San Mitsu: Os Três Mistérios do Budismo Shingon

O Budismo Shingon é uma escola do budismo esotérico fundada pelo monge Kobo Daishi, também chamado de K?kai, no início do período Heian no Japão. O Shingon segue a linha do Vajrayana e preceitua que a iluminação búdica pode ser alcançada por todos ainda nesta vida através da observação do San Mitsu (os Três Segredos ou Três Mistérios): as atividades simbólicas Corpo, Palavra e Mente.

Os Três Mistérios estão presentes em todas as coisas que compõe o Universo, pois o Universo contém em si todos os ensinamentos de Buda. Assim, quando falamos em praticar os ensinamentos de Buda, nós estamos falando de três coisas: shinmitsu, kumitsu e imitsu.

1. Quando juntamos as mãos em frente ao corpo (gasshou – pronuncia-se gasshô), isso é chamado “o mistério da ação dos corpos” (shinmitsu)

2. Quando recitamos mantras, isso é chamado “o mistério da palavra” (kumitsu)

3. Quando meditamos, isso é chamado “o mistério da mente” (imitsu)

O Segredo do Corpo: Mudra

Os mudras expressam a forma da atividade secreta do corpo, e simbolicamente criam uma conexão entre o praticante e o universo. O Monge K?kai, fundador da escola Shingon, assim escreveu:

“Se os Budas estão no reino do Dharma, eles existem dentro de meu corpo. Se eu também sou do reino do Dharma, então eu existo dentro dos Budas”.

A atividade secreta do Corpo é o uso da energia a partir da matéria; isto é, é a utilização das coisas físicas e materiais presentes no plano denso para utilização da energia dos planos mais sutis. Em outras palavras, para facilitar o entendimento deste ensinamento, podemos dizer que mudra designa qualquer coisa material e física que é empregada para gerar e utilizar energia, proporcionando, assim, a conexão do seu praticante com o Universo.

O Segredo da Palavra: Mantra

A atividade secreta da palavra é expressa através dos mantras e dos dharanis, que são fórmulas de invocação. Assim escreveu o Monge K?kai:

“Ao vocalizar as sílabas de maneira clara e compreensiva, a verdade se manifesta. O que é chamado? A verdade das sílabas vocalizadas? São os três segredos nos quais todas as coisas e Buda são iguais. Essa é a essência original de todos os seres”.

A escola Shingon descreve os mantras em termos de som, do sânscrito escrito, e do significado simbólico.

O mantra é, portanto, o nome primordial, a verdadeira palavra que carrega o seu poder originário de criação; é a atividade secreta da palavra que traz consigo a essência de todos os seres. Ele age a partir da vibração, sendo o som a sua manifestação física. Através da pronunciação repetida, é possível obter controle sobre a forma de energia gerada por ele.

O Segredo da Mente: Visualização

A atividade secreta da mente é expressa na visualização dos Budas e outras deidades, dos símbolos dos mantras (yantras) e de outras formas simbólicas.

Sobre o tema, o Monge K?kai escreveu:

“Os três segredos do Corpo do Dharma não estão limitados às partículas mais finas, e não se dissipam, mesmo preenchendo todo o espaço. Eles penetram rochas, plantas, e árvores sem discriminação. Eles penetram os humanos, os deuses, os demônios, e os animais sem escolher. Eles se estendem a todos os lugares. Não há nada através do qual eles não possam agir”.

Yantras, Mandalas e outras formas pictográficas simbólicas são representações microcósmicas do macrocosmo, e a sua visualização ativa essa energia, colocando seu praticante em contato com ela.

#Budismo #MagiaPrática

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Mapa Astral de Bento Gonçalves

Bento Gonçalves da Silva (Triunfo, 23 de setembro de 1788 — Pedras Brancas, 18 de julho de 1847) foi um militar, maçom e revolucionário brasileiro, e um dos líderes da Revolução Farroupilha, que buscava a independência da província do Rio Grande do Sul do Império do Brasil.

Incorporado na Companhia de Ordenanças de D. Diogo de Sousa, Bento cedo demonstrou sua vocação, ao engajar-se nas guerrilhas da primeira campanha cisplatina (1811-1812). Na segunda campanha cisplatina (1816-1821), seu prestígio como militar se confirmou. Em 1817 foi nomeado capitão, participou das batalhas em Curales, Las Cañas (1818), Cordovez, Carumbé (1819) e Arroio Olimar (1820).[2] Em 1824 foi promovido a tenente-coronel.

Na Guerra da Cisplatina ou Guerra del Brasil contra as Províncias Unidas do Rio da Prata, foi comandante de cavalaria na batalha de Sarandi, em 12 de outubro de 1825, logo depois foi promovido a coronel de 1a linha. Participou também da Batalha do Ituizangó, também chamada de batalha do Passo do Rosário (20 de Fevereiro de 1827), cobrindo a retirada das tropas brasileiras.

Em 1829, pelos serviços prestados na campanha de 1825-1828 e que terminou com a independência do Uruguai, D. Pedro I nomeou Bento Gonçalves coronel de estado-maior, confiando-lhe o comando do 4° Regimento de Cavalaria de Linha e, no ano seguinte da fronteira meridional. Em 1830 recebeu o diploma da maçonaria.

O Mapa Astral de Bento Gonçalves, com sua combinação maior de forças entre Libra e Leão, mostra um Diplomata e Líder por Coragem e Bravura. Com Sol em Libra-Virgem (Rainha de Espadas); Lua em Câncer; Ascendente em Escorpião; Mercúrio, Netuno e Marte em Libra (sendo Netuno seu Planeta mais forte); Júpiter em Câncer e Saturno em Peixes.

