instrumento incidental, um lugar incidental de ação). Em nossa vida, lembramos com prazer ou mágoa uma paisagem, uma cidade, uma ocasião, dependendo da impressão que nos tenham causado. Talvez nunca vejamos novamente aquele lugar, que foi um incidente isolado na experiência global de nossa vida. Do mesmo modo, cada vida terrena que experimentamos será como um incidente isolado na totalidade da nossa existência, quando alcançarmos o ponto em que poderemos olhar para trás e examinar o propósito de nosso ser individual. Graças às nossas experiências nessas vidas terrenas isoladas, teremos experimentado o que é real e o que é ilusório, e entrado em completa e final associação com o Real. Somos a essência da totalidade dessas vidas.

Portanto, a totalidade da existência inclui o bem e o mal, a luz e as trevas, o exotérico e o esotérico, o material e o espiritual. Todas estas coisas dizem respeito ao mundo dos fenômenos. Deus é a força que se infunde em tudo isso; Ele está em tudo e a tudo transcende. Se podemos chamar esta manifestação de substância da existência, natureza do Absoluto, então podemos compreender que Deus é a existência de todas as coisas. Ele é Luz Absoluta, e transcende o oceano de ilusão que constitui o mundo em que vivemos.

Com este ponto de vista em mente, parece impossível contestar a existência da alma, que é um conceito puramente esotérico. O fato de haver ou não uma vida após a morte, não é importante; existe prova da continuidade do Ser e por isso é lógico admitir a continuidade da vida. Quaisquer que sejam os imensos períodos de tempo a se estenderem diante da alma, em suas jornadas por muitas experiências físicas e seus muitos corpos físicos, existe ao mesmo tempo uma consciência a se ampliar constantemente, uma visão a se expandir infindavelmente, que tem por fim a final integração com o Absoluto.

A imortalidade é a única existência de que estamos conscientes. É um outro nome para a existência total e inclui o passado, o presente e o futuro. Toda a vida, tal como compreendida na imortalidade, pode verdadeiramente proporcionar maravilhosas experiências. Agora, ou no futuro, a verdade e os ideais podem ser apreendidos. Estes são os valores reais, que podem se tornar conhecidos para o homem através dos sentidos físicos e da intuição, ou seja, exotérica e esotericamente. Eles existem eternamente. Nada é destruído; a ideia de total destruição de uma consciência individual pode ser abandonada.

O universo, com tudo que contém, deverá ser finalmente reabsorvido por Deus, de onde emanou, mais enriquecido, de um modo misterioso, para sua existência em termos de tempo e espaço.

A gota que cai no oceano não se perde, apenas torna-se unificada com sua fonte. Podemos facilmente compreender que as possibilidades que se abrem ante a alma confinada neste universo de ilusão podem incluir muitas experiências de fantástica beleza. Podemos nos sentir seguros de que as experiências reservadas para a alma, quando a realidade tiver sido completamente compreendida, deverão ser indizivelmente mais gloriosas.

Por meio do conhecimento exotérico, compreendemos o mundo dos fenômenos. Por meio do conhecimento esotérico, intuitivo, espiritual, emocional e místico compreendemos, cada vez mais, os mistérios do reino da Realidade Absoluta, e dele nos aproximamos e nele mitigamos a nossa sede intrínseca de perfeição.

MENTES E CORAÇÕES ABERTOS

Há séculos, mentes inquiridoras têm demonstrado seu interesse sobre o significado da vida. O reconhecimento de que ela, a vida, não consiste apenas em comer, beber, dormir, em sexo e em posses. Mas o que é esse significado? Podemos algum dia encontrá-lo? As muitas perguntas sem respostas tornam o homem um ser que busca. Buscar significa “questionar”, abandonar todas as posturas rígidas, tornar-se flexível, fazer uma abertura interior para acolher, sem preconceitos, ideias novas e inusitadas.

É difícil satisfazer essa exigência de abertura mental, mais do que normalmente se pensa. Facilmente sucumbimos à tendência de fixação no conhecido e no habitual. Tudo o que é o novo desencadeia medo e mobiliza os mecanismos de defesa. Assim, muitos pensamentos e afirmações provocarão alguma resistência. Ninguém abandona com facilidade os seus queridos clichês e convicções para substituí-los por critérios novos. Contudo, é isso o que temos que fazer: abrir nossa mente, nosso espírito, colocar para baixo nossas defesas, se quisermos que a evolução e a expansão da consciência seja um objetivo a ser alcançado.