Esta combinação de Netuno e Marte no mesmo signo faz com que a pessoa gaste enorme quantidade de energia e determinação para lutar pelas coisas em que acredita; no caso dele, na liberdade e independência. Este texto dele exprime bem esta idéia:

“Toma na extensa escala dos estados soberanos o lugar que lhe compete pela suficiência de seus recursos, civilização e naturais riquezas que lhe asseguram o exercício pleno e inteiro de sua independência, eminente soberania e domínio, sem sujeição ou sacrifício da mais pequena parte desta mesma independência ou soberania a outra nação, governo ou potência estranha qualquer.Faz neste momento o que fizeram tantos outros povos por iguais motivos, em circunstâncias idênticas.” (29/8/1838).

Sua Lua em Câncer foi trabalhada no aspecto familiar. Energias cancerianas dizem muito respeito à família e Bento Gonçalves teve ao todo oito filhos com a mesma mulher. Combinado com Saturno em peixes (responsabilidade na espiritualidade), sua energia de companheirismo era tão intensa que é dito que em 15 de março de 1837, quando estava preso, em uma tentativa de fuga da prisão, seu colega Pedro Boticário não conseguiu passar por uma janela, por ser muito gordo. Em solidariedade Bento Gonçalves também desistiu da fuga, na qual escaparam Onofre Pires e o Coronel Corte Real.

E completando esta mistura energética, Júpiter em Câncer, que intensifica todas as suas ações com um viés emocional. Pode-se afirmar que ele agia sempre com o coração (esta combinação, apesar de complicada para um juiz, porque tenderia a levar suas decisões para suas crenças pessoais, é melhor utilizada em um líder revolucionário…)

#Astrologia #Biografias

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Dia de Nanã-Buruque

Dia de Nanã- Orixá da sabedoria da calma e evolução é considerada a mais velha, como uma avó.

Elemento água e terra, ponto de força nos lagos.

Sincretismo com Santa Ana (Mãe de Maria – Avó de Jesus)

NANÃ-BURUQUÊ (Trono Feminino da Evolução)

A orixá Nanã rege sobre a maturidade e seu campo preferencial de atuação é o racional dos seres. Atua decantando os seres emocionados e preparando-os para uma nova “vida”, já mais equilibrada.

A orixá Nanã Buruquê rege uma dimensão formada por dois elementos, que são: terra e água. Ela é de natureza cósmica pois seu campo preferencial de atuação é o emocional dos seres que, quando recebem suas irradiações, aquietam-se, chegando até a terem suas evoluções paralisadas.

E assim permanecem até que tenham passado por uma decantação completa de seus vícios e desequilíbrios mentais.

Nanã forma com Obaluaiyê a sexta linha de Umbanda, que é a linha da Evolução.

E enquanto ele atua na passagem do plano espiritual para o material (encarnação), ela atua na decantação emocional e no adormecimento do espírito que irá encarnar.

Saibam que os orixás Obá e Omulu são regidos por magnetismos “terra pura”, enquanto Nanã e Obaluaiyê são regidos por magnetismos mistos “terra-água”.

Obaluaiyê absorve essência telúrica e irradia energia elemental telúrica, mas também absorve energia elemental aquática, fraciona-a em essência aquática e a mistura à sua irradiação elemental telúrica, que se torna “úmida”.

Já Nanã, atua de forma inversa: seu magnetismo absorve essência aquática e a irradia como energia elemental aquática; absorve o elemento terra e, após fracioná-lo em essência, irradia-o junto com sua energia aquática.

Estes dois orixás são únicos, pois atuam em pólos opostos de uma mesma linha de forças e, com processos inversos, regem a evolução dos seres.

Enquanto Nanã decanta e adormece o espírito que irá reencarnar, Obaluaiyê o envolve em uma irradiação especial, que reduz o corpo energético, já adormecido, até o tamanho do feto já formado dentro do útero materno onde está sendo gerado .

Este mistério divino que reduz o espírito ao tamanho do corpo carnal, ao qual já está ligado desde que ocorreu a fecundação do óvulo pelo sêmen, é regido por nosso amado pai Obaluaiyê, que é o “Senhor das Passagens” de um plano para outro.

Já nossa amada mãe Nanã, envolve o espírito que irá reencarnar em uma irradiação única, que dilui todos os acúmulos energéticos, assim como adormece sua memória, preparando-o para uma nova vida na carne, onde não se lembrará de nada do que já vivenciou.

É por isso que Nanã é associada à senilidade, à velhice, que é quando a pessoa começa a se esquecer de muitas coisas que vivenciou na sua vida carnal.

Portanto, um dos campos de atuação de Nanã é a “memória” dos seres.

E, se Oxóssi aguça o raciocínio, ela adormece os conhecimentos do espírito para que eles não interfiram com o destino traçado para toda uma encarnação.

Em outra linha da vida, ela é encontrada na menopausa.

No inicio desta linha está Oxum estimulando a sexualidade feminina; no meio está Yemanjá, estimulando a maternidade; e no fim está Nanã, paralisando tanto a sexualidade quanto a geração de filhos.

Nas “linhas da vida”, encontramos os orixás atuando através dos sentidos e das energias.

E cada um rege uma etapa da vida dos seres.

Logo, quem quiser ser categórico sobre um orixá, tome cuidado com o que afirmar, porque onde um de seus aspectos se mostra, outros estão ocultos.

E o que está visível nem sempre é o principal aspecto em uma linha da vida.

Saibam que Nanã em seus aspectos positivos forma pares com todos os outros treze orixás, mas sem nunca perder suas qualidades “água-terra” …

Nanã é passiva e atrai todos os seres que não estão aptos a alcançar os estágios superiores.

Ela recolhe, esgota suas doenças (vícios) e no barro do fundo de seu lago os assenta e os imobiliza até que decantem suas impurezas (emoções e sentimentos viciados) quando então estarão maleáveis como o barro (lodo) e prontos para serem recolhidos por Obaluaiyê que os remodelará e numa nova forma (encarnação) crescerão novamente.