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/conhecimento-exot%C3%A9rico-e-esot%C3%A9rico

Cursos de Hermetismo no Carnaval 2020

Este é um post sobre um Curso de Hermetismo já ministrado!

Se você chegou até aqui procurando por Cursos de Ocultismo, Kabbalah, Astrologia ou Tarot, vá para nossa página de Cursos ou conheça nossos cursos básicos!

Como já se tornou uma tradição aqui no TdC, o pessoal que odeia Carnaval e quer tirar os dias de folia para Estudar pode fazer os Cursos de Hermetismo. Os Cursos básicos têm tudo o que você precisa para entender como funcionam as chaves, como aplicá-las na vida prática e como utilizar estes conhecimentos em sua Verdadeira Vontade.

Para quem mora longe de São Paulo ou tem problemas para estudar nos finais de semana, temos o mesmo Curso de Kabbalah Hermética, o Curso de Astrologia Hermética e Qlipoth, a Árvore da Morte em Ensino à Distância com a mesma qualidade do curso presencial, mas que você pode organizar seu tempo de estudo conforme suas necessidades.

22/02 – Kabbalah

23/02 – Qlipoth (pré-requisitos Kabbalah)

24/02 – Magia Pratica (pre-requisitos Kabbalah)

Horário: Das 10h00 as 18h00

próximo ao metrô Vila Mariana.

Informações sobre os Cursos de Carnaval.

Reservas e Valores: deldebbio@gmail.com

KABBALAH

Este é o curso recomendado para se começar a estudar qualquer coisa relacionada com Ocultismo.

A Kabbalah Hermética é baseada na Kabbalah judaica adaptada para a alquimia durante o período medieval, servindo de base para todos os estudos da Golden Dawn e Ordo Templi Orientis no século XIX. Ela envolve todo o traçado do mapa dos estados de consciência no ser humano, de extrema importância na magia ritualística.

O curso abordará as diferenças entre a Kabbalah Judaica e Hermética, a descrição da Árvore da Vida nas diversas mitologias, explicação sobre as 10 Sephiroth (Keter, Hochma, Binah, Chesed, Geburah, Tiferet, Netzach, Hod, Yesod e Malkuth), os 22 Caminhos e Daath, além dos planetas, signos, elementos, cores, sons, incensos, anjos, demônios, deuses, arcanos do tarot, runas e símbolos associados a cada um dos caminhos.

O curso básico aborda os seguintes aspectos:

– A Árvore da Vida em todas as mitologias.

– Simbolismo e Alegorias na Kabbalah

– Descrição e explicação completa sobre as 10 esferas (sefirot).

– Descrição e explicação completa sobre os 22 caminhos.

– Cruzando o Abismo (Véu de Paroketh).

– Alquimia e sua relação com a Árvore da Vida.

– O Rigor e a Misericórdia.

– A Estrela Setenária e os sete defeitos capitais.

– Letras hebraicas, elementos, planetas e signos.

Total: 8h de curso.

QLIPOTH – A ÁRVORE DA MORTE

Pré-Requisitos: Kabbalah

O Curso de Qliphoths e Estudo sobre os Túneis de Set abordará os elementos comparativos entre as esferas e as qliphas (Lilith, Gamaliel, Samael, A´Arab Zaraq, Thagirion, Golachab, Gha´Agsheklah, Satariel, Ghogiel e Thaumiel) e as correlações entre os 22 Túneis de Set e os Caminhos de Toth.

É muito importante porque serve como complemento do caminho da Mao Esquerda na Árvore da Vida. Mesmo que a pessoa não deseje fazer as práticas, o estudo e conhecimento de NOX faz parte do curriculo tradicional da Golden Dawn e de outras ordens iniciáticas.

Total: 8h de curso.

MAGIA PRÁTICA

Pré-Requisitos: Kabbalah

O curso aborda aspectos da Magia Prática tradicional, desde suas tradições medievais até o século XIX, incluindo os trabalhos de John Dee, Eliphas levi, Franz Bardon e Papus. Engloba sua utilização no dia-a-dia para auto-conhecimento, ritualística e proteção. Inclui os exercícios de defesa astral indispensáveis para o iniciado.

– O que é Magia.

– O que é o Mago.

– Os instrumentos do Mago.

– Os planos e suas vibrações.

– O Altar Pessoal e os quatro elementos

– Sobre o Astral.

– Os sete planetas e seus espiritos de influência.

– A visualização.

– Exercicios de Proteção.

– Ritual Menor do Pentagrama.

– Como fazer água lustral.

– Consagrações.

Total: 8h de curso.

#Cursos

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O Caminho da Mão Esquerda e a Demonolatria

Bate-Papo Mayhem 147 – gravado dia 06/03/2021 (Sabado) 21h Marcelo Del Debbio bate papo com Zack Beckeb – O Caminho da Mão Esquerda e a Demonolatria

Os bate-Papos são gravados ao vivo todas as 3as, 5as e sábados com a participação dos membros do Projeto Mayhem, que assistem ao vivo e fazem perguntas aos entrevistados. Além disto, temos grupos fechados no Facebook e Telegram para debater os assuntos tratados aqui.

Zack Beckeb – https://www.facebook.com/zack.beckeb

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Tropeços e Dificuldades

Sem dúvida o leitor que nos segue atenciosamente deve ter encontrado ao longo deste curso variadas e diversas dificuldades. Isso é próprio de qualquer aprendizagem, e se agrava numa deste tipo, aonde em algumas ocasiões se vai contra muitas das formas de ver próprias do homem contemporâneo e da sociedade que este formou (e na que nós criamos), que não crê na realidade do Espírito, nem na de outras possibilidades da criação e do homem, salvo naquelas estritamente ligadas com a comprovação estatística, a análise empírica, e com a manifestação exclusivamente visível e fenomênica. Neste sentido, nosso interesse por temas ocultos e espirituais pode nos criar algumas dificuldades com respeito ao meio, que não sempre compreenderá nossa vocação, ou nos crerá enganados e até defeituosos de razão. Isto vem adicionar-se a nossos próprios tropeços internos e à aparição de dúvidas, incapacidades, paixões latentes e desconhecidas que surgem, vacilações, fobias, manias, etc., que jazem no fundo de si mesmo e que começam a despertar –na sábia economia do Universo– a par que nos alumiam outras tantas áreas com a luz que provém do Conhecimento. Os símbolos revelam e velam ao mesmo tempo.

Para acompanhar o Curso Básico de Hermetismo, procure nos links ao lado a Categoria “Hermetismo”.

#hermetismo

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Teoria Caoísta

Magia+do+Caos

versão impressa e também baixar o PDF. A novidade em relação aos outros livros é que neste consta também trechos de um diário e passagens de diversas obras com comentários.

A Magia do Caos ainda permanece uma tradição pouco compreendida da magia pós-moderna. Provavelmente é por isso que não nos cansamos de falar sobre ela: novos livros são lançados o tempo todo e a teoria não é estática, mas dinâmica. Transformou-se consideravelmente desde a época de sua criação. Desde o movimento do “Slow Chaos” com Julian Vayne, até a “Operation Intruder” de Anton Channing e o tarot do Chaos Magic Group, nos perguntamos para onde o caoísmo está se direcionando. A boa notícia é que nós não fazemos a menor ideia!

Espero que tirem algo de proveitoso do novo livro, como mais um pedacinho de caos jogado no universo. As páginas estão repletas de uma lógica pouco convencional, enrolada de espíritos e deidades, que seriam prontamente descartadas pela maior parte dos filósofos e cientistas. A esperança é que eu mesma fique insatisfeita com esse livro num futuro próximo, para que só assim encontre a motivação para escrever páginas ainda mais sacrílegas. Até lá, desejo uma boa leitura aos poucos que irão percorrer esse labirinto sem saída, mas repleto de pensamentos no meio da travessia.