…Simbolicamente representamos Nanã com a meia-lua, ou lua minguante pois é também a forma de uma bacia ou lago onde os seres pesados afundarão e decantarão em seu fundo.

Oferenda à mãe Nanã:

…-Velas brancas, roxas e rosa; champanhe rose, calda de ameixa ou de figo; melancia, uva, figo, ameixa e melão, tudo depositado à beira de um lago ou mangue.

#Umbanda

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A História da Astrum Argentum no Brasil – Frater Keron-E

Bate-Papo Mayhem #067 – gravado dia 29/08/2020 (Sabado) 21h Marcelo Del Debbio bate papo com Frater Keron-E – A História da Astrum Argentum no Brasil

Os bate-Papos são gravados ao vivo todas as 3as e 5as com a participação dos membros do Projeto Mayhem, que assistem ao vivo e fazem perguntas aos entrevistados.

Saiba mais sobre o Projeto Mayhem aqui:

#Batepapo #Thelema

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Os Ciclos Naturais e as Criações Humanas

Tudo faz parte de um ciclo. Esse ciclo pode ser grande ou pequeno: pode levar uma quantidade imensa de anos terrestres, ou até várias Eras, para se terminar um ciclo, dependendo de que ciclo estamos nos referindo. Há os ciclos terrestres, solares, zodiacais, galáticos… assim como há também os ciclos celulares, os ciclos atômicos… e os ciclos de vida e morte, o ciclo da água, e assim por diante.

Tudo tem um princípio, e esse princípio é o começo de um círculo. Uma volta, e o círculo se fecha, voltando a seu início (ou chegando ao “fim”). Dessa forma tudo se renova e, ironicamente, se mantém. Ironicamente? Sim… costumamos pensar no conceito de “manter-se” como algo estático, mas nesse caso, é dinâmico; como exemplo para ilustrar, a bailarina se mantém em movimento, girando em torno de seu eixo, porém, mantém-se equilibrada.

O Universo é perfeitamente otimizado, pois “nada se perde, nada se cria, tudo se transforma”. Pode-se completar esse célebre frase dizendo “…, tudo volta ao ponto onde se iniciou, tudo é cíclico”, tal qual o Ouroboros dos alquimistas.

Pensar ciclicamente é um dos primeiros passos para se ponderar o que é realmente importante e para se conectar à Natureza Essencial de todas as Coisas. Há diversas interpretações para o símbolo cíclico do Ouroboros, então, numa interpretação livre, pode ser considerado como sendo os seguintes passos sequenciais:

1) Individualizar-se do Todo

2) Transformar-se através da aprendizagem/absorção

3) Transformar-se através da meditação/liberação

4) Unir-se ao Todo

Acho que podemos aplicar esse conhecimento Hermético acerca do Universo para uma melhoria na forma como vivemos em sociedade. O grande problema está em despertar as pessoas para essa sabedoria antiga. Tirá-las de sua letargia, de sua paixão por coisas supérfluas, temporárias e degradantes. Talvez tenhamos de começar de um nível mais básico, para dai passar a aplicar todo esse conhecimento.

Mesmo assim, gostaria de compartilhar uma pequena inspiração que tive, acerca os Ciclos Naturais e os Processos Industriais.

Os Processos Industriais
As tentativas do homem em manipular e modificar as coisas para moldar o que o cerca em algo que torne sua vida mais confortável, mais tranquila e mais feliz o faz embarcar em empreendimentos pioneiros de criação de produtos cada vez mais elaborados…

Embora pareça louvável tornar nossas vidas mais confortáveis e menos estressantes ou cansativas, há um fato importante que deve ser trazido à luz.

Na Física, aprendemos que para se sair de um ponto, gasta-se energia. Sempre haverá esse gasto de energia, para se distanciar do ponto zero; para voltar a esse ponto, haverá um gasto de energia igual ao caminho de ida. Ou, se a energia inicial foi armazenada de forma potencial (uma mola, ou um elástico, ou um ímã, ou uma bateria elétrica), bastaria liberar essa energia, que o retorno aconteceria automaticamente.

Quando o homem faz um esforço para criar ou modificar algo, ele usa energia, seja do ambiente ou de si mesmo. Ele não percebe que, cedo ou tarde, essa energia deverá obrigatoriamente retornar à fonte da qual ela se originou. Isso é inevitável.

Ao modificar o ambiente, o ser humano cria um vácuo. Ele retira matéria prima de diversos lugares, transforma-a com energia, e usa esse produto de suas idéias para melhorar sua qualidade de vida (ou assim se acredita).

Os Ciclos Naturais
Ora, se a Natureza é tão “sábia” a ponto de se estruturar tão equilibrada e organizadamente, visando ao uso apropriado de energia (utilizando quantidades exatas a seus processos, sem desperdício nem escassez) e ao retorno a seus estados iniciais naturais, pode-se deduzir que até mesmo os processos artificiais criados pelo ser humano estão dentro dos ciclos naturais, obviamente, pois o ser humano e todos os elementos de que ele se utiliza para criação faz parte da Natureza.

Porém, como esses processos não foram criados visando a melhor utilização energética e cíclica, eles tendem a levar muito mais tempo para se completar (ou retornar a seu ponto inicial no ciclo). Será que poderíamos dar uma mãozinha aos ciclos naturais, ajudando-os a se decomporem em suas matérias primordiais? Sim.

Mas qual a real vantagem nisso? Colocando um pouco de lado os discursos do Greenpeace, de preservação das espécies e do meio ambiente, os quais possuem seu mérito e importância, há uma outra razão tão importante quanto: quando algo demora mais para se decompor em seus componentes primordiais, esse algo leva muito mais tempo para ser reutilizado, ou seja, o vácuo primordial mencionado acima permanece por mais tempo do que o necessário.