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/teoria-cao%C3%ADsta

Entrevistas e Palestras de Maio/2020

Bate-Papo Mayhem 013 – Com Karla Souza – O Oráculo das Sibilas: Baralho Lenormand, cartas ciganas e a história da cartomancia
https://youtu.be/UhnSnkj07zA

Bate-Papo Mayhem 014 – Com Leo Lousada – As Sete Leis Herméticas
https://youtu.be/ThaLzNy8RZ4

Bate-Papo Mayhem 015 – Com Roberto Caldeira – A história marginal do tarot no Brasil, o lado nada glamouroso do esoterismo.
https://youtu.be/i5pGNo5WDEk

Bate-Papo Mayhem 016 – Com Roe Klukiewicz – A Iconografia dos Santos na História da Arte
https://youtu.be/86wf5xL1Rgk

Bate-Papo Mayhem #017 – Com Peu Lamaraum – Faz o que tu queres é o todo da Lei; a História da Thelema
https://youtu.be/0qRO2Ry35Dk

Bate-Papo Mayhem #018 – Com Rodrigo Grola – A História do Hermetic Kabbalah Tarot; como estudar as correlações herméticas e o tarot.
https://youtu.be/GFvwJ0VUFww

Bate-Papo Mayhem #019 – Com Danilo Cocenzo – Tai Chi, Chi Kung, Kung Fu – Paralelos entre treino de Artes Marciais e Estudo do Hermetismo.
https://youtu.be/t_c7Cs40gnI

Bate-Papo Mayhem #020 – Alexandre Nascimento e Eduardo Regis – A história da Golden Dawn (Ordem Hermética da Aurora Dourada).
https://youtu.be/1In5PXbTsVU

Bate-Papo Mayhem #021 – Com Leonardo Tremeschim – Lendas, Mitos e Folclores e suas relações com a cultura de cada tempo e lugar.
https://youtu.be/sovachDMJXo

Bate-Papo Mayhem #022 – Com Cussa Mitre – A ponte Bifrost: Runas Futhark, Mitologia Nórdica, Oráculos, Talismãs e Magia Rúnica.
https://youtu.be/PPvK050qTDM

Bate-Papo Mayhem #023 – Com Ingrid Grundig – Velas, encruzilhadas e bailes funk: Um passeio pela Quimbanda do Rio de Janeiro.
https://youtu.be/zWG1igKY7qI

Bate-Papo Mayhem #024 – Com Tiago Mazzon – Sincronicidades, Coincidências e casualidades: O oráculo do Xamã Urbano.
https://youtu.be/SIBcCCkoLns

#Batepapo

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/entrevistas-e-palestras-de-maio-2020

Como Conversar com Demônios? – Bruxo Fagundes, Robson Belli e Gilberto Strapazon

O Boteco do Mayhem (Marcelo Del Debbio, Thiago Tamosauskas, Rodrigo Elutarck, Ulisses Massad, Barbara Nox, Jesse Puga, Tales Azevedo e Robson Belli) conversam com o Bruxo Fagundes e com Gilberto Strapazon sobre os perigos de evocar e conversar com entidades goéticas e demoníacas.

https://projetomayhem.com.br/

Morte Súbita inc.

https://www.enochiano.com.br/

https://eb.4gsanctuary.com/

https://www.espelhodecirce.com.br/

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Livros de Hermetismo: https://daemoneditora.com.br/

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Umbanda e Desenvolvimento Mediúnico – Bruno Oliveira

Bate-Papo Mayhem #071 – gravado dia 08/09/2020 (Terça) Marcelo Del Debbio bate papo com Bruno Oliveira – Umbanda e Desenvolvimento Mediúnico

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RPGQuest – Diário de Produção – 05

Estes conjuntos de texto têm a finalidade de comentar sobre os elementos do jogo RPGQuest – A Jornada do Herói, um Boardgame (Jogo de Tabuleiro) baseado na Kabbalah. Nos textos anteriores falamos sobre a Construção dos Reinos onde se passará a Campanha e a respeito das Classes de Personagem, baseadas nos quatro Elementos tradicionais do Hermetismo. Também falamos sobre os Grandes Desafios que serão enfrentados pelos Heróis na Campanha e sobre as 22 Principais Aventuras, baseadas nos Arcanos do Tarot. Hoje falaremos sobre o Sistema de Regras.