Quanto mais os produtos industrializados demoram para ser reutilizados, mais há escassez da matéria prima utilizada em sua criação, afinal de contas, eles estão simplesmente se decompondo natural e demoradamente por processos naturais, quando poderiam ser decompostos mais rapidamente e reutilizados por todos em suas atividades cotidianas.

Essa é apenas uma pequena idéia perante um grande quantidade de melhorias que pode ser feita em todas as áreas possíveis. Com melhores processos, teremos mais abundância em nossas vidas. Haverá menos razões para competição e mais para cooperação, pois haverá menos desperdício de trabalho, de energia e de matéria prima.

A Solução (?)
De que forma poderiamos contribuir com os ciclos naturais, dessa forma gerando economia de energia e materia-prima, e ocorrendo mais rotatividade de produtos?

É difícil vislumbrar possíveis soluções para algo tão grandioso como esse aspecto cultural da atual sociedade. Eu não sou especialista em processos industriais, mas posso deduzir que processos que:

– gastem menos energia

– utilizem matéria prima não-processada ou de fácil decomposição natural (biodegradável)

– reutilizem restos de processamento industrial para criar outros produtos

– diversifiquem a cultura da materia-prima, seja ela qual for (rotatividade de culturas agropecuárias, por exemplo)

…sejam bons pontos iniciais para se ter uma real mudança no cenário dos ciclos industriais e no impacto gerado por eles.

Embora muitas dessas “boas práticas” já sejam velhas conhecidas, não se vê uma real mudança na cultura industrial em direção a elas. O problema, ao meu ver, parece estar em outra áreas, tão polêmicas e conturbadas quanto a que foi discutida aqui.

Um exemplo bastante simples, porém, de grande ajuda é o da utilização de sacolas de supermercado biodegradáveis ao invés de sacolas plásticas. Essa é uma medida que já está sendo difundida, embora não se saiba da porcentagem de adesão da população.

Rever a forma que criamos, consumimos e devolvemos à Terra os resultados processados desse consumo é uma das prioridades para que tenhamos uma vida mais abundante, mais completa, mais saudável e mais despreocupada com o que possa acontecer aos nossos descendentes e ao nosso lar terrestre.

#natureza #universo

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Luiz Gonzaga, Acácia Amarela e a Maçonaria

Pelo ir.’. Abílio Neto, Recife PE.

Algumas pessoas já me perguntaram se era verdade que “Seu Luiz Gonzaga” fosse maçon. Sim, não há por que ocultar isso. Desde 1971 que ele ingressou nessa organização. Nada melhor do que um maçon para descrever o histórico do membro Luiz Gonzaga do Nascimento na entidade e outro maçon para mostrar em vídeo a música que ele fez para a maçonaria, em parceria com outro músico maçon: o maestro Orlando Silveira. Leiam o texto abaixo e depois vejam o vídeo contendo a música “Acácia Amarela”.

“Luiz Gonzaga é Iniciado, na Maçonaria, na ARLS.’. “Paranapuan” Nº: 1477, do Grande Oriente do Brasil, Or.’. da Ilha do Governador/RJ, do Rito Moderno” ou “Francês”. Aprendiz Maçom: em 03 de abril de 1971

Tendo como seu “padrinho” o Irmão Florentino Guimarães, membro do quadro da Loja Paranapuan.

Grau de Companheiro Maçom: Elevado em 14 de dezembro de 1972

Grau de Mestre Maçom: Exaltado em 05 de dezembro de 1973.

Na Maçonaria dos Altos Graus ou Filosóficas, foi iniciado no Grau 4, em 29 de agosto de 1984. No Subli .’. Cap.’. “Paranapuan”, jurisdicionado ao Supremo Conselho do Brasil para o RFAA.

O G.’. A.’. D.’. U.’., nos seus desígnios, requisitou o irmão Luiz Gonzaga para uma outra missão.

Sofrendo de câncer na próstata e osteoporose, passou 42 dias internado no “Hospital Santa Joana”, na cidade de Recife. Agravados seus males físicos, viajou para o Oriente Eterno na madrugada de 02 de agosto de 1989, com 76 anos de idade, em conseqüência de parada cardíaca por pneumonia.

Sob comovente manifestação popular, seu corpo foi velado na cidade do Recife, e transportado inicialmente para a cidade de Juazeiro do Norte, CE, onde recebeu as bênçãos do Padre Cícero de quem era muito devoto, e daí para sua cidade natal, em Exu, onde foi sepultado.

Acácia Amarela é uma composição maçônica. A música “Acácia Amarela” nasceu em 1981. Além de cantar o Nordeste, Luiz Gonzaga homenageia com esta música a grande família justa e perfeita na qual admiro muito! Para os leigos, Luiz Gonzaga era maçom, e fez essa melodia para a Maçonaria!

O Irmão Luiz Gonzaga, achando oportuna uma homenagem musical à Maçonaria, elaborou a letra e o tema musical. O Irmão Orlando Silveira deu algumas sugestões e harmonizou a melodia. Concluído o trabalho, a gravação foi feita em 1982, e incluída no elenco do CD (na verdade, LP) “Eterno Cantador”, da etiqueta RCA-Victor. E regravado em CD em 1998, com arranjo de Orlando Silveira e execução vocal de Luiz Gonzaga.

Em 1997 o Grande Oriente do Brasil através do Projeto Classes Musicais, por ocasião do encontro Compasso para o Futuro, gravou a mesma com a Orquestra Sinfônica e Coral Baccarelli e a regência e arranjos do Maestro Sérgio Kuhlmann.

ACÁCIA AMARELA

“Ela é tão linda é tão bela

Aquela acácia amarela

Que a minha casa tem

Aquela casa direita

Que é tão justa e perfeita

Onde eu me sinto tão bem

Sou um feliz operário

Onde aumento de salário

Não tem luta nem discórdia

Ali o mal é submerso

E o Grande Arquiteto do Universo

É harmonia, é concórdia

É harmonia, é concórdia”.