O Sistema de Regras é baseado no sistema original de RPGQuest, que utiliza 2d6+Bonus (rola-se 2 dados de 6 faces, soma-se o resultado e se somam ou subtraem os bônus, e então compara o resultado com o valor da dificuldade). Como vimos nos textos anteriores, cada Jogador começa a Jornada do herói com um herói ou heroína escolhido para ser o chefe de seu Grupo de Aventureiros. Ao longo das rodadas, enquanto descansam nas tavernas, os heróis podem ser recrutados para diversas missões:

Vamos começar nosso exemplo com o valente Brazmulir Ironfoot. O Jogador 1 o sorteou como o Protagonista desta Jornada. Brazmulir é um Warlock, portanto possui 3 Níveis de Guerreiro e 1 Nível de Mago (os cubos marrons e vermelhos em sua carta). Brazmulir começa o jogo na Cidade de Bastões, nas planícies de Tiferet e, ao passar a noite em uma das tavernas, descobre por acidente que Magos necromânticos estão planejando atacar a cidade com esqueletos conjurados no cemitério próximo!

“Magos Necromânticos realizaram a conjuração de um Exército de Esqueletos, e planejam atacar a cidade mais próxima. Sorteie 1d6+1 grupos de Esqueletos e coloque-os ao redor do Cemitério.

Os aldeões ofereceram aos Heróis uma recompensa de $300gp para cada grupo de Esqueletos derrotado. Se os Heróis levarem os ossos até o Templo, receberão +$1000gp dos clérigos“.

Uma vez que o Jogador decide aceitar o Desafio, ele segue as instruções da carta (joga um dado e adiciona os Esqueletos ao redor do Cemitério). O Jogador rola um “3”, indicando que haverão 3+1= 4 grupos de esqueletos próximos ao cemitério, e os coloca ali. Também coloca um de seus Meeples para marcar o local da missão.

Como segunda ação, o Jogador decide Recrutar um Novo Aventureiro para seu Grupo. Em termos de história, Brazmulir decide procurar por outros aventureiros para ajudá-lo. Na própria Taverna onde o anão escutou os rumores sobre o Necromântico, haviam outros aventureiros bebendo, mas apenas uma xamã, de nome Caroline Montagne, acreditou em sua história. “Caroline nasceu com o dom da vidência e capacidade mediúnica de prever o futuro, assim como sua avó e sua bisavó“. Em uma visão, Caroline sentiu a presença maligna do necromante e o pedido de socorro das almas cujos esqueletos haviam sido erguidos da tumba.

Em termos de regras, quando um Jogador decide “recrutar um novo Aventureiro”, ele sorteia 3 Aventureiros e pode escolher, se desejar, um deles para contratar. Dependendo do local onde o grupo estiver, diferentes tipos de Aventureiros aparecerão (por exemplo, se estiverem na Torre dos Magos, todos os recrutas terão algum nível em magia; se estiverem na guilda, todos os candidatos terão pelo menos um nívem em ladino; castelos possuem mais candidatos do que vilas e assim por diante…).

O Jogador avalia as opções e recruta aquele que mais se adaptar a sua estratégia. No nosso exemplo, o Jogador escolheu a Xamã por seu conhecimento na classe de Clérigo (representado pelos cubos azuis em sua carta).

Agora nosso grupo de heróis possui 3 níveis em Guerreiro, 3 Níveis em Mago e 2 Níveis em Clérigo no total. A terceira ação da Rodada será Movimentar o Grupo até os Esqueletos. A cada Ação de movimento, o grupo pode se deslocar até 7 Casas dentro do tabuleiro (alguns hexagonos são mais difíceis de serem atravessados, como Colinas, Montanhas, Desertos, e custam mais pontos de movimentação), outros possuem uma chance maior dos heróis serem emboscados por monstros (Pântanos, Florestas, Desertos…). No nosso exemplo, felizmente, o caminho até o Cemitério é feito através do Vale de Tiferet, que não apresenta chance de Emboscada!

A Dupla de Aventureiros cavalga pelas planícies de Tiferet até as proximidades do cemitério, nas margens do Lago Estinfalo, onde encontram um dos grupos de Esqueletos, já se agrupando para o ataque à Cidade de Bastões. A Dificuldade para vencer os Esqueletos é [8 Guerreiro / 8 Clérigo]. O Grupo possui [3 Guerreiro / 2 Clérigo]. O Combate funciona da seguinte maneira: o Jogador faz um Teste de Guerreiro e um Teste de Clérigo, primeiro rolando 2d6 (2 dados de 6 faces), somando o resultado ao bônus que possui (no caso, 3, para Guerreiro). Em seguida, rola novamente 2d6 (somados ao bônus de 2 para clérigo) e compara com os números do Desafio. O Jogador consegue um “6” e um “7” em suas rolagens, e vence a primeira batalha!