De acordo com o Irmão José Castellani em seu livro Dicionário Etimológico Maçônico, no Egito, as acácias eram árvores sagradas e tinham o nome hieroglífico de shen; na Fraternidade Rosa-Cruz, ensina-se que a acácia foi a madeira usada na confecção da cruz em que Jesus foi executado; segundo o Tabernáculo hebraico, eram feitos de madeira de acácia: A Arca da Aliança (Êxodos, 25 – 10), a mesa dos pães propiciais (Êxodo, 25 – 23) e o altar dos holocaustos (Êxodo, 27 – 1).

Na maçonaria, além de ser o símbolo da Grande Iniciação, representa, também, a pureza e a imortalidade, além de ser o símbolo da ressurreição, por influência da tradição mística dos árabes e dos hebreus.

#Maçonaria

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O Simbolismo no Labirinto do Fauno

No pano de fundo da Espanha fascista, em plena Segunda Guerra Mundial, a imaginação de uma menina de dez anos cruza o caminho de um capitão cruel e implacável. O Labirinto do Fauno é uma fábula ao mesmo tempo lírica e violenta, que tematiza as contradições e possibilidades contidas no simbolismo de Peixes, o mais labiríntico de todos os signos.

Magia: uma criança descobre uma borboleta, que pode se transformar em fada, guiando-a para adentrar em fantásticos mundos.

Crueldade: um capitão fascista é implacável na perseguição dos seus inimigos. Desconhece o que são empatia e sentimentos. Mas tem poder, subordinados e armas.

Os caminhos do capitão e da criança irão se cruzar. O que poderá acontecer? Quem irá vencer, a força bruta ou a imaginação infantil?

O que são labirintos?

Todo labirinto tem um local onde se pretende chegar, uma espécie de núcleo. Para alcançá-lo, há várias combinações de caminhos e não é possível saber, de antemão, qual delas irá levar ao objetivo. Isto só seria possível se fosse visto de cima. A lógica e a razão pouco podem fazer nos labirintos. De alguma maneira, é preciso ativar um sentido que não costuma figurar dentre os outros: a intuição, que é a capacidade de colher informações através de uma via não racional. A intuição é simplesmente um saber ou um adivinhar. Algo se agita dentro como se fosse uma certeza, que pode ser acolhido ou não.

Para ingressar em um labirinto, é preciso ter um objetivo, se não o de alcançar algo no interior dele, pelo menos o de conseguir sair. Labirintos podem ser perigosos, pois a possibilidade de se perder é muito maior do que a de se achar. Se forem pequenos, a única perda será a de tempo. Quando grandes, pode-se perder a vida. Além disso, talvez seus corredores tortuosos escondam surpresas.

Labirintos remetem ao signo de Peixes, o mais misterioso dos doze. Peixes é o único a ter a visão total do conjunto, o que tornaria a travessia de um labirinto uma brincadeira de criança. Mas como o ser humano não consegue racionalmente acessar o todo (em geral, é apenas capaz de senti-lo por fugazes momentos), precisa empregar outra ferramenta de Peixes, que é a capacidade intuitiva. Peixes como arquétipo (não como indivíduo) tem acesso a tudo, não existindo, para ele, nenhuma informação secreta. Representa a intuição que irá captar o que não está acessível à razão e também a possibilidade de conexão com o todo.

No filme O LABIRINTO DO FAUNO, de Guillermo Del Toro, a menina Ofelia entra e sai do labirinto com a maior facilidade. Ela está muito próxima de atributos piscianos, como imaginação, sensibilidade e também aventura (pelo fato de Peixes ser co-regido pelo planeta Júpiter, significador de expansão). Ofelia viverá uma aventura com destino a sua própria alma. A menina faz, sem o saber, uma busca por significado em um mundo carente de explicações para acontecimentos como perdas, mortes e brutalidades.

Labirintos parecem corresponder à viagem do ser humano para dentro de si mesmo. Há muitos caminhos – religião, psicanálise, arte, ciência – e nenhum deles é absoluto, tampouco garantido. Uma das razões é porque talvez porque haja um labirinto para cada aventureiro, e somente ele possa descobrir seus caminhos.

A aventureira

Ofelia é a protagonista deste filme fantástico, cuja história se desenrola em 1944. Tem dez anos. Nem tão criança que não perceba as verdades – tantas vezes amargas – dos adultos, mas ainda sem ter formado a quase sempre rígida espinha dorsal deles. Está imantada da abundante energia infantil, que ainda acha que tudo seja possível e que se encontra protegida. A fé e a magia de Peixes seguem com ela através de um território cada vez mais rude, inóspito e cruel. Sua essência, porém, não responde à lógica do tempo e da realidade que habita, particularmente a de agir como um tirano ou uma vítima. Ainda que Ofelia seja, na prática, vítima, em nenhum momento se sente, de fato, deste modo. Ela está sempre tentando extrapolar os limites, nunca se vendo contida por eles.

Ausência de limites – seja para transcender ou escapulir – é algo pisciano. Mas o que é transcender? Transcender, de algum modo, é superar. Sutilmente, suavemente, mas, sem dúvida, superar. Só pode transcender quem for maior ou mais largo por dentro do que os eventos com os quais se depara fora.

Peixes (e Netuno, seu regente), como arquétipo, não enfrenta nada diretamente e nem tem a pretensão declarada de mudar o que quer que seja. Mas ele em si só já é a mudança. Acaba por mudar ou afetar tudo o que toca. Suaviza, dilui os contornos, altera a forma, rouba algo da rigidez, a qual desgasta, deforma e, ao final, reforma. Ofelia, mesmo que não faça nada e tente ficar somente no seu lugar de fantasia, incomoda ou encanta: é difícil lhe ficar indiferente. Ela invade o espaço em que chega, transformando-o. Revolução igual ocorrerá dentro dela.

O começo

O ingresso definitivo de Ofelia na realidade fantástica ocorre através do encontro com um fauno, uma figura híbrida, meio animal, meio humana, sem correspondência com o que possa haver no reino físico conhecido. O fauno conta que ela é a filha perdida de um rei, que um dia fugiu de casa, partindo o coração do pai, mas que este nunca perdeu a esperança em seu retorno, e que a aguarda, não importa com que forma ela regresse. Órfã de pai e mandada para junto do padrasto brutal, a menina tem seu coração capturado por essa história e dá a ela crédito imediato.

O pai oculto é uma metáfora de Deus. É amoroso, ilimitado e a espera. Ela teve com ele uma história da qual não se lembra, mas na qual acredita. E quando Ofelia se encontrar com seu pai, não saberemos como será o encontro, o que acontecerá, assim como não saberemos como e quando será nosso próprio encontro.

Contrastes e paradoxos

Peixes pertence ao ritmo Mutável, caracterizado pela duplicidade. É o ritmo que encerra os paradoxos, as coisas não resolvidas de uma única maneira. O LABIRINTO DO FAUNO está profundamente estruturado nesta dinâmica. Tem por marca a mistura do mágico e incrível com o grotesco e implacável, tornando natural que lindas fadas possam ser mastigadas e engolidas, e que encantadoras crianças possam ser doentiamente perseguidas. Sua mola propulsora são os contrastes e os paradoxos típicos dos signos mutáveis (Gêmeos, Virgem, Sagitário e Peixes). Isto é particularmente visível no fato de que quanto mais Ofelia penetra no fantástico universo paralelo mais densa e insuportável se torna a realidade ao seu redor. Ou seria o contrário?

A realidade pode ser colocada como um princípio pertencente à Virgem, signo oposto e complementar a Peixes. Assim, quanto mais Ofelia fortalece a si mesma e ao seu mundo interno (algo pisciano), mais a sua vida real desmorona, como se suas convivências concomitantes fossem incompatíveis no momento específico que ela vive. Somente Ofelia não percebe que parece haver um fio invisível fazendo com que a roda gire inexoravelmente neste descompasso, tornando impossível unir a magia à integridade física. Ela, tendo a ingenuidade de um representante de Peixes, não nota que quanto mais abissais forem suas descobertas, maiores, aparentemente, serão os preços a serem pagos por elas. E que quanto mais abastecida interiormente ela estiver, mais se aproximará de ter de enfrentar o que mais teme, seu padrasto capitão.

Depois que a pequena borboleta a atrai, não existe mais retorno. A menina será incitada ao movimento por sua própria curiosidade e encantamento. Doce ilusão a de que houve qualquer escolha quando se tratava de uma criatura tão sonhadora. Peixes parece representar as histórias (e até a falta delas) a que estaremos fadados a viver por nosso temperamento.

Como filme pisciano, O LABIRINTO DO FAUNO contém infinitos jogos de espelhos, em que muitas coisas não são o que pareçam, a começar pela abertura, que se assemelha a de tantos outros filmes em que parece ter sido dada a certeza ao espectador de que o protagonista viverá algo mágico, que correrá muitos riscos fictícios, que parecerão bastante reais, mas que no final tudo dará certo. Entretanto, contra esta idéia idílica, soa suspeita a insistência ríspida de uma mãe quase histérica em mostrar a realidade à filha. Esta mãe, que fala de forma amargurada sobre a realidade, não tem o toque cômico e maniqueísta que os adultos de filmes infantis costumam ter. Há realismo demais no seu rosto cansado e na sua gravidez avançada. Ela atravessa uma floresta em tempos difíceis, de guerra, para alcançar um marido que mal conhece.

É neste momento que a protagonista encontra a tal borboleta, um símbolo da transformação que a aguarda. A mãe, Carmen, na condição de grávida e futura esposa de um capitão, também está vivendo uma transformação. Mas, diferente de Ofelia, não está encantada, e sim, fazendo algo que vê como prático: indo ao encontro de um homem para proteger a si mesma, a filha e a criança que nascerá. Enquanto Ofelia teme o destino da viagem, sua mãe anseia por ele, em interpretações diametralmente opostas do que é melhor a ser feito naquela situação. Puro Peixes, posto que este signo representa as múltiplas visões que se pode ter da realidade. Qual estará mais certa? Em um momento de guerra, existe alguma coisa que seja, realmente, mais segura?

Mãe e filha estarão sempre em pólos opostos, sem nunca conseguirem se entender, apesar do amor que as une. A mãe encarna Virgem, signo da realidade, oposto a Peixes, relacionado à fantasia e que representa Ofelia. A realidade tem limites, e Carmen irá vivê-los. A fantasia é ilimitada, e Ofelia irá experimentá-lo. Ambas irão provar até o fim as consequências das suas próprias crenças.

O LABIRINTO DO FAUNO não será um filme fácil. O espectador é conquistado aos poucos, como se a própria Ariadne lhe desse o novelo capaz para entrar no labirinto e conseguir sair dele.

A psicologia de um tirano

O capitão desgosta de Ofelia já na primeira cena em que os dois se encontram. É chocante a forma rude como aperta a mão da enteada, fulminando-a com os olhos. É alarmante que a pouca idade de Ofelia não o comova. Ele a enxerga como um potencial inimigo, como condiz a um tirano pensar.

O capitão fascista é o oposto exato de Ofelia. A menina é toda sentimento e fluidez. Está voltada apenas para o presente, distraindo-se com tudo o que cruza o seu caminho, enquanto o seu opositor é frio e objetivo, para não dizer cruel e implacável, focado em eliminar do seu caminho tudo o que possa ameaçar o seu futuro, o qual deseja que seja triunfante e poderoso. Seu ego distorcido não permite que nada tenha vida ou liberdade ao seu redor, e a menina é plena disso. Ele submete a mãe de Ofelia já no início às suas regras, obrigando-a a locomover-se em uma cadeira de rodas, apesar de a mesma estar apenas grávida e não doente, o que ela ficará com o tempo. O capitão está tomado pelo arquétipo do tirano, cuja maior necessidade é o de apenas ele existir. Seu objetivo é o de tentar transformar a todos ao redor em pálidas sombras rastejantes. Esta é a única maneira de assegurar as ilusões a respeito de si mesmo e a manutenção do poder.