“PASSO”

Após realizar 4 Ações (Buscar por Aventuras, recrutar um novo Herói, Movimentar-se/Combater e Movimentar-se/Combater novamente), o Jogador precisa passar a vez. Os Esqueletos se movimentam na direção da Cidade mais próxima (A Cidade de Bastões), movimentando-se um hexa cada grupo na menor direção possível até chegar à cidade.

Uma vez que o Grupo esteja no Cemitério, ele está em um “Local de Interesse“. No jogo existem diversos locais de interesse (as Cavernas, o Portal Dimensional, o Cemitério, o Acampamento Orc, o Labirinto, etc…) e cada um deles possui uma Missão Específica, que o Grupo pode (ou não) escolher enfrentar. Ao passar sobre o Hexa do Cemitério, o grupo de Brazmulir pode (ou não) decidir investigar.

Como sua primeira Ação, ele movimenta o Grupo na direção dos Esqueletos e os ataca! “6” e “6” em suas rolagens e os Heróis conseguem derrotar mais alguns esqueletos. Em sua Segunda Ação, o grupo avança sobre os últimos Esqueletos, mas um infortúnio acontece! O Jogador rola “2” e “8”, falhando no Teste de Guerreiro!

Os Esqueletos conseguem ferir os Aventureiros em combate! O resultado catastrófico de um mal planejamento e má sorte fez com que os Heróis sofressem 1d3 Pontos de Dano (o Jogador rola um dado de 6 faces e coloca marcadores de dano a cada 2 pontos nos Personagens que desejar). Cada Personagem pode suportar uma quantidade de Marcadores de Dano igual ao seu Nível de Guerreiro +1. O Jogador decide distribuir o dano da seguinte maneira: 2 danos para o Anão e 1 dano para a Xamã.

Como Terceira Ação, o Jogador decide tentar novamente e ataca os Esqueletos. “8” e “7” e VITÓRIA !!! Os Heróis conseguem Derrotar os últimos esqueletos e salvar a Cidade!

Como resultado dessa Aventura, os Heróis conseguiram $ 2.000 gp e Um Ponto de Vitória, sendo conhecidos como “O Grupo que salvou a Cidade de Bastões dos Magos Necromânticos“. Além disso, eles também derrotaram pelo menos 4 Grupos de Esqueletos, o que faz com que recebam mais um Ponto de Vitória e o título “Destruidores de Esqueletos“.

Como Ação final desta Rodada, o grupo viaja por Arcádia até o TEMPLO, passando pelas Planícies de Tiferet até chegar aos Jardins de Kether, onde podem descansar. Chegando lá, recebem + $1.000 gp de Recompensa por levarem os Ossos para o Descanso Final e, logo no início da próxima Rodada, os Clérigos do Templo de Kether cuidarão de seus ferimentos (remova os Tokens de Dano dos Personagens) e o grupo está pronto para outra…

O que você faria a seguir?

– Usaria um pouco do dinheiro para Treinar Caroline até o grau de Companheira, aumentando um nível de Clérigo?

– Tentaria recrutar outro Clérigo para o grupo?

– Procuraria informações sobre os Artefatos Sagrados?

– Iria atrás de solucionar a Missão do Cemitério?

Todas as estratégias são possíveis pois, no RPGQuest, Você é o Herói! Vale lembrar que este foi apenas um exemplo da mecânica de Jogo. Em uma Partida normal, cada Jogador poderá ter aberto até DUAS missões ao mesmo tempo (além das missões públicas), além dos Monstros de Desafio que estão circulando pelos Reinos e as Missões nos Locais de Interesse. Desta maneira, pode escolher qual será a melhor estratégia para o grupo baseado nas missões que deseja realizar primeiro e no Monstro que pretende enfrentar no final da Campanha!

#boardgames #Kabbalah

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/rpgquest-di%C3%A1rio-de-produ%C3%A7%C3%A3o-05