Como o tirano tenta matar as individualidades, também tem a sua própria individualidade esvaziada, e por isto todos os tiranos se parecem imensamente entre si. A filosofia de um déspota é sempre rígida, esquematizada e hierárquica. Além disso, tem dentro dele uma vítima em potencial, pois seus atos convergem em eliminar as supostas ameaças, as prováveis pessoas que tentariam prejudicá-lo. Esforço em vão, pois cedo ou tarde tiranos ou seus descendentes são depostos, submetidos à roda da vida, nem que seja para trocar um grupo por outro.

Como ele não quer que nada exista além de ele mesmo, o tirano devora sistematicamente o que há ao seu redor. Em O LABIRINTO DO FAUNO, haverá um momento em que o capitão sofrerá um feio ferimento na boca, que irá deixá-la descomunal. É a boca insaciável de um gigantesco tirano ameaçado. Ele também guardará grande semelhança com um ser repelente que Ofelia encontrará em uma de suas aventuras, que se alimenta de carne humana. Na realidade, de qualquer coisa, como um tirano. O tirano busca o poder como forma de transcendência da condição frágil de se estar em um corpo humano. É um Deus às avessas, tentando conter e controlar o que não é possível.

Texto da astróloga Vanessa Tuleski.

#Astrologia #Filmes

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/o-simbolismo-no-labirinto-do-fauno

Hábitos

Distrações e entretenimento saltam aos nossos olhos o tempo todo. Como ganchos ou anzóis, surgem para nos agarrar e puxar. E nós, peixes a serem pescados e consumidos, mordemos a isca. A isca é entretenimento, é diversão, é rir, deleitar-se com comidas deliciosas, manjares, quitutes e volúpias imensas para os sentidos. Grandes tentações que estão constantemente nos assediando.

Nada há de errado em se saborear uma deliciosa comida. Não há problema em se conquistar aquela façanha naquele jogo online. Essas atitudes e outras são perfeitamente louváveis. A questão é: você está sendo manipulado para agir assim ou está agindo de legítima própria vontade?

Você está sendo coagido, incentivado, atiçado para certas atitudes as quais já vem praticando há algum tempo? Se sim, então tome cuidado. Isso está se tornando um hábito.

Hábitos podem ser saudáveis ou não. Qual é qual?

Hábito saudável é aquele que resulta em uma sensação de “estou melhor agora do que antes”. Acontece quando os resultados representam ganhos, lucros, crescimento, satisfação verdadeira, tanto a curto como a longo prazo.

Um exemplo de hábito: caminhada. Ao término de uma caminhada, você se sente cansado. Mas é só isso mesmo que você está sentindo? Preste atenção a todos os seus sentidos, a todo o seu corpo. Tenha consciência de si mesmo. Qual o “saldo” da caminhada? (o resultado desse exame varia de pessoa para pessoa – o que vem a seguir é o que eu sinto quando caminho)

+ mais energia

+ maior ânimo, inclusive para outras atividades

+ mais desperto, mais atento

+ respiração livre, fluída

+ contentamento por sair, ver o mundo, pessoas, animais, plantas. A efervescência de tudo, contagiante.

+ o banho pós-caminhada é muito mais refrescante, energizante

+ melhor capacidade respiratória e cardíaca (a longo prazo)

– cansaço

– suor

– mau-cheiro

– roupas sujas (se caminhei em bosques/terreno baldios, etc)

Fazendo a somatória dos pontos acima, o resultado é positivo. Portanto, caminhadas são, para mim, um hábito saudável.

Um outro exemplo de hábito: comer cheesebúrgueres.

+ prazer em sentir o cheiro do cheesebúrguer.

+ prazer em saborear o hambúrguer de carne, o queijo, o pão. A combinação dos ingredientes. O catchup e a mostarda.

+ sensação de saciedade

– dificuldade na digestão

– sensação de empanturramento/barriga pesada

– gases

– aumento do colesterol e da pressão sanguínea (a longo prazo)

Pelo mesmo modelo do exemplo anterior, a somatória resulta negativa, concluindo-se que o hábito de comer cheesebúrgueres não é saudável para mim.

Essa auto-avaliação de hábitos pode possuir muito mais pontos positivos e negativos. Podem ser listas enormes de pontos, se você desejar. O importante é ser sincero e claro consigo mesmo, se você quiser melhorar sua qualidade de vida.

É claro que esse exemplos foram apenas utilizados no sentido da didática para esse texto. Há muitas outras consequências de se ter um hábito, tanto em pontos físicos quanto em pontos mais sutis e psíquicos, como capacidade de concentração, memória, rapidez de pensamentos, etc. Se você está se perguntando “caramba, até isso afeta?”, a resposta é: sim, meu caro, afeta. Afeta até mesmo características que você ainda não está consciente, como a vida útil de suas células, a capacidade dos seus neurônios, a facilidade de digestão… enfim, tudo o que compõe seu organismo. Como seu organismo é ponte entre você e sua mente e seu espírito, então a comunicação entre essas camadas também será afetada.

É muito fácil nos deixar levar por imediatismos para satisfazer desejos momentâneos. Mas é nesse momento que nos distinguimos dos animais, ao decidirmos se agiremos pelo instinto ou se agiremos através de nossa reflexão. “Você é um homem ou um rato?”. Ter a força para tomar as rédeas do seu corpo e de suas atitudes é pré-requisito para ser feliz de verdade.

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/h%C3%A1bitos

A Magia Cigana – Com Tiffany Maia

Bate-Papo Mayhem 172 – Com Tiffany Maia – A Magia Cigana

O vídeo desta conversa está disponível em: https://youtu.be/PCljBKUoimM

Bate Papo Mayhem é um projeto extra desbloqueado nas Metas do Projeto Mayhem.

Todas as 3as, 5as e Sabados as 21h os coordenadores do Projeto Mayhem batem papo com algum convidado sobre Temas escolhidos pelos membros, que participam ao vivo da conversa, podendo fazer perguntas e colocações. Os vídeos ficam disponíveis para os membros e são liberados para o público em geral três vezes por semana, às terças, quartas e quintas feiras e os áudios são editados na forma de podcast e liberados duas vezes por semana.

Faça parte do projeto Mayhem:

Postagem original feita no https://www.projetomayhem.com.br/a-magia-cigana-com-tiffany-maia

Exercícios Práticos – 02

Meditação

Sente em um local qualquer, mantenha as costas eretas, coloque os dois pés no chão, ligeiramente afastados um do outro, e as palmas das mãos sobre as coxas. Ou se preferir, sente com as pernas cruzadas e coloque as mãos sobre os joelhos. Feche os olhos e respire devagar durante alguns minutos.

Agora preste atenção nos seus pensamentos. Tente assisti-los passivamente, como se estivesse diante de uma televisão, prestando atenção na quantidade e qualidade de pensamentos diferentes que vagam pela sua mente neste pequeno intervalo de tempo. Tome consciência destas muitas freqüências que estão entrando e saindo dos seus pensamentos o tempo todo… que pensamentos ficam se repetindo? Analise friamente que tipo de mensagens você está atraindo, que tipo de pensamentos estão poluindo a sua cabeça…

Nas primeiras vezes que fizer este exercício, procure não interferir. Apenas observe friamente a si mesmo como se fosse um observador externo e veja o que está acontecendo. Adquira a consciência de separar e catalogar em que tipos de pensamentos você está imerso.

Em uma segunda etapa, comece a monitorar seus pensamentos, mudando os pensamentos indesejáveis… Quanto tempo você perde em pensamentos inúteis, fúteis ou perniciosos?

Quanto da sua mente você desperdiça pensando no que os outros estão fazendo ao invés de se concentrar no que você quer ou necessita fazer?

Na terceira etapa, comece a destruir estes pensamentos inúteis, afastando-os do seu campo vibracional. Tente reunir apenas pensamentos voltados para coisas úteis que você tenha de fazer ou focados para aquilo que você está almejando.

Exercício 2 – Apenas para mulheres

Este exercício deve ser feito SOMENTE depois que vocês fizerem pelo menos umas 20 a 30 vezes o Exercício dos Chakras, pois todo o canal pela qual a energia irá fluir precisa estar limpo e desobstruído, caso contrário, vocês poderão ter um desequilíbrio nos seus chakras, como dores de cabeça, náuseas, tonturas ou desequilíbrios emocionais.

Deite em algum lugar calmo, confortável e isolado, coloque uma música suave, incenso e garanta que não vai ser perturbada. Deite em decúbito dorsal com a barriga voltada para cima, de preferência totalmente nua. Comece a se masturbar delicadamente, mas sem imaginar uma contraparte masculina/feminina ou fantasiar… Concentre-se apenas na sensação, no seu corpo e no ato em si. Comece a imaginar o chakra básico sendo ativado e o fluxo de energia começando nas suas pernas e espalhando-se pelo seu corpo.

Quando estiver chegando ao orgasmo, você vai ter de sincronizar os últimos suspiros com o exercício anterior. Comece imaginando o chakra básico emanando energia, suspiro, esta energia subindo para o segundo chakra (Svadisthana), suspiro, subindo para o terceiro chakra (Manipura), suspiro, subindo para o quarto chakra (Anahata), suspiro, subindo para o quinto chakra (Vishuda), suspiro, subindo para o sexto chakra (Anja) e orgasmo, quando você deve imaginar o sétimo chakra (Sahashara) abrindo-se em seu leque de mil pétalas e espalhando esta energia pelo universo.

Este, apesar de razoavelmente complicado, é considerado ainda um exercício básico de magia sexual. Vai demorar um bom tempo até você conseguir sincronizar direito o tempo até o orgasmo com o fluxo de energia com as respirações…

Mas quando dominar, estará pronta para exercícios futuros sobre o que fazer com esta energia extra, além de orgasmos maiores, mais demorados e melhores (fisicamente e astralmente falando). Qualquer dúvidas, deixem seus emails nos comentários que o povo do Sedentário me repassa e eu respondo em particular.

Exercício 2 – Apenas para Homens

Assim como o exercício para as mulheres, NÃO tentem fazer este exercício antes de terem realizado pelo menos 20 a 30 vezes o exercício básico dos chakras. Este segundo exercício vai aprimorar o controle sobre o chakra Muladhara (Vermelho), dando mais vitalidade ao homem (sexualmente falando).

O homem deve assumir a postura conhecida como “Mapu” ou “Cavalo” ou “Postura do Cavaleiro”, como na figura ao lado. O ângulo das pernas deve ser o mais próximo possível de 90 graus (para testar, basta colocar uma carteira e um celular apoiados sobre as coxas e eles devem ficar parado, sem cair, durante o tempo do exercício).

Nesta postura, o homem deve respirar pausadamente, imaginando, a cada respiração, que a energia da Terra está sendo absorvida por seus chakras plantares, subindo através de suas pernas e se unindo no chakra Muladhara, fazendo-o girar e abrir suas 4 pétalas.

Procure repetir este exercício por cerca de vinte respirações pausadas e lentas. O tempo de postura neste exercício deve ser de, no mínimo, 1m30 a 2 minutos no começo. Este também, apesar de ser considerado básico, possui uma dificuldade razoável, mas você vai me agradecer no futuro…

#Exercícios #MagiaPrática

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